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	<title>Blog do Favre &#187; contratos</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Petrobras responde a reportagem de O Globo com anuncio publicado no próprio jornal</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 15:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem do informe publicitário da Petrobras publicado na página 3 do jornal O Globo




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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">Clique na imagem do informe publicitário da <strong>Petrobras</strong> publicado na página 3 do jornal <strong>O Globo</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/petrobras_anuncio_globo.jpg" title="petrobras_anuncio_globo.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/petrobras_anuncio_globo.jpg" alt="petrobras_anuncio_globo.jpg" width="555" height="402" /><br />
<img src="http://www.portinari.org.br/ppsite/homepage/images/petrobras.png" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.portinari.org.br/ppsite/homepage/images/petrobras.png" width="155" height="49" /></div>
<p></a></p>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: saúde em risco sem exames médicos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Fim de contrato, exames em risco
Fabio Leite e Bárbara Souza &#8211; JT
Após 3 anos de contrato, em que controlou o sistema de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde da capital, em 16 de março a Amplus deixou de operar serviços como raio X e ultrassom em 58 unidades sem ter instalado todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/03/23/img/jt_grande.jpg" width="500" border="0" height="878" /></div>
<p><font size="5"><strong>Fim de contrato, exames em risco</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Fabio Leite e Bárbara Souza &#8211; JT</p>
<p>Após 3 anos de contrato, em que controlou o sistema de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde da capital, em 16 de março a Amplus deixou de operar serviços como raio X e ultrassom em 58 unidades sem ter instalado todos os equipamentos exigidos no contrato de R$ 108 milhões feito com a Prefeitura. A empresa é acusada de fraudes trabalhistas e sonegação de ao menos R$ 1,2 milhão, na qual a Secretaria Municipal da Saúde é considerada corresponsável. Há dois anos a pasta sabia das irregularidades, mas o contrato da Amplus , julgado irregular pelo Tribunal de Contas do Município em julho de 2008, vigorou até o fim. A secretaria, que havia prometido nova licitação, atrasou a definição de quem substituiria a Amplus &#8211; 8 Organizações Sociais -, pondo em risco o atendimento de 250 mil pacientes por mês. A mudança de modelo foi feita de forma planejada, diz a assessoria da pasta.</p>
<p><strong>Saúde levou 8 meses para atender ordem do TCM</strong></p>
<p>O Tribunal de Contas do Município (TCM) determinou, em julho de 2008, que a Prefeitura deveria suspender contrato de R$ 108 milhões da Secretaria Municipal de Saúde com a empresa Amplus para realização de exames de diagnóstico por imagem. À época, o próprio secretário Januário Montone garantiu que abriria nova licitação ainda no ano passado. Mas a administração, que entrou com recurso no TCM, levou oito meses para definir novos operadores dos serviços &#8211; 8 Organizações Sociais (OS), e o fez a apenas 15 dias do fim do acordo com a Amplus.</p>
<p>Os novos contratos, que valem por três anos, chegam a quase R$ 90 milhões, segundo o Diário Oficial. O valor supera o que foi pago à Amplus até o momento &#8211; R$ 84 milhões, de acordo com o Sistema de Execução Orçamentária da Prefeitura, mas a empresa diz ter recebido R$ 66 milhões.</p>
<p>Uma das OSs é a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), que assume o serviço em 22 unidades da cidade por R$ 23,9 milhões por 3 anos. Ela, porém, já foi punida pela própria secretaria com afastamento das atividades há pouco mais de três anos, acusada de prestar serviço deficitário e “quarteirizar” de forma irregular a mão de obra, mesmas acusações que pesam sobre a Amplus (leia ao lado).</p>
