<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2009 13:22:03 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A cidade suja de Kassab na mira do tribunal</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/a-cidade-suja-de-kassab-na-mira-do-tribunal/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/a-cidade-suja-de-kassab-na-mira-do-tribunal/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 13:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[sujeira]]></category>
		<category><![CDATA[TCM]]></category>
		<category><![CDATA[varrição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15731</guid>
		<description><![CDATA[Relatório do TCM aponta falhas na varrição em três regiões de SP
Cerca de 41% das vias deixaram de ser limpas, segundo técnicos do tribunal

ADRIANA FERRAZ DO &#8220;AGORA&#8221; &#8211; FOLHA SP
Relatório produzido pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) aponta falhas no serviço de varrição e coleta de entulho em pelo menos três regiões de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Relatório do TCM aponta falhas na varrição em três regiões de SP</span></strong></p>
<p><strong>Cerca de 41% das vias deixaram de ser limpas, segundo técnicos do tribunal</strong></p>
<p><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" alt="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" width="235" height="194" /><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://img.estadao.com.br/fotos/B8/BB/2E/B8BB2E02E142459EB4211190768E0F2F.jpg" alt="http://img.estadao.com.br/fotos/B8/BB/2E/B8BB2E02E142459EB4211190768E0F2F.jpg" width="289" height="192" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ADRIANA FERRAZ DO &#8220;AGORA&#8221; &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>Relatório produzido pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) aponta falhas no serviço de varrição e coleta de entulho em pelo menos três regiões de São Paulo: Sé, na região central, Lapa e Pinheiros, ambos bairros da zona oeste.<br />
O trabalho dos técnicos do órgão inclui o período em que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ordenou que as empresas cortassem ordens de serviço, já que teriam os repasses dos cofres municipais reduzidos em 20%. Isso ocorreu entre agosto e setembro. O problema é que, de acordo com o relatório produzido pelo tribunal, o prejuízo para a cidade foi maior: em média, 41% das ruas e avenidas deixaram de ser limpas.<br />
Na época choveu muito e a sujeira das ruas ajudou a agravar as enchentes no município.<br />
A prefeitura terá 15 dias para se explicar ao órgão, que também apontou que as três regiões concentram 559 pontos viciados de lixo que são depósitos irregulares conhecidos pela administração, que não combate a prática com fiscalização eficiente, ainda segundo o TCM.<br />
A investigação feita nas ruas por técnicos do tribunal mostra também que a coleta do lixo varrido das ruas é demorada -os resíduos recolhidos pela varrição são colocados em sacos plásticos que ficam à espera da chegada de um caminhão.<br />
&#8220;Na prática, não há critério para recolher o lixo das ruas&#8221;, afirmou o conselheiro Edson Simões, responsável pela fiscalização do trabalho prestado pelas três subprefeituras.<br />
&#8220;Para chegar a essas conclusões, comparamos o plano de trabalho publicado no site da prefeitura com o serviço realizado pelas equipes de varrição nas ruas&#8221;, disse o conselheiro.<br />
&#8220;As subprefeituras são responsáveis pelo gerenciamento, fiscalização e medições dos serviços prestados, mas isso não vem ocorrendo como deveria. Na Sé, por exemplo, só 5% do serviço de varrição é vistoriado pelos fiscais&#8221;, disse Simões.<br />
O número de multas mostra a falta de rigor no trabalho. O relatório aponta que a empresa Construfert -responsável pela região central -não foi autuada pela prefeitura neste período.<br />
As conclusões serviram de base para a elaboração de um questionário enviado às subprefeituras citadas. Os responsáveis terão de responder ao órgão, por exemplo, quantos fiscais vigiam o cumprimento dos contratos, qual o plano de trabalho deles, como funciona a aplicação de multas e quanto a prefeitura arrecadou com isso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/a-cidade-suja-de-kassab-na-mira-do-tribunal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Últimas reuniões sobre o Plano Diretor</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/ultimas-reunioes-sobre-o-plano-diretor/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/ultimas-reunioes-sobre-o-plano-diretor/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[plano diretor]]></category>
		<category><![CDATA[política urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade cívil]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[zoneamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15727</guid>
		<description><![CDATA[Ver também 
Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.

Até segunda-feira haverá audiências públicas em toda a cidade para decidir alterações no documento
FELIPE GRANDIN &#8211; Jornal da Tarde (JT)

felipe.grandin@grupoestado.com.br
Começa hoje a última série de audiências públicas feitas pela Câmara Municipal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ver também </strong></p>
<h2><big><a title="Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada." rel="bookmark" href="../2009/11/camara-municipal-de-sao-paulo-discute-revisao-do-plano-diretor-em-meio-a-denuncias-de-ilegalidades-e-sob-suspeicao-da-sociedade-civil-organizada/">Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</a></big></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/11/07/4.19.imagem_planodiretorsp.jpg" border="0" alt="" width="340" /></p>
<p><strong>Até segunda-feira haverá audiências públicas em toda a cidade para decidir alterações no documento</strong></p>
<h2><em><span style="background-color: #ffff99;">FELIPE GRANDIN &#8211; Jornal da Tarde (JT)</span><br />
</em></h2>
<p><em>felipe.grandin@grupoestado.com.br</em></p>
<p>Começa hoje a última série de audiências públicas feitas pela Câmara Municipal para discutir a revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, um instrumento da política de desenvolvimento urbano. Até segunda-feira, serão feitas reuniões abertas à população nas cinco regiões da cidade para apresentar as principais alterações que devem ser feitas pela Comissão de Política Urbana na proposta encaminhada pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM).</p>
<p>O relatório deve ser aprovado pela comissão até o fim do mês e, em seguida, encaminhado para o restante dos vereadores. A proposta, no entanto, só deve ser votada no plenário em 2010.</p>
<p>Até hoje, foram feitas 37 audiências públicas &#8211; uma na Câmara, cinco regionais e uma em cada subprefeitura da cidade. Nas reuniões dos próximos dias, serão apresentados os resultados desses encontros, por isso são chamadas de audiências devolutivas. Quem não puder participar, pode encaminhar sugestões para o e-mail revisaoplanodiretor@camara.sp.gov.br.</p>
<p>Pela primeira vez, o relator e líder do governo na Casa, José Police Neto (PSDB), afirmou que irá atender às demandas de grupos críticos à proposta e retirar do seu relatório todos os itens que alterem o zoneamento ou mudem os estoques de potencial construtivo da cidade.</p>
<p>Em linhas gerais, o zoneamento determina o que e quanto pode ser construído em cada quadra da cidade &#8211; se uma casa ou um edifício, uma quitanda ou um shopping, uma área de preservação ambiental. Já os estoques foram criados para impedir a construção sem controle nas áreas mais procuradas da cidade. Para isso, foi estabelecido um limite de construção para cada bairro.</p>
<p>“Qualquer mudança que possa resultar em alteração de zoneamento e de estoque será descartada”, diz Police Neto. “Essas questões serão discutidas posteriormente, na revisão da lei de uso e ocupação do solo.”</p>
<p><strong>Alterações<br />
</strong><br />
Segundo ele, a intenção é se ater às políticas de desenvolvimento urbano, retirando os itens que tratam da aplicação dessas diretrizes em áreas específicas da cidade. O vereador não disse, no entanto, que itens seriam excluídos.</p>
