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	<title>Blog do Favre &#187; CEF</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Programa do Governo e da CEF dará ao beneficiário do Bolsa Família acesso a serviços bancários</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Nova medida facilita acesso a serviços financeiros

Políticas sociais ajudam na inclusão econômica


Patrus Ananias e Maria Fernanda Ramos Coelho &#8211; VALOR
Programa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Caixa Econômica Federal dará ao beneficiário do Bolsa Família acesso a serviços bancários
Estamos vivendo uma mudança de paradigma na condução das políticas públicas, promovida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nova medida facilita acesso a serviços financeiros</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/08/bolsa_familia.jpeg" alt="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/08/bolsa_familia.jpeg" width="530" height="373" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Políticas sociais ajudam na inclusão econômica</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;"><br />
</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Patrus Ananias e Maria Fernanda Ramos Coelho &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Programa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Caixa Econômica Federal dará ao beneficiário do Bolsa Família acesso a serviços bancários</p>
<p>Estamos vivendo uma mudança de paradigma na condução das políticas públicas, promovida por uma concepção de desenvolvimento mais distributiva e sustentável. Uma concepção de desenvolvimento que reafirma compromissos com as gerações futuras, e não só com a acumulação de riquezas a curto prazo. Nesse contexto, as políticas sociais ganham papel relevante, rompendo com a falsa dicotomia entre o social e o econômico. Além da dimensão ética de proteção da vida, as políticas sociais estão mostrando grande possibilidade de dinamização das economias locais, com significativo impacto no fortalecimento do mercado interno, o que foi um trunfo valioso para o Brasil no momento de enfrentamento da última crise econômica mundial.</p>
<p>Um dos aspectos que está se evidenciando é a elevada capacidade que as políticas sociais têm de estimular e desenvolver as potencialidades das pessoas, famílias e comunidades atendidas. Segundo um estudo feito pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2006, o índice de ocupação entre beneficiários do Bolsa Família é de 77% contra 74% dos não beneficiários.</p>
<p>As políticas sociais, em especial as de transferência condicionada de renda, como o Bolsa Família, ao contrário do que anunciaram as críticas mais apressadas, são potentes instrumentos para combater o ciclo da reprodução da pobreza. Anteriormente ao benefício, a situação de pobreza e, em alguns casos, de indigência, alimentava um ciclo de inércia, pois, sem perspectiva, muitas pessoas permaneciam à margem do processo produtivo, sem saber como se integrar à economia.</p>
<p>Isso mostra como são importantes as medidas de aperfeiçoamento dos programas e políticas sociais e também as ações complementares que potencializam ainda mais seus efeitos. Para que possam desempenhar plenamente seu papel em um plano de desenvolvimento integral e integrado, é necessário que elas funcionem como eixos que articulam várias áreas de atuação do Estado.</p>
<p>Esse princípio está orientando a iniciativa do governo federal de incentivar a inclusão bancária dos beneficiários do Bolsa Família, o que está sendo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e a Caixa Econômica Federal. A previsão é que até 2010 sejam abertas 4 milhões de contas simplificadas para as famílias beneficiárias do Bolsa Família. Mais do que uma facilidade para o recebimento do benefício, esse é um direito que agora está sendo estendido a quem nunca tinha tido essa oportunidade anteriormente.</p>
<p>O projeto-piloto de nossa estratégia foi realizado em Belo Horizonte, quando creditamos, ainda em março do ano passado, o dinheiro do benefício na conta de 4.200 beneficiários. Neste ano, a estratégia foi expandida para todo o Brasil, com o início de uma campanha de incentivo à abertura voluntária de conta, especialmente em correspondentes bancários e lotéricos.</p>
<p>O primeiro objetivo dessa estratégia é viabilizar a ampliação do acesso a serviços e produtos financeiros. Com isso, queremos incentivar a oferta de produtos financeiros adequados ao público do Bolsa Família, de forma a atender suas reais necessidades. Também queremos estimular essas pessoas a buscarem mais informações sobre finanças e colaborar para que elas tenham mais condições de encontrar alternativas para garantir a sustentabilidade econômica de suas famílias.</p>
<p>O banco pode ser um importante aliado no processo de construção da emancipação social de pessoas, famílias e comunidades que estiveram excluídas por longos períodos do processo de crescimento econômico. Ter uma conta bancária pode ser um reforço à auto-estima. O acesso ao crédito pode ser um instrumento importante para estimular experiências de economia solidária, pequenos empreendimentos, cooperativas, dentre outras iniciativas que dão mais autonomia aos beneficiários do Bolsa Família &#8211; complementando as oportunidades geradas por iniciativas de qualificação profissional, como o Próximo Passo, que vem qualificando beneficiários do Bolsa Família para os setores da construção civil e do turismo.</p>
<p>A exclusão do sistema financeiro pode trazer vários prejuízos às pessoas de baixa renda, inibindo, inclusive, suas possibilidades de emancipação. O crédito por meio de canais informais como agiotas e congêneres, deixando o tomador de empréstimo refém de um sistema perverso e sem regulação, é apenas um dos problemas que queremos evitar oferecendo a opção dentro do sistema financeiro e nos moldes que caibam no bolso de cada um.</p>
