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	<title>Blog do Favre &#187; MÍDIA</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Estadão dedica todas as cartas dos leitores ao IPTU cavalar de Kassab</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Opinião &#8211; Forum de Leitores
INFELIZ ANO-NOVO 
Depois de saber pelo Estado do brinde de infeliz ano-novo com que o nosso prefeito nos vai contemplar, reuni a minha família e comuniquei que estamos em economia de guerra. Nada de presentes, ceia de Natal, amigo secreto ou festas de réveillon. Esqueçam cinema, teatro, exposições, feiras e jogos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Opinião &#8211; Forum de Leitores</h3>
<p><strong>INFELIZ ANO-NOVO </strong></p>
<p>Depois de saber pelo Estado do brinde de infeliz ano-novo com que o nosso prefeito nos vai contemplar, reuni a minha família e comuniquei que estamos em economia de guerra. Nada de presentes, ceia de Natal, amigo secreto ou festas de réveillon. Esqueçam cinema, teatro, exposições, feiras e jogos de futebol em 2010. Afinal, precisamos economizar cada precioso centavo para poder quitar o novo IPTU. Faremos todo o sacrifício para não deixar de honrar o compromisso com o Município. Até o meu felino terá sua ração diária reduzida, pois também deve dar sua parcela de contribuição, como bom cidadão.</p>
<p>Wilson Roberto Moreira</p>
<p>wilsonrmoreira@globo.com</p>
<p>São Paulo</p>
<p>______________________________</p>
<p><strong>LEVIATÃ</strong></p>
<p>Se Thomas Hobbes (1587-1666) fosse vivo, descobriria, para seu espanto, que o monstro Leviatã por ele utilizado para representar a figura do Estado seria hoje um carneirinho se comparado à fúria tributária do Estado brasileiro dos dias atuais. São Paulo, por exemplo, vive dias dramáticos, com seus munícipes totalmente aterrorizados diante da sede insaciável de arrecadação de seu prefeito, que acena com aumentos estratosféricos do IPTU e de outros impostos. Como não há limite para a fixação das alíquotas, cuja majoração depende apenas de lei municipal aprovada pelos vereadores, a Prefeitura vai repetir essa façanha até matar a galinha dos ovos de ouro ou até que a sociedade tome alguma atitude para se salvar do monstro&#8230;</p>
<p>Antonio Roberto Testa</p>
<p>antonio@testa.adv.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>O prefeito Gilberto Kassab justificando os aumentos do IPTU com as melhorias feitas na cidade só pode ser piada de mau gosto. A pavimentação das ruas e calçadas está uma verdadeira indecência, um caos só. Buracos e ondulações por toda parte danificam veículos e põem pedestres em risco permanente. A nós, os contribuintes otários, resta apenas a esperança de poder dar o troco nas próximas eleições, saneando a cidade de gestores incompetentes e oportunistas.</p>
<p>Paulo Ribeiro de Carvalho Jr.</p>
<p>paulorcc@uol.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>______________________________</p>
<p><strong>AQUI JAZ&#8230;</strong></p>
<p>&#8230; a carreira política de um prefeito! O prefeito que, neste 2009, vem mostrando deficiências administrativas incríveis arrastará com sua desastrada iniciativa milhões de votos de seu mentor, o governador José Serra, para a candidatura Dilma Rousseff. E liquidará com alguns vereadores que apoiarem a descabida proposta (alô, sr. Police). Alegar que a planta genérica está desatualizada desde 2001 é uma meia-verdade. Teria sido esquecimento do prefeito não mencionar as centenas de milhares de novas unidades habitacionais construídas desde então e taxadas para IPTU com valores atualizados? Teria sido esquecimento ignorar que o IPTU vem sendo corrigido anualmente? Teria sido proposital não mencionar a significativa elevação da receita do Município com o ingresso de milhões de novos veículos comercializados no período, que transferem receita para o Município via IPVA? E as receitas com as infrações de trânsito, cuja destinação é bastante duvidosa? E a propalada valorização dos imóveis? Se não forem negociados, resulta em quantos reais no orçamento de seus proprietários moradores? A sociedade civil não aceita mais aumentos de impostos, taxas e tributos! Agora que a questão foi aberta, ao invés da discussão de aumentos, a sociedade organizada questionará a redução dos impostos. Os R$ 700 milhões esperados pela Prefeitura poderão ser obtidos e superados com a gestão adequada e honesta do hiperorçamento municipal. Sr. prefeito, dois lembretes: as ruidosas manifestações da sociedade que resultaram na rejeição de medida provisória que elevava impostos e a trajetória política da dona Marta.</p>
<p>Luiz Werner</p>
<p>lawerner@terra.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>Kassab quer subir em até 700% a base para calcular o IPTU. Por muito menos dona Martaxa perdeu a eleição. Lembram?</p>
<p>Mauro Roque</p>
<p>lauroroque@uol.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>______________________________</p>
<p>APOSENTADOS APAVORADOS</p>
<p>Kassab quer subir em até 700% a base para calcular o IPTU? Essa previsão de aumento creio ser coerente, principalmente se aplicada a imóveis de aposentados pelo INSS, que terão reajuste de uns 6%. Logo, não há do que reclamar&#8230; Será que Kassab pensa que toda a sociedade tem a mesma facilidade que os políticos para ganhar dinheiro neste país?</p>
<p>Virgílio Melhado Passoni</p>
<p>mmpassoni@gmail.com</p>
<p>Osasco</p>
<p>Comprei meu apartamento há muitos anos, em local hoje altamente valorizado. Tenho 77 anos, sou aposentado, honro meus compromissos com dificuldade financeira e, como muitos outros proprietários na mesma situação, estou muito temeroso pelo aumento do IPTU. Será que o prefeito Kassab levou isso em consideração? É uma questão de Justiça.</p>
<p>Ruy M. Forni</p>
<p>São Paulo</p>
<p>&#8220;Será que Kassab virou petista e agora procura prejudicar Serra em ano eleitoral?&#8221;</p>
<p>Ronny Cantarelli</p>
<p>São Paulo</p>
<p>______________________________</p>
<p><strong>DESPROPÓSITO</strong></p>
<p>Em tempos de inflação anual em torno de 5%, o aumento do IPTU conforme proposto pelo prefeito para 2010 é um despropósito.</p>
<p>James F. Sunderland Cook</p>
<p>sunderland2008@gmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
<p>Mais lamentável do que o aumento do IPTU é a justificativa para o aumento proporcionalmente maior nas regiões ditas nobres, que, segundo o prefeito, foram beneficiadas ao longo dos últimos anos. O que observamos de fato, especialmente nessas regiões, é uma degradação contínua, promovida pelas diversas administrações, incluindo esta, que desrespeitam as leis de zoneamento e ignoram reclamações dos moradores. Faz-se vista grossa para o uso irregular dessas &#8220;áreas nobres&#8221; ao permitir à CET desviar o tráfego de veículos para seu interior, acompanhado de caminhões, vans de serviços, ônibus fretados ou não, sem falar na ação dos valets que se utilizam das ruas públicas de zonas residenciais para fins estritamente comerciais e em outros problemas graves. A Prefeitura não faz cumprir nem as leis e os decretos (50.566/2009, por exemplo) assinados pelo próprio prefeito! Parece que a palavra vale muito pouco, não é sr. prefeito? Então, como e por que acreditar que o acréscimo no IPTU &#8220;social&#8221; irá mesmo beneficiar a população menos favorecida? Parece óbvio, mas sempre vale como sugestão: procure primeiro ganhar um pouco de confiança de toda a população da cidade, não crie mais discórdias, não faça como os outros.</p>
<p>Carla Goldman</p>
<p>carla@if.usp.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>______________________________</p>
<p><strong>DELÍRIO</strong></p>
<p>Dizem que as pessoas podem &#8220;surtar&#8221; de repente. Deve ser o que aconteceu ao prefeito quando resolveu aumentar o IPTU da cracolândia em índices superiores aos da Avenida Paulista. O sr. prefeito já se deu ao trabalho de passar por lá e verificar in loco o estado deplorável dos imóveis e a frequência dessa zona, literalmente tomada por drogados? Aumentar a taxa por quê? Porque existe um projeto de revitalização que nunca saiu do papel? E que, depois desse tiro no pé que está tentando disparar, ficará ainda mais inviável? Caia na real, sr. prefeito! Tape os buracos da cidade antes de esburacar os nossos bolsos!</p>
<p>Sandra M. O. Nasrallah</p>
<p>sandranasrallah@gmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
<p>______________________________</p>
<p><strong>CALOTE GERAL</strong></p>
<p>Os ilustres financistas da Prefeitura não percebem que aumento do valor venal de imóvel não é sinônimo de lucro no bolso? Poderá ser lucro um dia, em caso de venda do imóvel. É uma vergonha pagar aluguel em casa própria, principalmente conhecendo os limitados servicinhos &#8220;meia boca&#8221; prestados pela Prefeitura (posso fazer uma lista de duas páginas). É preciso trocar os cérebros burros ou mal-intencionados que cuidam tão mal das finanças da Prefeitura por cidadãos mais competentes e menos &#8220;espertalhões&#8221;, sob risco de calote geral. Talvez eu só volte a pagar na próxima gestão, que tal? Multa? Espero a anistia!</p>
<p>Ricardo M. Guerrini</p>
<p>ricguerrini@hotmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
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		<item>