<p>Por essa lógica, no entanto, seriam abolidos artigos como o que cria a transferência de potencial construtivo, usado em áreas destinadas a conjuntos habitacionais. Por meio desse instrumento, o dono do terreno pode construir as moradias em outro local, valorizando sua propriedade.</p>
<p>Outra mudança prevista é a volta das macroáreas &#8211; divisão da cidade em quatro áreas, cada uma com regras específicas para intervenções urbanas. No texto da revisão enviado à Câmara, há apenas duas divisões &#8211; uma área de proteção ambiental e outra destinada à urbanização.</p>
<p>Além dessas alterações, já havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara uma emenda para incluir novamente as políticas sociais, que haviam sido excluídas da proposta de revisão enviada por Kassab. Os artigos tratam de temas como saúde, educação e inclusão social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2009/04/anatel_kassab.jpg" alt="http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2009/04/anatel_kassab.jpg" width="490" height="368" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Sociedade civil critica o projeto</span></strong></p>
<p>A alteração do zoneamento e dos estoques é o principal alvo das críticas de organizações da sociedade civil que criaram uma frente contra a proposta encaminhada por Gilberto Kassab. O processo é questionado na Justiça pelo Ministério Público (MP), que entrou com uma ação a pedido do grupo. As audiências públicas chegaram a ser suspensas em agosto, mas foram liberadas novamente.</p>
<p>Segundo as 189 organizações que fazem parte da frente, a revisão que está em andamento extrapola os limites previstos na lei e atende a interesses do setor imobiliário ao permitir a construção de mais imóveis em bairros já saturados da cidade.</p>
<p>“O projeto aumenta as áreas onde você pode construir mais imóveis”, afirma Heitor Tommazzini, presidente do Movimento Defenda São Paulo, que lidera a frente contra a revisão do Plano Diretor. Segundo ele, as audiências devolutivas foram marcadas em cima da hora. “Nem podemos nos preparar porque não temos ideia do que vai ser apresentado.”</p>
<p>O grupo sustenta que o fato de 14 vereadores terem sido cassados em primeira instância por recebimento de doações irregulares da Associação Imobiliária Brasileira os impede de analisar o Plano Diretor, que é de interesse do setor imobiliário. Segundo eles, como outros 15 parlamentares estão sendo julgados pelo mesmo motivo, também não poderiam analisar o projeto. Os vereadores negam a influência do setor.</p>
<p><strong>CALENDÁRIO</strong></p>
<p>Hoje, 10 horas: Centro de Formação e Cultura Rua do Contorno, s/n, Itaquera</p>
<p>Hoje, 15 horas: Instituto Butantã, Avenida Vital Brasil, 1.500, Butantã</p>
<p>Amanhã, 10 horas: Auditório Elis Regina, Av. Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi</p>
<p>Amanhã, 15 horas: Clube Banespa, Av. Santo Amaro, 5.355</p>
<p>Segunda-feira, 19 horas: Fecomércio, Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 3º andar, Bela Vista</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.usadosmac.com.br/galeria/imagens/curiosidades/belavista.jpg" alt="http://www.usadosmac.com.br/galeria/imagens/curiosidades/belavista.jpg" width="503" height="349" /></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Revisão deveria ter sido feita há mais de três anos</strong></span></p>
<p>O Plano Diretor Estratégico (PDE) foi criado em 2002 e deveria ter sido revisado em 2006. A Prefeitura encaminhou um projeto de lei com esse objetivo naquele ano, mas teve de retirá-lo após decisão judicial. Em 2007, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) enviou nova proposta, que está em tramitação na Câmara Municipal. Desde então, vem sofrendo críticas de organizações da sociedade civil e do Ministério Público, que move duas ações na Justiça contra a revisão.<br />
O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) e agora é analisado pela Comissão de Política Urbana. Para entrar em vigor, precisa ser aprovado pela maioria dos 55 vereadores da Casa em duas votações, o que só deve acontecer em 2010.</p>
<p><strong>E EU COM ISSO?</strong></p>
<p>O plano diretor é a legislação que orienta o desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo. É o que determina às intituições públicas e privadas como e para onde a capital vai crescer.</p>
<p>Lei define como e para onde a cidade vai crescer</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/ultimas-reunioes-sobre-o-plano-diretor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cesta básica pesa menos no orçamento dos pobres</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/cesta-basica-pesa-menos-no-orcamento-dos-pobres/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/cesta-basica-pesa-menos-no-orcamento-dos-pobres/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[DIEESE]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPC]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[salários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15717</guid>
		<description><![CDATA[da Folha Online
A fatia do salário mínimo necessária para comprar a cesta básica é uma das menores em mais de uma década, segundo reportagem de Verena Fornetti na Folha deste sábado.
Com isso, o peso dos gastos com alimentação no orçamento das famílias de menor renda tem caído.
Segundo dados do Dieese, a compra da cesta básica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">da Folha Online</span></h2>
<p>A fatia do salário mínimo necessária para comprar a cesta básica é uma das menores em mais de uma década, segundo reportagem de Verena Fornetti na Folha deste sábado.</p>
<p>Com isso, o peso dos gastos com alimentação no orçamento das famílias de menor renda tem caído.</p>
<p>Segundo dados do Dieese, a compra da cesta básica toma 44,99% da renda líquida (descontada a parcela da Previdência) do trabalhador que recebe salário mínimo. O resultado é melhor que o do ano passado, quando eram necessários 50,25% do rendimento para fazer essa compra. Em 1995, os produtos básicos comprometiam quase 89% da renda.</p>
<p>O aumento do poder de compra do salário mínimo ocorre em razão dos reajustes acima da inflação nos últimos anos e porque os preços dos alimentos se desaceleraram após dois anos de altas significativas.</p>
<p>O feijão, o arroz e a carne, por exemplo, ficaram mais baratos. O preço do feijão carioquinha caiu 47,39% nos últimos 12 meses, de acordo com o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fundação Getulio Vargas. Ovo, macarrão, óleo de soja, músculo bovino e carne suína também tiveram deflação.</p>
<p>Leia reportagem completa aqui</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.agenciasindical.com.br/imagens/manchetes/cesta%20basica.jpg" alt="http://www.agenciasindical.com.br/imagens/manchetes/cesta%20basica.jpg" /></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Poder de compra maior diversifica gastos</strong></span></p>
<p>Com deflação em alimentos como arroz, feijão e carne, famílias desembolsam menos em itens básicos e variam consumo</p>
<p>Trabalhadores com salário menor são os que mais transformam renda em consumo, pois poupam menos, diz especialista</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">VERENA FORNETTI &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA REDAÇÃO</p>
<p>A fatia do salário mínimo necessária para comprar a cesta básica é uma das menores em mais de uma década. Com isso, o peso dos gastos com alimentação no orçamento das famílias de menor renda tem caído.<br />
Segundo dados do Dieese, a compra da cesta básica toma 44,99% da renda líquida (descontada a parcela da Previdência) do trabalhador que recebe salário mínimo. O resultado é melhor que o do ano passado, quando eram necessários 50,25% do rendimento para fazer essa compra. Em 1995, os produtos básicos comprometiam quase 89% da renda.<br />
O aumento do poder de compra do salário mínimo ocorre em razão dos reajustes acima da inflação nos últimos anos e porque os preços dos alimentos se desaceleraram após dois anos de altas significativas.<br />
