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	<title>Blog do Favre &#187; Cinema</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Don Giovanni! a cenar teco m&#8217;invitasti</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 21:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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&#8220;Don Giovanni! a cenar teco m&#8217;invitasti&#8221;, da ópera Don Giovanni de Mozart. Filme dirigido por Joseph Losey. Ruggero Raimondi (Don Giovanni), John Macurdy (Il Commendatore), Jose van Dam (Leporello).
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2Hf9z0qoE50&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/2Hf9z0qoE50&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
&#8220;Don Giovanni! a cenar teco m&#8217;invitasti&#8221;, da ópera Don Giovanni de Mozart. Filme dirigido por Joseph Losey. Ruggero Raimondi (Don Giovanni), John Macurdy (Il Commendatore), Jose van Dam (Leporello).</p>
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		<title>Cartaz de filme é retirado do metrô de Paris por mostrar fumante</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[da Efe, em Paris &#8211; Folha online
A proibição de mostrar o consumo de tabaco em peças publicitárias no metrô de Paris motivou a retirada de um cartaz do filme &#8220;Gainsbourg (vie héroïque)&#8221;, sobre a vida do cantor Serge Gainsbourg.
No cartaz do filme de Joann Sfar, o ator Eric Elmosnino aparece soltando fumaça pela boca.
A simples [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">da Efe, em Paris &#8211; Folha online</span></h2>
<p>A proibição de mostrar o consumo de tabaco em peças publicitárias no metrô de Paris motivou a retirada de um cartaz do filme &#8220;Gainsbourg (vie héroïque)&#8221;, sobre a vida do cantor Serge Gainsbourg.</p>
<p>No cartaz do filme de Joann Sfar, o ator Eric Elmosnino aparece soltando fumaça pela boca.</p>
<p>A simples citação ao ato de fumar foi suficiente para que o cartaz fosse considerado uma incitação ao consumo de tabaco pelos administradores do metrô, que temem receber uma multa de até 100 mil euros.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-16552" title="serge-gainsbourg- -vie-héroïque-affiche" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/serge-gainsbourg-vie-héroïque-affiche.jpg" alt="serge-gainsbourg- -vie-héroïque-affiche" width="530" height="647" /><br />
<em>O ator Eric Elmosnino vive Serge Gainsbourg no cinema; cartaz foi proibido por trazer alusão ao cigarro</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p>&#8220;Isso porque nos preocupamos em fazer com que não aparecesse nenhum cigarro no cartaz&#8221;, afirma o produtor do filme, Marc du Pontavice, para quem a proibição da publicidade no metrô, onde 600 cartazes seriam colocados a partir de dezembro, provocará um &#8220;grande prejuízo&#8221;.</p>
<p>O produtor disse considerar a medida &#8220;ridícula, ainda mais levando em conta que o cartaz será permitido nos ônibus urbanos da cidade&#8221;.</p>
<p>Já em 2009, um dos cartazes que anunciavam uma exposição sobre o cineasta Jacques Tati teve que mudar para aparecer no metrô parisiense. O cachimbo fumado por seu personagem Monsieur Hulot foi substituído por um cata-vento.</p>
<p>O cartaz do filme &#8220;Coco antes de Chanel&#8221;, sobre Coco Chanel, também foi retirado porque sua protagonista, Audrey Tautou, segurava um cigarro.</p>
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		<title>O mítico Robert Capa será tema de três adaptações cinematográficas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[Blog Images &#38; Visions
© Foto de Cornell Capa / Magnum. O fotógrafo Robert Capa durante a cobertura da II Guerra Mundial, 1944.
Robert Capa (1913-1954), o mítico fotógrafo da agência Magnum vai ser tema de três adaptações cinematográficas. A Columbia Pictures anunciou que o americano Michele Mann , realizador de Public Enemies, será responsável por um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://imagesvisions.blogspot.com/2009/11/o-mitico-fotografo-robert-capa-sera.html">Blog Images &amp; Visions</a></h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/SwFH2DRx4kI/AAAAAAAAI24/tsaAeGqicoI/s1600/robert+capa+retratado+por+cornell+capa.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404680021739692610" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 281px; text-align: center;" src="http://1.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/SwFH2DRx4kI/AAAAAAAAI24/tsaAeGqicoI/s320/robert+capa+retratado+por+cornell+capa.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: 78%;">© Foto de Cornell Capa / Magnum. O fotógrafo Robert Capa durante a cobertura da II Guerra Mundial, 1944.</span></p>
<p><strong>Robert Capa</strong> (1913-1954), o mítico fotógrafo da agência Magnum vai ser tema de três adaptações cinematográficas. A Columbia Pictures anunciou que o americano Michele Mann , realizador de Public Enemies, será responsável por um filme que conta a história do famoso fotógrafo, com especial incidência no romance que manteve durante dois anos com a também fotógrafa Gerda Taro. O estúdio adquiriu os direitos do romance &#8220;Esperando por Robert Capa&#8221;, da espanhola Susana Fortes, e contratou Jez Butterworth para fazer a adaptação ao cinema. Por outro lado, de acordo com o site The Hollywood Reporter a produtora Irish DreamTime, do ator Pierce Brosnan, está desenvolvendo um projeto sobre o fotojornalista húngaro. A produtora tem um contrato de avaliação com a MGM, porém ainda não está definida a participação do estúdio no projeto. A realização deve ser entregue a Paul McGuigan do filme &#8220;Push – O Outro Lado do Crime&#8221;. Por último o filme &#8220;Capa em Israel&#8221;, será interpretado e realizado por Yvan Attal, com argumento de Yaron Seelig e produção de Jean-Luc Van Damme. Retratará o envolvimento do fotógrafo na Guerra da Independência de Israel, em 1948. No argumento, Capa apaixona-se por Noa, uma jovem e bela aprendiz de fotografia.<br />
Fonte: <a href="http://aluzclara.blogspot.com/">Blog A Luz Clara </a>e<a href="http://imagesvisions.blogspot.com/"> Images&amp;Visions<br />
</a></p>
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		<title>Le sexe au cinéma ? No pasara !</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[Cela ne s&#8217;était pas produit depuis treize ans: la “commission de censure” du CNC a procédé début octobre à la classification X d&#8217;une œuvre cinématographique parlant de sexe. Le coupable: Histoires de Sexe(s). Un film “pour adulte” abusivement rangé dans la catégorie porno.

