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	<title>Blog do Favre &#187; Ciro Gomes</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Ciro Gomes pode abrir mão de candidatura por Aécio Neves</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[
Para deputado, governador mineiro encerraria o &#8216;provincianismo&#8217; da disputa entre o PT e o PSDB de São Paulo
Eduardo Kattah, da Agência Estado
&#8216;O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos&#8217;, disse o deputado
Alex de Jesus/O Tempo

&#8216;O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos&#8217;, disse o deputado
BELO HORIZONTE &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;"></span></strong></p>
<p>Para deputado, governador mineiro encerraria o &#8216;provincianismo&#8217; da disputa entre o PT e o PSDB de São Paulo</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Eduardo Kattah, da Agência Estado</span></h2>
<p>&#8216;O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos&#8217;, disse o deputado</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>Alex de Jesus/O Tempo<br />
</em></span><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/aecio%2815%29.jpg" alt="'O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos', disse o deputado" width="292" height="280" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>&#8216;O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos&#8217;, disse o deputado</em></span></p>
<p>BELO HORIZONTE &#8211; O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) reafirmou nesta terça-feira, 17, que poderá desistir de ser candidato à Presidência da República em 2010 caso o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, consiga se viabilizar como presidenciável do PSDB. Aécio e Ciro participaram de um evento em Belo Horizonte e depois almoçaram reservadamente no Palácio das Mangabeiras.</p>
<p>&#8220;Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, eu penso que a sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais&#8221;, disse Ciro, após a solenidade de lançamento do portal da ONG Brasil Tem Jeito, idealizado pelo deputado federal Rodrigo de Castro (MG), secretário-geral do PSDB e um dos principais aliados do governador mineiro.</p>
<p>O deputado pelo Ceará voltou a observar que sua candidatura é uma decisão do partido, mas justificou sua disposição de abrir mão em favor de Aécio dizendo que o mineiro encerra o &#8220;provincianismo&#8221; da disputa entre o PT e o PSDB de São Paulo.</p>
<p>&#8220;A minha necessidade aguda de ser candidato não remanesce mais&#8221;, afirmou. &#8220;O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos, que é como ele faz em Minas Gerais, e celebrar um projeto de País que dê avanço ao que o presidente Lula representou&#8221;.</p>
<p>O governador mineiro classificou Ciro como o &#8220;amigo de uma vida&#8221; e disse que avaliaria &#8220;todas as possibilidades&#8221; na conversa com o deputado do PSB. &#8220;Se pudermos estar juntos, para mim seria extraordinário. Se não pudermos não deixaremos de ter afinidades. Essas afinidades não se perdem em razão de circunstâncias políticas ou partidárias&#8221;.</p>
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		<title>Bem pequenino para ninguém ver</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Na versão eletrónica da Folha a notícia nem figura. No Estadão (ver a seguir) são poucas linhas com o título de &#8220;Ela&#8221; sobe (quem é &#8220;Ela&#8221;? Marina? Dilma? Ora, todos sabem que &#8220;Ela&#8221; é Ela). Não aparecem os cenários, os detalhes técnicos, os perfis socio-econômicos, às regiões; só três linhas.
Será que o instituto Vox Populi, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na versão eletrónica da <strong>Folha</strong> a notícia nem figura. No <strong>Estadão</strong> (ver a seguir) são poucas linhas com o título de &#8220;Ela&#8221; sobe (quem é &#8220;Ela&#8221;? Marina? Dilma? Ora, todos sabem que &#8220;Ela&#8221; é Ela). Não aparecem os cenários, os detalhes técnicos, os perfis socio-econômicos, às regiões; só três linhas.<br />
Será que o instituto <strong>Vox Populi</strong>, contratado pelo <strong>Jornal da Band</strong>, não tem credibilidade? Será que o destaque seria o mesmo se os resultados das pesquisa fossem inversos e &#8220;Ela&#8221; caísse? Será que o título seria &#8220;Ele sobe&#8221;? Será? <strong>LF</strong></em><br />
<strong><br />
<span style="font-size: xx-large;">Ela sobe 4 pontos e Serra cai 4 na Vox Populi</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">André Mascarenhas, estadao.com.br</span></h2>
<p>Pesquisa Vox Populi/Band, divulgada ontem pelo Jornal da Band, mostra a recuperação da pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Ela tem 19% das intenções de voto no cenário com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). O tucano continua em primeiro lugar, com 36% das intenções de voto. Em outubro, a petista tinha 15% e Serra, 40%.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aécio e Ciro articulam estratégia conjunta</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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Mineiro deve receber deputado em encontro público na próxima semana

Julia Duailibi &#8211; O Estado SP


// 


O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e o deputado Ciro Gomes (PSB), pré-candidatos à Presidência da República, costuraram uma estratégia conjunta de atuação com o objetivo de se fortalecerem na corrida presidencial de 2010. Os dois articularam agenda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<p><strong>Mineiro deve receber deputado em encontro público na próxima semana</strong></div>
<div>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Julia Duailibi &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p id="ctrl_texto"><span id="tm04" style="color: #155e91;" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
// ]]&gt;</script></div>
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091110/img/11.7.imagem_aecionevesmg.jpg" alt="" width="555" height="463" /></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e o deputado Ciro Gomes (PSB), pré-candidatos à Presidência da República, costuraram uma estratégia conjunta de atuação com o objetivo de se fortalecerem na corrida presidencial de 2010. Os dois articularam agenda pública comum para mandar mensagem de unidade e de capacidade de aglutinar forças políticas a seus partidos e adversários.</p>
<p>A ideia é que já na próxima terça-feira Aécio e Ciro almocem juntos no Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, para dar publicidade à dobradinha. Os dois, que cultivam boa relação pessoal, têm conversado com frequência, no momento em que encontram dificuldades para colocar na rua suas candidaturas ao Planalto.</p>
<p>Aécio disputa com o governador paulista, José Serra, a indicação do PSDB para concorrer à Presidência. Nas últimas semanas, entrou numa queda de braço com Serra para antecipar a data de escolha do candidato tucano &#8211; o paulista é contra a antecipação da candidatura. Aécio, com projeção nacional menor que Serra, quer que a escolha do nome seja feita até o começo do ano que vem. Os dois governadores conversaram anteontem por telefone e devem se encontrar nos próximos dias para tentar um entendimento.</p>
<p>O encontro com Ciro é útil para Aécio, porque ilustra o que o mineiro tem dito ser o seu diferencial: ter condições de agregar mais forças políticas em torno do projeto presidencial tucano que Serra &#8211; o paulista e Ciro são desafetos políticos.</p>
