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	<title>Blog do Favre &#187; aquecimento global</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Desmate na Amazônia representa menos de 5% das emissões do País</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Dado será divulgado amanhã e levado à conferência de Copenhague; 65 líderes mundiais já confirmaram presença
João Domingos &#8211; O Estado SP
Além da meta voluntária de redução das emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020, o Brasil levará outro trunfo para a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, que será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.radarsindical.com.br/blogdoneto/wp-content/uploads/2009/10/amazonia.jpg" alt="http://www.radarsindical.com.br/blogdoneto/wp-content/uploads/2009/10/amazonia.jpg" /></p>
<p><strong>Dado será divulgado amanhã e levado à conferência de Copenhague; 65 líderes mundiais já confirmaram presença</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">João Domingos &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Além da meta voluntária de redução das emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020, o Brasil levará outro trunfo para a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, que será realizada em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. O governo apresentará um porcentual abaixo de 5% na emissão de gases pelo desmatamento da Amazônia em relação ao total emitido pelo País.</p>
<p>Os dados sobre a queda das emissões de dióxido de carbono (CO2) pela ação da derrubada da floresta obtidos pelo Estado serão apresentados amanhã, em Brasília, pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em agosto, o diretor-geral do Inpe, Gilberto Câmara, havia dito que valores preliminares apontavam que as emissão de gases pelo desmate da Amazônia ficariam em 2,5% do total &#8211; e não 5%, conforme havia sido apurado entre 2000 e 2005. Agora, com a medição concluída, o porcentual ficará entre 2,5% e 5%.</p>
<p>A queda das emissões resultantes do desmate da Amazônia em relação ao total do País deve-se à redução do desmatamento nos últimos quatro anos. &#8220;Além disso, a emissão por combustíveis fósseis aumentou, principalmente por causa do uso de carvão vegetal e do crescimento da frota de veículos&#8221;, disse o pesquisador do Centro de Ciências do Sistema Terrestre do Inpe Jean Ometto. Estudo divulgado na edição deste mês da Nature Geoscience, que contou com a participação de Ometto, revelou que a emissão de CO2 resultante do desmatamento é de 12% no mundo em relação ao total emitido &#8211; e não 20%, como divulgou em 2007 o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas.</p>
<p>Segundo Ometto, houve queda no desmatamento na Amazônia, Indonésia e, embora em pequena escala, na África. Soma-se a isso o fato de que o desmatamento não faz árvores virarem fumaça imediatamente. Parte da madeira se transforma em móvel, casas e portas. Com isso, o carbono fica estocado por anos. Há ainda o fato de que parte das áreas desmatadas é substituída por pasto, à base de capim braquiária, um conhecido sequestrador de carbono, cana-de-açúcar e grãos, que também neutralizam a emissão. Isso, diz Ometto, também contribuiu para reduzir a emissão.</p>
<p>Os cálculos da emissão de gases no Brasil feitos pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) são imprecisos. A entidade adota como média para o Brasil um desmatamento anual de 30 mil km2, valor acima do real. O maior desmate ocorreu em 2004, com 27.423 kmqu2. De lá para cá, a queda foi acentuada &#8211; 2009 deve fechar com 7.008 km2. Se o País cumprir a meta voluntária de redução de 80% do desmatamento da Amazônia até 2020, a derrubada ficará em 4,5 mil km2 por ano.</p>
<p>Para o pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) Adalberto Veríssimo, as dimensões continentais do Brasil exigem atenção redobrada.&#8221;Um incêndio pode ser devastador. Só o Pará é 40 vezes maior do que a Grécia, que costuma sofrer com o fogo no verão. Por causa do tamanho, o Brasil emite 30 mil vezes mais CO2 por queimadas do que o restante do mundo.&#8221;</p>
<p><strong>CONVITE ACEITO</strong></p>
<p>Pelo menos 65 líderes mundiais confirmaram presença em Copenhague, entre eles os do Brasil, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Japão e Indonésia. Autoridades dinamarquesas convidaram os chefes de Estado e governo de 191 países membros da ONU para a etapa final do encontro, que ocorrerá de 7 a 18 de dezembro. Segundo a Dinamarca, o presidente Barack Obama só irá à reunião se sua presença for crucial para selar o novo acordo do clima.</p>
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		<title>EUA e China adiam para 2010 a possibilidade de acordo climático</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CoP-15: Posição assumida por Obama e Hu Jintao deve levar a prolongamento de negociações

Edward Luce, Kevin Brown, Fiona Harvey e Joshua Chaffin, Financial Times &#8211; VALOR
O presidente dos EUA, Barack Obama, admitiu ontem que a cúpula de Copenhague, no mês que vem, não vai produzir um tratado com força de lei para combater o aquecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CoP-15: Posição assumida por Obama e Hu Jintao deve levar a prolongamento de negociações</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img.timeinc.net/time/daily/2009/0904/obama_hu_0401.jpg" alt="http://img.timeinc.net/time/daily/2009/0904/obama_hu_0401.jpg" width="518" height="291" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Edward Luce, Kevin Brown, Fiona Harvey e Joshua Chaffin, Financial Times &#8211; VALOR</span></h2>
<p>O presidente dos EUA, Barack Obama, admitiu ontem que a cúpula de Copenhague, no mês que vem, não vai produzir um tratado com força de lei para combater o aquecimento global, mas manteve a porta aberta para uma negociação substantiva de um novo quadro sobre mudanças climáticas.</p>
