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	<title>Blog do Favre &#187; Aids</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Droga para aids vai tratar hepatite</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ministério afirma que acordo entre farmacêuticas atrasou ampliação dos usos aprovados do medicamento

Lígia Formenti, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP


// 

O Diário Oficial da União vai estampar na sua edição de amanhã o desfecho de mais uma queda de braço entre governo e indústria farmacêutica. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publica uma autorização para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<p><strong>Ministério afirma que acordo entre farmacêuticas atrasou ampliação dos usos aprovados do medicamento</strong></div>
<div>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Lígia Formenti, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</span></h2>
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</span></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<div style="text-align: center;"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091026/img/7.1.imagem_aids.jpg" alt="" /></div>
<p>O Diário Oficial da União vai estampar na sua edição de amanhã o desfecho de mais uma queda de braço entre governo e indústria farmacêutica. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publica uma autorização para que o medicamento Tenofovir, atualmente usado para aids, seja indicado também para portadores de hepatite B. A medida é resultado de uma ação inédita, adotada pelo Ministério da Saúde. Diante da demora da empresa fabricante, a Gilead, em pedir a autorização para uso do remédio no tratamento da hepatite, o próprio ministério decidiu fazer a solicitação à agência.</p>
<p>&#8220;A hipótese mais provável é a de que havia um acordo entre empresas, dividindo o mercado brasileiro&#8221;, afirma o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, sobre a resistência da fabricante. Nesse trato, a Gilead, multinacional de origem americana, não entraria no mercado de tratamento de hepatites no Brasil, deixando espaço para outras fabricantes. Com a iniciativa do ministério, o possível acerto foi minado.</p>
<p>Além do Tenofovir, o governo tinha como escolha adotar uma outra droga, o Adefovir, produzido pela multinacional GSK. Mas há pontos desfavoráveis. &#8220;Além do problema de preço, há um risco maior de pacientes desenvolverem resistência ao medicamento&#8221;, conta a coordenadora do Programa Nacional de DST-Aids, Mariangela Simão, que liderou a organização de um novo protocolo de tratamento para hepatite B. O protocolo procura trazer uma padronização da terapia.</p>
<p>Pelas novas diretrizes, o Tenofovir seria usado como primeira opção de tratamento para portadores de hepatite B. A previsão é a de que, no primeiro ano, 2,5 mil pessoas recebam indicação para o remédio.</p>
<p>O Adefovir continuaria a ser usado por pacientes que já iniciaram o tratamento com a droga &#8211; graças às decisões judiciais em ações movidas para obtenção do medicamento. Há ainda um terceiro remédio, o Entecavir, fabricado pela Bristol, laboratório americano, cuja indicação é mais restrita.</p>
<p>Mariangela Simão conta que sua equipe mostrou à empresa fabricante do Tenofovir o interesse em comprá-lo para tratar portadores hepatite B. &#8220;Mas a empresa não esboçou nenhum movimento para fazer o pedido de registro à Anvisa.&#8221; Tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos, a droga já é usada para tratamento de hepatite.</p>
<p>O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Melo, afirma que esta é a primeira vez que o próprio ministério requer a autorização do uso de um remédio para indicação diferente da que havia sido registrada.</p>
<p><strong>NOVA POLÍTICA<br />
</strong><br />
Desde setembro, a política para tratamento da hepatite B crônica &#8211; uma das maiores preocupações em saúde pública &#8211; mudou. A coordenação do trabalho agora é feita pelo Programa Nacional de DST-Aids, que passou a se chamar Departamento de DST-Aids e Hepatites Virais.</p>
<p>Depois de sete anos sem alteração, o ministério lança amanhã um novo protocolo para tratamento da forma crônica da hepatite B. O documento inclui quatro medicamentos para distribuição gratuita aos portadores da doença, entre eles o Tenofovir. A incorporação de novas drogas ao protocolo deve reduzir o número de ações judiciais de pacientes que reivindicam o fornecimento de remédios que não estão na lista de distribuição gratuita do governo.</p>
<p>Para o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Juvencio Furtado, há ainda uma lacuna: a inclusão de exames de carga viral para portadores de hepatite B crônica.</p>
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		<title>Pesquisadores americanos desenvolvem camisinha feminina em gel</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 23:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[BBC &#8211; Agencia Estado
Primeira versão do produto, finalizada em 2006, enfrentou problemas em testes na África.
Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma &#8220;camisinha molecular&#8221; para mulheres em forma de gel para proteger contra a infecção pelo vírus HIV, causador da Aids.
