06/05/2009 - 18:28h Corinthians

O título acima é só uma gracinha minha. LF

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© Foto de Pete Souza. Barack Obama na Casa Branca, 2009.

O fotógrafo oficial da Casa Branca Pete Souza publicou no Flickr dezenas de fotografias de Barack Obama nos bastidores da presidência dos EUA. O fotógrafo , de descendência portuguesa, de origem açoriana, assumiu o cargo de fotógrafo oficial da Casa Branca no início do mandato de Obama. Pete Souza, de 54 anos, trabalhava para o ‘Chicago Tribune’ e documentou o primeiro ano de Obama no Senado, bem como as suas viagens a sete países, um trabalho compilado no livro “The Rise of Barack Obama”, que integrou a lista de “best-sellers” do jornal ‘New York Times’. Pete Souza, 54 anos, regressa à Casa Branca, onde já esteve como fotógrafo oficial de Ronald Reagan. Neto de emigrantes açorianos, Pete Souza é fotojornalista freelance e professor assistente na Universidade de Ohio, contando no currículo com trabalhos publicados na National Geographic, Fortune e Newsweek e mais de cinco anos de experiência como fotógrafo oficial da Casa Branca. Como fotojornalista esteve também, após o 11 de Setembro, entre os primeiros jornalistas que cobriram a queda de Cabul, no Afeganistão onde chegou depois de ter cruzado as montanhas Hindu Kush a cavalo com quase um metro de neve. Fonte Images & Visions

25/12/2008 - 11:09h Somos todos keynesianos

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John Maynard Keynes e Hyman Minsky, agora “reabilitados”

