08/09/2009 - 16:00h Aprovação a Lula cai de 81,5% para 76,8%, indica CNT/Sensus

Sergio Leo, no twitter, diz que a ausência de Carla Bruni pesou negativamente na avaliação. Na mesma linha, notícias da França indicam que Sarkozy tem complexo de baixinho e só aceita caras de baixa estatura ao lado dele, o que explica seu entusiasmo na parada de ontem, por ser fotografado junto ao Lula e não com Jobim.

Mas jornalistas bem informados, e mal intencionados, pretendem que o motivo é outro: Lula é aprovado por 76,8% e tem só 7,2% de opiniões negativas. Já Sarkozy tem 36% de aprovação e 61% de desaprovação.

Ambos responsabilizam a imprensa pelos resultados. LF

Gripe suína, crise no Senado e caso Lina Vieira contribuíram para variação, informou instituto de pesquisas

 

Fábio Graner, da Agência Estado

 

BRASÍLIA -  A avaliação positiva do governo Lula caiu 4,4 pontos percentuais, passando de 69,8% em maio para 65,4% em setembro, de acordo com pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira, 8. Em contrapartida, a avaliação negativa da administração do presidente aumentou 1,4 ponto percentual, de 5,8% para 7,2%.

Veja também: CNT/Sensus: Serra lidera todas simulações para 2010

A avaliação regular subiu de 23,9% para 26,6%. Segundo o diretor do Sensus, Ricardo Guedes, a queda na opinião favorável ao governo ocorre principalmente entre pessoas das regiões Sul e Sudeste, entre mulheres, pessoas jovens e de “maior idade”.Já a aprovação a Lula recuou de 81,5% em maio para 76,8% em setembro e a desaprovação subiu três pontos percentuais, de 15,7% para 18,7%. Embora o nível de desaprovação do presidente tenha aumentado, sua avaliação positiva ainda se encontra em um patamar significativamente alto, conforme analisou Guedes.

Guedes associou a queda nas avaliações positivas do governo e do presidente Lula a três fatores: gripe suína, o episódio envolvendo a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira com a ministra Dilma Rousseff e a crise no Senado, envolvendo o presidente da casa, senador José Sarney, embora este último tema não esteja contemplado na pesquisa. Segundo o diretor, há uma postura do presidente Lula de chamar crises institucionais para si, que prejudica sua popularidade. “Há uma postura menos política de Lula”, afirmou.

02/06/2009 - 14:06h A enésima oportunidade

Foto Alon

Blog do Alon

A política é jogo de forças, soma de vetores. E não há uma contranarrativa visível para neutralizar vetorialmente a narrativa que Lula, dia sim outro também, reforça com vigor

As pesquisas Sensus e Datafolha confirmam não apenas que estamos em plena campanha eleitoral para a Presidência da República. Mostram que ela, como já alertava o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), apresenta características de segundo turno, dada a tendência de polarização. Outra constatação: a oposição caminha para desperdiçar a janela de oportunidade aberta com a eclosão da crise econômica mundial, em setembro. E que janela!

Por que Luiz Inácio Lula da Silva vai bem, assim como a candidata dele à sucessão, Dilma Rousseff? Porque o eleitor avalia que o presidente da República está fazendo o melhor possível, nas circunstâncias. Daí que talvez valha a pena considerar a hipótese de mais um voto de confiança. Parece simples? E é. Lula vende bem o peixe dele, o que vem incomodando a oposição, que se queixa da “máquina de propaganda” do governo federal. Um queixume que só revela impotência. Propaganda sozinha não sustenta governos, precisa estar ancorada em fatos.

A abordagem é recorrente aqui. Não há novidade para quem lê esta coluna. Em 2009, a economia brasileira vai apresentar resultados pífios. Na melhor das hipóteses, pousamos no fundo do poço. O juro real empurra a produção para baixo, quebra as exportações e ameaça o emprego. O investimento privado afundou, sem que o investimento público possa compensar a queda. E de quem é a culpa? De qualquer um, menos do chefe do governo. Nem fomos o último país a entrar na crise, nem seremos o primeiro a sair dela. E daí? E daí nada.

Não que o cidadão comum esteja em busca de debates complexos, sobre o spread bancário ou sobre o desenho da nova ordem internacional. O que falta é uma contranarrativa para tentar neutralizar vetorialmente a narrativa que Lula, dia sim outro também, reforça com vigor. A política é jogo de forças, soma de vetores. Uma oposição competente culpa o governo por tudo, exige dele o impossível, descobre defeitos até no que parece não ter e promete o paraíso se chegar ao poder.

Mas dá trabalho e exige obstinação, além de método e vontade de correr riscos. Pressupõe agarrar-se a alguma utopia e não subestimar o oponente. Você enxerga traço disso nas atitudes e atividades da oposição brasileira nos últimos seis anos e meio? Eu não enxergo. No que um Brasil governado por tucanos e democratas seria melhor do que o Brasil do PT? Nem eles próprios parecem saber. Daí que há tempos Lula esteja a falar sozinho.

Culpa dele? Não, culpa de quem deseja retirá-lo e a seu partido do poder mas que espera isso acontecer como manifestação da vontade divina, como efeito das resistências do establishment a Lula, como consequência de uma suposta superioridade intelectual ou como produto da miraculosa descoberta daquele caso de corrupção que, agora sim, vai dar um jeito de colar no presidente. Ou como a soma de tudo isso.

O eleitor é pragmático. Adversários de Lula também estão bem avaliados na área de responsabilidade deles. E o eleitor é também desconfiado. Sabe que a política não se divide entre santos e demônios. Daí que tentativas de demonização tenham efeito apenas parcial. Só quem se ocupa de política 24 horas por dia são alguns jornalistas, os políticos e as pessoas cujo emprego ou cujo negócio dependem diretamente da política. É gente que trata o tema com paixão e gosto. Já a maioria tem com a política uma relação funcional. Quer saber o que vai ganhar ou perder. Quem é, entre as possibilidades, o melhor líder na situação.