<p>Para Ciro, a boa relação com o Minas vem a calhar. Está melhor colocado nas pesquisas que a pré-candidata do PT, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), mas, além de não ter respaldo na cúpula do governo para lançar sua candidatura, setores do PT trabalharam para asfixiá-la retirando o apoio de outras legendas. &#8220;Sou pré-candidato a presidente. Se Aécio não conseguir sua indicação no PSDB, quero ter a simpatia de Minas&#8221;, disse o deputado. O pré-acordo entre PT e PMDB também prejudicou entendimento em torno da indicação de Ciro para vice de Dilma, posto defendido por setores do PSB.</p>
<p>Na corrida para viabilizar seu nome, o governador mineiro passou o dia em São Paulo onde se encontrou com empresários do Lide (Grupo de Líderes Empresariais). Ao comentar as críticas feitas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao governo Lula, Aécio afirmou que se deve tomar cuidado para não cair na &#8220;armadilha&#8221; do debate plebiscitário, defendido pelo PT &#8211; em artigo no Estado há quase dez dias, o ex-presidente classificou de &#8220;autoritarismo popular&#8221; a gestão petista.</p>
<p>Embora tenha defendido FHC, ao dizer que o ex-presidente tem &#8220;autoridade intelectual e política&#8221;, Aécio afirmou que, &#8220;do ponto de vista eleitoral, devemos o construir uma estratégia que fuja da armadilha da eleição plebiscitária&#8221;. &#8220;Não é um jogo de vida ou morte&#8221;, completou.</p>
<p>Aécio montou seu discurso para os empresários apresentando-se como alternativa política, com maior condição de governabilidade. &#8220;Não queremos apenas vencer as eleições e criar de novo um radicalismo que assistimos em 94, 98, 2002 e 2006. Não gostaria que 2010 fosse a reedição das últimas eleições, onde quem perde vai para o outro canto do ringue, criando dificuldades&#8221;.</p>
<p>Seguindo FHC, ele subiu o tom das críticas. Disse que o aumento dos gastos do governo prejudica a capacidade de investimento. &#8220;(O País) perdeu oportunidades num ciclo expansivo da economia mundial e menos ainda agregou o que quer que seja do ponto de vista administrativo. Nesse caso, registre-se, ocorreu retrocesso.&#8221; À tarde, em entrevista ao programa Show Business, de João Dória Jr., na Band, disse que o Brasil vive uma &#8220;monarquia republicana&#8221;, em razão da concentração de recursos nas mãos da União.</p>
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		<title>Partidos da base lulista fecham acordo por Ciro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo: Candidatura de deputado cearenese ao governo paulista une PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN e PCdoB

Vandson Lima, de São Paulo &#8211; VALOR
Reunidos na sede do PDT em São Paulo, a convite do deputado federal Paulo Ferreira da Silva, o Paulinho da Força, os líderes de oito partidos da base governista de Luiz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo: Candidatura de deputado cearenese ao governo paulista une PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN e PCdoB</strong></p>
<p><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/ciro_sindical_valeria_goncalvez_p.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/ciro_sindical_valeria_goncalvez_p.jpg" width="280" height="269" /><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://farm4.static.flickr.com/3571/3639798812_8349aa13eb.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3571/3639798812_8349aa13eb.jpg" width="202" height="269" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Vandson Lima, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Reunidos na sede do PDT em São Paulo, a convite do deputado federal Paulo Ferreira da Silva, o Paulinho da Força, os líderes de oito partidos da base governista de Luiz Inácio Lula da Silva fecharam acordo para elaborar uma agenda política em comum, seguindo também unidos na disputa pelo governo de São Paulo.</p>
<p>E o candidato deverá ser o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE). Único nome a unir boa colocação nas pesquisas de opinião e aceitação de todos os partidos envolvidos (PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN, PPL e PCdoB), Ciro contaria ainda com o apoio declarado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo ainda buscará o apoio do PR, do PP e do PTB.</p>
<p>O acordo praticamente tira da disputa o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que não conta com apoio do PT e do PDT. Outra possibilidade seria a aliança apoiar um candidato petista, o que só ocorrerá caso Ciro Gomes se candidate à Presidência.</p>
<p>Para o deputado federal e líder do PSB, Márcio França, &#8220;Ciro tentará à Presidência caso se mantenha crescendo nas pesquisas, à frente de Dilma, até março. Mas Ciro está ciente de que, cada vez mais, o cenário se torna favorável à sua candidatura em São Paulo&#8221;. Márcio calcula que, com a atual configuração, o candidato da aliança recém formada terá 9 minutos na propaganda eleitoral, enquanto o candidato da coligação PSDB-DEM-PMDB terá cerca de 10 minutos.</p>
<p>O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) acredita que o acordo muda a qualidade da disputa em São Paulo, na medida em que propõe um novo projeto de oposição, com viabilidade eleitoral e em sintonia com o governo federal. Ao final de sua fala, ouviu do anfitrião, Paulinho: &#8220;Esse é um bom discurso para ser candidato a governador&#8221;, deixando o senador encabulado e provocando riso nos presentes.</p>
<p>O PT foi o partido que enviou mais nomes de peso para a reunião. Além de Mercadante, compareceram o deputado federal e presidente do PT, Ricardo Berzoini, o presidente estadual Edinho Silva, o líder do PT na Assembleia Legislativa e deputado estadual Rui Falcão, além da vice-prefeita de Bauru, Estela Almagro.</p>
<p>A aliança formará três grupos de trabalho: de deputados, presidentes dos partidos e lideranças. Esses grupos avaliarão as condições de se eleger uma bancada forte na Assembleia e elaborarão uma agenda política comum, com encontros para apresentação de propostas, criando uma plataforma alternativa para o governo de São Paulo.</p>
<p>No encontro nacional do PT, realizado no sábado, em Guarulhos (SP), nomes antes cogitados para a disputa, como o prefeito de Osasco, Emídio de Souza, e a ex-prefeita da capital, Marta Suplicy, relativizaram o discurso pela candidatura própria, mostrando que o partido está resignado à ideia de concentrar forças na disputa presidencial e, como é do desejo do presidente Lula, compor chapa com Ciro em São Paulo.</p>
<p>Emidio disse ontem no Twitter (microblog) que mantém sua candidatura. &#8221; Acabei de sair da reunião com a executiva estadual do PT. Oficializei minha disposição para ser candidato ao governo de São Paulo.</p>
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		<title>Um bom começo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bloco de apoio a Lula se une em SP em torno de candidato único e amplia oposição a Serra
REGIANE SOARES da Folha Online
Dirigentes e parlamentares PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) se reuniram hoje em São Paulo para definir as estratégias para a construção de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Bloco de apoio a Lula se une em SP em torno de candidato único e amplia oposição a Serra</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">REGIANE SOARES da Folha Online</span></h2>
<p>Dirigentes e parlamentares PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) se reuniram hoje em São Paulo para definir as estratégias para a construção de uma candidatura única ao governo do Estado.</p>
