Governo Lula livra Brasil da dívida externa
Ontem, comentando a notícia sobre o fim da dívida externa (As reservas superam o montante da dívida externa, tanto pública como privada, zerando virtualmente a dívida externa), errei quando disse que não seria manchete dos jornais hoje. Foi manchete sim, contrariamente ao que eu afirmei. Pensei que a mídia evitaria chamar a atenção para um fato que tem um valor imenso e que reforça os acertos do governo Lula. Me enganei e hoje todos os jornais comportam o tema com manchete de capa.
Mas se a notícia não foi escamoteada, o conteúdo dos artigos mostra que minha inquietude não era vã. Os principais jornais evitam dizer claramente o que esta aqui no título: Governo Lula acabou com a dívida externa brasileira.
Não que o processo de redução do endividamento externo tenha começado só em 2003. Porém foi uma decisão do presidente Lula pagar anticipadamente o empréstimo que FHC tinha feito com o FMI em 2002 e também de aumentar as reservas do Banco Central comprando dólares, assim como de assegurar um superavit primário consistente. Como reconhece Carlos Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-presidente do BC, “o fim da dívida externa brasileira servirá de atalho para o grau de investimento. Para ele, a “política acertada” de composição de reservas nos últimos anos foi essencial: — O Brasil será o segundo país emergente do mundo, atrás só da China, a continuar atraindo investimento de longo prazo com força, mesmo com a crise financeira.” (O Globo).
Já em outra matéria, vejam como O Globo apresenta esta vitória do governo Lula: “A dívida externa foi solucionada com o pragmatismo e a ortodoxia usados no combate à inflação. A bandeira contra a dívida externa ficou para trás. E o fato é celebrado justamente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente que um dia foi líder sindical e que bradou contra a dívida externa a ponto de o seu partido ter proposto auditoria, moratória e até plebiscito para saber se o país deveria, ou não, pagá-la.
Nenhuma medida radical foi tomada. Não houve mágica.
Houve, sim, um longo caminho de renegociações, troca de títulos e, mais recentemente, de grande acumulação de reservas internacionais, com a compra oportunista pelo Banco Central de dólares que se espalhavam em abundância pelo mercado brasileiro, com o avanço das exportações. Inchavase as reservas e impediase a queda exagerada do dólar. Tudo isso permitiu, sem heterodoxia e sem passe de mágica, espantar o fantasma do endividamento.
Quase duzentos anos depois, os sustos com as idas periódicas do país ao Fundo Monetário Internacional (FMI) sumiram. No lugar, apareceu um Brasil que foi, sim, ao FMI no fim de 2005, mas para antecipar o pagamento de sua dívida de US$ 15 bilhões, contraída meses antes de o presidente Lula assumir a condução do país.” (O Globo, “O fantasma não assusta mais”).
O fato é celebrado, como por acaso, durante o governo Lula, mas o mérito não é dele. A dívida com o FMI parece que foi ele que fez e não FHC e o PSDB-PFL.
Nenhuma menção é feita a “Carta ao povo Brasileiro” que norteu a campanha eleitoral que levou Lula à presidência em 2002. Nenhuma menção é feita ao fato que o conjunto das privatizações realizadas durante o governo FHC não reduziram em quase nada nosso endividamento externo. Nada é dito sobre o fato que a sobre-valorização do real provocou uma situação de agravamento da economia nacional e que a dívida externa atingiu seu pico em 1999-2000, com FHC. Nada, enfim, sobre o fato que as crises que tinham o Brasil como epicentro, obrigando a recorrer ao FMI para evitar à quebra do país, eram produto de uma política liberal-tucana e do grau do endividamento. Que o seu correlato foi o maior aumento da carga tributária do Brasil desde o começo de sua história econômica.
Os fato são estes: No final de 2002, as reservas do Brasil estavam em US$ 16,3 bilhões, e a dívida externa líquida era de US$ 165 bilhões. Hoje o Brasil têm uma “folga” de US$ 4 bi, ou seja a dívida externa está virtualmente zerada.
