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	<title>Blog do Favre &#187; coluna</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Modalidade de pilates melhora a coordenação, a força e o equilíbrio</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 17:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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RIO &#8211; A maior bola, com 75cm de diâmetro, suporta até 300 quilos, a menor mede 20cm e agüenta 200kg. A combinação das duas em exercícios de pilates é uma excelente ginástica para corrigir a postura e fortalecer os músculos, melhorando o equilíbrio e a coordenação motora. Com treino e concentração, dá para praticar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/12/12/12_MHG_viv_pilatescombola.jpg" galleryimg="no" id="lightboxImage" width="549" height="352" /></div>
<p><img src="http://oglobo.globo.com/_img/bt_hj_fch.gif" style="position: absolute; z-index: 200" id="closeButton" width="1" border="0" height="1" />RIO &#8211; A maior bola, com 75cm de diâmetro, suporta até 300 quilos, a menor mede 20cm e agüenta 200kg. A combinação das duas em exercícios de pilates é uma excelente ginástica para corrigir a postura e fortalecer os músculos, melhorando o equilíbrio e a coordenação motora. Com treino e concentração, dá para praticar em casa, informa reportagem de Antônio Marinho, publicada na edição deste domingo do Globo.</p>
<p>Professora Luiza Diniz mostra sequência de fotos de uma aula de Pilates com bolas para o verão / Foto: Ricardo LeoniNo início, equilibrar-se nas bolas é desconfortável, mas vale a pena. Como a técnica trabalha todos os músculos, o resultado é um corpo forte e flexível. Até a respiração melhora. Para alcançar mais benefícios, a dica é associar o pilates com bolas a outras atividades, como musculação, exercícios aeróbios e esportes aquáticos, segundo a professora e personal trainer Luiza Diniz. A modalidade deixa o corpo mais bem preparado para enfrentar a tensão por estresse e previne lesões:</p>
<p>- Pode-se praticar pilates com bolas diariamente, desde que exista um planejamento de treino. O correto, especialmente no caso de iniciantes, é que os exercícios sejam acompanhados de perto por profissional de educação física.</p>
<p>Ela tem razão. Dependendo da posição na bola, ou com a bola, é fácil desconcentrar, errar o movimento, desequilibrar-se e respirar aceleradamente. Daí para o chão, é um piscar de olhos. Para diminuir o risco de contusões, é bom colocar um tapete ou colchonete para proteger joelhos, coluna e outras articulações de inevitáveis quedas. O gasto calórico varia de acordo com a intensidade de treino e corresponde a uma sessão de musculação mais leve.</p>
<p>- Treinos intensos, numa hora de aula, levam a um gasto de até 400kcal (quilocalorias) ou mais &#8211; comenta a professora.</p>
<p><strong>Veja a íntegra desta reportagem na edição digital do GLOBO (só para assinantes) </strong></p>
<p><strong><font size="4">  ( <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/video/2008/9678/">Assista ao vídeo com movimentos para fazer em casa</a><a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/video/2008/9678/"> </a> )  </font></strong></p>
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		<title>Dor nas costas é a mais forte e grave para brasileiros, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 16:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Para 69% dos entrevistados, dor na coluna é considerada problema crônico
FOLHA SP 
A dor na coluna pode ser considerada a verdadeira vilã na vida dos brasileiros: é descrita como a mais forte, a que mais incomoda e a mais grave para a saúde. As conclusões são da pesquisa &#8220;Dor no Brasil&#8221;, realizada em parceria entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/dor-nas-costas-e-a-mais-forte-e-grave-para-brasileiros-diz-estudo/8555/" rel="attachment wp-att-8555" title="costas_danca.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/11/costas_danca.jpg" alt="costas_danca.jpg" width="551" height="475" /></div>
<p></a></p>