<p>Completando um círculo virtuoso de desenvolvimento, essas iniciativas geram benefícios para toda a sociedade, porque têm reflexos na organização do mercado interno, incentivando empresas a se voltarem para as demandas dos mais pobres, ao mesmo tempo em que promovem a coesão social e um ambiente dinâmico e tranquilo para justiça social. Nosso propósito é estabelecer as bases de um Estado mais justo e solidário, rumo a uma sociedade onde todos tenham os mesmos direitos e oportunidades.</p>
<p><strong>Patrus Ananias é ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome</strong></p>
<p><strong>Maria Fernanda Ramos Coelho é presidenta da Caixa Econômica Federal</strong></p>
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		<title>&#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; atingirá 800 mil moradias até junho 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
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		<category><![CDATA[CEF]]></category>
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		<category><![CDATA[secovi]]></category>

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		<description><![CDATA[
Plantão &#124; Portal Globo &#8211; Reuters/Brasil Online &#8211; por Stella Fontes
SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; deverá alcançar 800 mil unidades contratadas até junho do próximo ano, ou 80 por cento da meta de 1 milhão de moradias estabelecida pelo governo federal, afirmou nesta sexta-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://imovelclass.com.br/assets/Minha-casa-minha-vida.jpg" alt="http://imovelclass.com.br/assets/Minha-casa-minha-vida.jpg" width="252" height="356" /><img src="http://imgs.sidneyrezende.com/srzd/upload/8/0/800px_paulo_bernardo.jpg" alt=" Ministro do Planejamento afirma que meta do 'Minha Casa' será cumprida Foto: Divulgação" width="230" height="173" align="left" /></h2>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Plantão | Portal Globo &#8211; Reuters/Brasil Online &#8211; por Stella Fontes</span></h2>
<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; deverá alcançar 800 mil unidades contratadas até junho do próximo ano, ou 80 por cento da meta de 1 milhão de moradias estabelecida pelo governo federal, afirmou nesta sexta-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.</p>
<p>Até o final de 2009, o programa deverá alcançar 400 mil unidades contratadas, disse o ministro a jornalistas antes de proferir palestra no Secovi-SP, entidade que reúne empresas do mercado imobiliário paulista.</p>
<p>Citando dados fornecidos pela Caixa, o ministro informou que até 30 de setembro 95.659 unidades haviam sido contratadas no âmbito do &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;, equivalentes a pouco mais de 6 bilhões de reais.</p>
<p>Também até o final do mês passado, foram apresentados 352 mil pedidos de habitações para enquadramento no programa, equivalentes a 22,6 bilhões de reais.</p>
<p>O programa lançado pelo governo federal em março, de acordo com o ministro, deve movimentar um total de cerca de 60 bilhões de reais, dos quais 34 bilhões de reais em subsídios.</p>
<p>Durante apresentação a empresários do mercado imobiliário, o ministro afirmou ainda que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá apresentar uma segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2, em março de 2010. &#8220;Se definirmos um conjunto de prioridades, teremos preparado para que o próximo governo se planeje&#8221;, disse.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Para acelerar processos, Caixa Econômica Federal terceiriza avaliações relativas ao programa Minha Casa Minha Vida</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/para-acelerar-processos-caixa-economica-federal-terceiriza-avaliacoes-relativas-ao-programa-minha-casa-minha-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Governo relaxa análise de casas populares

Banco estatal alega &#8220;compromisso com governo federal&#8221; para mudança de seus procedimentos; funcionários protestam
SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDRÉA MICHAEL &#8211; FOLHA SP 
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Com o objetivo de acelerar a construção das casas prometidas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para 2010, o governo federal terceirizou todas as análises [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Governo relaxa análise de casas populares</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_DBHwd3tDxro/SjZPVkyv_wI/AAAAAAAAAac/BadmXhltUmE/s400/MinhaCasaMinhaVida.png" alt="http://2.bp.blogspot.com/_DBHwd3tDxro/SjZPVkyv_wI/AAAAAAAAAac/BadmXhltUmE/s400/MinhaCasaMinhaVida.png" /></p>
<p><strong>Banco estatal alega &#8220;compromisso com governo federal&#8221; para mudança de seus procedimentos; funcionários protestam</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDRÉA MICHAEL &#8211; FOLHA SP </span></h2>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Com o objetivo de acelerar a construção das casas prometidas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para 2010, o governo federal terceirizou todas as análises técnicas de engenharia das obras.<br />
Com isso, os 973 engenheiros e arquitetos concursados da Caixa Econômica Federal -normalmente os encarregados das análises em grandes obras, que movimentam um volume significativo de recursos públicos- ficarão obrigatoriamente de fora do programa.<br />
Uma das principais vitrines do governo Lula, ao lado do Bolsa Família e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o MCMV prevê 1 milhão de casas para famílias com renda até dez salários mínimos. Somente em subsídios serão consumidos cerca de R$ 34 bilhões, incluindo recursos diretos da União e do FGTS.<br />
Em comunicado datado de 13 de agosto e obtido pela Folha, a Caixa alega um &#8220;compromisso com o governo federal&#8221; e determina que o trabalho de análise técnica seja distribuído para 3.682 funcionários terceirizados cadastrados pelo banco.<br />
A Caixa já vinha recorrendo à iniciativa privada para a avaliação de obras sob sua responsabilidade, uma vez que o quadro fixo de engenheiros e arquitetos não dá conta das demandas. Mas era política no banco delegar a esses terceirizados as análises de baixo risco, como avaliação do valor de imóvel a ser financiado. As obras de grande vulto e impacto social (como as do PAC e as da MCMV) costumavam ser repassadas para os funcionários de carreira.<br />