		<title>Blog do Estadão ecoa reação ao aumento do IPTU por Kassab</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/blog-do-estadao-ecoa-reacao-ao-aumento-do-iptu-por-kassab/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/blog-do-estadao-ecoa-reacao-ao-aumento-do-iptu-por-kassab/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
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		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
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18.11.09
Você é contra ou a favor do reajuste do IPTU em SP? Opine
Com a atualização na Planta Genérica de Valores (PGV), 1,7 milhão de imóveis em São Paulo &#8211; a maior parte localizada em bairros nobres e de classe média no centro expandido &#8211; pagarão mais imposto em 2010, enquanto imóveis com valor venal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom: 10px;">
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<h2>18.11.09</h2>
<p><span style="font-size: x-large;">Você é contra ou a favor do reajuste do IPTU em SP? Opine</span></p>
<p><span style="font-size: x-large;">Com a atualização na Planta Genérica de Valores (PGV), <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,em-sao-paulo-60-vao-pagar-mais-iptu-em-2010,468231,0.htm">1,7 milhão de imóveis em São Paulo</a> &#8211; a maior parte localizada em bairros nobres e de classe média no centro expandido &#8211; pagarão mais imposto em 2010, enquanto imóveis com valor venal de até R$ 92,5 mil &#8211; segundo a Prefeitura, quase 54% &#8211; terão isenção. Para o prefeito Gilberto Kassab, trata-se de &#8220;justiça tributária&#8221;. Você concorda? Por quê?</span></p>
<h4>Comentários:</h4>
<h5>Comentário de:  					Robinson Alves [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 16:32</small></p>
<div>Sou contra. A prefeitura congela investimentos em áreas essenciais, corta verbas da educação, diminui a preservação de áreas verdes, congela investimentos no transporte público, ao mesmo tempo em que aumenta os gastos com publicidade e, de repente, lá vem aumento de IPTU, aumento de passagem de ônibus&#8230;Gilberto Kassab está se saindo melhor que a encomenda! Não sei se se lembram de ele ameaçar o povo com um &#8220;Marta aumentará o IPTU&#8221;. Agora, São Paulo já sabe&#8230;</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --></p>
<h5>Comentário de:  					Luciano Goes [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 16:36</small></p>
<div>Não concordo com nenhum aumento de imposto, já pagamos imposto de mais, porque durante a campanha da sua re-eleição, ele não avisou o eleitor paulista que iria aumantar o imposto?? duvido que teria sido re-eleito!</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677947"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Cláudio Luiz Ribeiro [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 16:51</small></p>
<div>O prefeito tem seu ponto quando fala que a atualização não é feita desde 2001, mas para quem tanto criticou a &#8220;taxa do lixo&#8221; esse grande aumento é estranho.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677951"></a></p>
<h5>Comentário de:  					anderson [Visitante]  					 · <a rel="nofollow" href="http://oesp/">http://oesp</a></h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 16:57</small></p>
<div>se o dinheiro fosse realmente para a saúde e educação tdo bem&#8230;.mas  não vai&#8230;.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677956"></a></p>
<h5>Comentário de:  					vanderzé [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:03</small></p>
<div>SOU COMPLETAMENTE A FAVOR!!!O PREFEITO DEVERIA AUMENTAR 100%% . ESSA POPULAÇÃO PAULISTA QUER OBRAS E NÃO QUER PAGAR POR ELAS!!!O IPTU ESTÁ DEFASADO!!!CASSAB TÁ CERTO!!!O QUE NÃO PODEMOS ADMITIR É 0,38% DE CPMF!!!!HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677960"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Vinicius Leite [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:07</small></p>
<div>Vou dar o troco nele na proxima eleiçao. Ele nao perde por esperar. Ja temos encontro marcado. E desta vez nao ter a marta suplicy para sava-lo</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677963"></a></p>
<h5>Comentário de:  					AAP [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:07</small></p>
<div>Prezados,<br />
Esta pergunta não faz muito sentido porque o resultado sem dúvida, será 10 a 0 para o não. Não tem cabimento um sujeito que foi eleito como excelente admnistrador, engenheiro, etc.etc. que cria a solução mágica de resolver os problemas financeiros da cidade com aumento de impostos.<br />
Até minha neta de 6 anos sabe como resolver o problema pedindo mesada mais alta porque &#8216;num tá dando vô!&#8221;</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677964"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Luciana [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:10</small></p>
<div>Não temos um sistema saúde pública decente, não temos segurança nas ruas e somos compelidos a ter segurança privada em frente a nossa porta. A cidade está sempre suja, varredor de rua só de vez em nunca e o Ilustre Prefeito ainda quer taxar ainda mais a classe média com o aumento do IPTU sob o argumento de que estara fazendo justiça tributária??? Não sou petista, aliás detesto o PT, mas preferiria continuar pagando a taxa de lixo do que pagar um aumento de 40% sobre o valor do meu IPTU, que aliás já é altissimo. A classe média precisa de algum retorno dos impostos, mas não há. Será que o nosso dinheiro será para bancar o leite ddos filhos das pessoas que sequer são daqui e que nós fomos obrigados a sustentar!!!???</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677966"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Jose Marcio C Rocha [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:13</small></p>
<div>É um absurdo sendo do DEM o pais precisando de reforma tributária onde os governos dos 3 niveis, precisam diminuir a carga, vem os novos prefeitos, como SP e BH aumentar o IPTU aos niveis nunca visto neste pais. Pau neles na proxima eleição. São mentirosos em seus discursos pré eleição.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677968"></a></p>
<h5>Comentário de:  					cardoso [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:15</small></p>
<div>a favor, sem comentários muitos comentários, querem melhorias e não querem pagar por isso.<br />
Vá viver em CUBA, lá não se paga quase nada e também não se tem quase nada. Sejam felizes</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677970"></a></p>
<h5>Comentário de:  					enilda ferreira pacheco [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:18</small></p>
<div>Se o dinheiro fosse realmente para a saude e a educaçao seria muito bom,mas infelizmente nao e aproveitado desta maneira.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677974"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Claudio Marim [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:22</small></p>
<div>O dinheiro do IPTU deve ser aplicado na melhoria da cidade e consequentemente da população. Havendo melhoria no bairro, no transporte, nas vias públicas, escolas, posto de saúde, consequentemente haverá maior procura no bairro e a valorização das habitações.<br />
Acho justo o aumento do IPTU dentro dos padrões da área que recebeu todo esse investimento como Contribuição de Melhoria. Cabe aos moradores se reunirem e analisar se o local onde moram recebeu e obteve melhorias, discutir o percentual se é justo ou não. Cidadania se pratica dessa forma, reconhecendo os benefícios e aceitando seus custos.<br />
Não se pode generalizar a atuação de um governo apenas por &#8220;um buraco na rua&#8221; é preciso ver o contexto que nos inclui.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677987"></a></p>
<h5>Comentário de:  					fadua [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 17:49</small></p>
<div>não concordo com aumento de imposto nenhum, ja pagamos impostos demais.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677991"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Duarte [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 18:01</small></p>
<div>Temos um desconto enorme na folha de pagamento, contemplando FGTS, IRF, etc. A Empresa que gera um emprego gasta 100% a mais com impostos, ou seja, se paga 5.000 gasta 10.000, fazendo com que a mão de obra informal se alastre e qdo vamos comprar um produto ele ainda tem mais de 40% de imposto. Pagamos por saúde(planos de saúde), por educação(Escolas particulares), pelos serviços públicos &#8220;prestados&#8221; como energia, agua e esgoto! Ah pagamos pelo nosso asfalto também! Onde vai o dinheiro? Para manter a máquina de empregos? Não vêem que se o país crescer todos cresceremos com ele? E ainda querem aumentar mais!</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1677998"></a></p>
<h5>Comentário de:  					jose maria roveran [Visitante]  					 · <a rel="nofollow" href="http://www@yroverk.com.br/">http://www@yroverk.com.br</a></h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 18:29</small></p>
<div>discordo totalmente deste aumento pois já temos aumento de tudo, ipva icms água e luz telef, e outros mais, porém o governo não tem sensibilidade para avaliar que os aposentados não são lembrados no momento de aumento de salário. sem aumento.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678003"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Irapuan Siqueira Sousa [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 18:38</small></p>
