18/07/2009 - 12:46h Flores para Marta

CULTURA FLORIDA
A Secretaria das Subprefeituras quer montar um pequeno espaço cultural em um dos boxes vazios da feira de flores do largo do Arouche.(Coluna de Mônica Bergamo hoje na Folha de São Paulo).
Não era onde Marta quis construir um telecentro, após ter reformado a praça e as calçadas, e que os tucanos foram contra porque ia contra o tombamento da área?
- Telecentro no Largo do Arouche é barrado -
Quarta-feira, 12 de novembro de 2003.
Diário de S. Paulo
Condephaat diz que medida visa manter espaço do mercado de flores
REGINA TERRAZ
O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) decidiu barrar a construção de um telecentro no Largo do Arouche, no Centro de São Paulo. A intenção da Prefeitura era demolir o atual mercado das flores e construir, no local, um centro comunitário de acesso à internet. As obras seriam patrocinadas pela Vivo, no valor de R$ 1 milhão.
“As floriculturas do largo fazem parte da tradição de São Paulo, já estão incorporadas à paisagem da praça”, diz José Roberto Melhem, presidente do Condephaat, ao explicar os motivos que levaram o órgão a tomar essa decisão. Ele argumenta que mesmo a redução do espaço das barracas de flores iria descaracterizar o patrimônio público. O Condephaat estuda o tombamento tanto do Largo do Arouche como da Praça da República. “Por estar em processo, a área já está preservada”, explica Melhem.