Em casos extremos, em que era preciso passar trabalho desses programas para terceiros, a obra era monitorada por um engenheiro do quadro da Caixa. Agora, noutra iniciativa surpreendente, a Caixa atribuiu apenas aos gerentes e supervisores técnicos a tarefa de monitorar os terceirizados.<br />
Segundo a Folha apurou, as mudanças foram recebidas com protestos pelo corpo de engenheiros do banco. Eles alegam sobrecarga de trabalho (no caso dos gerentes e supervisores) e esvaziamento de funções (no caso dos engenheiros e arquitetos). Além disso, apontam para os riscos de descontrole no uso de dinheiro público e dizem não querer se associar a um procedimento administrativo tão vulnerável.<br />
Essas queixas já foram encaminhadas ao vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda. Em algumas superintendências regionais, como no interior de São Paulo, funcionários estão se recusando a cumprir a determinação, o que levou à paralisação de obras.<br />
&#8220;A terceirização é comum. O que é anormal é retirar totalmente os funcionários do quadro da Caixa e deixar o monitoramento apenas na mão dos chefes&#8221;, reclama o presidente da Aneac (Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa), Luiz Guilherme Zigmantas. Ele é um dos representantes que está negociando a revogação da decisão com Hereda.<br />
Segundo Zigmantas, o vice-presidente do banco prometeu dar uma resposta aos funcionários até o final do mês.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Caixa diz que quer ampliar capacidade </strong></span></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Em nota, a assessoria de  imprensa da Caixa disse  que todos os profissionais  do quadro e os terceirizados estão sendo usados no  Minha Casa Minha Vida  &#8220;com o objetivo de ampliar  a capacidade operacional  da instituição e o cumprimento das metas&#8221;.<br />
A informação contradiz  comunicado da gerência  nacional do banco, de 13  de agosto, em que é atribuída à vice-presidência  de Governo ordem para  que &#8220;todas as análises técnicas de engenharia sejam  demandadas para empresas credenciadas&#8221;.<br />
O banco não responde  aos questionamentos sobre mudanças nos procedimentos nem sobre relato de que elas poderiam  ser revertidas. Diz que o  trabalho dos terceirizados  é supervisionado por gestores técnicos para garantir padronização, atendimento à legislação e qualidade técnica e que a meta  da instituição é contratar a  totalidade de 1 milhão de  casas prometidas.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Empreiteiras acham terceirização &#8220;essencial&#8221;</strong></span></p>
<p><strong>Para associação de construtores, não seria possível cumprir metas do programa sem contratação de terceirizados</strong></p>
<p><strong>Já sindicato de engenheiros e arquitetos critica mudança nos procedimentos e aponta ação &#8220;temerária&#8221; por parte da Caixa Econômica </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: xx-small;">Leonardo Wen &#8211; 26.ago.09/Folha Imagem</span></em><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/b0210200901.jpg" border="0" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em>Operários em obra do Minha Casa,Minha Vida, em Mauá (SP)</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Para Paulo Safady Simão,  presidente da CBIC (Câmara  Brasileira da Indústria da  Construção) -que reúne as  principais construtoras que  atuarão no programa-, a terceirização é um procedimento  normal, mas, no caso do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, essencial.<br />
&#8220;Sem o auxílio dos terceirizados, que trabalham com qualidade e foram escolhidos pela  própria Caixa, não seria possível cumprir a meta fixada, de  400 mil unidades contratadas  até o final deste ano&#8221;, disse.<br />
Em uma conta imprecisa, feita a pedido da reportagem, Simão arriscou dizer que haveria  atraso de pelo menos um ano  para atingir essa meta se a mão  de obra utilizada se restringisse  apenas aos quadros do banco  estatal.<br />
Lembra ainda que, além do MCMV, a Caixa tem R$ 24 bilhões em outros programas de habitação, saneamento, recuperação de imóveis usados e financiamentos de novas unidades que precisam ter andamento e, para isso, também requerem acompanhamento de profissionais da área técnica.<br />
Até o dia 29 de setembro, a  Caixa recebeu 1.862 propostas  de empreendimentos no  MCMV, para a construção de  355.821 unidades, que somam  R$ 22,9 bilhões. Só foram contratados 343 empreendimentos, equivalentes a 78.212 unidades e R$ 5,1 bilhões.<br />
Já o presidente do Confea  (Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia), Marcos Túlio de Melo,  engenheiro civil, vê com reservas a ordem da Caixa. Segundo  ele, os engenheiros e arquitetos  da Caixa são reconhecidos como uns dos mais capacitados  do país. &#8220;Em vez de terceirizar,  o ideal era haver uma política  para remontar o número de  profissionais de acordo com a  necessidade dos programas.&#8221;<br />
Melo diz ainda que &#8220;é indispensável que esse programa seja supervisionado por um engenheiro ou arquiteto, caso contrário será uma ação muito temerária, além de ilegal.&#8221;<br />
O presidente da Aneac (Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa), Luiz  Guilherme Zigmantas, ressalta  que a preocupação dos engenheiros do quadro nesse caso  específico é o risco da operação.  &#8220;Quanto maior a terceirização,  maior o risco&#8221;, diz. Ele explica  ainda que é inviável deixar a supervisão das análises terceirizadas só nas mãos dos supervisores técnicos.<br />
&#8220;Obras como as do PAC e do  MCMV exigem praticamente  dedicação integral. Como é que  cerca de 60 supervisores do  país vão conseguir cuidar de tudo? Isso considerando obras  que podem movimentar milhões de reais&#8221;, afirma.<br />