<p><strong>Para 69% dos entrevistados, dor na coluna é considerada problema crônico</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>FOLHA SP </strong></p>
<p>A dor na coluna pode ser considerada a verdadeira vilã na vida dos brasileiros: é descrita como a mais forte, a que mais incomoda e a mais grave para a saúde. As conclusões são da pesquisa &#8220;Dor no Brasil&#8221;, realizada em parceria entre a Pfizer e o Ibope com 1.400 pessoas de nove capitais do país.</p>
<p>Entre os entrevistados, 69% consideram a dor na coluna ou nas costas uma dor crônica, pois sofrem do problema há mais de um ano. No entanto, apesar de ser a mais incômoda, a dor na coluna ficou em segundo lugar no ranking das dores mais comuns na vida das pessoas. A primeira posição foi ocupada pela dor de cabeça.</p>
<p>A pesquisa constatou ainda alto índice de automedicação. Quando sentem uma dor reincidente, 64% dos entrevistados procuram resolver o problema sozinhos, geralmente por meio de remédios. Mas, quando a dor é desconhecida, 66% dos brasileiros procuram ajuda médica.</p>
<p>Para a anestesiologista Rioko Sakata, chefe do Ambulatório da Dor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), os resultados da pesquisa não surpreendem, pois não existem muitas clínicas especializadas em dor. Além disso, a dor nas costas é bastante freqüente na população.</p>
<p>De acordo com a médica, a dor na coluna geralmente é provocada por maus hábitos, como manter uma postura inadequada, carregar muito peso e passar boa parte do tempo sentado sem fazer alongamento, e também pelo sedentarismo. A artrose, doença degenerativa, também causa dor na coluna.</p>
<p>&#8220;Esta é uma dor freqüente, mas está longe de ser a mais intensa e a mais grave. Existem dores muito piores, como as de lesões na medula, por exemplo&#8221;, afirma a médica.</p>
<p>Sakata acrescenta ainda que a automedicação não é recomendada e pode trazer prejuízos para a saúde. &#8220;Se alguém tomar um remédio por conta, poderá esconder outros problemas e mascarar os sintomas de alguma doença que pode ser mais grave&#8221;, diz.</p>
<p>De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, 85% da população vai viver ao menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida.</p>
<p>Um estudo realizado por pesquisadores autralianos e publicado recentemente no &#8220;British Medical Journal&#8221; mostrou que a recuperação das lombalgias (dores lombares) é muito mais longa do que o previsto pelas atuais orientações médicas.</p>
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		<title>Estica e puxa</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 19:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Alongamento suscita polêmica e especialistas ensinam como aproveitar melhor os exercícios

Carlos Albuquerque &#8211; O Globo
Quando o alongamento está em questão, as respostas não são rígidas — são flexíveis. A prática faz mesmo bem? Ela serve para prevenir lesões? Pode ser feita a qualquer hora, em qualquer lugar? Deve ser feita antes ou depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Alongamento suscita polêmica e especialistas ensinam como aproveitar melhor os exercícios</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://veja.abril.com.br/especiais/saude_2004/imagens/alongamento1.jpg" alt="http://veja.abril.com.br/especiais/saude_2004/imagens/alongamento1.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Carlos Albuquerque &#8211; O Globo</strong></p>
<p>Quando o alongamento está em questão, as respostas não são rígidas — são flexíveis. A prática faz mesmo bem? Ela serve para prevenir lesões? Pode ser feita a qualquer hora, em qualquer lugar? Deve ser feita antes ou depois de uma atividade esportiva? Alongar previne lesões? Melhora a performance de atletas? É bom também para as atividades do dia-a-dia? Há casos em que alongar é contra-indicado? — O alongamento ajuda a prevenir lesões, diminui a tensão muscular, evita a fadiga, aumenta a amplitude dos movimentos, melhora a performance das atividades de impacto, desenvolve a consciência corporal e diminui os níveis de tensão na coluna cervical e lombar — diz a professora de educação física Márcia Sardinha, que dá aulas, entre outros lugares, na academia Velox. — Mas é importante a pessoa saber quais são as suas próprias limitações. Cada uma tem um tipo de necessidade de se alongar.</p>