Não tem um jornal que mencione que tudo isto foi realizado sem privatizações, sem sacrificar o emprego e a renda do trabalhador, sem hipotecar o crescimento econômico e sem exaurir a riqueza nacional. Não tem um jornal que diga, ao mesmo tempo, que isto custou caro ao país. Que o dinheiro que foi utilizado para conseguir esta vitória faltou para infra-estrutra, para educação, para saúde e para segurança.
É bom lembrar que Lula honrou os compromissos do Brasil e pagou o que os outros contraíram: uma das maiores dívidas externas do planeta, constituída pela combinação de endividamento irresponsável desde a época da ditadura com juros internacionais flutuantes, manipulados em função dos interesses da política do FED norte-americano.
Em lugar disto, vemos muitas referências irônicas ao radicalismo do PT que nos anos 80 pregava a suspensão do pagamento e a auditoria da dívida. Mas muito pouco, ou nada, sobre os 8 anos do governo FHC em relação a esta questão da dívida externa.
Como reconhece o jornal O Estado de São Paulo: “O relatório divulgado ontem pelo Banco Central, segundo o qual o Brasil, pela primeira vez em 508 anos de história, deixa o papel de devedor e ingressa no seleto time dos credores do mercado internacional, é a consolidação de uma virada histórica.”
Para depois acrescentar: ” A explosão dos juros internacionais, que atingiu em cheio as nações mais endividadas, provocou a moratória nos anos 80. Como conseqüência, os investidores se afastaram do Brasil.
Nas décadas seguintes, o que se viu foi disciplina fiscal. O País aprendeu que, para ser atraente aos investidores estrangeiros, precisava melhorar suas finanças. Em troca de pacotes de ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI), teve de economizar mais. Apertou os cintos e conseguiu gerar superávit primário – a economia usada para pagar juros da dívida.”
Vamos lembrar que em 1994 a dívida externa era de US$ 88,2 bilhões e não parou de crescer até atingir em 2000, ou seja ao cabo de 6 anos de governo tucano, a astronômica cifra de US$ 190,3 bilhões de dólares.
Qual foi o superávit primário entre 1994 e 1998, primeiro mandato de FHC?
Qual foi o custo para o Brasil do populismo cambial durante esses anos?
Quanto foi torrado das reservas do BC para permitir assegurar a reeleição de FHC em 1998 e proceder a uma devaluação depois, imposta pela fuga do capital externo?
Sem maniqueismo, pois é verdade que o PT teve que adequar seu discurso e foi mudando de posição entre o radicalismo inicial em 1980 e a postura clara assumida na “Carta ao povo brasileiro” em 2002. Como também é verdade que particularmente nos dois últimos anos de FHC, Malan começou uma ativa política de redução do peso da dívida externa, de superávit primário e de ajuste fiscal.
Mas sem escamotear que o mérito principal desta “virada histórica” é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, operário metalúrgico e do governo do PT.
Luis Favre
Tags: , Banco Central, Dívida externa, FHC, governo Lula, PT, superávit primário37 COMENTÁRIOS PARA "Governo Lula livra Brasil da dívida externa":
Qual das duas políticas macroeconômicas de FHC? A que elevou ao mesmo tempo a carga tributária e a dívida externa e interna? ou a que começou a ser implementada depois da devaluação do real e que ao mesmo tempo em que começou a gerar alguns superávits primários à partir de 2000, retomou um processo inflacionário e um temor de o Brasil não poder honrar seus compromissos?
Em relação as crise internacionais, elas é verdade começaram sempre em outro lugar, mas imediatamente pegavam Brasil. Por que? Porque ele estava super endividado, não tinha reservas, tinha juros estratosféricos, desequilíbrios comerciais e fiscais. Ou seja qualquer sacudida em qualquer lugar do planeta, fazia todo o mundo olhar em pânico para o Brasil. Ou você já esqueceu que a cada crise o FMI estava obrigado a anunciar um empréstimo gigantesco ao Brasil para conter o pânico?
Agora, com crise na principal economia do mundo, os EUA, todos olham para o Brasil para dizer que aqui podem investir, que o país “descolou” dos doentes, que as perspectivas são formidáveis (entusiasmo exagerado mas com fundamentos, ao meu ver).