Segundo os cientistas que participam do projeto, a camisinha em gel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">BBC &#8211; Agencia Estado</p>
<p>Primeira versão do produto, finalizada em 2006, enfrentou problemas em testes na África.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma &#8220;camisinha molecular&#8221; para mulheres em forma de gel para proteger contra a infecção pelo vírus HIV, causador da Aids.</p>
<p>Segundo os cientistas que participam do projeto, a camisinha em gel seria aplicada na vagina antes da relação sexual.</p>
<p>Ao entrar em contato com o esperma, o gel liberaria uma substância anti-viral que atacaria o HIV e formaria uma rede que impediria a passagem do vírus.</p>
<p>Em um estudo publicado na revista científica Advanced Functional Materials, os cientistas testaram o material em células vaginais humanas e comprovaram que ele bloqueia a passagem das partículas de HIV.</p>
<p>A equipe de pesquisadores vem trabalhando no desenvolvimento da camisinha feminina em gel há vários anos.</p>
<p>Segundo Patrick Kiser, que coordena a pesquisa, o gel seria particularmente útil para os países africanos, onde o uso de preservativos tradicionais é relativamente baixo.<br />
<strong><br />
Primeira versão</strong></p>
<p>A equipe de pesquisadores havia desenvolvido em 2006 uma primeira versão do gel, que se transformava em uma capa gelatinosa ao entrar em contato com a pele e voltava ao estado líquido ao entrar em contato com o sêmen.</p>
<p>Porém o maior problema que encontraram para essa primeira versão era que na África, continente onde estão os países com os maiores índices de contaminação pelo HIV, as altas temperaturas impediam que o gel voltasse ao estado líquido.</p>
<p>Para corrigir isso, o que eles fizeram foi gerar um processo exatamente oposto: por meio de mudanças na composição química relacionadas ao PH (o índice de acidez ou alcalinidade) do esperma, o novo gel fica mais sólido em vez de mais líquido.</p>
<p>&#8220;Nossa pesquisa não põe ênfase no remédio, mas sim no veículo usado para transportá-lo&#8221;, afirma Kiser.</p>
<p>A equipe de cientistas estima que ainda serão necessários vários anos de testes para que o produto possa estar disponível para uso generalizado.</p>
<p><strong>Tendência</strong></p>
<p>O projeto da Universidade de Utah faz parte de uma tendência internacional de investigar e desenvolver sistemas de liberação de substâncias microbicidas como géis, anéis, esponjas e cremes para prevenir infecções pelo vírus da Aids ou por outras doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p>Esses sistemas são vistos como uma forma de que as mulheres tenham um maior poder de se proteger a si mesmas do HIV, particularmente em regiões onde o índice de contaminação seja alto, onde haja um grande número de estupros, onde os preservativos tradicionais sejam um tabu ou não estejam disponíveis ou onde os homens sejam reticentes a usá-los.</p>
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		<title>Será possível perdoá-lo?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 23:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Declarações de Bento XVI sobre a ineficácia do preservativo chocam os ativistas antiaids em Angola

&#160;
José Eduardo Agualusa* - O Estado de S.Paulo
&#160;


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- Como o papa Bento XVI fez questão de recordar, mal desembarcou em Luanda, na manhã de sexta-feira, 20 de março, Angola começou a ser cristianizada vai para 500 anos. O país alberga, pois, uma das mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><font size="5">Declarações de Bento XVI sobre a ineficácia do preservativo chocam os ativistas antiaids em Angola</font></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte"><strong>José Eduardo Agualusa* - O Estado de S.Paulo</strong></p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
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</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<p>- Como o papa Bento XVI fez questão de recordar, mal desembarcou em Luanda, na manhã de sexta-feira, 20 de março, Angola começou a ser cristianizada vai para 500 anos. O país alberga, pois, uma das mais antigas comunidades católicas da África ao sul do Sahara.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/papa%2835%29.jpg" width="554" height="377" /></div>
<div align="center"><em>Após começo problemático, o papa chamou a atenção para a pobreza no país</em></div>
<p>Ao longo destes cinco séculos a presença da Igreja Católica em Angola teve bons e maus momentos. A Igreja apoiou a escravatura e o tráfico negreiro, e acendeu as fogueiras da Inquisição. O caso mais notável terá sido o de d. Beatriz Kimpa Vita, a qual depois de visitada em sonhos por Santo Antônio, criou seu próprio culto. Foi queimada em 1706. O escritor angolano Henrique Abranches publicou um interessante romance sobre a vida e a morte de d. Beatriz: <em>Misericórdia para o Reino do Congo</em> (D. Quixote, Lisboa). A queima de feiticeiras transformou-se numa tradição que, desgraçadamente, continua a ser praticada nos nossos dias. Um dos episódios mais brutais, mais estranhos, mais difíceis de explicar, da longa guerra civil que Angola viveu, foi o da queima, numa cerimônia pública, de um grupo de mulheres, e uma criança, acusadas de feitiçaria, cerimônia esta promovida e presidida pelo falecido dirigente das forças de guerrilha, Jonas Savimbi. Mais uma vez a literatura guardou testemunho do episódio num romance assinado por José Sousa Jamba, ele próprio um antigo guerrilheiro da Unita: <em>Patriotas </em>(Publicações Cotovia, Lisboa).</p>