2010 está perdido para a oposição? Óbvio que não. Eleição não se ganha de véspera. E a oposição tem um capital eleitoral respeitável, duas pernas bem fincadas nos dois maiores estados do país e boa capilaridade nacional. Por esse ângulo, talvez o choque trazido pelas últimas pesquisas tenha vindo em boa hora para os adversários de Lula. É a enésima oportunidade de tomarem contato com a realidade. E, diferente de 2006, o choque veio quando ainda falta um bom tempo para a eleição.

Até porque a travessia de 2009 para 2010 não será mesmo um mar de rosas. Enquanto as pesquisas mostram uma população mais otimista, o mercado anda cada vez mais pessimista, como mostrou ontem o boletim Focus. A esperança de Lula é que os profissionais da economia estejam errados. A da oposição, que estejam certos.

Alon Feuerwerker
Brasília, DF – Brasil

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.

01/06/2009 - 14:02h Aprovação de Lula sobe e intenção de voto em Dilma cresce, diz Sensus

http://joelbueno.blog.uol.com.br/images/12_MHG_pais_lula_dilma434556.jpghttp://www.nublog.com.br/admin/fotos/jose_serra.jpg

REUTERS – Agencia Estado

BRASÍLIA – A aprovação pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a um dos patamares mais altos registrados desde o início do primeiro mandato, informa pesquisa Sensus divulgada nesta segunda-feira.

A sondagem mostrou ainda que a pré-candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, reduziu a diferença para seu concorrente principal, o governador paulista José Serra (PSDB).

Lula recebeu aprovação de 81,5 por cento dos entrevistados em maio frente a 76,2 por cento em março, segundo o instituto Sensus, em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). A avaliação positiva do governo Lula também subiu, para 69,8 por cento, frente a 62,4 por cento em março.

Em meio à crise financeira mundial, o crescimento dos índices é resultado de uma melhor percepção da economia brasileira, segundo o Sensus.

Na corrida para a sucessão presidencial de 2010, Dilma aumentou a intenção de voto para 23,5 por cento, frente a 16,3 por cento em março. Em sentido inverso, Serra tinha 45,7 por cento em março e passou para 40,4 por cento em maio.

Esta é uma das primeiras pesquisas realizadas depois que Dilma anunciou que faz tratamento para combater um câncer linfático.

(Reportagem de Natuza Nery)

01/06/2009 - 13:46h Diminui vantagem de Serra sobre Dilma; petista empata com tucano na pesquisa espontânea

http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/01/lula-serra-dilma1.jpg

GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília

Atualizado às 13h00.

Pré-candidata do PT à presidência da República em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) empatou tecnicamente na disputa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em um dos cenários da pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNT/Sensus. Serra e Dilma aparecem tecnicamente empatados com 5,7% e 5,4% das intenções de voto na pesquisa espontânea (em que os eleitores falam espontaneamente os nomes do candidatos).

Serra vence Dilma quando os nomes dos candidatos são apresentados aos apresentados. Por esse mecanismo, Serra ganharia com 40,4% das intenções de voto contra 23,5% de Dilma. Em março, Serra tinha 45,7% e Dilma 16,3%.

A pesquisa ainda mostra que a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) receberia 10,7% dos votos, contra 11% da pré-candidata em março. Os votos em brancos, nulos e indecisos somam 25,6%.

Pesquisa Datafolha divulgada neste fim de semana mostrou Serra com 38% das intenções de voto contra 16% de Dilma. A distância entre Serra e Dilma diminuiu de 30 para 22 pontos entre o mais recente levantamento de maio e o anterior de março.

A diminuição da intenção de voto entre Serra e Dilma foi verificada também na pesquisa CNT/Sensus. Em março, última edição da pesquisa CNT/Sensus, Dilma havia registrado somente 3,6% na pesquisa espontânea contra 8,8% de Serra.

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), aparece em quarto lugar na pesquisa espontânea com 3,0% das intenções de voto, seguido pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 1,1%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto na pesquisa espontânea.

O crescimento de Dilma, segundo Guedes, é consequência da percepção do eleitorado brasileiro de que a petista é efetivamente candidata –mesmo depois do anúncio de que sofre de câncer linfático. “O PT tem uma identificação espontânea no eleitorado, é uma candidata que angaria os votos do partido. É uma tendência normal”, disse Guedes.

Terceiro mandato

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de não poder disputar o terceiro mandato, ainda aparece como líder na pesquisa espontânea com 26,2% das intenções de voto. O percentual de votos em Lula subiu em relação a março, quando 16,2% dos eleitores afirmaram que votariam no petista.

O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse acreditar que o crescimento de Lula na pesquisa espontânea tem relação ao crescimento do seu desempenho pessoal –que subiu de 76,2% em março deste ano para 81,5% em maio.

05/02/2009 - 15:24h Em condições de igualdade com Serra

Maria Inês Nassif – VALOR

A oposição pode estar cometendo um erro fatal ao superestimar as chances de vitória do PSDB nas eleições presidenciais de 2010. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um fenômeno de popularidade na história recente do país e esse é um dado novo que, se não elege automaticamente a ministra Dilma Rousseff – a mais que provável candidata do PT de Lula -, dá a ela condições de disputar em igualdade de condições com o candidato favorito, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Os 13,5% que ela exibe na mesma pesquisa CNT/Sensus divulgada na última terça-feira já são produto da transferência de popularidade do presidente para a sua candidatura. A ministra, afinal, nunca disputou uma eleição e não tem o “recall” de Serra, que foi candidato a presidente em 2002 e por isso é conhecido nacionalmente. Se ela passou dos dois dígitos, é porque está sendo identificada como a candidata de um presidente campeão de votos e como a possibilidade de continuidade de um governo que tem aprovação de 72,5% (este também é o momento em que a popularidade do presidente e do governo mais se aproximam. Os dois índices já foram esquizofrenicamente estanques: Lula sempre foi bem mais popular que seu governo).

