30/04/2007 - 10:33h Ségolène Royal, entre el estilo de Bachelet y los desafíos de Merkel

La candidata socialista aspira a unirse al incipiente club de las mujeres en el poder

Algo del pasado las asemeja; el presente las distancia un poco; el futuro las evaluará con el mismo prisma. Fueron outsiders. Son -o quieren ser- mandatarias, aunque con realidades contrapuestas. Y su éxito o fracaso final será la vara que marque a las próximas generaciones de líderes.

Michelle Bachelet y Angela Merkel atravesaron el camino de la política hasta apoderarse de sus gobiernos casi a solas, sin el apoyo y con el recelo de sus propios partidos. Fue un mismo periplo realizado con estilos enfrentados. Bachelet, con el del carisma y el encanto exuberante; Merkel, con el de la racionalidad y el pragmatismo extremo. Y, al final del viaje, ambas recibieron países con retos inmediatos.

Bachelet encontró un Chile próspero y admirado pero desigual; la equidad económica y social se convirtió entonces en su desafío. Merkel abordó una Alemania estancada, sin confianza en sí misma y con pronósticos económicos oscuros. Devolver el dinamismo a la locomotora de Europa se transformó en su obsesión.

El domingo, Ségolène Royal buscará unirse al incipiente club de primeras mandatarias mujeres que hoy integran Bachelet y Merkel. Ya recorrió la misma solitaria travesía que ellas y, de ganar el ballottage, compartirá otras sendas. Con la presidenta chilena, compartirá un estilo de gobierno que busca romper con la tradición, renovar la política, acercar el Estado a la gente. Con la canciller alemana, el desafío de despertar a su país, un gigante aletargado. Leia mais aqui

Por Inés Capdevila
De la Redacción de LA NACION

30/04/2007 - 10:30h Excomulgan al alcalde de Ciudad de México

Tras el voto por la despenalización

Polémica por el aborto

CIUDAD DE MEXICO.- La polémica por la despenalización del aborto en la capital mexicana se agravó aún más ayer, cuando el alcalde de Ciudad de México, Marcelo Ebrard, y todos los legisladores que votaron la semana pasada a favor de la medida fueron excomulgados, según informó la Arquidiócesis Primada de México.

“Tengan la decencia de no entrar a la catedral ni a ninguna otra iglesia católica del mundo hasta que no sean perdonados”, exigió el vocero eclesiástico, Hugo Valdemar.

La reforma del Código Penal de la capital mexicana fue sancionada el martes último con 46 votos a favor, 19 en contra y una abstención, en medio de una fuerte polémica entre partidos de izquierda y grupos contrarios al aborto.

Ebrard, del izquierdista Partido de la Revolución Democrática (PRD), pidió ayer a los obispos “pruebas” de su excomunión, de la de los legisladores y de las personas que impulsaron la iniciativa, que entró en vigor el viernes último. En especial, exigió que la Iglesia le entregara “una copia del procedimiento, para saber si se apegó al procedimiento eclesiástico” que corresponde.

El jefe de gobierno se declaró católico, pero también dijo ser “cabeza de un gobierno responsable”. “Lo único que les tengo que decir [a los obispos] es que estamos en el siglo XXI, no en el siglo XVI”, señaló.

El cardenal Norberto Rivera Carrera, arzobispo primado de Ciudad de México, llamó ayer a los médicos y al resto del personal de salud de Ciudad de México a invocar la objeción de conciencia y negarse a practicar un aborto, que el religioso definió como un “acto abominable” que “socava gravemente las bases del derecho y daña la convivencia civil”.

Por su parte, Ebrard dijo que no se permitirá que los médicos de los hospitales municipales se nieguen a practicar abortos aduciendo objeciones de conciencia o morales.

Agencias DPA y EFE – Publicado por La Nación de Argentina

30/04/2007 - 10:15h ´Revolução´ de Lula cria Brasil-potência, diz jornal

Artigo do La Repubblica (Italia) diz que o País se mantém líder na América do Sul

da Agencia Estado com a BBC de Londres


LONDRES – Uma “revolução prudente” liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo nascer uma “potência econômica” do Brasil, afirma matéria publicada nesta segunda-feira, 30, no jornal italiano La Repubblica.

“Aquele líder barbudo que por muitos anos foi o espantalho do grande capital acabou se tornando o presidente do Brasil que agrada o mundo das finanças e da indústria”, diz o texto. “As empresas crescem, o mercado interno se desenvolve e também os capitalistas.”
Em tom positivo, o artigo nota que “o Brasil mantém sua posição de guia do continente, maior exportador regional, e economia mais industrializada capaz de produzir fenômenos empreendedores notáveis”.

“Famílias novas e tradicionais consolidam seus poder e se expandem para o exterior”, diz o Repubblica, citando empresários como Roger Agnelli, que encabeça a Companhia Vale do Rio Doce, os banqueiros Joseph e Moise Safra, o governador do MS e plantador de soja, Blairo Maggi, e os irmãos Constantino, da Gol.

No entanto, a matéria ressalva que “a transição para uma economia capitalista moderna permanece incompleta”, porque ainda falta resolver “o problema da forte desigualdade”. “O país mantém as contradições de sempre, com um desenvolvimento econômico que não reduz as desigualdades e a incapacidade, nos últimos vinte anos, de criar um novo modelo de industrialização.”
Competitividade

O diário argentino La Nación traz uma matéria em que descreve o debate, no Brasil, para “reverter a perda de competitividade”. “O Brasil perdeu posições em conhecimento e competitividade em relação à Argentina e outros países da América Latina”, diz o texto.
O problema foi debatido em um encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em que, segundo o jornal, os empresários “pediram políticas ativas” do governo: taxas de juros mais baixas, investimentos em inovação tecnológica e um marco regulatório mais simplificado.

De acordo com o diário argentino, empresários no encontro disseram que o país não pode pensar apenas em um plano nacional, e deve investir na regionalização econômica para garantir um desenvolvimento sustentável.

Efeito à distância

Preços de sucos de laranja já estão aumentando no Japão em decorrência da expansão das áreas de plantação de cana-de-açúcar para fabricação de biocombustível, afirma matéria do diário japonês Yomiuri Shimbun.

Segundo o jornal, grande parte do efeito inflacionário se explica pela transformação de áreas de cultivo no Brasil, produtor de 60% de toda a laranja mundial. A menor oferta de laranja eleva o seu preço.

A matéria diz ainda que o aumento dos sucos de laranja já ameaça criar um ´efeito dominó´ sobre o preço de outros sucos de fruta industrializados.

