Chuvas já mataram 23 pessoas em todo o Estado

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Marcela Fonseca, Renato Santiago do Agora e Agência Folha

Desde o início do ano, os temporais que acometem o Estado já causaram a morte direta ou indireta de 23 pessoas. Até agora, a capital é a região que mais registra mortes, seis ao todo. Segundo a Prefeitura de São Paulo, 591 famílias foram afetadas e são assistidas pela administração. A Secretaria Municipal de Saúde aponta 40 pessoas com leptospirose decorrente do contato com enchentes.

A região de Campinas é a segunda mais atingida. Segundo dados Defesa Civil, quatro pessoas morreram e quase 4.000 estão desalojadas. Cidades do ABC também sofrem com os estragos.

Em São Paulo, o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) aponta a região do Butantã (zona oeste de SP) como a mais prejudicada. A segunda é São Mateus (zona leste de SP).

A Prefeitura de São Paulo trabalha com um mapa de áreas de risco desatualizado. Um novo estudo será providenciado, mas só depois da temporada de chuvas. O Jardim Esperança (zona norte), onde morreram os primos Maxwel Oliveira, 17 anos, e Ednaldo de Lima, 26, na noite de anteontem, está na lista dos novos pontos de risco.

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3 COMENTÁRIOS PARA "Chuvas já mataram 23 pessoas em todo o Estado":

Comentado por Jordam Godinho em 27/02/2009 - 16:21h:

Favre, quero acrecentar em sua lista a região sul Cidade Ademar e Pedreira, onde as àreas de risco são enormes, e o descaso da Subprefeitura de Cidade Ademar esta demais, veja que após aquela tromba d’agua nada foi feito de medidas pelo governo.
É este estelionato eleitoral que teremos que aguentar por quatro anos?

Comentado por alex em 27/02/2009 - 21:08h:

ATENÇÃO PESSOAL:
a revista Carta Capital, que já está nas bancas, traz um artigo da professora Maria Victória Benevides

abaixo, um trechinho:

O que explica essa inacreditável estupidez da Folha?

A meu ver, três pontos devem ser levantados: 1. A combativa atuação do advogado Comparato para impedir que os torturadores permaneçam “anistiados” (atenção: o caso será julgado em breve no STF!). 2. O insidioso revisionismo histórico, com certos acadêmicos, políticos e jornalistas, a quem não interessa a campanha pelo “Direito à Memória e à Verdade”. 3. A possível derrota eleitoral do esquema PSDB-DEM, em 2010. (Um quarto ponto fica para “divã de analista”: os termos da nota – não assinada – revelam raiva e rancor, extrapolando a mais elementar ética jornalística.)

Dessa experiência, para mim inédita, ficou uma reflexão dolorosa, provocada pela jornalista Elaine Tavares, do blog cearense Bodega Cultural, que reclama: “Sempre me causou espécie ver a intelectualidade de esquerda render-se ao feitiço da Folha, que insistia em dizer que era o ‘mais democrático’ ou que ‘pelo menos abria um espaço para a diferença’.

Ora, o jornal dos Frias pode ser comparado à velha historinha do lobo que estudou na França e voltou querendo ser amigo das ovelhas. Tanto insistiu que elas foram visitá-lo.

Então, já dentro da casa do lobo ele as comeu. Uma delas, moribunda, lamentou: ‘Mas você disse que tinha mudado’… E ele, sincero: ‘Eu mudei, mas não há como mudar os hábitos alimentares’. E assim é com a Folha (…). São os hábitos alimentares”.

Corram nas bancas. Vale a pena comprar e guardar. Para mim é a débâcle da Folha.

abs para todos

Comentado por jose carlos lima em 27/02/2009 - 23:13h:

Enquanto isso a Folha estampa uma enorme fotografia e enormes letras para a chamada sobre a crise e as demissões na GM. Lendo o artigo vejo que foram demitidos 30 empregados. Justifica a chamada da Folha. Vai ver que a morte de 30 pessoas pelos desgoverno Serra e Kassab tem menos importância para a Folha do que 30 demitidos pela GM

 

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