A “Carta ao povo brasileiro”serviu a desmentir a afirmação de Serra e o PSDB que diziam que Lula levaria o Brasil a ser uma Argentina quebrada.
Mais. Em 2003 o país teve que fazer um ajuste muito duro por conta do estado em que o governo anterior deixo as finanças públicas.
O PT se afastou sim do radicalismo de algumas das suas pregações e esta evolução não começou em 2002, mas bem antes.
Por último, não penso que o PT é a solução a todos os problemas, as vezes incluso é causa de problemas, com erros e desacertos sim. Mas isto não justifica escamotear o real balanço dos tucanos, nem o êxito do governo Lula e do PT.
Alexandrenônimo: Continuidade da política macroeconômica de FHC?!! Qual, aquela da inflação de 13%? A do risco-Brasil em 1.500 pontos? Do desemprego galopante? Do dólar a R$ 3,60? Francamente….
Para de puxar o saco do Lula. A economia foi a única área que este governo deixou intocável da era FHC (vide BC). Em todas as outras áreas o que se viu foi corrupção e locupletação pessoal. Acorda!
Parece que o desespero está tirando a lucidez do tucanato e seus aliados. O artigo do Vinicius Torres Freire no caderno Dinheiro da Folha de hoje é de chorar. Poucas vezes vi tanta desonestidade intelectual, mas logo virá um artigo pior, pois eles se superam a cada dia.
Vamos ver se eu o entendi! Quando eu compro alguma coisa à prestação eu estou com uma dívida, mesmo que tenha dinheiro suficiente para saldá-la. Se o valor da minha dívida é superior ao que tenho em minhas economias eu posso pagá-la, mas evito contrair nova. Agora dizer que pelo fato de que o valor da dívida externa brasileira é menor do que tenho em caixa o Governo Lula livra o Brasil da dívida externa é forçar muito o intelecto do povo, não é Sr. Luís Favre ou Sr. Felipe Belisario Wermus?
José Roberto Penteado: sugiro que você vá brigar também com o Carlos Alberto Sardenberg, que em seu blog, ontem, 21 de fevereiro disse assim:
“A dívida externa morreu
Lembra da dívida externa brasileira? Pois é, acabou, morreu.”
E disse ainda:
“Resumindo, se você deve 190 e tem caixa de 194, você não deve nada. Sendo que a dívida externa brasileira é de médio e longo prazo. E as reservas são caixa, dinheiro no bolso.”
Pois é, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, torneiro mecânico e do PT, livrou o Brasil da dívida externa.
Caro José Rocha. Sugiro que você avise a Receita Federal para alterar o campo “Dívidas e ônus reais”. Pelo seu raciocínio se tenho condições de saldá-las não tenho mais dívidas. Vou mandar uma carta para meu Banco dizendo que tenho X na poupança e devo X-1 no Banco, portanto não devo nada para ele. A dívida morreu! Precisamos avisar nossos credores.
Caro José Rocha. Esqueci de lhe dizer que ter opinião contrária não é sinônimo de briga.
Não vou insistir nisso, mas se países fossem iguais a pessoas físicas, muita coisa estaria resolvida. Ou não, como diria Caetano Veloso.
è como muita satisfação de alegria que ao ver o Governo em que eu dei o meu voto, dei a minha confiança, dar grandes resultados é um fato histórico, e lembrar que quando entrei na escola me disseram que era impossivel pagar tal divida, estou muito emocionado e com muita esperança no Brasil.
“O pior cego é o que não quer ver”, já disse alguém e eu complemento – e ainda tenta mostrar o contrário – como é o caso de grande parte da mídia que não serve ao povo, mas às elites retrógadas.
Felizmente o povo já consegue enchergar com seus próprios olhos.Já tirou a venda imposta por partidos “sobre os muros”.
Nosso presidente não é um primor nas letras, mas se expressa muito bem na linguagem da defesa do povo.
Parabéns Lula! Não sou petista, mas acima de tudo sou brasileira.
