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	<title>Blog do Favre &#187; antioxidantes</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Suplementos vitamínicos são postos em xeque</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 18:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Betacaroteno e ácido fólico em doses altas podem ser prejudiciais



Por TARA PARKER-POPE &#8211; The New York Times &#8211; FOLHA SP
Desde que o Prêmio Nobel Linus Pauling defendeu o consumo de &#8220;megadoses&#8221; de nutrientes essenciais, 40 anos atrás, os EUA viraram consumidores fiéis de vitaminas. Hoje, cerca de metade dos adultos americanos usa algum tipo [...]]]></description>
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<table width="450" height="70">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Betacaroteno e ácido fólico em doses altas podem ser prejudiciais</em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
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<p style="background-color: #ffff99"><strong>Por TARA PARKER-POPE</strong> &#8211; The New York Times &#8211; FOLHA SP</p>
<p>Desde que o Prêmio Nobel Linus Pauling defendeu o consumo de &#8220;megadoses&#8221; de nutrientes essenciais, 40 anos atrás, os EUA viraram consumidores fiéis de vitaminas. Hoje, cerca de metade dos adultos americanos usa algum tipo de suplemento nutricional, ao custo de US$ 23 bilhões por ano.<br />
Mas vale a pena ingerir tantas vitaminas? Vários estudos recentes não comprovaram que vitaminas adicionais, pelo menos na forma de cápsulas ou comprimidos, ajudem a prevenir doenças crônicas ou a prolongar a vida.<br />
A notícia mais recente a esse respeito é de 9 de fevereiro: estudo publicado no &#8220;The Archives of Internal Medicine&#8221; acompanhou oito anos de consumo de complexos multivitamínicos por 161 mil mulheres. Apesar de descobertas anteriores sugerirem que vitaminas reduzem o risco de males cardíacos e certos tipos de câncer, o estudo não constatou nenhum sinal disso. E, em outubro, um estudo com 35 mil homens jogou por terra as esperanças de que altas doses de vitamina E e selênio pudessem reduzir o risco de câncer de próstata.<br />
É claro que os consumidores estão regularmente sujeitos a notícias e estudos conflitantes sobre os benefícios das vitaminas. E, para a consternação de especialistas, as notícias sobre a ineficácia delas não parecem desanimá-los. &#8220;O público em geral ignora os resultados de testes benfeitos&#8221;, disse Eric Klein, presidente do Instituto Urológico e Renal Glickman, da Clínica Cleveland. &#8220;A crença das pessoas nos benefícios de vitaminas e nutrientes não é fundamentada pelos dados científicos disponíveis.&#8221;<br />
Todos precisam de vitaminas -nutrientes essenciais que o corpo não produz sozinho. A insuficiência de vitamina C, por exemplo, provoca escorbuto, e a insuficiência de vitamina D pode causar raquitismo. Mas uma dieta balanceada normalmente fornece um nível adequado desses nutrientes, e hoje muitos alimentos vêm reforçados com doses extras de vitaminas e minerais.<br />
De qualquer maneira, a maioria das pesquisas importantes sobre vitaminas feitas nos últimos anos vem focando não as deficiências, mas a possibilidade de altas doses de vitaminas poderem prevenir ou tratar doenças crônicas. Sabe-se que pessoas que comem muitas frutas e verduras ricas em nutrientes apresentam índices mais baixos de doenças cardíacas e câncer, mas não estava claro se a ingestão de altas doses dos mesmos nutrientes no formato de comprimidos pode resultar em benefícios semelhantes.<br />
Um editorial de janeiro do &#8220;Journal of the National Cancer Institute&#8221; observou que a maioria dos estudos não demonstrou nenhum efeito das vitaminas na prevenção do câncer -com poucas exceções, como a descoberta de que a ingestão de cálcio parece reduzir em 15% a recorrência de pólipos pré-cancerosos no cólon.<br />
Mas alguns estudos também apontaram danos inesperados ligados à ingestão de vitaminas, entre elas o betacaroteno. Em 2007, o &#8220;Journal of the American Medical Association&#8221; revisou os índices de mortalidade em testes aleatórios de suplementos de antioxidantes. Em 47 testes realizados com 181 mil participantes, o índice de mortalidade foi 5% mais alto entre os consumidores de antioxidantes. Os principais culpados foram a vitamina A, o betacaroteno e a vitamina E.<br />
Cientistas suspeitam que os benefícios de uma dieta saudável decorrem do consumo da fruta ou verdura inteira, não apenas das vitaminas individuais. &#8220;Talvez não haja um componente único das folhas verdes que seja responsável pelos benefícios à saúde&#8221;, disse Peter H. Gann, diretor de pesquisas do departamento de patologia da Universidade de Illinois em Chicago. &#8220;Por que adotamos uma abordagem reducionista, tirando uma ou duas substâncias químicas e administrando-as isoladamente?&#8221;</p>
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		<title>Brócolis pode proteger pulmão de fumantes, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 19:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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da BBC e Folha Online
Um estudo conduzido nos Estados Unidos sugere que o brócolis pode ajudar a reduzir os danos causados nos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar geralmente associada ao fumo.