O feijão, o arroz e a carne, por exemplo, ficaram mais baratos. O preço do feijão carioquinha caiu 47,39% nos últimos 12 meses, de acordo com o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fundação Getulio Vargas. Ovo, macarrão, óleo de soja, músculo bovino e carne suína também tiveram deflação.<br />
Salomão Quadros, coordenador de Análises Econômicas da FGV, afirma que os alimentos subiram menos que a inflação neste ano, ao contrário do que aconteceu no ano passado. Como o reajuste do salário mínimo é calculado a partir do PIB e da inflação média na economia, a conta beneficia os mais pobres, que empregam uma parte da renda maior que a dos mais ricos nos gastos com alimentação. Com o poder de compra ampliado, essas famílias podem variar os itens consumidos.<br />
&#8220;O salário está maior, e o gasto, menor. As famílias podem, então, gastar com outras coisas, como materiais de construção para reformar a casa e vestuário&#8221;, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese.<br />
É o caso da dona de casa Lucinéia Macena da Silva Cruz, 39, que controla cada centavo que entra em casa e notou a diferença deste ano em relação a 2008. O marido de Lucinéia ganha pouco mais de um salário mínimo montando materiais de escritório em São Paulo. Moram com quatro filhos -só um trabalha, mas quase não ajuda nas compras da casa.<br />
Mesmo com o orçamento apertado, tem sobrado um pouco mais de dinheiro para incrementar o consumo da família.<br />
No mês passado, depois de quitar as contas e providenciar os produtos para a alimentação, Lucinéia comprou três blusinhas e uma saia. Em outubro, havia comprado um rádio, que parcelou em seis vezes.<br />
&#8220;O que eu uso mais em casa é arroz e feijão porque a nossa família é grande. Como estão mais em conta, às vezes eu compro um iogurte para as crianças, uma fruta ou uma bolachinha&#8221;, diz ela, que mora em uma casa de dois quartos equipada com micro-ondas, máquina de lavar, tanquinho, fogão, geladeira, TV e um DVD queimado, a ser trocado assim que sobrar dinheiro no fim do mês.</p>
<p><strong>Efeito cascata</strong><br />
O diretor do Dieese destaca que as famílias que ganham menos são as que mais transformam renda em consumo, pois tendem a poupar menos. &#8220;Se o rendimento dessas famílias aumentar R$ 1, certamente elas vão gastar R$ 1 a mais. Esse é um mecanismo importante para dinamizar a economia.&#8221;<br />
Lúcio ressalta que o salário mínimo tem efeito cascata, pois uma parte expressiva da população ocupada no Norte e no Nordeste recebe salários próximos ao valor mínimo. Benefícios sociais -como o valor base da aposentadoria -também estão atrelados ao piso salarial.<br />
&#8220;No fundo, o brasileiro está com mais dinheiro no bolso e isso proporciona tanto bem-estar a curto prazo quanto mantém a economia girando&#8221;, diz Marcelo Neri, coordenador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/cesta-basica-pesa-menos-no-orcamento-dos-pobres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Boa noite</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/boa-noite-243/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/boa-noite-243/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 00:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Massenet]]></category>
		<category><![CDATA[Maxim Vengerov]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação de Thaís]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15681</guid>
		<description><![CDATA[
Maxim Vengerov &#8211; Meditação de Thaís, de Massenet
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yemjrHeh9gY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/yemjrHeh9gY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Maxim Vengerov &#8211; Meditação de Thaís, de Massenet</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/boa-noite-243/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem tabu</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/elementar/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/elementar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Catherine Corringer]]></category>
		<category><![CDATA[erotismo]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15692</guid>
		<description><![CDATA[Une femme éjacule&#8230;


Il y a des femmes qui jouissent en giclant. Certaines coulent comme des robinets dès qu’on les touche. D’autres lâchent brusquement de longues gerbes liquides. Elles éjaculent. Ce soir, au Festival de films gays et lesbiens de Paris, This is the Girl, de Catherine Corringer dévoile avec jubilation cet aspect encore méconnu de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-size: xx-large;">Une femme éjacule&#8230;</span></h3>
<div>
<p style="text-align: center;"><a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=400,height=100,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://sexes.blogs.liberation.fr/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/11/17/thisisthegirl_2.jpg"><img class="aligncenter" title="Thisisthegirl_2" src="http://sexes.blogs.liberation.fr/agnes_giard/images/2007/11/17/thisisthegirl_2.jpg" border="0" alt="Thisisthegirl_2" width="400" height="100" /></a></p>
<p>Il y a des femmes qui jouissent en giclant. Certaines coulent comme des robinets dès qu’on les touche. D’autres lâchent brusquement de longues gerbes liquides. Elles éjaculent. Ce soir, au <a href="http://www.ffglp.net/">Festival de films gays et lesbiens de Paris</a>, <em>This is the Girl</em>, de Catherine Corringer dévoile avec jubilation cet aspect encore méconnu de la sexualité féminine.</p>
<p>Projeté samedi 17 novembre au cinéma Beverley à Paris, à 22h, <em>This is the girl</em> se définit comme un «<em>film queer érotique et fantastique, mettant en scène une &#8220;sex heroïne boxer&#8221;, sa &#8220;rocky coach&#8221;, et un homme transformé en sex toy. Le film explore la puissance sexuelle de la femme, à travers la masturbation et l’éjaculation féminine.</em>»</p>
<p>C’est un film sans trucages. Pendant de longues minutes, toute entière concentrée sur son plaisir, une jeune femme (Flozif) se masturbe. Ejacule. Se masturbe à nouveau. Ejacule encore. Se masturbe en troisième fois. Ejacule.</p>
<p>«<em>La scène d&#8217;éjaculation féminine dans mon film est un plan &#8220;performance&#8221;, c&#8217;est à dire long et sans qu&#8217;il soit coupé</em>, explique Catherine Corringer, la réalisatrice. <em>Le film est un hommage à la puissance sexuelle de la femme. Le terme &#8220;éjaculation&#8221; induit un acte volontaire, alors que quand on dit &#8220;c&#8217;est une femme fontaine&#8221; on sous entend qu&#8217;elle &#8220;se répand&#8221; et non qu&#8217;elle &#8220;gicle&#8221;, ce qui est, à tous les points de vue très différent. Flozif éjacule dans le plan performance 3 fois de suite à environ 1 ou 2 minutes de distance entre. Ce qui est exceptionnel dans ce plan et sa performance, c&#8217;est qu&#8217;elle le fait assise et en se masturbant. La plupart des femmes ont besoin d&#8217;être pénétrées pour éjaculer et d&#8217;être allongée. Elle le fait assise et seule. Et c&#8217;est assez &#8220;insolent !&#8221;. Ce qui est beau, c&#8217;est de voir les multiples façons qu&#8217;à la femme de jouir.</em>»</p>
<p>En France, de nombreuses personnes crient encore au canular et restent persuadées que l’éjaculation féminine n’existe pas. Qu’il s’agit d’urine.</p></div>
<p>Même les femmes qui éjaculent pensent avec angoisse qu’elles sont victimes de fuites, d’incontinence ou que sais-je…</p>
<p>Aux Etats-Unis, le phénomène de l’éjaculation féminine est quelque chose de bien connu. Depuis plus de vingt ans, des féministes pro-porn comme Annie Sprinkle ou Deborah Sundahl, parlent de ce phénomène, le filment, l’étudient et lui consacrent parfois même des ateliers aux titres loufoques : «Initiez-vous à l’éjaculation !», «Comment faire pour lui en mettre plein la vue !», etc.</p>