Histoires de Sexe(s) est une comédie légère traitant de sexualité, inspirée du Déclin [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cela ne s&#8217;était pas produit depuis treize ans: la “commission de censure” du CNC a procédé début octobre à la classification X d&#8217;une œuvre cinématographique parlant de sexe. Le coupable: <em><a href="http://www.histoiresdesexes-lefilm.com/">Histoires de Sexe(s)</a>.</em> Un film “pour adulte” abusivement rangé dans la catégorie porno.</p>
<p style="text-align: center;"><a style="display: inline;" href="http://sexes.blogs.liberation.fr/.a/6a00e54f964f2288340120a6668a58970b-pi"><img class="aligncenter" title="Histoires-de-sexe-1" src="http://sexes.blogs.liberation.fr/.a/6a00e54f964f2288340120a6668a58970b-800wi" border="0" alt="Histoires-de-sexe-1" /></a></p>
<p><em><a href="http://blog-ovidie.frenchlover.tv/histoires-de-sexes-le-premier-film-classe-x-depuis-1996.html">Histoires de Sexe(s)</a></em> est une comédie légère traitant de sexualité, inspirée du <em>Déclin de l’empire américain</em>. C’est l’histoire de quatre amies qui se retrouvent à diner pour parler de leurs dernières frasques et de leurs problèmes amoureux. Parallèlement, quatre hommes se donnent rendez-vous pour parler eux aussi de sexe et donner de l’histoire une version parfois différente. <a href="http://www.histoiresdesexes-lefilm.com/videos.php/">Certaines scènes</a> sont hilarantes. D’autres –résolument pédagogiques – abordent le thème de l’orgasme, du sextoy ou de l’éjaculation féminine, avec la volonté affichée de faire passer un “message”… Entre docu-fiction et cours de sexologie, ce petit film ne méritait certainement pas d’être classé X. La commission du CNC n’a pas été du même avis. Le 6 octobre, elle a fait tomber le couperet: interdiction en salles. “<em>Histoires de Sexes avait pour ambition de s&#8217;affranchir des règles de l&#8217;industrie pour adulte</em>, protestent les deux réalisateurs (Ovidie et Jack Tyler). <em>Nous aspirions à sortir du ghetto, le CNC nous y a renvoyé aussi sec.</em>”</p>
<p>“<em>Il est généralement reproché aux pornographes de n&#8217;écrire aucun scénario, de ne pas travailler la mise en scène, d&#8217;être trop éloignés d&#8217;une sexualité réaliste, de dégrader la femme. Ce film relevait pourtant ce défi: présenter une sexualité non caricaturale, et mettre en scène la complexité de la relation de couple.  Habituellement, les scenarii ne servent qu&#8217;à introduire les scènes de sexe qui sont la raison d&#8217;exister des films pornographiques. Dans </em>Histoires de sexe(s)<em>, les courts passages explicites ne sont que des illustrations des propos tenus par les protagonistes. 95% de dialogues, pour 5% de sexe, et non l&#8217;inverse. Très clairement, il ne s&#8217;agit en rien d&#8217;un film masturbatoire. Avec ce film, nous attendions l&#8217;émergence d&#8217;un genre nouveau: celui du film traitant ouvertement de la sexualité, affranchi des codes de la pornographie et de son quota d&#8217;éjaculations faciales. Notre souhait n&#8217;était pas d&#8217;être exhibé à un public mineur, puisque nous réclamions une interdiction aux moins de 18 ans.</em>”</p>
<p>Pourquoi la commission du CNC a-t-elle classé ce film X? Parce qu’il est impensable, pour les puritains qui y siègent en majorité, qu’un film puisse parler de sexe. On peut parler de mort, de meurtre en série, de fin du monde, mais pas de sexe. Le classement X est une forme perverse de censure. Il s’accompagne d’un système de taxe qui dissuade les producteurs d’avancer de l’argent: un film X est difficilement rentable. Il est donc condamné d’office à n’être qu’un film à petit budget, tourné dans des conditions proches de l’amateurisme. Pas de vrais acteurs dans un X, et pour cause. Pas de vrai scénario. Pas de vrai dialogue. Et comme ce cinéma est totalement stigmatisé, aucun réalisateur “normal” ne veut s’y essayer. A l’origine, le classement X, institué sous Giscard d’Estaing en 1975, était synonyme de liberté: il s’agissait d’autoriser les images représentant la sexualité. Mais très vite, le classement X s’est accompagné de mesures fiscales si pénalisantes qu’il a finit par tuer dans l’œuf un genre cinématographique naissant. Faute de moyens, le X est devenu une industrie de la copulation filmée à la chaine, une ennuyeuse et rébarbative accumulation de gros plans génitaux et d’actes sexuels standardisés à outrance.</p>
<p>Les films précurseurs du genre annonçaient pourtant des lendemains glorieux au X: <em>Le Dernier tango à Paris, L’empire des sens, Maîtresse, Max mon amour, Les Valseuses, La maman et la putain, Portier de nuit</em>… Le X aurait pu devenir un cinéma aussi important que le péplum, le polar, le film d’arts martiaux ou la comédie musicale. Hélas. On l’a assassiné, en lui coupant les vivres et en le condamnant à la médiocrité. Les salles qui projetaient du X ont fini par disparaitre, incapables (à cause des surtaxes énormes) de faire face à la concurrence de la TV, des lecteurs DVD et de l’internet. Avec ces salles sont mortes les ambitions de ceux qui voulaient faire de l’art avec le sexe… A quoi bon ? A quoi bon faire du cinéma à 3 millions d’euros (budget minimum), si les gens vont aller voir gratuitement sur internet des gonzo dont le budget se monte à 3000 euros (maximum)? <em>“Le classement X est devenu obsolète très progressivement,</em> explique Christophe Bier, <a href="http://www.amazon.fr/Censure-moi-Histoire-classement-France-Christophe/dp/2844051367">grand spécialiste et militant anti-classement X</a>. <em>Il a eu la peau du porno. Les producteurs de porno, les exploitants, les distributeurs ont périclité, ou bien se sont vite reconvertis dans la vidéo puis le DVD. Les salles ont fermé les unes après les autres… jusqu&#8217;à l&#8217;extinction totale des “films pornos” en 1996, remplacés par les “vidéos pornos</em>”.</p>
<p>Résultat: le X est devenu “<em>de la merde</em>”, dixit Ovidie. Au lieu de montrer la sexualité comme d’un espace de liberté et de bonheur, le X a fini par ne plus montrer que des performances irréalistes et caricaturales. “<em>La censure économique nous empêche de sortir du ghetto, </em>soutient Ovidie. <em>Si nous avions d&#8217;autres moyens de distributions que les sexshops et les sites internet, si nous pouvions retourner en salle, alors nous serions obligés de faire des films qui tiennent la route.</em>” Mais non. Le CNC veille au grain. Depuis 1975, comme si les mœurs n’avaient pas évolué, il continue de classer X tout ce qui dépasse son seuil de tolérance: un orgasme ça va. Deux orgasmes, bonjour les dégâts. Bien qu’il soit totalement obsolète, le classement X continue de sévir. “<em>Le X n&#8217;est pas aboli car il reste une menace visant à décourager ceux qui voudraient montrer du sexe dans les salles avec un visa d&#8217;exploitation,</em> explique Christophe Bier. <em>L&#8217;interdiction totale existe donc toujours comme arme de destruction massive. Tyler et Ovidie viennent d&#8217;en faire le test.</em>”</p>
