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	<title>Blog do Favre &#187; agencias</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>&#8221;Butiques de planejamento&#8221; buscam mudança de conceitos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pequenos escritórios focados em inovação ganham espaço na área de marketing das empresas

&#160;
Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP
&#160;


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Para entender um tipo de prestação de serviço que ganha espaço na área de marketing das empresas &#8211; oferecido por espécies de &#8220;butiques de planejamento&#8221;, contratadas por projeto -, é preciso aceitar que cresce a necessidade de novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><strong>Pequenos escritórios focados em inovação ganham espaço na área de marketing das empresas</strong></div>
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<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
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<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Para entender um tipo de prestação de serviço que ganha espaço na área de marketing das empresas &#8211; oferecido por espécies de &#8220;butiques de planejamento&#8221;, contratadas por projeto -, é preciso aceitar que cresce a necessidade de novas ideias sob medida para fazer as mensagens publicitárias chegarem ao consumidor. É uma situação provocada principalmente pelo excesso de informações e conteúdos da era digital.</p>
<p>Se, por um lado, as estruturas conhecidas das agências de propaganda tendem a oferecer pacotes que envolvam os anunciantes em várias atividades de suas redes de serviços, por outro, os pequenos escritórios focados em inovação, com operação enxuta, abrem espaço propondo ações exclusivas.</p>
<p>&#8220;Há bem pouco tempo, tudo era diferente no mundo das marcas. O ritmo era mais lento na vida do consumidor e ele era apenas um receptor de mensagens. Trabalhar com marcas era mais simples: a gente estudava o ?target?, entendia quais necessidades poderia preencher e criava uma estratégia de posicionamento, benefícios e valores que iria durar por um período e dar origem a uma campanha publicitária nos meios tradicionais&#8221;, diz a publicitária Mariane Maciel, da equipe da agência CO.R, criada nesses novos padrões pela profissional da área de planejamento Rita Almeida.</p>
<p>A CO.R não faz anúncios, eventos ou qualquer outra peça de comunicação tradicional. Desenvolve propostas a partir do cruzamento de informações levantadas em pesquisas e estudos do universo do cliente, sugerindo um caminho inovador.</p>
<p>A trilha escolhida por Rita para vender seu trabalho não difere da opção apresentada ao mercado por outras duas planejadoras com mais de 20 anos de estrada, Denise Bayeux e Cecília Novaes. Ao começarem a empresa Arte da Marca, resolveram oferecer projetos personalizados de pesquisa e arquitetura de marca. &#8220;Percebemos que havia demanda para interpretar o negócio do cliente e achar necessidades que pudessem inspirar suas campanhas de comunicação com o mercado&#8221;, diz Cecília.</p>
<p>Um exemplo que ela gosta de contar sobre a atividade de planejamento, que ganhou relevância dentro das agências há pouco mais de dez anos, é o trabalho do qual participou para tornar a marca de amaciante de roupas Mon Bijoux uma concorrente efetiva da líder Comfort.</p>
<p>&#8220;As pesquisas indicavam que os atributos de produto eram iguais entre ambos, mas o Comfort oferecia uma promessa de maciez que impregnou o inconsciente do consumidor&#8221;, lembra Cecília. &#8220;Durante o processo de avaliação, levantamos que o perfume era um canal inexplorado na categoria. Partimos então para uma campanha cujo jingle pegou: me aperta, me cheira, me chama de Mon Bijoux. A disputa das marcas se equilibrou, o que parecia impossível.&#8221;</p>
<p>Com o consumidor sendo bombardeado por propostas em diferentes meios e que se renovam em um ritmo acelerado, surgiu uma nova demanda para os profissionais que se dedicam à gestão de marcas. &#8220;É preciso construir uma estratégia, mas logo em seguida atualizá-la, reformá-la e, às vezes, desconstruí-la para inovar em seguida. Para falar a verdade, todo mundo ainda está aprendendo a operar assim&#8221;, diz Mariane, da CO.R.</p>