Dilma já polariza com Serra. Sinal disso é que, da última pesquisa, de dezembro, para esta, coletada em janeiro, as intenções de voto em Dilma subiram quase na mesma proporção que a queda nos índices do tucano. A ministra ganhou 3,1 pontos percentuais e o governador perdeu 3,7 pontos. É certo, ele neste momento é o favorito, com seus 42,8% das intenções de voto, mas isso não o torna seguramente o eleito. Ainda vai rolar muita água debaixo da ponte.

Disputar com o apoio de um presidente tão popular é algo inédito na história recente e não existem parâmetros para avaliar qual a tendência do eleitor que aprova Lula e seu governo. O primeiro presidente pós-redemocratização foi José Sarney, que saiu do governo no turbilhão de uma hiperinflação. Não elegeria síndico de prédio. O candidado de seu partido, o PMDB, o deputado Ulysses Guimarães, não conseguiu sair de um dígito; o mesmo ocorreu com Mário Covas, o candidato do PSDB, partido recém-saído da costela do PMDB. Foi eleito Fernando Collor, o candidato que fez o discurso oposicionista mais violento e mais aproximado da classe média descontente, mas temerosa de perder o status quo no caso de vitória de Lula, que foi o candidato de esquerda no segundo turno.

Collor sofreu o impeachment em 1991 e assumiu o resto de seu mandato o vice Itamar Franco, que era popular quando saiu do governo por causa do Plano Real mas não participou ativamente da eleição, nem tinha grande carisma, sequer a enorme popularidade que hoje tem Lula. Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi eleito como o candidato de situação, mas deve sua eleição mais ao sucesso do Plano Real, do qual assumiu a paternidade como ministro da Fazenda de Itamar, do que à ajuda do presidente da República que teoricamente o apoiava, mas não participou ativamente da sua campanha.

Em 1998, Fernando Henrique foi o primeiro presidente a ser reeleito na história do Brasil, beneficiário que foi da emenda da reeleição, aprovada no ano anterior. Em dezembro daquele ano, recém-saído das urnas, tinha um índice de aprovação, pela mesma CNT/Sensus, de 32%. Foi o máximo a que chegou. Essa popularidade garantiu sua reeleição, mas dificilmente um índice nesse patamar seria suficiente para credenciá-lo a transferir um voto que seria seu para outra pessoa. Em 2002, já com a popularidade abaixo dos 30%, não conseguiu acrescentar votos à candidatura de seu candidato, José Serra, que perdeu para Lula.

Lula manteve seus índices de aprovação ascendentes ao longo do governo, exceto pelo período em que foi afetado pelo escândalo do mensalão. Nessa última pesquisa, chama atenção não apenas os inacreditáveis 84% de aprovação no âmbito nacional, mas os mais inacreditáveis ainda 90,8% de aprovação no Nordeste, uma das regiões mais beneficiadas com os programas de transferência de renda de seu governo. Isso quer dizer que a quase totalidade da população nordestina aprova o presidente. Essa é uma região mais propensa à transferência de votos, quer por ter tradicionalmente uma tendência governista, que pelo fato de o PT e dos partidos que apoiam o governo lá terem expandido sua influência nesses seis anos de governo petista. Segundo a pesquisa CNT/Sensus, Dilma já tem 21,8% das preferências dos nordestinos. Na região Sul, onde Lula sempre manteve popularidade mais baixa, Serra atinge sua maior popularidade – 57,4% das intenções de votos. O tucano é forte no Sudeste, que tem 43% do eleitorado total, mas a região parece mais sujeita a uma reversão de tendência do que o Sul, que teve no governo Lula uma tendência marcadamente antipetista. Nas eleições de 2006, o então candidato tucano, Geraldo Alckmin, venceu no primeiro e perdeu no segundo turno no Sudeste. O Nordeste tem 26% do eleitorado brasileiro e capacidade para desestabilizar uma candidatura de Serra. O Sul ajuda, mas tem apenas 15% do total de votos nacionais. Na lanterna de eleitores estão o Norte (7%) e o Sudeste (7%).

Em 2005, animados com os efeitos do escândalo do mensalão sobre a popularidade do presidente, os partidos de oposição chegaram a sugerir que Lula renunciasse a disputar o segundo mandato. Deram o presidente como morto. A recuperação de Lula foi rápida e notável, com a ajuda da oposição, que não percebeu o peso que teria na disputa eleitoral a população de baixa renda, beneficiada pelos programas sociais. Confiou que a classe média, mais sensível a escândalos políticos, seria a grande formadora de opinião contra o governo. Em 2010, corre o risco de entrar na campanha apostando que a tradição política no Brasil recente é a de que presidente não transfere voto para candidato. Pode estar cometendo um erro igualmente grande.

Maria Inês Nassif é editora de Opinião. Escreve às quintas-feiras

03/02/2009 - 13:32h Popularidade de Lula bate recorde. Dilma cresce e Serra e Aécio caem

Pesquisa

Aprovação a Lula bate novo recorde e chega a 84%, diz CNT/Sensus

Rodrigo Vizeu – O Globo

BRASÍLIA – Em meio à crise financeira internacional, a aprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 84% e bateu novo recorde em janeiro, segundo pesquisa do Instituto Sensus divulgada nesta terça-feira pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Na pesquisa anterior , realizada em dezembro, o índice de aprovação ao presidente era de 80,3%. No mesmo período, o índice de desaprovação caiu de 15,2% para 12,2%.


De acordo com a pesquisa, a avaliação positiva do governo também bateu mais um recorde, chegando a 72,5% em janeiro. O índice de “ótimo ou bom” supera os 71,1%, registrados em dezembro. A avaliação regular oscilou de 21,6% para 21,7% em janeiro, enquanto a negativa (”ruim ou péssima”) caiu de 6,4% para 5%.

