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	<title>Blog do Favre &#187; Arte photographica</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>PhotoEspaña na visão de</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 23:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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PHE09
Gerhard Richter, 4.12.06
© Gerhard Richter
Começou esta semana a maratona de inaugurações do PhotoEspaña. Hoje abre ao público a muito aguardada exposição do alemão Gerhard Richter, Fotografias Pintadas, uma das grandes apostas do conjunto de mostras da Secção Oficial, grande parte das quais comissariadas por Sérgio Mah. O texto que apresenta e defende o tema da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"></h3>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/photoespana-na-visao-de/11706/" rel="attachment wp-att-11706" title="artephoto.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/photoespana-na-visao-de/11706/" rel="attachment wp-att-11706" title="artephoto.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/artephoto.jpg" alt="artephoto.jpg" /></a></div>
<h3 class="post-title entry-title"></h3>
<p><a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/06/phe09-1.html">PHE09</a></p>
<div align="center"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SiW8o7aizWI/AAAAAAAAD3k/AxgG86C3R0o/s1600-h/m_geh_6322.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SiW8o7aizWI/AAAAAAAAD3k/AxgG86C3R0o/s400/m_geh_6322.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342883944274775394" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 301px; text-align: center" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Gerhard Richter, 4.12.06</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Gerhard Richter</span></div>
<p>Começou esta semana a maratona de inaugurações do <strong>PhotoEspaña</strong>. Hoje abre ao público a muito aguardada exposição do alemão <strong>Gerhard Richter</strong>, <em>Fotografias Pintadas</em>, uma das grandes apostas do conjunto de mostras da Secção Oficial, grande parte das quais comissariadas por <strong>Sérgio Mah</strong>. O texto que apresenta e defende o tema da edição deste ano, <em>Quotidiano</em>, está disponível no portal do PHE, <a href="http://www.phedigital.com/anteriores/html/phe_dinamica/archivos/descarga.php?nombre=presentacion.pdf"><strong><span style="font-size: 130%">aqui</span></strong></a>.</p>
<p><span style="font-size: 85%"><span style="color: #cc0000"><span style="color: #000000">ps</span><span style="font-size: 100%">:</span></span> ao longo dos próximos quatro dias tentarei, na medida do possível, dar aqui algumas notas sobre o arranque do festival.</span></p>
<p><a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/06/phe09_03.html">PHE09</a></p>
<div align="center"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/Sib3WU5sINI/AAAAAAAAD3s/gFCyZkGdVt4/s1600-h/PedroCostafotograma.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/Sib3WU5sINI/AAAAAAAAD3s/gFCyZkGdVt4/s400/PedroCostafotograma.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343229970861531346" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 300px; text-align: center" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Pedro Costa, <em>Tarrafal </em>(fotograma), 2007</span></div>
<p><strong><span style="color: #ffcc00">À janela a olhar o dia que passa</span></strong></p>
<p><strong>(<span style="color: #ffcc33">P</span>2</strong>, <em>Público</em>, 03.06.2009<strong>)</strong></p>
<p>A vista da janela de Le Gras, captada pelo pai da fotografia, Niépce, nos arredores de Chalon-sur-Saône, entre 1826 e 1827, mostra um trivial conjunto de casas, um par de janelas e uma vaga linha de horizonte. A vista de Le Gras <strong>(</strong>França<strong>)</strong> é uma experiência ainda enublada e tosca, mas é, ao mesmo tempo, a matriz de um postal nítido que já vimos vezes sem conta.</p>
<p>O sujeito que compõe a imagem fundadora da fotografia não podia ser mais premonitório do universo que mais se colou à sua prática ao longo dos anos &#8211; o quotidiano tornado visível através da ínfima variedade de gestos do dia-a-dia, comuns e repetitivos. É a percepção da realidade imediata que está simplesmente ao nosso alcance, ali, do outro lado da janela, na face de um postal ilustrado ou na janela de um browser de Internet. Se por um lado passámos a partilhar mais o nosso quotidiano, por outro também nos tornámos consumidores vorazes do quotidiano dos outros. Como se estivéssemos todos à janela.</p>
<p>São tão voláteis, complexas e diversas as manifestações visuais da vida diária que não deixa de surpreender (e de mostrar coragem) a escolha do tema Quotidiano como eixo central do PhotoEspaña, o festival de fotografia e artes visuais comissariado pelo segundo ano pelo português <strong>Sérgio Mah</strong> e que é hoje oficialmente inaugurado em Madrid.</p>
<p>Talvez por causa dessa dificuldade de limitar campos criativos que escapam a convenções e regras estabelecidas, Mah prefere abordar o tema de uma forma aberta e abstracta, não vinculando directamente nenhuma exposição do programa à defesa concreta da quotidianidade enquanto experiência criativa. &#8220;O PhotoEspaña não pretende ser uma referência de autoridade estética e moral. Acima de tudo, trata-se de um espaço aberto à multiplicidade de sensibilidades, motivações e comportamentos que compõem o panorama actual das práticas da imagem&#8221;, escreve no texto do catálogo oficial.</p>
<p>Mas o certo é que as propostas expositivas que apresenta, sozinho ou em conjunto com outros comissários, abarcam uma cronologia muito alargada <strong>(</strong>a mostra de trabalhos de Dorothea Lange dos anos 30 é a mais recuada na Secção Oficial<strong>)</strong> e o conjunto acaba por funcionar mais como ponto da situação do que &#8220;reflexão sobre tendências recentes da cultura e das artes visuais contemporâneas concentradas na realidade imediata e ordinária do quotidiano&#8221;.</p>