<p>Prevenção de lesões gera controvérsia</p>
<p>Embora pareça ser uma atividade simples e, ao mesmo tempo, fundamental, o alongamento é uma prática que tem alguns pequenos nós que a ciência ainda não conseguiu desatar. Um relatório encomendado por autoridades de saúde dos Estados Unidos, publicado na revista “Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise” concluiu que todos os estudos feitos até hoje sobre alongamento não foram suficientes para esclarecer, de forma definitiva, algumas das maiores dúvidas sobre essa prática — como as que estão no primeiro parágrafo dessa reportagem.</p>
<p>— Sem dúvida, o alongamento é muito importante não só para o desempenho esportivo, mas também para a manutenção das tarefas diárias. As pessoas se machucam muito por falta de flexibilidade. Alongar é bom para a prevenção de quedas e vários tipos de lesões. — conta Eduardo Neto, coordenador técnico da rede Body Tech. — Ao mesmo tempo, é um tema que engloba tantas teorias e correntes que muitas vezes é difícil afirmar algo com convicção.<br />
Por exemplo, alongar previne mesmo o surgimento de lesões? A resposta parece ser elástica, capaz de se esticar entre os próprios especialistas.</p>
<p>— Sabemos que alongar pode ser importante para prevenir algumas lesões, mas não há estudos que comprovem isso — reconhece Eduardo Neto. — Não há como dizer que o alongamento pode, de fato, proteger o organismo de lesões.<br />
Para José Kawazoe Lazzoli, presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, quem tem o hábito de fazer alongamento, corre menos risco de sofrer uma lesão na prática esportiva, tanto em alto nível como de forma recreativa.</p>
<p>— Isso pode ser explicado por uma máxima: músculos alongados equivalem a uma menor chance de lesões.<br />
O professor de Educação Física Marcelo Costa, vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física (CREF1), reconhece que há controvérsia em relação ao tema.</p>
<p>— Isso acontece principalmente por causa dos protocolos diferentes das pesquisas já feitas. Alongar previne lesões em quais situações? Em qual intensidade de treino? Muitas vezes, as lesões ocorrem mais por causa do excesso do esforço do que pela falta de flexibilidade.<br />
Já a professora Márcia Sardinha se baseia em sua experiência pessoal para responder à pergunta: — Dou aula de alongamento há dez anos e posso dizer, pela prática, que ele ajuda a prevenir lesões.<br />
Em tempo: a responsável pelo relatório americano, Julie Gilchrist, acredita que o alongamento, sozinho, não previne lesões.<br />
De volta às questões elásticas. Após duas semanas de atividades olímpicas acompanhadas pela televisão, alguém pode se perguntar: o alongamento melhora o desempenho? A nadadora americana Dara Torres — que ganhou três medalhas de prata em Pequim aos 41 anos, em sua quinta Olimpíada — acredita que sim. Torres utiliza uma técnica chamada de alongamento de resistência, na qual os músculos ganham mais flexibilidade quando são contraídos e alongados ao mesmo tempo.</p>
<p>— Isso consiste num conjunto de movimentos corporais, com amplitude e ritmo, podendo ser aprimorados ao longo da prática — explica Márcia.<br />
Segundo José Kawazoe Lazzoli, um nadador que faz muito alongamento, ganha mais amplitude para realizar os movimentos.</p>
<p>— Se ele tem uma musculatura mais alongada, recupera mais rapidamente a braçada.</p>
<p>Se tiver os músculos muito encurtados, o nadador vai ter que descolar mais o tronco pra fora da água para recuperar a braçada.<br />
OK. Então alongar pode ajudar a melhorar o desempenho. Mas a prática deve ser feita antes ou depois dos exercícios? — Se o atleta fizer exercícios intensos de de alongamento antes de uma atividade que necessite de explosão, ele vai perder tensão, algo entre três a cinco por cento.</p>