<p>Ao dizer que &#8220;não devemos transformar o &#8216;perfeito&#8217; em inimigo do &#8216;bom&#8217; &#8220;, o presidente americano selou o crescente consenso internacional de que o melhor a ser esperado do encontro no mês que vem é um forte comprometimento político.</p>
<p>A posição de Obama, assumida durante o encontro do Fórum de Cooperação Econômica Ásia Pacífico (Apec, na sigla em inglês), foi apoiada por todos os 21 países presentes, inclusive a China.</p>
<p>Analistas dizem que isso reflete um entendimento entre americanos e chineses de que não há a possibilidade ainda de os dois maiores poluidores do planeta de entrar num acordo mais amplo sobre mudanças climáticas.</p>
<p>Autoridades americanas disseram que os membros da Apec, responsáveis por dois terços das emissões mundiais, chegaram a um consenso sobre a fórmula de &#8220;um acordo, dois passo&#8221;, elaborada pelo premiê dinamarquês, Lars Rasmussen. Por essa abordagem, Copenhague produziria um acordo em questões substantivas, incluindo cortes significativos nas emissões dos países desenvolvidos até 2020, além de medidas dos países em desenvolvimento para segurarem os crescimentos de emissões.</p>
<p>Os países podem assinar um acordo sem força de lei, mas de &#8220;comprometimento político&#8221;.</p>
<p>Advogados poderiam então produzir um tratado articulado pronto para ser assinado na conferência da ONU em Bonn, em junho, ou no próximo encontro sobre mudanças climáticas, no México, em dezembro de 2010.</p>
<p>Michael Froman, conselheiro-sênior de Obama, disse: &#8220;Essa abordagem de dois passos significa que houve uma avaliação dos líderes de que não seria realístico esperar um acordo internacional com força de lei a ser negociado entre agora e o início da cúpula de Copenhague, em 22 dias&#8221;.</p>
<p>Autoridades europeias disseram não terem ficado surpresas com os comentários de Obama, mas pediram aos governos que tentassem fazer progressos reais no mês que vem.</p>
<p>Entretanto mesmo chegar a acordos políticos será difícil.</p>
<p>Obama ainda encontra muita dificuldade em adotar dois dos principais objetivos de Copenhague: chegar a um comprometimento dos EUA de cortar suas emissões até 2020 e definir o financiamento por parte dos EUA e dos outros países ricos para ajudar os países pobres a cortar suas emissões. E os EUA não podem adotar esses compromissos até que a legislação de clima e energia que está sendo analisada no Senado seja votada.</p>
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		<title>Brasil reduzirá até 39% de gases-estufa</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 11:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[ Lula arbitra disputa interna e define meta que o país apresentará na conferência do clima de Copenhague, em dezembro
Proposta varia entre 36,1%  e 38,9% em relação à atual  tendência das emissões, ou  um corte de 15% em relação  aos níveis de CO2 de 2005 
 



Fernando Donasci/Folha Imagem





Carlos Minc e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: large;"><strong></strong></span> <strong>Lula arbitra disputa interna e define meta que o país apresentará na conferência do clima de Copenhague, em dezembro</p>
<p>Proposta varia entre 36,1%  e 38,9% em relação à atual  tendência das emissões, ou  um corte de 15% em relação  aos níveis de CO2 de 2005 </strong></p>
<p><!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table border="0" width="320">
<tbody>
<tr>
<td><span>Fernando Donasci/Folha Imagem</span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/d1411200901.jpg" border="0" alt="" /></td>
<td valign="bottom"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><em>Carlos Minc e Dilma Rousseff conversam em evento de apresentação da meta de corte de CO</em></span></p>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final--><strong> CLAUDIO ANGELO</strong><br />
<span> EDITOR DE CIÊNCIA </span></p>
<p>O Brasil saiu da retranca.  Após semanas de uma guerra  interna no governo, o país  anunciou ontem que reduzirá  de 36,1% a 38,9% de suas emissões de gás carbônico até 2020,  em relação ao que emitiria se  nada fosse feito. O compromisso será apresentado na conferência do clima de Copenhague, em dezembro.<br />
Trata-se de um desvio de até  1,052 bilhão de toneladas de  CO2 em relação ao cenário tendencial para 2020, que prevê  emissões de 2,7 bilhões de toneladas. Em relação a 2005, o  ano de pico das emissões brasileiras, é um corte de 15%.<br />
&#8220;São ações quantificáveis, reportáveis e passíveis de verificação, que nós estamos assumindo de forma voluntária&#8221;,  disse a jornalistas a ministra  Dilma Rousseff (Casa Civil). O  governo agora vai realizar uma  série de reuniões para definir o  custo das ações e a data em que  elas serão implementadas.<br />
A meta brasileira, chamada  por Dilma e Carlos Minc (Meio  Ambiente) de &#8220;a ação de mitigação mais forte dos países em  desenvolvimento&#8221;, pode destravar as negociações do novo  acordo internacional de combate ao aquecimento global,  que ameaçam naufragar.<br />
O Brasil, quinto maior emissor de carbono, vinha sendo cobrado por países ricos e pela  ONU para pôr um número na  mesa. Ao fazê-lo, deve constranger os ricos a elevarem  suas metas de corte de emissões -hoje elas são insuficientes para impedir um aquecimento perigoso da Terra.<br />
Minc havia proposto um corte de 40% em 2020 em relação ao cenário tendencial (o chamado &#8220;business as usual&#8221;). Alguns setores do governo, no entanto, vinham resistindo a adotar metas de redução além do desmate na Amazônia. Uma das principais resistências foi de Dilma, que via no corte de emissões um entrave ao crescimento econômico.<br />