MARTIN WOLF DO “FINANCIAL TIMES” – FOLHA SP

Somos todos keynesianos, agora. Quando Barack Obama assumir a Presidência, proporá um gigantesco pacote de estímulo fiscal. Pacotes semelhantes estão sendo propostos por diversos governos.
O fantasma de  (1883-1946), pai da macroeconomia, voltou para nos assombrar. Com ele retornou o de seu mais interessante discípulo, Hyman Minsky. Todos sabemos agora o que quer dizer o “Momento Minsky” -o ponto no qual um período de mania financeira se transforma em pânico.
Como todos os profetas, Keynes ofereceu lições ambíguas aos seus seguidores. Poucos ainda crêem na sintonia fina fiscal que seus discípulos propunham nas décadas após a 2ª Guerra. Mas ninguém mais acredita, tampouco, nas metas monetárias propostas pelo celebrado adversário intelectual de Keynes, o americano Milton Friedman (1912-2006). Agora, 62 anos após a morte do economista britânico, numa nova era de crise financeira, é mais fácil compreender o que segue relevante em seus ensinamentos.
Eu vejo três lições amplas.
A primeira, desenvolvida por Minsky, é que não deveríamos levar a sério as pretensões dos financistas. “Um banqueiro sólido não é aquele que prevê o perigo e o evita, mas o que, quando quebra, quebra ao modo convencional, em companhia de seus pares, de maneira a que ninguém possa culpá-lo.” Ou seja, o conceito de “mercados eficientes” não era com ele.
A segunda lição é a de que a economia não pode ser analisada da mesma maneira que uma empresa individual. Para uma empresa, faz sentido cortar custos. Caso o mundo tente fazê-lo, resultará numa contração da demanda. Um indivíduo pode não gastar toda sua renda, mas o mundo deve fazê-lo.
A terceira e mais importante lição é que a economia não deveria ser tratada como uma narrativa moral. Nos anos 1930, havia duas visões ideológicas opostas em competição: a austríaca e a socialista. Os austríacos Ludwig von Mises e Friedrich von Hayek argumentavam que era necessário purgar os excessos dos anos 1920. Os socialistas argumentavam que o socialismo precisava substituir completamente o capitalismo. As posições se baseavam em religiões laicas concorrentes: a primeira, na idéia de que a busca de vantagem pelos indivíduos garantia uma ordem econômica estável; a segunda, na idéia de que essa motivação só poderia conduzir a exploração, instabilidade e crise.
Keynes foi um gênio peculiarmente inglês, já que insistia em que deveríamos abordar um sistema econômico não como uma narrativa moral, mas como um desafio técnico. Ele desejava preservar o máximo de liberdade, mas reconhecia que um Estado mínimo era inaceitável em uma sociedade democrática e de economia urbanizada. Desejava preservar a economia de mercado, mas não acreditava que o “laissez-faire” propicia tudo de melhor no melhor dos mundos possíveis.
Esse mesmo debate moralista retornou, hoje. Os “liquidacionistas” insistem em que um colapso resultaria no renascimento de uma economia purificada. Seus oponentes de esquerda argumentam que a era dos mercados acabou. E mesmo eu desejo punição aos alquimistas financeiros que alegavam que dívidas cada vez maiores serviriam para transformar chumbo econômico em ouro.
Para Keynes, abordagens como essas são tolas. Os mercados não são infalíveis ou indispensáveis. Servem de sustentação a uma economia produtiva e às liberdades individuais. Mas também podem sair do rumo, e precisam ser administrados.
A tarefa urgente é restaurar a saúde da economia mundial.
O desafio de prazo mais curto é sustentar a demanda agregada, como Keynes recomendaria. Igualmente importante será o financiamento direto do banco central à captação. Boa parte do ônus caberá aos EUA, em larga medida porque europeus, japoneses e até chineses são inertes demais, complacentes demais ou fracos demais.
Dada a correção do consumo doméstico já em curso nos países com déficits comerciais, é provável que esse período de altos gastos dos governos persista por anos. Ao mesmo tempo, é preciso um grande esforço para purgar os balanços domiciliares e do sistema financeiro. Converter dívida em capital certamente será necessário.
Também pragmática deve ser a tentativa de construir um novo sistema de regulamentação financeira mundial e uma política monetária que contenha os “booms” de crédito e as bolhas de ativos. Como Minsky deixou claro, não há resposta permanente. Mas reconhecer a fragilidade sistêmica de um sistema financeiro complexo poderia ser um bom começo.
Como foi o caso nos anos 1930, temos uma escolha: lidar com esses desafios de forma cooperativa e pragmática ou permitir que as viseiras ideológicas e o egoísmo nos obstruam. O objetivo é claro: preservar uma economia mundial aberta e ao menos razoavelmente estável, que ofereça oportunidades à maior proporção possível da humanidade.
Como Oscar Wilde poderia ter dito, na economia a verdade é raramente pura e jamais simples. É a maior lição da crise. E também uma lição de Keynes.

28/08/2008 - 23:41h A marcha de Obama

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23/04/2008 - 00:15h The Bruising Will Go On for the Party, Too

Live Blogging
Hillary Rodham Clinton greeted supporters. (Photo: Jessica Kourkounis for The New York Times)

By ADAM NAGOURNEY – THE NEW YORK TIMES

The Democratic Party may prove to have been the real loser in the Pennsylvania primary on Tuesday.

Senator Hillary Rodham Clinton of New York defeated Senator Barack Obama of Illinois by enough of a margin to continue a battle that Democrats increasingly believe is undermining their effort to unify the party and prepare for the general election against Senator John McCain of Arizona.

That worry was confirmed in exit polls that again highlighted the racial, economic, gender and values divisions in the party that Republicans would no doubt try to exploit if Mr. Obama won the nomination.

Live Blogging the Pa. Returns
Barack Obama greeted residents in West Philadelphia. (Photo: Ozier Muhammad/The New York Times)

To take one example, only 50 percent of Democratic Catholic voters who attend church weekly said they would vote for Mr. Obama in a general election; 25 percent said would vote for Mr. McCain.

“This is exactly what I was afraid was going to happen,” said Gov. Phil Bredesen of Tennessee, a Democrat who has not endorsed anyone in the race. “They are going to just keep standing there and pounding each other and bloodying each other, and no one is winning. It underlines the need to find some way to bring this to conclusion.”