<p>No plano nacional, esses partidos fazem parte da base de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em São Paulo, entretanto, algumas dessas legendas &#8211;como PDT e PSB&#8211; são aliados do governador José Serra (PSDB), que faz oposição a Lula.</p>
<p>Na reunião, os partidos formaram grupos de trabalho para elaborar uma agenda política comum. Os grupos serão divididos entre os dirigentes estaduais dos partidos, os parlamentares na Assembleia Legislativa, na Câmara e no Senado, que farão um diagnósticos dos problemas do Estado, a elaboração de propostas para um programa de governo, além da elaboração de seminários para discutir o assunto. Serão agendada pelo menos mais três ou quatro reuniões até o fim do ano.</p>
<p>A reunião foi realizada a convite do presidente estadual do PDT em São Paulo, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, e reuniu os principais líderes dos partidos no Estado, como o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, o presidente nacional do PSB, Márcio França, entre outros.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é a construção de uma candidatura única do campo popular progressista em São Paulo&#8221;, afirmou Paulinho, que não informou quando será definido ou anunciado o nome do candidato da oposição. &#8220;Quem sabe em junho [de 2010], nas convenções dos partidos&#8221;, disse.</p>
<p>Berzoini disse que o PT está aberto a discutir as indicações e ressaltou que a reunião de hoje não era para falar em nomes. &#8220;Estamos abertos para disputar qualquer arranjo&#8221;, afirmou.</p>
<p>A candidatura dessa frente em São Paulo está indefinida. O PT, por exemplo, tem pelo menos seis pré-candidatos a governador, entre eles o deputado Antonio Palocci e o senador Eduardo Suplicy. Outro nome que ganhou força entre os aliados é o do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) &#8211;defendido hoje por Paulinho.</p>
<p>&#8220;Esse é um bom discurso para ser candidato ao governo&#8221;, afirmou Paulinho depois que Mercadante defendeu a mudança no comando do Estado &#8211;que há mais de 16 anos é administrado pelo PSDB.</p>
<p>O PSB também não definiu se lançará o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo paulista, como deseja o presidente Lula, ou à Presidência da República. A definição deve sair em 2010.</p>
<p>Independentemente de quem seja o candidato, o presidente estadual do PT em São Paulo, Edinho Silva, acredita que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à Presidência, terá um palanque forte em São Paulo. &#8220;Não será um palanque frágil&#8221;, afirmou o petista, que pretende atrair ainda partidos como o PTB, PP, PR, PTB e PMDB, que está rachado e em São Paulo defende a candidatura do governador José Serra (PSDB) à Presidência.<br />
<strong><br />
Assembleia Legislativa</strong></p>
<p>Além da discussão de uma candidatura única, a reunião de hoje também deve ter consequências na Assembleia Legislativa de São Paulo.</p>
<p>A ideia é que os partidos que se reuniram hoje comecem a fazer parte da bancada de oposição a Serra, que atualmente reúne apenas o PSOL, PC do B e o PT.</p>
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		<title>Aliados cobram definição do PT em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Histórico de derrotas e força dos tucanos levam líderes a pedir pressa na escolha do candidato ao Bandeirantes
Julia Duailibi e Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP
A indefinição sobre o palanque que sustentará a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em São Paulo na eleição de 2010 tem causado desconforto nos partidos da [...]]]></description>
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<p><strong>Histórico de derrotas e força dos tucanos levam líderes a pedir pressa na escolha do candidato ao Bandeirantes</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Julia Duailibi e Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A indefinição sobre o palanque que sustentará a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em São Paulo na eleição de 2010 tem causado desconforto nos partidos da base governista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A força dos adversários tucanos e o histórico de derrotas do PT no maior colégio eleitoral do País levaram aliados a intensificarem a articulação no Estado para definir uma candidatura já no começo do ano que vem.</p>
<p>Os principais partidos da base aliada se encontram hoje na capital paulista para discutir a aliança que sustentará a candidatura petista e qual o papel que cada um terá no processo. PT, PDT, PSB e PC do B debaterão a eventual candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB) &#8211; o nome mais forte do grupo &#8211; e colocarão as condições do apoio aos planos do PT.</p>
<p>A reunião, organizada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, será na sede do partido em São Paulo. Participarão os presidentes estaduais do PSB, Márcio França, e do PT, Edinho Silva, e representantes do PC do B.</p>
<p>O PT ouvirá os demais partidos do bloquinho para saber como está o clima na aliança e que tipo de fatura eles pretenderão em troca do apoio. O partido prepara o terreno para Ciro ser o candidato, mas depende do ânimo do deputado &#8211; ele diz pretender disputar a Presidência.</p>
<p>&#8220;Se ele não decide lá, a gente fica a pé aqui. Precisamos pensar num plano B e fechar um pacto em São Paulo&#8221;, disse Paulinho. O partido já pensa em um nome no PT, provavelmente o deputado Antonio Palocci Filho ou, num caso extremo, o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.</p>
<p>A avaliação no PT é de que não será possível agradar a todos. O cenário mais provável, se Ciro for o candidato, é o PSB ficar com a cabeça de chapa e uma cadeira para o Senado com o vereador Gabriel Chalita, o mais votado do País. A vice seria do PT, assim como a outra vaga para o Senado, que ficaria com o senador Aloizio Mercadante, que tentará se reeleger.</p>
<p>É aí que está o nó. Aliado de Lula, o deputado Aldo Rebelo (PC do B) estava de olho na vaga do Senado. Seu colega de partido, o vereador Netinho, tem o compromisso de parte do PC do B de que receberá a vaga na disputa. Aldo disputaria a reeleição na Câmara.</p>
<p>Diante do xadrez, o comando petista já enxerga como única saída negociar espaço no governo, em caso de vitória. Boa parte do plano, entretanto, se apoia nas negociações feitas na esfera federal pelo presidente.</p>
<p><strong>PLANO B</strong></p>
<p>Enquanto isso, o PT paulista tenta garantir um plano B na disputa estadual e, de quebra, amenizar a imagem de que está nas mãos de Ciro em São Paulo.</p>
<p>O partido autorizou desde o dia 1º inscrições de pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes e inicia esta semana uma série de sabatinas com possíveis nomes. Emídio fará a estreia.</p>
<p>O PT disse ter solicitado reuniões com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a ex-prefeita Marta Suplicy e o deputado Arlindo Chinaglia. E promete convencer Palocci a participar do ciclo, apesar de ele resistir a falar de candidatura.</p>
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		<title>Candidatura Ciro ao governo de São Paulo unificará o PT e reforçará a oposição aos tucanos no Estado. Ciro aceitará?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Após uma tentativa vã de incentivar uma disputa no PT, abrindo um debate sobre o eventual candidato a vice, da eventual candidatura Ciro ao governo de SP -tentativa abandonada apenas esboçada-; a Folha SP tenta novamente hoje especular sobre o &#8220;efeito Ciro&#8221; nos rumos do PT no Estado.