Mesmo com a seleção feita  pela Caixa previamente para  contratar os terceirizados, ainda há problemas. A Aneac registrou o descredenciamento  de duas empresas no ano passado. Elas foram consideradas irregulares porque, ao mesmo  tempo em que faziam análise  para definir a liberação de dinheiro pela Caixa para determinado município, elas também concorriam na licitação  municipal para executar as  obras. <strong> (SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDREA MICHAEL)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imóvel popular lidera vendas em feira de SP</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/imovel-popular-lidera-vendas-em-feira-de-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[apartamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos fazem parte do Minha Casa, Minha Vida


Paulo Justus, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP
Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. &#8220;Mostramos que se consolidou um processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Muitos fazem parte do Minha Casa, Minha Vida</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-13896" title="Casa_propria3" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Casa_propria3.jpg" alt="Casa_propria3" width="555" height="555" /><br />
</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Paulo Justus, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. &#8220;Mostramos que se consolidou um processo de retomada da atividade econômica&#8221;, diz Eduardo Sanovicz, organizador do evento.</p>
<p>A presença de imóveis populares foi a principal diferença em relação à última edição do evento. Das 100 mil habitações postas à venda, 48% se enquadravam no programa Minha Casa, Minha Vida, que facilita a compra de imóveis novos de até R$ 130 mil na capital paulista.</p>
<p>O novo perfil de renda se refletiu nos financiamentos concedidos pela Caixa. Até a tarde de ontem, o banco contratou R$ 145 milhões, para 1.114 pessoas. Desse total, R$ 83 milhões (813 contratos) foram para imóveis do Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>A Brookfield Incorporações montou um estande apenas para esses produtos. &#8220;Vendemos todas as 180 unidades que tínhamos disponíveis para o Minha Casa, Minha Vida&#8221;, diz Fernando Rodrigues, diretor de vendas da Fernandez Mera, braço comercial da Brookfield.</p>
<p>Mas as habitações de médio e alto padrões também tiveram um bom desempenho. &#8220;A demanda por financiamentos até R$ 500 mil surpreendeu&#8221;, diz o gerente de divisão da Nossa Caixa, Alcestes Rebêlo Junior. O banco concedeu R$ 53 milhões em financiamentos e superou em 90% o volume do ano passado. Já o Banco do Brasil, no mesmo estande, financiou R$ 60 milhões, o dobro de 2008. &#8220;Concedemos crédito para vários perfis de renda&#8221;, diz Sergio Augusto Kurovski, gerente de financiamentos do banco.</p>
<p>Praticamente todos os números do salão superaram os resultados do ano passado. Em 2008, o evento teve 50 mil visitantes e 35 mil imóveis à venda. A única redução foi a área ocupada pelos estandes, que foi 30% menor nesse ano. &#8220;Isso se justifica pelas fusões que o setor imobiliário passou e pelo menor número de lançamentos após a crise&#8221;, diz Sanovicz.</p>
<p>Para Leila Ferreira, gerente de parcerias da administradora de consórcios Embracon, a falta de opções para a classe média ajudou nas vendas. &#8220;Vendemos o dobro do ano passado. Foram 200 cartas de crédito, num total de R$ 15 milhões.&#8221;</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida: Meta para o ano é de 400 mil moradias e já existem projetos protocolados para mais 342 mil</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Habitação: Programa liberou 60 mil casas até setembro
Samantha Maia e Daniela D&#8217;Ambrósio, de São Paulo &#8211; VALOR
Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-13786  aligncenter" title="minhacasa" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa2.jpg" alt="minhacasa" width="350" height="260" /></p>
<p><strong>Habitação: Programa liberou 60 mil casas até setembro</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Samantha Maia e Daniela D&#8217;Ambrósio, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. De acordo com a CEF, há projetos em análise o suficiente para cobrir a meta de 400 mil casas contratadas até o fim de 2009. Além das 60,8 mil casas com contratos já fechados, há uma carteira de 342 mil unidades sendo avaliadas pela Caixa.</p>
<p>Segundo Válter Nunes, superintendente regional da CEF em São Paulo, um dos motivos dessa aceleração é que os projetos têm chegado à Caixa dentro do formato exigido pelo programa. &#8220;No começo, os projetos não estavam alinhados ao programa, e a adaptação dos empreendimentos exigia mais tempo para a assinatura de contrato&#8221;, diz ele. A velocidade da apresentação de projetos ao banco também aumentou recentemente. Cerca de 100 mil novas propostas &#8211; um terço do total em análise &#8211; chegaram em setembro.</p>
<p>Segundo Jorge Hereda, vice-presidente da Caixa, investimentos em agilização das análises do banco permitiram reduzir o período de aprovação dos financiamentos de um ano para três a quatro meses. &#8220;É crível esperar que atinjamos a meta de 400 mil contratos este ano considerando que o setor está correndo para apresentar propostas. Se entrar na Caixa, a gente contrata&#8221;, diz.</p>
<p>No primeiro mês do programa, a maioria das contratações estava concentrada na faixa de renda de três a seis salários mínimos. De acordo com o último balanço da Caixa, a faixa de famílias que recebem até três salários tomaram a dianteira, com 26 mil unidades habitacionais contratadas. O público de três a seis salários já foi contemplado com 25 mil, e de seis a dez, com 9 mil.</p>
<p>Chamados para ajudar na concepção e a costurar detalhes do projeto, um grupo de 11 empresários do setor da construção continua se reunindo mensalmente com o governo e a Caixa Econômica Federal para acertar os gargalos do programa. São poucas as queixas &#8211; o discurso elogioso é uníssono &#8211; , mas elas existem. Uma das críticas em relação à Caixa está na avaliação dos imóveis, que costumavam ser subavaliados pela entidade, segundo as empresas.</p>
