17/11/2009 - 11:39h Criação de empregos formais supera a marca de 1 milhão no ano

Abertura de 230.956 postos de trabalho em outubro foi o melhor resultado para o mês na série histórica do Caged

Renata Veríssimo, BRASÍLIA – O Estado SP

A recuperação da atividade industrial ajudou o País a bater novo recorde na geração de empregos com carteira assinada. Em outubro, foram abertos 230.956 postos de trabalho, o melhor resultado para o mês na série histórica iniciada em 1992 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado mensal elevou para 1,164 milhão o número de empregos formais criados entre janeiro e outubro de 2009. Embora o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, tenha comemorado a superação da marca de 1 milhão, o acumulado no ano é o pior para o período desde 2003, quando foram gerados apenas 910.547 vagas.

Em razão da sazonalidade de dezembro, quando ocorrem as demissões de funcionários contratados temporariamente para a demanda de fim de ano, Lupi previu que a criação de empregos formais em 2009 ficará entre 1 milhão e 1,1 milhão.

Ele estimou, entretanto, cerca de 200 mil dispensas em dezembro que, se confirmadas, será o menor resultado negativo para o mês. Com exceção de 2008, quando o País enfrentava o auge da crise internacional, as demissões em dezembro de anos anteriores giraram em torno de 300 mil. Para novembro, Lupi espera bater novo recorde, com a geração de cerca de 150 mil empregos formais. O melhor resultado, até então, foi em novembro de 2007, quando foram criados 125 mil vagas.

Lupi aposta na recuperação do mercado de trabalho e da atividade econômica em 2010. Segundo ele, serão abertas 2 milhões de vagas. Se a marca for atingida, será o maior número de geração de empregos formais em um ano no País.

Para o ministro, os dados do Caged no segundo semestre já mostram o início de um novo ciclo do emprego. Em agosto, setembro e outubro, a abertura de vagas superou em mais de 200 mil o número de demissões.

“O Brasil foi o único país do G-20 que gerou mais de 1 milhão de empregos formais este ano”, afirmou Lupi. Ele acredita que a economia brasileira crescerá em torno de 2% este ano, o dobro da previsão da equipe econômica.

O ministro destacou o aumento da massa salarial de janeiro a outubro, 4,4% acima da inflação pelo INPC. Lupi disse que anunciará, nos próximos dias, um recorde no pagamento do abono salarial, pago a trabalhadores com renda média de até dois salários mínimos no ano anterior.

Indústria lidera pela 2ª vez abertura de vagas

Renata Veríssimo, BRASÍLIA – O Estado SP

A indústria de transformação liderou pelo segundo mês consecutivo a abertura de novos empregos formais no País. Em outubro, o setor foi responsável pela criação de 74.552 postos de trabalho. É o melhor resultado para meses de outubro. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o desempenho do setor mostra uma recuperação da indústria, setor mais atingido pela crise global.

“Os estoques terminaram e já tem indústria trabalhando em três turnos para atender a demanda”, disse Lupi. As indústrias de produtos alimentícios, têxtil, metalúrgica e química são as que mais contrataram no mês passado. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), além da indústria mais quatro setores registraram desempenho recorde em outubro.

O setor de serviços teve 69.581 contratações a mais do que as demissões. O comércio ampliou em 68.516 os postos de trabalho e a construção civil, em 26.156. O setor de extração mineral abriu 1.157 vagas.

O único setor que demitiu mais do que contratou foi a agropecuária, que fechou 11.569 postos de trabalho. Segundo o Ministério do Trabalho, essa redução se deve à entressafra, principalmente, no Sudeste do País.

O número de contratações em outubro foi de 1,433 milhão, enquanto 1,202 milhão de trabalhadores foram demitidos no período.

O saldo líquido, de 230.956 novos empregos, embora seja o melhor resultado para meses de outubro, é menor que o resultado de setembro, quando foram criadas 252.617 vagas. De janeiro a outubro, o setor de serviços foi o que o mais empregou, com um saldo positivo de 481.007 vagas este ano, seguido pela construção civil, comércio e indústria.

Segundo o Ministério do Trabalho, desde janeiro de 2003, quando começou o governo Lula, a outubro de 2009, 8.884.579 vagas formais foram criadas.

16/11/2009 - 13:13h Emprego: o melhor outubro da história

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Emprego tem outubro recorde, Lupi vê 2 milhões de vagas em 2010


ISABEL VERSINI – REUTERS – Agência Estado

BRASÍLIA, 16 DE NOVEMBRO – O ritmo de criação de empregos formais no Brasil deve dobrar em 2010, acompanhando a recuperação da atividade econômica, previu o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, nesta segunda-feira, ao divulgar um resultado recorde para outubro.