<p>Voici le témoignage d’Annie Sprinkle à ce sujet :«<em>Bien qu&#8217;ayant éjaculé plusieurs fois &#8211; entre autres en 1981 lors d&#8217;une de mes prestations dans le film X </em>Deep Inside Annie Sprinkle<em> &#8211; je ne pouvais mettre de nom sur ce qui s&#8217;était produit. Tout comme mes amants, mes admirateurs ou mes consœurs, je n&#8217;avais aucune connaissance sur les effets engendrés par mon corps. C&#8217;était juste quelque chose qui apparaissait de temps à autre, quand je n&#8217;y pensais pas trop. Tout ce que je pouvais dire alors, c&#8217;est que c&#8217;était drôlement agréable ! (&#8230;) C&#8217;est à cette époque qu&#8217;est apparue la vidéo extraordinaire de Deborah Sundahl (alias Fanny fatale) </em>How to female ejaculate : find your G spot <em>(ejaculation féminine : trouvez votre point G). Elle fit sensation !»</em></p>
<p>Deborah Sundahl est une des plus grandes spécialistes de l’éjaculation féminine. Dans son livre —traduit en français et publié aux <a href="http://www.tabou-editions.com/catalog/product_info.php?products_id=39&amp;osCsid=2a3d4c0c2bc6351542f0df4d29fbf95a">éditions Tabou</a> (<em>Tout savoir sur le Point G et l’éjaculation féminine</em>)— elle explique : «<em>Toutes les femmes possèdent l&#8217;anatomie nécessaire à l&#8217;éjaculation, mais toutes les femmes n&#8217;éjaculent pas et n&#8217;en ont d&#8217;ailleurs pas besoin pour avoir une vie sexuelle épanouie. Certaines éjaculent naturellement, d&#8217;autres ont appris à le faire. En faire une nécessité ou un objectif pour toutes les femmes serait idiot et même préjudiciable.</em>»</p>
<p>Pour celles qui, malgré cette mise en garde, voudraient apprendre à éjaculer, Deborah fournit cependant un mode d’emploi. Deux chapitres illustrés de croquis pédagogiques, détaillent, étape par étape, les moyens de se faire gicler… Chapitre 4 : «Comment éjaculer sans orgasme». Chapitre 5 (plus intéressant) : «Comment éjaculer avec orgasme». La méthode, sensiblement la même, aboutit toujours au même résultat : il faut changer les draps du lit. Eponger le carrelage. Ou essorer l’édredon…</p>
<p>En dehors de ce côté bêtement technique (je me méfie toujours des «techniques» en amour), le livre de Deborah Sundahl est un trésor de documentation. Tout, tout, on y apprend tout sur l’éjaculation féminine. A commencer par sa composition, son origine et sa fonction.<br />
Je cite, en vrac : «<em>L&#8217;éjaculat féminin est un liquide translucide, d&#8217;une consistance proche de l&#8217;eau</em>.»<br />
«<em>Son odeur et son goût semblent varier avec le cycle menstruel. Quelque fois il n&#8217;a strictement ni odeur ni goût ou, à l&#8217;inverse, est semblable par le goût et l&#8217;odeur à de l&#8217;urine.</em>»<br />
«<em>Sa composition est strictement la même que l&#8217;éjaculat masculin, mis à part les spermatozoïdes : c&#8217;est du liquide prostatique, mélangé à du glucose</em>.»<br />
«<em>En 1672, l&#8217;anatomiste néerlandais Regnier de Graaf a étudié de près la &#8220;prostatae&#8221; féminine et en a fait des croquis, remarquant la présence de plusieurs canaux éjaculatoires. Bien que de Graaf ait été le premier à reconnaître la prostate comme organe responsable de l&#8217;éjaculation chez la femme, c&#8217;est le professeur slovaque Milan Zaviavic, grâce à ses vingt années d&#8217;études approfondies sur le sujet, qui l&#8217;a reconnue pleinement en tant qu&#8217;organe féminin fonctionnel.</em> <em>Le terme médical &#8211; prostate féminine &#8211; fut rapidement adopté par le corps médical.</em> »</p>
<p>Le site <a href="http://www.doctissimo.fr/html/sexualite/mag_2001/mag0928/se_4612_femmes_fontaines.htm">Doctissimo</a>, qui confirme, ajoute que la «prostate féminine» est également désignée sous les noms de «glandes de Skène» ou «glandes para-urétrales». Mais qu&#8217;importe le flacon… Si vous voulez en savoir plus, vous savez ce qu’il vous reste à faire.</p>
<p><span style="color: #333366;">Samedi 17 novembre, à 22h<br />
Séance <a href="http://www.ffglp.net/">Porn Lesbien</a> : <em>In search of the wild kingdom,</em> de Shine Louise Huston (découvrez la sexualité vraie des vraies lesbiennes et arrêtez de croire qu&#8217;elles se lèchent du bout de la langue en poussant des petits cris de gorge), suivi de <em>This is the girl,</em> de Catherine Corringer.<br />
Cinéma Beverley : 14 rue de la Ville Neuve, 75002 Paris. Métro : Bonne Nouvelle<br />
Tarifs : 8 € (plein tarif ) / 7 € (tarif réduit )</span></p>
<p><span style="color: #333366;"><a href="http://www.amazon.fr/point-G-l%C3%A9jaculation-f%C3%A9minine-Deborah-Sundahl/dp/2915635110"><em>Tout savoir sur le Point G et l’éjaculation féminine</em>,</a> de Deborah Sundahl, éd. Tabou.</span></p>
<h3><span style="font-size: xx-large;">Les testicules élémentaires</span></h3>
<div>
<p>Il y a des hommes qui, à force de porter des poids aux testicules, finissent par les transformer en longs appendices. Ils pendent, comme d’étranges métronomes. Ou comme un pénis supplémentaire, passif, avec lequel ils peuvent exécuter des figures érotiques nouvelles.</p>
<p style="text-align: center;"><a style="display: inline;" href="http://sexes.blogs.liberation.fr/.a/6a00e54f964f2288340120a65243cd970b-pi"><img class="aligncenter" title="Smooth" src="http://sexes.blogs.liberation.fr/.a/6a00e54f964f2288340120a65243cd970b-800wi" border="0" alt="Smooth" /></a></p>
<p>La réalisatrice parisienne <a href="http://www.catcor.net/">Catherine Corringer</a> s’intéresse à tout ce qui sort des normes corporelles. Elle a filmé une éjaculation féminine (<em><a href="http://sexes.blogs.liberation.fr/agnes_giard/2007/11/samedi-17-nov-u.html">This is the girl</a></em>), comme un véritable geyser. Elle a aussi filmé une séance de SM gore <em>(In Between</em>), lente et implacable lacération-performance sur le corps d’un masochiste hard… Catherine Corringer aime les filles qui éjaculent et les garçons qui se laissent faire. Elle aime renverser les rôles. Aux femmes, elle prête la puissance. Aux hommes, la faiblesse, la vulnérabilité et la grâce. Ils font offrande de leur chair avec une douceur proche du masochisme. A travers eux, Catherine dévoile un <em>“monde sexuel dans lequel le masculin est réinventé autrement, dans lequel le pénis en érection n’existe pas.</em>” Il s’agit de déconstruire le système patriarcal, dit-elle.</p>
<p>Dans <em>Smooth</em>, dernier court-métrage de Catherine Corringer, un homme se donne lentement à la caméra, révélant par étape les mystères de sa sexualité atypique. C’est une sorte de fakir. Il a travaillé ses testicules au fil de longues années d’ascèse, s’imposant le port de <em>cockrings</em> en acier pesant, à l’aspect de poids en fonte. Il les a tellement travaillé, que ses testicules pendent entre ses cuisses. Quel intérêt? demanderez-vous. Je ne sais pas trop, mais l’homme s’amuse à faire un nœud avec ses organes génitaux. Il peut littéralement nouer son pénis avec ses testicules et l’exercice lui procure certainement du plaisir. Il s’amuse aussi à introduire ses testicules dans son anus, comme s’il se faisait l’amour à lui-même. C’est un mutant doté de deux pénis : un pénis qui peut entrer en érection et un qui ne peut pas. Un pénis pour pénétrer autrui et un pénis pour s’auto-sodomiser…</div>
<p>Surprise supplémentaire : cet homme a non seulement des testicules à rallonge mais un anus dilaté de telle sorte qu’il soit possible de le fister très profondément. Il accueille deux avant-bras. Catherine y plonge littéralement… D’abord une main, puis une deuxième. Ca glisse, ça aspire même. L’homme, couché sur le côté, immobile, les fesses offertes comme une jeune vierge, semble pouvoir prendre en lui toute la misère du monde. Il est le havre rectal, le nid douillet en lequel on s’enfonce, délicieusement… C&#8217;est un homme très féminin, d&#8217;une certaine manière. &#8220;<em>Son corps absorbe, enveloppe</em>&#8221; dit Catherine. En le fistant, on entre dans un univers qui évoque l&#8217;utérus : chaud, doux, moite, gluant. Une vraie matrice.</p>
