01/10/2009 - 15:37h Venda de carros bate recorde histórico em setembro

No último mês de isenção do IPI foram comercializadas 296,6 mil unidades.
Marca anterior era de junho, com 289,7 mil automóveis e comerciais leves.


IPI voltará a ser cobrado de forma gradativa (Foto:                 TV Globo/Reprodução)
IPI voltará a ser cobrado de forma gradativa (Foto: TV Globo/Reprodução)

Do G1, em São Paulo

As vendas de automóveis e comerciais leves em setembro alcançaram um recorde histórico na indústria automobilística. Foi o último mês do benefício da isenção do IPI para carros novos, impulsionando a venda de carros para 296.651 unidades de automóveis e comerciais leves, superando a marca anterior de junho, quando foram vendidos 289.792 unidades.

O desempenho das vendas de automóveis e comerciais leves no varejo foi  21,85% maior do que agosto (204,8 mil) e 19,8% superior em relação a setembro de 2008 (208,3 mil unidades). Os números foram divulgados nesta quinta-feira (1º) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


No acumulado do ano, as vendas deste segmento aumentaram 5,49% em comparação ao período de janeiro a setembro de 2008, saltando de 2.096.396 unidades para 2.211.421 unidades.

Incluindo os emplacamentos de caminhões e ônibus, o total em setembro sobe para 308.713 unidades, número também inédito para o setor. Até então, o recorde mensal havia sido registrado em junho deste ano, com 300.174 unidades, conforme dados da Fenabrave.

Já o mercado geral de veículos, que engloba automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros produtos tracionáveis, teve alta de 13,59% em relação a agosto e caiu 1,27% comparando a setembro de 2008. Foram vendidos 456.477 veículos em setembro e 3.553.272 no ano.

Fim do IPI

“Apesar da crise, o desempenho das vendas de automóveis e comerciais leves foi positivo, uma conseqüência não apenas da redução da alíquota do IPI, mas também devido à oferta de crédito”, afirmou Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.

“Com a volta do imposto, as vendas de veículos devem retrair um pouco devido, inclusive, à antecipação das compras. Mas, não causará grande impacto. O fim do benefício chega num momento em que a economia está praticamente restabelecida, há oferta de crédito e consumidores confiantes”, comentou o presidente da entidade.

A Fenabrave continua mantendo suas projeções de crescimento para até um dígito este ano, mas o percentual pode sofrer variações dependendo da resposta dos consumidores à volta gradativa das alíquotas de IPI. “Estimamos um crescimento em torno de 3%, mas se obtivermos os mesmo resultados do ano passado, já será um dado positivo para o setor”, conclui Reze.

30/09/2009 - 17:59h Vendas de carros sobem 18,4% em setembro ante agosto, diz fonte

http://contagiros.files.wordpress.com/2009/07/venda_de_carros.jpg

ALBERTO ALERIGI JR. – REUTERS – Portal Estado

SÃO PAULO – As vendas de automóveis e comerciais leves em setembro até o dia 29, no último mês com desconto cheio do IPI de carros, cresceram 18,4 por cento ante igual intervalo de agosto, afirmou uma fonte do mercado nesta quarta-feira.

No acumulado do mês até a terça-feira, as vendas totalizaram 271.145 unidades, disse a fonte à Reuters. Na comparação com setembro de 2008, exceto o último dia daquele mês, o número representa avanço de 13,8 por cento.

O volume indica uma média diária de vendas de 13.557 veículos, que se for mantida nesta quarta-feira fará setembro ultrapassar julho como segundo maior mês em vendas da história do setor no país, quando o total das vendas ficou em 273.581 veículos e comerciais leves.

O recorde ocorreu em junho, com 289.780 unidades vendidas, quando consumidores anteciparam as compras de automóveis diante da expectativa de que a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) terminasse no fim daquele mês.

O governo acabou por prorrogar pela segunda vez o desconto do IPI sobre automóveis em junho, em uma medida que foi adotada inicialmente em dezembro para ajudar o setor combalido pela crise econômica global.