<div>Nós, o povo brasileiro já estamos cansados de tanta exploração. Devemos nos unir e banir do meio politico estes tipos de pseudos defensores do povo. Em 2010 diga não a Gilberto Kasab e sua turma de vereadores, que nada fazem.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678011"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Uga [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 18:49</small></p>
<div>O que você pode esperar de uma pessoa que foi secretário de Planejamento do governo do ex-prefeito Celso Pitta, sendo responsável pela elaboração do Plano Diretor da cidade , esse cara é competente e tem experiência na coisa pública, esses impostos serão muito bem gastos em tudo quanto é coisa , menos na cidade de São Paulo , ele teve ótimos mestres em gestão pública ( Maluf /PItta).</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678022"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Melissa [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 19:18</small></p>
<div>Sou totalmente contra. Meu voto nunca mais ele terá!!</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678032"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Roger [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 19:44</small></p>
<div>1 &#8211; Por que o prefeito não revoga a lei de isenção de IPTU, em vez de aumentar o nº de imóveis contemplados com a benesse? Conceder isenção de um lado e aumentar IPTU de outro chama-se política Robin Hood. Demagogia eleitoreira às custas do bolso dos outros. Todos podem e todos devem pagar, nem que seja só um pouco.</p>
<p>2 &#8211; E os milhares de barracos irregulares que não pagam nada, merecem vista grossa do poder público? Deveriam pagar em dobro, para aprender que São Paulo não é a casa da mãe Joana.</p></div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678036"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Paaulo Afonso de Sampaio Amaral [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 19:50</small></p>
<div>Sou contra o aumento do IPTU, ainda mais nos níveis estratosféricos propostos pela Prefeitura. Todo ano o imposto já é corrigido pela inflação. Essa alegação de que a Planta Genérica de Valores está defasada é pura balela. Não se pode esquecer, supondo verdadeira a alegação do Prefeito de que os imóveis aumentaram seu valor, que o imposto é uma obrigação pecuniária, que tem de ser solvida em dinheiro, ao passo que a tal valorização é puramente escritural. Finalmente &#8211; este ponto não tem sido ressaltado &#8211; aumentando o IPTU, a Prefeitura aumentará também o ITBI. Dois impostos estarão sendo aumentados.</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678059"></a></p>
<h5>Comentário de:  					HENRIQUE MERTEN [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 20:59</small></p>
<div>SOU TOTALMENTE A FAVOR, AINDA MAIS EM SE TENDO A ABSOLUTA CERTEZA DOS NÚMEROS QUE OS GRANDES E MAIORES PREJUDICADOS COM ESTE AUMENTO VÃO SER OS OTÁRIOS QUE VOTARAM NO TURCO!</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678075"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Vania [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 21:58</small></p>
<div>O Kassab tem mesmo que aumentar o IPTU pois para aumentar seus gastos ele deve antes aumentar as receitas e o povo assim quis. QUEM MANDOU VOTAR NO HOMEM</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678089"></a></p>
<h5>Comentário de:  					Vânia [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 22:28</small></p>
<div>Favor publicar.<br />
Sou a favor. Tá muito barato paulistano tem dinheiro para pagar. E é KASSAB PRESIDENTE! Quem sabe ele aumente o imposto de renda. Quem mandou votar nele bem feito principalmente para o povo pobre do Morumbi, Jardins, Pinheiros não são tudu rico? bem feito!</div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678099"></a></p>
<h5>Comentário de:  					eduardo ferreira [Visitante]</h5>
<blockquote><p><small>18.11.09 @ 22:56</small></p>
<div>KASSAB, meu salario nao é corrigido por planta generica? EU nao vivo de uma suposta valorizacao do meu imovel. VC quer que eu venda meu imovel , é isso?<br />
Outra, isso é um BODE, daqueles colocados na sala , que qd retirados todos dao graças a Deus?</p>
<p>Vc quer aumetar o IPTU, diz que vai aumentar 40 , e qd aumenta só 20% , daremos graças a voce??</p>
<p>Esse truqe é tipico de comerciante da 25 de março , e nao cabe para um prefeito.</p>
<p>Voce passou dos limites das atitudes cretinas!</p></div>
</blockquote>
<p><!-- ========== END of a COMMENT/TB/PB ========== --> <!-- ========== START of a COMMENT/TB/PB ========== --><a name="c1678100"></a></p>
<h5>Comentário de:  					eduardo ferreira [Visitante]</h5>
<p><small>18.11.09 @ 22:59</small> AS isençoes existem pois os menos favorecidos deixam de pagar o imposto, e cabe a PMSP cpobrar , o que gera um custo enorme para ela. S[ó por isso. QUem paga , sao os cidadaos da classe media, que tem nome a zelar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O estilo Serra</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
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		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Ceneviva]]></category>

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		<description><![CDATA[
O articulista da Folha, Walter Ceneviva, não tem dúvida. Para ele o acidente no Rodoanel é resultado de obra apressada e apreçada (o título de seu artigo hoje é &#8220;Obras apressadas e apreçadas&#8221;).
Para ele, &#8220;Pelo padrão usual, quando a &#8220;rigorosa investigação&#8221; estiver concluída, ninguém lembrará do que aconteceu com as vigas do Rodoanel. Por exceção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://hariprado.files.wordpress.com/2009/07/serramira.jpg" alt="http://hariprado.files.wordpress.com/2009/07/serramira.jpg" width="294" height="213" /></p>
<p>O articulista da <em>Folha</em>, Walter Ceneviva, não tem dúvida. Para ele o acidente no Rodoanel é resultado de obra apressada e apreçada (o título de seu artigo hoje é <strong>&#8220;Obras apressadas e apreçadas&#8221;</strong>).</p>
<p>Para ele, <strong>&#8220;Pelo padrão usual, quando a &#8220;rigorosa investigação&#8221; estiver concluída, ninguém lembrará do que aconteceu com as vigas do Rodoanel. Por exceção, todavia, os fatos parecem transparentes: é tempo de campanha. É necessário apresentar obras, com urgência. Meras formalidades legais ou técnicas devem ser esquecidas. &#8220;Depois a gente resolve&#8221;, é a regra.&#8221;</strong> (<em>Folha</em> 17/11/2009).</p>
<p>A conclusão do artigo é que o melhor caminho seria <strong>&#8220;Suspender as obras até que os laudos definitivos sejam aprovados&#8221;.</strong></p>
<p>Walter Ceneviva não é inimigo de Serra e não manifesta simpatias pelo PT. Sua percepção é a do bom senso.</p>
<p>Acontece que para o governador Serra tudo o que contraria seu desejo, no caso acabar a obra antes dele se desencompatibilizar do cargo para concorrer à Presidência, é trololó petista e deve ser tratado como tal. Walter Ceneviva que se cuide.</p>
<p>Não é outro o motivo que leva o <em>Estadão</em> a atribuír ao PT um plano para atrasar a obra do Rodoanel (manchete e lide no <em>Estadão</em> de hoje: <strong>&#8220;PT quer atrasar Rodoanel para atrapalhar Serra. Plano é afundar governo estadual em investigações sobre desmoronamento, para retardar obra e evitar que tucano tire proveito eleitoral dela em 2010.&#8221;</strong>).</p>
<p>Por isso Serra recusou-se ontem a responder aos jornalistas sobre o assunto, esperando com isto que cessem os artigos e a cobertura sobre o acidente no Rodoanel e sobre as 79 irregularidades denunciadas à mais de um ano pelo TCU (ver<big><a title="79 erros graves no Rodoanel, segundo o TCU. Que medidas foram tomadas pelo governador Serra?" rel="bookmark" href="../2009/11/79-erros-graves-no-rodoanel-segundo-o-tcu-que-medidas-foram-tomadas-pelo-governador-serra/"> 79 erros graves no Rodoanel, segundo o TCU. Que medidas foram tomadas pelo governador Serra?</a></big>).</p>
<p>De sorte que Walter Ceneviva, o Ministério Público que vai investigar e qualquer um que vier a provocar &#8220;atraso&#8221; ou simplesmente fazer uma pergunta, será carimbado como petista raivoso.</p>
<p>É o estilo Serra.</p>
<p>LF</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lula manda liberar R$ 1 bi para banda larga, diz coordenador</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Segundo membro do governo, verba para melhorias virá do Fundo de Universalização das Telecomunicações
Gerusa Marques, da Agência Estado
BRASÍLIA &#8211; O coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, confirmou nesta segunda-feira, 16, a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já determinou a liberação de recursos do Fundo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/SuDSgSNsc7I/AAAAAAAACck/1cuo11hJ4wY/s400/internet+banda+larga.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/SuDSgSNsc7I/AAAAAAAACck/1cuo11hJ4wY/s400/internet+banda+larga.jpg" /></p>
<p><strong>Segundo membro do governo, verba para melhorias virá do Fundo de Universalização das Telecomunicações</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Gerusa Marques, da Agência Estado</span></h2>