Bastaria observar que os &#8220;Martistas&#8221; defensores da candidatura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/10/06/06_MVG_ciro-gomes.jpg" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/10/06/06_MVG_ciro-gomes.jpg" /></p>
<p><em>Após uma tentativa vã de incentivar uma disputa no PT, abrindo um debate sobre o eventual candidato a vice, da eventual candidatura Ciro ao governo de SP -tentativa abandonada apenas esboçada-; a Folha SP tenta novamente hoje especular sobre o &#8220;efeito Ciro&#8221; nos rumos do PT no Estado.</em></p>
<p><em>Bastaria observar que os &#8220;Martistas&#8221; defensores da candidatura Ciro citados na matéria, apoiam a candidatura de Emídio, Prefeito de Osasco, como candidato do PT caso Ciro persista em disputar a presidência, para desmontar a idéia que a divergência entre &#8220;Martistas&#8221; esteja centrada em apoiar ou não Ciro Gomes ao governo estadual.</em></p>
<p><em>Vale lembrar também que a eventual candidatura Palocci ao governo foi posta na mesa pelo próprio presidente da República em conversa com o senador Mercadante e estampada na capa do Estadão e só recentemente o próprio Lula teria evoluído, pressionando Ciro em favor de uma aliança com o PT no plano estadual. </em></p>
<p><em>Para qualquer observador que conheça o PT é evidente hoje que, caso Ciro aceitar a sugestão lançada por Lula, o partido do presidente estará unido na aliança com Ciro e o PSB. Tanto é assim, que Emídio e Palocci, assim como Eduardo Suplicy, já indicaram publicamente que apoiam Lula nesta escolha e subordinam eventual candidatura à decisão do deputado do PSB que definirá sua escolha até março 2010.</em></p>
<p><em>A decisão está inteiramente nas mãos de Ciro e do PSB, este ultimo devendo escolher entre o apoio a Serra ou a aliança com a oposição aos demo-tucanos no Estado, ou seja o PT.</em></p>
<p><em>Agir para provocar está ruptura do PSB com Serra é o caminho para reforçar a candidatura Dilma e também para procurar derrotar o continuismo tucano no Estado. Se Ciro decidir ser candidato ao governo estadual o PSB passará a integrar a oposição e está aliança tem potencial de vencer o pleito estadual.</em></p>
<p><em>Ciro aceitará?</em></p>
<p><em>Caso ele aceite, alguém representativo no PT recusa essa aliança com Ciro como candidato? Ninguém. </em></p>
<p><em>Por isso a tentativa de provocar disputa interna sobre o assunto está fardada ao fracasso.</em></p>
<p><em>Caso Ciro persista na sua recusa a abandonar a candidatura a presidente, o PT deverá escolher um nome próprio para essa disputa. Nessa escolha o presidente também terá uma voz de peso, mas dificilmente existirá consenso no partido se o candidato não tiver o aval das principais lideranças no Estado, o que é o caso hoje com Palocci. </em></p>
<p><em>Poderá, aí sim, surgir disputa interna e até previa para definir o candidato. Mas isto é hoje só especulação. </em></p>
<p><em>De concreto, a candidatura Ciro ao governo estadual jogaria o PSB para uma aliança com o PT, unificaria a oposição aos demo-tucanos, alavancaria as candidaturas de Chalita e Mercadante ao Senado e permitirá à candidatura a deputada federal da Marta, eleger uma importante bancada do PT no parlamento. </em></p>
<p><em>O PT só tem a ganhar com esse desfecho das conversas para trazer Ciro para São Paulo.</em></p>
<p><em>A palavra está com Ciro. </em></p>
<p><em>Luis Favre</em></p>
<p><strong>Ver também</strong></p>
<h3 id="post-15091"><a title="Permanent Link to Lula: Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/lula-dilma-la-e-ciro-aqui/">Lula: Dilma lá e Ciro aqui</a></h3>
<h3 id="post-15117"><a title="Permanent Link to Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/os-desdobramentos-do-dilma-la-e-ciro-aqui/">Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui</a></h3>
<h3 id="post-15145"><a title="Permanent Link to Caciques do PT paulista dão sinal verde para ”projeto Ciro”" rel="bookmark" href="../2009/10/caciques-do-pt-paulista-dao-sinal-verde-para-projeto-ciro/">Caciques do PT paulista dão sinal verde para ”projeto Ciro”</a></h3>
<h3 id="post-15152"><a title="Permanent Link to Aliado a Serra, PSB paulista resiste a aceitar candidatura de Ciro" rel="bookmark" href="../2009/10/aliado-a-serra-psb-paulista-resiste-a-aceitar-candidatura-de-ciro/">Aliado a Serra, PSB paulista resiste a aceitar candidatura de Ciro</a></h3>
<h3 id="post-15471"><a title="Permanent Link to PT vai priorizar Presidência e Congresso em 2010, diz Genoíno" rel="bookmark" href="../2009/10/pt-vai-priorizar-presidencia-e-congresso-em-2010-diz-genoino/">PT vai priorizar Presidência e Congresso em 2010, diz Genoíno</a></h3>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/wp-content/uploads/2009/10/martaciro1-570x427.jpg" alt="http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/wp-content/uploads/2009/10/martaciro1-570x427.jpg" width="495" height="371" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">&#8220;Efeito Ciro&#8221; implode grupo de Marta em SP</span></strong></p>
<p><strong>Parte da ala do PT ligada à ex-prefeita rejeita proposta de candidatura própria da sigla e trabalha por deputado do PSB para o governo</strong></p>
<p><strong>Intenção da ex-ministra de ver Antonio Palocci à frente da chapa que vai disputar o Palácio dos Bandeirantes divide seus simpatizantes</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">JOSÉ ALBERTO BOMBIG &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O grupo político ligado à ex-prefeita Marta Suplicy, hegemônico no PT paulista há pelo menos seis anos, está próximo da dissolução por conta da disputa envolvendo a candidatura da sigla ao governo do Estado e dos planos da ex-prefeita de concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados em 2010.<br />
Parte dos principais &#8220;martistas&#8221;, como são chamados internamente os apoiadores da ex-prefeita, se empenhou em pavimentar o caminho para que Ciro Gomes (PSB-CE) tenha o apoio do PT na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.<br />
Marta, no entanto, trabalha por uma candidatura própria da sigla, de preferência a do deputado federal e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que seria uma espécie de herdeiro natural, na visão da ex-prefeita, do comando de seu grupo.<br />
No mês passado, Marta afirmou que Ciro &#8220;não tem nada a ver com São Paulo&#8221;.<br />
Líder do PT na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (SP), por exemplo, alega que Ciro poderia ajudar Dilma Rousseff (pré-candidata do PT ao Planalto) e concorrer com chances de vitória no Estado.<br />
&#8220;É nessa medida, a de um palanque forte para a Dilma e de um nome forte junto ao eleitor, que a candidatura de Ciro Gomes ganha força&#8221;, diz Vaccarezza -que sempre foi identificado como um &#8220;martista&#8221;.<br />
A posição de Vaccarezza é compartilhada internamente pelos também deputados federais José Mentor, Devanir Ribeiro e Jilmar Tatto, expoentes da gestão de Marta na Prefeitura de São Paulo (2001-2004).<br />
Ao lado da ex-prefeita na defesa de Palocci como pré-candidato permaneceram Rui Falcão, líder do partido na Assembleia paulista, Antonio Donato, vereador na capital, e Carlos Zaratini, deputado federal, os três ex-secretários de Marta.<br />
&#8220;Entendo que o PT deva apresentar uma candidatura própria aos aliados, e acho que o Palocci é nosso melhor nome, mas reconheço que hoje há um importante movimento pró-Ciro&#8221;, afirmou Donato.</p>
<p>Vaga aberta<br />
Palocci se reuniu recentemente com seus correligionário em São Paulo e disse que não pretende se colocar como pré-candidato antes que Ciro decida qual eleição irá disputar -o Palácio do Planalto ou o Palácio dos Bandeirantes.<br />
Na prática, isso significa que o PT ficará sem ter um nome para trabalhar eleitoralmente até o início do ano que vem, quando o deputado do PSB deverá tomar sua decisão.<br />
A despeito da recusa de Palocci, seus correligionários vão inscrevê-lo como pré-candidato no diretório estadual.<br />