<p>Já no século 20 a Igreja Católica distinguiu-se positivamente no apoio ao ensino e às populações mais carentes. Não por acaso a única estátua de uma personalidade portuguesa que não foi apeada nem vandalizada em Luanda, após a independência, é a que representa monsenhor Alves da Cunha, fundador do primeiro estabelecimento de ensino médio na capital angolana e inimigo acérrimo de todas as formas de escravatura que no início do século passado ainda sobreviviam no território.</p>
<p>Não surpreende que entre os fundadores do moderno movimento nacionalista angolano estivessem homens da Igreja. O primeiro levantamento armado contra o regime colonial, a 4 de Fevereiro de 1961 &#8211; operação quixotesca destinada a libertar um grupo de nacionalistas detidos em Luanda -, foi pensado e preparado por um angolano de pele clara, o cônego Manuel das Neves, personagem que o MPLA, partido no poder em Angola, ignorou durante todos os anos em que defendeu posições marxistas. Joaquim Pinto de Andrade, primeiro presidente do MPLA &#8211; preso após a independência por se opor à liderança de Agostinho Neto &#8211; também vestiu batina.</p>
<p>Durante os anos da guerra muitos intelectuais ligados a correntes pacifistas, e a grupos da oposição não belicista, acusaram a Igreja Católica, e os seus principais responsáveis em Angola, de não terem querido ou sabido utilizar todo seu poder &#8211; que era então imenso &#8211; para aproximar as partes desavindas. É difícil não concordar com eles. A Igreja Católica pecou por omissão, por covardia, não obstante a coragem com que muitos padres e freiras se esforçaram por socorrer as vítimas.</p>
<p>Nos últimos anos a Igreja Católica vem perdendo crentes para uma constelação de cultos evangélicos, alguns deles de matriz brasileira. Esta deserção em massa aflige a hierarquia da Igreja e explica, ao menos em parte, o fato de Angola ter sido um dos dois países africanos escolhidos por Bento XVI para sua primeira visita ao continente. Infelizmente, a visita não começou bem. As declarações do papa sobre a utilização da camisinha &#8211; segundo o Sumo Pontífice, não só não previne como contribui para a propagação da pandemia!- chocaram os responsáveis pelas campanhas de combate ao vírus da aids.</p>
<p>A prolongada guerra civil, ao dificultar a entrada de pessoas infectadas com o vírus da aids provenientes dos países vizinhos, explica o número relativamente baixo de angolanos atingidos pela doença. Sete anos após a morte de Jonas Savimbi e do final da guerra civil, porém, esse número vem crescendo de forma alarmante, em particular nas povoações de fronteira. Convém recordar que em países como Botsuana, ao sul de Angola, mais de metade da população está infectada. À luz desses números, as declarações de Bento XVI parecem ainda mais insensatas, senão mesmo criminosas. Acrescente-se que na maioria dos países africanos, incluindo Angola, existe uma grande resistência à utilização da camisinha. Nos meios rurais persiste a convicção de que a mulher tem o dever de partilhar o destino do seu marido &#8211; morrendo com ele.</p>
<p>Para os mais otimistas, as infelizes declarações do papa Bento XVI sobre a utilização da camisinha serviram ao menos para chamar a atenção do mundo no que diz respeito ao imenso drama que a África vive. Merece realce, por outro lado, o discurso de bento XVI no palácio presidencial, após uma audiência privada com José Eduardo dos Santos. O Sumo Pontífice atacou a corrupção e a extrema desigualdade social: &#8220;Não nos podemos esquecer que há tantos pobres em Angola que reclamam o respeito pelos seus direitos. Não nos podemos esquecer dos que vivem abaixo do limiar da pobreza. Não os desiludam. Angola deve partilhar as suas riquezas materiais e espirituais em benefício de todos&#8221;. Recorde-se que dois terços dos angolanos vivem com menos de US$ 2 por dia, num país com apenas 16 milhões de habitantes, e que é o maior produtor de petróleo da África negra, e o terceiro maior produtor de diamantes do mundo. Diante do papa, manifestando certo desconforto, perfilavam-se algumas das maiores fortunas do país.</p>
<p><em>*Escritor angolano autor de sete romances, entre os quais </em>O Vendedor de Passados, Manual Prático de Levitação<em> (Gryphus) e </em>As Mulheres do meu Pai<em> (Língua Geral)</em></p>
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		<title>Integrismo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 O Globo


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/integrismo/10216/" rel="attachment wp-att-10216" title="papa_preservativos.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center" align="justify"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/integrismo/10216/" rel="attachment wp-att-10216" title="papa_preservativos.jpg"><img src="http://www.fundamig.org.br/2008/arquivos/image/aids.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.fundamig.org.br/2008/arquivos/image/aids.jpg" width="101" align="left" height="84" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/integrismo/10216/" rel="attachment wp-att-10216" title="papa_preservativos.jpg"> </a><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/papa_preservativos.jpg" alt="papa_preservativos.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"> <strong>O Globo</strong></div>
<div style="text-align: center"></div>
<div style="text-align: center"></div>
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		<title>Comentários do papa sobre camisinha são &#8216;ameaça&#8217;, diz França</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 21:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Na África, Bento 16 disse que uso de preservativos pode prejudicar no combate à Aids.