Outro foco vinha do Itamaraty, que temia adotar um objetivo ambicioso que o país não  pudesse cumprir. &#8220;A questão é  que não existe &#8220;meta voluntária&#8221;. A partir do momento em  que se apresenta a meta à convenção [do clima da ONU], ela  se torna vinculante&#8221;, disse a ex-ministra Marina Silva (PV).<br />
Ontem, numa reunião em  São Paulo, o presidente Luiz  Inácio Lula da Silva arbitrou a  disputa interna e resolveu que  a meta brasileira iria variar entre 36,1% e 38,9%, número  mais próximo da proposta de  Minc. &#8220;É um intervalo de confiança&#8221;, explicou Dilma, dizendo que o país poderia fazer menos ou mais dependendo de ter  menos ou mais recursos e menos ou mais engajamento dos  Estados e da população.</p>
<p><strong>Outros setores</strong><br />
Além do desmatamento na  Amazônia, compõem a proposta a redução de 40% no desmatamento no cerrado, que deve  abater 100 milhões de toneladas de gás carbônico das emissões nacionais; uma série de  ações no setor agropecuário  (recuperação de pastagens,  plantio direto, fixação biológica  de nitrogênio e integração lavoura-pecuária); ações de eficiência energética, aumento no  uso de biocombustíveis, expansão das hidrelétricas e fontes  alternativas de energia; e o chamado &#8220;carvão verde&#8221; para a siderurgia, com a substituição de  lenha de mata nativa por lenha  de florestas plantadas.<br />
Os cenários montados pelo  governo para a redução comportam tanto um crescimento  econômico de 4% quanto o de  5% ao ano, como Dilma quis.<br />
O governo ainda não sabe  quanto custará cumprir as metas; só no setor agropecuário,  serão cerca de R$ 40 bilhões  por ano. &#8220;O Brasil vai usar plenamente sua capacidade de financiamento para implementar suas ações&#8221;, afirmou Dilma.  Segundo ela, apesar de o país  esperar receber verba do mundo desenvolvido, grande parte  do dinheiro da mitigação virá  de fontes domésticas, especialmente o BNDES.<br />
Escolhida por Lula para chefiar a delegação brasileira em  Copenhague, Dilma apresentará as metas na próxima segunda-feira, numa reunião de ministros em Copenhague.<br />
Hoje, Lula e Dilma exibem a  proposta ao presidente francês,  Nicolas Sarkozy, que chamou  Lula a Paris para debater clima.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Proposta brasileira vai ajudar acordo global, afirmam ONGs</strong></span></p>
<p><span>DA REPORTAGEM LOCAL </span></p>
<p>Segundo a ONG ambientalista WWF, a proposta brasileira  de redução de emissões é &#8220;um  gesto político importante&#8221;.  &#8220;Vai na direção correta e pode  trazer um novo ânimo para Copenhague&#8221;, avalia Carlos Rittl,  coordenador do programa de  mudanças climáticas da entidade. Rittl, no entanto, diz que  é preciso saber como a meta será alcançada, listando os esforços de cada setor da economia  num plano de ação. Para ele, o  fato de o governo voltar atrás  na decisão de só anunciar seus  compromissos na Dinamarca é  também importante.<br />
&#8220;Havia uma demanda grande, o mundo estava pedindo  uma demonstração de liderança&#8221;, diz o ambientalista.<br />
Segundo o Greenpeace, a  adoção de uma meta para o  Brasil quebrou um tabu. &#8220;Há  dois anos, se você dissesse a palavra meta, o pessoal [do governo] queria tirar seu passaporte  e te deportar&#8221;, disse o coordenador de mudança climática da  ONG, João Talocchi. &#8220;É uma  mudança que pode ajudar nas  negociações em Copenhague.&#8221;<br />
O ambientalista, porém, diz  que o Greenpeace vai cobrar  agora que a meta seja incluída  no novo acordo. &#8220;Esses números precisam estar no documento que vai ser assinado lá&#8221;,  afirma Talocchi.</p>
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		<title>Brasil registra o menor índice de desmatamento dos últimos 21 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Anúncio foi feito em clima de festa, com Lula e Dilma; queda em relação ao período anterior foi de 45,7%
João Domingos &#8211; O Estado SP
O Brasil registrou o menor índice de desmatamento anual na Amazônia nos últimos 21 anos, com a marca de 7.008 km², segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os números, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="line" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="555" height="429" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="line" /><param name="src" value="http://www.estadao.com.br/images/especiais/E3/51/DC/E351DCE812E847DE9313DB98EE5A518F.swf" /><param name="quality" value="high" /><embed id="line" type="application/x-shockwave-flash" width="555" height="429" src="http://www.estadao.com.br/images/especiais/E3/51/DC/E351DCE812E847DE9313DB98EE5A518F.swf" quality="high" name="line"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><a><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091113/img/vidae.jpg" alt="" width="267" height="472" /></a></p>
<p><strong>Anúncio foi feito em clima de festa, com Lula e Dilma; queda em relação ao período anterior foi de 45,7%</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">João Domingos &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O Brasil registrou o menor índice de desmatamento anual na Amazônia nos últimos 21 anos, com a marca de 7.008 km², segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os números, apresentados ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, referem-se ao período de agosto de 2008 a julho de 2009, que é o calendário oficial de monitoramento da região amazônica.</p>
<p>Em relação ao período anterior (2007-2008), quando se derrubou quase 13 mil km², a redução foi de 45,7%. &#8220;Esses números são bastante confiáveis e, quando há revisão, ficam dentro da margem de erro&#8221;, disse o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que também participou da cerimônia. O dado anunciado ontem é uma estimativa preliminar, que será levada para a Conferência do Clima de Copenhague, no mês que vem. O número definitivo só ficará pronto em 2010, após revisão mais detalhada das imagens de satélite.</p>