<p>BRASÍLIA &#8211; O coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, confirmou nesta segunda-feira, 16, a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já determinou a liberação de recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) para serem usados na expansão da banda larga no Brasil. Na semana passada, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, já havia dito que Lula concordava com a utilização dos recursos no projeto. Segundo Alvarez, a liberação será do fluxo anual dos recursos recolhidos ao Fust, que somam em torno de R$ 1 bilhão.</p>
<p>O Fundo é formado pela contribuição de 1% da receita operacional bruta das empresas de telecomunicações. Desde 2001, o Fust já recolheu R$ 8 bilhões, mas os recursos não foram aplicados em nenhum projeto.</p>
<p>Alvarez disse que o governo também está aberto a discutir a desoneração da carga tributária &#8211; outra reivindicação das empresas. Mas lembrou que essa discussão depende em grande parte dos governos estaduais, responsáveis pela arrecadação de dois terços do ICMS que incide sobre os serviços. &#8220;Não nos furtamos a discutir, em qualquer dimensão, políticas tributárias&#8221;, disse o coordenador.</p>
<p>Alvarez relatou que o presidente Lula foi incisivo em conversas com líderes dos partidos aliados na Câmara para que deem prioridade ao projeto de lei que libera o uso do Fust por todas as empresas do setor de telefonia e não só pelas operadoras de telefonia fixa, como prevê a legislação. &#8220;É uma decisão já tomada pelo presidente e já acertada com o ministro Paulo Bernardo (Planejamento)&#8221;, afirmou o coordenador.</p>
<p>A utilização do Fust é uma das reivindicações das empresas de telefonia para participar do projeto de expansão da banda larga. Elas reivindicam também o uso de recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). Uma eventual redução da cobrança do Fistel, segundo Alvarez, tem que ser revertida para baixar preço, aumentar a qualidade e ampliar a cobertura dos serviços. &#8220;Nesse sentido, sempre estaremos dispostos a discutir. Não pode é haver desoneração pura e simples&#8221;, afirmou.</p>
<p>Alvarez disse que o grupo técnico do governo não definiu qual seria um preço justo para a banda larga, dizendo que essa definição depende da capacidade de conexão e da qualidade. &#8220;Hoje, uma banda de 256 kbps por R$ 50 está muito cara&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ele defendeu a volta do subsídio cruzado nos os preços de banda larga para financiar os serviços destinados às camadas de baixa renda. &#8220;Por que, em um serviço como esse, de interesse público, todos têm que pagar a mesma coisa? Se, na água e na luz, pode ter tarifa diferenciada, por que não nas telecomunicações?&#8221;, questionou Alvarez.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/imagens/l310/bandalarga1.JPG" alt="http://www.estadao.com.br/imagens/l310/bandalarga1.JPG" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">94% dos brasileiros não têm banda larga</span><br />
</strong><br />
<strong>Adianta falar em inclusão digital sem conexão veloz?<br />
Governos de todo o mundo já discutem como universalizar o acesso rápido, mas o Brasil ainda engatinha nesta questão</strong></p>
<p>domingo, 15 de novembro de 2009</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">por Tatiana de Mello Dias &#8211; Caderno Link &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Existe um Brasil que não consegue assistir a vídeos no YouTube. Que não tem perfil no Facebook, não acompanha a dinâmica do Twitter nem sonha em entrar no Google Wave. Entra no MSN, mas precisa de nove horas para fazer o download do programa – isso quando a conexão não cai. É o Brasil desconectado – ou 94,2% do nosso País.</p>
<p>O Banco Mundial já avisou: cada vez que as conexões rápidas aumentam em 10%, o PIB de um país cresce 1,3%. Estamos longe disso: hoje a internet banda larga no País chega a 5,8% da população.</p>
<p>O governo federal se prepara para lançar ainda neste mês o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende levar internet rápida a quase 80% dos municípios brasileiros. O plano prevê a expansão do acesso com planos, segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, de até R$ 9,90. A meta é expandir o acesso domiciliar – mas, segundo o coordenador dos projetos de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, “seria ingenuidade pensar em atingir o universo da população com conexões individuais”. Para ele, é preciso investir também em acessos coletivos.</p>
<p>O plano está sendo discutido por um grupo de trabalho interministerial. O governo ainda não revelou se a rede de banda larga será administrada por uma empresa estatal, por exemplo, mas parte dessas dúvidas devem ser sanadas hoje. A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência realiza hoje, em Brasília, um seminário internacional sobre o assunto com a participação dos ministros Hélio Costa e Paulo Bernardo (Planejamento), Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel, e outros especialistas internacionais. O Plano Nacional está na pauta. Segundo o coordenador do evento, Gabriel Laender, a definição do texto “já foi praticamente concluída”. “Estamos num momento de revisão e articulação final”, disse.</p>
<p>Não se sabe ainda qual é o conteúdo, mas as metas são ambiciosas. Augusto Gadelha, secretário de Política da Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, diz que em cinco anos a banda larga atingirá um “porcentual significativo de domicílios e todas as escolas urbanas e órgãos públicos do País”. “Poderemos estar entre os dez países com maior penetração de banda larga do mundo”.</p>
<p><strong><br />
Internet cada vez mais veloz</strong></p>
<p>Uma pesquisa conjunta das universidades de Oxford, na Inglaterra, e Oviedo, na Espanha, mostrou que, neste ano, a velocidade média da banda larga aumentou 45% em comparação com o ano anterior. A Coreia do Sul, líder do ranking, tem 97% de suas residências conectadas – o que leva a uma mudança no perfil de consumo, com a mídia física sendo substituída por músicas, filmes e livros digitais. É o Japão, no entanto, o dono da web mais veloz, com conexão média de 60 Mbps.</p>
<p>A importância de 2009, no entanto, não está nos dados de web ultravelozes, mas na iniciativa de diversos países para que uma conexão 1 Mbps seja garantida, colocando a web no mesmo patamar de serviços básicos como água e eletricidade. Começou com o primeiro ministro inglês Gordon Brown, que anunciou um projeto para a expansão da banda larga para todos os ingleses. Depois, Finlândia e Itália foram mais longe e colocaram a banda larga como um “direito fundamental”. E tudo indica que é apenas o começo. (Rafael Cabral)</p>
<p><strong>O MUNDO E A INTERNET RÁPIDA</strong></p>
<p>• Melhor custo-benefício, o Japão tem 64% de suas casas com banda larga, com velocidade média de 60 Mbps, custando US$ 0,27 por 1 Mbps.</p>
<p>• 97% do povo coreana tem acesso à banda larga (média de 46 Mbps). O país é o líder de um ranking de conexões das universidades de Oxford e Oviedo.</p>
<p>• Melhor país da Europa em conexão, a Suécia tem penetração de 69%, custo médio de US$ 0,63 por cada 1 Mbps e velocidade média de 18 Mbps na conexão.</p>
<p>• Devido ao tamanho do território e ao controle sobre a população, a Suíça conseguiu conectar 90% de seus cidadãos com banda larga e é o segundo melhor país da Europa no ranking.</p>
<p>• A Finlândia, que aprovou uma lei que diz que uma conexão de 1 Mbps é “direito fundamental” de qualquer cidadão, tem 80% de penetração e média de 22 Mbps.</p>
<p>• Apesar de também ter um projeto para a universalização da banda larga, a situação da Itália não é tão boa: 50% de casas conectadas, com média de 4 Mbps.</p>
<p>• Nos EUA, a média de velocidade é de 4,8 Mbps e a média de preço por 1 Mbps é de US$ 3,33. Cerca de 80% das residências têm acesso à banda larga.</p>
<p>• A velocidade média de conexão por banda larga na França é de 17,6 Mbps. Paga-se US$ 1,64 por cada 1 Mbps e cerca de 70% das casas são atendidas pelo serviço de internet rápida.</p>
<p><strong><span style="font-size: x-large;">Falta de cobertura e preço impedem popularização</span></strong><br />
Principais acessos estão nos grandes centros, regiões Norte e Nordeste têm apenas 11% da banda larga do País e analistas dizem que não há concorrência<br />
domingo, 15 de novembro de 2009 17:48</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">por Tatiana de Mello Dias &#8211; Caderno Link &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Sua internet vive falhando? A velocidade fica aquém do prometido? Se você se enquadra entre os consumidores insatisfeitos com a banda larga, veja pelo lado bom: você faz parte dos 6% da população que tem internet rápida em casa. Os outros 94% penam com baixas conexões.</p>
<p>Hoje a maioria dos acessos à internet no País acontece via lan houses ou centros comunitários, que cumprem um papel importante na inclusão digital. Mas quando é que todos terão o direito de ter uma internet de qualidade em casa?</p>
<p>A exclusão atual acontece por vários motivos. O primeiro deles é evidente: os planos de banda larga no Brasil são caros. No Brasil, um plano de 1Mbps custa no mínimo US$ 25. Nos EUA, cada mega sai por US$ 3 e, no Japão, US$ 0,27. O segundo motivo: o serviço não chega a muitos lugares. Conexões de banda larga ainda são restritas aos grandes centros, e há apagões de conexão em várias partes do País. No Amapá, apenas 1% da população tem acesso à rede – e, dessas, 64% o faz via conexão de até 64 Kbps.</p>