<p style="text-align: center;"><a style="display: inline;" href="http://sexes.blogs.liberation.fr/.a/6a00e54f964f2288340128756750ad970c-pi"><img class="aligncenter" title="Histoires-de-sexe-2" src="http://sexes.blogs.liberation.fr/.a/6a00e54f964f2288340128756750ad970c-800wi" border="0" alt="Histoires-de-sexe-2" /></a></p>
<p>Si le classement X était supprimé, on peut imaginer que le cinéma se mettrait enfin à parler de sexualité comme d’un sujet aussi passionnant (émouvant, perturbant) que la violence ou l’amour. Les réalisateurs pourraient enfin lui accorder la place qu’elle mérite… “<em>En tout cas, ces réalisateurs ne seraient plus dans un ghetto avec des taxes</em>, ajoute Christophe Bier. <em>Ils bénéficieraient des mêmes droits que leurs confrères &#8220;classiques&#8221; et pourraient obtenir un fonds de soutien automatique ou d&#8217;autres mécanismes régissant l&#8217;exploitation cinématographique</em>.” Bien sûr, la qualité d’un film ne dépend pas que de son budget. Mais si la sanction économique était levée, il est sûr et certain que des réalisateurs “normaux” feraient du X, avec l’aide d’acteurs “normaux” et cela changerait certainement la donne. Il suffit de voir ce qu’il se passe en Suède, où le gouvernement finance des films X pour lutter contre la misogynie et contre la discrimination sexuelle. <a href="http://www.dirtydiaries.se/">Dirty Diaries</a> nous montre le chemin. Oui, il est possible de faire du vrai cinéma avec du sexe.<br />
<strong><span style="color: #0000bf;">QUESTIONS A UN MEMBRE DE LA COMMISSION DU CNC</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000bf;">Philippe Rouyer – co-auteur du livre </span><em><span style="color: #0000bf;"><a href="http://www.amazon.fr/Cin%C3%A9ma-X-Collectif/dp/2842711718">Le cinéma X</a></span></em><span style="color: #0000bf;"> (éd; la Musardine)- siège à la Commission de classification en tant que représentant du Syndicat Français de la Critique de Cinéma (SFCC). Il faisait partie de la commission qui a classé </span><em><span style="color: #0000bf;"><a href="http://www.histoiresdesexes-lefilm.com/">Histoires de Sexe(s)</a></span></em><span style="color: #0000bf;">. Il faut rappeler que la Commission de classification n&#8217;est que consultative. C&#8217;est le Ministre qui donne le visa, même si à plus de 99%, il suit les avis de la Commission. Le vrai responsable du classement X d&#8217;</span><em><span style="color: #0000bf;">Histoires de Sexe(s)</span></em><span style="color: #0000bf;"> est donc Frédéric Mitterand.</span></p>
<p><strong><span style="color: #0000bf;">1/ Depuis la création du classement X, combien de films &#8220;de cul&#8221; ont été classés X ?</span></strong><br />
<em><span style="color: #0000bf;">Ça tourne autour d&#8217;un millier de longs métrages. D&#8217;après Christophe Bier, l&#8217;auteur du livre <a href="http://www.amazon.fr/Censure-moi-Histoire-classement-France-Christophe/dp/2844051367">Censure-moi</a> (L&#8217;Esprit frappeur), le dernier film classé X date de 1996. Il s’intitulait “Elle ruisselle sous la caresse”.</span></em></p>
<p><strong><span style="color: #0000bf;">2/ Suivant quelle procédure le film d&#8217;Ovidie et jack Tyler a-t-il été classé X ?</span></strong><br />
<em><span style="color: #0000bf;">Suivant la procédure habituelle. A savoir, un passage en sous-commission qui a juste pour mission de servir de filtre. Tous les films qui sortent (même les Disney) sont vus intégralement en sous-commission. Si la sous-commission estime que c&#8217;est du tout public, le film sort avec son visa. Si ne serait-ce qu&#8217;un membre de la sous-commission estime qu&#8217;il pourrait y avoir une restriction, le film est envoyé en Commission plénière qui est alors libre de ce qu&#8217;elle préconise. Et dans ce cas, la seule décision qui compte est celle de la plénière. Concernant le film d&#8217;Ovidie et Jack Tyler, l&#8217;ensemble des membres de la sous-commission a opté pour une interdiction aux moins de 18 ans en le renvoyant en plénière. Après débat et vote, la plénière elle, a voté le X.</span></em></p>
<p><strong><span style="color: #0000bf;">3/ Il y a combien de personnes en commission ?</span></strong><br />
<em><span style="color: #0000bf;">Chaque sous-commission se compose de 4 à 7 membres. La plénière en compte 28. </span></em></p>
<p><strong><span style="color: #0000bf;">4/ Pourquoi <em>Histoires de Sexe(s) </em>a-t-il été classé X ?</span></strong><br />
<em><span style="color: #0000bf;">Je suis tenu au devoir de réserve sur les débats. La seule chose que je peux vous dire c&#8217;est ce que j&#8217;ai dit moi au cours de ce débat: à savoir que je demandais une interdiction aux moins de 18 ans, mais surtout pas un classement X car c&#8217;était clairement une œuvre et non une pellicule à vocation masturbatoire. J&#8217;ai développé en parlant du scénario, de la mise en scène et de la durée (très brève) des scènes de sexe. J&#8217;ai ajouté qu&#8217;il n&#8217;y avait dedans aucune violence et  aucune image dégradée de la femme, et que je préférais qu&#8217;un jeune de 18 ans voit cela plutôt qu&#8217;une production crade trouvée en DVD ou sur le net. Mais le résultat du vote qui a suivi prouve que moi et ceux qui avaient un avis similaire n&#8217;avons pas convaincu suffisamment de monde</span></em><br />
<strong><br />
<span style="color: #0000bf;">5/ Il me semble que les commissions de classement de films, dans les pays anglo-saxons, s&#8217;en tiennent à des critères très précis pour juger: il parait que le classement d&#8217;un film correspond à des normes quasi-mathématiques (nombre de minutes pendant lesquelles on voit un acte sexuel, cataloguage des actes sexuels sur une échelle, nombre de gros plans anatomiques, etc). Pouvez-vous m&#8217;éclairer sur ce point ? </span></strong><br />
<em><span style="color: #0000bf;">Effectivement c&#8217;est le cas dans des pays comme le Royaume Uni. Je trouve ça atroce. Ça a conduit par exemple dans ces pays à interdire aux moins de 15 ans &#8220;Ridicule&#8221; de Patrice Leconte parce qu&#8217;on y voit un homme qui urine sur un autre ou &#8220;Amélie Poulain&#8221; car il y a une série d&#8217;orgasmes dans une scène. 2 films qui sont chez nous &#8216;tous publics&#8221;. En France, nous n&#8217;avons pas de critères. Nous débattons en tenant compte du contexte de l&#8217;œuvre. Des morts dans un western ou un film de guerre n&#8217;ont pas le même charge émotionnelle que dans un drame au Quartier Latin. Il faut aussi tenir compte de la mise en scène. Comment c&#8217;est filmé.</span></em><br />
<strong><br />
<span style="color: #0000bf;">6/ Si la classification X était supprimée sur les &#8220;films pour adulte&#8221;, qu&#8217;est-ce que cela changerait?</span></strong><br />