Luís Favre,nem sei quem você é, mas encontrei este blog por acaso e fiquei realmente espantado com a ignorância demonstrada em seus comentários. Espero que você não seja economista ou mesmo tenha um diploma, senão seria um exemplo do péssimo sistema educacional do Brasil, de qualquer forma, recomendo a leitura de “Introdução a Economa” do Mankiw, antes de insistir em continuar a escrever tamanha bobagem pela internet.
[...] O jornal VALOR publica artigo sobre documento do Tesouro Nacional sobre dívida e vulnerabilidade externa do Brasil. Acrescentei ao artigo do VALOR os dois quadros iniciais que constam do documento do Tesouro. O Tesouro, apoiado em consistentes dados da economia do país, mostra o que escrevemos neste blog sobre o significado do fim da dívida externa anunciado pelo Banco Central. [...]
todos criticavam lulu mas lula mostrou para que veio
Parabens Senhor Presidente.
Vejo que sua boa administraçâo,levou o Brasil ao caminho do progresso.Agora falta órdem para completar a frase expressa no cnetro da bandeira nacional.
ACABE COM A CORRUPÇÃO,E A INSEGURANÇA!
Parabens vc como poucos consegue tirar as vendas dos olhos daqueles que achavam que o pais não tinha jeito e agradeço nosso SR: PRESIDENTE LULA por ele ter vindo do POVO.
a vitoria nao e de lula a vitoria e do povo brasileiro .onde o unico presidente que teve a coragem e acabar co a divida do brasil…
Não sou Ptista, mas devo confessar que em relação a FHC o Brasil está bem melhor, bem mais estável, se ele realmente conseguiu quitar a divida, parabéns pra ele, o que de fato acontece é que hj o Brasil está bem visto lá fora em parametro de investimento, agora sei que a corrupção é grande e na real por mais que mudem os governos, a corrupção e falcatrua sempre existirá, pois é da indole dos Brasileiros herdados dos portugueses, vcs vivem nesse mundinho de ilusão, o problema está desde às raízes com a nossa colonização portuguesa ese povinho que é o lixo da Europa Ocidental… Sem mais por enquanto…
acho que se pegar-mos, governo de Lula e Subtrair-mos outros governos,a diferença será que neste vemos alguns bons resultados pois o roubo e a corrupçao é a mesma.
Eu gostaria de saber mais sobre a divida ext. do brasil, eu li que o brasil tem dinheiro para pagar a divida e ainda sobra alguns Bilhoes….mas li no texto ascima que estendo que isso jah esta pago…
Em relacao ao dinheiro que o brasil tem em reservas para pagar a divida mas nao paga por nao saber do futuro da economia mundial e seria mais lucrativo pagar a divida aos pucos do que limpar a reservas e se algo acontece com a economia nao teriamos dinheiro para segurar as bombas???
Ate onde isso eh verdade???”
Muito bom quer dizer que a divida externa foi “zerada”, mas gostaria de saber como vai fazer agora para liquidar a divida interna.
Caso não saibam, ele transformou a divida externa em interna, lançando títulos da divida externa.
eu amei seu blog!
Prezado senhor Favre,
Gostaria de parabenizá-lo pelo seu blog, principalmente porque sua matéria sobre a dívida externa atualiza o debate. Se o governo do presidente Lula não tivesse assumido tal pagamento estratégico, hoje estaríamos totalmente desprotegidos perante a crise que atinge o mundo, cujo epicentro encontra-se nos Estados Unidos, sede dos “palpiteiros”.
