09/11/2009 - 19:27h Ore dolci e divine


La Rondine, de Puccini. “Ore dolci e divine” na voz de Angela Gheorghiu

07/11/2009 - 19:30h Ch’il bel sogno di Doretta


Angela Gheorghiu e Marius Brenciu, Ch’il bel sogno di Doretta, da ópera La Rondine, de Puccini

06/11/2009 - 19:38h Depuis le jour


Angela Gheorghiu na ária “Depuis le jour”, da ópera Louise de Charpentier

21/09/2009 - 19:47h Final do Fausto de Gounod

Angela Gheorghiu, Roberto Alagna e Bryn Terfel na cena final de Fausto

16/08/2009 - 19:06h Adriana Lecouvreur

 


Montserrat Caballe em E sia!, ária da ópera Adriana Lecouvreur, de Francesco Ciléa

 

 


Angela Gheorghiu em “Io son l’umile ancella” de Adriana Lecouvreur, de Francesco Cilea

 

22/05/2009 - 20:16h Je veux vivre dans ce rêve – Quero viver nesse sonho

“Quero viver nesse sonho” ária da ópera Romeu e Julieta de Gounod. Soprano Angela Gheorghiu e Anna Steiger é Gertrude

28/03/2009 - 20:03h La Traviata

Angela Gheorghiu interpreta La Traviata de Verdi

13/03/2009 - 19:06h La Rondine

Angela Gheorghiu & Roberto Alagna “Final Scene” La Rondine de Puccini

07/03/2009 - 19:47h Ah! Je veux vivre dans ce rêve

Angela Gheorghiu é Juliette da ópera ‘Romeu e Julieta’ de Gounod. Ela canta a ária “Ah! Je veux vivre dans ce rêve” , com Anna Steiger. Dirigida por Michel Plasson (Orange, 2002).

10/02/2009 - 19:42h Chi il bel sogno di Doretta

Angela GHEORGHIU canta “Chi il bel sogno di Doretta”, ária da Ópera La Rondine de Puccini. Embaixo na voz de Montserrat Caballé

03/02/2009 - 19:06h Madama Butterfly

Sinopse
A história começa com o corretor de casamentos Goro, apresentando ao capitão-tenente da marinha americana Benjamim Franklin Pinkerton a futura residência numa colina de Nagasaki, para o casamento com a noiva por ele encomendada, Cio-Cio-San. Para a cerimônia, onde Pinkerton conhecerá a esposa, virão vários parentes convidados por Goro. Ao chegar e conversar com o noivo, o cônsul americano Sharpless percebe que Pinkerton não está levando muito a sério a idéia do casamento quando este comunica que alugou a casa e a esposa por 999 anos, podendo cancelar o contrato a qualquer momento. Sharpless fala dos sentimentos de Cio-Cio-San e Pinkerton desconversa falando da América (aqui se ouve os compassos iniciais do Hino Americano introduzido pelo compositor).

Com a chegada de Cio-Cio-San a cerimônia de casamento acontece e, durante a festa, ela conta a Pinkerton que sua família perdeu tudo e que agora, casada, seria uma pessoa muito feliz. Pinkerton se entusiasma ao saber que sua mulher tem apenas 15 anos. Em determinado momento, a festa é interrompida por um velho sacerdote, tio de Cio-Cio-San que a recrimina ao comunicar a todos que ela renunciara aos deuses ancestrais ao ter visitado uma missão cristã. Todos os parentes a renegam e saem. Os recém-casados ficam sós, exceto pelapresença de Suzuki, fiel criada de Cio-Cio-San e alguns empregados da casa. Caminhando com a esposa, Pinkerton a chama de Madama Butterfly, pois seus gestos delicados lembram uma borboleta. Apesar de tudo Cio-Cio-San revela que está muito feliz.

No segundo ato, três anos se passaram desde o casamento. Pinkerton voltou para os Estados Unidos, deixando Butterfly com um filho pequeno que não conheceu. O dinheiro deixado por ele está acabando, mas ela acredita que seu amado voltará. Suzuki reza para os deuses ancestrais, mas Cio-Cio-San, Senhora Pinkerton como diz, numa casa americana, se recusa a assumir seus valores passados.