<p>— explica Eduardo Neto. — Em termos de desempenho de alto nível, é a diferença entre conquistar ou perder uma medalha.<br />
Mas na rotina dos atletas de fim de semana, como a clássica turma da pelada, a recomendação é outra.</p>
<p>— Mais do que o alongamento, o ideal é sempre fazer um aquecimento antes de qualquer atividade física, principalmente as esporádicas — aconselha José Kawazoe Lazzoli. — O alongamento até pode fazer parte do aquecimento, mas não substituí-lo. No futebol, quem não se aquece e alonga, pode se lesionar quando for esticar a perna.<br />
Depois da prática, é importante fazer um alongamento confortável, para prevenir dores musculares.<br />
E, por fim, quais são os casos em que o alongamento é contra-indicado? — Não existe uma contra-indicação absoluta — diz Marcelo Costa. — O que pode haver é uma contra-indicação relativa, uma lesão aguda que impeça a pessoa de se movimentar.<br />
Uma hérnia de disco é uma situação em que o alongamento talvez não seja indicado.</p>
<p><strong>“Alongamento é um tema que engloba tantas teorias e correntes que, às vezes, é difícil afirmar algo com convicção<br />
Eduardo Neto, professor de educação física</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.percorrere.net/alongamento.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="A imagem “http://www.percorrere.net/alongamento.jpg” contém erros e não pode ser exibida." width="306" /></div>
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		<title>Coluna: estudo afirma que técnica de Alexander é eficaz para tratar dor nas costas</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 EFE &#8211; O Globo

LONDRES &#8211; A dor nas costas crônica, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, pode ser controlada pela técnica de Alexander. O método de reeducação postural, criado no século XIX, é precursor de outras práticas modernas como o RPG. A conclusão do estudo das universidades Southampton e Bristol, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.companyzdance.co.nz/images/tg/alexander.jpg" alt="http://www.companyzdance.co.nz/images/tg/alexander.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong> EFE &#8211; O Globo</strong></p>
<p><img src="http://www.gotosee.co.uk/GTS_IMAGE_LIBRARY/New/alexander-technique-spine.jpg" alt="http://www.gotosee.co.uk/GTS_IMAGE_LIBRARY/New/alexander-technique-spine.jpg" align="left" /></p>
<p>LONDRES &#8211; A dor nas costas crônica, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, pode ser controlada pela técnica de Alexander. O método de reeducação postural, criado no século XIX, é precursor de outras práticas modernas como o RPG. A conclusão do estudo das universidades Southampton e Bristol, na Inglaterra, com mais de 500 pacientes foi publicada na última edição da revista &#8220;British Medical Journal&#8221;.</p>
<p>A técnica foi desenvolvida pelo ator australiano Frederick Alexander para tentar tratar seu próprio ronco, problema atribuído à tensão a que estavam submetidos seus órgãos vocais e o sistema neuromuscular. A técnica de Alexander ajuda a alinhar a cabeça, o pescoço e os músculos dorsais. Os praticantes afirmam que, além de melhorar a dor, o método alivia a tensão e o estresse.</p>
<p>Os pacientes que participaram do estudo disseram sentir menos dores que no começo do tratamento e asseguravam que sua qualidade de vida havia melhorado e que poderiam fazer coisas que antes a dor não lhes permitia.</p>
<p>Os voluntários foram divididos em grupos. Alguns receberam massagens corporais, outros foram submetidos a sessões de Alexander e um terceiro grupo participou de um programa de caminhadas diárias de meia hora. Algumas pessoas associaram os tratamentos.</p>
<p>As massagens apenas aliviaram as dores durante os três primeiros meses, mas seus efeitos não perduraram. Apenas aqueles que seguiram a reeducação postural apresentaram uma melhora geral. Os pacientes que conjugaram exercício físico a seis sessões da técnica tiveram experimentaram quase o mesmo benefício do qual se beneficiaram aqueles que fizeram 12 sessões. Os pacientes que combinaram a técnica de Alexander com exercício físico diário melhoraram entre 40% e 45%, segundo o professor Paul Little, da faculdade de Medicina da Universidade de Southampton.</p>