É lamentável que tanto a direita repugnante como a esquerda festiva, criminaliza ações estratégicas que são mecanismos que devem ser assumidos para poder sobreviver num mundo cercado pela ideologia neo-liberal. Apesar de termos como exemplo o ocorrido na Argentina de Menem e no Chile de Pinochet, ainda os extremos continuam, de acordo com seus interesses, questionando um governo que consegue, com pragmatismo, acertar as contas com o capitalismo selvagem e, ao mesmo tempo, criar políticas públicas que resgatam a dignidade dos setores mais pobres da nossa sociedade,
Atenciosamente,
Prof. Victor Alberto Danich
kkkkk’ é leegaal fiicar mandandoo esses comentááriios ‘ kkkkk, muiitooo maneeiroo! Luis Favre, esse bloog seeu é muitoo maneeirooo, eu ñ soou liigada a politiicaa, mais é massa fiicar lendoo issoo! (…) ♪♫☼►◄↕‼ kkk, byeee ;P Lindããããoooo ;)
Sugiro a todos, principalmente o autor deste blog, que leiam a matéria no site: http://www3.brasildefato.com.br/v01/agencia/analise/acumulo-de-reservas-cambiais-farra-dos-especuladores-e-explosao-da-divida-interna/
Devemos parar de nos iludir, o que o governo FHC e Lula tem em comum, é que ambos torcem os fatos, manipulam estatísticas,para não mostrar o que de fato acontece em nosso país, e em parceria com os governos temos a mídia, que também só publica o que interessa, e também manipula a opinião pública.
Resumindo: o poder corrompe e a ignorância cega!
Já imaginaram esse dinheiro todo (U$200 BI !)aplicado no atendimento às necessidades da população (hospitais, escolas, habitação popular, alimentação, portos, estradas,quantos Bolsas Família, etc)? Pensem na revolução social que essa grana realizaria!!!! E o custo desse dinheiro é de 15%-5%=10% X U$200 bi = U$20 bi por ano. Dá para acreditar??!!!! O governo Lula e suas medidas, me fazem lembrar do refrão de uma musiquinha do Chico ( socialista de carteirinha, hoje tão afastado da política): Ai essa terra ainda vai cumprir a sua sina, Ainda vai tornar-se uma imensa Argentina! É isso aí!
foi mto bom em saber que o Lula acabou com a dívida externa do Brasil pois os EUA estavam querendo se aparecer demais como grande potencia mundial, pq isso já era, se o governo lula continuar assim daqui uns tempo o Brasil vai ser a grande potencia mundial daí os EUA by by
idiotas temos que levar temos que levar esse tipo de assunto à sério…
concordo com muitas palavras citadas aqui, mas a verdade e que nossa pais precisa e de seriedade politica,aqui vai um recado aos politicos brasileiros, vcs conseguem roubar suas proximas geracoes, para que isso?
hoje vejo que grandes revoluções tem feito o presidente !
tendo mais capacidade e desenvolvimento estrutural. sendo que a divida externa tenha sido eliminada.
hoje temos empregos com grande dignidade com tal “presidente” …
agradeço a Deus por ter tocado em tal coração de certa forma ter feito uma obra tão grande assim em nosso brasil !
finalizando …. parabéns lula revolução brasileira … virando um pais de 2 mundo rs … falta muito para sermos o primeiro …. obr… pela colula ! rs tersutentado toda essa barra que o brasil deixa para nos aguentarmos !
Prezado Sr. Favre,
Resulta repugnante observar a falta de capacidade de algumas pessoas que acessam seu site, apenas para deixar recados sem qualquer tipo de elaboração metodológica que possa ser entendida como uma crítica ao desempenho do governo Lula. O resultado desses últimos anos se reflete no crescimento do país de maneira sustentável, apesar da crise e falência do modelo neoliberal. A própria revista de banheiro chamada Veja viu-se obrigada a publicar o Ascenso de 100 milhões de brasileiros nos patamares de classe média, além de resgatar 22 milhões da pobreza absoluta conforme o relatório da FAO, através de políticas públicas direcionadas a atender setores marginalizados do consumo social. Que ocorre com essas pessoas que escrevem de maneira chula? São desordenados intelectuais ou apenas cegos políticos? Qual é o problema de reconhecer as conquistas destes últimos anos? A prova do sucesso encontra-se na popularidade do presidente, que atingiu 84% no meio da crise mundial dos poderosos.
Não é possível aceitar opiniões de pessoas que, por um lado, sentem desprezo dos sentimentos populares e, por outro, nem sequer sabem argumentar suas críticas com dados ou discursos elaborados, de modo a serem levados a sério.