Sharpless retorna a casa trazendo uma carta que recebera de Pinkerton, ao mesmo tempo em que Goro traz nova proposta de casamento para Butterfly, agora com Yamadori, um admirador rico, alegando que o abandono pelo marido permite que ela se case novamente. Cio-Cio-San recusa a oferta dizendo que seu marido voltará. Sharpless fica surpreso ao saber do filho de Pinkerton e tenta revelar o conteúdo da carta que conta do novo casamento do americano. Butterfly interpreta erroneamente a seu favor todas as frases que escuta e vê renovadas as esperanças da chegada de Pinkerton.

De fato, Pinkerton retorna com sua esposa que vai à casa visitar Butterfly e dizer a ela que levarão seu filho. A tragédia se instala quando Cio-Cio-San diz que somente a Pinkerton entregará o filho e que ele deve buscá-lo. Sozinha, Butterfly retira de seus guardados um punhal do pai onde lê a inscrição “Morre com honra, quando for impossível viver sem honra”, matando-se em seguida. Pinkerton chega e ao vê-la morrendo chora angustiado, pronunciando seu nome três vezes.

 


Dueto de amor de Madama Butterfly, com Placido Domingo e Mirella Freni

 

 

 

 


Angela Gheorghiu na ária “Un bel di vedremo”, da Ópera de Puccini, Madama Butterfly

 

 

 


L’Opera imaginaire – Madama Butterfly em desenho

 

 

 

 


Dueto de amor de Madame Butterfly (1995) filme de Frédéric Mitterrand. Ying Huang é Cio-Cio-San (Mme Butterfly) e Richard Troxell é B. F. PINKERTON.

 

 


Malcolm Mclaren Madama Butterfly (inspirado)

 

02/02/2009 - 19:04h Manon Lescaut


“Donna non vidi mai” de Manon Lescaut – José Cura

 

 


“Tu, tu amore tu”, Kiri te Kanawa (Manon) and Placido Domingo (Des Grieux)

 

 


Angela Gheorghiu na gravação do CD ‘Puccini’, na aria “Sola, perduta, abbandonata”, de Manon Lescaut

 


Placido Domingo e Renata Scotto no último ato de Mano Lerscaut de Puccini

SINOPSE/RESUMO: “Manon Lescaut” de Giacomo Puccini (Lucca, 22 de Dezembro de 1858 – Bruxelas, 29 de Novembro de 1924). Terceira ópera do compositor, então com 35 anos. Libreto de Oliva e Illica segundo Prévost. Estreia em Turim – Teatro Reggio, a 1 de Fevereiro de 1893.

Personagens: Manon / Edmondo / Des Grieux / Lescaut / Geronte / Estalajadeiro / Um músico / Mestre de dança / Sargento / Acendedor de lampiões / Comandante.

Antecedentes: Em 1731 surgia um romance do Abade PREVOST intitulado “Memórias e Aventuras dum Cavalheiro”. Em 1856, passado mais de um século sobre essa edição, surgiria a primeira ópera escrita sobre um dos episódios do livro, que fala dos desventurados amores do cavaleiro DES GRIEUX e de MANON LESCAUT. Essa primeira ópera era da autoria de DANIEL FRANÇOIS ESPRIT AUBER, que ficaria conhecido sobretudo por uma sua outra ópera, “Fra Diavolo”, e pela preferência que a grande cantora PATTI tinha por algumas das suas árias.

Hoje poucos se recordarão desta “MANON de AUBER”, mas poucos não conhecem as duas outras óperas sobre o mesmo tema, de MASSENET e de PUCCINI – a de MASSENET estreada em Paris em 1884; a de PUCCINI apresentada pela primeira vez no Teatro Real de Turim 9 anos mais tarde.

PRIMEIRO ACTO: A acção passa-se em 1721, e inicia-se numa Estalagem em Amiens, onde o cavaleiro DES GRIEUX, de semblante sombrio, é alvo das brincadeiras de EDMONDO e de um grupo de Estudantes e de jovens, que lhe perguntam se sofreu alguma decepção amorosa. Numa diligência, chegam LESCAUT, MANON, sua irmã, e GERONTE, um velho muito rico. LESCAUT pretendia levar a irmã para um convento, onde esta completaria a sua educação, mas repara que ela provoca um interesse muito especial em GERONTE, e diz-se disposto a fechar os olhos e a permitir que o velho rapte a irmã, tudo com a cumplicidade do Estalajadeiro. DES GRIEUX observa a chegada dos viajantes, e fica profundamente perturbado com MANON, pela qual se apaixona de imediato. MANON sente-se também deliciada com o interesse do jovem cavaleiro, com o qual acaba por trocar juras de amor. EDMONDO, que escutara os planos de LESCAUT e do velho GERONTE para raptar a jovem, informa DES GRIEUX, que facilmente consegue convencer MANON a fugir com ele, na própria carruagem destinada ao rapto. Pouco preocupado com o sucedido, LESCAUT diz ter a certeza de que conseguirá convencer a irmã a aceitar a proposta de GERONTE, já que conhece, melhor do que ninguém, o amor da irmã pelo luxo.