<p><img src="http://www.carolinechalk.co.uk/images/before_after_alexander_technique_lessons.jpg" alt="http://www.carolinechalk.co.uk/images/before_after_alexander_technique_lessons.jpg" align="left" /></p>
<p><strong>Certo e errado<br />
Cuidados simples com a postura ajudam a manter a saúde da coluna e previnem dores</strong></p>
<p>Maria Vianna, especial para O Globo Online</p>
<p>RIO &#8211; Aquela dor nas costas não vai embora mesmo com descanso e remédios? O problema pode estar em como você cumpre suas tarefas no dia-a-dia. De acordo com estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% dos adultos sentem dores na coluna, em especial na cervical e na lombar, pelo menos uma vez na vida. E está enganado quem pensa que os piores vilões são o computador e a cadeira do trabalho. Lavar pratos, passar a roupa, se vestir, usar salto alto, carregar sacolas pesadas e até ler deitado podem afetar a saúde das articulações. (<a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/08/20/estudo_afirma_que_tecnica_de_alexander_eficaz_para_tratar_dor_nas_costas-547844710.asp">Clique aqui para ver imagens de como preservar seu corpo nas tarefas do cotidiano</a>).</p>
<p>- Nosso corpo é feito para lidar com o movimento. As dores costumam aparecer quando nos viciamos em certas posições ou gestos e alguns músculos deixam de ser usados. Quando a musculatura fica muito tempo sem ser solicitada ela acaba se atrofiando, e isso causa uma série de problemas &#8211; explica a terapeuta corporal Carla Folly.</p>
<p>Para o fisioterapeuta Francisco Miguel Pinto, coordenador da Escola de Postura Brasil, a modernidade e a vaidade são os principais inimigos da boa postura.</p>
<p>- Por causa da ansiedade e da falta de tempo, acabamos fazendo tudo rápido e sem dar a atenção adequada ao corpo. No caso das mulheres, a situação piora porque a elegância e a estética acabam falando mais alto que o conforto. Temos que lembrar que nosso corpo funciona como uma máquina, mas nossas &#8216;peças&#8217; não são substituíveis &#8211; diz o especialista.<br />
Pequenas mudanças fazem uma grande diferença</p>
<p>Se mudar a forma de fazer as coisas é praticamente impossível, alguns exercícios podem ajudar a deixar o corpo menos suscetível a dores.</p>
<p>- Recomendo a meus pacientes que façam um alongamento diário e que, no fim do dia, deitem por alguns minutos de costas para o chão. Isso ajuda a alongar a coluna e relaxa a musculatura do corpo. No caso das mulheres, que usam salto diariamente, indico uma massagem na sola do pé com bolinhas de frescobol. Cerca de 10 minutos pisando na bolinha já traz um alívio e ajuda a descomprimir as articulações dos dedos, do calcanhar e do tornozelo &#8211; ensina Carla.</p>
<p>Outra dica para sentir menos dor é observar como você costuma se movimentar e tentar agir de maneira diferente, mesmo que no começo a tarefa fique mais complicada.</p>
<p>- Se você passa o dia sentado, tente levantar de hora em hora. Se você é destro, use mais a mão esquerda para escovar os dentes, abrir torneiras e pentear o cabelo. E sempre tente manter os dois pés no chão. Apoiar o peso do corpo em apenas uma das pernas é um vício comum que acaba comprometendo as articulações do joelho, do quadril e da lombar &#8211; indica a terapeuta.<br />
Evite se medicar por conta própria</p>
<p>Se a dor não melhorar após alguns dias, a solução é procurar um médico. Só o especialista pode indicar o melhor tratamento para o caso.</p>
<p>- Muitas vezes as pessoas passam a tomar analgésicos quase que diariamente sem a recomendação do médico. Isso acaba encobrindo um problema que pode se tornar mais sério se não for tratado no início. Não adianta ficar esperando a dor passar &#8211; alerta o fisioterapeuta.</p>