<p>Para Câmara, será difícil manter taxa igual ou menor no próximo período, visto que a queda deste ano foi muito acentuada. A meta a longo prazo do País é reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia até 2020.</p>
<p>Para que isso ocorra, será necessário diminuir em 42% o ritmo de derrubada da floresta a cada cinco anos, em comparação com a média dos períodos anteriores. Por essa conta, o máximo que poderá ser desmatado no ano que vem é 9,5 mil km², chegando a menos de 4 mil km² em 2020.</p>
<p>Todos os nove Estados da Amazônia Legal reduziram suas taxas de desmatamento em 2009. O que registrou maior área devastada foi o Pará, com 3.687 km² de floresta ceifada, seguido à distância por Mato Grosso, com 1.047 km². Este último apresentou a queda mais significativa em relação ao ano anterior: 68%.</p>
<p>Para Câmara, a queda deve-se à consciência que o brasileiro tem adquirido de que é necessário preservar. Já o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que a redução resulta da repressão por parte do aparelho estatal. Ele acha que agora chegou o momento de mudar a forma de atuação, passando a oferecer alternativas econômicas para as pessoas que moram na Amazônia, com preços mínimos para produtos extrativistas como borracha, castanha, açaí e madeira certificada.</p>
<p>O presidente Lula concordou com Minc. &#8220;Dizem que a água de Nova York é muito boa. E é. Mas todos os que moram nos locais das nascentes das águas que vão para lá recebem (dinheiro) para não poluir&#8221;, afirmou. &#8220;Portanto, as pessoas que moram na Tijuca, no Rio, e na Avenida Paulista, em São Paulo, que vão para os bares tomar chope de boa qualidade e falar mal da vida alheia e dizer que ninguém pode derrubar uma árvore da Amazônia, têm de pagar para ter aquela água boa que tomam. O caboclo da Amazônia quer apenas viver, depois de ter pegado oito malárias.&#8221;</p>
<p>A redução do desmate será um trunfo para o Brasil em Copenhague, onde um dos principais temas de negociação será a inclusão do desmatamento evitado como mecanismo de combate ao aquecimento global.</p>
<p><strong>NÚMEROS</strong></p>
<p>Os dados divulgados ontem são do sistema Prodes, que utiliza imagens de alta resolução para calcular as taxas anuais de desmatamento. É diferente do sistema Deter, que produz estatísticas mensais, porém com resolução menor, usadas para direcionar a fiscalização de campo.</p>
<p>Na avaliação do pesquisador Carlos Nobre, do Inpe, os dados dão confiança ao País para exercer liderança nas negociações de Copenhague.</p>
<p>&#8220;Mesmo que parte dessa queda possa ser atribuída à crise financeira, ela não ofusca o fato de que as taxas de desmatamento na Amazônia despencaram a partir de 2005. É uma boa notícia para o Brasil e para o planeta&#8221;, disse Nobre ao Estado.</p>
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		<title>Meta de Serra equivale à que Lula examina</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MARCELO LEITE COLUNISTA DA FOLHA
Caso o objetivo do governador tucano José Serra tenha sido diferenciar-se de Lula em sua política para a mudança do clima, já pode dizer que está para o presidente como Arnold Schwarzenegger para George W. Bush. Repete-se aqui fenômeno já observado nos EUA, onde alguns governadores se adiantaram ao governo central [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft" src="http://4.bp.blogspot.com/_d-4qNUTW_MA/Sda3f5fwKRI/AAAAAAAAAAM/L6k1pPk1Tg0/s320/efeito_estufa.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_d-4qNUTW_MA/Sda3f5fwKRI/AAAAAAAAAAM/L6k1pPk1Tg0/s320/efeito_estufa.jpg" /><span style="background-color: #ffff99;">MARCELO LEITE COLUNISTA DA FOLHA</span></h2>
<p>Caso o objetivo do governador tucano José Serra tenha sido diferenciar-se de Lula em sua política para a mudança do clima, já pode dizer que está para o presidente como Arnold Schwarzenegger para George W. Bush. Repete-se aqui fenômeno já observado nos EUA, onde alguns governadores se adiantaram ao governo central nessa matéria.<br />
A questão é saber se os eleitores potenciais de Serra, numa disputa com a quase candidata petista Dilma Rousseff, perceberão a diferença. E, também, se a diferença aparente sobreviverá até o fim desta semana.<br />
Quem só tiver ouvido falar de percentuais de cortes nas emissões de gases do efeito estufa poderá sair com a impressão de que Serra ficou aquém de Lula. O primeiro fala em reduzir 20% desses gases até 2020. O segundo ainda não falou com clareza, mas pode anunciar corte em torno de 40% na sexta-feira.<br />
As contas partem de premissas e referências diversas. O governo paulista esclarece que os 20% se aplicam sobre o nível de emissões em 2005. Se tudo der certo, o Estado chegaria ao final da próxima década lançando 24 milhões de toneladas a menos de CO2 na atmosfera.<br />
A meta que o governo federal está para anunciar, por seu lado, representa só um desvio de trajetória. Projeta-se quanto o país estará produzindo de gases-estufa em 2020 e aplica-se um percentual de redução sobre esse montante. A conta não resulta necessariamente numa diminuição absoluta em relação ao que se emite hoje.<br />
É mais ou menos como planejar um regime. Se entrar em 2010 pesando 95 kg e tiver engordado 4 kg por ano nos últimos tempos, esse ritmo me levará a 135 kg em 2020.<br />
Fixando a meta de não engordar 40% disso, em dez anos estarei pesando 81 kg -ou 14 kg a menos que na partida. No entanto, caso adote meta abaixo disso, digamos 20%, meu peso final será 108 kg, ou 13 kg a mais do que hoje.<br />
Serra optou pela silhueta vista no retrovisor. Quer São Paulo com menos peso que em 2005. Não importa quanto tenha engordado de lá para cá. Nesse sentido, parece uma meta mais corajosa que a de Lula.<br />
Além disso, os 20% já prometidos por Lula estão quase garantidos. Basta prosseguir na rota de redução das taxas nacionais de desmatamento, que responde por mais da metade das emissões brasileiras.<br />