Na avaliação dos que tentam convencer o deputado petista a entrar na disputa, uma eventual candidatura Ciro ao governo paulista poderá criar um novo polo de oposição ao PSDB no Estado, vaga hoje automaticamente ocupada pelo PT.<br />
A outra opção anti-Ciro aventada no PT seria convencer Marta a concorrer novamente ao governo, mas a ex-prefeita já avisou o seu entorno que pretende se candidatar novamente a deputada federal.</p>
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		<title>PT vai priorizar Presidência e Congresso em 2010, diz Genoíno</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Em entrevista à &#8216;Agência Estado&#8217;, deputado conta que PT deve ceder nos Estados e traça um mapa das alianças
Denise Madueño - Agência Estado

Pablo Valadares/AE &#8211; 07/07/2009

Para Genoino, campanha será plebiscitária, entre projeto do governo e da oposição
BRASÍLIA - Com o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT encerrou nesta semana com a pré-candidata Dilma Rousseff, ministra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
Em entrevista à &#8216;Agência Estado&#8217;, deputado conta que PT deve ceder nos Estados e traça um mapa das alianças</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Denise Madueño - Agência Estado</span></h2>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/genoino292.jpg" alt="Para Genoino, campanha será plebiscitária, entre projeto do governo e da oposição" width="292" height="280" /></p>
<p style="text-align: center;">Pablo Valadares/AE &#8211; 07/07/2009</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Para Genoino, campanha será plebiscitária, entre projeto do governo e da oposição</p>
<p>BRASÍLIA - Com o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT encerrou nesta semana com a pré-candidata Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, a rodada de encontros com a cúpula e as bancadas dos partidos da base em busca de fechar um leque de alianças para a eleição de 2010. Enquanto o PSDB não define seu candidato à sucessão presidencial, Lula e o PT mostram que têm uma estratégia clara e vêm conquistando espaço com os partidos para garantir palanques fortes para Dilma nos Estados. É o que revela o deputado José Genoino (SP), ex-presidente do PT, nesta entrevista à repórter Denise Madueño, da <strong>Agência Estado</strong>. A prioridade é eleger Dilma e, em nome da aliança nacional em torno de sua candidatura, o PT deve ceder nos Estados e apoiar nomes de partidos aliados, conta Genoino. A segunda meta é para o futuro, em caso de vitória petista. O PT e Lula estão preocupados em eleger um grande número de deputados e de senadores para não correr o risco de ficar sem base de sustentação no Congresso. A intenção é não repetir o governo Lula, que teve que acertar apoios já durante o exercício do mandato, depois das dificuldades que enfrentou com uma base parlamentar frágil. Genoino afirma ser melhor para o partido abrir mão de eleger governadores para, em troca, garantir o domínio no Congresso. Na entrevista a seguir, o petista traça um mapa das alianças eleitorais com o PMDB nos Estados considerados problemáticos.<strong> </strong></p>
<p><strong>Agência Estado &#8211; Fechado o pré-compromisso com o PMDB, o que avançou até agora nesses dez dias?</strong></p>
<p>José Genoino &#8211; O que avançou é que agora nós temos uma diretriz nacional, e é fundamental a aliança com o PMDB. São dois os motivos: o PMDB participa do governo, tem sido um fator de estabilidade e dará palanques fortes e tempo na televisão para Dilma. O PMDB deve compor a chapa majoritária, e para isso nós temos de avançar nos Estados para termos palanques unificados. A existência de mais de um palanque deve ser exceção e não regra. Nós temos de ter uma aliança com palanques estaduais que vá do bloco de esquerda até o centro, que é o PMDB, passando pelo PR.</p>
<p><strong>AE &#8211; A ministra Dilma e a cúpula do PT já conversaram com o PR, com o PDT, com o PMDB. É uma tentativa de fazer uma campanha no estilo &#8220;nós contra a oposição&#8221;, personificada no PSDB, no DEM e no PPS?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; A campanha deve ser plebiscitária com dois projetos: o liderado por Lula e Dilma e o da aliança demo-tucana. São dois projetos, não tem terceira nem quarta via. Portanto, plebiscitar é o conteúdo da campanha. Esse plebiscito tem de se materializar nos Estados porque a eleição das bancadas de deputados estaduais, deputados federais e de senadores se dá no primeiro turno. Interessa-nos eleger grandes bancadas. Por isso, reafirmo, a prioridade é, primeiro, eleger presidente; em seguida, bancadas fortes e, depois, governadores dentro de uma eleição polarizada nacionalmente.</p>
<p><strong>AE &#8211; Por que a preocupação de eleger uma bancada grande de deputados e de senadores é maior do que a de eleger governadores?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Em primeiro lugar, pela nossa experiência. Nós temos de ter uma aliança e uma coalizão programática na eleição nacional e manter essa relação com a eleição para o Congresso Nacional. É muito difícil fazer maioria depois da eleição. É melhor construir essa maioria política durante a campanha eleitoral. Então, o importante é, primeiro, eleger bancadas afinadas com o programa da companheira Dilma. A nossa experiência do mandato do presidente Lula mostra a importância de ter uma maioria mais definida na Câmara e no Senado. Nós temos de trabalhar com isso, inclusive mostrar para a população que é importante eleger senadores e deputados.</p>
<p><strong>AE &#8211; E a bancada de governadores?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; No caso de governadores, nós temos de analisar em cada Estado de acordo com quem tem viabilidade e quem pode montar um palanque unificado. O palanque unificado facilita a eleição de deputado e de senador, e nós temos de ter tempo na televisão. Como nós temos um bom governo, precisamos de palanques estaduais e tempo na televisão para falar bem desse governo. Se o PT não tem nome competitivo, deve ceder espaço para os aliados de maneira programática.</p>
<p><strong>AE &#8211; A prioridade de eleger grandes bancadas no Congresso já é preventiva ante eventual dificuldade de governar no caso de a ministra Dilma ser eleita?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Ter uma boa e grande bancada é importante para garantir a manutenção, com avanços, dos programas do governo Lula. E nós aprendemos e vivemos essa experiência que a governabilidade no Congresso Nacional tem de avançar para uma governabilidade programática. Qual o caminho que nós temos? Fazer alianças em primeiro turno de maneira transparente. Nós temos de ter bancadas mais unidas, tanto na Câmara quanto no Senado, e o PT tem de priorizar isso. Onde o PT tiver chance de eleger senador, é melhor abrir mão de governador.</p>
<p><strong>AE &#8211; Para evitar o que aconteceu com o governo Lula, que precisou compor para montar a base?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O governo Lula fez uma experiência de governabilidade que viabilizou esse projeto que está mudando o Brasil. Esse caminho que, no fundamental, foi vitorioso, nos indica a necessidade de ter bancadas mais programáticas. Principalmente, porque nós queremos continuar com avanços e nós temos de ter mais unidade no programa que vai eleger deputado e senador.</p>
<p><strong>AE &#8211; Se a prioridade é eleger uma grande bancada para dar sustentação ao governo, como será a atuação do PT no caso de o PSDB ganhar a disputa para Presidência da República?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Eu quero ganhar a eleição com a Dilma e ter maioria no Congresso Nacional, portanto eu só falo sobre esse cenário.</p>
<p><strong>AE &#8211; E se o PT voltar a ser oposição?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Eu não discuto essa possibilidade porque estou 100% empenhado em continuar sendo governo e continuar transformando o Brasil.</p>