<p>O modelador pernambucano Paulo Pinheiro, de 30 anos, criou a maior comunidade do Orkut sobre internet discada (“Minha internet é discada”). Já com banda larga, ele sabe bem o drama de quem não tem velocidade. “Eu percebo que quem depende só da internet discada não consegue acompanhar a quantidade de informação necessária”, diz.</p>
<p>Nas comunidades do Orkut, cada upgrade é comemorado. “Galera, vou ter que dar adeus a todos vocês. Vou para 3 Mbps, vai ser um incrível salto”, escreveu um membro. Outro comemora: “Fui! Adiós, Muchachos!”. As velocidades, por lá, variam: 30 Kbps, 50 Kbps. Um deles lamenta:</p>
<p>“Demorei nove horas para baixar o MSN 8.0”.</p>
<p>Pinheiro concorda que o principal motivo que impede as pessoas de ter conexões banda larga em casa ainda é o preço. “Aqui no Nordeste uma boa conexão custa a partir de R$ 100 mensais”, diz. Deve ser por isso, talvez, que apenas 1,19% da população da região tenha acesso à banda larga em casa, segundo relatório da Cisco e do International Data Corporation (IDC) – veja gráfico ao lado.</p>
<p>Para o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), boa parte dos serviços de banda larga ainda é “ inacessível para boa parte dos brasileiros”.</p>
<p>O assunto é tema de um relatório que será divulgado ainda neste mês. “O valor mais baixo encontrado para 1 Mbps foi R$ 49,90, mensalidade cobrada pela Brasil Telecom em Porto Alegre (RS) e Rio Branco (AC). Em Manaus, o Vivax, da Net, custa R$ 249,90”, diz o estudo.</p>
<p>Um dos fatores que faz que este serviço seja insatisfatório, segundo o Idec, é a concentração do mercado. O problema é sentido na pele em Recife: “Eu vejo que aqui há um problema de concorrência. É praticamente monopólio por tecnologia. Se você quer rádio, só há uma opção”, diz Pinheiro.</p>
<p>O que o modelista percebeu é o mesmo que aponta o Idec. Segundo o instituto, Oi-Brasil Telecom, Telefônica e Net têm 87,2% do mercado de banda larga brasileiro e em muitos lugares, elas são a única opção dos usuários.</p>
<p>“Há tanta concentração de mercado que é difícil transpor a barreira. Não falta planejamento, não falta desejo, falta concorrência e pressão competitiva”, diz Luis Cuza, presidente-executivo da TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas). “Se o Brasil está na direção de se tornar um país desenvolvido, precisa ter metas de primeiro mundo”, completa.</p>
<p>Segundo o estudo do Idec, no interior e em alguns municípios da grande São Paulo, só há Speedy; nos outros Estados, a única opção é o Velox ou o BR-Turbo da Oi-Brt; e a Net, por sua vez, concentra suas atividades, segundo o Idec, “nos bairros de classe média alta de cidades que têm alta concentração de renda”. Segundo o Idec, 89% da classe A no Brasil tem acesso à internet. Na classe C, apenas 38%.</p>
<p>Em 2009, no Brasil, o número de conexões banda larga aumentou em 16%. Mas 41% de todas elas estão concentradas apenas no Estado de São Paulo. As regiões Norte e Nordeste, juntas, têm apenas 11% de todas as conexões banda larga no Brasil.</p>
<p>“São regiões que não apresentam atratividade econômica para as empresas de telecomunicações”, disse ao Link Augusto Gadelha, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia.</p>
<p>“Em regiões menos desenvolvidas, notadamente na zona rural, em especial no Norte e Nordeste, é necessário um maior investimento”, reconhece o secretário. COLABOROU FILIPE SERRANO</p>
<p><strong>ENTREVISTA</strong></p>
<p><strong>Diogo Moyses Rodrigues: Consultor técnico do Idec &#8211; ‘Se o custo não baixar, não dá para universalizar a banda larga’</strong></p>
<p>Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), sem uma maior concorrência na oferta de banda larga, o serviço não irá se popularizar. O instituto defende a desagregação de rede, que deve ser proposta no Plano Nacional de Banda Larga, para que provedores menores possam vender o serviço de banda larga, e critica o preço cobrado atualmente.<br />
<strong><br />
A isenção do ICMS, como ocorreu em São Paulo, ajuda a expandir a oferta de banda larga?</strong><br />
Existe um problema grave, especialmente em São Paulo onde a rede da Telefônica já é bastante expandida, que é o custo final para o consumidor. De nada adianta disponibilizar infraestrutura, fazer que os cabos passem na frente da casa do cidadão, se ele não tem condições econômicas de assinar o serviço. Se não baixar o custo, dificilmente vamos universalizar a banda larga.</p>
<p><strong>Trinta reais por uma conexão de 1 Mbps não é acessível?</strong><br />
Não tenho a menor dúvida que não. É um serviço bastante caro para a relevância que tem. Se ele fosse supérfluo, tudo bem. Mas a banda larga é cada vez mais um serviço essencial para o trabalho, para o lazer, para a educação, para a liberdade de expressão, para o acesso à cultura. Para ser essencial, deve ter um custo regulado pelo Estado e isso infelizmente não acontece. A mesma lógica da energia elétrica e da água potável deve ser estendida para a banda larga.<br />
<strong><br />
Com os problemas no Speedy, aumentou a pressão para que seja considerada um serviço público?</strong><br />
Não. Não tivemos nenhuma indicação concreta de que a Anatel vá tornar ou vá propor que a banda larga seja serviço público. Na nossa perspectiva, isso depende exclusivamente de um decreto presidencial.</p>
<p><strong><br />
Esse ponto deveria estar no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL)?</strong><br />
O PNBL é uma resposta tardia, embora positiva, a uma constatação de que o modelo de privatização não dá conta de universalizar serviços. O plano pretende construir um grande tronco, um backbone, para permitir que prestadores menores de banda larga utilizem esta rede para vender ao consumidor final. Sem a desagregação da rede, o modelo vigente não dará conta de universalizar a banda larga. FILIPE SERRANO</p>
<p><strong><br />
Entrevista</strong></p>
<p><strong>Cezar Alvarez: Coordenador dos programas de inclusão digital no governo federal</strong></p>
<p>Dimensão do País dificulta inclusão</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Quais são as principais dificuldades em inclusão digital no Brasil?</strong><br />
É difícil promover inclusão digital quando se trabalha com uma população de mais de 190 milhões de habitantes em um país com desigualdade de renda e proporções continentais, em que a infraestrutura de telecomunicações ainda está bastante concentrada.<br />
<strong><br />
Como levar conexão de qualidade aos grotões?</strong></p>
<p>Não é possível falar de solução única. Grande parte das soluções passa por incentivos regulatórios, mas também é preciso discutir o papel do Estado nesse processo para além da questão regulatória – seja por meio de seu poder de compra, de investimentos diretos ou de financiamento de soluções.</p>
<p><strong>Há inclusão sem banda larga?</strong><br />
Não. Trabalhamos com o conceito de que a inclusão digital representa a possibilidade de o cidadão de dispor de meios e capacitação para acessar, utilizar, produzir e distribuir informações e conhecimento. E participar da sociedade do conhecimento tem como condição essencial estar conectado em rede e, mais ainda, ser capaz de produzir e acessar conteúdos por meio dela.</p>
<p>Os programas de inclusão digital eram direcionados a projetos de acesso coletivo, como banda larga em escolas e telecentros. Por que nesse momento está se falando em planos populares ?<br />
Uma medida não exclui as demais. Precisamos ampliar o número de cidadãos que têm acesso domiciliar, mas também seria ingenuidade acreditar que vamos conseguir atingir o universo da população com conexões individuais. Além do mais, a banda larga nas escolas e nos telecentros tem outro papel que é a qualificação das pessoas e a apropriação da tecnologia enquanto fonte de lazer e cidadania. Não podemos deixar de falar nas lan houses também, que representam cerca de 50% dos acessos à internet. É preciso discutir a qualificação desse importante instrumento de inclusão digital.</p>
<p><strong><br />
Dá para pensar, no futuro, em acesso à banda larga como já temos hoje com gás e telefone?</strong><br />
Na medida em que acreditamos na inclusão digital como um direito do cidadão, não é possível pensar diferente. É claro que o desafio é enorme e ainda há muito para percorrer. Em serviços essenciais como energia elétrica, mesmo com o êxito do Programa Luz para Todos, ainda há excluídos. Mas um bom exemplo de meio de comunicação já bastante disseminado é a televisão, e a TV digital terá um importante papel na democratização do acesso à informação. T.M.D.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O acidente do Rodoanel nas cartas dos leitores da Folha e do Estadão</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/o-acidente-do-rodoanel-na-carta-dos-leitores-da-folha-e-do-estadao/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Rodoanel
&#8220;Em setembro, o Tribunal de  Contas da União apontou como irregularidade grave a substituição  dos tubulões de concreto previstos  no projeto dos viadutos do trecho  sul do Rodoanel por vigas pré-moldadas (&#8221;Obra usou material barato,  aponta TCU&#8221;, Cotidiano, ontem).