29/04/2007 - 13:07h Choque de gestão de Alckmin sob suspeita

Do Correio Braziliense, hoje:
“Pelo menos dois secretários do Trabalho do governo Geraldo Alckmin, Francisco Prado Ribeiro e Walter Caveanha, ambos ligados ao PTB, parecem não ter assimilado a proposta do choque de gestão defendida pelo ex-presidenciável tucano na última campanha eleitoral.

Investigações da Controladoria Geral da União (CGU) e do Ministério do Trabalho detectaram má aplicação de recursos e diversas outras irregularidades em convênios para cursos de qualificação profissional com verbas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) mantidos pela Secretaria Estadual do Trabalho de São Paulo durante as gestões dos secretários Ribeiro e Caveanha.

Esses convênios estão sendo investigados agora pelo Ministério Público de São Paulo e totalizam R$ 26,8 milhões. Foram realizados entre 2004 e 2006. O Ministério do Trabalho também confirmou casos de cursos não realizados, superfaturamento e fraudes na comprovação de despesas e nos boletos de pagamento de convênios que consumiram pelo menos R$ 8 milhões dos cofres públicos. Outros quatro convênios mantidos entre 1999 e 2002, com recursos no total de R$ 161,9 milhões, estão com a prestação de contas sendo reavaliada, de acordo com o Ministério do Trabalho.

A CGU enviou um imenso relatório para a Promotoria de Justiça e Cidadania de São Paulo, a fim de continuar as investigações. No relatório, são apontadas irregularidades como ausência de licitação, desvio de finalidade em contratações, cursos pagos e não realizados, notas fiscais sem identificação, alunos indevidamente registrados como concluintes de curso, falsificação em listas de presença, fraudes em prestação de contas, despesas de alimentação e seguros e superfaturamento de preços em material didático.” publicado no Blog de Noblat. Assinante do Correio leia mais.

28/04/2007 - 15:53h Marta Suplicy presta homenagem às vitimas do genocidio nazista na Áustria

Em março de 1938, a Áustria foi anexada ao Reich de Hitler e cinco meses depois o campo de concentração Mauthausen foi criado.

Mais de 200.000 seres humanos, em maioria judeus poloneses, mas também ciganos e resistentes ao nazismo de trinta nacionalidades foram ali deportados e a maioria exterminados.

Poucos dias após o Dia do Holocausto que homenageia as vitimas judias do extermínio nazista e a poucos dias da comemoração, em 5 de maio, do aniversario da libertação do campo de Mauthausen pelas tropas aliadas, Marta Suplicy presta homenagem às vitimas do genocídio, encerrando assim sua visita oficial à Áustria.

28/04/2007 - 04:35h Ministerio de Turismo libera recursos para melhorar infra-estrutura da cidade que receberá o Papa

A verba será investida na implantação de sinalização turística em Aparecida do Norte, que deverá receber 500 mil pessoas nos dois dias de visita de Bento XVI

O Ministério do Turismo autorizou nesta sexta-feira (27/04) o repasse de R$ 200 mil para a implantação de placas de sinalização turística em Aparecida do Norte (SP). O município, um dos principais destinos de turismo religioso do país, receberá a visita do Papa Bento XVI nos próximos dias 12 e 13 de maio.

“Estamos investindo em Aparecida, assim como em outros destinos religiosos. No caso de Aparecida do Norte, neste momento, a liberação da para execução da sinalização turística é de grande importância, visto que a visita do Papa vai provocar um aumento do fluxo de turistas na cidade. Mas a obra é para sempre, já que Aparecida é o local de maior acesso de turismo religioso no Brasil”, comentou o secretário de Programas de Desenvolvimento do Turismo do MTur, José Evaldo Gonçalo.

De acordo com chefe de gabinete da Prefeitura de Aparecida, Eduardo Elache, antes do Papa Bento XVI chegar à cidade a sinalização estará concluída. “Estamos trabalhando para que os turistas que ficarem nos arredores de Aparecida tenham mais facilidade para se movimentar”.

O secretário Evaldo Gonçalo explica que os investimentos no município paulista dão seqüência ao projeto de melhorar a infra-estrutura dos destinos turísticos do país. “Somente no ano passado, por exemplo, foram aprovados três projetos de infra-estrutura em Juazeiro do Norte (CE), onde é cultuado o Padre Cícero, no valor total de R$ 4,9 milhões. Em Nova Trento (SC), terra de Madre Paulina, serão investidos R$ 195 mil em obras para melhorar as condições de recepção de turistas”.

Aparecida – A liberação de verba do MTur para a sinalização em vários pontos de Aparecida é o terceiro projeto de infra-estrutura turística da cidade a ser implementado com apoio financeiro do MTur nos anos de 2005 e 2006.

Em 2005, o MTur liberou R$ 100 mil para a construção de um calçadão no centro da cidade. A obra foi concluída há dois meses. Outros R$ 200 mil financiarão a construção do Portal do município, projeto aprovado no ano passado. Aparecida recebe uma média de 200 mil turistas por semana, número que chega a cerca de um milhão nos período de outubro a dezembro.

(comunicado do Ministerio de Turismo)

27/04/2007 - 14:19h Ministra visita instituição de ensino de turismo da Áustria e propõe bolsas para universitários brasileiros

A Modul é uma renomada instituição de formação em turismo e a segunda mais antiga do mundo voltada para o ensino da hotelaria

A ministra do Turismo, Marta Suplicy, visitou nesta sexta-feira (27) a escola “Modul”, renomada instituição de formação em turismo na Áustria. É a segunda mais antiga do mundo. A escola completará 100 anos em 2008, e ensina jovens de 14 a 19 anos a atuar em todas as áreas da hotelaria, desde as mais simples funções à gerencia. Também recebe jovens a partir dos 18 anos, com ensino médio completo, para um curso intensivo que seriam dois anos de nível superior. Depois de cursar a Modul, os jovens ficam aptos a prosseguir estudos universitários.

“O trabalho aqui é fascinante, e eles ainda estarão inaugurando a partir de julho, com apoio da iniciativa privada, uma Universidade-Hotel. Vão oferecer graduação, pós-graduação (mestrado) e, a partir de 2012, doutorado. Propus uma ação junto ao Brasil: a oferta de bolsas para cinco estudantes universitários de turismo. Poderíamos promover um concurso para selecionar os estudantes”, explica a ministra.

O modelo de ensino da Modul conjuga teoria e prática. Suas instalações compõem a escola junto a um hotel de padrão quatro estrelas. Os alunos têm quatro dias de aulas voltadas à formação e um dia de prática no hotel.