<p>En Anglais, <em>smooth</em> signifie “doux”. <a href="http://www.catcor.net/">Catherine Corringer </a>a voulu filmer la douceur d’un homme. Son court-métrage n’est pas très excitant, mais il présente l’intérêt de représenter une relation sexuelle hétéro à l’envers. Une relation au cours de laquelle c’est la femme qui pénètre… à l’intérieur de l’homme, dans une sorte de régression utérine étrange. Ses mains enduites d’un lubrifiant blanc comme le sperme (<a href="http://sexes.blogs.liberation.fr/agnes_giard/2008/06/faut-que-a-glis.html">le silk, dont j’ai déjà parlé</a>) lui permettent de toucher du doigt, littéralement, la part féminine du corps masculin. Elle plonge dedans. “<em>Mes films explorent une  autre carte du monde,</em> dit Catherine, <em>où le corps est une métaphore incarnée, où le génital n’est pas forcément mis en lien avec le plaisir.    C&#8217;est une forme de militantisme, c&#8217;est l&#8217;exploration d&#8217;un monde peu connu</em>.&#8221;</p>
<p><span style="color: #0000bf; font-family: Arial;">Le 25 octobre 2009, Smooth a été primé </span><span style="color: #0000bf; font-family: Arial;">meilleur court-métrage</span><span style="color: #0000bf; font-family: Arial;"> du dernier</span><span style="color: #0000bf; font-family: Arial;"> <a href="http://www.pornfilmfestivalberlin.de/pff_e/?page_id=296">Porn Film festival de Berlin</a></span><span style="color: #0000bf; font-family: Arial;">. Pour ceux qui n’étaient pas en Allemagne la semaine dernière, il y a une séance de rattrapage : Smooth va être diffusé mardi 17 novembre au </span><a href="http://www.ffglp.net/">Festival Gay et lesbien de Paris</a><span style="color: #0000bf; font-family: Arial;">. </span></p>
<p><span style="color: #6000bf; font-family: Arial;">Smooth : mardi 17 nov, 18h30. Projection de courts-métrages &#8220;French touch&#8221;, salle 100 au <a href="http://www.ffglp.net/infos.html">Forum des Images</a> : 2, rue du cinéma, 75001 Paris. Métro : Les Halles. Plein tarif : 8 euros. Tarif réduit : 7 euros.</span></p>
<p><span style="color: #6000bf; font-family: Arial;">Fonte Les 400 culs<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/elementar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Viva la vida</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/viva-la-vida/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/viva-la-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:42:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Frida Kahlo]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
		<category><![CDATA[Viva la vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15713</guid>
		<description><![CDATA[
Viva la vida &#8211; Frida Kahlo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-15715" title="kahlo_Vivalavida" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/kahlo_Vivalavida.jpg" alt="kahlo_Vivalavida" width="555" height="408" /></h4>
<h4 style="text-align: center;">Viva la vida &#8211; Frida Kahlo</h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/viva-la-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>The língua e demais</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/the-lingua-e-demais/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/the-lingua-e-demais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Antoniel Campos]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>
		<category><![CDATA[poetas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15685</guid>
		<description><![CDATA[







©antónio                melo

 



quando me comeste
quando me                comeste
de uma forma como nunca em mim fizeste
ouvi no           [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><img src="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/antoniel_ep_as.gif" border="0" alt="" hspace="0" width="554" height="182" align="baseline" /></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #ce0000;"><img src="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/antonio_melo_cabelos.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="506" height="700" align="baseline" /></span></div>
<table style="height: 2401px;" border="0" width="555" align="center" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td>
<blockquote dir="ltr">
<div id="Layer3" style="position: absolute; width: 200px; height: 115px; z-index: 3; left: 413px; top: 1055px;">
<div><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"><span style="color: #000000;">©antónio                melo</span></span></div>
</div>
<p align="right"><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"> </span></p>
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<p align="justify"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000;"><span style="color: #ce0000;"><span style="color: #000000; font-size: x-large;">q</span>uando me comeste</span></span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ce0000;">q<span style="font-size: medium;">uando me                comeste<br />
de uma forma como nunca em mim fizeste<br />
ouvi no                imperativo os verbos mais                sagrados<br />
vem  sobe                 encaixa  mete  fode<br />
despossuí-me das rédeas que                trazia<br />
no máximo fazia<br />
o mínimo                necessário<br />
em ti me                dissolvia<br />
em ti me                misturava<br />
e tu senhora e ama<br />
da cama e do momento<br />
nos                volteios que me impunha o teu desejo<br />
deste-me à língua a tua                pele<br />
toda ela  toda líquida  toda nua<br />
levaste as                minhas mãos à cabeceira<br />
e no transe hipnótico provocado<br />
juro                que senti as mãos atadas<br />
pedias — ou mandavas — que eu                gritasse<br />
e eu de olhos fechados                sussurrava<br />
meu amor<br />
à                peça última que inútil te vestia<br />
— um meia-taça já nos ombros                derreado —<br />
levaste à minha boca<br />
e tal como crisálida<br />
dele                tu saíste<br />
deixando-o em mim como                mordaça<br />
me abraça meu amor,                disse, me abraça<br />
subias e descias no compasso certo<br />
sabias e                dizias os verbos sagrados<br />
vem  sobe  encaixa  mete  fode<br />
e naquela vez  <em>per la prima volta</em><br />
chorei de gozo<br />
quando me                comeste</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-large;">p</span>êlos</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Macia selva que o teu corpo                tapeteia.<br />
Fina ramagem onde o toque se aveluda.<br />
Vaivém de                vento que penteia e despenteia.<br />
Sensível manta que te cobre e                te desnuda.</span></p>
<p>Pouso de face — a tua face — em minha                face,<br />
passando, aos poucos, a carinhos circulares.<br />
Corta o                silêncio abafadiço roçar: dá-se<br />
a sinfonia dos murmúrios                capilares.</p>
<p>Miro a penugem que recobre a tua                orelha,<br />
e os meus ouvidos, feito dedos, passam leves.<br />
Cílio                teus cílios, sobrancelho a sobrancelha,<br />
e um humm e um ai e um                ai e um humm sussurram breves.</p>
<p>Plumagens raras — tua                nuca envolta em rama.<br />
O meu pescoço quer o teu e tu mo                encostas.<br />
Tu te declinas à maneira de quem chama.<br />
Nas mãos                reversas sei da relva em tuas costas.</p>
<p>O que me é                tátil à minha boca ora transfiro,<br />
visto que assim, se sei do                toque, sei do gosto.<br />
E mais eu sei se pela boca te                respiro,<br />
pois menos sei qual do teu pêlo me é                posto.</p>
<p>Pêlos que eu gosto: os que cercam teus                mamilos,<br />
onde em percursos labiais circunavego.<br />
Tal o prazer                tê-los assim, assim senti-los,<br />
que a minha boca no teu seio às                vezes nego.</p>
<p>Pêlos que eu amo: os da barriga, feito                seta,<br />
que a boca assanha indo e vindo ao teu umbigo.<br />
Como                uma onda, o teu quadril se me projeta,<br />
surfo teu ventre e nos                teus pêlos eu prossigo.</p>
<p>Pêlos que eu quero: os teus                pêlos inguinais,<br />
onde, bem sei, se me demoro, tu te                adias.<br />
Desses eu passo a outros pêlos, capitais,<br />
e em tais                arranho a minha barba de dois dias.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-large;">s</span>hampoo</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">bastaria o movimento dos                quadris<br />