Em queda, Serra e Aécio mantêm liderança para 2010. Dilma cresceO levantamento mostra ainda que tanto o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), quanto o de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), sofreram queda nas intenções de voto para as eleições presidenciais de 2010 . Por outro lado, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, preferida do presidente Lula para a sucessão pelo PT, teve crescimento na pesquisa.

Pode ter sido causado por divergências internas dentro do PSDB, elas não favorecem o partido


O pesquisador do Instituto Sensus Ricardo Guedes aponta as divergências internas no PSDB para definir o candidato de 2010 como uma das razões para a piora do desempenho dos governadores:

- Pode ter sido causado por divergências internas dentro do PSDB, elas não favorecem o partido – disse Guedes.

População espera aumento de renda e emprego, apesar da crise

Diante da crise financeira, mais da metade da população acredita que o emprego e a renda vão melhorar nos próximos seis meses. Segundo a pesquisa, 51,1% dos entrevistados afirmaram em janeiro que o emprego vai melhorar, índice superior ao divulgado em dezembro, quando 47,3% diziam o mesmo. Outros 21,7% afirmaram que o emprego vai continuar igual, contra 20,3% que preveem piora.

O presidente Lula é a âncora da esperança. O povo acredita em Lula e nas medidas do governo contra a crise


Quanto à renda, 51,7% acham que ela vai melhorar nos próximos seis meses, contra 31,4% que não preveem mudança e 11,1% que apostam em redução. O pesquisador Ricardo Guedes associa a esperança da população à alta popularidade do presidente Lula:

- O presidente Lula é a âncora da esperança. O povo acredita em Lula e nas medidas do governo contra a crise. O cidadão percebe o desemprego, mas acredita que as medidas anunciadas por Lula vão funcionar – afirmou o analista.

O presidente da CNT, Clésio Andrade, faz, no entanto, um alerta:

- Mas isso não se sustenta se a crise continuar. Não tem como sustentar essa popularidade em cima de uma crise.

Mais de 70% acham que Obama será bom para o Brasil e para o mundo

O levantamento mostrou que 76,6% da população brasileira considera o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, positivo para o mundo, enquanto 72,8% o consideram bom para o Brasil. De acordo com a pesquisa, 56,4% dos entrevistados afirmam que o democrata vai resolver os problemas políticos dos EUA, enquanto 24,5% afirmam que talvez ela resolva, contra 6,6% que acham que ele não o fará.

O otimismo se mantém quanto à economia americana: 56,4% dos entrevistados acham que Obama vai resolver a crise financeira do país, contra 26,9% que consideram que talvez ele resolva e 5,5% que descartam a possibilidade. O levantamento mostrou que 79,8% da população brasileira viu pela imprensa, pelo menos em parte, a posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, contra 18,4% que não o fizeram.

Para 71,4%, violência e criminalidade estão fora do controle

A pesquisa mostrou também que o percentual da população que acha que a violência e a criminalidade no país estão fora do controle caiu, mas continua sendo majoritário: 71,4% dos entrevistados acham que a situação foge do controle, contra 76,1% do registrado em junho de 2007, última vez que o questionamento foi feito. Outros 23,2% consideram que a violência e o crime estão razoavelmente controlados, contra 18,7% em 2007. Apenas 4% acham que eles estão bastante controlados. Há um ano e meio, 3,7% diziam o mesmo.

Entre as formas de violência consideradas mais ameaçadoras, 37,3% citam o tráfico de drogas, seguido de 31,7% que lembram de assalto em casa ou na rua. Em seguida aparecem estupro (10,2%), briga em locais públicos (8%) e violência na família (5,9%).

População culpa madeireiras por desmatamento da Amazônia

A pesquisa mostrou ainda que quase metade da população – 49,9% – tem acompanhado o desmatamento da Amazônia, contra 38,9% que apenas ouviram falar e 8,9% que nem têm acompanhado nem ouviram falar. Os entrevistados culparam as madeireiras como principal responsável pelo problema, com 40%, das citações. Em seguida aparecem o governo brasileiro (16,7%), as empresas estabelecidas na região (10,8%), os governantes e políticos locais (10,8%) e a população local (8,3%). Por último aparecem as ONGs (1,4%), os índios (1,5%) e os países estrangeiros (2,5%).

Para 27%, as ONGs são as que mais trabalham pela preservação da região. Depois aparecem os índios (22,5%), o governo brasileiro (16,7%) e a população local (9,4%).

Para 70,9% dos entrevistados, o Brasil deve preservar a Amazônia, mas sob regras nacionais. 10,9% creem que o país devem fazer o mesmo, mas seguindo diretrizes internacionais. Apenas 5,9% acham que o Brasil pode fazer o que quiser com a floresta, mas menos ainda defendem que ela deve ser internacionalizada (2,3%).

A pesquisa foi realizada entre 26 a 30 de janeiro em 136 municípios de 24 estados do país. Foram entrevistados 2 mil eleitores, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

22/09/2008 - 12:17h Presidente Lula é aprovado por 77,7% da população, segundo pesquisa CNT/Sensus

lula_madri.jpg

Governo do presidente Lula atinge melhor avaliação desde 1998, diz CNT/Sensus

GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou em setembro deste ano a melhor avaliação positiva na história da pesquisa CNT/Sensus, realizada desde 1998. Segundo a pesquisa divulgada hoje, o governo Lula recebeu avaliação positiva de 68,8% dos entrevistados, contra 6,8% que o avaliaram negativamente. Entre os entrevistados, 23,2% avaliaram o governo Lula como regular.