<strong><span style="color: #0000bf;">Certains réalisateurs disent que si la classification X était supprimée ils auraient plus de moyens pour faire du bon cinéma. Ils pensent que l&#8217;état leur donnerait des subsides ou quoi? </span></strong><em><br />
<span style="color: #0000bf;">Non, ils n&#8217;auraient pas d&#8217;avance sur recettes. Mais un certain nombre d&#8217;aides automatiques pourraient jouer. De même, il serait de nouveau possible d&#8217;acheter des films étrangers (surtaxés par le classement X) et donc d&#8217;en vendre en retour. Et puis l&#8217;exploitation en salles pourrait apporter de nouveaux revenus. Ou pas, bien sûr.</span></em></p>
<p><strong><span style="color: #0000bf;">7/ D’autres réalisateurs (HPG par exemple) disent que même s&#8217;ils avaient plus de moyens, ils continueraient à faire des films nuls, parce que le milieu du X est un milieu de “nuls”</span><span style="color: #0000bf;">. Après tout, il y a des réalisateurs de cinéma &#8220;normal&#8221; (David Lynch avec <em>Eraserhead</em>, Tsukamoto avec <em>Tetsuo</em>, mais je n&#8217;ai pas les chiffres précis de leur budget…) qui ont fait des chefs d&#8217;œuvre à très petit budget non? Qu&#8217;en pensez-vous?</span></strong><em><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></em><span style="color: #0000bf;"><em><span style="text-decoration: underline;">I</span></em><em><span style="text-decoration: underline;">l</span> y a eu des chefs-d&#8217;œuvre du X, ou du moins d&#8217;excellents films X, à petit budget. Mais le budget de Eraserhead ou de Tetsuo leur sera toujours supérieur. Ils s&#8217;inscrivent dans une autre économie.</em></span><em><br />
</em><br />
<strong><span style="color: #0000bf;">8/ Le classement X a-t-il encore une raison d&#8217;être de nos jours ?</span></strong><br />
<em><span style="color: #0000bf;">A mon avis non. L&#8217;interdiction au mineurs est suffisante pour protéger la jeunesse et respecter le Code Pénal.</span></em></p>
<p><em><span style="color: #0000bf;"><strong>Fonte Les 400 culs, de Agnès Giard</strong></span></em></p>
<p><em><span style="color: #0000bf;"><strong><br />
</strong></span></em></p>
<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.histoiresdesexes-lefilm.com/accueil.php">LE FILM (BANDE ANNONCE)</a></h2>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>Bastarda gloriosa</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 19:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<description><![CDATA[PRODUTORA DE &#8220;METROPOLIS&#8221;, &#8220;NOSFERATU&#8221;, &#8220;O ANJO AZUL&#8221;, DE FILMES NAZISTAS E DO NOVO TARANTINO, UFA SINTETIZA O APOGEU E O DECLÍNIO DO CINEMA ALEMÃO

LUCIANA COELHO
ENVIADA ESPECIAL A POTSDAM (ALEMANHA)
Catorze metros separam o teto do chão do Marlene Dietrich Halle, um galpão de paredes brancas e chão de madeira e cimento cinza em Potsdam.
Entre eles, habitam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PRODUTORA DE &#8220;METROPOLIS&#8221;, &#8220;NOSFERATU&#8221;, &#8220;O ANJO AZUL&#8221;, DE FILMES NAZISTAS E DO NOVO TARANTINO, UFA SINTETIZA O APOGEU E O DECLÍNIO DO CINEMA ALEMÃO</strong></p>
<p><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://web.library.emory.edu/r_guides/humanities/perform/images/metropolis1.jpg" alt="http://web.library.emory.edu/r_guides/humanities/perform/images/metropolis1.jpg" width="250" height="350" /><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://www.aullidos.com/imagenes/caratulas/nosferatu.jpg" alt="http://www.aullidos.com/imagenes/caratulas/nosferatu.jpg" width="248" height="350" /><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://www.kinokunst.de/Poster_d/Title_B/BlaueEngel%28Der%29_G1_ED01.jpg" alt="http://www.kinokunst.de/Poster_d/Title_B/BlaueEngel(Der)_G1_ED01.jpg" width="246" height="350" /><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/asetimaarte/imagens/bastardos-inglorios.jpg" alt="http://img.blogs.abril.com.br/1/asetimaarte/imagens/bastardos-inglorios.jpg" width="250" height="374" /></p>
<p>LUCIANA COELHO<br />
ENVIADA ESPECIAL A POTSDAM (ALEMANHA)</p>
<p>Catorze metros separam o teto do chão do Marlene Dietrich Halle, um galpão de paredes brancas e chão de madeira e cimento cinza em Potsdam.<br />
Entre eles, habitam quase todos os fantasmas do cinema alemão -de Murnau a Riefenstahl, passando por Fritz Lang e Dietrich. E, agora, o do americano Quentin Tarantino.<br />
O vazio atual não denuncia, mas os fantasmas da lendária UFA (Universum Film AG) estão além dos mais de 900 filmes produzidos nestes estúdios nas cercanias de Berlim. Eles ecoam com precisão a história alemã do último século e suas próprias assombrações.<br />
Foi sob a mesma estrutura de metal que Fritz Lang filmou em 1927 &#8220;Metropolis&#8221;, híbrido de ficção científica e análise sociológica que o consagrou.<br />
Embaixo, entre tanto cinza, está o rastro do mais recente ocupante. &#8220;Vê as manchas vermelhas?&#8221;, aponta num canto Eike Wolf, do departamento de divulgação. &#8220;Tarantino. Lavamos, mas volta&#8221;, diz. &#8220;O pessoal já diz que é o fantasma dele.&#8221;<br />
Entre Lang e Tarantino, os estúdios da UFA fizeram nascer a maior diva do cinema alemão, filmaram e distribuíram peças de propaganda nazista e entretiveram duas gerações de crianças na Alemanha Oriental com filmes de fantasia.<br />
Hoje, quer abrir o mercado local e produzir filmes tipo exportação.<br />
Quando Josef von Sternberg revelou para o mundo a então quase desconhecida cantora de cabaré Marlene Dietrich em &#8220;O Anjo Azul&#8221;, o estúdio ainda pertencia à UFA original, uma usina cinematográfica que só nos três anos entre os dois clássicos lançou 150 produções.<br />
<strong><br />
Vampiro lendário</strong><br />
Hoje a companhia, 939 filmes no currículo, virou duas empresas distintas que pouca semelhança guardam com a antecessora histórica, embora mantenham a proeminência no cenário cultural alemão.<br />
A poucos quilômetros dali, a empresa que reteve a marca produz essencialmente novelas diurnas e séries em sets pequenos e estúdios alugados.<br />
O glamour dos anos 1920 é apenas uma menção passageira em explanações sobre o mais lucrativo negócio da TV.<br />
O Marlene Dietrich Halle, assim como todo o parque de filmagens em volta, são agora o Studio Babelsberg.<br />
Apesar do nome, é ele -e concordam ambas as partes- que guarda o parentesco direto com a UFA do imaginário alemão e que continua sua perpétua reinvenção.<br />
A história do estúdio começa em 1912, com a criação do Messter a partir da fusão de uma série de pequenas companhias. Em 1917, após uma injeção de capital de grandes bancos e empresas, surge a UFA.<br />
Cinco anos depois, a nova companhia produziria seu primeiro clássico: &#8220;Nosferatu&#8221;, de F.W. Murnau, que imprimiu a imagem de Max Schreck como o vampiro de incisivos (e não caninos!) pontiagudos na memória de gerações.<br />
