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	<title>Blog do Favre &#187; ar</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Entre capitais, SP lidera em mortes ligadas à poluição</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Fernanda Aranda &#8211; Jornal da Tarde
Os custos da poluição, pela primeira vez, foram mapeados fora das fronteiras de São Paulo. Estudo obtido pela reportagem mostra que são R$ 14 gastos por segundo (R$ 459,2 milhões anuais) para tratar sequelas respiratórias e cardiovasculares de vítimas do excesso de partícula fina &#8211; poluente da fumaça do óleo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2007/05/18/18_MHG_sp_polu2.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2007/05/18/18_MHG_sp_polu2.jpg" width="554" height="354" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p style="background-color: #ffff99">Fernanda Aranda &#8211; Jornal da Tarde</p>
<p>Os custos da poluição, pela primeira vez, foram mapeados fora das fronteiras de São Paulo. Estudo obtido pela reportagem mostra que são R$ 14 gastos por segundo (R$ 459,2 milhões anuais) para tratar sequelas respiratórias e cardiovasculares de vítimas do excesso de partícula fina &#8211; poluente da fumaça do óleo diesel . O valor é dispensado por unidades de saúde de saúde de 6 regiões metropolitanas do País.</p>
<p>A mesma pesquisa, produzida pelo Laboratório de Poluição da USP e seis universidades federais, mostra que além dos paulistas, também respiram ar reprovado pelos padrões seguros da Organização Mundial de Saúde (OMS), as regiões do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Recife. Mas é na capital paulista que se concentram as mortes relacionadas à poluição.</p>
<p>Segundo o estudo, a cidade com a maior frota de veículos do Brasil também tem liderança na categoria “prejuízos”. São Paulo concentra 61% das mortes ligadas à poluição, apesar de responder por 57% da quantidade de carros que existe nos locais estudados.</p>
<p>Estudos feitos em São Paulo já mostraram que a poluição está associada tanto a doenças respiratórias &#8211; com asma, bronquite e sinusite &#8211; quanto ao sistema cardiovascular, atingindo ainda as funções metabólicas (diabetes, pressão alta) e chegando até ao sistema reprodutivo,com associação à infertilidade. A reportagem teve acesso ao estudo na ação civil pública que o Ministério Público de SP move contra a Petrobrás e 13 montadoras de veículos pedindo indenização para vítimas da poluição. Segundo o promotor do Meio Ambiente do MP, José Isamel Lutti, o valor indenizatório terá “como parâmetro” esta pesquisa.</p>
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		<title>Especialistas divergem sobre impactos do aquecimento global</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 16:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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Alguns cientistas preferem não fazer previsões catastróficas demais

Por ANDREW C. REVKIN
A linguagem foi apocalíptica. Um importante cientista climático advertiu que o aumento das temperaturas na Terra provocaria desastres irreversíveis se não fossem tomadas medidas urgentes para conter o aquecimento global.
&#8220;O clima se aproxima de seus pontos de desequilíbrio&#8221;, escreveu o cientista climático da Nasa James [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/especialistas-divergem-sobre-impactos-do-aquecimento-global/10968/" rel="attachment wp-att-10968" title="aquecimento_global3.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/especialistas-divergem-sobre-impactos-do-aquecimento-global/10968/" rel="attachment wp-att-10968" title="aquecimento_global3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aquecimento_global3.jpg" alt="aquecimento_global3.jpg" /></a></div>
<p><strong><br />
Alguns cientistas preferem não fazer previsões catastróficas demais</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/especialistas-divergem-sobre-impactos-do-aquecimento-global/10969/" rel="attachment wp-att-10969" title="newyorktimes_folha1.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/newyorktimes_folha1.gif" alt="newyorktimes_folha1.gif" /></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">Por ANDREW C. REVKIN</p>
<p>A linguagem foi apocalíptica. Um importante cientista climático advertiu que o aumento das temperaturas na Terra provocaria desastres irreversíveis se não fossem tomadas medidas urgentes para conter o aquecimento global.<br />
&#8220;O clima se aproxima de seus pontos de desequilíbrio&#8221;, escreveu o cientista climático da Nasa James Hansen no jornal &#8220;The Observer&#8221; de Londres em fevereiro. As calamidades resultantes, advertiram Hansen e outros cientistas de pensamento semelhante, poderão ser amplas e avassaladoras: a perda de inúmeras espécies quando os recifes dos oceanos e as florestas forem perturbados; a transformação da Amazônia em um campo seco; o aumento do nível do mar resultante do derretimento de camadas de gelo na Antártida e na Groenlândia; e o aquecimento da tundra ártica, que liberaria o gás metano na atmosfera.<br />
Mas a ideia de que o planeta está se aproximando do ponto de desequilíbrio -limite em que a mudança se torna incontível- causou uma divisão entre cientistas que de outro modo compartilham profundas preocupações sobre o aquecimento climático.<br />
Ambientalistas e alguns especialistas advertem cada vez mais sobre esses pontos de desequilíbrio em seus esforços para mobilizar o público. O termo confere uma sensação de imediatez às potenciais ameaças do aquecimento climático-perigos que de outro modo poderiam parecer irrelevantes.<br />
Mas outros cientistas dizem que há poucas evidências sólidas que apoiem as previsões de catástrofe. Eles temem que o uso do termo &#8220;pontos de desequilíbrio&#8221; possa ser enganoso e cause um retrocesso, alimentando as críticas de alarmismo e ameaçando o apoio público à redução das emissões de gases do efeito estufa.<br />
&#8220;Acho que grande parte dessa conversa é perigosa&#8221;, disse Kenneth Caldeira, cientista da Universidade Stanford, na Califórnia, e do Instituto Carnegie, organização para pesquisas científicas, e defensor da ação rápida para reduzir as emissões de dióxido de carbono. &#8220;Se dissermos que já passamos dos limites e pontos de desequilíbrio, será uma desculpa para a inação.&#8221;<br />
Enquanto os estudos dos padrões climáticos no passado distante mostram o potencial para mudanças drásticas, dizem esses cientistas, há uma enorme incerteza ao fazer previsões específicas sobre o futuro. Em alguns casos, há grandes questões sobre se os desastres causados pelo clima -como a perda da Amazônia ou o aumento no nível do mar em vários metros- sequer são plausíveis. E, mesmo nos casos em que a maioria dos cientistas concorda que o aumento da temperatura poderia causar uma mudança incontível, ninguém sabe onde está o limite que detonaria as mudanças.<br />
Hansen defende o uso do termo ponto de desequilíbrio e disse que ele representa acuradamente algumas consequências prováveis do aquecimento global irrestrito. Existe abundante evidência, diz, de que o aumento das temperaturas pode ter um efeito abrupto, calamitoso e &#8220;não linear&#8221; sobre as geleiras e os ecossistemas.<br />
Mas outros veem poucas evidências de um distúrbio desenfreado. Por exemplo, a ideia de que o recente recuo acentuado do gelo de verão no mar do pólo norte adquiriu um momento próprio foi contestada recentemente em trabalhos dos cientistas John S. Wettlaufer, da Universidade Yale, e Ian Eisenman, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Eles afirmam que os bancos de gelo finos têm a capacidade de se reconstituir rapidamente no final do verão, equilibrando o derretimento que ocorre enquanto a luz do sol atinge e aquece a água escura.<br />
De modo mais geral, Wettlaufer salientou a importância de ser &#8220;totalmente honestos sobre o que sabemos e o que não sabemos&#8221;.</p>
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