The Democratic Party, so energized and optimistic just a few months ago, thus finds itself in a position few would have expected: a nomination battle unresolved, with two candidates engaged in increasingly damaging attacks. At a time when the Democratic Party would dearly like to turn its attention to Mr. McCain, it now faces at least two more weeks of campaigning — and perhaps considerably more — risking continued damage to the images of both Mrs. Clinton and Mr. Obama.

That said, the fears confronting Democrats could be swept away reasonably soon. Mrs. Clinton still faces immense hurdles to securing the nomination, and it remains possible that her candidacy could come to an end in as little as two weeks, when Indiana and North Carolina vote. Should that be the case, the Democratic Party would presumably have the time and the motivation to heal its wounds.

“We have problems going both ways, but that is going to get healed,” said Joe Trippi, who was a senior adviser to the presidential campaign of John Edwards of North Carolina, who quit the race earlier this year. “If it doesn’t get healed, we have problems.”

Still, the voting patterns on Tuesday underlined what has been one of Mrs. Clinton’s central arguments to Democratic Party leaders in asserting that Mr. Obama would have trouble as a general election candidate. Once again, as in Ohio six weeks ago, he is struggling to win support from the kinds of voters that could be critical to a Democratic victory in the fall. Mrs. Clinton posed the question bluntly on Tuesday.

“Considering his financial advantage, the question ought to be, why can’t he close the deal?” Mrs. Clinton said outside a polling place in a northern suburb of Philadelphia. “Why can’t he win in a state like this?”

Mr. Obama continues to hold a lead over Mrs. Clinton in the total popular vote cast, as well as in pledged delegates. Those factors will weigh heavily on the superdelegates, elected Democrats and party leaders whose votes will be needed to give Mrs. Clinton or Mr. Obama the 2,025 total to claim the nomination.

Still, there were some worrisome signs for Mr. Obama after what has been several rough weeks for him on the campaign trail. At the least, he would have some work to do going into the fall if he wins the nomination, a point made even by his supporters.

“The negative attacks have had a little damage,” said Gov. Bill Richardson of New Mexico. “I do believe it’s recoverable, mainly because of his theme of unity and bringing people together. But it has brought a little bit of damage.”

Mr. Richardson, reflecting the general concern among Democrats about the campaign, added: “I also believe Senator Clinton’s negative attacks have hurt her as well, as recent polls have shown.”

The results of the exit poll, conducted at 40 precincts across Pennsylvania by Edison/Mitofsky for the television networks and The Associated Press, also found stark evidence that Mr. Obama’s race could be a problem in the general election. Sixteen percent of white voters said race mattered in deciding who they voted for, and just 56 percent of those voters said they would support Mr. Obama in a general election; 27 percent of them said they would vote for Mr. McCain if Mr. Obama was the Democratic nominee, and 15 percent said they would not vote at all.

After weeks in which Mr. Obama was pressed to explain what his opponents sought to characterize as disparaging remarks about gun owners and church-goers, Mrs. Clinton defeated him among those voters.

About 15 percent of Democratic voters said they would vote for Mr. McCain over Mr. Obama in a general election. Mrs. Clinton defeated Mr. Obama overwhelmingly among Catholics, a constituency that will be critical in states like Ohio and Pennsylvania.

“There are issues people raise about him, and there are also issues they raise about Senator Clinton,” Mr. Bredesen said. “They both have great strengths and they also have weaknesses. The sooner it is we end this and try to figure out how to address those weaknesses, the better.”

Mrs. Clinton was quick to vow that she would push on to the next big races in Indiana and North Carolina. Yet if the outcome threw her enough of a line to keep going, it probably did not do much to help her accomplish two of her top goals: narrowing Mr. Obama’s overall lead in the popular vote, or his lead in delegates elected in caucuses and primaries to date.