<p>Faltam, por exemplo, propostas que questionem a fruição de imagens via Web <strong>(</strong>o suporte onde hoje o quotidiano está mais efervescente<strong>)</strong>, que representem as actuais ferramentas digitais de partilha de imagens &#8211; que estão a perder as qualidades vídeo-foto-gráficas para se tornarem cada vez mais &#8220;pixográficas&#8221; &#8211; ou ainda que reflictam sobre a tendência para dar ao conjunto alargado de quem vê através da Net o poder de escolher aquilo que deve ser levado para o museu, como recentemente aconteceu no nova-iorquino Brooklyn Museum of Art com a exposição <em>Click!</em>, na prática comissariada pelos cerca de cem mil cibernautas de todo o mundo que seleccionaram as 389 fotografias da mostra.</p>
<p>Inspirado no facto de nos últimos anos a fotografia, o cinema documental e a vídeo-arte terem redobrado o interesse por objectos visuais que se concentram na crueza do &#8220;verdadeiro&#8221;, no &#8220;reconhecível&#8221; e nas propostas que se dedicam e exploram &#8220;o movimento banal e rotineiro das situações do dia-a-dia&#8221;, o comissário decidiu dar protagonismo na <em>Secção Oficial</em> à obra do cineasta português Pedro Costa, autor que leva a experiência do documental até à sua expressão mais extrema.</p>
<p>Ao PÚBLICO Mah justifica a escolha de Costa com a &#8220;atitude criativa baseada em gestos muito simples&#8221;. &#8220;O cinema de Pedro Costa é um exemplo paradigmático. Trabalha com suporte vídeo, o que lhe permite filmar com menos pessoas e focar-se no essencial. Ele não está preocupado com o espectacular nem com o extraordinário.&#8221;</p>
<p>Na programação do festival, Pedro Costa é o único autor com direito a mais do que uma iniciativa relacionada com o seu trabalho. Para a Filmoteca Española, durante todo o mês de Junho, está programada uma retrospectiva completa que inclui o último filme, <em>Ne Change Rien</em> (2009), um retrato singular da actriz e cantora francesa Jeanne Balibar, até agora visto apenas no Festival de Cannes.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600">Pedro Costa em Madrid, Benoliel em Cuenca</span></strong><br />
No Cine Doré da Filmoteca passarão ainda alguns filmes escolhidos pelo realizador e no Matadero de Madrid será montada uma instalação <strong>(</strong><em>Back Home. Video Works</em><strong>)</strong> com três momentos criados a partir de material audiovisual captado durante a rodagem dos filmes <em>No Quarto da Vanda</em> (2000) e <em>Juventude em Marcha</em> (2006).</p>
<p>Um sinal de que a obra de Pedro Costa reúne muitos admiradores no país vizinho foi dado pela versão espanhola da revista <em>Cahiers du Cinéma</em>, que dedica uma edição especial à obra do realizador português com textos assinados por mais de uma dezena de pessoas. Para Sérgio Mah, Pedro Costa &#8220;sempre se sentiu próximo da fotografia pela facilidade e simplicidade do seu processo de criação&#8221;. A exposição no Matadero promete dar &#8220;uma perspectiva do seu trabalho para além da produção cinematográfica&#8221; e propõe uma reflexão &#8220;sobre a sua aproximação a outros universos das artes visuais&#8221;.</p>
<p>Longe do reconhecimento internacional de que goza Pedro Costa, o repórter fotográfico Joshua Benoliel, pioneiro do fotojornalismo, é o outro representante português na programação deste ano. A exposição que será inaugurada em Cuenca, cidade nos arredores Madrid escolhida como sede do festival, trará parte do conjunto de imagens fotográficas e outros documentos que foram vistos durante a última edição do LisboaPhoto, em 2005. Incluída na secção OpenPhoto, que reúne propostas de vários países fora do tema geral do festival, a mostra, comissariada por Emília Tavares, representa, no entanto, uma oportunidade rara de divulgar internacionalmente o trabalho de um fotógrafo &#8220;histórico&#8221;, no caso a colossal produção de Benoliel ao longo dos primeiros e cruciais 30 anos do século XX português.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600">Lugar para todos</span></strong><br />
Entre o conjunto de exposições da <em>Secção Oficial</em>, aquela que mais próxima tenta estar da ideia geral do tema, encontram-se propostas muito diversas, com múltiplos modelos criativos e autores de diferentes gerações e geografias. Lado a lado com representações mais actuais e imediatas do quotidiano <strong>(</strong>Pedro Costa e Zhao Liang<strong>)</strong> surgem propostas que apelam mais a momentos históricos de criação onde o fotográfico se cruza com o documento ético <strong>(</strong>anos 30, com Dorothea Lange<strong>)</strong> ou onde o estilo documental se mistura em definitivo com o conceptual e passa, no fim dos anos 70, a ser encarado como suporte artístico.</p>
<p>É dentro deste último universo que se inscrevem as exposições de Patrick Faigenbaum <strong>(</strong>retrospectiva em torno do documental e prática pictórica<strong>)</strong> e daquele que é considerado um dos mais influentes artistas vivos, o alemão Gerhard Richter, que apresenta uma monumental série de Fotografias Pintadas que cruzam dois universos criativos e problematizam a nossa percepção das imagens e da realidade.</p>
<p>Na colectiva <em>Anos 70. Fotografia e Vida Quotidiana</em>, comissariada por Sérgio Mah e Paul Wombell, tenta estabelecer-se um mapa das vanguardas ligadas à imagem fotográfica de uma década considerada fundamental para compreender tudo o que se passou na arte contemporânea dos últimos 35 anos. Estão representados, entre outros, Allan Sekula, Victor Burgin, Boltanski e Sophie Calle.</p>