Como o desmate se concentra na Amazônia, São Paulo não conta com essa fruta ao alcance da mão. O esforço precisará envolver vários setores -agropecuária, energia, transportes, indústria. Cada um dará sua contribuição; alguns poderão até emitir mais, desde que outros compensem a diferença.<br />
A coisa muda um pouco de figura se Lula adotar os 40% sexta. Neste caso, precisará da mobilização de outros setores.<br />
Não se sabe ao certo quanto o país emitiu em anos recentes. Serra usa o valor de 2 bilhões de toneladas de CO2 emitidas nacionalmente no ano 2005. O dado consta de um estudo realizado na USP de Piracicaba pelo pesquisador Carlos Cerri.<br />
Projeções de um grupo de especialistas conhecido como Rede Clima indicam que o Brasil possa chegar a 2020 emitindo 2,7 bilhões de toneladas de CO2. Adotada a meta superior, de 40%, isso cairia para 1,62 bilhão em uma década. Menos, portanto, que as emissões de 2005 (2 bilhões de toneladas), mas um valor quase idêntico ao que se alcançaria se aplicada a regra de Serra (menos 20%, o mesmo 1,6 bilhão). Empate.<br />
Atente agora para as escalas de grandeza. Serra fala em 24 milhões de toneladas de redução em 2020. Lula, se anunciar 40%, estará prometendo mais de 1 bilhão de toneladas de corte. Ou seja, 45 vezes mais.<br />
Essa é a grande diferença entre as propostas de Serra e Lula (ou melhor, por ora, ainda de Carlos Minc, seu ministro do Meio Ambiente): o peso do desmatamento e de governar um país inteiro.<br />
Embora seja a coisa certa a fazer, não será fácil continuar represando o desflorestamento. O governo federal leva a culpa, sempre, mas quem desmata são madeireiros, grileiros e fazendeiros partidários do atraso. Sob as vistas grossas de governadores da Amazônia.<br />
Esse problema Serra não tem. Sai à frente de Lula, no que já se chamou de &#8220;efeito Marina Silva&#8221;, fixando a meta em lei, e não num plano ainda indeterminado, como o do governo federal. Serra governa um Estado, contudo, em que a própria comunidade empresarial já demanda a mudança de rumo. E só precisará exigir ações dos produtores a partir da conclusão do inventário estadual. Em 2011, quando já não será governador -talvez.<br />
Quem quer que vença o pleito presidencial terá um problema bem maior que o paulista pela frente. Não só pelo tamanho e a diversidade do Brasil, mas porque nenhum acordo significativo de reduções sairá de Copenhague, mês que vem.<br />
O novo tratado para enfrentar a mudança do clima ficará para dezembro de 2010. O novo presidente terá então de sentar-se com Estados Unidos e China à mesa de negociação. Situação bem menos confortável que a de um palanque.</p>
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		<title>Metas de redução do País e de SP são iguais</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Proporcionalmente, em relação a 2005, propostas são equivalentes
Afra Balazina e Herton Escobar &#8211; O Estado SP

As metas de redução de emissão de gases do efeito estufa do Estado de São Paulo e do governo federal são proporcionalmente equivalentes. O compromisso paulista, oficializado anteontem pelo governador José Serra (PSDB), é de reduzir as emissões do Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Proporcionalmente, em relação a 2005, propostas são equivalentes</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Afra Balazina e Herton Escobar &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p><img class="alignleft" src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091111/img/7.1.imagem_usina_tasso.jpg" alt="" /></p>
<p>As metas de redução de emissão de gases do efeito estufa do Estado de São Paulo e do governo federal são proporcionalmente equivalentes. O compromisso paulista, oficializado anteontem pelo governador José Serra (PSDB), é de reduzir as emissões do Estado em 20% até 2020, comparado ao ano de 2005. Já o governo federal estuda apresentar uma meta de redução de 40% da taxa de crescimento das emissões nacionais até 2020, comparado ao que elas aumentariam se nada fosse feito para controlá-las. Em relação a 2005, isso representaria uma redução absoluta de 19%.</p>
<p>Os cálculos foram feitos pela reportagem do Estado, com base em um estudo coordenado pelo pesquisador Carlos Cerri, da Universidade de São Paulo, que estimou em 2 bilhões de toneladas as emissões brasileiras de gases do efeito estufa em 2005. Já as emissões de 2020 são projetadas pelo Ministério do Meio Ambiente em 2,7 bilhões de toneladas. &#8220;Esse é o dado mais recente que temos&#8221;, disse Tasso Azevedo, consultor do ministério para assuntos climáticos. No caso de uma redução de 40%, essa emissão cairia para 1,62 bilhão de toneladas, o que representaria uma redução absoluta de 19% em relação aos valores de 2005 &#8211; semelhante à meta paulista de 20%.</p>
<p>Do ponto de vista prático, porém, especialistas avaliam que a meta de São Paulo será mais difícil de ser cumprida do que a federal, uma vez que não poderá se basear em redução de desmatamento e dependerá de corte de emissões em setores estratégicos como indústria, energia e transporte. No caso da proposta nacional, metade da redução (20%) viria da diminuição do desmatamento na Amazônia.</p>
<p>&#8220;A meta de São Paulo parece mais ambiciosa, no sentido de que precisará de medidas muito mais arrojadas para ser cumprida&#8221;, avaliou Cerri. Para ele, a proposta brasileira de 40% &#8220;é muito cômoda&#8221;. &#8220;A margem de manobra para o País é maior.&#8221;</p>
<p>Tanto a meta paulista quanto a brasileira serão apresentadas na Conferência do Clima de Copenhague, em dezembro. O governador José Serra pretende participar do evento, assim como a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e a senadora Marina Silva (PV) &#8211; todos prováveis candidatos à Presidência em 2010.</p>