<p>As organizações foram contratadas com dispensa de licitação, com base em lei municipal. Apesar de o contrato das OSs prever valor superior ao pago à Amplus, o gerente-geral da Fidi, Francisco Eno, diz que a “responsabilidade de reaparelhar hospitais é da secretaria”. No contrato que terminou, a empresa era responsável por instalar equipamentos e sistemas de digitalização de radiodiagnósticos.</p>
<p>É o impasse sobre os aparelhos que ameaça realização de exames, estimados em 250 mil por mês. A Amplus iniciou a remoção de parte dos 71 equipamentos que diz ter instalado, incluindo os de mamografia, raio X e ultrassonografia.</p>
<p>O diretor comercial da empresa, José Florêncio Ribeiro, porém, diz estar sendo impedido de retirá-los de alguns hospitais. “A transição está tumultuada. Não houve planejamento; as OSs pediram para prorrogar (o contrato), mas o secretário vetou.” A Saúde informou que o “processo se encerra na sexta-feira, quando a Amplus poderá retirar os equipamentos”.</p>
<p>Entre problemas apontados pelo TCM, que levaram à condenação do contrato da Amplus, estão não cumprimento de prazos e não especificação dos aparelhos a serem comprados. As “falhas graves” haviam sido constatadas um ano antes em auditoria da Prefeitura. A Amplus diz que não cumpriu as exigências porque a secretaria não cedeu espaço, como o caso de um aparelho de ressonância magnética de R$ 700 mil, no Hospital do Campo Limpo, que ficou sem uso por 3 anos.</p>
<p><font size="5"><strong>Doméstica teve exame cancelado e não pode trabalhar</strong></font></p>
<p>Os reflexos da mudança na prestação do serviço de diagnóstico por imagens já batem à porta de algumas unidades e deixam pacientes esperando por horas. Ou pior: sem exame. É o caso da doméstica Marilene Barbosa dos Santos, de 43 anos. A ressonância magnética que ela faria nos dois joelhos na segunda-feira passada foi cancelada, sem previsão de nova data.</p>
<p>Ela depende do exame para agendar cirurgia e voltar a trabalhar. “O INSS suspendeu meu afastamento. Além de doente, estou desempregada.” Segundo a Amplus, que realizava o serviço, os contratos com dois laboratórios parceiros que faziam esse tipo de exame foram cancelados após o encerramento do próprio contrato da firma com a Prefeitura.</p>
<p>Na sexta-feira, no Hospital do Campo Limpo, na zona sul, quem tinha exame marcado reclamava da demora para ser atendido ou receber resultados. A dona de casa Iraci Santos Souza reclamou de ter andado à toa. Foi buscar o raio X do filho, mas voltou de mãos abanando. “Já faz duas semanas que ele fez o exame e não está pronto. É um absurdo.”</p>
<p>Na fila de espera para ultrassom, a funcionária pública Enedi Ferreira, de 42 anos, disse que esperou 4 horas. A Amplus informou que o problema ocorreu porque houve um bloqueio no sistema informatizado de agendamento ao fim do contrato.</p>
<p><strong>NOVAS CONTAS*</strong></p>
<p>Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem: R$ 23,9 milhões. Áreas sul, sudeste, centro oeste e leste</p>
<p>Santa Casa de Misericórdia de SP: R$ 4,2 milhões. Área norte</p>
<p>DEMAIS REGIÕES</p>
<p>Casa de Saúde Santa Marcelina: R$ 867,3 mil</p>
<p>Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim: R$ 360,8 mil</p>
<p>Associação Paulista para o Des. da Medicina: R$ 1,59 milhão</p>
<p>Serviço da Construção Civil do Estado de São Paulo: R$ 1,6 milhão</p>
<p>Instituto de Responsabilidade Social Sírio Libanês: R$ 209,1 mil</p>
<p>Associação Congregação de Santa Catarina: R$ 650,1 mil<br />
<strong><br />
* Valores de 3 anos de contrato </strong></p>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: outra licitação da merenda está sob suspeita</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 19:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Funcionário representou empresa adversária em pregão da prefeitura; vínculo indica que competição pode ter sido afetada