A fase áurea duraria até a crise de 1929 e do início dos anos 30 -então, tanto Lang quanto Dietrich já viviam nos EUA.<br />
Em 1937, com a ascensão do nazismo, a produtora foi nacionalizada e virou um dos pontos de apoio do ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, que tinha especial afeição pelo cinema. Tarantino se lembrou e estampou o logo da companhia na fictícia produção que ilustra seu filme.<br />
Tamanha carga levaria os aliados a cogitarem acabar com a UFA. A solução foi incorporar a produtora sob a Defa, o veículo de comunicação do regime socialista na recém-criada Alemanha Oriental. Sete anos depois a marca abraçaria o Babelsberg, cuja administração passara ao Exército soviético.<br />
&#8220;Não podíamos falar sobre qualquer coisa. Tínhamos de tratar de assuntos que se ajustassem ao que queria o governo&#8221;, lembra Angelika Müller, 54, ainda hoje no Babelsberg.<br />
&#8220;Era problemático especialmente para os roteiristas. Por outro lado, tínhamos muito mais tempo para trabalhar em cada filme&#8221;, conclui.</p>
<p>A serviço de Hollywood<br />
Naquela época, reflexo da estrutura política, o estúdio tinha 2.500 funcionários para produzir cerca de 15 filmes por ano.<br />
Hoje são menos de 90 empregados trabalhando ali -quando há um filme em curso, o número de pessoas direta e indiretamente envolvidas pode voltar aos 2.500. Nenhum roteirista tem contrato fixo.<br />
O Babelsberg, com os estúdios da UFA, foi privatizado em 1992. Desde 2004 está sob a atual administração, cujo foco é o mercado internacional.<br />
&#8220;Não há sensibilidade na Alemanha para tentar manter o estúdio vivo&#8221;, reclama Carl Woebcken, o presidente do Babelsberg. &#8220;Queríamos fabricar sets, fazer grandes filmes, e é por isso que acabamos virando um fornecedor de Hollywood.&#8221;<br />
O estúdio voltou à rota das grandes produções em 2002, com &#8220;O Pianista&#8221;, de Roman Polanski. O diretor, preso em Zurique, também lançará com eles &#8220;The Ghost&#8221; [O Fantasma].<br />
O Babelsberg coassinou &#8220;Trama Internacional&#8221;, &#8220;O Leitor&#8221; e o filme de Tarantino.<br />
&#8220;Não foi fácil recuperar o terreno perdido&#8221;, diz Woebcken. Ultimamente, o Babelsberg tem obtido boa parte de seu lucro -°3 milhões no ano passado, com a crise, e °6 milhões no anterior- fabricando sets, locando estúdios e fornecendo as milhares de peças de figurino que abarrotam um galpão.<br />
Beneficiado por um esquema de subsídio oferecido pelo governo alemão desde 2007, para tornar o país atraente às produções, o herdeiro da UFA em tempos de crise se coloca também como um polo de empregos quando a indústria criativa se consolida como a principal (e talvez única) força da esvaziada economia de Berlim.<br />
&#8220;É importante para quem sai das escolas de cinema daqui trabalhar nesses filmes, até para depois fazer melhores filmes alemães. Aqui há pequenos filmes demais e pouca chance de explorá-los no cinema&#8221;, diz o executivo. &#8220;Temos de fazer menos filmes, e maiores.&#8221;<br />
A UFA, sob o nome que for, continua ecoando seu tempo.</p>
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		<title>O discreto charme de Buñuel</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<category><![CDATA[Luis Buñuel]]></category>
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		<description><![CDATA[  Jean-Claude Carrière relembra &#8220;Meu Último Suspiro&#8221;, livro de memórias de Luis Buñuel que elaborou e é reeditado 
Divulgação

Catherine Deneuve e Luis Buñuel (1900-1983) nas filmagens de &#8220;Bela da Tarde&#8221; (67), longa coescrito por Jean-Claude Carrière


 MARCOS STRECKER &#8211; FOLHA SP
 
DA REPORTAGEM LOCAL
Octavio Paz dizia que o livro  &#8220;Meu Último Suspiro&#8221;, escrito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: large;"><strong> </strong></span> <strong>Jean-Claude Carrière relembra &#8220;Meu Último Suspiro&#8221;, livro de memórias de Luis Buñuel que elaborou e é reeditado </strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>Divulgação<br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/i0711200901.jpg" border="0" alt="" /></em><em><br />
Catherine Deneuve e Luis Buñuel (1900-1983) nas filmagens de &#8220;Bela da Tarde&#8221; (67), longa coescrito por Jean-Claude Carrière</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em><br />
</em></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong> MARCOS STRECKER &#8211; FOLHA SP</strong></span></h2>
<p><strong> </strong><br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Octavio Paz dizia que o livro  &#8220;Meu Último Suspiro&#8221;, escrito  em 1980, era o melhor &#8220;filme&#8221;  de Luis Buñuel. E era mesmo.  Mas não é só. Esse livro de difícil definição sobre o grande  mestre do surrealismo, figura  iconoclasta e iluminada que se  confunde com a formação do  cinema desde os anos 20 (&#8221;Um  Cão Andaluz&#8221;, 1929) até a década de 70 (&#8221;Esse Obscuro Objeto  do Desejo&#8221;, 1977), é também  uma das melhores publicações  sobre a sétima arte.<br />
Só é comparável a &#8220;Hitchcock/ Truffaut &#8211; Entrevistas&#8221;  (Cia. das Letras), de 1967, em  que o &#8220;enfant terrible&#8221; da nouvelle vague faz uma minuciosa  revisão da obra do diretor de  &#8220;Psicose&#8221;. Os dois livros marcaram época e viraram clássicos.<br />
No caso de &#8220;Meu Último Suspiro&#8221;, que agora ganha reedição  (Cosac Naify/Mostra de Cinema de SP, 376 págs., R$ 55, trad.  André Telles), o coautor é também um mestre do cinema, o  roteirista francês Jean-Claude  Carrière, 78, que coassinou várias obras essenciais de Buñuel  (incluindo &#8220;Bela da Tarde&#8221; e &#8220;O  Discreto Charme da Burguesia&#8221;), já trabalhou com Jean-Luc Godard e é parceiro do diretor Peter Brook.<br />
Em entrevista, Carrière lembra que Buñuel não queria escrever um livro de memórias,  então na moda. Para convencê-lo, escreveu um capítulo supostamente narrado pelo cineasta  intitulado &#8220;Os Prazeres deste  Mundo&#8221;, sobre bebidas, tabaco  e bares. Buñuel gostou e o resultado é um livro de cinema  que não analisa nenhum filme e  mostra a personalidade fascinante de um dos grandes artistas do século 20.</p>
<p><img src="http://www.cursos.org/fotos/freematerials/bunu.jpg" alt="http://www.cursos.org/fotos/freematerials/bunu.jpg" width="263" height="219" /><img src="http://www.monthlyreview.org/mrzine/LuisBunuel260.jpg" alt="http://www.monthlyreview.org/mrzine/LuisBunuel260.jpg" width="254" height="221" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: xx-small;">Luis Buñuel e imagem de seu filme A idade do ouro</span></em></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">&#8220;Luis Buñuel é maior do que sua obra&#8221;</span></strong></p>