face à minha face<br />
os teus joelhos abertos<br />
tuas                mãos em meus cabelos</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">bastaria sentir o teu sabor                mais íntimo<br />
o ir e vir e o vir e ir<br />
da perfeita sincronia                desencontrada<br />
dos meus                lábios<br />
nos teus lábios</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">bastaria o postergar do                ápice</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">o ver o transformar do teu                sorriso<br />
em outros risos que adoro, amo e quero</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">mas não</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">tinhas que vir com teus                cabelos ainda úmidos<br />
saídos da banheira a pétalas                preparada<br />
e tinhas que fazer dos fios — pura maldade —<br />
o                carrossel a girar em todo o rosto meu</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">: cheiro esse em que ainda                permaneço.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-large;">m</span>issa</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Vapor de incenso rente aos                góticos das naves.<br />
Uma mulher se abeira ao genuflexório.<br />
Ao                latinório o órgão junta os sons mais graves<br />
e em contraponto                ela inicia um responsório.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Em meio a preces a cerviz                cede e se encurva,<br />
e a fronte deita na rudez da mão                constrita.<br />
De vez em quando o seu pescoço se                recurva,<br />
mostrando a face lagrimada e mais contrita.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">A impressão é de quem traz                todo o pecado,<br />
e de quem é a filha amada da desdita.<br />
O choro                e a reza em contubérnio consumado:<br />
ao mesmo tempo que é perdão,                lembra a vindita&#8230;</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Mesmo de costas, no retábulo                percebo<br />
aquela imagem que em trejeitos se revolve<br />
(um gosto                amargo vem no vinho quando eu bebo,<br />
e em minha mão o pão                sagrado se dissolve&#8230;).</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Do Altar-Mor desço os                granitos da escada,<br />
num sentimento que de culpa mais                parece.<br />
Chego ao transepto e o meu verbo não diz nada,<br />
ela,                surpresa, quer falar, mas se emudece.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Cessa do choro, cala a prece                e se levanta,<br />
e vindo a mim, ato contínuo, se                ajoelha,<br />
(olhos azuis, a pele branca, a tez de santa&#8230;)<br />
e a                minha mão ousa tocar sua guedelha.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Com o polegar enxugo as                lágrimas do rosto,<br />
e um arrepio me tomava e eu tinha                medo&#8230;<br />
Só pelo tato e pelo olhar senti seu gosto,<br />
ao ver                seus lábios à procura do meu dedo&#8230;</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Me valho à prece enquanto                toco a sua boca,<br />
e nela eu faço a marcação da Cruz                Sagrada,<br />
quanto mais rezo, mais a fé de mim se apouca<br />
(meu                corpo em pé e a minha alma ajoelhada&#8230;).</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">A minha mão decai da boca ao                seu pescoço,<br />
quero parar, mas o pecado me prossegue.<br />
Cedo ao                instinto e da razão nada mais ouço,<br />
o olhar cerrado, quer                abrir, mas não consegue&#8230;</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Um forte impulso ao seu                encontro me impele.<br />
Eu me ajoelho e fico à altura dos seus                olhos.<br />
Minha vontade é me queimar na sua pele.<br />
Unto seus                ombros derramando os Santos Óleos&#8230;</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Eu desamarro o seu justilho,                incontinente,<br />
e as minhas vestes de ofício eu rasgo ao                meio.<br />
O óleo segue a deslizar, suavemente,<br />
nas ogivais                lactescentes dos seus seios&#8230;</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Lembro da hóstia e uma força                me sustém.<br />
Não sei de mim, tanto desejo me treslouca&#8230;<br />
em                seus cabelos os meus dedos se detêm<br />
(sagrado é o trigo que eu                ponho em sua boca&#8230;).</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">As suas mãos eu levo à pia                batismal,<br />
sem esperar que alguma prece me concentre.<br />
Me                dessedento em meu pecado gutural,<br />
bebendo o vinho do Sacrário                do seu ventre&#8230;</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">Qual Pentecostes, misturei                minh&#8217;alma à sua,<br />
eu sussurrando as Ladainhas mais insanas,<br />
e                ela em responsos de suor da carne nua,<br />
gemendo em gozo cada                &#8220;Oh, Glória&#8230;&#8221; das            Hosanas&#8230;</span></p></blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
<p align="justify">
</blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #ce0000;"><img src="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/pedro_marques_pereira_flor.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="495" height="614" align="baseline" /></span></div>
<table style="height: 2016px;" border="0" width="650" align="center" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td>
<blockquote dir="ltr">
<div>
<div id="Layer1" style="position: absolute; width: 200px; height: 115px; z-index: 1; left: 386px; top: 4900px;"><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"><span style="color: #000000;">©pedro                marques pereira</span></span></div>
<p><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"> </span></div>
<p align="justify">
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<p align="justify"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-large;">e</span>sse verbete de                referência</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">(ou: porque fratura                não se expõe impunemente)</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">não era Donne em                versos indo para o leito,<br />
tampouco Caetano ali cantava,<br />
mas                Ela, misturando os dois, dizendo:<br />
<em>&#8220;quando ele sobre mim e dentro dança lento&#8221;</em>,<br />
e eu, que já nem sei se lento ou não nela                dançava,<br />
sei que mais dentro (sob ou sobre?) me                deixava.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">ao lado a lingerie                recém-comprada<br />
e ainda não usada (olha a surpresa:<br />
trazia                entre os dentes e mais nada,<br />
assim, só pele e poros, nua em                pêlo),<br />
ao lado, eu dizia, aquele mimo,<br />
que a mão, à                meia-luz, fiz que enxergasse,<br />
lacei sua cintura e                obediente<br />
deixou (fez que deixou) que eu comandasse.<br />
as                ancas alternando ora espirais,<br />
ora fluxos de um percurso sul e                norte<br />
— e ora tudo isso quando em 8.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">sim, és linda e única                e máxima e sem decência.<br />
és meu verbete de                referência,<br />
disse.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">e ela, de presente, a                linda, fez<br />
seu cabelo, todo ele em desalinho,<br />
por campana em                meu rosto:<br />
a vida era ali dentro: cheiro e gosto.<br />
o mundo                era lá fora: burburinho.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">poemas me acorriam,                delirava.<br />
sonetos nascituros declamava:</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">&#8220;amemo-nos do amor que                mata e vive,<br />