<p>A burocracia é um entrave, mas, para as empresas, a figura do correspondente bancário &#8211; que agiliza o processo antes de passar para a CEF- tem um papel importante. &#8220;A Caixa evoluiu bastante, há uma disposição grande em resolver os problemas e dar agilidade ao processo&#8221;, afirma Eduardo Gorayeb, presidente da Rodobens Negócios Imobiliários, com 16 mil unidades em análise na Caixa. &#8220;Mas é uma instituição descentralizada, que não atua da mesma forma em todos os lugares.&#8221;</p>
<p>Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que o andamento do programa está dentro do esperado, mas considera que as contratações ainda estão demoradas. &#8220;A greve dos funcionários da Caixa no meio do ano fez com que alguns trabalhos ficassem atrasados. Agora é preciso ter um ritmo mais forte para recuperar&#8221;, diz.</p>
<p>João Crestana, presidente do Secovi-SP, entidade que representa imobiliárias e administradoras de imóveis, afirma que é natural que no começo do programa o ritmo fosse mais lento, pela novidade da política. &#8220;É um programa pioneiro, tem que criar cada passo novo.&#8221; Dessa forma, ele considera que o mais importante hoje é a quantidade de projetos em análise. &#8220;Esse número é importante, porque significa a adesão das empresas ao programa e a confirmação da demanda da população&#8221;, diz.</p>
<p>Para a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que esteve ontem em São Paulo em cerimônia de posse da diretoria do Secovi-SP, é significativa a evolução das aplicações da Caixa este ano em habitação. Segundo ela, as aplicações devem superar em 65% as do ano passado, chegando a R$ 38 bilhões, mesmo com a crise econômica.</p>
<p>Uma das maiores dificuldades apontadas no início do Minha Casa, Minha Vida foram os valores máximos das residências para as famílias que recebem até três salários mínimos, considerados baixos pelos governos locais e empresas, principalmente para as regiões metropolitanas. Em São Paulo, esse problema está sendo contornado com parcerias entre a Caixa e os governos estadual e municipal.</p>
<p>Na sexta passada, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) paulista assinou com o banco um acordo para a construção de 13 mil unidades habitacionais dentro do programa seguindo o padrão paulista &#8211; mais caro cerca de R$ 7 mil em relação ao modelo de casa do programa federal (R$ 52 mil). A diferença de custo será coberta pelo Estado, que também doará os terrenos. &#8220;O Estado garantirá terrenos bem localizados e metade das casas terá três dormitórios&#8221;, diz Lair Krähenbühl, secretário paulista de Habitação e presidente da CDHU.</p>
<p>Por serem projetos da CDHU, há 1,5 mil unidades já licitadas, cujas obras podem ser iniciadas dentro de 40 dias, segundo Krähenbühl. O secretário diz que este ano mais um contrato para a construção de 11,5 mil unidades da CDHU será firmado com a Caixa sob as mesmas regras. A prefeitura da capital paulista, por sua vez, já apresentou 38 terrenos que poderão ser doados, uma área com potencial para receber até 5 mil habitações.</p>
<p>O governo do Rio, por outro lado, tem encontrado dificuldades para agilizar o programa. Segundo o secretário fluminense de Habitação, Leonardo Picciani, o Estado apresentou logo após o lançamento do MCMV cinco áreas que poderiam ser destinadas à habitação popular na capital, mas até o momento só conseguiu a doação de três. &#8220;Encontrar áreas é um gargalo do programa, e quando tem, você encontra dificuldades tanto para a aprovação na Caixa quanto para liberação de licenciamento na prefeitura&#8221;, diz. As áreas destinadas pelo Estado têm capacidade para receber 3,5 mil unidades habitacionais, e segundo Piaccini o governo continua o trabalho de identificação de novos terrenos.</p>
<p>O secretário também se queixa do valor máximo dado às habitações fora da região metropolitana. Segundo ele, o preço de R$ 40 mil inviabiliza os investimentos.</p>
<p>O fato de o programa ter atacado a demanda e oferecer subsídios aos compradores é visto como uma das principais vantagens. &#8220;A procura por imóveis de baixa renda cresceu muito, o programa mudou a vida da construção civil no país&#8221;, diz Rubens Menin, presidente da mineira MRV, que tem 27 mil unidades em 168 projetos em análise. Dessas, 14 mil unidades foram aprovadas. No segundo trimestre, a empresa vendeu R$ 647 milhões no Minha Casa, Minha Vida. No quarto trimestre de 2008, ela foi a quinta colocada em vendas e no segundo trimestre deste ano atingiu a primeira posição.</p>
<p>O fato é que as maiores empresas de construção &#8211; MRV, PDG, Rossi e Cyrela &#8211; atingiram um novo patamar e vão começar a produzir 30 mil, 40 mil unidades por ano, o que as coloca na mesma dimensão das grandes construtoras mexicanas e americanas. Estudo da Economática do fim de agosto coloca quatro empresas brasileiras (Cyrela, MRV, PDG Realty e Gafisa, dona da Tenda) entre as 20 maiores da América Latina e dos Estados Unidos em valor de mercado. Boa parte dessas empresas já bateu recorde de vendas no segundo trimestre e o ano caminha para ser o maior da história da indústria em vendas. Por conta dessa nova escala, as empresas brasileiras tiveram que recorrer ao mercado de capitais para captar recursos. A MRV foi a primeira a ir à bolsa para fazer uma oferta pública e foi seguida por PDG, Rossi e Cyrela, que estão com as ofertas na rua.</p>
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		<title>Dilma: Caixa terá R$ 38 bi para casa própria</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 20:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dilma defende expansão de investimento privado no setor imobiliário

GIULIANA VALLONE da Folha Online
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) defendeu nesta quinta-feira a ampliação do crédito imobiliário nos bancos privados. Para ela, o setor da construção civil vai impulsionar o crescimento econômico no país.