But Mrs. Clinton faces some tough obstacles. Her campaign is effectively out of money, and the results Tuesday may not make it that much easier to raise money

“She needed a big win because a big win might spark the $30 million or $40 million coming into her that she is going to need to compete in Indiana, North Carolina, Oregon and West Virginia,” Mr. Trippi said.

Megan Thee, Marjorie Connelly and John M. Broder contributed reporting.

06/03/2008 - 12:22h A chance de Hillary: é a política, estúpido

A revista norte-americana, Slate (on line), traz um levantamento do número de delgados acumulados por Obama e Hillary e pensa que, mesmo ficando duro para Hillary Clinton obter a maioria dos delegados e ganhar a nomeação, ainda poderá impor sua candidatura pelo jogo entre os super-delegados. Na política, as recentes vitórias da senadora, permitem recuperar terreno entre os delegados diretamente designados pelas estruturas e também influenciar nas votações que ainda faltam, antes da convenção dos Democratas. Acontece que neste último item Hillary precisaria vencer por amplíssima margem em Pennsylvania e conseguir que sejam reconhecidos os resultados de Florida e Michigan (que em principio não serão contabilizados).

Slate’s Delegate Calculator It only gets harder for Clinton going forward.

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The dust hasn’t quite settled from last night’s festivities, but Clinton almost certainly finished the night better than she started it. She picked up about a dozen delegates in Ohio, according to NBC News and, as of now, is ahead in Texas’ delegate assignments. More nuanced delegate estimates and caucus returns are still trickling in throughout the day, so Obama could still trump her in Texas, despite losing to her in the primary.

We’ve updated our calculator to take last night’s results into account, and the news isn’t good for Clinton. To catch Barack Obama in pledged delegates, she now needs an average margin of victory of 23 points, according to our delegate calculator. That’s more than twice the size of her win in Ohio. If she falls short of this in Pennsylvania, she’s especially out of luck.

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05/02/2008 - 19:05h O YouTube de Deus

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Uma pesquisa interessante. Segundo o canal cristão chamado de God-tubers, uma espécie de YouTube de Deus, os cristãos estão virando casaca. Nada menos que 49% votaria em Hillary Clinton e Barack Obama para presidente. É bom lembrar que ambos candidatos são em favor do direito ao aborto e da união de pessoas do mesmo sexo.
God-tubers

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20/01/2008 - 19:40h USA: Women, Latinos Propel Clinton To First Place



Hillary Rodham Clinton gets a thumbs up on caucus day in Las Vegas. (AP).


By Shailagh Murray and Anne E. Kornblut

Washington Post Staff Writers
Sunday, January 20, 2008; Page A01

LAS VEGAS, Jan. 19 — Sen. Hillary Rodham Clinton won Nevada’s Democratic caucuses on Saturday, handing Sen. Barack Obama a second consecutive setback in a volatile nominating contest that is now poised to become a coast-to-coast battle.

Competing in the first state with significant blocs of minority voters, Clinton won 51 percent of the vote, Obama took 45 percent and former senator John Edwards garnered 4 percent, the result of a colorful and at times chaotic process that included caucuses held in casinos on the Las Vegas Strip. Clinton won almost every casino site and dominated among women and Latino voters, while Obama drew overwhelming support from blacks — a potential foreshadowing of how the contest could play out when almost two dozen states vote on Feb. 5.

“I guess this is how the West was won,” Clinton declared at a victory rally in Las Vegas.
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20/01/2008 - 19:29h USA: New Clarity, for Both Parties


Photo Reuters

By David S. Broder

Washington Post

COLUMBIA, S.C. — The New Hampshire verdicts were reinforced Saturday in Nevada and South Carolina, bringing a degree of clarity to both parties’ nomination fights.

Hillary Clinton’s victory in the Nevada caucuses and John McCain’s win in the South Carolina primary were close enough to keep the competition going on both sides. But the winners gained significant advantages for the coming rounds.

Mitt Romney remains a serious challenger for the Republican nomination, with a win in Nevada Saturday on top of earlier victories in Michigan and Wyoming, and second-place finishes in Iowa and New Hampshire.