<p>Para um festival preocupado em aumentar a cada ano o número de visitantes e empenhado em conquistar novos públicos, há também propostas que piscam o olho ao imediatamente reconhecível e ao universo da espectacularidade. No campo das exposições de encher o olho aparece, por exemplo, a ultramediática Annie Leibovitz e sua <em>Vida de Uma Fotógrafa</em>, que oscila entre a captura da intimidade familiar e o registo da mais brilhante constelação de estrelas de Hollywood.</p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/06/phe09-notas-2.html">PHE09 &#8211; Notas 1</a></h3>
<div align="center"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SicOxb8ntEI/AAAAAAAAD30/hRrWWK-R6-M/s1600-h/m_pet_6444.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SicOxb8ntEI/AAAAAAAAD30/hRrWWK-R6-M/s400/m_pet_6444.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343255725376779330" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 267px; height: 400px; text-align: center" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Anders Petersen, s/t, da série Café Lehmitz, 1977 </span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Anders Petersen</span></div>
<p><span style="color: #ff0000"><strong>#</strong></span> A palavra mais ouvida quando se anda à noite pela Calle Atocha: <em>cariño</em>.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O presidente da Telefónica conhece bem a obra de Gerhard Richter. Divagou sobre a morte da fotografia e foi descortinar um poema de um Pulitzer dedicado ao artista alemão. O presidente da Telefónica gosta de fotografia, dá dinheiro para exposições e parece boa pessoa, mas é um péssimo <em>diseur</em>.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> A exposição de Richter é magnífica, talvez demasiado extensa. Ficará como um dos grandes acontecimentos da edição deste PHE.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> No Circulo de Bellas Artes o sistema de som parece que nunca funciona como deve ser. Falou-se francês, castelhano, checo e <em>castelheco </em>e tudo foi mais difícil de entender. Já as fotografias de <em>Patrick Faigenbaum </em>não aparentam nenhum problema técnico e adequam-se muito bem ao tema proposto. Quando vimos Jindřich Štyrský já estávamos em <em>countdown</em> para a realeza, mas deu para perceber que foi o surrealismo a mandar no universo do multifacetado artista checo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> No Real Jardín Botánico, o príncipe entrou a rir e a distribuir <em>holas</em> <strong>(</strong>não se sabe se a fazer publicidade à revista<strong>)</strong>. Já a princesa está muito <strong>(</strong>mas mesmo muito<strong>)</strong> magra e menos expansiva. A realeza foi chamada outra vez para cortar a fita do festival. E cortou, salvo seja.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> Os homens-armário estavam por todo lado. E a floresta de fotógrafos fazia concorrência à floresta de árvores.</p>
<p><span style="color: #ff0000"><strong># </strong></span><span style="color: #000000">No Botánico, para além da realeza em pessoa, reinam as fotografias-arte que já só foram fotografias-documento. São as <em>provas</em> de Sultan &amp; Mandel.</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> Ali ao lado, a banca de livros do PHE faz pensar no máximo de 23 quilos que se pode transportar na mala de regresso.</p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/06/phe09-notas-2_05.html">PHE09 &#8211; Notas 2</a></h3>
<div align="center"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SijxTTapcnI/AAAAAAAAD38/xPVzcx9g57I/s1600-h/fas.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SijxTTapcnI/AAAAAAAAD38/xPVzcx9g57I/s400/fas.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343786271806943858" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 267px; text-align: center" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Bartolomé Ros, Franco e Millán Astray, 1926</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Cortesia Arquivo Familia Ros Amador</span></div>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O trabalho que Walid Raad tem desenvolvido no projecto Atlas Group é de uma grande consistência e mostra-nos como as mais básicas linguagens gráficas baseadas na cor e na forma continuam a ser veículos eficazes para contar histórias, mesmo as mais complexas como as que aconteceram durante os conflitos recentes no Líbano.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> A esplanada da Casa América convida ao descanso. Essa era a ideia do brasileiro Mauro Restiffe depois da apresentação de <em>Mirante</em>, não fosse a hora do avião para a Bienal de Veneza. Em <em>Mirante</em>, Mauro também andou em trânsito &#8211; passou de uma América para a outra para olhar para a tomada de posse de Obama, depois de ter feito o mesmo com Lula. No meio, sem multidões, aparecem a Casa de Serralves e mesquitas de Istambul.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O canal de Isabel II é um encanto para a vista. É lá que Sergei Bratkov nos mostra o mundo complexo e tenebroso em que se transformou o antigo bloco de leste.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O trabalho do espanhol Bartolomé Ros da primeira metade do século passado faz lembrar o de Joshua Benoliel.</p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/06/phe09-notas-3.html">PHE09 &#8211; Notas 3</a></h3>