&#8220;A camisinha é a vida&#8221; cartaz na frente da igreja do Sacré-Cœur em Paris &#8211; França
BBC Brasil
 &#8211; A França condenou nesta quarta-feira as declarações do papa Bento 16 rejeitando o uso de preservativos na luta contra a Aids, qualificando-as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="5"><strong>Na África, Bento 16 disse que uso de preservativos pode prejudicar no combate à Aids.</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.hns-info.net/local/cache-vignettes/L500xH335/aup-pape-capote-vie-montmartre-20080913-11565-fde6e.jpg" alt="http://www.hns-info.net/local/cache-vignettes/L500xH335/aup-pape-capote-vie-montmartre-20080913-11565-fde6e.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"><em><strong>&#8220;A camisinha é a vida&#8221;</strong> cartaz na frente da igreja do Sacré-Cœur em Paris &#8211; França</em></div>
<p style="background-color: #ffff99">BBC Brasil</p>
<p> &#8211; A França condenou nesta quarta-feira as declarações do papa Bento 16 rejeitando o uso de preservativos na luta contra a Aids, qualificando-as como &#8220;uma ameaça&#8221;.</p>
<p>&#8220;Enquanto não cabe a nós julgar a doutrina da Igreja, consideramos que tais comentários são uma ameaça às políticas de saúde pública e a obrigação de proteger a vida humana&#8221;, disse o porta-voz do ministro das Relações Exteriores francês, Eric Chevalier.</p>
<p>O papa Bento 16 disse na terça-feira, em visita a Camarões, que o uso de preservativos pode agravar o problema da Aids.</p>
<p>Ele chamou a doença de &#8220;uma tragédia que não pode ser combatida apenas com dinheiro ou a distribuição de preservativos, os quais podem, inclusive, aumentar o problema.&#8221;</p>
<p>Leia mais na BBC Brasil: Papa rejeita preservativos como solução para a Aids na África</p>
<p>A solução, segundo Bento 16, se encontra &#8220;em um despertar espiritual e humano&#8221; e &#8220;amizade com os que sofrem&#8221;.</p>
<p>O pontífice defende a fidelidade e a abstinência como formas de combater a doença.</p>
<p>No entanto, as declarações causaram espanto em alguns ativistas que dizem que o uso de preservativos é um dos únicos métodos comprovadamente eficazes de combate à doença.</p>
<p>&#8220;A oposição dele aos preservativos indica que dogmas religiosos são mais importantes para ele do que as vidas dos africanos&#8221;, afirma Rebecca Hodes, da ONG sul-africana de combate à Aids Treatment Action Campaign.</p>
<p>Se calcula que cerca de 22 milhões de pessoas são infectadas com o vírus do HIV na África ao sul do Deserto do Saara, segundo dados da ONU de 2007.</p>
<p>O total representa dois terços de todos os infectados do mundo.</p>
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		<item>
		<title>Porque Obama deveria apostar no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 20:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Robert Amsterdam
The Huffington Post
Why Obama Should Bet on Brazil
Despite the well worn campaign slogan, so far Washington&#8217;s new foreign policy under President Barack Obama and Secretary of State Hillary Clinton seems to embody a blend of both continuity and change, depending on the situation. By and large we have seen a reactionary series of policies, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry_body_text"> <img src="http://www.huffingtonpost.com/contributors/robert-amsterdam/headshot.jpg" alt="http://www.huffingtonpost.com/contributors/robert-amsterdam/headshot.jpg" align="left" /></p>
<h2><a href="http://www.huffingtonpost.com/robert-amsterdam">Robert Amsterdam<br />
</a><a href="http://www.huffingtonpost.com/robert-amsterdam">The Huffington Post</a></h2>
<h1><a href="http://www.huffingtonpost.com/robert-amsterdam/why-obama-should-bet-on-b_b_174693.html" title="Permalink" id="title_permalink">Why Obama Should Bet on Brazil</a></h1>
<p>Despite the well worn campaign slogan, so far Washington&#8217;s new foreign policy under President Barack Obama and Secretary of State Hillary Clinton seems to embody a blend of both continuity and change, depending on the situation. By and large we have seen a reactionary series of policies, as the new president has been thrust into a game with the cards already dealt. However, with the visit to Washington on Saturday March 14 of Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva &#8212; the first Latin American head of state to be received by Obama at the White House &#8212; a fresh hand is being dealt, giving the president a chance to define his administration and mark a clear departure from the policies of the past.</p>
<p>For years Latin America has been waiting for its day in the sun as a privileged partner of the United States; to be treated fairly, with respect, and joined in action toward the fulfillment of mutual goals for the Western Hemisphere. With the visit of Brazil, now graduated to the status of a true regional and global power, the administration should seek to support and enhance its role of responsibility, proving to the skeptics that we don&#8217;t need or want a unipolar hemisphere, but rather a multi-lateral and institutional framework for stable and prosperous relations.</p>
<p>There are many compelling reasons for Obama to seek a close relationship with Brazil and establish a new partnership, one that would bring immediate benefits to both parties (while carrying very low risk and political costs). Despite being diplomatically stretched thin by Mideast conflicts, Brazil is a sure bet that Obama should not pass up.</p>
<p>The first reward of a new partnership with Brazil would be felt in terms of regional security. This South American nation of 196 million citizens is enjoying the benefits of four consecutive successful democratic governments, making it one of the top BRIC economies with a decade of growth and strong forecasts for the future, despite suffering the current woes of the crisis along with everyone else. The economic growth has been matched by proactive diplomacy, as Brazil has grown into a much stronger regional leadership role over the past 10 years.</p>
<p>In terms of military and defense matters, they are an essential player, having just overseen the historic first meeting of the NATO-like South American Defense Council of UNASUR (Union of South American Nations). When incidents arise between Latin American countries, such as the recent Colombia-Ecuador conflict, it is Brasilia, not Washington or the OAS, that is called in first as the trusted mediator.</p>
<p>The second imperative for Obama to give the Brazilians a red carpet welcome is economic. Amid the uncertain breakdown of global financial institutions, where governments find themselves learning how to be bankers, Brazil is ironically ahead of the curve. As noted by a recent article in the <em>Economist</em>, analysts such as Goldman Sachs have praised Brazil&#8217;s state involvement in the banking sector, which combined with lower public sector debt and responsible fiscal policy has prepared the country for a better survival than most. Mohamed El-Erian, chief executive at Pimco, has even been quoted by Reuters as saying that China and Brazil offer better stock investments for the future than the United States: &#8220;The case for optimism comes from the fact that these countries entered today&#8217;s global crisis with better initial conditions.&#8221;</p>