<p><strong>AE &#8211; Como fechar as alianças nos Estados?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Para ter palanques estaduais unificados, o PT deve reivindicar a cabeça de chapa onde tiver nome competitivo e onde o PT já está governando. Onde não tiver condições, o PT deve ceder espaço para os partidos aliados, para o PMDB, para o PSB, para o PDT, para o PR. O melhor caminho é fazer essa coalizão no voto, nas urnas e na rua. Nós estamos mostrando nossa candidata, nosso programa e estamos dizendo que vamos eleger a Dilma com essas bancadas de senadores e de deputados porque nós temos de ter maioria no Congresso Nacional.</p>
<p><strong>AE &#8211; O deputado Ciro Gomes (PSB-SP), que pretende se candidatar à Presidência, é um problema para a estratégia de campanha plebiscitária?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Ciro Gomes é um parceiro, uma pessoa muito importante na defesa do governo Lula e está no nosso projeto. Nós temos de dialogar com o Ciro e com o PSB para ele somar nesse projeto estratégico. O melhor caminho é Ciro formar um grande palanque no Estado de São Paulo, junto com o PT, com o PSB, como PDT, com o PCdoB e com o PR. O PT, abrindo a possibilidade de ter Ciro como candidato ao governo, dará uma grande demonstração de que prioriza a eleição nacional e mostrará que o caminho é eleger uma bancada forte para o Congresso. Defendo uma aliança ampla com Ciro na cabeça de chapa e com Chalita (ex-tucano, o vereador Gabriel Chalita é do PSB) e Mercadante para o Senado.</p>
<p><strong>AE &#8211; Como convencer os petistas paulistas a abrirem mão de um candidato próprio ao governo?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; No debate. Mostrando que o decisivo e o determinante é a aliança nacional. O que contribuir para a aliança nacional o PT dos Estados tem de ceder. Onde o PT não tem viabilidade política eleitoral, nós temos de ceder para os aliados. Em São Paulo, por exemplo, a pré-candidatura de Ciro Gomes conforma um bloco de partidos. O PT pode ter um nome próprio, desde que seja cumprida a condição de esse nome reunir a aliança com os demais partidos, PSB, PCdoB e PDT. O PT sair sozinho em São Paulo é ruim para o projeto nacional de eleger a Dilma.</p>
<p><strong>AE &#8211; E no Rio de Janeiro? (A cúpula petista apoia a reeleição de Sérgio Cabral, do PMDB, aliança considerada fundamental para o acordo nacional, mas o prefeito de Nova Iguaçu, o petista Lindberg Farias, se lançou na disputa pelo cargo do peemedebista).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Nós temos uma aliança de governo com Sérgio Cabral. Se nós participamos do governo, temos de ajudar a reeleição de Sérgio Cabral, compondo a chapa majoritária com candidatos ao Senado. Se Garotinho (ex-governador do Rio Anthony Garotinho, que está no PR) for candidato a governador, nós não podemos hostilizá-lo nem criticá-lo na medida em que ele é de um partido da base e vai apoiar Dilma. Garotinho não pode se transformar em um adversário nosso. Ele terá autonomia para apoiar a Dilma, e é bom que isso aconteça. Agora, o PT ter candidato próprio no Rio de Janeiro é um grande equívoco. Nós temos um triângulo político do colégio eleitoral: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas. Nós não podemos errar nestes Estados.</p>
<p><strong>AE &#8211; O que fazer em Minas Gerais? (São pré-candidatos os ministros das Comunicações, o peemedebista Hélio Costa, e do Desenvolvimento Social, o petista Patrus Ananias, e o petista e ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Em Minas, o PT passa por uma disputa interna (Processo de Eleição Direta que vai escolher a nova direção do partido em 22 de novembro) e precisamos esperar o seu resultado. Com o peso de Minas e com a responsabilidade dos protagonistas envolvidos nesta disputa, nós temos de apelar para que haja bom senso e juízo. Os tucanos são fortes em Minas, com Aécio Neves (governador do Estado), e em São Paulo, com José Serra (governador do Estado), e nós não podemos errar. Portanto, a precondição é concretizar a aliança com o PMDB e nós temos de avaliar quem estará na cabeça de chapa.</p>
<p><strong>AE &#8211; Qual é o critério para a escolha do candidato em Minas, estar na frente das pesquisas de intenção de voto?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O critério é estar na frente da pesquisa. Segundo critério, quem tem melhores condições de ganhar. Terceiro critério, quem soma mais apoio político, aliança e voto para a candidatura nacional. Toda a análise está amarrada na prioridade da eleição nacional com a companheira Dilma, que é o projeto estratégico nosso. Esse projeto estratégico orienta, decide e induz as alianças estaduais.</p>
<p><strong>AE &#8211; E na Bahia? (O ministro da Integração Nacional, peemedebista Geddel Vieira Lima, vai disputar com o governador petista Jaques Wagner, que busca reeleição).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Na Bahia, se forem dois palanques, nós temos de ter uma relação respeitosa. Onde tiver dois palanques apoiando a Dilma, ela e Lula terão de estar nesses dois palanques.</p>
<p><strong>AE &#8211; Pará? (O PMDB do deputado Jader Barbalho está de olho no cargo da governadora petista Ana Júlia Carepa, candidata à reeleição).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; No Pará, nos somos governo. O PT tem candidatura e temos de viabilizar a reeleição de Ana Júlia. Para isso, temos de negociar a composição da chapa majoritária, para o Senado. Tanto na Bahia quanto no Pará, nós temos candidatos competitivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>AE &#8211; E em Mato Grosso do Sul? (O governador peemedebista André Puccinelli quer a reeleição, mas o petista e ex-governador Zeca do PT quer concorrer).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O PT tem de fazer uma discussão nacional com o PT de Mato Grosso do Sul e buscar uma negociação com o PMDB. O PT não deve ficar sozinho na disputa nesse Estado. Se o PT quer reeleger um governador em Estado que está governando e quer o apoio do PMDB, o mesmo deve acontecer no inverso. O PMDB em Mato Grosso do Sul tem governador e está nos chamando para apoiá-lo, como chamamos os peemedebistas do Pará e da Bahia. O PT tem de ser mais flexível e fazer uma aliança com (André) Puccinelli.</p>
<p><strong>AE &#8211; Ceder nesse caso?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; É. Qual o critério que estou defendendo? O partido tem governador, é um nome competitivo e apoia Dilma? O raciocínio serve em todos os Estados. É uma boa aliança para o PT apoiar Puccinelli e priorizar a composição para o Senado.</p>
<p><strong>AE &#8211; Em quais Estados o PT já considera inviável o acordo com o PMDB?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; São Paulo, Acre, Rio Grande do Sul, que já têm definições em curso. Agora, em outros Estados com problemas, devemos criar o consenso processual. Unir o possível e deixar algumas questões para depois. Vamos construindo o acordo.</p>
<p><strong>AE &#8211; Um eventual governo de Dilma será mais petista do que o de Lula, que tem o perfil mais conciliador?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O Lula é petista, e o PT é lulista. Essa tentativa de tratar o Lula separado ou diferente do PT é de marqueteiro que não conhece a história do PT nesses quase 30 anos. São cinco elementos que constroem essa maioria: Lula, PT, movimento social, governo e alianças. Isso nos dá condição de construir maioria. O PT é um elemento central para a campanha da Dilma, porque as alianças serão costuradas pelo PT no plano nacional e em cada Estado. O PT será uma força central na governabilidade do próximo período. Por isso, temos de definir alianças para a Câmara e para o Senado.</p>
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		<title>Aproximação entre Dilma e aliados isola candidatura Ciro</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 12:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Emídio de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Suplicy]]></category>