sem meias concessões, de tudo ou nada.<br />
do amor                do mais amado e mais amada,<br />
que nunca, sei, tiveste e nem eu                tive&#8221;.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">mas, não.<br />
ali era o                poema em carne viva.<br />
ali qualquer palavra soçobrava.<br />
teus                peitos, minha boca, teus cabelos,<br />
meu corpo inteiro entregue,                tuas coxas.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">amei quando disseste                erguendo o queixo:<br />
pu&#8230;<br />
(verbete meu e referência                minha,<br />
fratura não se expõe                impunemente.)<br />
&#8230;taquepariu.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ce0000;">então te chamo, abraço                e beijo<br />
e em mim tu dormes.</span></span></p>
<p align="justify">
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-large;">p</span>arede</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">o tempo é o momento. o                instante é cada.<br />
seria aquele agora o que viesse.<br />
camisa sem                botão no chão jogada<br />
(rasgada a lingerie, sozinha                desce).<br />
decerto seguiria a caminhada,<br />
se perto uma parede                não houvesse.<br />
desceu-me da cintura e já virada,<br />
pediu que em                suas costas me fizesse.<br />
saía-lhe, a voz, rouca,                abafada,<br />
dizendo pra fazer o que eu quisesse.<br />
a ordem não                restou-me ignorada,<br />
nem outra esperei que me dissesse.<br />
com                os pés, uma da outra separada,<br />
um ângulo em suas pernas quis                tivesse.<br />
e cada uma das mãos quis espalmada,<br />
e o rosto na                parede se pusesse.<br />
num beijo fiz-lhe a nuca                devassada<br />
(tingida de um rubor, logo azulece).<br />
mexendo teu                quadril, fêmea e suada,<br />
teu peito na parede se intumesce.<br />
e                toda as tuas costas quis beijada,<br />
na forma de beijar que me                apetece:<br />
pensar — embalde a boca em beijo dada —<br />
que o beijo                já de haver beijado esquece.<br />
e a tua voz — se havia — foi                calada<br />
: teu uivo na parede se emudece.<br />
banhou-te meu suor —                tu já molhada<br />
: de nós toda a parede se umedece.<br />
as ancas                quis de mim aproximada,<br />
do jeito que o teu corpo bem                conhece.<br />
desci-me e, genuflexo, à mirada,<br />
a língua quis que                se sobrepusesse.<br />
e o que se me mostrava resguardada,<br />
aos                poucos no lamber mais se elastece.<br />
roçares&#8230; vaivéns&#8230; língua                sugada&#8230;<br />
sorvendo e sem que a sede detivesse.<br />
a boca de                contrastes consumada:<br />
se o teu suor esfria, o mel                aquece.<br />
serias dessa forma vergastada,<br />
se noutra, bem                melhor, não conviesse:<br />
subindo, vou sentindo na                escalada,<br />
que o gosto que eu trazia remanesce.<br />
sussurro em                teu ouvido: tu. mais nada.<br />
sussurras à parede: não se                apresse&#8230;<br />
(ouvi, mas como fosse não falada,<br />
tal foi a tua                voz em quase prece.)<br />
meu corpo colo ao teu — forma                acoplada.<br />
e o corpo, inda que dois, um só parece.<br />
meu corpo                invade o teu — breve estocada.<br />
e em breves indo-e-vindo                permanece.<br />
queria-te de mim toda tomada,<br />
e invadiria mais,                se mais coubesse.<br />
gemias de uma fala recortada,<br />
da qual                somente o corpo reconhece.<br />
e em pleno evolver da                cavalgada,<br />
meu corpo, junto ao teu, treme e                estremece.<br />
(&#8230;)<br />
se a hora se passou, não foi contada<br />
(se                se, talvez em si se desfizesse).<br />
(&#8230;)<br />
te volto para mim,                quero-a abraçada,<br />
e em canto, tal uma ária                compusesse,<br />
sussurro em tua boca: tu. mais nada.<br />
deitemos,                amor meu&#8230; já se amanhece.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">*</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">entre, fora, sobre,                embaixo<br />
nas laterais e no centro<br />
bico do peito no                peito<br />
beijo de boca epicentro<br />
garapa tecido leito<br />
coxas e                pêlos riacho</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">cheiro de fêmea e de                macho<br />
gangorras no baricentro<br />
ora largo e ora                estreito<br />
ora de longe, ora dentro<br />
e o branco no novo                efeito<br />
do cobre ruivo do cacho</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ce0000;">o teu senhor e capacho<br />
o                teu raio e circuncentro<br />
o teu esquerdo e direito<br />
manteiga,                queijo e coentro<br />
todo sabor, todo jeito<br />
inteiro, de cima a                baixo</span></p></blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
<p align="justify">
</blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/antonio_sta_clara_unhas.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="507" height="717" align="baseline" /></div>
<blockquote dir="ltr">
<div id="Layer2" style="position: absolute; width: 200px; height: 115px; z-index: 2; left: 393px; top: 8266px;">
<div><span style="font-size: xx-small;">©antónio sta.clara</span></div>
</div>
<p align="right"><span style="font-size: xx-small;"> </span></p>
<p align="center"><span style="color: #ce0000; font-size: large;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-large;">t</span>he língua</strong></span></p>
<blockquote style="margin-right: 0px;" dir="ltr">
<p align="justify"><span style="font-size: large;"><span style="color: #ce0000;"> pelo dedo<br />
primeiro<br />
do teu pé,<br />
em curva<br />
senoidal<br />
de sobe e desce,<br />
tocando<br />
um a um<br />
que se umedece,<br />
falanges,<br />
cinco unhas,<br />
vante e ré,<br />
solado,<br />
metatarso,<br />
calcanhar,<br />
telúrico sabor,<br />
salivo o pêlo<br />
do contorno<br />
de todo o<br />
tornozelo<br />
alternando<br />
entre o<br />
beijo e o<br />
respirar&#8230;<br />
lambuzo a<br />
panturrilha<br />
ondulada,<br />
e encosto a<br />
pele áspera<br />
do rosto,<br />
misturo<br />
assim o<br />
meu com o<br />
teu gosto,<br />
de boca e<br />
de pele<br />
já suada&#8230;<br />
avanço<br />
no joelho,<br />
alcanço a<br />
coxa,<br />
mordidas<br />
de mentira<br />
em toda<br />
parte,<br />
o beijo a<br />
pintar<br />
obra-de-arte:<br />
às vezes<br />
nuvem<br />
rubra,<br />
às vezes<br />
roxa&#8230;<br />
(e as mãos e os<br />
pés dos dois<br />
rasgando a<br />
colcha&#8230;)<br />
subindo<br />
pelo &#8220;S&#8221;<br />
do quadril,<br />
no rastro<br />
salivar<br />
chego ao<br />
umbigo,<br />
(de tão<br />
pesados os<br />
olhos,<br />
só lobrigo&#8230;)<br />
te ouço<br />
sussurrar<br />
um &#8220;não&#8221;<br />
sem til&#8230;<br />
na reta que<br />
inicia-se<br />
no ventre,<br />
deslizo à<br />
divisa<br />
dos teus<br />
seios,<br />
no ritmo<br />
pendular,<br />
paro no<br />
meio, e o<br />
terno beijo<br />
alterno<br />
calmamente&#8230;<br />
em todo o<br />
teu pescoço<br />
faço um giro,<br />
molhando a<br />
superfície<br />
perfumada,<br />
e após uma<br />
descida<br />
demorada,<br />
eu cravo a<br />
jugular,<br />
feito vampiro&#8230;<br />
adentro<br />
umedecendo o<br />
teu ouvido,<br />
volteio,<br />
vou e volto,<br />
saio e entro,<br />
penetro,<br />
molho tudo,<br />
fora e dentro,<br />
(teus olhos,<br />
como os meus,<br />
calam franzidos&#8230;)<br />
em torno<br />
dos teus olhos<br />
faço um 8<br />
nariz,<br />
maçã do rosto,<br />
tudo beijo,<br />
de tão extasiado,<br />
não mais vejo,<br />
e suga<br />
minha boca<br />
um beijo afoito&#8230;<br />
encontram-se,<br />
duelam-se,<br />
se enroscam&#8230;<br />
procuram-se,<br />
encontram-se,<br />
se tocam&#8230;<br />
descansam,<br />