Além da possibilidade de bolsas de estudos, a ministra Marta Suplicy, que almoçou com a presidente da Câmara de Economia de Viena – entidade que reúne representações patronais e de trabalhadores –, Brigitte Jank, abordou o interesse em se firmar parcerias entre Áustria e Brasil, envolvendo ações para a formação de mão-de-obra qualificada. “Penso numa ação junto com parceiros como Sebrae, Senai e Senac”, disse a ministra.

(comunicado do Ministerio de Turismo)

27/04/2007 - 05:40h Eleição do Cristo poderá gerar 250 mil empregos

26.04.2007

Publicitário calcula incremento de US$ 271 milhões na economia do RJ

VERÔNICA BACHINI
DO JORNAL DO COMMERCIO (RJ)

Um incremento na economia de US$ 271 milhões e a criação de 250 mil empregos. É o que pode ocorrer no Brasil com a escolha do Cristo Redentor como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, eleição promovida pela organização suíça New Seven Wonders com outros 19 pontos turísticos conhecidos mundialmente. As estimativas são do Banco Central (BC) e do Ministério do Trabalho e Emprego, respectivamente, e foram mostradas ontem pelo diretor-presidente da Aroldo Araújo Comunicações Ltda, Aroldo Araújo, responsável pela campanha Vote Cristo. Ele é uma Maravilha, na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ). Estavam presentes o vice-presidente da associação, Antenor Barros Leal, e o diretor de Marketing da Bradesco Seguros, que está na linha de frente do apoio à campanha, Jorge Pohlmann.

Segundo Araújo, o monumento não só é um ícone nacional, mas sua escolha como candidato nessa eleição foi bem feita tanto do ponto de vista turístico quanto artístico e religioso. De acordo com a Embratur 2,29 milhões de viajantes brasileiros fazem visitas religiosas no País por ano. Quando o Cristo foi considerado santuário no ano passado, por exemplo, foi estimado um aumento de 30% no número de visitantes. Imaginem a projeção do monumento se ele for eleito, comentou o publicitário.

Aroldo Araújo disse que o turismo é a quinta maior receita do País em moeda estrangeira, cujo faturamento passou de US$ 3,8 bilhões em 2005 para US$ 5,4 bilhões no ano passado e com 52 setores da economia ligados a ele diretamente. De acordo com o publicitário, os promotores da campanha e o trading de turismo brasileiro se baseiam principalmente no potencial do catolicismo. Cerca de 34,4% da população do mundo é cristã, sendo metade católica, algo em torno de 1,12 bilhão de pessoas, afirmou.


Os dados da Enciclopédia Mundial das Religiões, com números de 2005, mostram ainda que as Américas possuem 534,3 milhões de católicos, e a Europa 279,9 milhões. Os países que mais contam com seguidores do catolicismo são o Brasil (136 milhões de pessoas), o México (99 milhões), os Estados Unidos (com 66 milhões de seguidores), e a Itália (55 milhões).

O anúncio dos ganhadores será feito no próximo dia 7 de julho, não por acaso em 7/7/7, já que a organização pretende promover a eleição a cada 100 anos, na reprise da data, na cidade de Sete Colinas, em Portugal, país que não possui candidato. Foi convidado para anunciar os sete monumentos o ator Sean Connery, o primeiro 007 do cinema, e na ocasião da festa será realizado um jogo de futebol com os principais jogadores que fizeram história com a camisa sete.

Segundo Jorge Pohlmann, a campanha vai continuar com cartazes em lojas e até nas missas das igrejas, com o intuito de despertar o interesse das pessoas em participar da votação. A idéia será promovida também durante a canonização do Frei Galvão pelo Papa Bento XVI, no Pacaembu, no dia 11 de maio. Apoiamos esta campanha porque acreditamos que o Cristo é um símbolo de paz, e que com isso o Rio de Janeiro dará a volta por cima, disse Pohlmann.

Ligações de celular para a votação
Na campanha para eleger o Cristo Redentor como uma das novas Sete Maravilhas do Mundo, os funcionários da Bradesco Seguros e Previdência votaram em peso pelo celular enviando uma mensagem de texto com a palavra Cristo para o número 49216.

A seguradora contratou promotoras para percorrer os departamentos da empresa e angariar votos para o monumento. Em dois dias mais de 3 mil ligações foram feitas. Depois de votar, o eleitor ganha a camiseta eu votei.

O Cristo Redentor, um dos cartões-postais mais famoso do Brasil – se não o mais famoso – pode entrar para a história da humanidade se for escolhido uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

apoio
A Bradesco Seguros e Previdência, líder no mercado segurador latino-americano, decidiu apoiar a campanha Vote Cristo. Ele é uma Maravilha.

O apoio contempla ações externas, como extensa campanha publicitária em jornais, revistas, rádios e TVs, além de ações internas realizadas com seus funcionários, segurados e parceiros comerciais.

Para votar clique aqui

27/04/2007 - 05:03h Com foco no turismo de negócios

Opinião
26.04.2007

por Pedro Nadaf
Publicado no jornal A GAZETA (MT)

No ano de 2006, o Brasil ficou na 10ª posição no ranking dos países que mais sediaram eventos, conforme dados do ICCA – International Congress and Convention Association, e deteve a 7ª posição no TOP 10, a melhor colocação em toda a América Latina e o segundo melhor das Américas – atrás apenas dos Estados Unidos.

A informação é do Ministério do Turismo, e nos enche de boas expectativas. Isso mostra que temos que desenvolver boas estratégias para otimizar este segmento e atrair cada vez mais os turistas. A Festa Internacional do Pantanal, evento realizado pelo governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria Estadual do Desenvolvimento do Turismo, é uma iniciativa que visa tal incremento.

Mato Grosso tem colaborado com números positivos na área de turismo de negócios. Para se ter uma idéia, no ano passado, foram captados somente pela Fundação Pantanal Convention & Visitors Bureau, 19 eventos, que trouxeram para o estado, 24.160 visitantes. Se levarmos em conta que cada turista gasta por dia US$ 112,03 dólares, e que fica em média de 3,5 dias em visita, isto quer dizer que cada um que veio a Mato Grosso, através da captação do órgão oficial, deixou ao comércio de bens e serviços nada menos que R$ 864,71/dia. É a soma que nos enche de entusiasmo, pois representa uma média de R$ 20,8 milhões. Vale destacar, entretanto, que fora desta captação há pelo menos um incremento superior a 50%, de eventos trazidos para o estado por outras vias, o que pode representar mais de 50 mil visitantes, somente no quesito turismo de negócios. É por esta e outras razões que devemos estimular este segmento em nosso estado.