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		<title>Animação 3D da cervical e da anatomia do disco</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 11:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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3D Medical Animation:  Cervical Spine &#38; Disc Anatomy




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		<title>Médico critica indicação abusiva de medicamentos para dores nas costas</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 16:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ AMARÍLIS LAGE
JULLIANE SILVEIRAda Folha de S.PauloPara o reumatologista José Goldenberg, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), outro problema no atendimento dos pacientes com dores nas costas é que a avaliação médica tem sido cada vez mais restrita à realização e à interpretação de exames. No caso das lombalgias, afirma, isso é especialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="left"><img src="http://imirante.globo.com/oestadoma/semanal/familia0906102/jfamilia201.jpg" align="right" alt="A imagem “http://imirante.globo.com/oestadoma/semanal/familia0906102/jfamilia201.jpg” contém erros e não pode ser exibida." /> AMARÍLIS LAGE</div>
<p>JULLIANE SILVEIRAda Folha de S.PauloPara o reumatologista José Goldenberg, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), outro problema no atendimento dos pacientes com dores nas costas é que a avaliação médica tem sido cada vez mais restrita à realização e à interpretação de exames. No caso das lombalgias, afirma, isso é especialmente prejudicial, já que nem sempre há uma correlação entre a imagem e o sintoma.&#8221;É possível existir dor sem alterações no exame e ter uma hérnia de disco sem dor. Mas houve uma substituição do ato médico pela máquina, e a gente vê decisões médicas serem tomadas sem o amadurecimento necessário, com base nas imagens&#8221;, afirma Goldenberg, autor do livro &#8220;Coluna Ponto e Vírgula&#8221; (ed. Atheneu, 146 págs., R$ 42,30).No que se refere ao tratamento, ele critica o que avalia ser uma indicação abusiva de antiinflamatórios e analgésicos e de procedimentos invasivos como a cirurgia de hérnia.&#8221;A recomendação geral é que a operação só seja feita após trabalhar os fatores de risco por um período de 6 a 12 semanas e se houver uma correlação clara entre os exames clínico, neurológico e de imagem&#8221;, diz.O uso de antiinflamatórios e analgésicos também deve ser cauteloso. Segundo Osmar Avanzi, professor da Faculdade Santa Casa e membro da Sbot (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), quem tem problemas gástricos, renais ou hepáticos deve evitar esse tipo de medicação.<strong>Excesso de remédios</strong>Mesmo quem está livre desse tipo de problema não pode usar esses remédios de forma abusiva ou por um período de tempo muito prolongado &#8211;um estudo canadense baseado em dados do sistema público de saúde de Quebec mostrou que, para cada US$ 1 gasto em antiinflamatórios, mais US$ 0,66 eram desembolsados para combater seus efeitos colaterais.Ainda assim, segundo dados norte-americanos divulgados no &#8220;Spine Journal&#8221;, de cada 100 pessoas que procuram o sistema básico de saúde por dor nas costas, 80 são medicadas &#8211;destas, 69 com antiinflamatórios.Segundo a publicação, o uso dessa medicação, assim como o de analgésicos, é indicado para o alívio da dor lombar crônica, mas é preciso que os médicos informem os pacientes sobre os riscos e os benefícios.De acordo com Goldenberg, o indicado é que tanto a avaliação médica como o tratamento incluam os principais fatores de risco relacionados à dor nas costas, como o peso, a postura e até a situação emocional do paciente.Um exemplo é o efeito do sedentarismo: a musculatura das costas, responsável por manter o tronco ereto, conta com a ajuda dos músculos do abdômen para sustentar o corpo. Quando a barriga está flácida e fraca, a maior parte do trabalho fica com as costas. E o centro de equilíbrio do tronco fica desalinhado, forçando a coluna e os músculos dessa região, explica a fisioterapeuta Gerseli Angeli, do Cemafe (Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte), da Unifesp.