<p>A dona da empresa Rita, que passou por agências renomadas como AlmapBBDO, Loducca e Talent, enxergou a oportunidade de negócio e, em dois anos de existência, a CO.R já realizou 60 projetos. &#8220;A proposta é partir do zero para poder renovar os conceitos existentes e a forma com que a empresa se relacionar com os seus consumidores&#8221;, diz Rita.</p>
<p>Foi assim que surgiram projetos como, por exemplo, achar a melhor forma de processar a transição da marca de telefonia BrT para a Oi, nas regiões Sul e Centro-Oeste. Depois de dois meses viajando pelas áreas onde a mudança de marca se daria, a CO.R levantou os valores que precisariam ser mantidos, assim como detectou as cinco cidades que, pela forte influência que exercem, poderiam abrir as portas de toda a região para a marca Oi, que comprou a BrT.</p>
<p><strong>FRASES</strong></p>
<p><strong>Rita Almeida</strong><br />
Dona da CO.R</p>
<p>&#8220;A proposta é partir do zero para poder renovar os conceitos existentes e a forma com que a empresa se relaciona com seus consumidores&#8221;</p>
<p><strong>Cecília Almeida</strong><br />
Sócia da Arte da Marca</p>
<p>&#8220;Percebemos que havia demanda para interpretar o negócio do cliente e achar necessidades que pudessem inspirar suas campanhas de comunicação&#8221;</p></div>
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		<title>56ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[ AlmapBBDO e DM9DDB lideram inscrições
Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP
As agências brasileiras que mais inscreveram peças nas disputas da 56ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que acontece entre 20 e 27 de junho na costa francesa, foram AlmapBBDO e DM9DDB, com 155 trabalhos cada uma. Elas se inspiraram na boa safra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4"><strong>AlmapBBDO e DM9DDB lideram inscrições</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP</p>
<p>As agências brasileiras que mais inscreveram peças nas disputas da 56ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que acontece entre 20 e 27 de junho na costa francesa, foram AlmapBBDO e DM9DDB, com 155 trabalhos cada uma. Elas se inspiraram na boa safra de prêmios em outros eventos do meio publicitário, que antecedem Cannes &#8211; o maior e mais badalado festival do gênero -, e não arrefeceram o ânimo mesmo com a crise global, garantindo suas habituais participações.</p>
<p>O acompanhamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo a partir de 2001, desde que assumiu a representação oficial do Festival no Brasil, mostra ainda a permanência do País entre os três maiores participantes, atrás apenas dos EUA e da Alemanha. Nesse mesmo período, a Índia cresceu em presença e agora já surge em quinto lugar no total de inscrições. Fora isso, entre os dez mais estão Inglaterra, Espanha, Canadá, Austrália, França e Japão.</p>
<p>Do Brasil, há 150 empresas na competição. Como ocorreu com outros países, aqui também houve queda do total de peças inscritas em função da retração econômica. Foram 1.519 trabalhos, 38% menos do que em 2008. Serão 11 júris selecionando o que melhor se produziu em comunicação no último ano.</p>
<p>Este ano, três anunciantes se inscreveram diretamente na organização do festival. O Sport Club Corinthians Paulista que concorre com um trabalho na categoria que escolhe as melhores ações promocionais. A Secretaria de Relações Públicas do Senado Federal e a TV Globo inscreveram ações em uma categoria nova que julgará trabalhos de comunicação corporativa ou Relações Públicas. O Brasil surpreende e lidera em âmbito mundial a categoria Design, com 15% dos trabalhos concorrentes.</p>
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		<title>Cerveja busca nova publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 18:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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Empresas admitem que fórmula atual está se esgotando e público não diferencia marcas

