Erínias

Adriana Zapparoli

escrevendo pela pulsão da carne. apasionatta: o ato resulta da impotência duma mulher desgrenhada. seu pescoço para o almoço. aterrorizado pelas erínias… um trágico delírio. deuses-homens todos soterrados pela vingança. ela o persegue na fúria de seus cabelos ofídicos em caracóis de medusa e megera. gritando aos seus ouvidos… gritos vindos das profundezas ctônicas. empunhando os chicotes. suas mãos são tochas acesas.

 Adriana Zapparoli participou de antologias poéticas no período de 2002 a 2005. Colabora com o JP de Soares Feitosa. Escreveu o e-book de poesia: Erótica. Mais em seu blogue Zênite e no Jornal de Poesia. Fonte Escritoras Suicidas

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