Na última edição da pesquisa CNT/Sensus, em abril deste ano, a avaliação positiva do governo era de 57,5% –um crescimento de mais de dez pontos percentuais. A avaliação negativa foi de 11,3% em abril, enquanto a regular chegou a 29,6%. Em janeiro de 2003, a avaliação do governo chegou a 56,6%, depois registrou queda. Mas voltou a crescer desde o início deste ano, já em seu segundo mandato.

A avaliação pessoal do presidente Lula também subiu de 69,3% para 77,7% entre abril e setembro deste ano. Somente 16,6% desaprovaram o presidente, enquanto 5,7% não responderam. Os índices de popularidade de Lula só perderam, em setembro de 2008, para as avaliações de sua popularidade registradas em 2003 –o ano em que foi empossado no cargo– quando obteve 83,6% de aprovação.

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse que a popularidade recorde do governo Lula é conseqüência de políticas adotadas nas áreas econômica e social. “Isso repousa na economia e na redução dos problemas sociais, estabilidade econômica, poder de compra e salário mínimo. Se criou uma estabilidade no campo econômico validada com a presença do vice-presidente José Alencar no governo, que é empresário”, afirmou Guedes.

Na avaliação do diretor do Sensus, a popularidade do presidente Lula mostra que ele se tornou o maior cabo eleitoral do país. “Ele é o grande cabo eleitoral, tem força de transferência de voto, mas o candidato tem que ser palatável politicamente”, afirmou.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 15 e 17 de setembro em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos.

28/04/2008 - 15:47h CNT/SENSUS: Desempenho de Lula melhora, maioria aprova 3º mandato

lula_caricatura2.jpgO governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou a melhor popularidade em abril deste ano desde que o petista assumiu o governo em 2003, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje. Entre os entrevistados, 57,5% avaliaram o governo como positivo. Na pesquisa anterior, realizada em fevereiro passado, 52,7% consideraram o governo do petista positivo. Desta vez, apenas 11,3% dos entrevistados avaliaram o governo como negativo, contra outros 29,6% que o consideram regular.

Em janeiro de 2003, a avaliação do governo chegou a 56,6%, depois registrou queda. Mas voltou a crescer desde o início deste ano, já em seu segundo mandato.

A avaliação pessoal do presidente Lula também subiu de 66,8% para 69,3% de fevereiro a abril deste ano. Somente 26,1% desaprovaram o presidente, enquanto 4,7% não responderam. Os índices de popularidade de Lula só perderam, em abril de 2008, para as avaliações de sua popularidade registradas em 2003 –o ano em que foi empossado no cargo– quando obteve 83% de aprovação.

O diretor da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), Clésio Andrade, disse que o bom desempenho do governo Lula pode ser atribuído ao crescimento da economia, geração de empregos e programas sociais implantados pela Presidência da República.

“Há também a boa movimentação do presidente, seu discurso popular com a divulgação do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]. O presidente consegue capitalizar bem suas políticas. Dá a sensação de um governo eficiente”, afirmou.

Segundo Clésio, o governo federal também consegue realizar uma “movimentação política” positiva em termos da divulgação de suas ações. “O seu marketing é bem trabalhado”, afirmou.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre 21 e 25 de abril em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Desempenho de Lula melhora, maioria aprova 3º mandato

O desempenho pessoal de Lula foi aprovado por 69,3% dos 2000 entrevistados pela mais recente pesquisa CNT/Sensus – maior índice desde janeiro de 2004. E desaprovado por 26,5%. Outros 4,7% não souberam responder. Em fevereiro, esse números eram: 66,8% aprovação, 28,6% desaprovação e 4,7% não sabiam responder.

A pesquisa CNT/Sensus perguntou: “O senhor é a favor ou contra a alteração da Constituição do País possibilitando que Lula se candidate a presidente da República pela terceira vez consecutiva?”:

- 50,4% responderam quem sim.

- 45, 4% são contra.

- 4,3% não souberam responder.

Se concorresse a presidente mais uma vez contra o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), Lula teria 58,8% dos votos, contra 41,2% de seu adversário.

Em 2002, Lula e Serra e disputaram o 2º turno da eleição presidencial e ficaram respectivamente com 61,3% e 38,7%.

16/10/2007 - 12:31h Imagem do Congresso desgastada

De acordo com o Sensus, 45% dos entrevistados defendem a unificação da Câmara e do Senado. Não querem o fechamento do Legislativo, mas consideram que tem muito parlamentar nas duas casas


Gustavo Krieger
Da equipe do Correio Braziliense

José Varella/CB
“Todas as vezes que o Parlamento foi fechado ou subjugado, nós tivemos ditadura“
Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da Câmara

–>

O desgaste político do Congresso já leva boa parte dos brasileiros a questionar a importância do Legislativo. Segundo a pesquisa Sensus/CNT, 23% são a favor da extinção do Senado e 19,2% gostariam de ver o fim da Câmara dos Deputados. Mais radicais, outros 12,6% defendem o fechamento das duas casas do Congresso. Apenas 25,8% se manifestaram pela manutenção do atual sistema.

Em outra questão, 45,3% se dizem a favor da unificação da Câmara e do Senado. A princípio, isso demonstra que a maioria dos brasileiros não quer fechar o Congresso, mas acha que há congressistas demais. Somadas, as respostas apontam para um processo de profundo desgaste da imagem do Legislativo na sociedade. O presidente da Câmara reagiu. Arlindo Chinaglia (PT-SP) disse que “não há democracia sem parlamento”. Segundo ele, “todas as vezes que o Parlamento foi fechado ou subjugado, nós tivemos ditadura”.

Em outro sinal de descrédito, aumentou o número de brasileiros para quem o voto deveria ser facultativo. São 58,9%, contra 56,4% que deram a mesma resposta em maio de 2005. De outro lado, 38,4% defendem a manutenção do voto obrigatório. Se o voto deixar de ser uma obrigação, muita gente vai ficar longe das urnas. Os que dizem que continuariam a votar sempre são 58,1%. Para 11,1% dependeria dos candidatos e 27,9% deixariam de votar.