Ela reafirmou, na abertura do Salão Imobiliário de São Paulo, que os recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dilma defende expansão de investimento privado no setor imobiliário<br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">GIULIANA VALLONE da Folha Online</span></h2>
<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://2.bp.blogspot.com/_2YwBNAKn-7Y/SZ0x8TdhFAI/AAAAAAAACFw/FZZFh3aNGEY/s400/dilma+nova.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_2YwBNAKn-7Y/SZ0x8TdhFAI/AAAAAAAACFw/FZZFh3aNGEY/s400/dilma+nova.jpg" />A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) defendeu nesta quinta-feira a ampliação do crédito imobiliário nos bancos privados. Para ela, o setor da construção civil vai impulsionar o crescimento econômico no país.</p>
<p>Ela reafirmou, na abertura do Salão Imobiliário de São Paulo, que os recursos liberados pelo governo para a habitação por meio da Caixa Econômica Fededal devem somar R$ 38,5 bilhões neste ano, com aumento de 65% em relação ao valor de 2008.</p>
<p>Desse total, o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, disse que R$ 4,8 bilhões serão destinados ao Minha Casa, Minha Vida, possibilitando a construção de 400 mil moradias. O programa federal engloba unidades novas com valor de até R$ 130 mil e é destinado a famílias com renda mensal de até dez salários mínimos (R$ 4.650).</p>
<p>A Caixa já investiu R$ 25,6 bilhões em financiamento habitacional até 28 de agosto, segundo a presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho.</p>
<p>De acordo com Maria Fernanda, houve crescimento de 84% nos recursos alocados até agora para crédito habitacional, na comparação com os R$ 13,9 bilhões aplicados em igual período do ano passado. O volume já ultrapassa em 11,3% os R$ 23 bilhões gastos em todo o ano de 2008. Ela disse que os recursos beneficiaram mais de 506 mil famílias neste ano.</p>
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		<title>Salão imobiliário em SP terá 100 mil unidades à venda</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 13:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A metade se encaixa no perfil do programa Minha Casa, Minha Vida


COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Começa hoje com cerca de 100 mil imóveis ofertados a quarta edição do Salão Imobiliário São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. O evento segue até domingo.
Estarão à venda unidades de todos os padrões, mas o foco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A metade se encaixa no perfil do programa Minha Casa, Minha Vida</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-13732" title="minhacasa" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa1.jpg" alt="minhacasa" width="350" height="260" /><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">COLABORAÇÃO PARA A FOLHA</span></h2>
<p>Começa hoje com cerca de 100 mil imóveis ofertados a quarta edição do Salão Imobiliário São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. O evento segue até domingo.<br />
Estarão à venda unidades de todos os padrões, mas o foco do Salão neste ano está nos segmentos econômico e supereconômico, com valores de R$ 52 mil a R$ 130 mil, segundo Mauro Pincherle, diretor do Secovi-SP.<br />
Dos imóveis oferecidos, 48% se encaixam no perfil do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, para famílias com renda de até dez salários mínimos.<br />
&#8220;As condições de compra estão muito boas&#8221;, disse Pincherle. De acordo com o Secovi-SP, devem ser liberados neste ano R$ 50 bilhões em crédito imobiliário, ante R$ 40,6 bilhões no ano passado.<br />
O Salão terá 270 empresas expositoras. &#8220;Além disso, temos bancos oferecendo condições especiais de financiamento&#8221;, disse Eduardo Sanovicz, diretor de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, que realiza o Salão junto com o Secovi-SP.<br />
Para ter entrada gratuita no Salão, o visitante deve fazer seu credenciamento pelo site www.sisp.com.br. Sem o credenciamento pela internet, são cobrados R$ 15.<br />
(PAULO DE ARAUJO)</p>
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		<title>Caixa turbina crédito e alcança Santander</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carteira de empréstimos do banco estatal cresce 56% no 1º semestre, contra 19,7% da média do mercado, e atinge R$ 99 bi
Como o BB, Caixa eleva crédito após retração dos bancos privados e já deve ter passado Santander em patrimônio em agosto
Sergio Lima &#8211; 27.mai.09/Folha Imagem

A presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho; banco estatal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Carteira de empréstimos do banco estatal cresce 56% no 1º semestre, contra 19,7% da média do mercado, e atinge R$ 99 bi</strong></p>
<p><strong>Como o BB, Caixa eleva crédito após retração dos bancos privados e já deve ter passado Santander em patrimônio em agosto</strong></p>
<p align="center"><font size="1"><em>Sergio Lima &#8211; 27.mai.09/Folha Imagem<br />
</em></font><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/caixa-turbina-credito-e-alcanca-santander/12815/" rel="attachment wp-att-12815" title="maria_fernanda.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maria_fernanda.jpg" alt="maria_fernanda.jpg" /></a><br />
<font size="1"><em>A presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho; banco estatal elevou concessão de empréstimos apesar da crise global</em></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">GUILHERME BARROS COLUNISTA DA FOLHA</p>
<p>Depois do Banco do Brasil, agora é a vez da Caixa Econômica Federal. Os números do balanço do segundo trimestre, que serão divulgados hoje, mostram que a Caixa registrou o maior volume de empréstimos da sua história.<br />
O grande destaque foi o financiamento habitacional, que fez com que a Caixa se tornasse maior do que foi o extinto BNH (Banco Nacional da Habitação, o principal agente de financiamento imobiliário dos anos 1970 e 1980), em valores e número de imóveis financiados.<br />