Ele estima que em 2009 sejam geradas entre 1 milhão a 1,1 milhão de vagas líquidas com carteira assinada, número que deve subir para 2 milhões em 2010.

“A indústria vai crescer muito no próximo ano, mas (o setor de) serviços será o maior puxador de contratações, como tradicionalmente ocorre”, afirmou Lupi a jornalistas.

Suas projeções para o emprego levam em conta um prognóstico de crescimento do Produto Interno Bruto de 7 a 8 por cento em 2010, após uma alta de 2 por cento este ano. O cenário é bem mais otimista que o desenhado pelo mercado, que aposta em crescimento de 0,21 por cento do PIB em 2009 e de 5 por cento em 2010, segundo o último relatório Focus do Banco Central.

Em outubro, a criação de empregos formais foi recorde para o mês, com 230.956 novos postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pela manhã.

O emprego foi puxado pela indústria no mês passado, com alta de 1 por cento, o equivalente a 74.552 contratações líquidas. “A indústria segurou suas contratações (ao longo do ano), teve demissões precipitadas e agora está tendo que contratar mais”, afirmou Lupi.

De janeiro a outubro, foram criados 1.163.607 empregos formais, o número mais baixo para o período desde 2003 (910.547). O dado acumulado foi afetado pelo baixo desempenho do primeiro semestre, quando o comportamento do mercado de trabalho refletiu os efeitos da crise global.

Para novembro, o ministro estima saldo positivo de 150 mil empregos com carteira assinada, um recorde para esse mês, enquanto dezembro deve mostrar demissões no resultado líquido por fatores sazonais.

(Por Isabel Versiani)

08/10/2009 - 14:33h PDT sinaliza apoio a Dilma em 2010

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VALOR

O PDT deve apoiar a candidatura de Dilma Rousseff a presidente em 2010. Este foi o principal sinal dado pelo partido à chefe da Casa Civil, em jantar realizado na noite de terça-feira. Apesar de ser a primeira reunião do partido com a pré-candidata, a maior parte dos pedetistas afirma que Dilma representa a continuidade dos avanços obtidos pelo governo Lula e fica com ela. Os líderes do partido cobraram, no entanto, reciprocidade política, traduzida em alianças estaduais – especialmente no Paraná, onde o PDT lançará o nome do senador Osmar Dias para o governo estadual e espera conta com o apoio dos petistas locais.

Durante o jantar, Osmar afirmou que tem ouvido de integrantes do PT paranaense que “apoiam sua candidatura para ter um palanque forte para Dilma no Estado”. Para o senador, este não é um bom início de conversa. “O ideal seria ouvir que eles apoiam a candidatura porque veem em mim e no PDT um governador aliado”, reclamou Osmar. Ele reforçou, contudo, que a parceria é fundamental e que, mesmo ainda não sacramentada oficialmente, já estaria se refletindo nas pesquisas eleitorais. Segundo um assessor da legenda, Osmar aparece à frente do atual prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), nas pesquisas de intenção de voto.

O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), declarou que ainda existem integrantes do partido que defendem o adiamento da decisão sobre o apoio a Dilma. Este grupo acha mais prudente aguardar para ver se Dilma será a única candidata da base governista ou se o deputado Ciro Gomes (PSB-SP) manterá a intenção de também disputar a Presidência em 2010. “Nós achamos que Dilma representa melhor o papel de sucessora de Lula”, completou Paulinho, que, em 2002, foi vice de Ciro Gomes quando este ainda era filiado ao PPS.

De acordo com o deputado Brizola Neto (PDT-RJ), Dilma disse aos presentes que tem limitações para articular palanques aliados porque “ainda é ministra e não foi lançada oficialmente candidata do PT”. Paulinho surpreendeu-se com a desenvoltura da ministra. “Nós estamos acostumadas a vê-la como uma figura extremamente técnica. Ela está mais solta, quer passar a imagem de articuladora. E está bastante à vontade neste papel”, reconheceu o parlamentar.

Além das bancadas do PDT na Câmara e no Senado e da ministra Dilma, participaram do jantar o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP) e o líder do partido na Casa, Cândido Vaccarezza (SP). Brizola Neto afirmou que a aproximação entre o PT e o PDT, feita em 2004, está muito mais forte hoje. “Muitas das críticas que fazíamos ao governo Lula, durante o primeiro mandato, foram deixadas para trás. O segundo mandato consolidou a visão defendida pelo PDT sobre o papel do Estado como indutor da economia e a importância de resgatar o direito dos trabalhadores, uma bandeira do PDT que vem desde os tempos de Getúlio”, afirmou Brizola. “E Dilma faz bem esta aproximação, por ter sido 20 anos filiada ao nosso partido antes de transferir-se para o PT”, completou. (PTL)

22/06/2009 - 21:00h Criação de vagas formais no País sobe pelo 4º mês consecutivo

Caged aponta geração de 131.557 empregos com carteira assinada em maio; no ano, estoque de vagas sobe 0,56%

 

Isabel Sobral, da Agência Estado

 


SÃO PAULO - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados de maio registrou a geração líquida de 131.557 empregos formais na economia, no quarto mês consecutivo de saldo positivo, após a forte queda do emprego registrada até janeiro.