<div align="center"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SimvNXcV8NI/AAAAAAAAD4E/lgg2GCAL1-4/s1600-h/WE.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SimvNXcV8NI/AAAAAAAAD4E/lgg2GCAL1-4/s400/WE.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343995077017858258" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 279px; text-align: center" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">William Egglestom, da série <em>Seventies</em> vol. II, circa 1970</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© William Egglestom/Chaim &amp; Read, Nova Iorque</span></div>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> Não sei se o Teatro Häagen Dazs tem bom teatro. Bons gelados <strong>(</strong>como seria de esperar<strong>)</strong> e bom café <strong>(</strong>coisa mais ou menos difícil de encontrar em Espanha<strong>)</strong> tem.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> A Filmoteca Española e o PhotoEspaña respiram o cinema de <strong>Pedro Costa</strong> por estes dias. O trabalho do realizador português tem sido coberto de elogios.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O vídeo de <strong>Zhao Liang</strong> escolhido para o festival <strong>(</strong><em>City Scene</em>, 2004<strong>)</strong> é herdeiro da mesma linguagem narrativa que <strong>Pedro Costa</strong> utiliza na maioria dos seus filmes. Os dois estão interessados em dar-nos acontecimentos na sua escala mais ínfima. Divergem as abordagens formais para chegarem ao hiperrealismo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> A edição deste ano do PHE já tem mais <strong>artes visuais</strong> para além da fotografia. Talvez ainda não tenha o suficiente.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> Dois títulos da primeira página do <em><strong>El Mundo</strong></em> de ontem: <em>Antología del disparate en la recta final de la campaña</em>; <em>La ex alcaldesa de Marbella abofetea a un menor que la llamó &#8220;choriza&#8221;.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> Na exposição de <strong>Dorothea Lange</strong> <strong>(</strong><em>The Crucial Years</em><strong>)</strong> ouvem-se algumas gravações da voz de Dorothea Lange. Falava alto e era assertiva.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O pudim <em>flan</em> na <em>Cocina de Neptuno</em> <strong>(</strong>c. Cervantes<strong>)</strong> é de se lhe tirar o chapéu. Agradeço a dica ao companheiro de trabalho da RTPN que tinha acabado de passar por lá.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> Há dois portugueses envolvidos no prémio para melhor livro de fotografia editado no ano passado &#8211; <strong>Edgar Martins</strong>, <em>Topologies </em><strong>(</strong>Aperture<strong>)</strong>; Helena Almeida,<strong> </strong><em>Tela Rosa para vestir</em><strong> (</strong>Telefónica<strong>)</strong>.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong> O comissário <strong>Paul Wombell</strong> saiu-se muito bem como DJ no Matadero. Ao contrário da exposição no Teatro Fernán Gómez, <em>70s. Photography and Everyday Life</em>, a sessão dedicada aos sons da mesma época esteve carregada de nostalgia, coisa que, aliás, sentimos de uma forma mais aguda na música do que na imagem.</p>
<p>Fonte <a href="http://blogs.publico.pt/artephotographica/">Arte photographica </a></p>
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		<title>Paris vale uma missa</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 22:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Paris#7 (notas atrasadas)

Lee Miller, Women with Fire Masks, Downshire Hill, Londres, 1941
© Lee Miller Archives
**É possível ir a Paris sem tirar uma única fotografia? É.
**Há quem duvide da existência de uma &#8220;escola de Düsseldorf&#8221; da fotografia. As catalogações são sempre redutoras e formadoras de equívocos, mas o certo é que um grupo alargado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/paris-vale-uma-missa/8598/" rel="attachment wp-att-8598" title="artephotomsantos3.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/11/artephotomsantos3.jpg" alt="artephotomsantos3.jpg" width="551" height="175" /></div>
<p></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/11/paris-7-notas-atrasadas.html">Paris<strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong>7 (notas atrasadas)</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div align="center"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SSMGIisje0I/AAAAAAAADFo/OLPnHFx1W8M/s400/leemiller.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270062732776012610" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 380px; height: 400px; text-align: center" border="0" /><span style="font-size: 78%">Lee Miller, <em>Women with Fire Masks, Downshire Hill</em>, Londres, 1941<br />
© Lee Miller Archives</span></div>
<p><strong><span style="color: #ff0000; font-size: 130%">**</span></strong>É possível ir a Paris sem tirar uma única fotografia? É.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000; font-size: 130%">**</span></strong>Há quem duvide da existência de uma &#8220;escola de Düsseldorf&#8221; da fotografia. As catalogações são sempre redutoras e formadoras de equívocos, mas o certo é que um grupo alargado de artistas que a frequentaram, guiados pela nova objectividade, se destacou no panorama artístico contemporâneo formando um corpo de trabalho que, apesar de muito diversificado na forma e no conteúdo, partilha a mesma filiação estética, as mesmas orientações criativas &#8211; a do arquivo e a da tipificação. E isto é capaz de ser uma &#8220;escola&#8221;. A exposição <em><strong>Objectivités</strong></em>, que junta professores e alunos da Kunstakademie de Düsseldorf, é uma das propostas mais interessantes da programação do <strong>Mois de la Photo</strong>. Foi publicado um catálogo que se reveste de particular importância para compreender a produção fotográfica actual.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Uma rapariga fotografava outra rapariga de ar acabrunhado e cabelo colado à cara pela chuva miudinha. Cenário escolhido: uma fotografia de publicidade a um perfume francês. Aposto que ela não gostou de se ver. O ficheiro deve ter sido apagado.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Nos 70` americanos fotografou-se com despudor, criatividade e ilusão. Já vimos muitas das imagens que foram escolhidas para a exposição sobre fotografia americana deste período, patente na Biblioteca Nacional de França. Mas o que emociona nunca cansa. E para lá da emoção do reencontro, há a emoção da descoberta pessoal, como a que fiz de <strong>Louis Faurer</strong> e <strong>Bruce Gilden</strong>.