Entidades representativas da iniciativa privada e o governo têm exercido seus respectivos papéis no sentido de estimular o turismo de negócios. Um dado interessante é que a Fundação Pantanal Convention & Visitors Bureau gastou somente R$ 4,34 por turista, analisando-se o investimento feito para a captação de eventos no ano passado. Ou seja, o trabalho em nível de representatividade gera bons resultados, e a baixo custo. Portanto, os empresários do setor devem se atentar para ações articuladas, feitas por entidades representativas, e apoiar as iniciativas que visam o retorno em nível coletivo, tanto nas esferas governamental e não governamental.

São necessários componentes estratégicos para gerar resultado, em nível federal. A criação do Ministério do Turismo e a prioridade determinada ao desenvolvimento de ações voltadas ao Turismo de Negócios e Eventos, fazem parte destas práticas positivas. Vale destacar que no Brasil, o PIB é constituído em 50% pelo setor de serviços, e dentre os segmentos desta área, o turismo é o que se sobressai. Mato Grosso também avança neste sentido através de políticas governamentais para o setor.

Durante a 14ª Festa Internacional do Pantanal, além do entretenimento, o Núcleo de Conhecimento, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento do Turismo, preparou uma série de atividades que visam importantes informações focadas em expansão. Uma das ações da extensa programação, é a Rodada de Negócios que contará com a participação de operadores de turismo de todo o país, e de diversas partes do exterior.

O que diferencia a Rodada de Negócios, neste ano, é a dinâmica da sua formatação, pois os integrantes visitarão pontos turísticos de Mato Grosso, conhecendo assim sua infra-estrutura, a exemplo de hotéis e pousadas, antes de sentarem-se para a negociação. Precisamos, mais do que nunca, de estratégias eficientes para incrementar ainda mais o turismo local e os realizadores da 14ª Festa Internacional do Pantanal estarão, de 2 a 6 de maio, embalando os nossos principais produtos turísticos com o melhor papel. Mesmo porque, não se pode neste mercado tão competitivo, perder o foco dos negócios.

Pedro Nadaf é presidente do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo ( Fecomércio/Sesc e Senac) de Mato Grosso e secretário de Estado de Desenvolvimento do Turismo

26/04/2007 - 07:59h Metas para a educação

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

Todos os índices

Lígia Formenti, BRASÍLIA para o jornal O Estado de São Paulo

Nas cidades do interior encontra-se o que há de melhor e pior da educação brasileira. São municípios pequenos que figuram no topo da lista do País no novo indicador criado pelo Ministério da Educação (MEC), o Índice de Desenvolvimento Básico (Ideb), cujos números são oficialmente divulgados hoje. São também as pequenas cidades que trazem os piores resultados.

“Cidades pequenas têm vantagens, quando bem aproveitadas, em relação a grandes centros”, explica o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes. “A violência não é tão acentuada, o acesso a escolas é mais fácil”, observou. Ele não estranha, também, o fato de as cidades pequenas estarem entre as piores colocadas no ranking, seja de 1ª a 4ª séries (reunidos no Ideb como fase 1), seja entre 5ª e 8ª séries (que formam a fase 2). “Muitas das cidades que tiveram notas baixas dispõem de poucos recursos e, pior, não sabem que têm direito de se beneficiar por linhas de incentivo, criadas pelo MEC”, resumiu.

As diferenças estampadas no Ideb são grandes. Nas escolas estaduais da capital paulistana, alunos de 1ª a 4ª séries alcançaram a média de 4,6 numa escala que vai até 10. Estudantes de Torrinha, cidade do interior paulista, por sua vez, alcançaram a média 6,7. Quando se compara o desempenho de estudantes paulistas da rede estadual entre 5ª e 8ª séries com estudantes do interior, o fenômeno se repete. Estudantes de Limeira (SP) alcançaram média 6,4; enquanto paulistanos, 3,8.

Feito a partir de dados de desempenho do aluno em exames como Prova Brasil e Sistema Nacional de Avaliação Básica (Saeb) e de informações sobre rendimento escolar, como aprovação e tempo médio de permanência, o Ideb será a ferramenta principal para o MEC colocar em prática as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado anteontem pelo presidente Lula. Leia mais aqui

26/04/2007 - 07:35h Nota vermelha para a Educação

do Jornal da Tarde

Números mostram que a qualidade do Ensino Fundamental em São Paulo está baixa

BARTIRA BETINI e MARIA REHDER

Um total de 500 municípios dos 525 que oferecem Ensino Fundamental na rede estadual de 5ª a 8ª séries no Estado de São Paulo tem nota abaixo de 5. Esse dado faz parte do levantamento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que será divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC).

O Ideb leva em consideração dois fatores que interferem na qualidade do ensino: o rendimento escolar, por meio das taxas de aprovação, reprovação e abandono, e as médias de desempenho dos alunos nas avaliações nacionais – Saeb e Prova Brasil.

O Ideb será o indicador que o MEC usará para a verificar o cumprimento das metas fixadas no ‘Compromisso Todos pela Educação’, um dos itens do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Todos os municípios brasileiros receberam notas de 0 a 10 e as redes municipais e estaduais foram separadas e avaliadas, cada uma, de 1ª a 4ª e de 5ª a 8ª. O baixo desempenho dos alunos de 5ª a 8ª séries também foi constatado na rede municipal paulista: das 158 cidades que oferecem ensino municipal nessa faixa, 152 receberam média abaixo de 5.

Ao avaliar os alunos da rede estadual do Estado de São Paulo de 1ª a 4ª, o Ideb constatou que 154 dos 236 municípios que oferecem esse tipo de ensino estão com nota vermelha. E na rede municipal são 345 de 481.

Para Carlos Ramiro, presidente da Apeoesp, os números não são uma surpresa. ‘Pela infra-estrutura e condições de trabalho o resultado não podia ser outro. Uma das ações para mudar isso de imediato seria a criação do Sistema Único de Ensino, estadual e municipal, o aumento da carga horária, porque o aluno hoje fica pouco tempo na escola, e a participação da sociedade no contexto escolar’, acredita. Leia mais aqui

26/04/2007 - 06:33h Lula: la continuidad de Kirchner "es extremadamente importante"

Así aludió a las próximas elecciones en Argentina. Dijo además que no le molestó el acto de Chávez en Ferro y defendió sus vínculos con EE.UU., porque las “relaciones entre Estados no son ideológicas”.

BRASIL-ARGENTINA : HABLA EL PRESIDENTE DE BRASIL, LUIZ INACIO LULA DA SILVA, QUE HOY LLEGA A LA ARGENTINA

FIRME. EL PRESIDENTE BRASILEÑO ASEGURO QUE EL MERCOSUR DEBE SER EL EJE DE LA INTEGRACION REGIONAL Y DESTACO LA RELACION BILATERAL.