Infiéis
A pesquisa revelou um resultado contraditório ao analisar a fidelidade partidária. Num primeiro momento, 48,7% dos entrevistados disseram que o mandato pertence ao candidato e apenas 38,3% responderam que ele é do partido. Mas na questão seguinte, 54,2% disseram concordar com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu a mudança de partido de parlamentares e ameaçou os infiéis com a cassação do mandato. “Isso significa que o eleitor votou no candidato e não no partido, mas não gosta que o seu deputado troque de legenda”, traduz Ricardo Guedes, diretor da Sensus.

A pesquisa também pediu que os entrevistados avaliassem a atuação dos principais partidos de oposição. O objetivo era julgar se DEM e PSDB são competentes fazendo oposição e se são realmente independentes do governo. Para 24,8%, a oposição é competente, mas ao mesmo tempo é conivente com Lula. Outros 17,8% aprovam a atuação dos dois partidos e não acreditam que eles sejam coniventes com o governo. Para 14,4% a oposição é independente, mas incompetente. Finalmente, há 10,9% que acusam Democratas e tucanos ao mesmo tempo de incompetência e subordinação ao Palácio do Planalto.

O Sensus também sondou a opinião pública sobre a possibilidade de mudar a Constituição para alterar as regras da reeleição. Apenas 12,3% dos entrevistados concordam com a idéia de que o presidente da República possa disputar um terceiro mandato. A maioria também rejeita a possibilidade de ampliar o mandato presidencial para cinco anos. Para 43,6% o mandato ideal é de quatro anos com reeleição. Outros 34,1% defendem o mandato único de quatro anos.


análise da notícia
Culpa dos “personagens”

O maior mal que políticos desonestos podem trazer ao país é fazer a população perder a fé na democracia. São inquietantes os números da pesquisa Sensus. Mais da metade dos entrevistados defende a extinção de uma ou até das duas casas do Congresso. Esse contingente é mais expressivo entre os brasileiros da Região Sudeste e com renda familiar mais alta. Há uma confusão entre os personagens dos escândalos e as instituições que eles representam.O Senado não é só Renan Calheiros. A Câmara é mais que o conjunto de mensaleiros e sanguessugas. Muitas vezes, é verdade, o foco das notícias se concentra nos escândalos. É necessário, até para que eles sejam investigados até o fim. Mas há muito mais além deles.

O Congresso é fundamental para a democracia, inclusive por seu papel de fiscalização do Executivo. Enfraquecê-lo não interessa ao país. Por piores que pareçam nossos atuais representantes, a alternativa de ficar sem eles é pior. E sempre nos resta a próxima eleição para melhorar as coisas. (GK)

15/10/2007 - 18:33h Pesquisa tupiniquim

Não da para levar muito a sério uma pesquisa sobre eleições presidenciais de 2010.

Quer uma prova?

Segundo os dados da peculiar pesquisa CNT/SENSUS o candidato de Lula, qualquer que seja ele ou ela, teria o voto de 10,8% dos eleitores, em empate técnico com Serra, Alckmin e Aécio (os três candidatos do PSDB estão em torno de 12% e a margem de erro da pesquisa é 3 pontos para cima e para baixo). Todos eles, ao mesmo tempo, derrotados por Não Sabe e Nenhum.

Ninguém está nem aí com essa eleição daqui ha três anos. Ninguém não. A Folha online tinha postado Serra em primeiro e agorinha mudou para o empate entre os quatro primeiros. Menas, devem ter falado para o responsável do arrobo pró-Serra.

O tucano Serra deve estar uma arara. Vejam só, Alckmin empatado com ele, pelo amor de deus. E os dois empatados com Aécio e Ciro, só pode ser obra do demo…

Lula está nos céus. Viajando para África com aprovação para tanto (as viagens de Lula ao exterior têm apoio da maioria). A maioria aprova seu governo, tem expectativas positivas sobre emprego, renda e educação. E o resto é oscilação.

Inquietos deveriam estar os deputados e senadores, pois não é bom para a democracia um desprestígio tão acentuado.

Pelo resto, vão preencher alguns buracos nos jornais amanhã e eu no meu blog hoje.

Internet pesa mais na informação que jornais e revistas, posso viver na ilusão sobre o impacto do meu blog. Falando com meu botões, minha ilusão vale a de vários dos nomes hoje cogitados como presidenciáveis.

Aliás, já que a Folha disse que Lula não descarta ser candidato em 2014 e vários de seus oponentes fizeram comentários a respeito, porque não pesquisar em quem o brasileiro votará para Presidente em… 2014.

Outro debate de indiscutível atualidade.

Luis Favre

15/10/2007 - 17:53h CNT/SENSUS: Brasileiro gosta mais de Lula que do futebol ou quase (aprovam Lula 61,2%)

· FUTEBOL

FUTEBOL

Gosta

OUT 07

%

O Sr(a) gosta de futebol:

1. Sim

2. Mais ou menos

3. Não

15/10/2007 - 17:48h CNT/SENSUS: Fidelidade… pero no mucho!

