Os atos secretos do Senado também existiam em São Paulo
Tucano negou existência dos atos secretos, revelados pela revista ISTOÉ. Agora, atos foram publicados.
O Estado SP
Assembleia de São Paulo publicou ontem 127 atos secretos da Mesa Diretora editados entre 1989 e março deste ano que não tiveram publicidade oficial na época em que foram aprovados. A maior parte, 75 deles, é referente à prestação de contas de gastos internos dos gabinetes, conforme revelou a Isto É. Há também determinação de gratificações para servidores, ordenamento de despesas referentes a custeio de viagens, correção da alíquota de gastos com gasolina e até mesmo o aumento de funcionários lotados nos gabinetes dos parlamentares da Mesa. Os atos estão concentrados nos anos de 2002 e 2003, período em que os presidentes eram o ex-deputado Walter Feldman (secretário municipal de Esportes) e Sidney Beraldo (secretário estadual de Gestão), ambos do PSDB.
Há dois meses, o presidente da Assembleia, Barros Munhoz (PSDB), negou a existência de atos secretos. Por meio de sua assessoria de imprensa, ele afirmou que desconhecia a existência dos atos sem publicidade e que eles só foram descobertos por determinação da própria presidência da Casa.
Tags: Assembléia Legislativa de São Paulo, Atos secretos, Beraldo, Feldman, Legislativo, PSDB, Tucanos2 COMENTÁRIOS PARA "Os atos secretos do Senado também existiam em São Paulo":
Desculpem os erros de digitação e na frase para nossos filhos e netos, quando o certo é DE nossos filhos e netos.
Ainda ontem ví num dos telesjornais, o envio ao Congresso Nacional de 1,3 milhões de assinaturas, com a finalidade de que sejam impugnadas as candidaturas de pessoas que tenham sido condenadas mesmo em primeira instância por crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilhas, desvio do erário público e outros crimes de lesa-pátria, etc. etc.
”De antemão, a informação é prestada por políticos já alertando a sociedade sobre a impossibilidade de aprovação”. Se essa quantidade de assinaturas, (que muitos políticos não tiveram como voto para se eleger) não vale nada, à quem estão representando no poder? Caso realmente não seja aprovada pelos parlamentares essa medida, que aliás, alija qualquer concursando ao serviço público de suas pretenções e é a mais eficiente para moralizar a política nacional, estou propenso a anular meu voto, por que terei a certeza de que a bandalheira vai continuar. Quando o mundo souber que apenas 2% dos eleitores (puxa-sacos) votaram em alguém, causará uma repercussão enorme para os noticiários globais. Chega de escândalos, falcatruas, queremos representantes como nós que os elegem, HONESTOS, para um futuro melhor para nossos filhos e netos! Caso contrário só estarão epresentando a DESONESTIDADE, que está se tornando uma cultura neste país.