<p>Ontem, em passagem pelo Rio, Dilma alfinetou a proposta de Serra. &#8220;É interessante notar que vocês acham 24 milhões de toneladas de redução de CO2 muito significativo quando se trata de São Paulo, mas não consideram que a redução de 20% relativa ao desmatamento é significativa&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>Já o secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, Xico Graziano, cobrou mais &#8220;ousadia&#8221; do governo federal. Para ele, o Brasil deveria adotar uma meta de &#8220;redução real&#8221;, e não em relação ao crescimento projetado. Graziano critica o fato de o País negociar &#8220;com uma visão de diplomacia tradicional&#8221;, em que só se cobra ações dos desenvolvidos.</p>
<p>Na avaliação do pesquisador Luiz Pinguelli Rosa, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Serra e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão agindo sob pressão da opinião pública. &#8220;Os dois estavam meio reticentes (sobre assumir metas) e foram influenciados.&#8221; A meta brasileira deve ser definida em reunião prevista para sábado, em Brasília.</p>
<p><strong>COLABOROU ALFREDO JUNQUEIRA</strong></p>
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		<title>Corte de emissões de 40% anuncia Dilma</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Governo diz que apresentará número concreto em Copenhague, mas não meta.
A estimativa de corte nas emissões de CO2 leva em consideração um crescimento econômico entre 5% e 6%.

Soraya Aggege e Lino Rodrigues SÃO PAULO &#8211; O Globo
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou ontem que o governo apresentará, até o próximo dia 14, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Governo diz que apresentará número concreto em Copenhague, mas não meta.</strong></p>
<p><strong>A estimativa de corte nas emissões de CO2 leva em consideração um crescimento econômico entre 5% e 6%.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://whataversity.files.wordpress.com/2009/05/2007062100_bloguncoveringorg_aquecimento_global_image-tm1.jpg" alt="http://whataversity.files.wordpress.com/2009/05/2007062100_bloguncoveringorg_aquecimento_global_image-tm1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Soraya Aggege e Lino Rodrigues SÃO PAULO &#8211; O Globo</span></h2>
<p>A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou ontem que o governo apresentará, até o próximo dia 14, um “objetivo voluntário e consensual” de redução das emissões de gases de efeito estufa na faixa dos 40% até 2020, a ser levado para o encontro mundial da ONU sobre mudanças climáticas, na Dinamarca, em dezembro. A redução é relativa ao total de emissões projetado para 2020, caso nada for feito.</p>
<p>O anúncio foi feito depois de uma longa reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vários ministros com cientistas, ONGs e entidades empresariais e de trabalhadores, que chegaram a um consenso.</p>
<p>— Não estamos muitos distantes disso: 38%, 42%. O número que será apresentado será o factível e ainda faltam alguns cálculos.</p>
<p>Só assumiremos o que for realmente possível. E não apresentaremos metas, pois essas devem ser apresentadas pelos países do Anexo 1 (maiores emissores), mas sim objetivos voluntários e consensuais — disse a ministra-chefe.</p>
<p>Secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e responsável pela coordenação da reunião, o diretor da Coppe, José Pinguelli Rosa, afirmou: — Não importam os termos, se é meta ou se é objetivo. O importante é que, pela primeira vez, o governo não desmaiou ao ouvir nosso pedido de 40% de redução e o número ficará em torno disso.</p>
<p>Dilma afirmou que, durante a reunião na Dinamarca, o Brasil terá uma posição muito clara ao afirmar sua condição de ser um dos países mais comprometidos com a energia renovável e a redução de desmatamento: — As medidas permitirão que o governo esteja bastante forte. Então, já somos um exemplo para o mundo. Mas o fato de anunciarmos um objetivo expressivo não impede que saibamos que os responsáveis são os países desenvolvidos — disse a ministra</p>
<p>Crescimento é calculado entre 5% e 6%</p>
<p>A estimativa de corte nas emissões de CO2 leva em consideração um crescimento econômico entre 5% e 6%. Dependendo da conta, a redução de 40% em relação à projeção do crescimento das emissões equivale a um equilíbrio nos lançamentos: ou seja, chegaríamos a 2020 com aproximadamente o mesmo volume de lançamentos que tínhamos em 2005, um avanço considerável, segundo especialistas.</p>
<p>Já está acertado que o país vai reduzir o desmatamento em 80%, o que contribuirá para uma diminuição de 20% das emissões dos gases. Os demais 20% viriam de ações na agropecuária e na indústria.</p>
<p>Mais cedo, no programa semanal “Café com o Presidente”, Lula voltou a insistir que as medidas compensatórias devem ser proporcionais à responsabilidade de cada país pelas alterações no clima, e que, por isso, as nações desenvolvidas teriam uma parte maior da conta</p>
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		<title>Dilma elogia iniciativa paulista</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Luciano Máximo, de São Paulo &#8211; VALOR