A equipe, da John Hopkins School of Medicine, em Maryland, acredita que um composto produzido pelo brócolis, o sulforafano, aumenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/brocolis-pode-proteger-pulmao-de-fumantes-diz-estudo/7358/" rel="attachment wp-att-7358" title="brocolis.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/brocolis-pode-proteger-pulmao-de-fumantes-diz-estudo/7358/" rel="attachment wp-att-7358" title="brocolis.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/brocolis.jpg" alt="brocolis.jpg" /></a></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>da BBC e Folha Online</strong></p>
<p>Um estudo conduzido nos Estados Unidos sugere que o brócolis pode ajudar a reduzir os danos causados nos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar geralmente associada ao fumo.</p>
<p>A equipe, da John Hopkins School of Medicine, em Maryland, acredita que um composto produzido pelo brócolis, o sulforafano, aumenta a atividade da proteína NRF2 &#8211;conhecida por ser um potente antioxidante e componente de defesa dos pulmões contra inflamações.</p>
<p>Essa ação protegeria as células dos danos causados pela doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), normalmente causada pelo fumo e que engloba um conjunto de problemas pulmonares, entre eles a bronquite crônica e o enfisema.</p>
<p>Segundo o estudo, essa proteína aciona vários mecanismos que removem toxinas e poluentes que podem danificar as células pulmonares.</p>
<p>&#8220;Aumentar a atividade do NRF2 pode levar à tratamentos úteis que previnem a evolução da DPOC&#8221;, disse Shyam Biswal, que coordenou a pesquisa.</p>
<p>Efeitos</p>
<p>O estudo foi publicado na edição desta segunda-feira da revista científica &#8220;American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine&#8221;.</p>
<p>Para chegar aos resultados, os pesquisadores examinaram amostras de tecido dos pulmões de fumantes infectados e não-infectados pela DPOC para determinar os níveis de NRF2 nos dois grupos.</p>
<p>Quando comparados com fumantes que não sofriam da doença crônica, os pacientes de DPOC em estágio avançado demonstraram níveis muito menores da proteína.</p>
<p>Por isso, os pesquisadores acreditam que tratamentos direcionados a aumentar os níveis de NRF2 podem atenuar os efeitos do estresse oxidativo provocado pela DPOC nos pulmões.</p>
<p>Segundo o estudo, o sulforafano é capaz de restaurar os níveis reduzidos do NRF2 nas células expostas à fumaça do cigarro.</p>
<p>Tratamento</p>
<p>Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o mesmo composto encontrado no brócolis era capaz de reverter os danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração.</p>
<p>&#8220;Pesquisas futuras devem ser direcionadas ao NRF2 como uma nova estratégia para aumentar a proteção antioxidante nos pulmões e testar sua habilidade em melhorar a função pulmonar de pacientes com DPOC&#8221;, disse Biswal.</p>
<p>Um porta-voz da Fundação Britânica dos Pulmões afirmou que o estudo é importante para mostrar o desequilíbrio entre oxidantes e antioxidantes nos pulmões.</p>
<p>&#8220;Sabemos que o brócolis contém compostos naturais, mas por enquanto os estudos foram feitos apenas em laboratórios e são necessárias mais pesquisas para descobrir se pode produzir os mesmos efeitos em humanos&#8221;, disse.</p>
<p>A doença pulmonar obstrutiva crônica foi considerada a quinta mais letal do Brasil, segundo dados recolhidos pelo Projeto Platino, que investigou a incidência da doença no Brasil em 2003.</p>
<p>Segundo os dados, a DPOC provoca cerca de 270 mil hospitalizações anualmente, e é causa crescente de morte no país.</p>
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		<title>Musculação fortalece o cérebro</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 13:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Estudos mostram que exercícios físicos melhoram o funcionamento dos neurônios


Antônio Marinho &#8211; O Globo
Ter um corpo com músculos definidos é sinal de inteligência. Pesquisas americanas indicam que os exercícios de força associados a treinamento aeróbio ativam os neurônios e retardam o envelhecimento do cérebro. Um dos motivos é que a atividade física estimula genes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong> Estudos mostram que exercícios físicos melhoram o funcionamento dos neurônios</strong></font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/musculacao-fortalece-o-cerebro/7333/" rel="attachment wp-att-7333" title="pilates_bola.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/musculacao-fortalece-o-cerebro/7333/" rel="attachment wp-att-7333" title="pilates_bola.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/pilates_bola.jpg" alt="pilates_bola.jpg" width="550" height="353" /></a></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Antônio Marinho &#8211; O Globo</strong></p>
<p>Ter um corpo com músculos definidos é sinal de inteligência. Pesquisas americanas indicam que os exercícios de força associados a treinamento aeróbio ativam os neurônios e retardam o envelhecimento do cérebro. Um dos motivos é que a atividade física estimula genes que regulam o órgão. Os dados foram apresentados este fim de semana no III Congresso Brasileiro de Nutrição Esportiva Funcional e IV Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, na sede da Fecomércio, em São Paulo. Especialistas discutiram ainda como usar os alimentos para prevenir e controlar desequilíbrios do organismo.</p>