A Caixa atingiu, em junho, um total de R$ 99,2 bilhões em empréstimos, um crescimento de 56,1% em relação a junho do ano passado. Como comparação, a expansão média do crédito no mercado nesse mesmo período foi de 19,7%.<br />
Um dos principais responsáveis por esse desempenho da carteira de créditos foi a habitação. Por conta principalmente do programa Minha Casa, Minha Vida, uma das prioridades do governo Lula, a Caixa destinou ao setor R$ 17,4 bilhões no semestre, alta de 90% em relação ao mesmo período de 2008.<br />
Com esse desempenho, a instituição praticamente empatou com o Santander no quarto lugar no ranking de ativos dos bancos no país. A diferença é mínima, de poucos milhões.<br />
Em junho, os ativos totais da Caixa somavam R$ 323,7 bilhões, um crescimento de 22,4% em relação ao do ano passado. Já os ativos do Santander totalizavam R$ 323,8 bilhões. Desde a aquisição do ABN Amro pelo Santander, a Caixa tinha caído do quarto para o quinto lugar no ranking de ativos. A expectativa de técnicos do governo é de que a Caixa já tenha, em agosto, recuperado o quarto lugar.<br />
O balanço é de junho, e a Caixa continuou no mesmo ritmo acelerado do expansão do crédito habitacional.<br />
A Caixa também mostrou uma recuperação expressiva do lucro, de R$ 706 milhões no período de abril a junho, um crescimento de 56,2% em relação ao primeiro trimestre, que registrou R$ 452 milhões, resultado na época prejudicado pelas provisões diante da crise.<br />
Já a rentabilidade sobre o patrimônio líquido foi de 17,9% no primeiro semestre, uma das mais altas do setor.<br />
Já o lucro da Caixa de janeiro a junho somou R$ 1,2 bilhão, abaixo dos R$ 2,5 bilhões do ano passado. Apesar dessa queda, o governo ficou bastante satisfeito com o balanço, até porque, como a instituição é 100% pública, seu resultado não interfere diretamente no comportamento do mercado.<br />
Além disso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tinha dado duas missões à Caixa na crise. Uma, de acelerar o financiamento à habitação, e a outra, de baixar as taxas de juros. As duas foram cumpridas. O financiamento à habitação praticamente dobrou, e as taxas de juros foram reduzidas seis vezes no período.<br />
Mesmo sendo mais agressiva no crédito, a inadimplência caiu, de 4,5% para 3,9% para pessoas físicas (créditos não pagos acima de 90 dias), e de 3,2% para 2,4% para jurídicas.<br />
O desempenho da Caixa reforça a declaração, na semana passada, do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que, se os bancos privados não fizerem nada, vão &#8220;comer poeira&#8221;. A afirmação foi feita ao comemorar a retomada pelo Banco do Brasil do primeiro lugar em ativos no ranking dos bancos no país, perdida em novembro com a fusão Itaú Unibanco.<br />
Os resultados de BB e Caixa mostram a ação firme tomada pelos bancos públicos, a partir de orientação do governo, de irrigar crédito na economia após a crise financeira global, que congelou o setor. Já os bancos privados foram mais conservadores e pisaram no freio, temendo a inadimplência e os efeitos incertos da crise.<br />
A participação dos bancos públicos no bolo total do crédito ofertado subiu de 34,5% em junho de 2008 para 38,6% no mesmo mês deste ano. A carteira dos bancos oficiais aumentou 33,8% em 12 meses, contra 12,3% dos bancos privados, segundo pesquisa do Inepad com dados do Banco Central.<br />
Os números da Caixa podem alimentar ainda mais a polêmica entre governo e banqueiros privados sobre sua atuação pós-crise. Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, atacaram as declarações de banqueiros privados que consideram arriscada a iniciativa do governo de baixar as taxas dos bancos públicos em plena crise.</p>
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		<title>BB negocia sociedade bilionária</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/bb-negocia-sociedade-bilionaria/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Banco deve reunir seguradoras em duas divisões, em parcerias com a espanhola Mapfre e a americana Principal

&#160;
Adriana Fernandes, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP
&#160;


Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")


Embalado pelo retorno à liderança do ranking das maiores instituições financeiras do País, o Banco do Brasil (BB) vai agora acelerar a reestruturação das suas operações de seguro. O modelo atual é baseado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><strong>Banco deve reunir seguradoras em duas divisões, em parcerias com a espanhola Mapfre e a americana Principal</strong></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Adriana Fernandes, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
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<p>Embalado pelo retorno à liderança do ranking das maiores instituições financeiras do País, o Banco do Brasil (BB) vai agora acelerar a reestruturação das suas operações de seguro. O modelo atual é baseado em cinco empresas, com uma intricada participação de sócios, que tem atrapalhado a expansão do banco no setor de seguridade, que promete ser agora a &#8220;bola da vez&#8221; do mercado, pois está cada vez mais limitada a expansão dos negócios bancários via crescimento do crédito.</p>
<p>O BB contratou o banco de investimentos UBS Pactual para estudar o modelo e apresentar uma proposta de reforma ao conselho diretor do banco. O UBS abriu negociações com os três principais parceiros do BB em seguros: a espanhola Mapfre, a americana Principal e a brasileira SulAmérica.</p>
<p>Depois de seis meses de negociação, segundo fontes do comando do BB, a opção com mais chances de ser fechada,até o momento, é a criação de duas divisões: uma com a Principal (concentrada na área de previdência) e outra com a Mapfre (nos outros nichos, como automóveis e apólices de vida). A operação deve envolver dinheiro novo, com as duas empresas pagando ao BB para ter exclusividade ao acesso à sua gigantesca rede de agências bancárias.</p>