		<category><![CDATA[PT SP]]></category>

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		<description><![CDATA[O tratamento dado por alguns artigos a questão da candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo, mostram pouco apego aos fatos e participam das inevitáveis intrigas e disputas que acompanham a vida do PT. Assim, um artigo na Folha afirmava que tinha começado a discussão do nome do vice para a candidatura Ciro, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O tratamento dado por alguns artigos a questão da candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo, mostram pouco apego aos fatos e participam das inevitáveis intrigas e disputas que acompanham a vida do PT. Assim, um artigo na <strong>Folha</strong> afirmava que tinha começado a discussão do nome do vice para a candidatura Ciro, e agora <strong>Valor</strong> pretende que o &#8220;grupo da Marta&#8221; seria o único contrário a candidatura Ciro, mas evidentemente não cita ninguém que sustente essa suposta oposição. </em></p>
<p><em>A candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo seria uma boa coisa, isto é consenso no PT, e a proposta originada na esfera federal é hoje aceita pelo PT estadual como base para uma possivel aliança no Estado. A pré-condição para esta aliança se concretizar é que Ciro deseje ser candidato, abandonando sua candidatura a presidente e que seu partido, o PSB o apresente como nome para o cargo, rompendo com sua participação e apoio ao PSDB no Estado, para assim formar uma aliança com os partidos da base do governo Lula.</em></p>
<p><em>Caso esta aliança não se materializar, o PT tem nomes de peso para disputar, além de implantação e força eleitoral para disputar contra os tucanos o comando do Estado.</em></p>
<p><em>Até março a situação ficará aparentemente definida, até porque uma campanha exige um tempo de preparação, e durante este período muita fofoca, especulação e intriga continuará a ser publicada. LF</em></p>
<p><strong>Ver também</strong></p>
<h3 id="post-15152"><a title="Permanent Link to Aliado a Serra, PSB paulista resiste a aceitar candidatura de Ciro" rel="bookmark" href="../2009/10/aliado-a-serra-psb-paulista-resiste-a-aceitar-candidatura-de-ciro/">Aliado a Serra, PSB paulista resiste a aceitar candidatura de Ciro</a></h3>
<h3 id="post-15091"><a title="Permanent Link to Lula: Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/lula-dilma-la-e-ciro-aqui/">Lula: Dilma lá e Ciro aqui</a></h3>
<h3 id="post-15117"><a title="Permanent Link to Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/os-desdobramentos-do-dilma-la-e-ciro-aqui/">Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui</a></h3>
<h3 id="post-15094"><a title="Permanent Link to Acordo deve deixar Ciro fora da corrida pelo Planalto. Projeto para 2010, com apoio de Lula, seria concorrer à sucessão de Serra" rel="bookmark" href="../2009/10/acordo-deve-deixar-ciro-fora-da-corrida-pelo-planalto-projeto-para-2010-com-apoio-de-lula-seria-concorrer-a-sucessao-de-serra/">Acordo deve deixar Ciro fora da corrida pelo Planalto. Projeto para 2010, com apoio de Lula, seria concorrer à sucessão de Serra</a></h3>
<p>A seguir o artigo do jornal <strong>VALOR</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>Lúcio Távora / Ag. A Tarde / Folhapress<br />
</em><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002371/imagens/foto_26pol-psb-a6.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /><br />
<em> Ciro e Dilma: até a decisão oficial em fevereiro, deputado vai manter viagens nacionais como a que o reuniu à ministra no S.Francisco</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p><strong>2010: Resistência à entrada de deputado na disputa paulista está concentrada no grupo de Marta Suplicy<br />
Aproximação entre Dilma e aliados isola candidatura Ciro</strong></p>
<p>Paulo de Tarso Lyra, de Brasília</p>
<p>As conversas da candidata do PT à Presidência, ministra Dilma Rousseff, com os partidos aliados, desidrataram a candidatura presidencial do deputado Ciro Gomes (PSB-CE), avaliam coordenadores políticos da campanha petista, o que apressa a definição de sua candidatura ao governo de São Paulo, em aliança com o PT. Este foi o caminho traçado desde o início pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estratégia que não excluía a insistência do deputado em manter-se na corrida ao Palácio do Planalto, para expor-se nacionalmente. Lula argumentou com auxiliares que Ciro deveria continuar em campanha nacional, até o quadro ficar mais claro. Um dos problemas era enquadrar o PT de São Paulo para aceitar o PSB na liderança da chapa, o que começou a ser uma realidade desde sexta-feira.</p>
<p>&#8220;Lula espera que a &#8216;resposta&#8217; oficial do PSB seja dada apenas em fevereiro de 2010&#8243;, disse um aliado da candidatura de Dilma, dando sinais de que Ciro pode continuar, até lá, expondo-se nacionalmente.</p>
<p>A data remete ao 4º Congresso Nacional do PT, que ratificará a candidatura de Dilma a presidente e definirá também as políticas de alianças estaduais. Lula defende a candidatura de Ciro ao governo de São Paulo para transformar a eleição nacional em uma disputa plebiscitária entre Dilma e um candidato do PSDB, de preferência o governador paulista, José Serra. Ciro transferiu o domicílio eleitoral para São Paulo, mas, por enquanto, tanto ele quanto seu partido não admitem ainda que desistirão da disputa presidencial. &#8220;Vamos ver como estarão as coisas em fevereiro do ano que vem, não temos pressa nenhuma&#8221;, disse um dirigente do PSB.</p>
<p>A estratégia do PT de antecipar as conversas com os demais partidos da coalizão &#8211; a aliança com o PMDB é preliminar mas é uma indicação para a Convenção Nacional em junho de 2010. Falta um encontro com o PP, os demais partidos da aliança de Lula estão no arco de apoio a Dilma. Isto deixou o PSB sem margem para composições políticas futuras. &#8220;Pouco a pouco, a candidatura presidencial de Ciro vai ficando isolada e perde viabilidade eleitoral&#8221;, afirmou um aliado de Dilma, mostrando que o desenho traçado inicialmente pelo presidente Lula vem se completando. A ofensiva foi favorecida, na visão de petistas influentes no governo, também pelo estilo &#8220;pouco agregador&#8221; de Ciro Gomes.</p>
<p>O parlamentar cearense teria trânsito difícil na coalização devido a seus arroubos verbais. &#8220;Ciro tem um histórico político que o afasta de diversos aliados. Tome como exemplo as duras declarações que dá a respeito do PMDB&#8221;, lembrou um petista próximo do presidente. Na negociação de alianças para o governo de São Paulo, o universo de conversas é menor e enseja menos atrito.</p>
<p>Dilma realizou bem, nesta avaliação, os passos necessários a se tornar a candidata da polarização. Além de promover ampla pré-aliança e afastar Ciro da disputa presidencial, a ministra mudou radicalmente seu comportamento e desempenho na política. A ministra diminuiu a sisudez, passou a brincar nas reuniões com deputados e senadores e a ter contato mais afável com plateias. &#8220;Não estamos aqui para falar de PAC, pré-sal ou para mostrar PowerPoint. Estamos aqui para conversar sobre política e sobre o Brasil&#8221;, disse a ministra em encontro partidário segundo relato de um integrante da cúpula petista.</p>
<p>As avaliações entre petistas apontam dificuldades na formação de alianças para Ciro, mesmo em São Paulo, devido ao estilo pessoal do candidato e sua relação com políticos e eleitores. Numa candidatura presidencial, o PSB também teria pouco a oferecer aos demais partidos que viesse a convidar para a aliança. Seus únicos trunfos aparecem nos estados nos quais a legenda governa &#8211; Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Já o PT tem uma militância forte espalhada em todo o país e uma média de 10% a 15% de intenção de voto em praticamente todos os estados.</p>