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000; font-size: 130%">**</span>Garry Winogrand</strong>: <em>I photograph to find out what something looks like when photographed</em>.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Parecia uma barata tonta ali para os lados da Bastilha à procura da rua Jules-Cousin. Perguntei a um farmacêutico, a um jornaleiro e a mais meia dúzia de pessoas com cara de quem fosse capaz de me apontar o dedo da direcção certa. Nada, nem um. Depois de meia hora à deriva, desisti. Ou quase: no metro espreitei o mapa outra vez. Zero. Arrisquei mais uma pergunta, a última. A mulher, que notou o sotaque estrangeirado, sorriu, sacou um guia de ruas da mala, seguiu as coordenadas e com um sotaque britânico carregado deu-me as indicações que me levariam à <strong>Galeria Vu</strong> (uma inglesa a orientar-me em Paris!). Subi à superfície outra vez, andei os quarteirões que precisava e… bati com o nariz na porta quando o programa garantia o contrário. Atrás de mim, duas italianas que vinham ao mesmo entoaram de rajada 10 palavras por segundo. Aí umas 9 deviam ser asneiras, pragas e amaldiçoamentos. À minha conta, os senhores da Vu também devem ter ficado com as orelhas a arder.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Na <strong>Maison Européenne de la Photographie</strong> a bicha para entrar chegava à rua. <strong>Sabine Weiss</strong> apresenta um trabalho de fotojornalismo clássico que inclui uma dúzia de fotografias de Portugal dos anos 50 e 80. Parei algum tempo à frente de uma imagem da Baixa de Lisboa onde uma mulher com um cesto de flores à cabeça corre para o outro lado da estrada, talvez em direcção à Praça do Rossio, onde as rosas e os malmequeres já reinaram. <strong>MacDermott &amp; MacGough</strong> andam fascinados pelos antigos processos fotográficos (cianotipia, papel salgado&#8230;) mas não se deixaram enredar pela armadilha arqueológica. <strong>An Experience of Amusing Chemistry</strong> é um olhar delicado, actual e criativo para as antigas maneiras de ver. No fotojornalismo, destaque também para a obra do turco <strong>Göksin Sipahioglu</strong>, mítico fundador da agência Sipa.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Na rua Gosciny as indicações aparecem em balões de banda de desenhada e letra de brincar. Nos postes e no chão. Parece que estamos dentro dos quadradinhos a disparar mais rápido do que <strong>Lucky Luke</strong>. Pum! Morri.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Alguém me pode explicar por que é que o Metro de Lisboa nos obriga a sacar do bilhete sempre que queremos sair de uma estação? Em Paris, e na generalidade das cidades com metro, as portas abrem-se e já está.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Desilusão máxima: <em>Expérimentations Photographiques en Europe des Anées 20 à Nos Jours</em>. Não há aqui um retrato das experimentações fotográficas coisa nenhuma. O que há é um percurso metido à pressão por meia dúzia de salas onde aparecem artistas <em>avant-garde</em> que usaram a fotografia como suporte.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Desilusão mínima: <em>Gabriele Basilico, Moscou Verticale</em>. Esta aposta na vertigem pela monumentalidade pode não resultar muito bem e pode até transformar-se na visão de um turista embriagado. <strong>Basilico</strong> deslumbrou-se até à miopia com a grandeza dos mastodontes arquitectónicos do antigo império russo ou então bebeu uns copitos de vodka a mais.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>O melhor, ao vivo e a preto e branco: <strong>Philip Jones Griffiths</strong>, <em>Recollections</em>.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>A surpresa, ao vivo e a cores: <strong>Reiner Riedler</strong>, <em>Fake Holidays</em>.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>O que não vi e gostava de ter visto: <strong>John Bulmer</strong>, <em>Hard Sixties, l´Angleterre post-industrielle</em>; <strong>Nathan Lerner</strong>, <em>L`héritage du Bauhaus à Chicago</em>; <strong>Xavier Lambours</strong>, <em>XElles27</em>; <strong>Werner Bischof</strong>, <em>Images d`Après-guerre</em>; <strong>Jackie Nickerson</strong>, <em>Faith</em>; <strong>Joakim Eskildsen</strong>, <em>Voyages chez les Roms</em>; <strong>Miguel Rio Branco</strong>, <em>Photos Volées</em>; <strong>Pierre Verger</strong>, <em>L`Espagne Prémonitoire</em>; <strong>Sarah Moon</strong>, <em>1-2-3-4-5</em>; <strong>Henri Cartier-Bresson e Walker Evans</strong>, <em>Photographier l`Amérique, 1929-1947</em>.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>No <strong>Jeu de paume</strong>, logo de manhã, há casa cheia. <strong>Lee Miller</strong> é rainha &#8211; pelas fotografias que tirou, pelas fotografias que lhe tiraram.</p>
<p><span style="color: #ff0000; font-size: 130%"><strong>**</strong></span>Em frente ao Centro Cultural Sueco, onde vi fotografias de <strong>Lars Tunbjörk</strong>, há um pequeno jardim onde apetece ficar muito tempo. As folhas começaram a cair e os tons de castanho parecem infinitos. O trabalho de Tunbjörk é uma imitação esforçada da crítica consumista de Martin Parr, mas não passa disso. É das heras a ganhar terreno às paredes que me vou lembrar.</div>
<p><span class="post-author vcard"> Post de <span class="fn">Sérgio B. Gomes</span></span></p>
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		<title>Zoom sobre o Japão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 19:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[

 Paris#5 (prémio)
Yao lu, New Landscape part 1 – YL01 Ancient Spring-time Fey, 2006
O prémio BMW Paris Photo deste ano (12 mil euros) foi atribuído ao chinês Yao lu, pelo trabalho New Landscape part 1 – YL01 Ancient Spring-time Fey.