· FIDELIDADE PARTIDÁRIA

MANDATO DO CANDIDATO

Pertence

OUT 07

%

Na sua opinião, o mandato do Candidato eleito deve pertencer:

1. Ao Candidato

2. Ao Partido Político do Candidato

FIDELIDADE PARTIDÁRIA

Aprovação STF

OUT 07

%

O Sr(a) concorda ou não concorda com a aprovação da ‘fidelidade partidária’ pelo Supremo Tribunal Federal – STF, com a proibição da mudança de Partido do Candidato eleito, e perda do mandato do Candidato eleito no caso de mudança de Partido:

1. Concorda

2. Não concorda

15/10/2007 - 17:46h CNT/SENSUS: 12,3% querem 3 mandatos para Presidente

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Deveria ser eleito

OUT 07

%

Na sua opinião, o Presidente da República deveria ser eleito:

1. Para um mandato – 1 mandato no total

2. Para um mandato com reeleição para mais um mandato – 2 mandatos no total

3. Para um mandato com reeleição para mais dois mandatos – 3 mandatos no total

15/10/2007 - 17:41h CNT/SENSUS: Nenhum e Não sabe empatados em primeiro lugar para presidente em 2010. Serra, Alckmin, Aécio, Ciro empatados em segundo

· PRESIDENTE 2010

PRESIDENTE 2010

Lista 1

OUT 07

%

Em 2010 serão realizadas eleições para Presidente da República. Das seguintes listas, em quem o Sr(a) votaria se as eleições fossem hoje: Lista 1

15/10/2007 - 17:38h CNT/SENSUS: Viagens do Lula ao exterior

· RELAÇÕES EXTERIORES

PRESIDENTE LULA

Viagens ao exterior

JUN 04

%

OUT 07

%

Em sua opinião, as viagens do Presidente Lula ao exterior:

1. Têm sido importantes / produtivas para o Brasil

2. Não têm sido importantes / nem produtivas para o Brasil

15/10/2007 - 17:34h CNT/SENSUS: Informação

VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO

Mais utiliza para informação

OUT 07

%

Dos seguintes veículos de comunicação, qual o Sr(a) mais utiliza para a sua informação:

1. Televisão

2. Rádio

3. Jornal

4. Revista

5. Internet

15/10/2007 - 17:30h CNT/SENSUS: Expectativa

EMPREGO

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 46,5 50,6
Vai ficar igual 28,9 27,7
Vai piorar 19,4 15,9
NS/NR 5,3 6,0

RENDA
MENSAL

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai aumentar 44,0 45,9
Vai ficar igual 36,3 37,8
Vai diminuir 15,0 10,9
NS/NR 4,8 5,5

SAÚDE

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 45,4 43,6
Vai ficar igual 29,9 32,3
Vai piorar 20,1 19,6
NS/NR 4,7 4,7

EDUCAÇÃO

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 50,4 47,8
Vai ficar igual 28,8 33,0
Vai piorar 16,8 14,8
NS/NR 4,1 4,6

SEGURANÇA
PÚBLICA

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 36,9 37,6
Vai ficar igual 28,2 30,3
Vai piorar 30,8 27,1
NS/NR 4,2 5,1

15/10/2007 - 15:49h CNT/SENSUS: Pesquisa mostra que 45% defendem unificação da Câmara com o Senado

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira mostra que 23,3% dos brasileiros defendem a extinção do Senado Federal, enquanto 19,2% são favoráveis à eliminação da Câmara dos Deputados. A pesquisa mostra, em contrapartida, que 45,3% são favoráveis à unificação das duas Casas Legislativas. Só 32,7% são contrários à reunião de Câmara e Senado em apenas um órgão.

“Não é que as pessoas sejam contra o Legislativo, o que podemos concluir é que o povo é a favor de apenas um Casa Legislativa”, disse o presidente da CNT (Confederação Nacional de Transportes), Clésio Andrade.

A pesquisa foi realizada em meio à crise que atinge o presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que se afastou do comando da Casa na última quinta-feira. A mostra foi colhida entre os dias 8 e 12 de outubro, período em que Renan acabou se afastando do comando da Casa. A pesquisa não questionou, no entanto, a opinião dos brasileiros sobre a permanência de Renan na presidência do Senado.

Oposição

Segundo a pesquisa, 24,8% dos entrevistados consideram o PSDB e o DEM como partidos de oposição “competentes” dentro do Congresso Nacional, mas “coniventes” com o governo federal. Outros 17,8% dos entrevistados consideraram as duas legendas como competentes e não coniventes com o governo federal, enquanto 14,4% consideraram os dois partidos incompetentes e não coniventes com o Executivo.

Fidelidade partidária

Em relação à fidelidade partidária, 48,7% dos entrevistados afirmaram que os mandatos pertencem aos candidatos, e não às legendas. Outros 38,3% dos entrevistados disseram que os mandatos pertencem aos partidos políticos –como definiu na semana passada o STF (Supremo Tribunal Federal).

A pesquisa mostrou, por outro lado, que 54,2% dos entrevistados concorda com a decisão do Supremo sobre a fidelidade partidária, enquanto 30,7% afirmaram não estar de acordo com a medida do tribunal.

“O que podemos concluir é que, mesmo as respostas sendo contraditórias, é que as pessoas votam no candidato, mas não querem que ele mude de partido. Dá uma alteração em função disso”, disse Andrade.

15/10/2007 - 15:42h Os números da pesquisa CNT/SENSUS

Veja histórico da avaliação do presidente e do governo na pesquisa CNT/Sensus – Agencia Estado

 

 

 

 

 

26/06/2007 - 19:05h Pesquisa mostra Lula melhor no povo e Internet iguala radio no sudeste

Entrelinhas

Blog de Luiz Antonio Magalhães

A pedidos, o craque Jorge Rodini, diretor do instituto de pesquisas Engrácia Garcia, analisa para este blog o resultado do levantamento feito pelo instituto Sensus para a Confederação Nacional dos Transportes sobre o cenário político nacional. Confira a seguir a interpretação de Rodini para os números do Sensus:

Uma análise objetiva nas entrelinhas da mais recente pesquisa CNT/Sensus revela:

O governo Lula é melhor avaliado pelos homens, pelos nordestinos, pelos menos escolarizados, dentro de uma certa homogeneidade nas diversas faixas etárias. Para quem recebe mais de 20 salários mínimos, Lula tem uma avalição negativa. Os eleitores da região Sudeste são os que pior avaliam o presidente.