<p>Também foi estudada uma integração do BB com a SulAmérica (parceira do BB nas áreas de seguro veículo e saúde). Nesse arranjo, o BB compraria a participação do banco holandês ING na seguradora e formaria uma empresa com o sócio brasileiro.</p>
<p>Na área de seguros, o BB tem participação na Brasil Saúde, BrasilCap, Aliança do Brasil, BrasilPrev e Brasil Veículos. Uma racionalização do negócio é apontada como essencial agora para consolidar a posição de liderança do banco, reconquistada do Itaú Unibanco. O maior rival é o Bradesco, líder no setor de seguros no Brasil. Santander e Itaú Unibanco também estão se movimentando. &#8220;Queremos é dar mais eficiência aos resultados&#8221;, disse uma fonte do BB. &#8220;Não podemos perder tempo&#8221;, acrescentou. Se a associação com a Principal e a Mapfre for confirmada, o BB deve se tornar o maior grupo segurador do País.</p>
<p>A compra da Nossa Caixa, no fim de 2008, tornou a reestruturação da área de seguros do BB urgente. A Nossa Caixa tem outros sócios na área. O maior problema é o com o Mapfre que tem acordo de exclusividade. Apesar de ter comprado o controle da Nossa Caixa, o BB não pode usar os produtos de suas seguradoras BrasilPrev (previdência) e Aliança do Brasil (apólice de vida) nas agências do banco paulista. O Mapfre tem acordo até o ano de 2025. Se não fizer um acordo com os espanhóis, o BB vai ter que desembolsar dinheiro para terminar o contrato de exclusividade.</p>
<p>A compra da Aliança Brasil, em setembro de 2008, marcou o início da reestruturação. O BB comprou a fatia da Companhia de Participações Aliança da Bahia na Aliança do Brasil, que atua nos ramos de seguros de vida e patrimonial, e ficou com 100% do seu capital total.</p>
<p>O presidente do BB, Aldemir Bendine, em entrevista, na semana passada, já antecipou que a reestruturação pode resultar em aumento de capital entre 40% e 50% .</p>
<p>A Caixa Econômica Federal, que tem a Caixa Seguros, também está fazendo movimentos no setor de seguros, informou uma fonte do banco. Uma das opções é se associar a alguma seguradora ou outro banco. A fonte explicou que o negócio é urgente porque a Medida Provisória (MP) 459, que criou o programa Minha Casa, Minha Vida, acaba com a venda casada de seguro habitacional com financiamento imobiliário. A regra vale para bancos públicos e privados. &#8220;O interesse é de associar a uma empresa de seguro&#8221;, disse um dirigente da Caixa.</p>
<p><strong>O BB NAS SEGURADORAS</strong></p>
<p>49,99 % da BRASIL CAP</p>
<p>49,99% da BRASILPREV</p>
<p>70% da BRASIL VEÍCULOS</p>
<p>49,92% da BRASIL SAÚDE</p>
<p>100% da ALIANÇA DO BRASIL</p></div>
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		<title>Para Meirelles, banco privado seguirá estatal e cortará juros</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 14:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Presidente do BC não vê sinais de taxas &#8220;insustentáveis&#8221; nos bancos públicos
Dirigente do Banco Central prevê normalização do crédito no país, com o arrefecimento da crise e a estabilização da economia
TONI SCIARRETTA &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse ontem que os bancos privados terão de seguir as instituições públicas [...]]]></description>
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<p><strong>Presidente do BC não vê sinais de taxas &#8220;insustentáveis&#8221; nos bancos públicos</strong></p>
<p><strong>Dirigente do Banco Central prevê normalização do crédito no país, com o arrefecimento da crise e a estabilização da economia</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">TONI SCIARRETTA &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse ontem que os bancos privados terão de seguir as instituições públicas e reduzir as taxas de juros cobradas dos consumidores, se quiserem recuperar mercado no crédito. Na véspera, o ministro Guido Mantega havia afirmado que os bancos privados iriam &#8220;comer poeira&#8221; se não fizerem isso.<br />
Para Meirelles, não há sinais de que as instituições públicas estejam trabalhando com taxas de juros &#8220;insustentáveis&#8221;, como afirmou o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal. &#8220;Isso refletiria claramente nos resultados [financeiros]. Existem mecanismos prudenciais de ajuste através dos sistemas de alocação de capital pelo volume, risco de crédito e constituição de provisões. Não temos avaliação [de problemas]&#8220;.<br />
Meirelles afirmou que os bancos estatais tiveram um papel importante de estimular a economia, enquanto houve um movimento mundial de contração no crédito, aperto de liquidez e aumento de &#8220;spreads&#8221; (diferença entre o juro captado e o repassado ao consumidor).<br />
&#8220;Eles [bancos públicos] estavam sendo beneficiados por mais depósitos devido à busca por segurança. Então, puderam exercer um papel, com segurança, na expansão do crédito e na queda gradual dos &#8220;spreads&#8221;. Com isso, ganharam mercado. É natural agora que o setor privado procure recuperar isso, voltando a competir com taxas e também com &#8220;spreads&#8221;.&#8221;<br />
Segundo Meirelles, os bancos privados nunca tiveram dificuldade para competir com as instituições públicas no crédito no Brasil. &#8220;Isso aconteceu neste período. À medida que ocorra uma normalização, acredito que o setor privado deverá voltar não só a emprestar como captar, praticar custos competitivos e disputar fatias de mercado como sempre ocorreu nas últimas décadas&#8221;, disse.<br />
A carteira de crédito dos bancos públicos cresceu 10,9% de janeiro a junho, segundo o Banco Central. No período, os bancos privados tiveram expansão de apenas 1,4% e as instituições estrangeiras, queda de 1,9% no saldo de empréstimos.<br />
Para Meirelles, há sinais claros de recuperação no mercado de crédito, que ganha novo impulso por conta de um movimento conjuntural que vem com a saída da crise. O presidente do BC afirma que vê um segundo movimento, de caráter estrutural, que é consequência da estabilização da economia e que possibilitou ao país ter juros hoje de 8,75%.</p>
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