Barack Obama, winless since Iowa, nonetheless continued to draw the kind of independent support that could fuel a comeback for him, starting next Saturday in South Carolina.

Mike Huckabee, the upset winner among Iowa Republicans, was damaged by his inability to roll up comparable margins among South Carolina evangelicals.

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10/01/2008 - 19:15h Uma furtiva lágrima…



Blog Big Picture

La larme
Apparemment, Hillary a récupéré le vote des femmes…

Les commentateurs sont persuadés que c’est l’effet de ”la larme”.
Le moment d’’émotion qu’elle a eu lundi et qui aurait tout changé.
Il n’y a pas eu de larme à proprement parler.
Il n’y a eu qu’une voix différente.
Lasse, sur le point de laisser tomber.

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10/01/2008 - 09:15h Previsões e resultados





KENNETH MAXWELL

A PRIMEIRA primária da campanha presidencial norte-americana em que os eleitores efetivamente usaram o voto secreto produziu resultados inesperados nesta semana em New Hampshire. Do lado democrata, o carismático senador negro Barack Obama, de Illinois, vinha sendo unanimemente apontado como vencedor. Mas, quando os votos foram contados, foi a laboriosa campanha da senadora Hillary Clinton, de Nova York, que saiu vitoriosa entre os eleitores do partido.

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10/01/2008 - 09:06h “Fast journalism”


CLÓVIS ROSSI

Folha de São Paulo

SÃO PAULO - Quem perdeu a primária democrata de New Hampshire foi o jornalismo “fast food”, esse que se sente compelido a projetar às pressas o futuro com base só em um microfragmento do presente.

Perderam também os institutos de pesquisa, que davam entre sete e dez pontos de vantagem para Obama, apenas para ver o triunfo de Hillary Clinton. Agora, começam as explicações para o erro de informação que foi atribuir New Hampshire a Obama, mas, por incrível que pareça, reincide-se no “fast journalism”.

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10/01/2008 - 08:56h Barreira sexual pesa mais que a racial



Gloria Steinem*

A mulher em questão tornou-se advogada depois de alguns anos como organizadora comunitária, é casada com um advogado de corporação e mãe de duas garotinhas de 9 e 6 anos. Ela é filha de mãe americana branca e pai africano negro – neste país preocupado com raça, ela é considerada negra -, serviu num Legislativo estadual por oito anos e se tornou uma voz inspiradora da unidade nacional.

Honestamente: você acredita que essa é a biografia de alguém que poderia ser eleito para o Senado americano? Após menos de um mandato ali, acredita que ela poderia ser uma candidata viável para presidir a nação mais poderosa da terra?
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09/01/2008 - 15:08h VOCÊ ACREDITA EM PESQUISA ?



As pesquisas tiraram 10 pontos
percentuais da Hillary

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 852

. Uma semana atrás, as pesquisas eleitorais mostravam que Hillary Clinton ganharia a eleição primária do estado de New Hampshire com uma vantagem de dois dígitos.

. Na véspera da eleição, as pesquisas eleitorais mostravam uma reviravolta: Barack Obama ganharia com uma vantagem de dois ditos, por causa da surpreendente vitória em Iowa.

. As pesquisas eleitorais foram as grandes derrotadas – para quem acredita nelas – nas primárias do Partido Democrata (clique aqui para ler “Você acredita nas pesquisa ?”)

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09/01/2008 - 10:27h “Aqui eu encontrei minha própria voz”, diz Hillary


Blog do Noblat

De Hillary Clinton no discurso da vitória nas primárias de New Hampshire:

- Estou com o coração satisfeito. Aqui encontrei minha própria voz. Sinto que todos temos falado com o coração. Esta campanha é sobre a gente. Sobre como assegurarmos que todos tenham como realizar seus sonhos. Enfrentamos muitos desafios no país e no mundo. Tenho encontrado gente que perdeu suas casas, jovens que não podem pagar seus estudos. Muitos ficaram invisíveis durante demasiado tempo. Vocês não são invisíveis para mim.