<p><strong> Jean-Claude Carrière afirma que &#8220;Meu Último Suspiro&#8221; é &#8220;livro-retrato&#8221; e diz que Buñuel é &#8220;mais importante que Picasso&#8221;</strong></p>
<p><strong>&#8220;Não fiz um livro sobre os filmes, mas sobre Buñuel. Truffaut queria saber por que eu tinha mais interesse no homem do que na obra&#8221; </strong></p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Leia entrevista com Jean-Claude Carrière, que comenta a  edição de &#8220;Meu Último Suspiro&#8221;, que narra episódios na vida  do cineasta Luis Buñuel, como  a estreia de &#8220;Um Cão Andaluz&#8221;,  a passagem por Hollywood e o  exílio no México.<br />
O francês está escrevendo  um roteiro com o escritor Atiq  Rahimi e acaba de lançar  &#8220;N&#8217;Espérez pas Vous Débarrasser des Livres&#8221; (não ache que os  livros serão descartados, ed.  Grasset), entrevistas conjuntas  com Umberto Eco.  <strong> (MARCOS STRECKER) </strong></p>
<p><em><strong>FOLHA &#8211; &#8220;Meu Último Suspiro&#8221; é  uma obra de Luis Buñuel ou de Jean-Claude Carrière?<br />
JEAN-CLAUDE CARRIÈRE</strong></em> &#8211; Nós escrevemos juntos, como se fosse  um roteiro. Na época, tínhamos  escrito um roteiro que não pôde ser filmado ["Agon"], pois  ele já estava com 80 anos, muito cansado. Como convivi 20  anos com ele, tinha tomado notas sobre sua vida. Ele me contava muitas coisas durante as  refeições e os aperitivos. Fiz os  cálculos, almoçamos juntos  mais de 2.000 vezes. Muitos casais não podem dizer isso&#8230;  Como conhecia sua vida, propus fazer o livro. Ele disse que  não queria, e que todos estavam escrevendo memórias&#8230;  Para convencê-lo, escrevi eu  mesmo o capítulo &#8220;Os Prazeres  desse Mundo&#8221;. Narrei em primeira pessoa dizendo &#8220;eu, Buñuel&#8230;.&#8221;. Ele disse: tenho a impressão que eu mesmo escrevi.  O livro foi escrito em 1980,  ele morreu em 1983. Teve a  oportunidade de ver a edição  espanhola e gostou.</p>
<p><em><strong>FOLHA &#8211; O livro não é uma biografia no sentido comum. Como vocês  chegaram a esse formato?<br />
CARRIÈRE</strong></em> &#8211; Eu o convenci a fazer  não um livro de memórias, mas  um livro-retrato, que se pareceria com ele. Comecei com &#8220;Os  Prazeres desse Mundo&#8221; pois seria um capítulo curto, não teria  a cara de um livro de memórias.  Os que conheceram Buñuel  dizem que o livro se parece  muito com ele. Trabalhamos  no México. De manhã ficávamos juntos, à tarde eu escrevia.  Foi assim durante várias semanas, até chegarmos a uma versão que agradava aos dois.</p>
<p><em><strong>FOLHA &#8211; Quem escolheu os temas?<br />
CARRIÈRE</strong></em> &#8211; Sugeri alguns capítulos e alguns temas. É o nosso  livro, mas é a vida dele. Ele não  teria feito o livro sem mim, porque não gostava de escrever,  mas sem ele não teria conseguido redigir, porque é a vida dele.  Ele não mudou quase nada.  Há coisas que eu conhecia muito bem, como a parte surrealista. Mas havia passagens que  não conhecia muito, como a  Guerra Civil Espanhola. Aí o interroguei de maneira precisa.</p>
<p><em><strong>FOLHA &#8211; É um livro sobre um cineasta que mal discute sua obra. Como foi recebido no seu lançamento?<br />
CARRIÈRE</strong></em> &#8211; Há um charme, que  não consigo explicar. Às vezes  pego o livro para reler. Ele foi  rapidamente traduzido na Espanha, onde fez um enorme sucesso e se tornou um clássico.  As pessoas falam muito desse  livro, é reeditado com frequência. François Truffaut uma vez  me convidou para jantar só para que conversássemos sobre o  livro. Ele fez uma edição sobre  Hitchcock ["Hitchcock/ Truffaut - Entrevistas"], eu sobre  Buñuel. Discutimos como fizemos nossos livros. Ele escreveu  sobre os filmes de Hitchcock.  Não fiz um livro sobre os filmes, mas sobre Buñuel. Truffaut leu duas vezes o livro. Queria saber porque eu tinha mais  interesse no homem do que na  obra. Disse que Buñuel é que tinha feito essa escolha.  Buñuel não gostava de falar  de cinema. Estávamos de acordo que não falássemos de mim.  É como se ele estivesse diante  de um espelho, e eu estivesse  segurando o espelho.</p>
<p><em><strong>FOLHA &#8211; Havia assuntos que ele  não queria abordar? Buñuel tinha  zonas obscuras em sua vida?<br />
CARRIÈRE</strong></em> &#8211; Ele não gostava de  falar de tragédias na sua vida.  Não gostava de falar da morte  de [Federico García] Lorca, que  o marcou muito. Preferia falar  dos bons momentos.  Por exemplo: não gostava de  falar do momento em que precisou pedir demissão do Museu  de Arte Moderna de Nova York,  episódio em que Salvador Dalí  teve responsabilidade. Gostava  de guardar os bons momentos  com seus velhos amigos.  Posso testemunhar que era  um homem de grande bondade.  É raro encontrar alguém tão  generoso que ao mesmo tempo  tenha um olhar impiedoso sobre as coisas e as pessoas.</p>
<p><em><strong>FOLHA &#8211; Qual é a importância de  Buñuel atualmente?<br />
CARRIÈRE</strong></em> &#8211; Hoje há duas visões.  Uma é dizer que era um cineasta surrealista. Outra é a visão  hispânica, de que Buñuel é o  maior artista espanhol desde  Goya. Para qualquer romancista, cineasta, pintor ou filósofo,  há um momento em que é inevitável se defrontar Buñuel.<br />
Ele é muito mais importante  do que Picasso. Picasso é pintor, mas apenas pintor. Buñuel  é um personagem maior do que  sua obra, não se reduz a ela. Isso era claro para mim na época,  como ainda é hoje.<br />
Por isso o livro se tornou um  clássico. Releio com frequência  o último parágrafo, em que ele  diz que &#8220;gostaria de poder se levantar dos mortos a cada dez  anos, ir até uma banca e comprar alguns jornais; voltaria ao  cemitério e leria sobre os desastres do mundo, antes de voltar a adormecer, sereno&#8221;.<br />
Se eu escrevesse um livro sobre Buñuel hoje, o mostraria  sobre a tumba. Diria como está  o mundo atualmente, para saber o que ele acharia disso. Eu  levaria os jornais para ele.</p>
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		<item>
		<title>Mostra de SP exibe favoritos hoje</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Niguém Sabe dos Gatos Persas]]></category>

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		<description><![CDATA[

&#8220;Carmo&#8221; e &#8220;Niguém Sabe dos Gatos Persas&#8221;, escolhidos pelo público e pela crítica, estão na programação extra do evento
Salas de cinema também exibem filmes elogiados por críticos da Folha, como  &#8220;A Ressurreição de Adam&#8221;  e &#8220;London River&#8221; 


O filme brasileiro favorito do  público na 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: large;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><strong>&#8220;Carmo&#8221; e &#8220;Niguém Sabe dos Gatos Persas&#8221;, escolhidos pelo público e pela crítica, estão na programação extra do evento</strong></p>