Eleonora Gosman BRASILIA. ENVIADA ESPECIAL do jornal Clarín

egosman@clarin.com

Lula da Silva lució ayer toda su simpatía y carisma ante los cinco primeros periodistas de medios de América latina en ser recibidos en el Palacio del Planalto, entre ellos Clarín, para una entrevista que se prolongó por hora y media.

En la sala de reuniones contigua a su despacho, el presidente brasileño dio un respaldo sustancial al argentino Néstor Kirchner. No sólo dijo que “ha hecho un buen gobierno para Argentina”. Sostuvo que su “continuidad es extremadamente importante para la integración regional”. Y se mostró “admirado” por “la voluntad que puso el presidente Kirchner en reconstruir la industria argentina”.

Con el cuidado de quien no quiere que se lean sus palabras como una intromisión, Lula previno que para él, como presidente de Brasil, era “difícil emitir un juicio” sobre un país vecino. Pero enseguida continuó en la misma línea inicial al señalar que de estos cuatro años que le tocó compartir con Kirchner saca una conclusión: “Nunca antes Argentina y Brasil tuvieron una relación tan intensa y productiva como la de ahora”. Fue entonces que apostó a que este año su colega argentino pueda renovar el mandato aunque, en medio oficiales de Buenos Aires, se sostiene que la candidata sería Cristina Kirchner.

La gentileza del brasileño tuvo un antecedente el año pasado cuando en setiembre, antes de las presidenciales brasileñas, el argentino declaró públicamente su “voto” a favor de Lula.

En la entrevista, en la que participaron tres medios argentinos y dos chilenos, el presidente de Brasil estuvo acompañado por su canciller, Celso Amorim, y por el flamante ministro de Comunicación Social, Franklin Martins. Lula explicó que desembarca en Buenos Aires hoy por la noche para mantener mañana viernes una “reunión fundamentalmente de política” con Kirchner. “Voy a saldar una deuda ya que Argentina es nuestro socio principal en el Mercosur. Los dos países tienen una importancia central para lo que pueda ocurrir en Sudamérica”. Leia a entrevista publicada por Clarín aqui

26/04/2007 - 06:25h BRASIL-ARGENTINA De la desconfianza a la solidez

Materia do jornal Clarín de Argentina

de Walter Curia
wcuria@clarin.com

Cuando todavía ocupaba la secretaría política del Mercosur, Duhalde confesó que Lula le pidió consejo sobre cómo tratar a Kirchner. Se ignora si Duhalde se lo dio, pero no mucho más tarde la relación entre los dos presidentes dio un vuelco: pasó de la desconfianza y la frialdad a consolidarse como principal sostén de la sólida relación bilateral.

Hay que volver a ese entonces. Arropado por los centros financieros internacionales, en setiembre de 2003 Lula escatimó una señal de respaldo a Kirchner en su difícil negociación con el FMI, central para la estrategia de renegociación de la deuda argentina en default. Kirchner le recriminó duramente a Lula su falta de apoyo durante una reunión en Nueva York, al mes siguiente. “Va a terminar como Menem”, se le oyó decir en privado, más tarde.

Kirchner supo temprano que la disputa por el liderazgo regional con Brasil era inútil: la bisagra de la relación llegó al año siguiente cuando los dos países acordaron en Río una declaración en la que prometían actuar de manera coordinada frente al Fondo. Con diferencia de horas, anunciarían a fines de 2005 la cancelación de sus deudas con el organismo. Lula lo hizo primero: dicen que Cristina se lo reprochó a su marido. Igual de significativa fue la decisión de Lula de acceder a la firma de un acuerdo para limitar las importaciones brasileñas a la Argentina, en busca de corregir las asimetrías entre los dos países. Aquel acuerdo, celebrado por los empresarios aquí y denostado entre los industriales paulistas, no explica sin embargo el fuerte saldo en rojo para la Argentina en la balanza comercial.

Las diferencias en materia comercial se trasladaron a la OMC: ayer, el secretario de Relaciones Económicas Internacionales de la Cancillería, Alfredo Chiaradía, cuestionó el liderazgo del llamado G-4 en las negociaciones de la Ronda de Doha. Fue un velado reclamo a Brasil, que lo integra, a horas de la llegada de Lula.

Dicen que quien ha hecho mucho por la relación entre Kirchner y Lula, quien rompió el hielo, fue Hugo Chávez. Por amor y por espanto.

25/04/2007 - 19:30h A responsabilidade fiscal tucana

De um atento observador da politica brasileira:

“ironia da história: a governadora tucana Yeda Crucius foi ontem ao ministério da fazenda pedir- na prática – o fim da lei de responsabilidade fiscal…”

25/04/2007 - 11:30h Plano de Educação tem 42 medidas para todos os níveis do ensino

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Fernando Haddad, lançaram ontem o Plano de Desenvolvimento da Educação, com 42 medidas que incidirão em todos os níveis de ensino do país.

Em discurso no Palácio do Planalto Lula ressaltou que as ações dependem de uma sólida parceria com sociedade, que está “convocada” a participar.

“O plano traz poderosos instrumentos de aperfeiçoamento de gestão, financiamento, conteúdo, métodos de participação federativa e participação cidadã, capazes de promover profundas mudanças na nossa educação pública”, afirmou o presidente. A mudança profunda no ensino dependerá, na avaliação de Lula, de uma profunda mudança na relação do Estado e da família com a educação.

Apesar de conter medidas em todos os níveis de educação, a prioridade do plano é a educação básica, que vai do ensino infantil ao médio.

Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, um dos principais pontos do PDE é a fixação de metas de qualidade nos municípios. “Você fixa o mínimo de qualidade, estabelece metas, dá apoio técnico, oferece mais recursos e ao mesmo tempo cobra resultados expressos na aprendizagem. Porque a escola existe para o aluno aprender, antes de mais nada”, afirmou Haddad, no mês passado, em entrevista à Agência Brasil.

O plano prevê a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e apoio às prefeituras que têm os indicadores educacionais mais baixos. O índice leva em consideração o rendimento dos alunos, a taxa de repetência e a evasão escolar. O Ministério da Educação (MEC) vai investir cerca de R$ 1 bilhão neste ano para atender os municípios com os piores índices.
Outra novidade do PDE é a implantação da Provinha Brasil, para avaliar a alfabetização de crianças de 6 a 8 anos. A idéia, de acordo com o ministro, é avaliar a alfabetização das crianças para corrigir eventuais problemas a tempo.