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Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP
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Se no Brasil foi a indústria de eletrodomésticos que criou um bordão publicitário capaz de se perpetuar no repertório nacional, com o &#8220;não é assim uma Brastemp&#8221;, nos EUA foi a indústria cervejeira que conseguiu esse feito. Por [...]]]></description>
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</h3>
<p><font size="4"><strong>Empresas admitem que fórmula atual está se esgotando e público não diferencia marcas</strong></font></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
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<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Se no Brasil foi a indústria de eletrodomésticos que criou um bordão publicitário capaz de se perpetuar no repertório nacional, com o &#8220;não é assim uma Brastemp&#8221;, nos EUA foi a indústria cervejeira que conseguiu esse feito. Por lá, a expressão &#8220;wassup&#8221; (algo como &#8220;o que há de novo?&#8221;) consagrou a propaganda da marca Budweiser e acabou sendo usada, como paródia, até mesmo na campanha de Barack Obama à presidência.</p>
<p>Embora o mercado cervejeiro nacional seja robusto o suficiente para gerar ícones de comunicação, os próprios fabricantes assumem que há uma certa padronização nos anúncios. As companhias têm até pesquisas mostrando isso, mas preferem não falar sobre elas.</p>
<p>&#8220;A fórmula básica do anúncio de cerveja oscila entre um clima de malandragem e uma bela bunda&#8221;, ironiza Adilson Xavier, presidente da agência de publicidade Giovanni+DraftFCB.</p>
<p>Essa tendência gerou uma receita básica que acaba por confundir o público, como apontam as pesquisas feitas para avaliar a eficiência dos comerciais &#8211; o consumidor identifica que é cerveja pelas condições gerais, mas não difere mais uma marca da outra. Esse resultado, na opinião de Xavier, vem da própria ditadura dos indicadores surgidos nas pesquisas de avaliação dos comerciais.</p>
<p>O publicitário explica que esses indicadores mostram que o universo dos cervejeiros é formado por homens que se juntam para falar de mulher. &#8220;Isso levou a padrões de comportamento que acabam por dar um toque de mesmice aos anúncios&#8221;, diz. &#8220;No exterior, as campanhas de cerveja recorrem ao humor de maneira inteligente.&#8221;</p>
<p>Há, porém, elementos que justificam a diferença de comportamento dos mercados nacional e estrangeiro. Um deles é o fato de que, no exterior, há uma ampla variedade de tipos de cerveja e preços. Aqui, a expansão do mercado é recente no setor, que sempre foi dominado pela cerveja do tipo pilsen.</p>
<p>As propagandas das marcas premium, que vêm ampliando seu mercado nos últimos cinco anos, ocupam principalmente as páginas de revistas e jornais. &#8220;São veículos que atingem uma audiência mais qualificada&#8221;, justifica Marcel Sacco, diretor de marketing do Grupo Schincariol, dono da popular NovaSchin, mas também das premium Devassa, Eisenbahn e Baden Baden.</p>
<p>A acirrada competição pelo bebedor padrão de cerveja igualou a comunicação e a líder AmBev &#8211; dona das marcas Skol, Brahma e Antarctica -, está incomodada com o nivelamento, admitem seus executivos nos bastidores. &#8220;Não é mais estratégia essencial concentrar a comunicação dos produtos em comerciais na TV aberta&#8221;, diz a diretora de inteligência de mercado da AmBev, Paula Lindenberg. &#8220;Cada vez mais buscamos aplicar recursos em pontos de conexão com o consumidor.&#8221;</p>
<p>Ricardo Morici, diretor de marketing da Femsa, dona das marcas Kaiser, Sol e Xingu, diz que, se a propaganda estava muito parecida aos olhos dos consumidores, já há um claro movimento para mudá-la. &#8220;A eficiência da comunicação está em causar impacto e todos estamos atrás disso&#8221;, diz.</p>
<p>Os executivos das cervejarias defendem que suas campanhas em cartaz ainda funcionam &#8211; é sempre a do concorrente que não vai muito bem. Mas nenhum abre os resultado das avaliações de percepção da eficiência publicitária. Luiz Pegorin, responsável por pesquisas desse tipo no instituto Ipsos, explica que o comercial funciona quando indica capacidade de se sobressair em meio aos outros e de ser lembrado pelo público.</p>