<p>De acordo com estudos, a prática de exercícios aumenta a oxigenação no cérebro. Este é apenas um dos benefícios da malhação.</p>
<p>Segundo o pesquisador Michael Colgan, do American College of Sports Medicine e da British Society for Nutritional Medicine, o esforço produz novas mitocôndrias, organela responsável pela produção de energia.</p>
<p>Para fabricar mais mitocôndrias, o cérebro acaba estimulando a formação de neurônios, a neurogênese.</p>
<p>— Antes se dizia que isso era impossível, que as pessoas nasciam com certo número de neurônios e eles morreriam com os anos. Hoje sabemos que o cérebro cria novas células o tempo todo — diz Colgan, autor de livros sobre o tema, como “Save your brain” (Salve o seu cérebro), ainda não lançado no Brasil.</p>
<p>É por essa razão que o foco da pesquisa em atividade física tem sido quais genes ela regula e como eles afetam a expressão de DNA, a síntese de RNA, entre outras reações.</p>
<p>— Não se trata apenas de oxigenar o cérebro, mas como os exercícios afetam a base de nosso código genético e a sua expressão — afirma Colgan.</p>
<p>Malhação, portanto, é um dos melhores combustíveis para os neurônios. Se a pessoa tem pouca massa muscular tem dificuldade em oxidar as gorduras.</p>
<p>— Quando se perde músculos, há aumento de peso e maior risco de doenças, como diabetes, síndrome metabólica, problemas cardiovasculares, mal de Alzheimer e outros males crônicos. Os músculos são os principais órgãos capazes de oxidar a gordura.</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/musculacao-fortalece-o-cerebro/7334/" rel="attachment wp-att-7334" title="cerebro.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/cerebro.jpg" alt="cerebro.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p><strong>Má nutrição afeta a libido e causa impotência</strong></p>
<p>Colgan recomenda o equilíbrio nas séries para obter mais vantagens. Os músculos têm duas fibras básicas: a de contração rápida, que oxida carboidratos, e a lenta, que oxida gorduras. Exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida, ciclismo e natação, aumentam o número de fibras de contração lenta.</p>
<p>Já exercícios de força aumentam a massa muscular e o número de fibras de contração rápida, de explosão. Estas ajudam a queimar os açúcares (carboidratos). Se a pessoa pratica muito exercício de força, perde fibras lentas. Ao exagerar no treino aeróbico, perde massa muscular.</p>
<p>Outros estudos confirmam a teoria de que exercício físico é bom para o cérebro. Pesquisa realizada com 138 voluntários na Universidade de Melbourne, na Austrália, e publicada no “Journal of the American Medical Association”, indicou que a atividade física melhora a função cognitiva de pessoas acima de 50 anos e com leve falha de memória.</p>
<p>Porém, só malhar é pouco. Colgan e especialistas reunidos no congresso recomendam a nutrição funcional, que visa a recuperar o equilíbrio bioquímico nas células. A partir de uma boa história clínica, de exames laboratoriais, mapeamento genético e polimorfismo enzimático — quando necessários — é possível traçar o perfil nutricional de cada um. Os exames são feitos no exterior, principalmente nos Estados Unidos, por meio de laboratórios conveniados no Brasil (cobram a partir de R$ 800). Há testes que avaliam a hipersensibilidade a nutrientes, numa lista de 94 a 270 alimentos.</p>
<p>Essa hipersensibilidade muitas vezes é responsável por doenças crônicas, alergias, fibromialgia, obesidade, hiperatividade e até depressão e demência. A idéia da nutrição funcional é regular os desequilíbrios orgânicos de acordo com a individualidade bioquímica e controlar o estresse oxidativo.</p>
<p>Nem sempre é necessário se submeter a exames caros para descobrir isso. O mineralograma, por exemplo, muito usado em medicina ortomolecular não é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina e só mostra a contaminação por metais tóxicos.</p>
<p>— Não há exame específico que aponte a necessidade exata de nutrientes em cada organismo.</p>
<p>O acompanhamento clínico permite observar a reação do organismo a determinados alimentos. Isto leva tempo e requer adesão do paciente. Até o aspecto das unhas revela deficiência ou excesso de nutrientes.</p>
<p>Há pessoas com testes laboratoriais normais que se sentem mal, o que pode ser causado por nutrição inadequada — diz Valéria Paschoal, diretora da VP Consultoria Nutricional e organizadora do Congresso de Nutrição Clínica Funcional.</p>
<p>Má nutrição afeta até a vida sexual. Valéria explica que a disfunção erétil e a frigidez ou falta de desejo sexual podem piorar ou serem desencadeadas por falta de nutrientes que produzem óxido nítrico, como alimentos ricos em arginina (soja e oleaginosas, por exemplo) que melhoram o fluxo de sangue.</p>
<p>Fontes de resveratrol, como chocolate amargo, suco de uva e vinho (sem excessos) e magnésio, encontrado em vegetais de folhas escuras, frutos do mar e peixes, são outros bons alimentos para produzir o óxido nítrico.</p>
<p>A frigidez na mulher pode estar associada à deficiência de zinco, que atua em hormônios. Mas a nutricionista lembra que um alimento bom para uma pessoa, pode fazer mal a outra.</p>
<p>— As dietas que focam apenas na contagem de calorias e açúcares não fazem mais sentido. É preciso escolher os alimentos de acordo com as características individuais. Até as queixas menos graves, como cansaço e falta de ânimo, são resultado de um estresse oxidativo por do desequilíbrio nutricional — diz Valéria.</p>