Atenciosamente,
Prof. Victor Alberto Danich
divida virtualmente paga…é muito interessante..kkkk…se paga a divida a que custo? o brasileiro trabalha 6 meses para pagar conta do governo Lula e as bolsas-esmola, uma pena que alguem ainda ache isso muito bom….
Boa tarde
Você poderia dizer me com o que, quando, aonde e como o Lula pagou a dívida externa brasileira.
Realização como tal é uma virtude do governo Lula.Resta esclarecer como isto aconteceu, para que os brasileiros possam melhor fazer uma avaliação de sua habilidade administrativa.A dívida externa parecia impossível de ser resolvida, por isto exige que o governo Lula explique à sociedade quais as medidas que adotou para sua solução. O povo continua aguardando esta resposta.
Governo é o detentor de toda a dívida?
Não. Ao contrário do que muitos pensam, a dívida externa pertence, em sua maior parte, às grandes empresas privadas. Sabe-se que 60,1% dessa dívida, algo em torno de R$ 130 bilhões, cabe ao setor privado. Do total dessa dívida do setor privado, cerca de 80% correspondem às dívidas de médio e longo prazo. Os valores de curto prazo na sua maior parte correspondem à linhas de crédito para financiamento do comércio exterior, periodicamente renovadas.
Perfil da Dívida Brasileira
O perfil da dívida externa brasileira mudou bastante da década de 80 até hoje em dia. Naquele tempo, o grande devedor era o setor público. Em dezembro de 1980, por exemplo, 69% dos 53,8 bilhões que o país devia eram responsabilidade do governo federal. Em 1985, esse percentual era de 82%.
Hoje, o setor público não-financeiro (governo federal, estados, municípios) responde por algo próximo a 20% da dívida externa bruta. Considerando-se a dívida externa líquida do setor público, ou seja, deduzindo-se da dívida bruta as reservas internacionais do Banco Central (que cresceram muito nos últimos anos e giram em torno de 175 bilhões de dólares), pode-se dizer que o Brasil está em uma posição bastante confortável se comparada aos idos de 1980
Resumindo,o governo Lula é otimo para todos ,partiu e repartiu ,todos comeram e ainda sobrou ,esse é um verdadeiro milagre da matematica NÉOLULISTA. E tambem pode ser comprovada ,veja hoje o povo tem o privilégio de ter pelo menos tudo que quiser pagando um modesto aluguel conhecido por carne onde a compra se divide em suaves prestações.
Em contra partida os Empresarios tambem estao muito satisfeitos pois ,vendem uma mercadoria e recebem duas,e na maioria das veses á vista pois o governo lhes paga no ato ,ficando o onus do praso ,para sí,ou melhor para nós que pagamos nossos impostos.É este grande sábio nos mostrou ,como quebrar ovos sem romper a casca,este cara É O CARA MESMO , bem diz o ditado em terra de sego quem tem um olho é rei.Porém o o Lula tem os dois e sabe bem como usalos ,já o povo parece que ainda não descobriu nem como titara a “remela” ,entao deicha ficar fachado mesmo.Tá bom por demaisssss.
OS MILIONÁRIOS AGRADECEMMMMMMMMMMMMMMM

Crises com epicentro no Brasil? Não me lembro. Lembro da crise do México, da crise na Russia e nos Tigres Asiáticos. Refletiram aqui, sim, mas não tiveram o Brasil como epicentro.
Você lembra, aliás, para que serviu a tal “Carta ao Povo Brasileiro”? Se não estou enganado, o elevado valor do dólar e compasso de espera em investimento externo anteriormente à eleição se deu justamente porque havia sensação de que o PT finalmente alcançaria o planalto. A “Carta” serviu, então, para acalmar os ânimos de quem esperava que o PT fizesse tudo o que sempre pregou: moratória, irresponsabilidade fiscal e outras cositas más. Sem maniqueísmo? Corta essa! Em mim essa não cola: não resta dúvida que a continuidade da política macroeconômica do FHC foi um dos maiores acertos do presidente. E por isso, pela continuidade e afastamento do radicalismo, ele merece meus parabéns. Mas não venha com essa doutrinação de que o PT é solução de todos os problemas, companheiro. De novo: em mim essa não cola.