Na sexta-feira, três dessas vigas  caíram sobre veículos, ferindo várias pessoas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-16249" title="Folha_opiniao" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Folha_opiniao.gif" alt="Folha_opiniao" width="190" height="37" /></p>
<p><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/cp16112009.jpg" alt="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/cp16112009.jpg" width="214" height="371" /></p>
<p><strong>Rodoanel</strong><br />
&#8220;Em setembro, o Tribunal de  Contas da União apontou como irregularidade grave a substituição  dos tubulões de concreto previstos  no projeto dos viadutos do trecho  sul do Rodoanel por vigas pré-moldadas (&#8221;Obra usou material barato,  aponta TCU&#8221;, Cotidiano, ontem).<br />
Na sexta-feira, três dessas vigas  caíram sobre veículos, ferindo várias pessoas. De quem é a culpa?  Das empreiteiras, que tentaram baratear os custos em detrimento da  segurança? Dos fiscais, que não se  preocuparam com as denúncias do  TCU e deixaram o &#8220;erro&#8221; passar?<br />
Quem vai pagar os custos provocados por esse &#8220;acidente&#8217;? Cabeças  vão rolar como exemplo para que  novos jeitinhos não ocorram no futuro? Existem mais vigas pré-moldadas irregulares no restante da  obra? Muitas perguntas que retratam a displicência do governo em  atacar a corrupção endêmica envolvendo obras públicas.  E Lula ainda quer criar uma entidade para controlar e cooptar as  decisões do TCU!&#8221;<br />
<span><strong>SILVANO CORRÊA</strong> (São Paulo, SP)</span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>O ESTADO S. PAULO</strong></span></p>
<p><a id="capa" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/hoje"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/capa.jpg" alt="" width="150" height="265" /></a></p>
<p>VIRADO PARA A LUA</p>
<p>O &#8220;cara&#8221; realmente tem sorte! O apagão de Itaipu será esquecido e a situação está feliz como pinto no lixo, porque aconteceu o acidente no Rodoanel, obra da maior visibilidade para José Serra. Esperem para ver os sorrisos e os comentários sarcásticos.</p>
<p>Alberto B. Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>_________________________</p>
<p>SINISTRA ROTINA</p>
<p>Vigas do Rodoanel caem sobre a Régis Bittencourt. Na sequência virão as surradas desculpas dos (ir)responsáveis, recheadas de jargão técnico, e em breve não mais se falará do assunto. Afinal, foi &#8220;apenas&#8221; mais um desabamento. Aguardem o próximo.</p>
<p>Helio Ferrari</p>
<p>São Paulo</p>
<p>Todo mundo deu palpite sobre o apagão, sempre culpando o governo Lula. Quero ver agora se vão culpar o governador José Serra porque as vigas do Rodoanel desabaram, a Régis ficou interditada por 12 horas e pessoas se feriram. Quero lembrar que, há uns 20 ou 30 anos, houve um apagão de uma noite inteira em Nova York, que nunca se descobriu o porquê, e a grande consequência foi o chamado &#8220;baby boom&#8221; que ocorreu nove meses depois, com número de nascimentos três vezes maior do que a média diária da cidade. Sem TV&#8230;</p>
<p>Luiz Fernando de Mattos lfmattos@terra.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>_________________________</p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">E AGORA JOSÉ?</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">No caso do apagão, José Serra foi rapidinho para a televisão&#8230; Gostaria de vê-lo também dando explicações sobre as obras do Rodoanel. De uma coisa temos certeza: se fosse em horário de pico, o estrago teria sido grande, pois cada viga daquelas tem peso para moer um trem de ferro.</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Virgilio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Osasco</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Perguntar não ofende: as vigas do Rodoanel caíram porque a obra precisa ficar pronta antes das eleições?</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Cotia</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Segundo o TCU, a obra do Rodoanel está com várias irregularidades. O sr. Serra tem pressa em inaugurar a obra eleitoralmente antes do prazo normal, o que provoca apagões de responsabilidade e má gestão do dinheiro público, como nesse acidente, em que se feriram pessoas inocentes. </span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">É assim que o governador candidato quer administrar o País?</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Manoel Netto webmaster@axxia.zzn.com</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">São Paulo</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Estou desconfiado de que a candidatura de José Serra foi pra ponte que partiu&#8230;</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Francisco Lisboa Assis lisboa.francisco93@gmail.com</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Porto Alegre</span></p>
<p>_________________________</p>
<p>REI E RAINHA</p>
<p>Interessante como as obras sob responsabilidade do PSDB de Serra desabam! Quando não é um buraco do Metrô que desmorona, lá se vai um viaduto. É esse o homem (que, aliás, não paga precatórios devidos, sendo, portanto, um caloteiro contumaz, e persegue a instituição da Polícia Civil paulista) que, caso seja eleito, vai tocar e fiscalizar obras por todo o País? Vamos bem de candidatos à Presidência neste Brasil&#8230; Uma é a &#8220;rainha do apagão&#8221;, o outro é o &#8220;rei do desabamento&#8221;.</p>
<p>Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br</p>
<p>São Carlos</p>
<p>_________________________</p>
<p>TRANSPARÊNCIA</p>
<p>Imediatamente após o acidente do Rodoanel, Serra declarou que há problemas. Já Lula tenta justificar o injustificável e, pior, o seu governo nunca é o responsável. Está na hora de termos os pés no chão e deixar de fantasias.</p>
<p>Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>_________________________</p>
<p>PERFIL DE ESTADISTA</p>
<p>O governador Serra, avisado da queda de vigas do Rodoanel, que atingiu veículos, ferindo três pessoas, mesmo de madrugada esteve presente no local, prestando satisfação à sociedade. Bem diferente de Lula, que durante estes sete anos de seu governo, em momentos de adversidades, como nos episódios do mensalão, da crise da aviação e até na queda do avião da TAM em São Paulo, preferiu se esconder no Palácio do Planalto, com receio de ser vaiado pelo povo! Mas com seus camaradas, como Cesare Battisti, tem tempo até para aconselhar o dito mafioso, durante sua viajem à França, a não fazer greve de fome, porque &#8220;faz mal, e não faz bem&#8221;&#8230; Nobre, não?! E o &#8220;cara&#8221;, nas pesquisas, continua em céu de brigadeiro! Dá para entender&#8230;?!</p>
<p>Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com</p>
<p>São Carlos</p>
<p>_________________________</p>
<p>APAGÃO X RODOANEL</p>
<p>O apagão é do PT. A queda das vigas no Rodoanel é do PSDB. Ambos os partidos dão todo tipo de justificativas para os fatos ocorridos, menos a verdadeira. O fato é que não há seriedade nos órgãos fiscalizadores. Eu, por exemplo, até onde pude detectar, não acredito na veracidade dos ISOs de segurança nas estradas, fornecidos pela Fundação Vanzolini e pelo Inmetro, órgãos tidos pela população, até então, acima de qualquer suspeita.</p>
<p>Orivaldo Tenorio de Vasconcelos prof.tenorio@uol.com.br</p>
<p>Monte Alto</p>
<p>_________________________</p>
<p><strong>&#8220;Rodoanel &#8211; A pressa é inimiga da eleição&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Paulo Roberto Cestari paulo.cest@ig.com.br</strong></p>
<p><strong>Santo André</strong></p>
<p>_________________________</p>
<p>A tragédia nas obras do Rodoanel, no sentido sul da Régis, por onde passo constantemente, seria falha técnica ou imprudência por parte dos responsáveis no uso de material sucateado ou de baixo custo? Dizer simplesmente que acidentes dessa natureza são imprevisíveis&#8230; não podemos concordar. Vamos valorizar e resguardar melhor as vidas humanas.</p>
<p>Antonio Rochael Jr.antoniorochael@gmail.com</p>
<p>Iguape</p>
<p>_________________________</p>
<p>OPORTUNISMO ELEITOREIRO</p>
<p>O apagão vai sair de cena nos próximos dias. E o pior, sem as explicações necessárias, pois os técnicos e especialistas apresentam suas versões, a oposição faz críticas e a situação apresenta justificativas. Em grau menor, é o mesmo que vai acontecer com o acidente no Rodoanel. Que, felizmente, não teve vítimas de morte, como aconteceu na construção de uma estação do Metrô paulistano, em que morreram sete pessoas. E não se sabe se os responsáveis foram punidos. Por essas razões não dá para aceitar o oportunismo eleitoreiro de certos oposicionistas, que não têm coerência, variando de atitudes a cada momento.</p>
<p>Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br</p>
<p>Santos</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>&#8220;Nunca antes na história deste país&#8230;&#8221; diz The Economist</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bric]]></category>
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		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O Brasil decola


Revista vê agora risco da arrogância


Patrícia Campos Mello, WASHINGTON &#8211; O Estado SP
&#8220;O Brasil decola &#8211; agora, o risco para a grande história de sucesso da América Latina é a arrogância&#8221;. Esse é o título da reportagem especial publicada ontem pela revista The Economist, que traz na capa uma foto do Cristo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://photos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs009.snc3/11655_175054494059_6013004059_2726817_3858954_n.jpg" alt="http://photos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs009.snc3/11655_175054494059_6013004059_2726817_3858954_n.jpg" width="173" height="240" /><strong><span style="font-size: xx-large;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">O Brasil decola</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;"><br />
</span></strong></p>
<p><strong>Revista vê agora risco da arrogância</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Patrícia Campos Mello, WASHINGTON &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>&#8220;O Brasil decola &#8211; agora, o risco para a grande história de sucesso da América Latina é a arrogância&#8221;. Esse é o título da reportagem especial publicada ontem pela revista The Economist, que traz na capa uma foto do Cristo Redentor impulsionado por um foguete.</p>