O PDE prevê ainda crédito de R$ 600 milhões do BNDES para a compra de ônibus e barcos destinados aos transporte escolar; a realização de Olimpíada de Língua Portuguesa, no ano que vem, com a participação de aproximadamente 80 mil escolas e 7 milhões de alunos; e a informatização de todas as escolas públicas, com instalação de laboratórios de informática até 2010.

Vagas – Uma das principais medidas do plano na educação superior é ampliar o acesso, com meta de dobrar o número de vagas, que hoje, segundo o MEC, é de 580 mil. Está prevista também a articulação entre o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade Para Todos (ProUni), permitindo o financiamento de 100% das bolsas parciais do ProUni.

Publicado pelo boletim da bancada federal do PT

24/04/2007 - 12:44h INTERNET, IMPRENSA E ATENÇÃO À LEITURA!

Ex-Blog de Cesar Maia

01. Pessoas que lêem notícias online prestam mais atenção ao que estão lendo do que leitores de jornais impressos. A afirmação é de um estudo norte-americano que refuta a idéia de que internautas não lêem muito. A pesquisa EyeTrack07, produzida pelo Poynter Institute, uma escola de jornalismo baseada na Flórida, descobriu que os leitores online lêem 77 por cento do que escolhem para ler enquanto usuários de jornais impressos lêem em média 62 por cento do conteúdo. Leitores de tablóides ficam ainda mais atrás, com índice de cerca de 57 por cento. Sara Quinn, diretora do projeto Poynter EyeTrack07, disse que foi a primeira vez que um grande levantamento público internacional compara diferenças entre como as pessoas lêem notícias na Web e em jornais.

02. Ela disse que os pesquisadores ficaram surpresos em descobrir percentual tão elevado de texto sendo lido online, pois isso derruba o mito de que os leitores da Internet têm menos tempo de atenção. “Quase dois terços dos leitores online, uma vez que escolhem um item em particular para ler, lêem todo o texto”, disse Quinn à Reuters durante a conferência anual da Sociedade Americana de Editores de Jornais, onde a pesquisa foi divulgada.

03. Duas pequenas câmeras foram montadas sobre o olho direito dos pesquisados para monitorar o que eles estavam lendo. Eles tinham liberdade para ler o que queriam. O estudo descobriu que cerca de 75 por cento dos leitores de veículos impressos tinham comportamento metódico se comparado com percentual de cerca de 50 por cento dos leitores de publicações online. Leitores metódicos tendem a ler do topo ao pé de uma página sem examinar muito ela e relêem algum material. Já os leitores online, sejam eles metódicos ou com estilo de varredura, lêem quase o mesmo volume de texto.

04. Quinn disse que um teste ainda em fase de experimentação também descobriu que as pessoas respondem corretamente mais questões sobre notícias se a informação for apresentada de maneira alternativa em relação à narrativa tradicional. Esse método alternativo pode ser um formato de pergunta e resposta, cronologia, texto curto de canto ou lista. “Os pesquisados prestam em média 15 por cento mais atenção a formatos alternativos de matérias do que reportagens publicadas de maneira tradicional. Em páginas maiores, esse número sobe para 30 por cento”.

24/04/2007 - 12:17h São doidos. São doidos

“A reeleição não deve ser objeto de análise no momento. Há assuntos mais relevantes. Quando se examinou a necessidade de reforma política, toda a sociedade imaginou diálogos em torno da fidelidade partidária. Ou então sobre o voto proporcional. Ou, ainda, focalizando o financiamento público das campanhas.
Surgiu, como figura estranha, o tema da reeleição. A sociedade perplexa. Os políticos não engajados ainda mais. Os governadores e prefeitos foram surpreendidos. Procuram concretizar boas administrações. Querem submeter seus atos ao julgamento do eleitorado. O cerceamento da possibilidade de reeleição desestimula esforços.”

Este parágrafo faz parte do artigo do ex-governador de São Paulo, Claudio Lembo para o Terra Magazine de Bob Fernandez. Leia na integra aqui

24/04/2007 - 12:08h Eleição e reeleição programática

Blog de Noblat

“Se o debate sobre o tema da reeleição tem contribuído para o aperfeiçoamento de nossas instituições, é pelo seu lado negativo – tornar patente a distância que nos separa da maturidade democrática. Toda a conversa em torno do tema, brandido por iniciativa de “personalidades” do mundo político, não se tem prestado a outro fim que o de acomodar interesses de poder, em manobras que promovem somente o retrocesso.

Uma tal discussão, para poder apresentar-se com foros de interesse público, deveria balizar-se por alguma diretriz, que permitisse à sociedade identificar a diferença entre uma proposta retrógrada, orquestrada em termos de nomes, e propostas de programas de governo por parte dos partidos políticos. Mas até agora não se ouviu das partes interessadas nesse jogo uma palavra sequer sobre a oportunidade, mais que tardia, de se discutir o tema em termos de eleição ou reeleição programática. ”

O trecho acima faz parte do artigo do jornalista e deputado Rui Falcão (PT-SP).
Foi secretário de governo da prefeita Marta Suplicy.
Escreve sempre no Blog de Noblat às terças-feiras. Leia aqui

24/04/2007 - 09:47h França: Análise da apuração mostra que periferia votou em Ségolène

Sarkozy liderou o 1º turno na França, mas pesquisa aponta que os bairros mais populares preferiram sua rival; a segunda etapa da votação acontece dia 6 de maio

Efe publicado pela Agencia Estado

PARIS – Os habitantes dos bairros conflituosos da França que sofreram uma onda de violência urbana em 2005 votaram na socialista Ségolène Royal no primeiro turno das eleições presidenciais.

Essa é a conclusão da análise dos resultados do primeiro turno, no qual o conservador Nicolas Sarkozy recebeu 31,18% dos votos, seguido por Royal, com 25,87%.
Sarkozy e Royal disputarão o segundo turno no dia 6 de maio.

O voto nos bairros dos arredores de Paris, onde explodiu a revolta juvenil, era muito esperado. E o resultado é nítido: Royal teve mais de 40% dos votos em todos os bairros, enquanto Sarkozy, que era ministro do Interior durante a explosão da violência, ficou sempre abaixo dos 30%.

Uma das três localidades mais observadas era Clichy-sous-Bois, de onde saiu a fagulha que incendiou os bairros. As outras duas eram La Courneuve, que Sarkozy disse que ia limpar com “kärcher” (mangueiras de água de alta pressão) e Argenteuil, onde o conservador chamou de “gentinha” os jovens que participaram da onda de violência.

Em Clichy-sous-Bois, Royal foi votada por 41,63% da população, e Sarkozy por 24,51%; em La Courneuve, a socialista venceu por 41,08% a 22,86%; e em Argenteuil, por 34,58% a 25,82%.
Os resultados, segundo os analistas, mostram porém uma importante fatia do eleitorado que votou no líder ultradireitista Jean-Marie Le Pen (9,2%, 8% e 9,36%, respectivamente).