<img src="http://www.jovempanfm.com.br/tematicas/fitness/image/Clau25.jpg" align="left" alt="A imagem “http://www.jovempanfm.com.br/tematicas/fitness/image/Clau25.jpg” contém erros e não pode ser exibida." />Já a prática de exercícios de alongamento e de fortalecimento do abdômen três vezes por semana leva, num período de dois ou três meses, a uma melhora da condição muscular.De acordo com o levantamento publicado no &#8220;Spine Journal&#8221;, há evidências moderadas de que exercícios aeróbicos e de alongamento, assim como hidroginástica, são efetivos para reduzir a incapacidade gerada pela dor nas costas.Segundo a publicação, ainda não há pesquisas que comprovem a relação entre parar de fumar e emagrecer e a melhoria de lombalgias. A indicação, porém, permanece: para os pacientes fumantes, que parem de fumar. Aos com sobrepeso, que emagreçam. (E aos pesquisadores, um &#8220;forte encorajamento&#8221; para que estudos sobre o tema sejam realizados.)As mudanças no estilo de vida não garantem uma &#8220;imunidade&#8221; contra a dor nas costas, mas, associadas a outros fatores, podem ajudar a preveni-la. E, num cenário em que os tratamentos despertam tantas polêmicas e incertezas, parece ainda mais válido o ditado: prevenir é o melhor remédio.</p>
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		<title>Recuperação de dor nas costas é mais difícil que o previsto</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 14:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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AMARÍLIS LAGE e JULLIANE SILVEIRA &#8211; Folha de S.Paulo
Raymundo, Patrícia e Viviane têm um problema em comum: a dor nas costas. E é muito provável que você se junte a eles nesse grupo. Afinal, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, 85% da população vai viver ao menos um episódio de dor nas costas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.mfotografia.com/foto/0297.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="A imagem “http://www.mfotografia.com/foto/0297.jpg” contém erros e não pode ser exibida." height="544" width="550" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>AMARÍLIS LAGE e JULLIANE SILVEIRA &#8211; Folha de S.Paulo</strong></p>
<p>Raymundo, Patrícia e Viviane têm um problema em comum: a dor nas costas. E é muito provável que você se junte a eles nesse grupo. Afinal, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, 85% da população vai viver ao menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida. E, prepare-se, porque, para esses bilhões de pessoas, as notícias não são boas.</p>
<p>Um estudo publicado neste mês no &#8220;British Medical Journal&#8221; mostrou que a recuperação das lombalgias (dores lombares) é muito mais longa do que o previsto pelas atuais orientações médicas.</p>
<p>Os pesquisadores, liderados por Christopher Maher, do George Institute, na Austrália, acompanharam 973 pacientes nesse país. Pelas diretrizes, o esperado era que 90% deles se recuperassem em até seis semanas. O resultado: um terço continuava a sentir dor um ano após o início do problema -a dor nas costas passa a ser considerada crônica após três meses.</p>
<p align="center"><em><font size="1">Eduardo Knapp/Folha Imagem<br />
</font></em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/recuperacao-de-dor-nas-costas-e-mais-dificil-que-o-previsto/6490/" rel="attachment wp-att-6490" title="bailarino_costas.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/07/bailarino_costas.jpg" alt="bailarino_costas.jpg" /></a><em><font size="2"><br />
O bailarino Raymundo Costa, 50, integrante da Cia. 2 do Balé da Cidade, sofre com os movimentos repetitivos que executa</font></em></p>
<p>E, para quem chegou a esse estágio, a perspectiva de tratamento também não é das melhores. &#8220;The Spine Journal&#8221;, uma das principais publicações destinadas ao assunto, dedicou sua primeira edição deste ano à avaliação das opções de tratamento para lombalgia crônica. O problema, segundo os autores, já começa na hora em que o paciente decide buscar ajuda. A quem recorrer: acupunturistas, reumatologistas, massagistas, ortopedistas, quiropraxistas?</p>