<p>&#8220;É um percentual suficiente para decidir uma eleição, especialmente nos locais onde o PT abrirá mão da cabeça de chapa&#8221;, confirma um ministro petista.</p>
<p>Em outras unidades da federação, haveria até mesmo a impossibilidade de o PSB oferecer um palanque forte para Dilma e os aliados nacionais. &#8220;O PDT nos apoia no plano nacional mas pediu contrapartida no Paraná, onde o candidato deles é o senador Osmar Dias. Como o PSB é vice do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), a tendência é que eles apoiem os tucanos caso Richa seja candidato ao governo&#8221;, completou um petista em ascensão no cenário político nacional.</p>
<p>Se o PT nacional queria há tempos minar as chances de Ciro no pleito nacional, o PT paulista começou, no fim de semana, a intensificar os acenos para que ele declare logo a candidatura ao governo estadual. Na última quinta, o grupo petista ligado ao ex-ministro José Dirceu sugeriu os nomes de Emídio de Souza (prefeito de Osasco) e Edinho Silva (presidente estadual do PT e ex-prefeito de Araraquara) como possíveis vices numa chapa PT-PSB.</p>
<p>No dia seguinte, Emídio soltou nota à militância petista defendendo a abertura do diálogo com os demais partidos que compõem a aliança nacional. &#8220;Não ajuda nada ficarmos chutando o PSB e o Ciro. A eleição paulista terá papel estratégico na eleição presidencial&#8221;, afirmou Emídio.</p>
<p>Como o PSB não definirá agora sua posição, a tendência é que o PT lance Emídio como pré-candidato, para facilitar uma aliança futura. &#8220;A intenção é evitar que nomes como Marta Suplicy e Aloizio Mercadante resolvam apresentar-se como pré-candidatos ao governo estadual&#8221;, afirmou um líder petista. No momento, só Marta ainda resiste a abandonar a candidatura próprio do PT ao governo de SP.</p>
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		<title>Aliado a Serra, PSB paulista resiste a aceitar candidatura de Ciro</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Vandson Lima e Luciano Máximo, de São Paulo &#8211; VALOR
A indefinição sobre qual cargo o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) vai disputar nas eleições de 2010 tem colocado a executiva paulista de seu partido em situação delicada na hora de definir alianças. Aliados do governo do tucano José Serra em São Paulo, deputados estaduais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/fotos/chalita34.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/chalita34.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Vandson Lima e Luciano Máximo, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>A indefinição sobre qual cargo o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) vai disputar nas eleições de 2010 tem colocado a executiva paulista de seu partido em situação delicada na hora de definir alianças. Aliados do governo do tucano José Serra em São Paulo, deputados estaduais do PSB mostram-se reticentes quanto à possibilidade de formarem chapa conjunta com o PT, oposicionista, na hipótese de Ciro concorrer ao governo paulista, como quer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: &#8220;Não é só questão de apoio. Serra tem sido parceiro nosso. Municípios como São José do Rio Preto e São Vicente, que têm prefeitos do PSB, recebem investimentos importantes do governo estadual&#8221;, diz o deputado estadual e líder da bancada pessebista, Jonas Donizette Ferreira.</p>
<p>Há ainda um outro entrave à parceria PT-PSB em São Paulo. O partido de Ciro tem compromisso com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recém-filiado ao PSB. &#8220;Temos aí outra questão. O Skaf foi convidado a se filiar ao PSB com o compromisso de ser candidato a governador&#8221;, revela Donizette. O próprio Ciro Gomes já admitiu publicamente que apoia a escolha de Skaf para a disputa.</p>
<p>No PT, apesar de a candidatura própria para a briga pelo Palácio dos Bandeirantes ser uma diretriz da executiva estadual, o partido não descarta apoiar Ciro num embate com o PSDB em 2010 como parte de uma estratégia nacional de apoio à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, na corrida presidencial.</p>
<p>O deputado estadual petista Carlinhos Almeida chegou a afirmar que o político cearense teria mais dificuldade dentro do PSB do que no próprio PT para se lançar politicamente em São Paulo. &#8220;O PSB tem ligação muito grande com o governador José Serra e muitos representantes do partido não mostram o menor entusiasmo com a candidatura do Ciro apoiada pelo PT. Ele [Ciro] tem mais apoio dentro do PT, por ser um parceiro desde o início do governo Lula&#8221;, afirma.</p>
<p>O parlamentar, que é o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, disse também que é cedo para prever como será a chapa de uma eventual aliança PT-PSB. &#8220;É prematuro cogitar quem será vice de quem. Temos que aguardar um pouco a negociação nacional e a própria definição do Ciro. Interlocutores nos dizem que ele não quer vir para São Paulo, que prefere a Presidência&#8221;, diz Almeida.</p>
<p>Já o líder do PSB na Câmara Federal, o deputado Rodrigo Rollemberg (DF) não vê, hoje, a possibilidade de Ciro desistir da disputa ao Palácio do Planalto: &#8220;Não há motivo para isso. A candidatura de Ciro está firme e as pesquisas provam que duas candidaturas da base governista serão melhor do que uma. Nem o presidente Lula está completamente convencido de sua tese de candidatura única&#8221;.</p>
<p>Nem mesmo a ofensiva petista na busca de apoios de partidos hoje aliados ao PSB (como o PDT e o PCdoB, do chamado &#8220;bloquinho&#8221;) é vista como ameaça. &#8220;Não são apoios definitivos. É um noivado, não é casamento. Se as pesquisas nos forem favoráveis, tudo muda&#8221;, crê o deputado federal Márcio França, presidente regional do PSB.</p>
<p>O prefeito de Osasco, Emídio Souza, voltou a confirmar que quer ser o candidato ao governo pelo PT em 2010, mas que não irá &#8220;fechar as portas para os aliados, em benefício a um projeto nacional&#8221;. Reforçando que não largaria a prefeitura para ser postulante a um cargo de vice-governador, Emídio disse que está terminando de escrever carta-manifesto na qual pretende reafirmar que está à disposição do partido para ser o principal concorrente. O documento deve ficar pronto no fim de semana e, antes de ser divulgado no início da semana que vem, passará por várias revisões. O potencial candidato petista pregou paciência. &#8220;O PSDB também não decidiu nada ainda, o tempo para isso é fevereiro, março&#8221;, salienta.</p>
<p>O discurso do presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara, revela que o partido quer privilegiar as alianças no Estado. &#8220;Estamos chamando partidos aliados para formar um programa de governo, que será submetido ao debate. A partir daí vamos construir a tática para chegar a uma liderança. Queremos construir uma candidatura própria, mas é evidente que, dentro de uma democracia, os aliados também podem apresentar candidatos&#8221;, complementou Edinho.</p>
<p>Ainda que as pesquisas de intenção de voto apontem Geraldo Alckmin (PSDB) como favorito na disputa do governo estadual, o candidato tucano, na avaliação do PSB, será outro: o secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, homem de confiança de Serra e mais bem articulado com os partidos aliados. Márcio França acredita ser este o cenário mais favorável a seu partido: &#8220;As pesquisas mostram que, seja Ciro ou Skaf o nosso candidato, estaremos na frente de Aloysio nas pesquisas&#8221;.</p>
<p><strong><em>Ver também aqui no blog</em></strong></p>
<h2><a title="Lula: Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/lula-dilma-la-e-ciro-aqui/">Lula: Dilma lá e Ciro aqui</a></h2>
<h2 id="post-15117"><a title="Permanent Link to Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/os-desdobramentos-do-dilma-la-e-ciro-aqui/">Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui</a></h2>
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