De acordo com os números divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho, o saldo de maio é resultado de admissões que somaram 1.348.575 e demissões de 1.217.018. Nos cinco primeiros meses de 2009, houve a abertura de 180.011 postos de trabalho formais. Com esse saldo acumulado, o estoque de empregos da economia subiu 0,56% em relação a dezembro de 2008.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, relacionou o resultado positivo às medidas de estímulo da economia adotadas pelo governo federal. “Estamos no caminho certo e é preciso continuar na política de redução de juros, nas ações de estímulo do crédito ao setor produtivo, nas ações anticíclicas para estimular o consumo e a renda”, comentou.

Setores

Todos os setores da economia pesquisados pelo Caged registraram saldo positivo em maio. A indústria registrou a abertura de 700 empregos formais em maio, sendo o segundo mês consecutivo de saldo positivo. Mas ainda acumula perda de vagas no acumulado de janeiro a maio, no total de 146.478.

Em maio, o setor de agropecuária foi o que teve melhor desempenho, com saldo positivo de 52.927 vagas. Em seguida, vem o setor de serviços (+44.029 empregos). Em seguida vem construção civil (+17.407 vagas). Já o comércio registrou saldo positivo de 14.606 empregos formais.

Todas as regiões do País registraram saldo líquido positivo na criação de empregos formais no mês de maio. “Foi a primeira vez que isso ocorreu neste ano e é um indicativo muito positivo da recuperação da economia”, comentou Lupi. Os Estados do Sudeste, particularmente São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Paraná e da Bahia apresentaram os melhores resultados líquidos de empregos formais.

O bom desempenho da agropecuária explica os bons desempenhos de Estados onde há vários ciclos agrícolas em desenvolvimento desde abril. O cultivo do café, por exemplo, foi responsável pela contratação de muita mão de obra em São Paulo, Minas Gerais e Bahia. O ciclo da cana de açúcar ajudou também a deslanchar novas contratações em São Paulo.

Em razão desse comportamento sazonal da agricultura, o Caged registrou em maio a abertura de mais vagas de trabalho com carteira assinada nas cidades do interior do País do que nas regiões metropolitanas. No interior, houve saldo líquido positivo de 79.218 empregos formais contra 34.202 postos no conjunto das regiões metropolitanas.

Junho

O ministro do Trabalho afirmou que o Caged de junho deverá registrar saldo positivo maior do que o de maio. Segundo ele, os setores de serviços e construção civil deverão continuar o “ritmo forte” de novas contratações.

Lupi também aposta que a indústria de transformação continuará registrando saldo positivo na geração de empregos formais.

“O meu otimismo tem alguma base real”, afirmou Lupi, fornecendo dados do seguro-desemprego para justificar a crença na tendência de alta do emprego. Em maio deste ano, foram solicitados 536.170 pedidos do benefício, contra 566.676 pedidos registrados em maio do ano passado.

22/05/2009 - 11:00h Agindo contra a crise

O Globo

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19/05/2009 - 10:54h Emprego reage, mas indústria ainda fecha vagas

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Arnaldo Galvão, de Brasília – VALOR

Apesar de terem sido criados 106.205 empregos sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em abril, o governo continua preocupado com a indústria. O ministro Carlos Lupi explicou que os números de alguns segmentos desse setor continuam negativos. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrou que 8 das 12 áreas industriais pesquisadas perderam postos de trabalho no período.

Abril registrou quedas de vagas nas indústrias metalúrgicas (-9.025), mecânicas (-5.650), de material elétrico e de comunicação (-3.432), materiais de transporte (-1.629), papel e papelão (-1.388), minerais não metálicos (-1.250), madeira e móveis (-643) e química (-463). Nos lado positivo ficaram as indústrias de alimentos (18.967), borracha, fumo e couros (3.082), calçados (1.286) e têxtil/vestuário (328).

De janeiro a abril, predominou a perda de empregos na indústria, com os piores desempenhos nas áreas metalúrgica (-44.933), materiais de transporte (-31.355), mecânica (-26.982), material elétrico e de comunicação (-17.487) e madeira/móveis (-11.032). Os saldos positivos do emprego industrial no primeiro quadrimestre foram observados em calçados (9.303), borracha, fumo e couros (7.469) e alimentos (3.780).