<p>In terms of trade, the partnership is a natural fit with room to grow. The United States imports the most from Brazil and exports the most (about 15.7% and 16.1% respectively for 2007). Furthermore, if the Obama administration has any hopes of beating back a worldwide return to protectionism, Brazil&#8217;s cooperation is essential. According to a new report from the Inter-American Dialogue, Brazil is now one of the most influential participants in the Doha talks and shares many U.S. objectives: &#8220;By eliminating critical stumbling blocks that have frustrated regional negotiations, a breakthrough in Doha on agriculture could facilitate U.S.-Brazilian bilateral trade discussions and perhaps set the stage for reviving hemispheric trade talks.&#8221;</p>
<p>Energy and climate cooperation could also revolutionize the U.S.-Brazil relationship, however I am not confident that the Obama administration has the political will at this juncture to recognize that Brazil is the solution to energy independence &#8212; at the cost of cutting tariffs and U.S. farm subsidies for ethanol. It is notable that Brazil is in the position of lecturing the United States on protectionism, and it would be a helpful first step for Obama to show that he is listening.</p>
<p>Nevertheless, if the security, economic, and trade benefits of this relationship were not motivation enough, there is also the fact that Lula is ideally positioned to help Obama handle the most challenging and dangerous threat to the hemisphere: President Hugo Chavez of Venezuela. After more than a decade in power and several constitutional revisions to consolidate power and weaken democratic and legal institutions, developments in Venezuela are rapidly worsening. Private property seizures are accelerating (not just oil, but food companies), crackdowns against the opposition and media are intensifying, the state increasingly tolerates violent attacks against the student movements and the Jewish community, and President Chavez is holding a growing number of political prisoners beyond the reach of law (disclosure: I represent one such political prisoner, Eligio Cedeño).</p>
<p>We need to understand that Chavez is neither a dictator nor a model democrat, and any effort to improve the situation cannot be carried out alone. As Chavez has already empowered Lula to serve as an interlocutor to Washington, Brazil has the opportunity to become the most effective and pragmatic voice to speak to the Chavez government, helping to reign in the more destructive trends, if not subtly assisting the U.S. effort to isolate the world&#8217;s foremost petrocrat (though friendly with Chavez, the Brazilians aren&#8217;t thrilled about $6 billion in Russian arms coming into the region). Dealing with the regional problems presented by Venezuela is not about punishing Chavez or causing collateral damage to its citizens, but rather seeking engagement with Bolivia, opening the door to the new government in Cuba, and encouraging economic initiatives from Central America to the Andes. If Washington is able to run from the same playbook as Brasilia, Chavez will have a much more difficult time dismissing these efforts to promote stability and democracy as a malicious neoliberal agenda.</p>
<p>Lastly, there is an important synergy to the social context and visionary ambition of these two presidents. When Lula first became president in 2003, there were wild accusations and pessimistic predictions of the damage his &#8220;socialist&#8221; leanings would bring to the economy, a tone of criticism that is mimicked in the United States today.</p>
<p>For what it is worth, like Obama, Lula has risen to the country&#8217;s highest office from very humble origins, riding a narrative of hope, possibility, and the sudden sense of enfranchisement of politically excluded groups. Overcoming the odds to reach the presidency, both Lula and Obama have sought to conquer fears of radicalism with measured pragmatism. Lula has successfully surrounded himself with capable advisors able to maintain good relations with countries as different as Venezuela and the United States, such as Minister of Strategic Affairs, Roberto Mangabeira Unger, who upon observing Chavez&#8217;s attempt to use Moscow as a lever against the United States, told the New York Times &#8220;Unlike other South American countries we don&#8217;t go around buying things, and we are not interested in some kind of balance-of-power politics to contain the United States.&#8221;</p>
<p>So far the Brazilian strategic approach has been successful and constructive, and one that the United States should want to see replicated across the region. Among the young democracies of Latin America and beyond, two alternatives are currently on offer &#8212; the traditional, lackluster offer from the United States, and the alternative coalition led by authoritarian petroleum exporters (Russia, Venezuela, Iran, and others), united mainly by anti-Americanism, and vaguely pursuing some form of non-institutional multilateralism. It should be no surprise that the latter is winning over many converts, especially in light of the fact that Venezuela is pouring three times the amount of aid into the region than the United States, whose paltry contributions to humanitarian projects outside of the war on drugs is negligible.</p>
<p>The time is now for Obama to launch a new partnership with Latin America&#8217;s biggest and best democracy, and for once in history make the region a top priority for U.S. foreign policy. Unlike dealing with Moscow over Iran or meting out carrots and sticks in the Mid-East, with Brazil efforts are much more likely to be met with a serious and genuine response to achieve progress. It is certainly a bet worth taking.</p></div>
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		<title>Na França, publicidade fala ao coração</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 19:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Interessante artigo do New York Times, suplemento publicado pela Folha, sobre a publicidade na França. Fora o fato de ignorar que a decisão de Sarkozy de proibir publicidade noturna nos canais de TV pública visa a reforçar o caixa da TV privada que o apoia, o resto permite uma reflexão sobre o tema da particularidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Interessante artigo do <strong>New York Times</strong>, suplemento publicado pela<strong> Folha</strong>, sobre a publicidade na França. Fora o fato de ignorar que a decisão de Sarkozy de proibir publicidade noturna nos canais de TV pública visa a reforçar o caixa da TV privada que o apoia, o resto permite uma reflexão sobre o tema da particularidade francesa. LF</em></p>