No mesmo dia em que o governador de São Paulo, José Serra, alfinetou o governo federal pela demora em definir metas de redução das emissões dos gases de efeito estufa para o país, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, elogiou a iniciativa de Serra de sancionar, ontem, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_pz3FrDMKgLg/Sh646y2MLXI/AAAAAAAADn8/IVoCZkAygCw/s320/poluicao_do_ar1.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_pz3FrDMKgLg/Sh646y2MLXI/AAAAAAAADn8/IVoCZkAygCw/s320/poluicao_do_ar1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Luciano Máximo, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>No mesmo dia em que o governador de São Paulo, José Serra, alfinetou o governo federal pela demora em definir metas de redução das emissões dos gases de efeito estufa para o país, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, elogiou a iniciativa de Serra de sancionar, ontem, uma política estadual de mudanças climáticas que fixa objetivo de diminuir até 2020 em 20% as emissões de gases poluentes no Estado, com base na taxa verifica em 2005. Cotada para disputar a eleição presidencial de 2010 com o tucano, a ministra não se incomodou em parabenizar o virtual adversário. &#8220;O governador está de parabéns. Todos os Estados que fizerem redução estão de parabéns. Talvez seja possível adotar metas maiores na tendência das metas globais, mas a iniciativa que o governo de São Paulo teve é muito positiva e produtiva. Seria um avanço se todos os outros Estados se comprometessem com algumas metas e números objetivos .&#8221;</p>
<p>A ministra ressaltou, no entanto, que as medidas adotadas por São Paulo não podem ser comparadas ao esforço de redução das emissões que pretende o governo brasileiro. &#8220;Somos um país&#8221;, afirmou. Nesta segunda-feira, Dilma participou em São Paulo de mais uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Reynold Stephanes (Agricultura) para tentar chegar a um acordo dentro do governo sobre um compromisso que o país poderá levar para a mesa de negociação na reunião do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), que será realizada no mês que vem na Dinamarca. Na ocasião, o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) apresentou contribuições de vários setores da sociedade para ajudar o governo fechar sua posição.</p>
<p>Segundo a ministra, o governo federal não vai ficar atrás e apresentará &#8220;metas voluntárias&#8221; e seu compromisso no dia 14 de novembro. &#8220;Não temos metas a cumprir porque não somos do Anexo 1 [países desenvolvidos, que assinaram a Convenção do Clima de 1992], o que podemos ter é compromissos objetivos, mensuráveis. Já somos um exemplo de matriz energética limpa, baseada em hidrelétricas, e o governo está fazendo um esforço na agricultura, formatando um projeto de plantio direto na relação lavoura-pecuária, recuperação de pastagens e áreas degradadas e também utilização de instrumentos biológicos na fixação de hidrogênio para a captação de CO2.Tudo isso tem um custo, mas aumenta a produtividade e são medidas altamente sustentáveis&#8221;, reforçou a ministra.</p>
<p>O secretário executivo do FBMC, que reúne empresas, movimentos ambientalistas e universidades, professor Luiz Pinguelli Rosa, disse que o país está perto de adotar um compromisso de redução de 40% até 2020, já descontada a queda do desmatamento de 20% proveniente do combate ao desmatamento. &#8220;Brasil tem que ter posição forte, assim como teve em Honduras, assumindo uma posição menos política e mais diplomática. Todos sabemos que o Brasil não tem as mesmas obrigações que os países desenvolvidos, mas isso não quer dizer que ele não possa contribuir e transformar sua atuação em um número. E um número que já foi cogitado é de 40%, mas que ainda precisa ser justificado tecnicamente&#8221;, explicou Rosa.</p>
<p>A ministra reforçou que o governo só vai assumir o que for possível. &#8220;Vamos levar nosso compromisso objetivo com um número, não é uma meta igual a deles [dos países desenvolvidos].&#8221;</p>
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		<title>Combatendo a crise e o aquecimento global</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[IPI continua menor só para eletrodomésticos &#8220;verdes&#8221;
Arnaldo Galvão, de Brasília &#8211; VALOR
O governo estendeu até 31 de janeiro a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre eletrodomésticos da linha branca, mas limitou o benefício aos itens que consomem menos energia. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que novas medidas tributárias com esse objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>IPI continua menor só para eletrodomésticos &#8220;verdes&#8221;</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Arnaldo Galvão, de Brasília &#8211; VALOR</span></h2>
<p><img class="size-full wp-image-15413 alignleft" title="geladeiraLingua" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/geladeiraLingua.gif" alt="geladeiraLingua" width="163" height="195" />O governo estendeu até 31 de janeiro a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre eletrodomésticos da linha branca, mas limitou o benefício aos itens que consomem menos energia. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que novas medidas tributárias com esse objetivo ambiental serão anunciadas.</p>
<p>Geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos que recebem os selos A e B do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) terão, de 1º de novembro a 31 de janeiro, alíquotas de IPI menores que as vigentes antes de abril. Para os demais itens, volta a carga tributária normal. Uma geladeira Classe A, por exemplo, tinha incidência de alíquota de 15% até abril, início dos benefícios definidos pelo governo. Essa tributação caiu para 5% e será mantida até o fim de janeiro de 2010. Para os refrigeradores Classe B, a alíquota caiu de 15% para 5%, mas será de 10% nos próximos três meses.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002375/imagens/arte30bra-ipi-a3.gif" border="0" alt="Foto Destaque" /></p>
<p>Mantega disse que o governo, ao prorrogar o benefício tributário para a linha branca, não pensou nas eleições do ano que vem. Alegou que a medida pretende ampliar o emprego e manter o crescimento do varejo e da indústria, além de facilitar o acesso a esses bens de consumo duráveis para a população que tem renda mais baixa. &#8220;Não se espantem com novas medidas tributárias com esse caráter&#8221;, afirmou, ao comentar o aspecto ambiental da medida.</p>
