É isso aí!

Foi maravilhoso, assisti a tudo, foi lindo. Estamos na crista da onda, somos a bola da vez.

Viva o Brasil e o povo do Brasil!

Rafael J.

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4 COMENTÁRIOS PARA "É isso aí!":

Comentado por Luciano Garcia em 03/10/2009 - 07:14h:

Na matemática da eleição da sede olímpica, Brasi-Rio ganha medalha de ouro em adição.
A votação para a escolha da sede das olimpíadas de 2016 mostra o quão foi inteligente e bem articulada a candidatura do Rio em relação aos representantes dos países que votam nas eleições. Vejamos:
Na primeira votação:
Espanha-Madri 28 votos
Brasil-Rio 26 votos
Japão-Tókio 22 votos
Chicago 18
Os Delegados dos países envolvidos não podiam votar, só voltavam a ter esse direito se seus países fossem eliminados.
Na segunda votação:
Brasil – Rio 46 ( o Brasil cresceu 20 votos. 18 dos que apoiavam Chicago e mais dois dos americanos que não votaram na primeira rodada)
Espanha-Madri 29 (cresceu 1 voto, talvez de um americano descontente).
Japão-Tokio 20 ( Perdeu dois para a Espanha ou para o Brasil)
Na terceira e ultima votação:
Brasil-Rio 66 votos (o Brasil acrescentou os 20 votos que eram para Tókio)
Espanha-Madri 32 ( a Espanha cresceu 3 votos, provavelmente dos representantes de Tókio que podiam votar de novo. Felizmente a base de Tókio aportou na candidatura do Rio)
Moral da história: quem mais somou foi o Estado Brasileiro. Somou concretamente pelos que lutaram por um país melhor, por um Governo como o de Lula, por Lula, pela economia que surfa em marola enquanto outros tomam vaca em tsunamis, pelo respeito internacional conquistado nos últimos anos, pela geopolítica da América do sul nunca ter sediado uma olimpíada, e pelos que acreditaram que nós poderíamos. Como numa greve, pelo lado dos operários, ou uma concorrência, pelo lado dos empresários, mesmo os descontentes, inseguros, do contra ou com senso de vira-lata, serão beneficiados, principalmente seus filhos e netos daqui a 7 anos.
Foi bom acreditar nesse Brasil ser melhor por volta de 1980. Hoje e, desde a nossa chegada ao governo na primeira eleição de Lula, sinto que continuamos a fazer um pouco dessa história. A História dos que acreditam que podem.

Comentado por rafael j em 03/10/2009 - 11:14h:

Que destaque!
Realmente foi incrível, desde a apresentação, a fala do presidente, toda a tensão e o resultado maravilhoso.
A Dinamarca nunca viu tanto calor humano, ou um chefe de estado chorar em público. Uma aula de brasilidade, um feito enorme, vencer três das maiores potências globais e trazer as Olimpíadas para o continente foi mesmo um marco.

Diferente dos anos de chumbo, o nosso ufanismo não é artificial nem alheio a maioria dos brasileiros. Ao contrário, são anos mágicos de integração social, de latinidade escancarada, espontânea afirmação de raças nas pesquisas do IBGE, somado a pré-sal, copa do mundo, grau de investimento, liderança no G20 e agora a conquista das Olimpíadas.
São os anos Lula, que já despertam saudades.

Comentado por Sylvia Manzano em 03/10/2009 - 12:13h:

Rafael, seu comentário me trouxe lágrimas aos olhos.
Seu entusiasmo é contagiante.

Comentado por carlos mota em 05/10/2009 - 17:09h:

O grau de conhecimento que a mídia do primeiro mundo tem acerca do pensamento Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros é o mesmo que Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros têm acerca do pensamento Tiburcin e seus obscuros colegas brasileiros, nas páginas da Gazeta do Norte, na Capital Mundial da Cachaça. Ou seja, nenhum! Isso se deve ao descaso com que a mídia do primeiro mundo trata o povo brasileiro, inclusive nossos jornalistas. Isso também denota o descaso com que os brasileiros do sul maravilha, jornalistas do sul maravilha incluídos, tratam brasileiros como Tiburcin. Um dia, todavia, parece estar por vir, em que Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros estarão no topo do noticiário internacional. Rodas de papo em mesas em Paris, Londres, Nova Iorque ou Tóquio comentarão sobre o pensamento de Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros. Nesse dia por vir, Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros pautarão a mídia planetária. Por trás desse apitugreide da mídia tupiniquim com certeza pairará a figura que a mídia do primeiro mundo tomou por príncipe, mas que para Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros jamais passará de um sapo barbudo. Perguntados sobre como conseguiram brilhar na constelação midiática planetária, desbancando os que ora se acham em seu topo, Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros dirão que a derrocada dos publichimens do primeiro mundo se deu justamente por que se equivocaram em tomar por príncipe um Cara que não passa de um sapo. Parte do cotidiano da porção sofrida do povo brasileiro, restará a Tiburcin e seus obscuros colegas brasileiros escreverem sobre a verdadeira explicação para a repentina promoção de Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros. Tomara que, nesse dia por vir, Tiburcin seja tomado pelo complexo do cachorro vira-lata, colocando Jânio de Freitas e seus brilhantes colegas brasileiros no mesmo patamar que eles sempre colocaram o nosso presidente molusco-batráquio.

 

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