<p><strong><font size="+1" color="#000080">ARTE E ENSAIO</font></strong></p>
<p><font size="5"><strong><br />
</strong></font></p>
<p><strong>PARIS </strong>- O comercial em preto e branco de 1968 ainda é famoso na França: um jovem de pijama senta-se na cama, gritando &#8220;Boursin!&#8221; repetidas vezes, e corre para sua cozinha para devorar o queijo.<br />
Recentemente os parisienses têm se reunido numa galeria do Musée des Arts Décoratifs para assistir àquele anúncio de tempos passados, juntamente com muitos outros feitos na França desde o final dos anos 1960. A mostra &#8220;40 Anos de Anúncios na TV&#8221; inclui dezenas de comerciais sexies de lingerie Dim, dirigidos por William Klein, Luc Besson, Tony Scott e Hal Hartley, entre outros.<br />
A exposição acontece num momento curioso, quando vários grandes anunciantes na TV acabam de ter seus comerciais tirados do ar subitamente. Ostensivamente para melhorar a programação, o presidente Nicolas Sarkozy proibiu a veiculação de comerciais em quatro grandes canais de TV no horário nobre noturno. A medida será estendida a duas outras emissoras.<br />
Isso ainda deixa os franceses com dezenas de canais nos quais podem ver, por exemplo, a extravagância digital criada por Bruno Aveillan para o perfume XS da Paco Rabanne, na qual um casal nu copula languidamente em pleno ar.<br />
A atitude libertária dominante na França também explica o anúncio de serviço público sobre a Aids -uma animação alegre mostrando sexo gay explícito que se desenrola ao som da canção &#8220;Sugar Baby Love&#8221;.<br />
Está claro que os comerciais franceses revelam a cultura francesa, tanto quanto a literatura ou a música. Fortes em sensualidade, estilo e poesia, são notavelmente fracos em matéria de informações e quase alérgicos aos detalhes nus e crus do comércio. Na França, é proibido denegrir seus concorrentes num anúncio de televisão ou (salvo em casos excepcionais) recomendar aos espectadores que liguem para um número determinado para comprar um produto. As táticas de venda direta, que constituem a norma nos EUA, não são aceitáveis na França.<br />
&#8220;É porque sempre tivemos uma relação nada saudável com o dinheiro&#8221;, explicou Jacques Séguéla, executivo criativo da segunda maior agência de publicidade do país, a Havas. &#8220;Para nós, dinheiro implica em corrupção. E como nos consideramos os inventores da liberdade -não importa que isso não seja verdade-, ainda vemos a publicidade como uma espécie de manipulação. Isso explica por que a publicidade na TV começou tão tarde neste país -basicamente, porque a oposição de esquerda a via como algo que corrompe a alma.&#8221;<br />
É verdade que a França demorou a começar a veicular comerciais na TV. Anos depois de EUA, Reino Unido, Itália e outros países estarem convertendo em uma nova forma de arte os spots de 30 segundos de propaganda de detergentes e pastas de dentes, a França ainda proibia a veiculação de anúncios privados. Foi apenas em 1968, passando por cima da oposição forte das empresas de jornais e da esquerda política, que o governo finalmente autorizou a veiculação de dois minutos diários de comerciais numa única emissora de televisão (naquela época, todas as emissoras francesas eram públicas).<br />
Foi sem dúvida em parte para aproveitar a histórica ambivalência francesa em relação aos comerciais de TV que Sarkozy reverteu a política dos últimos 40 anos e proibiu a veiculação de anúncios nas emissoras públicas francesas no horário noturno. A iniciativa foi um grande golpe de relações públicas para o presidente.<br />
Isso não significa que os franceses não gostem de comerciais.<br />
A década de 1980 foi a era de ouro da publicidade francesa, disse Amélie Gastaut, curadora da exposição no Musée des Arts Décoratifs. Diretores como Jean-Paul Goude, Gérard Pirès e Étienne Chatiliez fizeram anúncios elegantes e inteligentes para a Peugeot, os jeans Cooper e a fabricante francesa de calçados de baixo preço Eram. Sucedeu-se a eles uma geração criada à base de animação digital, que foi quem introduziu a era atual de efeitos fantasmagóricos e sofisticados.<br />
Séguéla disse que os comerciais americanos vão da cabeça à carteira; os britânicos, da cabeça para o coração; e os franceses, do coração para a cabeça. Isso explica por que, num clássico comercial francês da emissora paga Canal Plus, um homem descreve um filme sobre pinguins imperadores na Antártida a uma mulher que visualiza centenas de Napoleões deslizando pelo gelo.<br />
&#8220;Enfatizamos o sexo e o humor inteligente em nossos anúncios porque essa é nossa cultura&#8221;, disse Stéphane Martin, diretor do sindicato francês de publicidade na TV. &#8220;A publicidade dá a seu público uma visão idealizada. E é assim (com sexo e humor inteligente) que gostamos de pensar que somos.&#8221;</p>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="500" height="405"><param name="width" value="500" /><param name="height" value="405" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DVDjXO_irbo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/DVDjXO_irbo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></embed></object></div>
<p>AIDES &#8211; Sugar Baby Love<br />
Agência: TBWA, Paris<br />
Música: The Rubettes &#8211; Sugar Baby Love<br />
Esse cormercial foi criado para a organização AIDES, dedicada, prevenção de doenças.&#8221;A vida ? longa o suficiente para encontrar a pessoa certa. Proteja-se.&#8221;</p>
<p>A primeira animação (AIDS Awareness &#8211; &#8220;AIDES&#8221;) foi feita em 2005 e a outra (Gay AIDS Awareness), em 2006</p>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="500" height="405"><param name="width" value="500" /><param name="height" value="405" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/z0IzdnCypMw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/z0IzdnCypMw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></embed></object></div>
<div align="center">DIM</div>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="500" height="405"><param name="width" value="500" /><param name="height" value="405" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2uw2bIylSGE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/2uw2bIylSGE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></embed></object></div>
<div align="center">DIM</div>
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		<title>“Bom de cama é quem usa camisinha”</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/aids-triplicou-entre-mulheres-acima-dos-50-nos-ultimos-10-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 21:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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		<description><![CDATA[Casos de Aids entre mulheres com mais de 50 anos triplicam. 