<p><font size="4"><strong>Receitas para vida saudável</strong></font></p>
<p>Nos dois congressos de nutrição especialistas discutiram ainda o uso de nutrientes no controle do estresse, no bem-estar físico e mental, na prevenção do envelhecimento precoce e em tratamentos de beleza</p>
<p>CORPO EM FORMA: Para o organismo funcionar bem é preciso consumir 54 nutrientes variados todos os dias, e muita gente não segue esta recomendação, segundo o pesquisador Michael Colgan.</p>
<p>Uma parcela grande da população ingere pouca quantidade necessária de todas as vitaminas e minerais. Por isso, a Academia Nacional de Ciências dos EUA e o Instituto de Medicina recomendam que a maioria dos americanos tome suplementos vitamínicos diariamente. Esses suplementos também devem ser usados pelas crianças e por mulheres durante a gravidez.</p>
<p><img src="http://cache02.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//90/50/6e/1723151_PU0pl.jpeg" alt="http://cache02.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//90/50/6e/1723151_PU0pl.jpeg" width="143" align="left" height="143" />MENOS ESTRESSE: O estresse físico e emocional causa desequilíbrio hormonal e gera um processo chamado fadiga adrenal, no qual as glândulas supra-renais funcionam mal. Hábitos alimentares e dieta inadequada pioram a situação, segundo a nutricionista Patrícia Davidson. Ela recomenda evitar produtos industrializados e com agrotóxicos, consumo exagerado de adoçantes (têm alta carga tóxica e não auxiliam a supra-renal a produzir hormônios), baixo consumo de alimentos ricos em vitamina C e de gorduras (deve-se evitar as saturadas) — os hormônios da suprarenal são obtidos a partir de colesterol —; pouco consumo de vitaminas do complexo B (principalmente B5 que ajuda na produção de hormônios e está presente em cereais integrais e leguminosas) e de alimentos ricos em magnésio (encontrado em maior quantidade em cereais integrais, leguminosas, folhas verdes escuras), importante para produzir os hormônios adrenais. Deve-se evitar abuso de carboidratos de alto índice glicêmico (pão francês, biscoito, massas, açúcar, arroz branco, batata, mel e doces) que elevam rapidamente a glicose e causam perda de energia. O álcool reduz a capacidade de o fígado lidar com as toxinas, fazendo com que elas permaneçam no sistema e levem ao acúmulo de gordura no coração e ao enfraquecimento do sistema imunológico. Para aliviar o estresse, Patrícia recomenda alimentos como aipo, gengibre e grãos integrais, que auxiliam na absorção de nutrientes, reduzem a liberação de hormônios estressantes e melhoram a concentração.</p>
<p><img src="http://eyoga.uol.com.br/imagens/materia/semente-de-linhaca.jpg" alt="http://eyoga.uol.com.br/imagens/materia/semente-de-linhaca.jpg" width="143" align="left" height="107" />PLANTAS ANTIOXIDANTES: Uma maneira de neutralizar o dano oxidativo é fazer dieta rica em fitoquímicos com propriedades antioxidantes, encontrados em vegetais. A nutricionista e bioquímica Lucyanna Kalluf explica que o alho, por exemplo, previne o envelhecimento cerebral e a demência por ser rico em fitoquímicos antioxidantes. O chá verde tem potencial antiinflamatório e anticâncer graças ao componente EGCG. Ela destaca ainda a linhaça, que tem alto teor de lignanas que agem no equilíbrio dos receptores hormonais e diminuem a agregação de placas.</p>
<p>CÉREBRO SAUDÁVEL: O cientista Colgan diz que existem cerca de 20 nutrientes essenciais na prevenção do mal de Alzheimer. Os mais importantes são o ácido glicólico, o aminoácido L-carnitina, o ácido retinóico e a acetilcisteína. Deve-se consultar nutricionista ou médico para saber como consumir essas substâncias de forma saudável.</p>
<p><img src="http://www.cienciapt.info/pt/images/stories/noticias/Saude/not9806.jpg" alt="http://www.cienciapt.info/pt/images/stories/noticias/Saude/not9806.jpg" width="141" align="left" height="111" />REJUVENESCIMENTO: A nutrição influencia diretamente a saúde da pele, ao modular a síntese do colágeno e de hormônios. Segundo a nutricionista Eliane Tagliari, a recomendação diária deve ser de acordo com individualidade bioquímica de cada um, mas há nutrientes com um papel mais importante, como silício, selênio, coenzima Q10, ácido alfalipóico, quercetina, resveratrol, silimarina, magnésio, cálcio e complexo B. Mesmo os idosos podem se beneficiar, quando melhoram a absorção desses nutrientes através da recuperação da flora intestinal e da produção de enzimas digestivas.  Uma boa hidratação é fundamental.</p>
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		<title>Força na cor vermelha</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 14:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Força na cor
 Tabela revela benefícios dos pigmentos naturais da comida
Carlos Albuquerque &#8211; O Globo
Como na moda, saber combinar as cores numa refeição é sinal de bom gosto. Os carotenóides, por exemplo, são pigmentos naturais que desfilam por aí em diversas frutas e hortaliças. São eles que vestem o tomate de vermelho e a cenoura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center" align="center"><img src="http://files.blog-city.com/files/aa/48142/p/f/cerejas.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://files.blog-city.com/files/aa/48142/p/f/cerejas.jpg" width="513" height="385" /></div>