O mês passado teve o melhor desempenho do ano na criação de empregos celetistas, mas o saldo de 106.205 postos, entre contratações e demissões, é 64% menor que o do mesmo mês em 2008. Por outro lado, na comparação com março de 2009, a criação líquida de empregos foi mais que três vezes maior. No mês passado, o melhor desempenho foi do setor de serviços, com criação de 59.279 vagas, seguido de agricultura (22.684), construção civil (13.338), comércio (5.647), administração pública (5.032) e indústria (183).

No resultado acumulado de janeiro a abril, o Caged revela saldo positivo de 48.454 vagas, muito abaixo (94,3%) das 848.962 criadas no mesmo período de 2008. Indústria (-147.718), comércio (-65.106) e extração mineral (-1.706) foram os setores com perda líquida de emprego no quadrimestre.

Mesmo com alguns números negativos na comparação com 2008, o discurso do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, continuou otimista. Ele ressaltou que São Paulo voltou a ser a “locomotiva” da criação de empregos e afirmou que o Caged vai mostrar mais de um milhão de empregos criados este ano. Em 2008, o saldo foi de 1,45 milhão de vagas, menor que o resultado de 2007 (1,61 milhão).

Na previsão para o restante do ano, o ministro afirmou que a indústria ainda vai demorar mais dois meses para obter saldo positivo no período. Portanto, disse acreditar que, no setor, a geração líquida de emprego vai ocorrer nos períodos acumulados a partir de julho. No caso da construção civil, avaliou que a partir de maio a criação de vagas será mais forte, por causa do programa habitacional do governo.

Lupi disse acreditar que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficará acima dos 2%, diferentemente do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que já admitiu crescimento zero em 2009.

Ao garantir que o país está se recuperando da crise e, com isso, criando mais empregos, Lupi procurou destacar o desempenho de São Paulo e das áreas do interior do Brasil. Em São Paulo, o Caged indicou que foram gerados, em abril, 72.022 postos de trabalho. As empresas de serviço criaram 25.156 vagas, seguidas pela atividade agrícola, com 19.887 empregos celetistas, e a indústria de transformação, com saldo líquido de 15.659 postos. Na agricultura, o destaque foi para o segmento da cana-de-açúcar, que criou 21.111 empregos. Na indústria, o melhor desempenho de abril foi do setor de alimentos, com mais 27.352 vagas. Nos primeiros quatro meses de 2009, o Estado de São Paulo teve saldo líquido de 67.482 empregos celetistas.

18/03/2009 - 10:12h Volta o saldo positivo no emprego

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23/01/2008 - 12:51h Política em democracias sempre será partidária


Técnica, ética e política

Dois episódios recentes da política brasileira, ambos envolvendo ministros do governo Lula, lançaram luz sobre a questão das fronteiras entre a política e duas outras dimensões importantes da vida social: a técnica e a ética. Refiro-me à nomeação do senador Edison Lobão para o Ministério das Minas e Energia e à celeuma envolvendo o conflito entre a Comissão de Ética Pública da Presidência da República e o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Comecemos por esta última.
(mais…)

21/08/2007 - 11:56h Emprego com carteira atinge 1,2 milhão em sete meses

Folhapress, do RioO ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse ontem que o número de empregos formais no acumulado até o mês de julho bateu um novo recorde, ficando em torno de 1,222 milhão. “Nós já estamos com praticamente o mesmo número de geração de empregos de todo o ano de 2006, que foi de 1,24 milhão”, afirmou Lupi.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram antecipados pelo ministro, no Rio , durante evento em que o Trabalho e a Microsoft Brasil assinaram um acordo de cooperação técnica dentro do Programa Nacional de Estímulo ao Primeiro Emprego para Jovens.
A parceria pretende oferecer capacitação em tecnologia da informação para 980 mil jovens entre 16 e 24 anos. O programa começa a valer em 2008, mas não foi informado o prazo limite para conclusão. A Microsoft informou que vai investir R$ 4 milhões neste ano para capacitação de instrutores, doação de softwares e fornecimento de material didático.
Segundo o diretor do departamento de política do Trabalho e Emprego, Renato Ludwig, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assinar, no próximo dia 5 de setembro, no Museu da República, o lançamento do novo projeto de investimentos do Programa Primeiro Emprego, que passará a se chamar ProJovem. “Esse projeto terá um custo de R$ 500 milhões para União em 2008. Neste ano, o governo federal já vai investir R$ 130 milhões”, disse Renato Ludwig.