“A alta (das vendas em setembro) era esperada justamente pelo mesmo fenômeno de junho, quando ficou aquela dúvida nos consumidores se o governo iria ou não prorrogar a medida de incentivo do IPI”, afirmou analista de setor automotivo Mariana Oliveira, da Tendências Consultoria.

“Para os próximos três meses, estamos esperando um recuo das vendas para um patamar próximo de julho e agosto, em torno de uma média mensal de 260 mil unidades”, acrescentou a analista, considerando o movimento de setembro como “atípico”.

De janeiro a setembro, com base nos números até o dia 29 deste mês, as vendas de automóveis e comerciais leves somam cerca de 2,18 milhões de unidades, um crescimento ao redor de 4 por cento sobre igual período de 2008.

A Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias, divulgará na quinta-feira as vendas de automóveis no país em setembro.

No próximo dia 7 é a vez da Anfavea, que representa as montadoras e também revelará os números referentes à produção.

PRODUÇÃO EM BAIXA

Apesar da alta nas vendas, a produção em setembro pode ter arrefecido devido às greves e paralisações neste mês que envolveram milhares de trabalhadores em fábricas de empresas como Volkswagen, General Motors, Renault e Ford durante negociações salariais.

Só na unidade da Volkswagen no Paraná, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, 14 mil veículos deixaram de ser produzidos em 17 dias de greve por reajuste salarial.

“A greve não foi tão extensa e nem tão intensa quanto se esperava, mas acho que deve ter afetado a produção na comparação com agosto”, afirmou professor de Economia Alcides Leite, da Trevisan Escola de Negócios.

Os dados de setembro até o dia 29 apontam a Fiat na liderança, com vendas de 64.382 automóveis e comerciais leves no mês, informou a fonte. Em seguida aparece a Volkswagen, com 60.014 unidades.

02/12/2008 - 16:58h França: 1.000 Euros para você trocar seu velho carro por um novo

http://www.forum-auto.com/uploads/200309/potter_1063127124_horreur.jpg

Nicolas Sarkozy envisage une prime de 1000 euros pour les véhicules mis à la casse

Le Monde

Nicolas Sarkozy s’apprête à annoncer jeudi 4 décembre à Douai la création d’une prime à la casse pour soutenir le marché automobile, indiquent plusieurs sources. Mardi 2 décembre, le montant arrêté était de 1 000 euros. Cette prime coûterait environ 200 millions d’euros pour les véhicules destinés aux particuliers.

La mesure est censée s’inscrire dans le Grenelle de l’environnement, puisqu’elle permettrait de retirer du marché des véhicules âgés et donc davantage consommateurs d’énergie. Il existe déjà un mécanisme d’aide, de 300 euros, pour la mise à la casse des véhicules de plus de 15 ans lors de l’achat d’un véhicule neuf, mais il n’a jamais rencontré de vrai succès. En treize ans, l’âge moyen du parc automobile français est passé de 6,6 ans à 8,2 ans.

La mesure doit aider à écouler les stocks de véhicules neufs, estimés à un million chez les constructeurs français par François Fillon. Le premier ministre avait annoncé le 25 novembre “des mesures fiscales coordonnées qui devront relancer l’achat de véhicules neufs”.

L’Elysée indiquait mardi que les arbitrages définitifs n’étaient pas réalisés : “Il faut faire la différence entre une idée qui est proposée par un ministre et une décision”, indique un conseiller de M. Sarkozy. Les gouvernements d’Edouard Balladur et d’Alain Juppé avaient inventé dans les années 1990 un système de prime, qui avait dopé les ventes pendant quelques mois avant d’accentuer la rechute du marché l’année suivante. Le dispositif envisagé par l’Elysée suscite donc de vives réticences, en particulier à Bercy.