<p><font size="4"><strong>Força na cor</strong></font><img src="http://www.sacolaojobel.com.br/libs/produto.php?foto=produto_21062008_132708.jpg&amp;imax=90" alt="http://www.sacolaojobel.com.br/libs/produto.php?foto=produto_21062008_132708.jpg&amp;imax=90" align="right" /><br />
<font size="4"><strong> Tabela revela benefícios dos pigmentos naturais da comida</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Carlos Albuquerque &#8211; O Globo</p>
<p><img src="http://www.todos-os-sentidos.com.br/paladar/imagens/nutrientes75.jpg" alt="http://www.todos-os-sentidos.com.br/paladar/imagens/nutrientes75.jpg" align="left" />Como na moda, saber combinar as cores numa refeição é sinal de bom gosto. Os carotenóides, por exemplo, são pigmentos naturais que desfilam por aí em diversas frutas e hortaliças. São eles que vestem o tomate de vermelho e a cenoura de laranja. Por suas propriedades benéficas ao organismo, como sua ação antioxidante, e também pela sua capacidade de prevenção, proteção e diminuição de risco de diversas doenças, como a catarata, eles caem muito bem numa dieta saudável.</p>
<p>De olho nisso, pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp elaboraram a primeira Tabela Brasileira de Composição de Carotenóides em Alimentos, o mais completo trabalho do gênero no mundo, reunindo 30 anos de estudos do tema e destacando mais de 60 alimentos, entre frutas e hortaliças, com a indicação da categoria e quantidades de carotenóides presentes.</p>
<p>— Essa tabela é a maior do mundo simplesmente devido ao fato de o Brasil ter uma grande diversidade de alimentos que contêm altos teores dessas composições — explica a professora da Unicamp Délia Rodriguez-Amaya, principal autora da publicação. — A nossa tabela tem muitos alimentos que não aparecem nas tabelas americanas e européias porque muitos deles são típicos do Brasil, como o tucumã, que é uma fruta da Amazônia. No exterior, quando falam do carotenóide vermelho, só citam como exemplo o tomate, mas aqui temos a pitanga, a melancia e outros frutos semelhantes.</p>
<p><strong>Prevenção de diversas doenças</strong></p>
<p>Justamente por destacar a riqueza da biodiversidade do país, o trabalho será distribuído em breve pelo Ministério do Meio Ambiente, podendo ser utilizado tanto por médicos e nutricionistas, como por produtores de alimentos e pela população em geral. Mas a versão em inglês do material foi publicada recentemente pela revista “Journal of Food Composition and Analysis”, publicação oficial da Universidade das Nações Unidas e do Fundo nas Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO).</p>
<p>— Os primeiros beneficiados por esse trabalho serão os agricultores, os produtores de alimentos, porque os seus produtos poderão ser valorizados — conta o pesquisador Jaime Amaya-Farfan, que também participou da elaboração da tabela. — Depois, serão beneficiados os nutricionistas e os médicos, que poderão ter uma noção melhor da composição de cada tipo de alimento. E, por fim, o maior beneficiado será o público, que poderá ser bem informado sobre o assunto.</p>
<p>Os próprios especialistas envolvidos na criação da tabela ressaltam que, até recentemente, os carotenóides não eram considerados nada além de um capricho visual da natureza.</p>
<p>— Os carotenóides eram vistos apenas como corantes e encarados como simples enfeites da natureza que decoravam nossos pratos — reconhece Amaya-Farfan. — Mas esse conceito mudou nos últimos anos, junto com o surgimento do conceito de substâncias bioativas, que são compostos presentes nos alimentos capazes de prevenir e combater doenças, embora não sejam nutrientes.</p>
<p>À luz da ciência, os carotenóides dão as cores vermelha, amarela e laranja aos alimentos, como explica a professora da Unicamp.</p>
<p>— São os pigmentos dos carotenóides que garantem o vermelho do tomate, o laranja da cenoura e o amarelo da manga, entre muitos outros frutos — conta Délia.</p>
<p>Muitos mesmo. Já foram identificados mais de 600 carotenóides na natureza. Alguns são razoavelmente conhecidos, como o betacaroteno, presente na cenoura.</p>
<p>— O betacaroteno é considerado um precursor da vitamina A, também chamado de pró-vitamina A, já que ele é transformado em vitamina quando ingerido — explica a pesquisadora. — Esse pigmento também está presente na manga e na acerola.</p>
<p>Outros carotenóides, um pouco menos conhecidos pelo público, como alfacaroteno, licopeno, luteína, zeaxantina e betacriptoxantina, são destacados pela tabela, incluindo os seus numerosos benefícios.</p>
<p>— Presente na laranja e no pêssego, a luteína atua contra a catarata.</p>
<p>Já o licopeno, da goiaba e da melancia, combate o acúmulo de radicais livres e reduz o risco de desenvolvimento de câncer — conta Délia. — Por tudo isso, acredito que a elaboração da tabela seja de grande valia para promover o consumo de frutas e hortaliças brasileiras não apenas no país, como também no exterior.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.emporiovillaborghese.com.br/images/curiosidades/024_chinesa/frutas.jpg" alt="http://www.emporiovillaborghese.com.br/images/curiosidades/024_chinesa/frutas.jpg" /></div>
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		<title>Cacau estimula o cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 09:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Substância produzida pela planta melhora o fluxo de sangue e preveniria doenças

O GLOBO 
Uma substância exclusiva do cacau pode melhorar o fluxo do sangue no cérebro.