Governo faz campanha no carnaval com o lema &#8220;bom de cama é quem usa camisinha&#8221;
Portal O Globo
RIO &#8211; Às vésperas do carnaval, o Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira uma nova campanha de combate à Aids que terá como foco as mulheres acima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="5">Casos de Aids entre mulheres com mais de 50 anos triplicam. </font></strong></p>
<p><font size="5"><strong>Governo faz campanha no carnaval com o lema &#8220;bom de cama é quem usa camisinha&#8221;</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Portal O Globo</p>
<p><img src="http://www.paraibanews.com/v2008/wp-content/uploads/2008/01/aids.jpg" alt="aids.jpg" align="left" />RIO &#8211; Às vésperas do carnaval, o Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira uma nova campanha de combate à Aids que terá como foco as mulheres acima de 50 anos, que não costumam usar preservativos nem nas relações eventuais. A decisão de priorizar as mulheres nessa faixa etária se deve ao aumento da contaminação nesse grupo. Nos últimos dez anos, o número de mulheres com mais de 50 anos que contraiu a doença triplicou, de acordo com dados do governo. Além disso, segundo uma pesquisa do ministério, 72% das mulheres nesta faixa etária não usam camisinha nas relações com parceiros casuais.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><font size="5"><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">Os jovens já cresceram com essa preocupação de prevenção contra a Aids, enquanto as mulheres mais velhas não estão acostumadas</span><span class="fch">&#8220;</span></font></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- É quase uma questão cultural. Os jovens já cresceram com essa preocupação de prevenção contra a Aids, enquanto as mulheres mais velhas não estão acostumadas &#8211; disse a jornalistas o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao destacar que a maioria das mulheres infectadas tem relações matrimoniais estáveis.</p>
<p>Em 1996, havia 3,7 casos de Aids em cada grupo de 100 mil mulheres com mais de 50 anos, enquanto em 2006 a incidência subiu para 11,6 casos da doença.</p>
<p>Temporão afirmou ainda que a campanha também terá como foco secundário os homens brasileiros.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><font size="5"><em><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">O machismo ainda é forte no Brasil, e é o homem quem dita as normas e impõe o padrão de comportamento</span><span class="fch">&#8220;</span></em></font></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- O machismo ainda é forte no Brasil, e é o homem quem dita as normas e impõe o padrão de comportamento &#8211; afirmou.</p>
<p>- A ideia é colocar a mulher como um ator fundamental da relação sexual e não em um papel secundário. Queremos uma democratização da questão sexual &#8211; acrescentou.</p>
<p>A campanha será veiculada nas principais cadeias de rádio e TV do Brasil a partir desta sexta-feira, uma semana antes do início do carnaval, e a peça publicitária batizada de &#8220;Bloco da Mulher Madura&#8221; é protagonizada por mulheres com mais de 50 anos que alertam para a necessidade do uso da camisinha.</p>
<p>- É um erro achar que as mulheres com mais de 50 anos jogam peteca ou baralho. Elas continuam fazendo sexo &#8211; declarou o ministro.</p>
<p>O ministério também vai reforçar durante o Carnaval a distribuição de preservativos em todo país. Além dos 45 milhões de camisinhas distribuídos mensalmente, mais 10 milhões de preservativos serão disponibilizados durante a folia.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 630 mil pessoas no Brasil teriam HIV, mas 255 mil delas desconhecem que são portadores do vírus da Aids.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><font size="5"><em><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">Eles rezam e oram, e nós trabalhamos contra a doença</span><span class="fch">&#8220;</span></em></font></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- A doença no Brasil está estabilizada e, nos últimos anos, o ganho na sobrevida e na qualidade de vida foi excepcional &#8211; avaliou Temporão, que não espera mais atritos com a Igreja Católica com a nova campanha anti-Aids.</p>
<p>- Eles rezam e oram, e nós trabalhamos contra a doença &#8211; ironizou o ministro, que no início de seu mandato já teve atritos com a Igreja.</p>
<p><strong>Temporão rebate críticas sobre compra de gel lubrificante</strong></p>
<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, rebateu as críticas sobre a   <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/02/03/governo-gasta-1-1-mi-em-gel-para-reduzir-risco-de-contaminacao-da-aids-por-sexo-anal-754254785.asp" target="_self">compra de gel lubrificante</a>pelo governo. Segundo ele, não houve aumento dos gastos destinados a essa iniciativa, implementada pelo governo federal desde 2001 e que faz parte da política de prevenção à aids.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><em><font size="5"><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">É lamentável que setores retrógrados critiquem</span><span class="fch">&#8220;</span></font></em></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- É lamentável que setores retrógrados critiquem isso. Ao contrário do que muita gente, disse o ministério não gastou R$ 40 milhões na compra de gel lubrificante e sim R$ 1 milhão em 2008. Este número mantém o padrão dos outros anos. Vamos continuar comprando &#8211; afirmou Temporão, durante lançamento de campanha de prevenção à aids no carnaval de 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Governo vai distribuir gel para uso íntimo</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/governo-vai-distribuir-gel-para-uso-intimo/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 17:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Governo gasta R$ 1,1 mi em gel para reduzir risco de contaminação da Aids por sexo anal