24/04/2007 - 09:23h Royal invites Bayrou to form alliance

Financial Times
By Martin Arnold, John Thornhill and Adam Jones in Paris

Published: April 23 2007 22:43 Last updated: April 24 2007 02:46

The French presidential race took a surprise turn on Monday night when Ségolène Royal, the Socialist, said she had invited François Bayrou, her centrist rival, to discuss forming a centre-left alliance to block Nicolas Sarkozy, their centre-right opponent.

Ms Royal, who defied her critics by coming a comfortable second behind Mr Sarkozy in Sunday’s first round with almost 26 per cent support, said she had left a phone message for Mr Bayrou, who came a strong third, offering “a public debate”.

“I am waiting for an answer,” she said. “It is up to Mr Bayrou to say if he wants this debate.” Mr Bayrou is expected to clarify his position tomorrow. But one of his advisers told the FT he intended to meet Ms Royal, though he had doubts about her ability to negotiate an alliance over the opposition of a vocal minority in her party. “In whose name is she speaking?” he asked.

Ms Royal’s move came amid signs of dissent from within her party about such a step and after Mr Bayrou’s supporters indicated he would avoid supporting any candidate in the May 6 run-off.

Jean-Louis Bianco, co-director of Ms Royal’s campaign, told the FT that she “has taken a brave risk” by challenging the left wing of her party. Leia mais

24/04/2007 - 09:11h Serra nega aliança com Lula

Jornal da Tarde

Tucano diz que é ‘absurda’ a suposição de que articula aliança com PT para ser o candidato de Lula à Presidência em 2010

O governador José Serra (PSDB) classificou como absurdas as suposições de que estaria articulando uma frente com o PT para ser o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República em 2010. “Estou ocupado em governar direito São Paulo. Desde janeiro, sempre que falei com algum representante do governo federal foi para tratar de assunto relativo ao Estado”, afirmou Serra, rebatendo a reportagem publicada no domingo.

Serra ironizou a especulação de que pudesse ceder a Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado para ganhar apoio à Presidência: “A tese é uma alucinação nos meios e nos fins”. Ele disse que o PSDB não assistiria a essa hipótese sem reagir. Garantiu que nem conhece o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP) – apontado como interlocutor na suposta aproximação com o PT – e que só conversou com o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da Câmara, uma vez, em telefonema sobre votação do Fundeb.

Serra disse não achar correto antecipar 2010: “Aliás, não é ainda hora de discutir nem 2008”. Questionou “a quem interessa essa boataria toda” e ele mesmo respondeu: “Seguindo o rastro do interesse, talvez se chegue à origem. De uma coisa estou certo: quem falou essas mentiras, aliado meu não é. Pela própria natureza da fantasia, é coisa de inimigo”.

Para Serra, a relação dos governadores de oposição com o Planalto têm de se pautar pelo diálogo. “É claro que a gente tem de conversar”, disse, citando os tucanos Aécio Neves (MG), Ieda Crusius (RS), Teotonio Vilela (AL) e Cássio Cunha Lima (PB). “Falarmos com o presidente não quer dizer cooptação. Temos de tratar de assunto do interesse administrativo de nossos Estados.” Serra afirmou que o PSDB “está fazendo oposição no lugar certo, no Congresso”.

24/04/2007 - 08:05h Ségolène Royal lance un appel à François Bayrou

A Valence, LE MONDE ENVOYÉE SPÉCIALE

La déclaration avait été imprimée sur une feuille de papier. Ségolène Royal est venue la lire devant la presse, juste avant de monter à la tribune du parc des expositions de Valence, pour son premier meeting de second tour, lundi 23 avril. “Je me déclare disponible pour parler de l’avenir de la France avec ceux qui, pendant toute cette campagne, ont souhaité le changement et la rénovation politique, a déclaré la candidate socialiste. Je souhaite un débat ouvert pour construire des convergences (…) sans arrière-pensées et sans a priori.”

Tout en remerciant les partis de gauche qui ont appelé à voter pour elle, Mme Royal a estimé que “la France avait tout intérêt à l’ouverture des idées pour sortir des blocages d’un système dépassé”. “Il faut donner une autre dimension à notre rassemblement, a-t-elle ajouté. C’est pourquoi je propose un dialogue public sur la base du pacte présidentiel portant sur la rénovation de la République, l’Etat impartial, le refus des tensions dans les villes et les quartiers, (…), l’Europe, les priorités éducative et écologique.”

L’appel de la candidate vise directement François Bayrou, le candidat centriste qui détient, avec 18,55% des suffrages, la clé du second tour. “Je lui ai laissé un message sur son répondeur pour le prévenir, par simple politesse”, a précisé Ségolène Royal. Vingt-quatre heures après les résultats du premier tour, un pas a donc été franchi, qui va bien au-delà d’un appel aux électeurs centristes. Propose-t-elle une alliance? “Pour l’instant, non”, répond-elle. Mais, si convergences il y a, “nous en tirerons toutes les conséquences”.

“Il n’y aura pas d’accords de couloirs”, assurait de son côté son codirecteur de campagne, François Rebsamen, en insistant sur un débat public, peut-être “à la télé”. “L’important, ajoutait-il, c’est que Mme Royal a fait mouvement.”

Un point de vue partagé par les élus socialistes présents. “Il ne faut pas qu’un électeur de François Bayrou puisse avoir une quelconque réticence parce qu’il aurait le sentiment d’une gauche sectaire”, relevait Gérard Collomb, le maire de Lyon, une ville où Nicolas Sarkozy est arrivé en tête.

Le président de la région Rhône-Alpes, Jean-Jack Queyranne, jugeait nécessaire de “renvoyer les balles de fond de court”. Le député de l’Ardèche, Pascal Terrasse, allait plus loin, évoquant une “coalition de l’extrême gauche au centre”. “Je suis peut-être minoritaire mais faites l’addition, elle est claire : la gauche fait 35 %.”

Partisan de l’ouverture, Julien Dray, conseiller de MmeRoyal, a souligné la différence avec l’expérience des années 1980. “La démarche de Mitterrand, a-t-il justifié, c’était du débauchage individuel. Là, ce n’est pas le cas.” Pour beaucoup, non seulement la politique de la “main tendue” s’impose, compte tenu du rapport de forces électoral, mais il oblige M.Bayrou à prendre position. Un refus de sa part aurait l’avantage de le prendre en défaut par rapport à ses déclarations très critiques à l’égard de M.Sarkozy.