Foram galardoados com menções honrosas o sueco J. H. Engström, o japonês Nobuhiro Fukumi e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/zoom-sobre-o-japao/8510/" rel="attachment wp-att-8510" title="artephotomsantos3.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/zoom-sobre-o-japao/8510/" rel="attachment wp-att-8510" title="artephotomsantos3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/11/artephotomsantos3.jpg" alt="artephotomsantos3.jpg" /></a></div>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/11/paris-5-prmio.html">Paris<strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong>5 (prémio)</a></h3>
<p align="center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SR1HsxQatVI/AAAAAAAADFQ/-wy_Zs78Z9M/s400/Ancient_Spring-Time_Fey.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268445973555361106" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 400px; text-align: center" border="0" /><span style="font-size: 78%">Yao lu, <em>New Landscape part 1 – YL01 Ancient Spring-time Fey</em>, 2006</span></p>
<p>O prémio <strong>BMW Paris Photo</strong> deste ano <strong><span style="font-size: 130%">(</span></strong>12 mil euros<strong><span style="font-size: 130%">)</span></strong> foi atribuído ao chinês <strong>Yao lu</strong>, pelo trabalho <em>New Landscape part 1 – YL01 Ancient Spring-time Fey</em>.<br />
Foram galardoados com menções honrosas o sueco <strong>J. H. Engström</strong>, o japonês <strong>Nobuhiro Fukumi</strong> e o norte-americano<strong> Andrew Bush</strong>. O tema proposto era <em>Never Stand Still</em>.</p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/11/paris-4-o-japo-e-o-livros.html">Paris<strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong>4 (o Japão e o livros)</a></h3>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SR1G66zCqeI/AAAAAAAADFI/lVZX-9bQjCk/s400/livro1.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268445117123045858" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 374px; height: 382px; text-align: center" border="0" /></p>
<p>As prateleiras dos cinco editores japoneses convidados são os espaços mais concorridos do Carrousel. Percebe-se bem porquê. Já tinha ouvido falar muito dos livros de fotografia japoneses. Mas nunca tinha sentido desta maneira e tantas vezes a intensidade que a escolha de um tipo de papel ou o desenho de um livro podem transmitir. Não é que alguma vez tivesse duvidado do que me foram segredando. O certo é que hoje pude confirmar a delícia e o privilégio que é ficar, por exemplo, com o livro de <strong>Tamotsu Fuji</strong> <span style="font-size: 130%"><strong>(</strong></span><em>Araki</em>, luz<strong><span style="font-size: 130%">)</span></strong> nas mãos, ou o de <strong>Yasumasa Morimura</strong> que ainda vou descobrir por que é que se chama <em><strong>Barco Negro na Mesa</strong></em>, assim mesmo, em português.</p>
<p>Não há muitos países no mundo onde as revistas e os livros joguem um papel tão importante para a fotografia. No catálogo, <strong>Mariko Takeuchi</strong>, comissário da representação nipónica, relaciona este enamoramento com a falta de um esquema de galerias ou um mercado organizado de venda de fotografia. E fala também na longa tradição japonesa nos métodos de impressão em papel que conheceu a sua época dourada durante o período Edo (1603-1867).As editoras e livrarias japonesas no <strong>Paris Photo</strong> são estas<strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000">:</span></strong><br />
<span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>»»</strong></span><a href="http://www.akaaka.com/">Akaaka Art Publishing </a><br />
<span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>»»</strong></span><a href="http://www.littlemore.co.jp/">Little More</a><br />
<span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>»»</strong></span><a href="http://bookshop-m.com/">Book Shop M</a><br />
<span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>»»</strong></span><a href="http://www.seigensha.com/">Seigensha Art Publishing</a></p>
<div><span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>»»</strong></span><a href="http://www.tosei-sha.jp/index_e.html">Tosei-Sha </a></div>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/11/paris-3-notas.html">Paris<strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong>3 (notas)</a></h3>
<div align="center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SR1EBmZn5II/AAAAAAAADFA/d2k08Pq_qyw/s400/Kawaguchiko,_from_the_serie.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268441933371925634" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 265px; text-align: center" border="0" /><span style="font-size: 78%">Asako Narahashi, Kawaguchiko, da série <em>half awake and half asleep in the water</em>, 2003</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Asako Narahashi, Cortesia galeria Priska Pasquer, Colónia</span></div>
<p><strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000">**</span></strong></p>
<p>Quem anda pela cidade não sente que este é o mês em que Paris se torna o centro do mundo na fotografia. A constelação trazida pelas galerias mais destacadas e a maior armada fotográfica japonesa alguma vez vista na Europa mereciam outra visibilidade para lá dos andares subterrâneos do Louvre.<span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>*</strong></span><strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000">**</span></strong> As revistas fotográficas digitais quase não têm representação na feira. A honra do convento é salva pelo portal de fotografia berlinense <strong>Photography Now</strong>. Em contrapartida, as revistas de fotografia em papel tem uma representação de peso e parecem que não param de aparecer novos títulos.<strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000">*</span></strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>**</strong></span> No espaço da <strong>Simon Finch Rare Books</strong> (Reino Unido) a distinção para o livro mais caro pertencia a <em>Les Joux de la Poupe</em>, com fotografias de <strong>Hans Bellmer</strong> e textos de Paul Éluard <strong><span style="font-size: 130%">(</span></strong>62,500 euros<strong><span style="font-size: 130%">)</span></strong>; a primeira edição de <em>The Americans</em>, de <strong>Robert Frank</strong>, estava a seguir <strong><span style="font-size: 130%">(</span></strong>15,000<strong><span style="font-size: 130%">)</span></strong>.<span style="font-size: 130%; color: #ff0000"><strong>*</strong></span></p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/11/paris-2-abertura.html">Paris<strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong>2 (abertura)</a></h3>