O Globo
RIO &#8211; O Ministério da Saúde adiquiriu no final do ano passado 15 milhões de sachês de gel lubrificante. O produto é indicado para ser usado nas relações anais por grupos mais vulneráveis à infecções de HIV, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center" align="center"><a href="http://www.aids-pomoc.cz/obrazky/Vlajka_gel%20kopie.gif"><img src="http://tbn1.google.com/images?q=tbn:rFvd88D4C9G7gM:http://www.aids-pomoc.cz/obrazky/Vlajka_gel%2520kopie.gif" style="border: 1px solid ; margin: 10px 10px 0pt" alt="Ver imagem em tamanho grande" width="52" height="80" /></a><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,11352542-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,11352542-EX,00.jpg" width="428" height="268" /></div>
<p><strong>Governo gasta R$ 1,1 mi em gel para reduzir risco de contaminação da Aids por sexo anal</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">O Globo</p>
<p>RIO &#8211; O Ministério da Saúde adiquiriu no final do ano passado 15 milhões de sachês de gel lubrificante. O produto é indicado para ser usado nas relações anais por grupos mais vulneráveis à infecções de HIV, como homossexuais, travestis e profissionais do sexo. O lote foi comprado por R$ 1,160 milhão, segundo revela matéria de Evandro Éboli publicada na edição desta quarta-feira do jornal O Globo.</p>
<p>O gel começou a ser comprado pelo Programa Nacional de Aids em caráter experimental em 2001. No final do ano, passado o ministério decidiu ampliar a distribuição do produto, que torna mais seguro o uso da camisinha na relação anal e evita o rompimento do preservativo. Caso a camisinha fure, o gel ajuda a evitar contaminação.</p>
<p>O gel é distribuído nos postos de saúde também para mulheres que estão na menopausa, geralmente com idade superior a 45 anos. Nessa fase, elas perdem a lubrificação natural da vagina. O sachê é distribuído junto com preservativos masculinos e femininos. Segundo Brito, a demanda nacional é de 30 milhões de unidades, o dobro do lote que está sendo comprado neste momento.</p>
<p>- O gel lubrificante atua como um coajuvante facilitador da proteção nas relações anais. A aceitação foi muito positiva e a vantagem é que, ao longo dos anos, o preço da unidade caiu muito &#8211; conta Ivo Brito.</p>
<p><em>Leia a reportagem completa no Globo Digital (somente para assinantes) </em></p>
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		<title>Confiança no parceiro é principal motivo para dispensar camisinha</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 21:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Estudo mostra que razão é citada mesmo por quem tem parceiros eventuais
FLÁVIA MANTOVANI &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A confiança no parceiro é a principal razão para deixar de usar camisinha mesmo quando se trata de sexo casual, revela estudo inédito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Foram ouvidas 79.075 pessoas que procuraram os [...]]]></description>
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<p><strong>Estudo mostra que razão é citada mesmo por quem tem parceiros eventuais</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">FLÁVIA MANTOVANI &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL<br />
A confiança no parceiro é a principal razão para deixar de usar camisinha mesmo quando se trata de sexo casual, revela estudo inédito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.</p>
<p>Foram ouvidas 79.075 pessoas que procuraram os Centros de Aconselhamento e Testagem para fazer o exame de HIV entre 2000 e 2007 e afirmaram não ter usado preservativo. Do total, 43,68% apontaram essa razão para deixar a camisinha de lado. Nesse grupo, 23,5% disseram ter tido relações com parceiros eventuais.</p>
<p>&#8220;Ainda é muito difícil conscientizar sobre o uso da camisinha. Há pessoas que deixam de usá-la porque confiam no parceiro, mas depois buscam um teste de HIV, o que mostra que podem ter refletido melhor&#8221;, diz Maria Clara Gianna, diretora do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids.</p>
<p>Ela diz que o que preocupa não é o fato de ter parceiros eventuais, mas de confiar neles a ponto de dispensar a prevenção. &#8220;Tanto em caso de parceria fixa quanto eventual, a confiança deve ser bastante avaliada.&#8221;</p>
<p>Se um casal estável decidir parar de usar o preservativo, o melhor é que faça o teste de HIV. &#8220;Fazer o exame é importante, mas não é suficiente, já que ele pode cair no período da janela imunológica&#8221;, pondera Gianna. Trata-se do intervalo entre a infecção pelo vírus e a detecção de anticorpos pelos exames. Esse tempo, no qual pode haver resultado falso-negativo, é de duas a oito semanas, mas pode se prolongar.</p>
<p>Para aumentar a segurança, a psicóloga Maria Cristina Antunes, pesquisadora do Nepaids (Núcleo de Estudo para a Prevenção da Aids), da USP (Universidade de São Paulo), recomenda refazer o exame três meses depois, mas diz que não se pode dispensar a chance de infidelidade. &#8220;De acordo com estudos, cerca de 45% da população brasileira já foi infiel. A camisinha é a melhor proteção&#8221;, afirma.</p>
<p>Não gostar da camisinha foi a segunda razão mais citada para deixá-la de lado. Uma dica para reduzir o desconforto é passar lubrificante por dentro e por fora do acessório, diz Antunes.</p>
<p>Falta de informação é o terceiro item no ranking de &#8220;desculpas&#8221;. &#8220;Mesmo com todas as campanhas existentes, ainda há esse problema. Precisamos continuar falando sempre a respeito&#8221;, diz Gianna.</p>
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