Trata-se de um tipo especial de flavonóide. É o que revela um estudo publicado na revista “Neuropsychiatric Disease and Treatment”. De acordo com os pesquisadores, o composto pode ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Substância produzida pela planta melhora o fluxo de sangue e preveniria doenças</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.overmundo.com.br/_overblog/multiplas/1193412319_cacau.jpg" alt="http://www.overmundo.com.br/_overblog/multiplas/1193412319_cacau.jpg" height="364" width="500" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>O GLOBO </strong></p>
<p>Uma substância exclusiva do cacau pode melhorar o fluxo do sangue no cérebro.</p>
<p>Trata-se de um tipo especial de flavonóide. É o que revela um estudo publicado na revista “Neuropsychiatric Disease and Treatment”. De acordo com os pesquisadores, o composto pode ter impacto positivo nas funções cognitivas do órgão.</p>
<p>Ele poderia ser usado também em futuros tratamentos de casos de demência e derrames, por exemplo.</p>
<p>Presentes também no vinho tinto e em vários alimentos, os flavonóides são antioxidantes que reduzem os riscos das doenças cardiovasculares.</p>
<p>No entanto, o flavonóide do cacau parece ser único.</p>
<p>O chocolate amargo, feito do cacau puro e sem a adição das gorduras do leite, contém alto teor de flavonóides. Porém, antes de uma corrida às lojas, vale lembrar que a maioria dos chocolates vendidos no Brasil tem pouquíssimo cacau, substituído por gordura, açúcar e parafina.</p>
<p>Na pesquisa, realizada por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, envolvendo voluntários entre 59 e 83 anos, foi descoberto que aqueles que tomaram uma bebida de cacau, rica em flavonóides, de uma determinada marca, tiveram um aumento de 8% no fluxo de sangue no cérebro depois de uma semana e 10% de aumento depois de duas semanas.</p>
<p>Os pesquisadores encontraram benefícios a curto e longo prazo para o cérebro no consumo de flavonóides do cacau, o que pode abrir novas frentes de tratamento para muitos idosos que sofrem de demência.</p>
<p>Uma das causas da doença entre os idosos é exatamente a diminuição progressiva do fluxo de sangue para o cérebro, causando danos estruturais no órgão. Especulase que manter ou recuperar esse fluxo poderia retardar o declínio das funções cerebrais.</p>
<p>— Esse trabalho reforça o conhecimento que tínhamos sobre as ligações entre os flavonóides do cacau e o melhor fluxo de sangue no cérebro — diz o pesquisador Harod Schmitz, que conduziu os estudos. — Embora seja necessário realizar mais estudos, as novas revelações levantam a possibilidade de se desenvolver produtos à base de cacau, ricos em flavonóides, para ajudar no declínio das funções cerebrais de idosos.</p>
<p><strong>Planta teria ação anestésica</strong></p>
<p>No estudo, os pesquisadores demonstraram que os efeitos vasculares dos flavonóides do cacau são independentes dos seus efeitos antioxidantes gerais, já relatados em numerosos outros trabalhos.</p>
<p>A pesquisa realizada pela Universidade de Harvard não somente reforça a idéia de que os flavonóides contidos no cacau podem ser úteis em diversas funções cardiovasculares, mas ressalta também que a substância pode ser direcionada para o tratamento dos problemas provocado pela diminuição do fluxo do sangue no cérebro.</p>
<p>Em 2007, em outro estudo realizado em Harvard, cientistas isolaram do cacau um composto com benefícios para a saúde que poderia rivalizar com os anestésicos e a penicilina em termos de impacto em saúde pública.</p>
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		<title>Café: de vilão da saúde a herói do bem-estar</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 14:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Análise internacional dos estudos já publicados absolve completamente a cafeína das acusações de fazer mal
Antônio Marinho &#8211; O Globo 
O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Consumidores, entretanto, se mostram preocupados com os efeitos da bebida sobre a saúde, especialmente porque estudos contraditórios sobre benefícios e riscos da substância são publicados a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.zannin.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/07/cafe.jpg" alt="http://www.zannin.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/07/cafe.jpg" /></div>
<p><font size="4">Análise internacional dos estudos já publicados absolve completamente a cafeína das acusações de fazer mal</font></p>
<p><span style="background-color: #ffff99">Antônio Marinho &#8211; O Globo </span></p>
<p>O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Consumidores, entretanto, se mostram preocupados com os efeitos da bebida sobre a saúde, especialmente porque estudos contraditórios sobre benefícios e riscos da substância são publicados a cada mês. Agora, o Centro para Ciências de Interesse Público dos EUA fez uma extensa revisão dos mais importantes estudos divulgados. A cafeína foi absolvida, de acordo com uma reportagem publicada pelo jornal “New York Times”. Abaixo, os principais pontos da análise:</p>
<p>HIDRATAÇÃO: Bebidas com cafeína sempre foram apontadas como diuréticas. Mas estudos recentes sustentam que o consumo de até 550 miligramas de cafeína não produz mais urina do que o consumo equivalente de outra bebida.<br />
Somente acima desse valor, a substância é diurética.</p>
<p>PROBLEMAS CARDÍACOS: Pacientes cardíacos, sobretudo os que apresentam pressão alta, são normalmente orientados a evitar o café, um conhecido estimulante.<br />