brigam,<br />
chupam-se,<br />
se trocam&#8230;<br />
de súbito<br />
desço ao<br />
vértice do &#8220;V&#8221;<br />
que formam<br />
tuas coxas<br />
levantadas<br />
e sorvo<br />
e absorvo<br />
em golfadas<br />
o néctar que<br />
me inunda<br />
de você&#8230;</span></span></p></blockquote>
<p align="justify">
<p align="center">
<p align="center"><span style="font-size: x-small;"><img src="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/antoniel_ep_sep.gif" border="0" alt="" hspace="0" width="103" height="67" align="baseline" /></span></p>
<p align="center">
<p align="center">
<p align="justify"><a href="mailto:antonielcampos@uol.com.br"><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"><strong>Antoniel Campos</strong></span></a><span style="font-size: xx-small;"> (1967, Pau dos Ferros, RN). Poeta, engenheiro civil, vive em Natal.              Publicou <strong>Crepes e cendais</strong> (Ed. do autor, 1998), <strong>De              cada poro um poema</strong> (Editora Sebo Vermelho, 2003) e <strong>A              esfera</strong> (Plena Editora, 2005). Escreve o blogue </span><a href="http://antonielcampos.blog.uol.com.br/" target="_blank"><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"><strong>Poros e Cendais</strong></span></a><span style="font-size: xx-small;">. Mais </span><a href="http://www.germinaliteratura.com.br/ac.htm"><span style="color: #ce0000; font-size: xx-small;"><strong>aqui</strong></span></a><span style="font-size: xx-small;">.</span></p>
</blockquote>
<p>Fonte <a href="http://www.germinaliteratura.com.br/">Germina Literatura</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/the-lingua-e-demais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Depuis le jour</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/depuis-le-jour-3/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/depuis-le-jour-3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Gheorghiu]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Charpentier]]></category>
		<category><![CDATA[Depuis le jour]]></category>
		<category><![CDATA[Louise]]></category>
		<category><![CDATA[Luisa]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opera]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15683</guid>
		<description><![CDATA[
Angela Gheorghiu na ária &#8220;Depuis le jour&#8221;, da ópera Louise de Charpentier
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PWi19IT5CEc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/PWi19IT5CEc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Angela Gheorghiu na ária &#8220;Depuis le jour&#8221;, da ópera Louise de Charpentier</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/depuis-le-jour-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frida Kahlo</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/frida-kahlo/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/frida-kahlo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Chavela Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Frida]]></category>
		<category><![CDATA[Frida Kahlo]]></category>
		<category><![CDATA[Llorona]]></category>
		<category><![CDATA[Mexico]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[pinturas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15708</guid>
		<description><![CDATA[

Frida, o filme

Frida, clipe com Chavela Vargas
Llorona
Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,
Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,
Hay de mi llorona, llorona, llorona de un campo lirio
Hay de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PpoVqHPD2nk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/PpoVqHPD2nk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VetAAOkrQkU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/VetAAOkrQkU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Frida, o filme</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0gQ31m4Yt0s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/0gQ31m4Yt0s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Frida, clipe com Chavela Vargas</p>
<p><strong>Llorona</strong></p>
<p>Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,<br />
Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,<br />
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,<br />
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,</p>
<p>Hay de mi llorona, llorona, llorona de un campo lirio<br />
Hay de mi llorona, llorona, de un campo lirio<br />
El que no sabe de amores llorona, no sabe lo que es martirio<br />
El que no sabe de amores llorona, no sabe lo que es martirio</p>
<p>(Música)</p>
<p>No se que tienen las flores llorona, las flores de un campo santo<br />
No se que tienen las flores llorona, las flores de un campo santo<br />
Que cuando las mueve el viento llorona, parece que están llorando<br />
Que cuando las mueve el viento llorona, parece que están llorando</p>
<p>Hay de mi llorona, llorona, llévame al río<br />
Hay de mi llorona, llorona, llévame al río<br />
Tápame con tu reboso llorona, por que me muero de frío<br />
Tápame con tu reboso llorona, por que me muero de frío</p>
<p>(Música)</p>
<p>Dos besos llevo en el alma llorona, que no se apartan de mí<br />
Dos besos llevo en mi alma llorona, que no se apartan de mí<br />
EL último de mi madre llorona y el primero que te di.<br />
EL último de mi madre llorona y el primero que te di</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/frida-kahlo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“entre aspas”</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/%e2%80%9centre-aspas%e2%80%9d-2/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/%e2%80%9centre-aspas%e2%80%9d-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[José Saramago]]></category>
		<category><![CDATA[Man Ray]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15689</guid>
		<description><![CDATA[Arte Photographica


Man Ray, Rayography Film strip &#38; sphere, 1922
© Man Ray Trust

“O ajudante de farmácia pediu para falar com o senhor doutor, gostaria que o senhor doutor lhe dissesse se tinha, sobre a doença, uma opinião formada, Não creio que se lhe possa chamar, em sentido próprio, uma doença, começou por precisar o médico, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/11/entre-aspas.html"><strong><big>Arte Photographica</big></strong></a></h3>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_y9JCP1wazVo/Rc-nhTFkaTI/AAAAAAAABH0/QQzJB68LQcQ/s400/m197900950012.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 299px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_y9JCP1wazVo/Rc-nhTFkaTI/AAAAAAAABH0/QQzJB68LQcQ/s400/m197900950012.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: 78%;">Man Ray, <span style="font-style: italic;">Rayography Film strip &amp; sphere</span>, 1922<br />
</span><span style="font-size: 78%;">© </span><span style="font-size: 78%;">Man Ray Trust<br />
</span></div>
<p><strong><span style="color: #ff6600; font-size: 180%;">“</span></strong><span style="font-style: italic;">O ajudante de farmácia pediu para falar com o senhor doutor, gostaria que o senhor doutor lhe dissesse se tinha, sobre a doença, uma opinião formada, Não creio que se lhe possa chamar, em sentido próprio, uma doença, começou por precisar o médico, e depois, simplificando muito, resumiu o que investigara nos livros antes de ter cegado. Algumas camas adiante, o motorista escutava com atenção, e quando o médico terminou o seu relato, disse de lá, Aposto que o que sucedeu foi terem-se entupido os canais que vão dos olhos até aos miolos, Forte besta, resmungou indignado o ajudante de farmácia, Quem sabe, o médico sorriu sem querer, na verdade os olhos não são mais do que umas lentes, umas objectivas, o cérebro é que realmente vê, tal como na película a imagem aparece</span> (&#8230;)<span style="font-size: 85%;"><strong><span style="color: #ff6600; font-size: 130%;">”</span></strong></span></p>
<p><span style="font-style: italic;">Ensaio sobre a cegueira</span>, <span style="font-weight: bold;">José Saramago</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/%e2%80%9centre-aspas%e2%80%9d-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