<p><strong>FRASES</p>
<p>Adilson Xavier</strong><br />
Presidente da Giovani+DraftFCB</p>
<p>&#8220;No exterior, as campanhas de cerveja apelam para outros valores e recorrem ao humor de maneira inteligente&#8221;</p>
<p><strong>Paula Lindenberg</strong><br />
Diretora da AmBev</p>
<p>&#8220;Não é mais estratégia essencial concentrar a comunicação dos produtos na TV aberta&#8221;</p></div>
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		<title>Agências Fischer e Fala! se unem</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[ Fusão faz parte da reestruturação do grupo Totalcom
Marili Ribeiro, O Estado SP
As agências de propaganda Fischer América e Fala!, ambas do grupo Totalcom, comandado por Eduardo Fischer, vão unir suas operações. A fusão faz parte de um processo de reestruturação da Totalcom, que busca integrar cada vez mais suas atividades. &#8220;O mercado publicitário global [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Fusão faz parte da reestruturação do grupo Totalcom</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marili Ribeiro, O Estado SP</p>
<p>As agências de propaganda Fischer América e Fala!, ambas do grupo Totalcom, comandado por Eduardo Fischer, vão unir suas operações. A fusão faz parte de um processo de reestruturação da Totalcom, que busca integrar cada vez mais suas atividades. &#8220;O mercado publicitário global está buscando modelos de integração há tempos&#8221;, diz Fischer. &#8220;A atual crise mundial só agravou a necessidade de se encontrar um novo modelo de negócios para o segmento.&#8221;</p>
<p>Segundo Fischer, três fatores impulsionaram sua empresa a romper com o modelo vigente de holding de comunicação que abriga várias agências prestadoras de serviço: a queda da rentabilidade das agências nos últimos tempos; o crescimento da mídia online, que revolucionou a forma de as empresas enviarem mensagens publicitárias; e a crise econômica, que reduz verbas e obriga os profissionais do meio a se posicionarem como consultores estratégicos, capazes de oferecer mais do que uma boa ideia para uma campanha.</p>
<p>Com a fusão, a nova agência FischerAmérica + Fala! já se posiciona, pela soma de seus faturamentos brutos em 2008, entre as dez maiores agências do País. Assume a 8ª posição, com faturamento anual de R$ 1, 138 bilhão, segundo dados do Ibope Monitor. Ao se tornarem uma única agência, porém, Fischer e Fala! deixam de competir por verbas conflitantes de anunciantes concorrentes. Não poderá atender, por exemplo, dois fabricantes de automóveis ao mesmo tempo. Para não perder receita, o grupo pretende ampliar e aprofundar os serviços oferecidos a cada um dos clientes.</p>
<p>A Fala!, dedicada principalmente ao varejo, por conta da experiência de seu fundador, Allan Barros -que trabalhou vários anos nas Casas Bahia-, vem mantendo crescimento constante desde sua criação, há três anos. Seu sucesso tornou-a cobiçada no mercado e, há pouco mais de um ano, a Totalcom comprou 60% das ações. Agora, Barros assume a posição de copresidente comercial da nova agência e segue na condição de sócio. A presidência da nova agência fica com Antônio Fadiga, que já comandava a Fischer e é também sócio da Totalcom.</p>
<p>O varejo, aliás, é a saída para o atual cenário de crise, acredita Fischer. Os anúncios institucionais vão ceder espaço para as ações. &#8220;Na hora da crise, todo mundo quer essa inteligência comercial capaz de ativar vendas, e estamos nos preparando para oferecer isso com um diferencial que o mercado não tem.&#8221;<br />
<strong><br />
MUDANÇA</strong></p>
<p>A reestruturação da Totalcom dividiu a empresa em quatro plataformas de atuação, com, por exemplo, uma área voltada para prestação de serviços de marketing promocional, incentivo e eventos, entre outros, assim como também prevê a criação de uma área voltada para o desenvolvimento de projetos de conteúdo.</p>
<p>Para Fischer, no entanto, essas plataformas de atuação devem se transformar, com o tempo, em uma só, com a total integração das atividades.</p>
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