<p>Na edição especial com oito reportagens sobre negócios e finanças no País e mais um editorial, a Economist afirma que o Brasil &#8220;entrou em cena no palco mundial&#8221; e vai se tornar a quinta maior economia do mundo até 2014. E, depois de ser subestimado por anos, o País hoje supera os outros Brics em vários quesitos.</p>
<p>&#8220;O País está passando por seu melhor momento desde que um grupo de navegadores portugueses chegou às costas brasileiras, em 1500&#8243;, diz outro artigo sobre o Brasil, na revista. &#8220;O Brasil já havia sido democrático antes, havia tido crescimento econômico e baixa inflação, mas nunca essas três coisas ao mesmo tempo.&#8221;</p>
<p>Mas a publicação inglesa alerta para as armadilhas à frente. &#8220;Da mesma maneira que seria um erro subestimar o Brasil, também é um erro ignorar suas fraquezas&#8221;, adverte. &#8220;Muito dinheiro do contribuinte está sendo gasto nas coisas erradas&#8221; e há pouco investimento público e privado.</p>
<p>Para a Economist, Lula está certo ao dizer que seu país merece respeito e &#8220;ele também merece muito da bajulação que recebe&#8221;. &#8220;Mas Lula também tem sido um presidente de muita sorte, colhendo os frutos de um boom de commodities e trabalhando a partir da plataforma sólida construída por seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso&#8221;.</p>
<p>A revista volta a chamar Lula de &#8220;sortudo&#8221; em outro artigo. Para manter o bom desempenho do Brasil em um mundo com condições mais difíceis, o sucessor de Lula vai ter de lidar com alguns dos problemas que o presidente achou que podia ignorar, adverte a revista.</p>
<p>A reportagem lembra que, em 2003, quando economistas da Goldman Sachs cunharam o termo Brics, muita gente torceu o nariz para a inclusão do Brasil no time de economias vencedoras. &#8220;Brasil? Um país com taxas de crescimento tão minúsculas quanto seus biquínis, vítima de qualquer crise financeira que estiver à espreita, um lugar com instabilidade política crônica, onde a capacidade infinita de desperdiçar seu óbvio potencial é tão lendária quanto seu talento para futebol e carnavais&#8221;, diz. &#8220;Agora, esse ceticismo parece equivocado.&#8221;</p>
<p>Em artigo (opinião), a Economist diz que o Brasil costumava ser uma promessa, mas agora começa a se tornar realidade. O País não passou incólume pela recessão, mas está entre os últimos a entrar e os primeiros a sair. A revista ainda diz que o Brasil deve crescer 5% em 2010, mas a taxa deve se acelerar à medida que os campos de petróleo comecem a produzir e os países asiáticos continuem consumindo alimentos e minerais do Brasil. &#8220;E algum momento antes de 2014, o Brasil vai se tornar a quinta maior economia do mundo.&#8221;</p>
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		<title>Dilma será diferente de Lula?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidential politics in Brazil
Her master&#8217;s voice
Nov 12th 2009 &#124; SÃO PAULO
From The Economist print edition
Dilma Rousseff, Lula’s preferred successor, is a more interesting politician than she appears to be. But would she be different from her boss?
Reuters

WHEN Brazil’s president, Luiz Inácio Lula da Silva, identified Dilma Rousseff, his chief-of-staff, as his preferred successor in the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://photos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs009.snc3/11655_175054494059_6013004059_2726817_3858954_n.jpg" alt="http://photos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs009.snc3/11655_175054494059_6013004059_2726817_3858954_n.jpg" width="253" height="353" /><strong><em>Presidential politics in Brazil</em></strong></p>
<h1>Her master&#8217;s voice</h1>
<p>Nov 12th 2009 | SÃO PAULO</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">From <em>The Economist</em> print edition</span></h2>
<h2>Dilma Rousseff, Lula’s preferred successor, is a more interesting politician than she appears to be. But would she be different from her boss?</h2>
<div style="width: 400px;">Reuters</div>
<p style="text-align: center;"><img src="http://media.economist.com/images/20091114/4609AM1.jpg" alt=" " width="400" height="275" /></p>
<p>WHEN Brazil’s president, Luiz Inácio Lula da Silva, identified Dilma Rousseff, his chief-of-staff, as his preferred successor in the top job, the collective response of people who follow such things was a puzzled frown, as if perhaps there had been a misprint in the newspaper. Ms Rousseff had proved herself an able administrator. But if she had the natural political gifts required for electoral success in the world’s fourth-largest democracy they had been well hidden. Her campaigns for local office in Rio Grande do Sul, her political home, were unsuccessful. Her sentences go on for a long time and contain lots of subclauses. But she has one thing that nobody else in Brazilian politics has got: Lula’s unqualified backing. Given that the president’s approval ratings are still north of 80% as he enters the final year of his second term, this is worth a lot.</p>
<p>Despite their difference in manner, Ms Rousseff has become Lula’s political shadow. Her duties include the government’s “Growth Acceleration Programme”, which aims to mobilise investment of $301 billion in infrastructure between 2007 and 2010. So the two constantly traverse the country opening roads and the like, or even just announcing that they might be built.</p>
<p>Their views are impossible to tell apart. Her answers to questions about Brazil’s future tend to begin with the words, “President Lula’s government has…” before going on to list recent achievements. Her concern with keeping inflation low, her faith in the government’s wisdom to plan and “induce” economic activity, and her refusal to criticise undemocratic actions by other governments in the region, especially that of Venezuela’s Hugo Chávez, are identical to the president’s. So it is slightly surprising that she only switched her political allegiance to the Workers’ Party, a vehicle built around Lula, nearly two decades after it was founded.</p>
<p>Though it has been smothered recently, Ms Rousseff in fact has an interesting political identity of her own. Born to a Bulgarian immigrant father and a teacher in Belo Horizonte, the capital of Minas Gerais, her childhood was much more comfortable than Lula’s. But she became a middle-class radical, involving herself in the far-left resistance to the military governments that ruled Brazil for two decades from 1964. Quite what she did is the subject of some mythmaking. But it seems that she helped to plan a celebrated robbery in which a gang stole $2.4m from the safe of Adhemar de Barros, a former governor of São Paulo (who rejoiced in the tag “he steals but gets things done”).</p>
<p>Her punishment was real enough. She suffered torture by electric shock for 22 days and was jailed for almost three years. Ms Rousseff does not talk about this much, and her language when discussing the military government is surprisingly detached. She talks about how “possibilities shrink” and “life becomes impoverished for everyone” under a dictatorship.</p>
<p>With democracy restored, Ms Rousseff (who has been married and separated twice) settled down to a career in public administration. Her success as state energy secretary in Rio Grande do Sul at a time of electricity shortages brought her to Lula’s attention. As his first energy minister, she gained a reputation with businessmen as a tough, but fair, negotiator. She was promoted to chief-of-staff when the incumbent was felled by a vote-buying scandal, in 2005. Lula appears to credit Ms Rousseff with getting his government back on its feet again after it nearly fell apart.</p>
<p>Like Lula, Ms Rousseff’s political views have mellowed. “You can’t be fundamentalist about anything,” she says while discussing the government’s wish that equipment used to extract oil from new offshore fields should be made in Brazil. “We respect contracts—we are part of the West,” she adds, explaining that she would honour the terms on which foreign oil firms currently operate in Brazil. She describes herself now as a “Brazilian democratic socialist”. She wants to reform the state to make it more effective but not smaller.</p>
<p>Asked whether a technocrat like her can be elected president, she replies “I think so.” Her task before the election next October is contradictory. She needs to stick close enough to Lula to benefit from the heat he radiates, while distancing herself enough to convince voters that she is her own woman. The opinion polls have Ms Rousseff lagging the opposition’s José Serra by between 15 and 20 points. Neither of them has officially declared their candidacy yet, and the campaign will start in earnest only in April. The question that Ms Rousseff will have to ponder is whether seamless continuity is indeed the path to the presidency.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil decola: Na próxima década poderá virar a 5° economia do mundo, superando França e Inglaterra. O risco é a soberba.</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/brasil-decola-na-proxima-decada-podera-virar-a-5-economia-do-mundo-superando-franca-e-inglaterra-o-risco-e-a-soberba/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/brasil-decola-na-proxima-decada-podera-virar-a-5-economia-do-mundo-superando-franca-e-inglaterra-o-risco-e-a-soberba/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[Brazil takes off
Nov 12th 2009
From The Economist print edition
Now the risk for Latin America’s big success story is hubris
Rex Features
WHEN, back in 2003, economists at Goldman Sachs bracketed Brazil with Russia, India and China as the economies that would come to dominate the world, there was much sniping about the B in the BRIC acronym. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Brazil takes off</h1>
<p>Nov 12th 2009</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">From <em>The Economist</em> print edition</span></h2>
<h2>Now the risk for Latin America’s big success story is hubris</h2>
<div style="width: 300px;">Rex Features<img src="http://media.economist.com/images/20091114/4609LD1.jpg" alt=" " width="300" height="224" /></div>