Mas uma análise feita a partir de dez estudos, reunindo, ao todo, 400 mil pessoas, não constatou aumento de problemas cardíacos entre os que tomavam café diariamente — com ou sem cafeína.</p>
<p>HIPERTENSÃO: O café provoca um leve e temporário aumento da pressão sangüínea.<br />
Mas estudos feitos com 155 mil pessoas que tomavam café diariamente ao longo de dez anos não revelaram uma maior propensão ao desenvolvimento de hipertensão.</p>
<p>CÂNCER: Uma revisão internacional, reunindo 66 estudos sobre a relação entre câncer e consumo de café, foi feita no ano passado. Os cientistas concluíram que o consumo de café tinha pouco ou nenhum efeito sobre o risco de desenvolver câncer de pâncreas ou rins. Outro estudo, com 59 mil mulheres, não encontrou relação alguma entre o consumo de cafeína e o câncer de mama.</p>
<p>PERDA ÓSSEA: Embora alguns estudos tenham relacionado o consumo de cafeína com perda óssea e fraturas, análises fisiológicas revelaram uma redução muito leve na absorção de cálcio. Os efeitos observados poderiam estar relacionados ao baixo consumo de leite e derivados. A análise revela que a redução na absorção do cálcio seria compensada com duas colheres de leite.</p>
<p>PERDA DE PESO: Apesar de a cafeína acelerar o metabolismo — 100 miligramas queimariam de 75 a 100 calorias extras por dia — nenhum outro efeito de controle de peso a longo prazo foi comprovado.<br />
Estudo com 58 mil pessoas acompanhadas por 12 anos mostrou que elas, na verdade ganharam peso, embora os médicos não saibam explicar a aparente contradição.</p>
<p>BENEFÍCIOS À SAÚDE: Provavelmente, o mais importante efeito da cafeína é sua capacidade de melhorar o humor e a performance física e mental. O consumo de 200 miligramas (o volume contido em cerca de 30 mililitros de café comum) acentua a sensação de bem-estar e deixa a pessoa mais alerta e sociável, segundo relatos de consumidores. Volumes muito altos podem gerar ansiedade.<br />
Estudos recentes mostraram ainda uma redução de 30% no risco de desenvolver Parkinson e de 28% para diabetes do tipo 2.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.naincerteza.com/wp-uploads/homem-cafe.jpg" alt="http://www.naincerteza.com/wp-uploads/homem-cafe.jpg" /></div>
<p><font size="5">Fruto é rico em minerais e antioxidantes</font><br />
<strong> Crianças que tomam café têm melhor rendimento em sala</strong></p>
<p><span style="background-color: #ffff99">Antônio Marinho &#8211; O Globo</span><br />
O café, puro ou misturado ao leite, é um dos melhores alimentos para se manter saudável, segundo o cientista brasileiro Darcy Roberto Lima, um dos maiores pesquisadores do assunto. Ele diz que além de cafeína, um estimulante natural, a infusão do fruto tem pelo menos cinco compostos altamente benéficos ao organismo humano.</p>
<p>Segundo o médico, o café é rico em vitamina B3 (a niacina, que participa na síntese de hormônios e é essencial para o crescimento) e ácido clorogênico, importante antioxidante ainda mais potente que o reverastrol, encontrado nas uvas. O fruto ou a bebida oferece também boa quantidade de potássio, ferro e zinco.</p>
<p>— Recomendo até quatro xícaras de café ao dia. A bebida contém mais minerais que produtos isotônicos artificiais e águas minerais. Além disso, o aroma do café — um dos mais fortes — tem importante função na melhora do humor e na sensação de bem-estar — diz o professor de neurologia na UFRJ, autor de seis livros sobre o fruto e coordenador científico do site “Café e Saúde”: http://www.cafeesaude.com.br.</p>
<p>Estudo quer recuperar aroma natural Seja qual for a forma de preparo do café, quente ou gelado, ele é benéfico para a saúde, segundo Darcy, que faz parte do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, coordenado pela Embrapa Café: — Estamos fazendo estudos com o acréscimo de café com leite na merenda escolar de alunos. Há evidências de que esta bebida ajuda a melhorar o rendimento e atenção em sala de aula.</p>
<p>Pesquisas epidemiológicas indicam que o consumo regular de três a quatro xícaras ao dia, teria efeito profilático na depressão (e até no suicídio) e no consumo de álcool, de acordo com cientistas.</p>
<p>— Há pesquisas em instituições como os Alcoólicos Anônimos mostrando que dependentes químicos que tomam café apresentam menos recaídas — conta Darcy, lembrando que o consumo em excesso é prejudicial, assim como o de qualquer outro produto, especialmente por pessoas com com arritmias, hipertensão arterial, úlcera, síndrome do pânico, entre outros distúrbios.</p>
<p>A Embrapa Agroindústria de Alimentos, em parceria com a Coppe (UFRJ) e o Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, está desenvolvendo estudo para recuperar a essência natural do aroma de café, que se perde no processo produtivo. Ela é livre de solventes e aditivos, e poderá ser usada na indústria de alimentos, na melhora da qualidade do café solúvel, e na produção de cosméticos.</p>
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		<title>Novas pesquisas ensinam a preparar verduras e legumes</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/novas-pesquisas-ensinam-a-preparar-verduras-e-legumes/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 22:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Forma como vegetais são consumidos aumenta absorção de nutrientes. Molhos potencializam efeito antioxidante

Tara Parker-Pope &#8211; O Globo
Do New York Times