- As companhia petrolíferas, farmacêuticas e outras tiveram um presidente que as representou nos últimos sete anos. Eu quero ser um presidente que represente vocês. Para que não haja mais americanos invisíveis. Aqui estamos e ficaremos até o final da campanha. Vamos cumprir a promessa de que o governo pode ser pelo povo, para o povo, e não apenas para os privilegiados. Saberemos pôr fim de forma apropriada à guerra do Iraque. Saberemos restabelecer a posição dos Estados Unidos no mundo.

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09/01/2008 - 09:56h Novidades no ar



MARCELO COELHO

Barack Obama não é um caubói, um astronauta, um fuzileiro naval. Não lembra ativistas negros

ESCREVO ESTE artigo sem saber o resultado das prévias de New Hampshire. E sem saber direito, aliás, onde fica New Hampshire nos Estados Unidos.
Sei menos ainda o que pensa Barack Obama, e se é uma vantagem para os democratas ter o senador negro de Illinois como candidato à Presidência dos Estados Unidos, em vez de Hillary Clinton.
Vou mais pela cara de cada um. Sem dúvida, seria uma bela novidade ter uma mulher como Hillary Clinton no lugar de Bush. Mas, se o critério é novidade, Barack Obama vale muito mais a pena. Visualmente, pelo menos.

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09/01/2008 - 09:49h Hillary concentra forças na Superterça


Senadora tenta mudar caminho de campanha e investe no 5 de fevereiro, quando mais de 20 Estados farão primárias

Ex-primeira-dama chega na frente nacionalmente, apoiada por primazia entre os superdelegados, que independem de primárias

DO “FINANCIAL TIMES”

Hillary Clinton deixou claro ontem que deposita suas esperanças de manter a vantagem nacional diante de Barack Obama na chamada “terça tsunami” (a Superterça), quando 22 Estados escolherão candidatos democratas à Casa Branca. Enquanto se preparava para o que -segundo pesquisas incorretamente indicavam antes da votação- seria uma possível derrota na primária de New Hampshire, ontem à noite, a ex-primeira-dama declarou acreditar que “o processo de indicação se encerra à meia-noite de 5 de fevereiro”.

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09/01/2008 - 08:00h New Hampshire: Clinton Upsets Obama; McCain Wins


ELECTION RESULTS

New Hampshire

Democrats Vote
Clinton 110,550 39%
Obama 102,883 36%
Edwards 47,803 17
Richardson 12,987 5
96% reporting
Republicans Vote
McCain 86,802 37%
Romney 73,806 32%
Huckabee 26,035 11
Giuliani 20,054 9
96% reporting


Comebacks in New Hampshire Revive Campaigns

Doug Mills/The New York Times
Hillary and Bill Clinton after Mrs. Clinton won the Democratic primary
Tuesday night in Manchester, N.H.

 

The New York Times
MANCHESTER, N.H. — Senator Hillary Rodham Clinton of New York rode a wave of female support to a surprise victory over Senator Barack Obama in the New Hampshire Democratic primary on Tuesday night. In the Republican primary, Senator John McCain of Arizona revived his presidential bid with a Lazarus-like victory.
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08/01/2008 - 09:46h Primárias nos USA: Apoio do partido à senadora mostra fraturas

Jackie Calmes, The Wall Street Jornal, de Nashua, New Hampshire


VALOR

O senador americano Barack Obama é o franco favorito para vencer a segunda primária do Partido Democrata hoje em New Hampshire, depois de ter sido o mais votado em Iowa, semana passada. Mas ele e sua principal concorrente, e até recentemente, favorita, Hillary Clinton, já estão com a cabeça nas próximas batalhas.