<p><strong>Salas de cinema também exibem filmes elogiados por críticos da Folha, como  &#8220;A Ressurreição de Adam&#8221;  e &#8220;London River&#8221; </strong></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p>O filme brasileiro favorito do  público na 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo,  anunciado anteontem, terá  mais uma exibição hoje, na programação extra do festival, que  vai até quarta-feira.<br />
&#8220;Carmo&#8221;, longa de estreia de  Murilo Pasta, conta a saga de  um contrabandista espanhol  paraplégico pelas fronteiras da  América do Sul e tem pontas do  ator Márcio Garcia e do cantor  Seu Jorge, como uma dupla de  bandoleiros improváveis.<br />
&#8220;Ninguém Sabe dos Gatos Persas&#8221;, uma viagem musical pelo submundo de Teerã, também passa hoje. O filme do iraniano Bahman Ghobadi foi escolhido como o melhor do festival pela crítica -jornalistas e críticos de cinema que votam.<br />
Outros dois destaques do dia  são &#8220;A Ressurreição de Adam&#8221;,  sobre o Holocausto, e &#8220;London  River&#8221;, sobre uma mãe cristã e  um pai muçulmano em busca  de seus filhos desaparecidos  em Londres, em 2005. <em><strong>Fonte Folha de São Paulo</strong></em></p>
<p><strong>NINGUÉM SABE DOS GATOS PERSAS </strong><br />
(Kasi Az Gorbehaye Irani Khabar Nadareh, Irã, 2009)</p>
<p><span style="width: 580px; height: 360px;"><object id="vvq-8387-youtube-1" style="visibility: visible;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="552" height="343" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="opaque" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptacess" value="always" /><embed id="vvq-8387-youtube-1" style="visibility: visible;" type="application/x-shockwave-flash" width="552" height="343" allowscriptacess="always" allowfullscreen="true" wmode="opaque"></embed></object></span></p>
<p>Bahman Ghobadi filma um falso documentário ao estilo de “Close-Up”, de Kiarostami, sobre a cena underground da música iraniana. As imagens acompanham dois jovens músicos, um homem e uma mulher, recém-saídos da prisão, que decidem formar uma banda. Juntos, eles andam pelo submundo de Teerã à procura de outros músicos. Por meio dessa busca, o público começa a conhecer a situação política e cultural do Irã, onde tudo é proibido – de ter vídeos de filmes americanos a ouvir música estrangeira. Mas os jovens iranianos não querem música árabe tradicional, então suas melodias encontram o jazz, o pop, o heavy metal e até o rap, em letras que se alternam entre o farsi e o proibido inglês. Eles nem sequer podem tocar, assim formar uma banda se torna um ato político, que os inspira a desafiar as autoridades tocando em lugares improvisados.</p>
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		<title>Frida Kahlo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Chavela Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Frida Kahlo]]></category>
		<category><![CDATA[Llorona]]></category>
		<category><![CDATA[Mexico]]></category>
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		<category><![CDATA[pinturas]]></category>

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		<description><![CDATA[

Frida, o filme

Frida, clipe com Chavela Vargas
Llorona
Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,
Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,
Hay de mi llorona, llorona, llorona de un campo lirio
Hay de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PpoVqHPD2nk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/PpoVqHPD2nk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VetAAOkrQkU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/VetAAOkrQkU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Frida, o filme</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0gQ31m4Yt0s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/0gQ31m4Yt0s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Frida, clipe com Chavela Vargas</p>
<p><strong>Llorona</strong></p>
<p>Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,<br />
Salías del templo un día llorona cuando al pasar yo te vi,<br />
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,<br />
Hermoso Guipi llevabas llorona que la virgen te creí,</p>
<p>Hay de mi llorona, llorona, llorona de un campo lirio<br />
Hay de mi llorona, llorona, de un campo lirio<br />
El que no sabe de amores llorona, no sabe lo que es martirio<br />
El que no sabe de amores llorona, no sabe lo que es martirio</p>
<p>(Música)</p>
<p>No se que tienen las flores llorona, las flores de un campo santo<br />
No se que tienen las flores llorona, las flores de un campo santo<br />
Que cuando las mueve el viento llorona, parece que están llorando<br />
Que cuando las mueve el viento llorona, parece que están llorando</p>
<p>Hay de mi llorona, llorona, llévame al río<br />
Hay de mi llorona, llorona, llévame al río<br />
Tápame con tu reboso llorona, por que me muero de frío<br />
Tápame con tu reboso llorona, por que me muero de frío</p>
<p>(Música)</p>
<p>Dos besos llevo en el alma llorona, que no se apartan de mí<br />
Dos besos llevo en mi alma llorona, que no se apartan de mí<br />
EL último de mi madre llorona y el primero que te di.<br />
EL último de mi madre llorona y el primero que te di</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Buñuel, segundo ele mesmo e o neto</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<category><![CDATA[Esse Obscuro Objeto do Desejo]]></category>
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		<category><![CDATA[surrealismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Diego Buñuel, que está em São Paulo rodando uma série para a televisão, fala do avô, cuja autobiografia é reeditada no País

Antonio Gonçalves Filho &#8211; O Estado SP
O último roteiro que o cineasta espanhol Luís Buñuel (1900- 1983) escreveu, mas não realizou, repousa numa &#8220;tríplice cumplicidade&#8221;: ciência, terrorismo e informação. Esses três dos quatro cavaleiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diego Buñuel, que está em São Paulo rodando uma série para a televisão, fala do avô, cuja autobiografia é reeditada no País</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_TcePPGgRDqg/SfDY89lhgfI/AAAAAAAABdA/VWGrXCp4KU0/s400/fotograma-do-filme-o-cao-andaluz-luis-bunuel.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_TcePPGgRDqg/SfDY89lhgfI/AAAAAAAABdA/VWGrXCp4KU0/s400/fotograma-do-filme-o-cao-andaluz-luis-bunuel.jpg" /></p>
<h2><span style="font-size: xx-large;"><span style="background-color: #ffff99;">Antonio Gonçalves Filho &#8211; O Estado SP</span></span></h2>