<p>Para o ministro da Fazenda, os empresários do varejo e da indústria comprometeram-se com mais contratações de trabalhadores, mas o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, explicou que as contratações já foram feitas quando o governo reduziu o IPI. Agora, as indústrias devem apenas mantê-las. Kiçula também revelou surpresa ao saber da medida porque esperava apenas a simples prorrogação do benefício por mais três meses. Ele disse que o consumidor olha primeiro para o preço e depois para o gasto de energia.</p>
<p>Se a indústria já avisou que não vai ampliar o emprego, Luiza Helena Trajano, presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), informou que a contratação de trabalhadores temporários no fim do ano, geralmente elevando em 5% o pessoal, deve subir para 10% ou 15% com a manutenção do benefício. &#8220;Lutamos muito para que essa redução do imposto aproveitasse o período do 13º salário, quando o poder de compra é maior&#8221;, disse.</p>
<p>Falando das redes de varejo, Luiza disse que sua empresa (Magazine Luiza) deve contratar 1,5 mil temporários, o que representa 10% dos total de empregados. Ela também estimou que a Casas Bahia, a maior do país, vai absorver mão de obra de cerca de 5 mil temporários em 2009. No setor, a linha branca responde por aproximadamente 30% das vendas.</p>
<p>O Walmart informou que não vai aumentar os preços da linha branca, mesmo para os produtos que perderem o benefício da redução do IPI. A empresa espera ter um desempenho de vendas em torno de 35% superior na categoria, para o Natal, ante o mesmo período do ano passado.</p>
<p>O diretor de relações institucionais da Whirlpool, Armando Ennes do Valle Jr., acredita que este será o melhor Natal dos últimos anos para a indústria de eletrodomésticos. &#8220;Vamos crescer entre 12% e 15% este ano em número de unidades&#8221;, disse.</p>
<p>A renúncia fiscal com a nova fase do benefício é de R$ 132,1 milhões. Para Mantega, a redução do IPI acaba em janeiro porque, na sua avaliação, a economia está em recuperação e, daqui a pouco, &#8220;andará com as próprias pernas&#8221;. Desde o início da redução do IPI para a linha branca deixaram de ser arrecadados R$ 380 milhões.</p>
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		<title>Arte X mudança climática</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Civilización &#38; Barbarie

Hoy es el Blog action day, el día en que los bloggers de todo el mundo que lo decidan, nos unimos para hablar sobre un tema en común.
Este año la consigna es alertar sobre los efectos del cambio climático.
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			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/2009/10/arte_x_el_cambio_climatico_1.html"><span style="background-color: #ffff99;">Civilización &amp; Barbarie</span><br />
</a></h2>
<p>Hoy es el<a href="http://www.blogactionday.org/" target="_blank"> Blog action day</a>, el día en que los bloggers de todo el mundo que lo decidan, nos unimos para hablar sobre un tema en común.</p>
<p>Este año la consigna es alertar sobre los efectos del cambio climático.</p>
<p>Hace dos semanas <a href="http://www.spencertunick.com/" target="_blank">Spencer Tunick</a>, conocido fotógrafo que desnuda masas en espacios públicos, sumó su grano de arena al asunto al realizar una intervención con más de 700 personas en unos viñedos en la zona francesa de la Borgoña a pedido de Greenpeace.</p>
<p><a href="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/personas-desnudas-cambio-climatico-greenpeace.JPG.jpeg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/personas-desnudas-cambio-climatico-greenpeace.JPG.jpeg"><img src="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/personas-desnudas-cambio-climatico-greenpeace.JPG-thumb.jpeg" alt="personas-desnudas-cambio-climatico-greenpeace.JPG.jpeg" width="400" height="300" /></a></p>
<p>El objetivo de las personas que posaron y del célebre fotógrafo fue llamar la atención de la opinión pública y de los dirigentes políticos ante este fenómeno de cara a la cumbre mundial del Clima que se celebrará en diciembre en Copenhague.</p>
<p>“Si no actuamos aquí y ahora, el hombre y el conjunto de su patrimonio cultural están condenados”, alertó el director general de Greenpeace en Francia, Pascal Husting.</p>
<p><a href="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/Desnudos_cambio_climatico.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/Desnudos_cambio_climatico.jpg"><img src="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/Desnudos_cambio_climatico-thumb.jpg" alt="Desnudos_cambio_climatico.jpg" width="400" height="223" /></a></p>
<p>El artista estadounidense, por su parte, alertó que además de los viñedos franceses, el cambio climático amenaza la agricultura y la naturaleza de todo el mundo.</p>
<p>Greenpeace instó a los líderes mundiales a que alcancen un acuerdo “ambicioso” en la cumbre de Copenhague, donde espera que los países industrializados se comprometan a reducir las emisiones de gases contaminantes en, al menos un 40 por ciento, de aquí al año 2020.</p>
<p>Otros años y otros artistas, llamaron la atención sobre este fenómeno en distintas muestras. Así sucedió en 2008 en Barcelona con la muestra <em><a href="http://elblogverde.com/humor-en-favor-del-medio-ambiente/" target="_blank">El ambiente siempre está en el medio</a></em> y con la muestra on line <a href="http://newclimates.com/" target="_blank"><em>New climates</em></a>.</p>
<p>Y  <a href="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/2009/09/tiempo_de_bloggers.html" target="_blank">aquí </a>leé lo que los combloggers de Civilización&amp;Barbarie proponen para la discusión sobre el cambio climático.                                                                                                Publicado por Cristina Civale</p>
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