Do total, 64,0% dos brasileiros aprovam o governo Lula, porém no Sul este percentual é de apenas 52,7%. Entre os de renda acima de 20 SM, Lula é reprovado – obtém 65,9% de desaprovação. Os eleitores do Sul e Sudeste consideram a política econômica inadequada, com percentuais parecidos.
Mesmo entre os nordestinos, a violência é considerada fora do controle do governo ( 82,1%).

Internet em alta

Finalmente, para os blogueiros de plantão, uma excelente notícia. No Sudeste, a Internet já tem força como mídia quase equivalente ao rádio (11,6% dos residentes no Sudeste consideram-na como mídia preferida contra 14% do rádio).

Esta pesquisa mostra, no final das contas, um presidente muito sólido, respaldado por dados econômicos positivos, programas sociais abrangentes e com os inimigos de dentro de casa vigiados com vara curta. No presidente Lulaflon, por enquanto, nada cola.

(Para conhecer mais sobre o Engrácia Garcia, visite o site do instituto)

26/06/2007 - 16:34h CNT-Sensus: Em qual Partido você votaria?

No caso de adoção do sistema de votação em Lista Fechada do Partido Político ao invés do Candidato, em qual Partido o Sr(a) votaria?

01. PC do B

02. PDT

03. PFL / DEM

04. PL / PR

05. PMDB

06. PP

07. PPS

08. PSB

09. PSDB

10. PSOL

11. PT

12. PTB

13. PV

LISTA FECHADA

Partido de preferência

JUN 07

%

Válido

%

26/06/2007 - 16:28h Crise aérea na pesquisa CNT-Sensus

‘CRISE AÉREA’

Conhecimento

ABR 07

%

JUN 07

%

O Sr(a) tem acompanhado, ou ouviu falar, na ‘Crise do Setor Aéreo’ no País, com atrasos e suspensão de vôos desde o último trimestre do ano passado:

 

1. Sim, tem acompanhado

 

2. Sim, ouviu falar

 

3. Não, não tem acompanhado / não ouviu falar

‘CRISE AÉREA’

Governo – solução a curto prazo

JUN 07

%

Válido

%

Na sua opinião, o Governo Brasileiro tem ou não tem condições de resolver a ‘Crise do Setor Aéreo’ no País em curto prazo?

1. Tem condições de resolver a curto prazo

2. Não tem condições de resolver a curto prazo

CONTROLE AÉREO NO BRASIL

Deveria ser

JUN 07

%

Válido

%

Na sua opinião, o Controle Aéreo no Brasil deveria ser:

1. Civil

2. Militar

CRISE AÉREA’

Atrasos em vôos

JUN 07

%

Válido

%

O Sr(a) já foi prejudicado ou conhece alguém que tenha sido prejudicado por atrasos em vôos no País?
1. Sim, foi prejudicado pessoalmente
2. Sim, conhece quem foi prejudicado
3. Não foi / não conhece quem foi prejudicado

26/06/2007 - 16:22h TV: outro dado da CNT-Sensus

Em momentos em que esta em discussão a questão dos indicativos de faixa etária nos programas de TV e da campanha das emissoras contra o que elas denominam a censura do governo, vale a pena ver este dado da pesquisa CNT-Sensus.

O Sr(a) é a favor ou contra a censura prévia a programas de TV:

1. A favor

2. Contra

PROGRAMAS DE TV

Censura Prévia

FEV 05

%

JUN 07

%

26/06/2007 - 16:17h Mídia: Um dado da pesquisa CNT-Sensus

Qual é o tipo de mídia que o Sr(a) mais utiliza, ou prefere:

1. Televisão

 

2. Rádio

 

3. Jornal

 

4. Revista

 

5. Internet

 

TIPO DE MÍDIA

Preferência

JUN 07

%

26/06/2007 - 15:57h Entrelinhas

Entrelinhas é o Blog de Luiz Antonio Magalhães
Jornalista, editor de Polí­tica do jornal DCI e editor-assistente do Observatório da Imprensa.

 

Oposição faz Lula nadar de braçada

Os dados divulgados na pesquisa CNT/Sensus nesta terça-feira, reproduzidos resumidamente abaixo na versão da Folha Online, confirmam o tal levantamento dos tucanos e democratas sobre o cenário político: a aprovação do presidente chega a 64%, apenas ligeiramente superior ao que foi aferido em abril. É a maior taxa desde o escândalo mensalão. Tem gente que acha que “pesquisa é tudo comprada”, mas a realidade não é bem assim, tanto que a própria oposição se apressou a dizer que Lula está, sim, muito bem avaliado. No fundo, o que sustenta a popularidade do presidente é a economia do país. Este blog tem apontado os dados econômicos que confirmam a tese: venda de computadores crescendo a taxas chinesas; montadoras prevendo que 2007 sejá o melhor ano da história da indústria automobilística, superando 1997; venda de supermercados crescendo; crédito e consumo das famílias em expansão, entre tantos outros dados. O dólar barato também ajuda Lula no eleitorado de classe média, que fica feliz com as viagens mais baratas, e parece não ter afetado tanto assim as contas externas, apesar da choradeira dos exportadores, a balança comercial continua com superávits recordes.

O problema da oposição, porém, não é apenas a blindagem de Lula. À direita e à esquerda do presidente, o maior drama é que ninguém tem um projeto alternativo para o Brasil. No PSOL e partidos de extrema-esquerta, há uma tentativa de escapar da mimetização do antigo PT, mas Heloísa Helena e sua turma não conseguem explicar o que fariam após a “auditoria da dívida externa” e do passe de mágica que darão para acabar com a corrupção. No PSDB e Democratas, a coisa é ainda mais complicada: os dois partidos na verdade apóiam a atual política econômica, mas têm de fingir que fariam tudo diferente. Mentira, como se sabe, tem perna curta.

Enquanto não houver projeto alternativo consistente, Lula vai nadar de braçada e cantar de galo: afinal, nunca antes neste país um presidente consegiu ser tão popular por tanto tempo. Podem pesquisar.