<div align="center"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SR1Ce0dv-JI/AAAAAAAADE4/xORP5cnqPmc/s400/Bird_Land_%C3%A2%C2%80%27_SwarovskiKim.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268440236340279442" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 400px; text-align: center" border="0" /><span style="font-size: 78%">Kim Joon, <em>Bird Land – Swarovski</em>, 2008</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Cortesia Keumsan Gallery, Seul</span></div>
<p>A festa de apresentação da <strong>Paris Photo</strong> aconteceu na quarta à noite no Carrousel du Louvre. Enquanto uns festejavam outros davam os últimos retoques nos trabalhos a expor <strong><span style="font-size: 130%">(</span></strong>por que raio é que nestas ocasiões arranjam sempre uns “happenings” manhosos…<strong><span style="font-size: 130%">)</span></strong>.<br />
O resumo em vídeo da festa está <strong><span style="font-size: 130%"><a href="http://www.parisphoto.fr/webtv/WebTv_ParisPhoto_Jeudi-12-novembre.htm">aqui</a></span></strong></p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/11/paris-1.html">Paris<strong><span style="color: #ff0000">#</span></strong>1</a></h3>
<div align="center"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SRyktnadcOI/AAAAAAAADEo/YknDpUbxLLI/s400/A_Sense_of_Distace__33Keisu.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268266767697670370" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 295px; text-align: center" border="0" /><span style="font-size: 78%">Keisuke Shirota, <em>A Sense of Distace #33</em>, 2008</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Keisuke Shirota, cortesia Base Gallery, Tóquio</span></div>
<p>Em japonês <em><strong>fotografia</strong></em> diz-se <em><strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000">shashin</span></strong></em> &#8211; reproduzir <strong><span style="font-size: 130%">(</span></strong><em>sha</em><strong><span style="font-size: 130%">)</span></strong> a verdade <strong><span style="font-size: 130%">(</span></strong><em>shin</em><strong><span style="font-size: 130%">)<span style="color: #ff0000">.</span></span></strong><br />
Do pouco que vi hoje, a verdade está longe, se é que alguma vez se conseguiu chegar perto dela<strong><span style="font-size: 130%; color: #ff0000">.</span></strong></p>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SRyl27ntZoI/AAAAAAAADEw/5L5WXgZq2HI/s400/Untitled-2.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268268027252401794" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 130px; height: 185px; text-align: center" border="0" /></p>
<p>Post de Sérgio B. Gomes</p>
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		<title>Man Ray e Boris Vian</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 17:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

“entre aspas”


Man Ray, Solarized Nude with Flowers in Her Hair, c. 1933 
“Colin olhava para Alise. Por estranho acaso ela trazia um swet-shirt branco e saia amarela. Calçava sapatos brancos e amarelos, e patins de hóquei. Usava meias de seda cor de fuligem e soquetes brancos, enrolados acima de sapatos que mal cobriam os pés [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/man-ray-e-boris-vian/5764/" rel="attachment wp-att-5764" title="logo_arte_foto1.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/man-ray-e-boris-vian/5764/" rel="attachment wp-att-5764" title="logo_arte_foto1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/06/logo_arte_foto1.jpg" alt="logo_arte_foto1.jpg" /></a></div>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://artephotographica.blogspot.com/2008/06/entre-aspas.html"><span style="font-family: georgia; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; font-size: 40px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; color: #ff6600">“<span style="font-family: georgia; font-style: italic; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; color: black">entre aspas</span>”</span></a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/man-ray-e-boris-vian/5765/" rel="attachment wp-att-5765" title="manray.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/06/manray.jpg" alt="manray.jpg" /></a><span style="font-size: 78%"><br />
Man Ray, <span style="font-style: italic">Solarized Nude with Flowers in Her Hair</span>, c. 1933 </span></div>
<p><strong><span style="color: #ff6600; font-size: 180%">“</span></strong><span style="font-style: italic">Colin olhava para Alise. Por estranho acaso ela trazia um </span>swet-shirt<span style="font-style: italic"> branco e saia amarela. Calçava sapatos brancos e amarelos, e patins de hóquei. Usava meias de seda cor de fuligem e soquetes brancos, enrolados acima de sapatos que mal cobriam os pés e tinham fitilhas de algodão branco a dar três voltas ao tornozelo. Além disso exibia ainda um lenço de seda vede-vivo e cabelos louros extraordinariamente fartos, que lhe emolduravam o rosto com espessa e encaracolada massa. Olhava através de olhos azuis, muito abertos, e o seu volume era limitado por uma pele fresca e dourada. Possuía braços e barrigas das pernas roliços, cintura fina, o busto tão bem modelado que parecia uma fotografia.</span><strong><span style="color: #ff6600; font-size: 130%">”</span></strong></p>
<div style="text-align: right"><a href="http://blogs.publico.pt/artephotographica/"><span style="font-weight: bold">Boris Vian</span>, <span style="font-style: italic">A Espuma dos Dias</span></a></div>
</div>
<div class="post-footer">
<div class="post-footer-line post-footer-line-1"><a href="http://blogs.publico.pt/artephotographica/"><span class="post-author vcard"> Post de <span class="fn">Sérgio B. Gomes</span> </span></a></div>