<p>O último roteiro que o cineasta espanhol Luís Buñuel (1900- 1983) escreveu, mas não realizou, repousa numa &#8220;tríplice cumplicidade&#8221;: ciência, terrorismo e informação. Esses três dos quatro cavaleiros do Apocalipse, como costumava se referir a eles, também preocupam seu neto, o francês Diego Buñuel, que está em São Paulo rodando a terceira temporada da série televisiva Zonas de Guerra, do National Geographic Channel (NatGeo). A cara do avô quando moço, Diego, aos 34 anos, diz que se sente seu herdeiro em todos os níveis, do profissional ao sexual, passando pela paixão fetichista por armas de fogo &#8211; a exemplo do diretor, a franqueza do neto por vezes desconcerta, mas nunca choca. &#8220;Sou hiperssexuado como Pepe&#8221;, diz, logo na primeira frase de sua entrevista, em que falou mais da autobiografia de Pepe &#8211; aliás, Luis Buñuel -, pioneiro do cinema surrealista, do que do próprio projeto, uma série sobre as dez cidades mais violentas do mundo.</p>
<p>A autobiografia do avô, Meu Último Suspiro (Mon Dernier Soupir), escrita com a colaboração de seu roteirista habitual, Jean-Claude Carrière, estava fora de catálogo havia mais de duas décadas. Num lançamento conjunto da editora Cosac Naify e Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, ela volta às livrarias neste fim de semana em nova tradução (de André Telles.) Após todos esses anos, a autobiografia do avô de Diego continua inspiradora para ele, um jornalista premiado que, trabalhando para o jornal semanal da Otan, se tornou correspondente de guerra no Afeganistão, Congo e Iraque, onde rodou um premiado documentário de 90 minutos (Iraq: At Hell&#8221;s Gate) sobre a intervenção americana no país.</p>
<p>Diego justifica esse seu interesse por zonas de conflito como uma herança intelectual do avô, que adorava. &#8220;Não sei se você se lembra, mas o final de seu último filme, Esse Obscuro Objeto do Desejo (de 1977), é premonitório, revelando sua perplexidade diante dos atos terroristas.&#8221; De fato, no epílogo do testamento cinematográfico de Buñuel , um alto-falante anuncia um ato terrorista do grupo extremista Brigada do Menino Jesus, enquanto o casal central (um senhor burguês e sua jovem amante pobre) passa por uma vitrine na qual uma mulher costura um véu ensanguentado. Os dois começam a discutir quando outra bomba explode, tirando a vida do casal. O amor, como um ato devastador de subversão, é punido por uma sociedade que só conhece o ódio. O caos reina, enquanto um vírus dizima a população de Barcelona.</p>
<p>&#8220;Ateu, graças a Deus&#8221;, como o avô, Diego não veio ao Brasil atrás de pastores evangélicos ou chefes do tráfico, definidos por ele como profissionais da violência &#8211; a primeira verbal, a segunda, física. No primeiro dia de filmagem de Zonas de Guerra, uma série passada em cidades onde reinam a destruição e a desordem, visitou uma fábrica de carros blindados. &#8220;Fiquei espantado com o número deles em São Paulo&#8221;, diz Diego, cuja proposta de documentar a violência paulistana deu lugar a um programa em que a principal estrela será um grafiteiro, que arrisca a vida pichando túneis para &#8220;limpar&#8221; a cidade. &#8220;É intrigante essa sua ideia de que seus grafites podem acabar com a violência da urbe.&#8221;</p>
<p><img class="alignright" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.ufrgs.br/nemes/uploaded_images/11F8A1_1-777671.jpg" alt="http://www.ufrgs.br/nemes/uploaded_images/11F8A1_1-777671.jpg" width="260" height="374" />Manias todos têm. Buñuel cultuava algumas. Gostava de armas e chegou a guardar 65 revólveres e fuzis em casa. Vendeu a coleção em 1964, convencido de que ia morrer naquele ano. Não morreu, mas perdeu um ouvido, em Zaragoza, praticando tiro em recinto fechado. Diego conseguiu recuperar uma ou duas armas , porém nunca as usou. Quando propôs à NatGeo a série Zonas de Guerra, contrapartida à violência &#8220;estereotipada&#8221; da mídia, decidiu revolucionar o gênero do documentário, colocando-se diante da câmera como ator e personagem &#8211; ele experimentou a loucura da guerra ao lutar na guerra da Bósnia. &#8220;Sou ambicioso como meu avô, que se propôs &#8211; e conseguiu &#8211; revolucionar a linguagem do cinema com o surrealismo de Um Cão Andaluz.&#8221;</p>
<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://www.braziliancd.com/comersus/store/catalog/O%20ANJO%20EXTERMINADOR.jpg" alt="http://www.braziliancd.com/comersus/store/catalog/O%20ANJO%20EXTERMINADOR.jpg" /></p>
<p>O filme inaugural do surrealismo, que completa 80 anos, está sendo lançado (leia texto nesta página) pelo selo Cult Classic junto a Simão do Deserto (1965), título menos conhecido de Buñuel, sobre São Estilita, eremita do século 4º que passou mais de 40 anos no topo de um coluna num deserto da Síria. &#8220;Meu avô fala muito sobre esse trabalho na autobiografia, mas meu preferido ainda é O Anjo Exterminador, de 1962&#8243;, comenta Diego. O avô Buñuel não concordaria. Dizia que o tempo curto das filmagens o atrapalhou. Mais opiniões do cineasta sobre os próprios filmes se encontram na última parte de sua autobiografia. Nela Buñuel revela os escritores de quem gosta (Sade) e detesta (Borges, Steinbeck). Polêmica era com ele mesmo.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<div id="c">
<h3></h3>
<h3><span style="font-size: xx-large;">&#8221;Simão do Deserto&#8221;</span></h3>
</div>
<div>
<p>Antonio Gonçalves Filho &#8211; O Estado SP</p>
<p id="ctrl_texto"><span id="tm04" style="color: #155e91;" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
// ]]&gt;</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<h3><img src="http://3.bp.blogspot.com/_fJksVm29Ov0/SqM3zuyfgOI/AAAAAAAADsw/nFwHOQN4jQk/s400/cine036.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_fJksVm29Ov0/SqM3zuyfgOI/AAAAAAAADsw/nFwHOQN4jQk/s400/cine036.jpg" /></h3>
<p>Filmes sobre heresias da religião cristã foram a especialidade de Buñuel, mas Simão do Deserto, lançado em DVD pelo selo Cult Classic, não é propriamente um filme blasfemo. Ao contrário. Foi o poeta e amigo Federico García Lorca, de quem Buñuel fala muito na autobiografia, que sugeriu ao cineasta a leitura de Legenda Áurea, em que é contada a vida de santos como Simão Estilita. Buñuel mostra a rotina de um santo (Claudio Brook) atormentado pelo diabo (Silvia Piñal, na foto) e que realiza milagres, vistos com indiferença.</p></div>
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		<title>Les Oiseaux dans La Charmille</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 22:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Os Contos de Hoffmann, de Jacques Offenbach. No filme de 1951, Dorothy Bond canta Les Oiseaux dans La Charmille (em inglês), enquanto Moira Shearer dança.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/f9oK24SFzHw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/f9oK24SFzHw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Os Contos de Hoffmann, de Jacques Offenbach. No filme de 1951, Dorothy Bond canta Les Oiseaux dans La Charmille (em inglês), enquanto Moira Shearer dança.</p>
]]></content:encoded>
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