NOVA YORK. É senso comum que o consumo diário de vegetais é importante. Mas há alguma maneira de obter mais nutrientes sem aumentar o consumo de verduras, frutas e legumes? Um número cada vez maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Forma como vegetais são consumidos aumenta absorção de nutrientes. Molhos potencializam efeito antioxidante</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.eul.mctes.pt/fotos/noticias/legumes.JPG" alt="http://www.eul.mctes.pt/fotos/noticias/legumes.JPG" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Tara Parker-Pope &#8211; O Globo</strong></p>
<p><strong>Do New York Times</strong></p>
<p>NOVA YORK. É senso comum que o consumo diário de vegetais é importante. Mas há alguma maneira de obter mais nutrientes sem aumentar o consumo de verduras, frutas e legumes? Um número cada vez maior de pesquisas mostra que a maneira como os vegetais são preparados influencia a quantidade de substâncias fitoquímicas, vitaminas e outros nutrientes absorvidos pelo organismo.<br />
Numerosos estudos demonstram que as pessoas que consomem mais vegetais têm menores riscos de doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, problemas oculares e até mesmo câncer. As últimas orientações dietéticas recomendam de cinco a 13 porções (o que corresponde a duas e meia a seis e meia xícaras) por dia.</p>
<p>Consumir só legumes crus pode ser ruim Para uma pessoa que mantém o peso com uma dieta de 2000kcal (quilocalorias) ao dia, isso se traduz em nove porções, ou quatro xícaras, de acordo com a especialistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Havard.<br />
Mas como essas porções deveriam ser servidas? Surpreendentemente, comer vegetais crus e sem qualquer aditivo não parece ser a melhor maneira. Em artigo publicado este mês na “British Journal of Nutrition”, pesquisadores apresentam um estudo com 198 alemães que faziam dieta quase exclusiva de comida crua (pelo menos 95% do total consumido diariamente).</p>
<p>Eles apresentavam altos níveis de vitamina A e betacaroteno.<br />
Mas ficaram aquém quando se tratava de licopeno, um carotenóide encontrado principalmente no tomate e outros vegetais com pigmento vermelho.<br />
O licopeno é considerado um importante antioxidante.<br />
— Há uma idéia errada de que os alimentos crus são sempre os melhores — diz Steven K. Clinton, especialista uma nutrição e professor de medicina interna da divisão de oncologia na Universidade do Estado de Ohio. — Para as frutos e outros vegetais, um pouco de cozimento, um pouco de processamento realmente podem ser útil.</p>
<p>Alimentos perdem vitaminas no preparo A quantidade e o tipo de nutrientes dos vegetais, eventualmente, são afetados por diferentes fatores antes de chegarem ao prato. Isso inclui como e onde eles cresceram, onde foram processados e armazenados. N ã o existe um único método para cozinhar melhor.</p>
<p>Nutrientes solúveis em água como vitaminas C e B e um grupo de nutrientes chamados polifenóis são freqüentemente perdidos no processamento. Estudos mostram que, após seis meses, cerejas congeladas perdem 50% de antocianinas, impor tante composto encontrado no pigmento vermelho de frutas e legumes.</p>
<p>Espinafres frescos perdem 64% de sua vitamina C após o cozimento. Er vilhas em conservas e cenouras perdem 85% a 95% de sua vitamina C, segundo dados da Universidade da Califórnia.<br />
Um estudo publicada na revista “Journal of Agriculture and Food Chemistry” concluiu que o melhor é ferver cenoura, abobrinha e brócolis. Fritar seria a pior opção.<br />
O que acompanha os legumes e verduras também é importante.<br />
Estudos em Ohio analisaram os níveis sangüíneos de pessoas que comeram porções de molho e saladas.</p>
<p>Quando o molho ou a salada eram ser vidos com creme de abacate ou óleos gordurosos, os consumidores absorviam quatro vezes mais licopeno, sete vezes mais luteína e 18 vezes mais betacaroteno. Além disso, os molhos melhoram o sabor dos vegetais e ajudam a fazer com que sejam consumidos em maior quantidade.</p>
<p>— Comer uma variedade de vegetais é especialmente importante para que você goste deles o suficiente para comer mais — diz Susan B. Roberts, diretor do laboratório no metabolismo energético na Tufts University School of Nutrition.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vitaminas podem encurtar a vida</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/05/vitaminas-podem-encurtar-a-vida/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 19:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

NYT &#8211; O Estado de São Paulo
Um estudo americano apontou que o uso de suplementos antioxidantes não retardam o envelhecimento. Além de não surtirem efeito sobre a taxa de mortalidade de um grupo de estudo com cerca de 250 mil participantes, foi descoberto que o uso indiscriminado de altas doses de vitamina A aumenta em [...]]]></description>
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<p style="background-color: #ffff99"><strong>NYT &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>Um estudo americano apontou que o uso de suplementos antioxidantes não retardam o envelhecimento. Além de não surtirem efeito sobre a taxa de mortalidade de um grupo de estudo com cerca de 250 mil participantes, foi descoberto que o uso indiscriminado de altas doses de vitamina A aumenta em 16% o risco de morte. O trabalho, publicado na Cochrane Library, também sugere a realização de mais pesquisas sobre a vitamina C sob a direção de comitês de segurança.</p>
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