Problème : au PS, tout le monde n’a pas été prévenu de cette accélération. La réunion, le matin, dans les bureaux de la candidate, en présence de François Hollande, de ses deux directeurs de campagne – Jean-Louis Bianco et François Rebsamen –, de Jean-Pierre Chevènement, d’Arnaud Montebourg, de Vincent Peillon ou du radical de gauche Jean-Michel Baylet, n’avait porté que sur les thèmes “identifiants” à creuser pour séduire l’électorat centriste – pas sur d’éventuelles discussions avec leur candidat. M. Collomb, venu exprès de Lyon à la demande de Mme Royal, n’est arrivé qu’après. Dans l’après midi, Jean-Christophe Cambadélis, proche de Dominique Strauss-Kahn, a tiré une salve contre M.Hollande, indiquant dans une déclaration à l’AFP, que ce dernier avait “tort d’enfermer le PS dans ses 26 %”. Leia mais

23/04/2007 - 23:51h Dirceu critica proposta sobre o fim da reeleição

Agencia Estado
23 de abril de 2007 – 20:35

Segundo ex-ministro de Lula, Aécio e Serra seriam os principais beneficiários
Eduardo Kattah

BELO HORIZONTE – O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, criticou nesta segunda-feira, 23, o movimento em torno do fim da reeleição. Para Dirceu, a proposta agora “só prejudica a reforma política” e é do interesse do PSDB, principalmente dos governadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP).

“Do ponto de vista político, para o País nesse momento acabar com a reeleição eu acredito que só prejudica a reforma política porque não é simples acabar e, na verdade, é do interesse do PSDB, principalmente do governador Aécio Neves e José Serra. Como foi do interesse deles fazer a reeleição em 97″, afirmou o ex-ministro, que participou de um almoço em Belo Horizonte com lideranças mineiras do PT, PMDB e PV.

Dirceu acredita que, “do ponto de vista doutrinário”, o fim do instrumento é “bom” para o PT. “Porque o PT sempre foi contra”. Mas a reeleição, na sua opinião, ainda precisa ser experimentada. “O Brasil aprovou isso em 97. Teve três eleições com reeleição, já vai acabar? Vamos fazer a experiência. Se for para acabar com a reeleição, vai ter que resolver a coincidência de mandatos, vai ter que eleger algum mandato com um ano a mais ou com um ano a menos…”, observou.

“Assim não há país que agüente. Instituições que são construídas no País precisam ser experimentadas, por isso sou contra acabar com a reeleição agora”. Ele evitou comentar a aproximação dos tucanos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

E foi na linha da declaração de Lula sobre a polêmica da reeleição, durante o programa semanal de rádio Café com o Presidente. “Ele, na verdade, disse que sempre foi contra, mas que agora essa é uma questão do Congresso, dos partidos e não dele como presidente, até porque ele é parte. Ele foi reeleito”.

Pela manhã, após uma palestra para jovens de uma ONG na zona norte de Belo Horizonte, o ex-ministro afirmou que sem a reforma política, “o caixa 2 vai continuar existindo” no Brasil. “Precisamos fazer a reforma política. Sem a reforma política e fidelidade partidária, as eleições vão continuar sendo caras. O poder econômico vai continuar mandando e o caixa 2 vai continuar existindo”.

23/04/2007 - 17:23h Ecotaxes

Apr 23rd 2007
From the Economist Intelligence Unit ViewsWire

Are taxes the best means to cut greenhouse emissions?

The ambitious goals set by EU leaders in March at the Brussels summit–a 20% cut in greenhouse gas emissions by 2020 and related targets for energy savings, biofuels and other renewable energies–is unlikely to be achieved, at least without the use of environmental taxes to induce changes in businesses’ and consumers’ behaviour. With its consultative green paper issued end-March, the European Commission has now kicked off a wider debate on the subject. Conservation groups, however, accuse the Commission of being too timid.
Leia mais

23/04/2007 - 16:05h Itália: Surge o Partido Democrático

Los ex comunistas, con partido nuevo en Italia
Se llamará Partido Democrático y habrá fuerzas católicas como los ex democristianos.

Julio Algañaraz ROMA CORRESPONSAL

Una importante y novedosa página de la política italiana nació ayer tras el último congreso de los Democráticos de Izquierda (ex comunistas), que decidieron disolverse para convertirse en la principal componente del futuro Partido Democrático.

El nuevo sujeto político será más moderado y también el grupo de La Margherita, integrado principalmente por fuerzas católicas ex democristianas, está celebrando una última asamblea, que concluyó ayer, para autodisolverse e integrarse en el Partido Democrático. Ambos partidos constituyen la base de poder del actual gobierno del primer ministro Romano Prodi.

El propósito es dar vida a una organización política reformista moderada que dé un nuevo impulso a la administración de “centrosinistra”. Los primeros sondeos le asignan un consenso popular del 27%.

El secretario general de los Democráticos de Izquierda, Piero Fassino, dijo ayer en el discurso final, mientras montaba la emoción y muchos delegados y dirigentes no podían contener las lágrimas, que “estamos llevando nuestros valores hacia una historia más grande”.

También con lágrimas en los ojos, Fassino aseguró que los ideales de “sinistra” y reformista siguen intactos, pero todo el ambiente del último congreso de los Democráticos de Izquierda demostró que los íconos políticos, las canciones y los gestos partidarios han cambiado totalmente. No había grandes fotos de Antonio Gramsci, el teórico del comunismo humanista a la italiana, fallecido tras una larga prisión ordenada por el dictador Benito Mussolini en los años treinta. Tampoco de Palmiro Togliatti, “el mejor”, líder efectivo y eficaz del más grande partido comunista de Occidente, hombre de Moscú, pero también ansioso por ampliar el área de independencia del PCI. No había ninguna foto de Enrico Berlinguer, el gran líder comunista de los años 80, que alejó al PCI de la esfera soviética. No se cantaron la Internacional o el himno de los partisanos antifascistas “Bella Ciao”. La musica que se escuchó era de canciones hechas famosas por Hollywood.

El ministro de Universidad e Investigación Científica, Fabio Musi, encabezó a la minoría del partido que se negó a aceptar el nuevo rumbo y se retiró del partido. “El Partido Democrático va hacia el centro, no seguirá en la izquierda. Por eso nosotros hasta aquí llegamos”, se despidió, también él entre lágrimas. Musi quiere ahora formar un polo entre los partidos de izquierda, en alternativa al Democrático.Los otros partidos del centroizquierda (verdes ecologistas, Refundación Comunista, Comunistas Italianos y los centristas democristianos), rechazaron la invi tación a incorporarse al nuevo Partido Democrático. Publicado no jornal Clarín de Argentina.