</div>
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		<title>Sem título, e sem palavras</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 20:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Victor Palla]]></category>

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		<description><![CDATA[Victor Palla, sem título, c. 1952
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			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><a href="http://bp0.blogger.com/_ZRMrNHzFJQI/SCzOA22H5CI/AAAAAAAAB2E/ec3jS2ituAI/s1600-h/Untitled-1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp0.blogger.com/_ZRMrNHzFJQI/SCzOA22H5CI/AAAAAAAAB2E/ec3jS2ituAI/s400/Untitled-1.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200758183823926306" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Victor Palla, sem título, c. 1952</span></div>
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		<title>NYPHOTOFest</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 18:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte photographica]]></category>
		<category><![CDATA[Barber]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Magnum]]></category>
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		<description><![CDATA[Penelope Umbrico, Sunset from Flickr, da exposição The Ubiquitous Image
(Huw Porter)
São só quatro dias, mas prometem ser intensos. O New York Photo Festival (de 14 a 18) apresenta-se como o primeiro festival de nível internacional organizado nos EUA. A iniciativa partiu de Daniel Power, da PowerHouse Books, e Frank Evers, da agência VII, que prometem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://bp3.blogger.com/_ZRMrNHzFJQI/SCjWRm2H45I/AAAAAAAAB0g/xeAHqhdtJmI/s400/5-9-2008_12.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199641367772914578" border="0" /><span style="font-size: 78%">Penelope Umbrico, <span style="font-style: italic">Sunset from Flickr</span>, da exposição <span style="font-style: italic">The Ubiquitous Image</span><br />
(Huw Porter)</span></p>
<p>São só quatro dias, mas prometem ser intensos. O New York Photo Festival (de 14 a 18) apresenta-se como o primeiro festival de nível internacional organizado nos EUA. A iniciativa partiu de Daniel Power, da PowerHouse Books, e Frank Evers, da agência VII, que prometem mostrar o melhor da fotografia contemporânea em todas as suas expressões.</p>
<p>Para a primeira edição, convidaram-se quatro curadores: Martin Parr (fotógrafo da Magnum), Kathy Ryan (editora de fotografia da New York Times Magazine), Lesley A. Martin (Aperture Foundation) e Tim Barber (www.tinyvices.com). Para além das exposições organizadas por este painel de curadores, o NYPF terá um vasto leque de actividades em Dumbo, uma zona insdustrial entre as pontes Brooklyn e Manhattan.<br />
Para ver as principais exposições do NYPF clique</p>
<p><a href="http://www.nyphotofestival.com/mainexhibitions.html"><span style="font-weight: bold">aqui</span>.</a><br />
<strong><br />
</strong></p>
<div align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="425" height="355"><param name="width" value="425" /><param name="height" value="355" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xRPAq_-AN1M&amp;hl=en" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/xRPAq_-AN1M&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></div>
<p><span class="post-author vcard"><strong> Post de </strong><span class="fn"><strong>Sérgio B. Gomes de Arte photographica</strong><br />
</span></span></p>
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		<title>Solidão</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 21:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte photographica]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[João Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Zammit-Lucia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fauves 1/Hunted
(© Joseph Zammit-Lucia)
O crítico do Diário de Notícias João Lopes fala-nos das Novas Regras para Fotografar Animais, uma reflexão feita a partir do trabalho do fotógrafo inglês Joseph Zammit-Lucia publicado numa das últimas Camera Arts.
&#8220;O objectivo é, de facto, reconhecer-lhes o direito a uma identidade própria, mas por uma espécie de nostalgia sem recurso: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/solidao/4383/" rel="attachment wp-att-4383" title="gorila.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/gorila.jpg" alt="gorila.jpg" /></a><span style="font-size: 78%"><span style="font-style: italic"></span></span></p>
<p align="center"><span style="font-size: 78%"><span style="font-style: italic">Fauves 1/Hunted</span><br />
(</span><span style="font-size: 78%">© </span><span style="font-size: 78%">Joseph Zammit-Lucia)</span></p>
<p>O crítico do <span style="font-style: italic">Diário de Notícias</span> <span style="font-weight: bold">João Lopes</span> fala-nos das <span style="font-style: italic">Novas Regras para Fotografar Animais</span>, uma reflexão feita a partir do trabalho do fotógrafo inglês <a href="http://jzlimages.com/Artist.asp?ArtistID=6350&amp;Akey=PQGJP8BG"><span style="font-weight: bold">Joseph Zammit-Lucia</span></a> publicado numa das últimas <span style="font-style: italic">Camera Arts</span>.</p>
<p><span style="font-size: 180%"><span style="color: #ff6600; font-weight: bold">&#8220;</span></span><span style="font-style: italic">O objectivo é, de facto, reconhecer-lhes o direito a uma identidade própria, mas por uma espécie de nostalgia sem recurso: como se perante o fundo negro das imagens, fora das marcas do seu habitat, cada um deles não pudesse deixar de revelar a intensidade tocante de uma solidão radical. E isso, ironicamente, volta a ser muito humano.</span><span style="font-size: 130%"><span style="color: #ff6600; font-weight: bold">&#8220;</span></span><br />
<span style="font-weight: bold"></span></p>
<p><span style="font-weight: bold">João Lopes</span>, <span style="font-style: italic">Entre as Imagens</span>, <span style="font-style: italic">Diário de Notícias</span>, 23.03.2008</p>
<p>Fonte Arte photographica</p>
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