<p>WHEN, back in 2003, economists at Goldman Sachs bracketed Brazil with Russia, India and China as the economies that would come to dominate the world, there was much sniping about the B in the BRIC acronym. Brazil? A country with a growth rate as skimpy as its swimsuits, prey to any financial crisis that was around, a place of chronic political instability, whose infinite capacity to squander its obvious potential was as legendary as its talent for football and carnivals, did not seem to belong with those emerging titans.</p>
<p>Now that scepticism looks misplaced. China may be leading the world economy out of recession but Brazil is also on a roll. It did not avoid the downturn, but was among the last in and the first out. Its economy is growing again at an annualised rate of 5%. It should pick up more speed over the next few years as big new deep-sea oilfields come on stream, and as Asian countries still hunger for food and minerals from Brazil’s vast and bountiful land. Forecasts vary, but sometime in the decade after 2014—rather sooner than Goldman Sachs envisaged—Brazil is likely to become the world’s fifth-largest economy, overtaking Britain and France. By 2025 São Paulo will be its fifth-wealthiest city, according to PwC, a consultancy.</p>
<p>And, in some ways, Brazil outclasses the other BRICs. Unlike China, it is a democracy. Unlike India, it has no insurgents, no ethnic and religious conflicts nor hostile neighbours. Unlike Russia, it exports more than oil and arms, and treats foreign investors with respect. Under the presidency of Luiz Inácio Lula da Silva, a former trade-union leader born in poverty, its government has moved to reduce the searing inequalities that have long disfigured it. Indeed, when it comes to smart social policy and boosting consumption at home, the developing world has much more to learn from Brazil than from China. In short, Brazil suddenly seems to have made an entrance onto the world stage. Its arrival was symbolically marked last month by the award of the 2016 Olympics to Rio de Janeiro; two years earlier, Brazil will host football’s World Cup.</p>
<h2>At last, economic sense</h2>
<p>In fact, Brazil’s emergence has been steady, not sudden. The first steps were taken in the 1990s when, having exhausted all other options, it settled on a sensible set of economic policies. Inflation was tamed, and spendthrift local and federal governments were required by law to rein in their debts. The Central Bank was granted autonomy, charged with keeping inflation low and ensuring that banks eschew the adventurism that has damaged Britain and America. The economy was thrown open to foreign trade and investment, and many state industries were privatised.</p>
<p>All this helped spawn a troupe of new and ambitious Brazilian multinationals (see our <a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14829485">special report</a>). Some are formerly state-owned companies that are flourishing as a result of being allowed to operate at arm’s length from the government. That goes for the national oil company, Petrobras, for Vale, a mining giant, and Embraer, an aircraft-maker. Others are private firms, like Gerdau, a steelmaker, or JBS, soon to be the world’s biggest meat producer. Below them stands a new cohort of nimble entrepreneurs, battle-hardened by that bad old past. Foreign investment is pouring in, attracted by a market boosted by falling poverty and a swelling lower-middle class. The country has established some strong political institutions. A free and vigorous press uncovers corruption—though there is plenty of it, and it mostly goes unpunished.</p>
<p>Just as it would be a mistake to underestimate the new Brazil, so it would be to gloss over its weaknesses. Some of these are depressingly familiar. Government spending is growing faster than the economy as a whole, but both private and public sectors still invest too little, planting a question-mark over those rosy growth forecasts. Too much public money is going on the wrong things. The federal government’s payroll has increased by 13% since September 2008. Social-security and pension spending rose by 7% over the same period although the population is relatively young. Despite recent improvements, education and infrastructure still lag behind China’s or South Korea’s (as a big power cut this week reminded Brazilians). In some parts of Brazil, violent crime is still rampant.</p>
<h2>National champions and national handicaps</h2>
<p>There are new problems on the horizon, just beyond those oil platforms offshore. The real has gained almost 50% against the dollar since early December. That boosts Brazilians’ living standards by making imports cheaper. But it makes life hard for exporters. The government last month imposed a tax on short-term capital inflows. But that is unlikely to stop the currency’s appreciation, especially once the oil starts pumping.</p>
<p>Lula’s instinctive response to this dilemma is industrial policy. The government will require oil-industry supplies—from pipes to ships—to be produced locally. It is bossing Vale into building a big new steelworks. It is true that public policy helped to create Brazil’s industrial base. But privatisation and openness whipped this into shape. Meanwhile, the government is doing nothing to dismantle many of the obstacles to doing business—notably the baroque rules on everything from paying taxes to employing people. Dilma Rousseff, Lula’s candidate in next October’s presidential election, insists that no reform of the archaic labour law is needed (see <a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845301">article</a>).</p>
<p>And perhaps that is the biggest danger facing Brazil: hubris. Lula is right to say that his country deserves respect, just as he deserves much of the adulation he enjoys. But he has also been a lucky president, reaping the rewards of the commodity boom and operating from the solid platform for growth erected by his predecessor, Fernando Henrique Cardoso. Maintaining Brazil’s improved performance in a world suffering harder times means that Lula’s successor will have to tackle some of the problems that he has felt able to ignore. So the outcome of the election may determine the speed with which Brazil advances in the post-Lula era. Nevertheless, the country’s course seems to be set. Its take-off is all the more admirable because it has been achieved through reform and democratic consensus-building. If only China could say the same.</p>
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		<title>Capa do The Economist: Brasil decola</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<title>Um pouco de luz para clarear o debate</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 11:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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É natural que os jornais e noticiários abordem o assunto até exaustão, pois a vida de milhões de pessoas foi afetada e procurar informar sobre as causas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O incidente que provocou corte de luz em 18 Estados durante 4 horas, exigirá uma sindicância interna que estabeleça, com relativa certeza, as causas que provocaram o blecaute.</p>
<p>É natural que os jornais e noticiários abordem o assunto até exaustão, pois a vida de milhões de pessoas foi afetada e procurar informar sobre as causas do mesmo é um dever da mídia.</p>
<p>Natural, também, é a oposição tentar tirar proveito político &#8211; eleitoral, do blecaute. Em parte, para tentar apagar a lembrança de seus próprios desatinos em matéria energética, mas também para tentar atingir o governo com a acusação de incompetência. Teve até declaração de Serra sobre falta de investimento como causa do blecaute, justamente ele, que quer privatizar no Estado o setor, pois dizia que o Estado não tinha dinheiro para investir.</p>
<p>Convém evitar polêmicas fúteis sobre o que, por enquanto, não teve explicação baseada na apuração rigorosa dos fatos. Vale lembrar a todos que o acidente da TAM também foi objeto de muito palpite infeliz, de muita politicagem e de muita exploração política e da mídia, quando o erro humano acabou emergindo claramente das investigações.</p>
<p>Em relação as questões mais de fundo sobre a política energética do governo e as acusações da oposição, basta levar a discussão para o terreno inconteste dos fatos.</p>
<p>Vinicius Torres Freire, articulista do caderno <strong>Dinheiro</strong> da <em>Folha</em>, é insuspeito de simpatias pelo governo, constata hoje em sua coluna:</p>
<p><strong>&#8220;O apagão de FHC, na verdade um longo racionamento mesmo em período de baixo crescimento econômico, foi uma combinação extraordinária de descaso grosseiro, ideologia mercadista e azar climático. Hoje não falta energia no país, até um pouco por sorte -a crise deu tempo de recompor &#8220;reservas&#8221; de energia (como a de gás e de água nas hidrelétricas), choveu muito etc. E houve muito mais investimento, especial em transmissão de energia -a rede cresceu cerca de 29% nos anos Lula, expansão 60% maior que a dos anos FHC. Há mais gás, canos de gás, grandes hidrelétricas em construção. No atacado da eletricidade, ao menos, Lula tem desempenho muito melhor que o de FHC.&#8221;</strong></p>
<p>Por sua vez, contrariando afirmações daqui e acolá, sobre a consistência de nosso sistema de transmissão e geração de energia, os que verdadeiramente entendem do assunto são convergentes em considerar que Brasil dispõe de um sistema que não é frágil, é bastante seguro, o que explica até o rápido restabelecimento da normalidade. (Ver<a title="Blecaute: Especialistas consideram que sistema é seguro" rel="bookmark" href="../2009/11/blecaute-especialistas-consideram-que-sistema-e-seguro/"> Blecaute: Especialistas consideram que sistema é seguro</a>).</p>
<p>Não é por acaso que a Bolsa de Valores não registrou qualquer movimentação nas ações das empresas do setor e que analistas citados pelo <em>Estadão</em> consideram o problema isolado e sem relação com questões estruturais. (Ver<a title="Mercado de ações considera que apagão é problema isolado" rel="bookmark" href="../2009/11/mercado-de-acoes-considera-que-apagao-e-problema-isolado/"> Mercado de ações considera que apagão é problema isolado</a>).</p>
<p>O blecaute não é o produto de insuficiência de energia, de falta de investimento na modernização do sistema, nem na sua fragilidade, mesmo se cada um desses aspectos exige aprimoramento permanente. Mas o debate da questão energética e dos desafios que esta problemática impõe aos principais países do globo deveria ser motivo de uma reflexão nacional.</p>
<p>Luis Favre</p>
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