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07/01/2008 - 15:17h Obama dispara nas pesquisas de New Hampshire

PRÉVIAS NOS EUA

Obama e McCain lideram pesquisas em New Hampshire

 

O Globo Online
Agências internacionais
senador democrata Barack Obama cumprimenta partidárias em escola em New Hampshire - Reuters

MANCHESTER, Estados Unidos – Mesmo sob ataque liderado pela senadora Hillary Clinton, o senador Barack Obama abriu uma vantagem de 13 pontos sobre a adversária em pesquisa de intenção de votos nas prévias de New Hampshire, que acontecem na terça-feira. Segundo consulta realizada pelo jornal “Usa Today” em parceria com o Instituto Gallup, entre sexta-feira e domingo, Obama cresceu nove pontos desde dezembro e alcançou 41% das intenções de voto entre os eleitores democratas, impulsionado pela vitória nas primeiras prévias, em Iowa.

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07/01/2008 - 14:56h Desfazendo rumores: Obama e os judeus norte- americanos


Obama e família após a vitória em Iowa

O candidato democrata Barak Obama tem um histórico de amizades na comunidade judaico-americana. Na sua primeira eleição em Illinois, em 1996, ele recebeu o suporte de um dos mais influentes advogados de Chicago, Alan Solow. Oito anos mais tarde, concorrendo para o senado americano, o seu primeiro encontro político com apoiadores foi com Robert Schrayer, um líder filantropo judeu de Chicago. Em 2006, quando lançou seu nome como pre-candidato democrata às eleições presidenciais americanas, seu chefe de campanha para assuntos financeiros foi Alan Solomont, um conhecido filantropo de Boston que já havia trabalhado para o senador John Kerry em 2004.

O primeiro pronunciamento sobre política externa americana, na recente campanha, foi feito em março de 2007, num encontro promovido pela AIPAC, o comitê judaico-americano para assuntos da América e Israel. Obama escolheu Dennis Ross, o ex-consultor do presidente Clinton, que culpou a liderança palestina pelo fracasso do Tratado de Oslo, como seu conselheiro para assuntos de Oriente Médio. Nas ultimas pesquisas, 53 % dos judeus americanos votariam em Hillary Clinton e 38 % ficariam com Barak Obama.

05/01/2008 - 21:12h Porque Obama ganhou em Iowa?

Será?

05/01/2008 - 19:52h A Campaign Retools to Seek Second Clinton Comeback

Doug Mills/The New York Times
Senator Hillary Rodham Clinton on Friday in Nashua, N.H.
After a loss in Iowa, her campaign is fine-tuning its approach.

 

By PATRICK HEALY and JOHN M. BRODER

The New York Times MANCHESTER, N.H. — Bill and Hillary Rodham Clinton have been in career-threatening scrapes before, but never quite like the one they face in the New Hampshire primary on Tuesday, when nothing less than their would-be dynasty will be on the line.

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04/01/2008 - 14:31h Os ventos de Iowa


Que o editorial do jornal francês Le Monde denomine uma “ruptura americana”, os resultados das primárias no Estado de Iowa, pode até ser um exagero. Mas, indiscutivelmente, o recado é altamente significativo.
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04/01/2008 - 10:38h Rupture américaine

Editorial do jornal LE MONDE

Les électeurs de l’Iowa, qui ont participé massivement, jeudi 3 janvier, aux votes sur les candidats républicains et démocrates à l’élection présidentielle de novembre, ont préféré le changement. Les deux vainqueurs de cette consultation ont en commun de ne pas appartenir à l’establishment de Washington, même si l’un d’entre eux a été élu au Sénat fédéral en 2004.

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04/01/2008 - 10:15h USA: 2 Newcomers Jolt Parties’ Status Quo

Left, Ozier Muhammad/The New York Times; Right, Todd Heisler/The New York Times

Barack Obama and Mike Huckabee in Des Moines after their victories on Thursday night.

By PATRICK HEALY

Published: January 4, 2008

DES MOINES — The Democratic and Republican establishments and their presidential candidates, Senator Hillary Rodham Clinton and former Gov. Mitt Romney, were brought low in Iowa on Thursday night, shaken seriously by two national newcomers who won decisively on messages of insurgency and change.

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