SEGUNDO ACTO: Paris: Tal como LESCAUT previra, MANON vive agora num luxuoso apartamento montado por GERONTE. Mas ela confessa ao irmão que todas aquelas cortinas de seda a deixam gelada, e que o seu único desejo é poder regressar à casa humilde onde conhecera o verdadeiro amor. Entra um Professor de Dança, e, na presença de GERONTE e de alguns seus convidados, MANON é iniciada na arte do Minueto. LESCAUT sai para informar DES GRIEUX onde MANON se encontra. O cavaleiro ganhara algum dinheiro ao jogo, tornando-se um pretendente desejável. DES GRIEUX corre para o apartamento e encontra MANON sozinha. Começa por censurar violentamente o seu comportamento, mas acaba repetindo novas juras de amor. GERONTE aparece e surpreende os dois. Fica furioso e sai para chamar a Polícia. LESCAUT exorta os amantes a fugirem, mas MANON não se conforma em deixar para trás as jóias ganhas de GERONTE, insistindo em levá-las consigo, e DES GRIEUX volta a censurá-la pelo seu desmedido amor ao luxo. Todas estas hesitações irão revelar-se fatais: GERONTE regressa com a Polícia, acusa a amante de prostituição, e MANON vai presa.

TERCEIRO ACTO: Havre, numa praça junto do porto: DES GRIEUX e LESCAUT planeiam libertar MANON, condenada ao degredo, e que deverá embarcar, com outras prostitutas, com destino à colónia francesa de Louisiana, na América do Norte. No meio de grande agitação, é lida a lista das mulheres que deverão embarcar. Quando ouve o nome de MANON, DES GRIEUX coloca-se ao seu lado. Os guardas tentam afastá-lo, mas ele mantém-se firme na sua decisão: embarcará também. O Comandante aproxima-se, e DES GRIEUX implora-lhe que atenda o seu pedido, dizendo-se disposto a executar qualquer tarefa, por mais humilde que seja. O Comandante acaba por ceder, e MANON e DES GRIEUX embarcam juntos.

QUARTO ACTO: O último acto passa-se numa planície na fronteira de Nova-Orleans, um cenário de grande desolação. Perseguidos pelas intrigas e pelos ciúmes, MANON e DES GRIEUX deixaram a cidade. Agora lamentam a desgraça que se abateu sobre eles, e MANON, pressentindo a proximidade da morte, pede a DES GRIEUX que a deixe morrer sozinha. Desesperado, DES GRIEUX parte em busca de auxílio, e só, como pedira, MANON exprime a sua desolação. O cavaleiro regressa, mas encontra-a agonizante.

Fonte : Luana_Jardim

30/11/2008 - 18:38h O soave fanciulla

Angela Gheorghiu e Roberto Alagna cantam o dueto “O soave fanciulla” da Ópera de Puccini ‘La Bohème’

15/11/2008 - 19:28h “Muzica” (Valurile Dunării)

Angela Gheorghiu canta da opereta romena Donauwellen a ária “Muzica” (Valurile Dunării), de George Grigoriu

08/01/2008 - 23:08h Angela Gheorghiu: Chi il bel sogno di Doretta



Angela Gheorghiu canta “Chi il bel sogno di Doretta”, da opera de Puccini “La Rondine”

01/12/2007 - 16:48h Angela Gheorghiu canta ‘Lascia ch’io pianga’


Não consigo tirar essa musica da minha cabeça

19/10/2007 - 20:06h Angela GHEORGHIU -Un bel di vedremo- Madama Butterfly


Music Video: Romanian soprano Angela Gheorghiu sings the aria “Un bel di vedremo”, from Puccini’s opera ‘Madama Butterfly’ (2004)

This video was filmed to promote Angela’s album “Puccini”

10/10/2007 - 01:05h Angela GHEORGHIU – Chi il bel sogno di Doretta – La Rondine

Angela Gheorghiu sings the aria “Chi il bel sogno di Doretta”, from Puccini’s opera ‘La Rondine’
(Queen Beatrix of The Netherlands Silver Jubilee Concert in Amsterdam, April 29th, 2005)