<p>A variedade de tratamentos é ainda maior. A publicação reuniu pesquisas sobre aproximadamente 200 opções &#8211;o que foi chamado de uma seleção &#8220;simplificada&#8221;. A lista inclui mais de 60 remédios (de antiinflamatórios a antidepressivos), 32 terapias manuais, 20 programas de exercícios, 26 modalidades físicas passivas, nove terapias educacionais e psicológicas, mais de 20 tipos de injeção, além de procedimentos cirúrgicos, abordagens de medicina alternativa e diversos produtos como cintas e cadeiras especiais.</p>
<p>Uma oferta que, de acordo com a revista, remete a um verdadeiro &#8220;supermercado&#8221; para dor nas costas.</p>
<p>Não bastasse a confusão que esse excesso de opções poderia causar, a conclusão dos pesquisadores é que as evidências científicas são limitadas, tratamentos que nunca foram submetidos a testes são apresentados como chances de cura e, quando as pesquisas mostram que determinado procedimento gera apenas um benefício mínimo, ele não é descartado.</p>
<p>&#8220;O problema é que nós não entendemos as lombalgias muito bem. Até o momento, quase todos os tratamentos são voltados para os sintomas, e não para a causa. Para a maioria das pessoas, a causa da dor nas costas nunca é estabelecida e o diagnóstico da estrutura que causa a dor não é possível. Assim que nós pudermos definir o que causa o problema, poderemos desenvolver estratégias para preveni-lo ou tratá-lo de forma mais efetiva&#8221;, disse à Folha o pesquisador Christopher Maher, do George Institute, responsável pela pesquisa.</p>
<div align="center"><em><font size="1"> Eduardo Knapp/Folha Imagem</font></em><br />
<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/recuperacao-de-dor-nas-costas-e-mais-dificil-que-o-previsto/6488/" rel="attachment wp-att-6488" title="dentista_costas.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/07/dentista_costas.jpg" alt="dentista_costas.jpg" /></a><br />
<em><font size="2"> Dentista Patrícia Kalina sofre de dores na coluna devido às posturas expecificas a que tem de se submeter durante seu trabalho</font></em></div>
<p>Uma barreira para que esse avanço ocorra, porém, é que a dor nas costas não é um tema prioritário para as agências de pesquisa, afirma Maher. &#8220;É muito difícil convencê-las a financiar pesquisas sobre lombalgias, embora esse seja um problema que custe bilhões de dólares por ano.&#8221;<br />
<strong><br />
Do médico à benzedeira</strong></p>
<p>É nesse cenário que quem sofre com dor nas costas inicia a sua saga &#8211;que pode durar semanas, meses ou anos. No método de tentativa e erro, pacientes e profissionais de saúde vão descartando opção por opção na busca da cura.</p>
<p>&#8220;A maioria dos pacientes que chegam ao ambulatório já passou por muitos profissionais e experimentou diversos tratamentos. Tomou remédios, fez massagens, submeteu-se a sessões de acupuntura, tomou fitoterápicos. Cansadas e com dor, as pessoas procuram até benzedeiras&#8221;, conta o fisiatra Carlos Alexandrino de Brito, coordenador da Escola de Postura da divisão de medicina de reabilitação do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).</p>
<p>Para ele, os pacientes muitas vezes recorrem a essas opções porque não receberam o apoio dos médicos que os atenderam: &#8220;Como a dor nas costas atinge muita gente, os médicos desvalorizam o problema&#8221;.</p>
<p>&#8220;São poucos os que querem se dedicar a essa área, e o assunto vira até piada. Muitos profissionais não entendem o prejuízo financeiro, social e psicológico que a dor nas costas traz. Em vez de avaliar o paciente de forma adequada, receitam um remédio para tratar a dor &#8211;e não a sua causa&#8221;, afirma Brito.</p>
<p>Um risco, de acordo com o fisiatra, é que uma abordagem superficial acabe deixando passar problemas graves que também podem gerar dores na região das costas, como alguns tumores, alterações cardiovasculares, processos reumáticos e problemas gástricos.</p>
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