“O melhor mês do Brasil, desde quando foi assinado o Tratado de Tordesilhas”
Toda Mídia
NELSON DE SÁ – FOLHA SP
O maior, o melhor etc.
Juan Mabromata/foreignpolicy.com
Amorim com Lula na foto que ilustra o perfil da “Foreign Policy”, que repercutia ontem por UOL e outros
No alto da home da “Foreign Policy”, foto de Celso Amorim e a chamada “The world’s greatest foreign minister” ou o maior ministro do exterior do mundo. No título do perfil de David Rothkopf, “The world’s best foreign minister”, o melhor. Abrindo o texto, “Este pode ter sido o melhor mês do Brasil desde junho do 1494, quando foi assinado o Tratado de Tordesilhas”. Acumula Lula de adjetivos, dá crédito a FHC e Dilma, mas foca o ministro mais bem sucedido do mundo, “the world’s most successful foreign minister”, Celso Amorim. “Natural de Santos” e “autor intelectual de uma transformação no papel do Brasil no mundo que é quase sem precedentes na história moderna”.
BOOM & BOLHA
ft.com
Bovespa sobe e se descola
O editor de “investimentos” do “Financial Times” postou coluna, vídeo e gráfico (acima) sobre o “Brasil em boom”, analisando a alta na Bolsa e o histórico dos investidores externos que não acertam apostas no país -citando a fuga de 2002 por “medo de Lula”, perdendo a “chance de uma vida”. Desta vez, porém, alerta que os investidores podem estar “otimistas demais”. OLÍMPICO Mas a euforia prossegue. O “Investor’s Business Daily” avalia que os Jogos são “a cereja no bolo econômico do Brasil”, que já estava em recuperação “fast track”, rápida. Até o “USA Today” fez editorial vinculando economia e os Jogos, sob o título “O crescimento olímpico do Brasil” e recordando que a expectativa era muito diferente, “quando Luiz Inacio Lula da Silva foi eleito presidente em 2002″.
O editor de “investimentos” do “Financial Times” postou coluna, vídeo e gráfico (acima) sobre o “Brasil em boom”, analisando a alta na Bolsa e o histórico dos investidores externos que não acertam apostas no país -citando a fuga de 2002 por “medo de Lula”, perdendo a “chance de uma vida”.
Desta vez, porém, alerta que os investidores podem estar “otimistas demais”.
OLÍMPICO
Mas a euforia prossegue. O “Investor’s Business Daily” avalia que os Jogos são “a cereja no bolo econômico do Brasil”, que já estava em recuperação “fast track”, rápida.
Até o “USA Today” fez editorial vinculando economia e os Jogos, sob o título “O crescimento olímpico do Brasil” e recordando que a expectativa era muito diferente, “quando Luiz Inacio Lula da Silva foi eleito presidente em 2002″.