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	<title>Blog do Favre &#187; bafometro</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Um bafômetro contra o câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 13:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Israelense desenvolve aparelho que detecta células alteradas antes da formação de tumor
Renata Malkes Especial para O GLOBO • TEL AVIV
Uma técnica que promete identificar células cancerígenas antes mesmo da formação de um tumor levou o pesquisador israelense Hussam Haik, do Instituto Technion, em Haifa, Israel, à lista dos 35 jovens cientistas mais promissores do mundo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sppt.org.br/img/Image/Blog/bafometrocancerpulmao.jpg" alt="Bafômetro desenvolvido para o exame - imagem: revista Thorax" style="width: 300px; height: 227px" title="Bafômetro desenvolvido para o exame - imagem: revista Thorax" align="left" height="227" hspace="10" vspace="5" width="300" /></p>
<p>Israelense desenvolve aparelho que detecta células alteradas antes da formação de tumor</p>
<p style="background-color: #ffff99">Renata Malkes Especial para O GLOBO • TEL AVIV</p>
<p>Uma técnica que promete identificar células cancerígenas antes mesmo da formação de um tumor levou o pesquisador israelense Hussam Haik, do Instituto Technion, em Haifa, Israel, à lista dos 35 jovens cientistas mais promissores do mundo, segundo relatório anual do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês).<br />
Aos 33 anos, Haik ganhou destaque ao desenvolver o chamado “nariz eletrônico”, aparelho que detecta células cancerígenas no intestino grosso, nas mamas e nos pulmões após a análise de moléculas odoríferas. Basta o paciente soprar no aparelho, nos mesmos moldes do bafômetro usado para detectar a ingestão de álcool.<br />
A técnica vem sendo desenvolvida em laboratórios de diversas universidades européias e americanas, mas a equipe liderada por Haik assumiu a liderança das pesquisas ao descobrir novos biopolímeros, substâncias feitas de diferentes moléculas orgânicas, que poderiam detectar um câncer e o estágio em que a doença está.<br />
Como num bafômetro, a idéia é que o paciente sopre dentro de um tubo com os chamados biopolímeros.<br />
Proteínas liberadas na respiração reagem com os compostos e indicam — ou não — a presença de células cancerosas através de um sensor eletrônico. A identificação da doença antes da formação do tumor pode levar as chances de cura para até 90%.</p>
<p>— Trata-se de um grande avanço, pois identificamos o processo inicial de formação do tumor. Com isso, podemos dar uma chance muito maior ao paciente. Já temos os biopolímeros necessários para identificar alterações nos seios, no intestino grosso e nos pulmões.<br />
Nosso maior desafio agora é conseguir identificar com exatidão o estágio em que a doença se encontra, antes de estudar maneiras de detectar outros tipos de câncer — explicou Haik, um árabe-cristão nascido na cidade de Nazaré.<br />
O trabalho do pesquisador ganhou impulso há dois anos, quando recebeu uma bolsa de US$ 2,2 milhões concedida pela União Européia para jovens cientistas, após concluir com sucesso um pós-doutorado no Instituto de Tecnologia da Califórnia. O dinheiro foi investido no laboratório e na contratação de mão de obra qualificada. A equipe de Haik trabalha com 20 pesquisadores, entre israelenses, alemães, chineses e indianos.<br />
Os primeiros testes em seres humanos já estão sendo realizados no Hospital Rambam, no norte de Israel, com resultados satisfatórios.<br />
Há expectativas de que o aparelho possa estar à disposição dos médicos já a partir de 2010.</p>
<p>— Estamos ainda em fase de pesquisa.<br />
O aparelho final será portátil e, sobretudo, estamos trabalhando para que seja também acessível.<br />
Quando chegar a fase de comercialização do produto, já pensamos em parcerias para que cada médico possa tê-lo em seu consultório. Não queremos que seu custo final ultrapasse US$ 1 mil — disse Haik.</p>
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		<title>Mortes voltam a índices pré-lei seca</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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&#160;
Em julho de 2008, houve 191 mortos em acidentes nas rodovias paulistas ante 193 no mesmo mês do ano passado
Vitor Hugo Brandalise &#8211; O Estado de São Paulo
O número de mortes nas estradas estaduais de São Paulo, mesmo com a lei seca em vigor, começa a se estabilizar, na comparação entre os meses de julho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.police.be.ch/site/fr/newpicture-20" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.police.be.ch/site/fr/newpicture-20" height="708" width="503" /></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><strong>Em julho de 2008, houve 191 mortos em acidentes nas rodovias paulistas ante 193 no mesmo mês do ano passado</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Vitor Hugo Brandalise &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>O número de mortes nas estradas estaduais de São Paulo, mesmo com a lei seca em vigor, começa a se estabilizar, na comparação entre os meses de julho de 2007 e de 2008. Em julho do ano passado, foram 193 vítimas fatais, ante 191 neste ano &#8211; diferença de 1,04%. Isso barra a &#8220;tendência de baixa&#8221; esperada pela Polícia Rodoviária Estadual, ao comparar os primeiros 15 dias de julho dos dois anos, quando o número de mortes havia caído 15,32% &#8211; de 111 para 94.</p>
<p>O número total de acidentes nas rodovias estaduais de São Paulo também caiu na comparação entre os meses de julho dos dois anos &#8211; queda de 9,32% nos acidentes com vítimas leves (2.339 para 2.121) e de 10,34% nos acidentes com vítimas graves (764 para 685). A diminuição, porém, também havia sido mais acentuada na comparação entre as primeiras quinzenas de julho de 2007 e 2008 &#8211; nos acidentes com vítimas leves, a redução havia sido de 24,96% (de 1.302 para 977)e, no número de acidentes com vítimas graves, de 24,72% (441 para 332).</p>
<p>&#8220;Isso corrobora a tese de que é cedo para dizer se a lei pegou ou não. Mas, com certeza, verificar que o número de mortes e acidentes pode estar voltando aos patamares de antes da lei é uma péssima notícia&#8221;, disse o diretor científico da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), José Montal. &#8220;Isso acende o sinal de alerta.&#8221;</p>
<p>O médico cita os anos seguintes à implementação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997. Com o Código, o número de mortes nas estradas do País caiu de 35 mil, em 1997, para 26 mil, em 2000. Em 2004, porém, o número voltou à marca de 35 mil. &#8220;É por isso que, uma vez que a lei fica mais dura, a fiscalização também deve aumentar.&#8221;</p>
<p>Segundo Montal, para &#8220;entender os números&#8221;, a Abramet vai questionar os indicadores divulgados até o momento na reunião do Conselho Estadual para Diminuição dos Acidentes de Trânsito e Transporte, marcada para amanhã. &#8220;Será o fórum adequado para começarmos a discutir se, afinal, a lei tem chances de pegar ou não.&#8221;</p>
<p><strong>ÁLCOOL</strong></p>
<p>Pela nova lei, com 2 decigramas de álcool por litro de sangue ou 0,1 miligrama por litro de ar expelido no bafômetro, o motorista recebe multa de R$ 957,70, perde a habilitação e tem o veículo apreendido. Caso seja flagrado com 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou 0,3 miligrama por litro de ar, responde criminalmente, sujeito a pena de até 3 anos de prisão, com direito à fiança.</p>
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