La prime à la casse se combinerait avec le bonus malus pour les véhicules respectueux de l’environnement. Plusieurs pays européens ont déjà adopté des mesures pour soutenir un marché particulièrement déprimé. Les Allemands ont suspendu pour deux ans la taxe sur les véhicules en cas d’achat d’une nouvelle automobile. L’idée d’une baisse de la TVA est abandonnée.

“LES DESTRUCTIONS D’EMPLOIS SERONT MASSIVES”

Le plan français s’inscrirait dans le cadre d’un plan de la Banque européenne d’investissement, qui réaliserait 5 à 6 milliards d’euros de prêts en Europe pour aider le secteur à investir dans la recherche et l’innovation, en particulier la voiture électrique. Matignon envisage aussi de faire participer les constructeurs européens à un fonds d’investissement susceptible de restructurer la filière automobile comme ce fut le cas pour l’aéronautique.

Ce plan est concocté alors que le secteur automobile s’effondre en Europe. “Les destructions d’emplois seront massives dans les pays qui n’aideront pas rapidement le secteur automobile à se financer”, a indiqué lundi à Tokyo le PDG de Renault, Carlos Ghosn.

En novembre, en France, les immatriculations de voitures particulières neuves ont chuté de 14 %, après un recul de 7 % en octobre. Jusqu’en septembre, le marché français faisait figure d’exception, le bonus malus écologique lui ayant permis de résister. Les ventes ont crû de 0,8 % sur les onze premiers mois de 2008, quand l’Espagne et l’Italie enregistrent une chute de 26 % et 13,4 % Certains analystes prédisent pour la France un recul de 5 % à 10 % en 2009. L’automobile est un des achats que les ménages retardent le plus facilement. Le marché est pénalisé par les tensions sur les marchés bancaires, un véhicule sur trois étant achetés à crédit.

Arnaud Leparmentier avec Nathalie Brafman

17/08/2007 - 16:28h L’auto japonaise dédommage des victimes de la pollution

Le Monde

Des constructeurs automobiles et de poids lourds vont dédommager des citoyens s’estimant victimes de la pollution de l’air des villes. Il s’agit sans doute d’une première mondiale. Les marques concernées, toutes japonaises, sont Toyota, Nissan, Nissan Diesel, Hino, Mitsubishi, Isuzu et Mazda. Ils ont accepté de régler à 520 plaignants la somme de 1,2 milliard de yens (7,4 millions d’euros). Ces sociétés consacreront également 3,3 milliards de yens (20,4 millions d’euros) à un programme d’aide médicale pour les asthmatiques de Tokyo. Suite…

23/06/2007 - 10:56h Montadoras recuperam nível de emprego de 1997

KAREN CAMACHO
da Folha Online

A indústria de automóveis no Brasil revive o bom desempenho de 1997, considerado o ano dourado do setor no país. Todos os recordes devem ser batidos: produção, vendas no mercado interno e receita com exportação. Os empregos gerados também acompanham o movimento de alta e, até maio, somam 110 mil funcionários, com tendência de crescimento –em 1997, eram 115 mil funcionários.

Hoje, porém, o setor tem uma nova cara. Se em 1997 eram nove empresas em atividade, hoje a recuperação é puxada por 22. O ABC, antes conhecido como o berço da indústria automobilística, divide as atenções com outras regiões do país.

Em 1997, o setor produziu 2 milhões de unidades e as vendas no mercado interno somaram mais de 1,9 milhão de veículos. Em 2007, as projeções apontam para uma produção de 2,8 milhões de veículos, com 2,2 milhões voltados para o mercado interno.

“O ano [1997] foi recorde e convenceu as empresas a investirem US$ 20 bilhões nos anos seguintes”, afirma José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors. O que se viu, no entanto, foram quedas constantes, que resultaram no corte de vagas –chegou a 90 mil em 2003. A retomada só começaria em janeiro 2004.

Agora, a condição favorável do país, com reservas internacionais elevadas e com o menor risco-país da história, faz o setor apostar em um crescimento sustentável, diferente do que ocorreu em 1997. Leia mais aqui