Ceazza mantém até hoje contrato que supera R$ 73 mi; contratos de merenda terceirizada também são investigados
ALENCAR IZIDORO &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A empresa que fornece frutas, legumes, hortaliças e ovos usados na merenda escolar da rede municipal de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.abima.com.br/arquivos/e_abima/263_3NASON6MUCOMNVFN0XBUXJKGLO1KXP.JPG" alt="http://www.abima.com.br/arquivos/e_abima/263_3NASON6MUCOMNVFN0XBUXJKGLO1KXP.JPG" /></div>
<p><strong>Funcionário representou empresa adversária em pregão da prefeitura; vínculo indica que competição pode ter sido afetada</strong></p>
<p><strong>Ceazza mantém até hoje contrato que supera R$ 73 mi; contratos de merenda terceirizada também são investigados</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>ALENCAR IZIDORO &#8211; FOLHA SP</strong></p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A empresa que fornece frutas, legumes, hortaliças e ovos usados na merenda escolar da rede municipal de São Paulo obteve seu contrato -que já passa de R$ 73 milhões- em uma concorrência suspeita.<br />
Um funcionário dela representou formalmente uma empresa adversária no pregão da gestão Gilberto Kassab (DEM) para adquirir os alimentos in natura. Ele apresentou e negociou as propostas da concorrente -que perdeu e permitiu ao verdadeiro patrão do funcionário ganhar a disputa.<br />
A situação, documentada em atas no &#8220;Diário Oficial&#8221;, é indício de que, na prática, não houve competição entre as empresas, dizem especialistas.<br />
O contrato da prefeitura com a Ceazza Distribuidora de Frutas, Verduras e Legumes, firmado no final de 2006, tem validade até maio deste ano. Ela foi a vencedora da licitação com um preço 0,1% inferior ao da JJ Comercial e 0,7% inferior ao da Pontual Comercial Agrícola.<br />
No pregão, a Pontual foi representada por Ezequiel Aparecido Rodrigues de Oliveira, que é empregado formal do grupo Ceazza há oito anos.<br />
Especialistas em licitação ouvidos pela reportagem avaliam que essa condição sinaliza um vínculo que pode ter frustrado a disputa. Mas eles se dividem quanto à comprovação.<br />
Professor da Fatec, Paulo Boselli diz que ela é suficiente para caracterizar uma &#8220;irregularidade por fraude à competição&#8221;. O fato de um funcionário ter acesso prévio à proposta e à estratégia da concorrente também é contestado. &#8220;Afinal, será que ele estava defendendo os interesses da empresa A ou B?&#8221;<br />
O advogado Carlos Ari Sundfeld avalia que a situação &#8220;é um indício&#8221; de &#8220;acordo&#8221; que merece investigação, mas que ela &#8220;não é suficiente, por si só, para caracterizar a irregularidade&#8221;.<br />
Segundo Sundfeld, são frequentes os acertos entre empresas antes de licitações para fazer &#8220;jogo de cena&#8221; e aparentar &#8220;uma disputa que não existe&#8221;.<br />
O objetivo, diz, além da divisão de mercado, é garantir que a concorrência não seja dada como &#8220;fracassada&#8221;. Ou seja, dar legitimidade para que ela seja mantida pelo poder público.<br />
A lei de licitações considera crime (sujeito a até quatro anos de detenção) &#8220;frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, o caráter competitivo do procedimento licitatório&#8221;.<br />
O contrato obtido pela Ceazza faz parte do modelo de autogestão da merenda escolar, pelo qual a prefeitura adquire os alimentos e seus servidores preparam a refeição dos alunos.<br />
A administração Kassab também adota outro modelo, em mais de dois terços das escolas, pelo qual todos os serviços são terceirizados -a empresa compra os produtos, prepara a merenda e a entrega.<br />
Esse contrato terceirizado já é investigado pela Promotoria por suspeita de conluio entre as concorrentes no pregão de maio de 2007, além da má qualidade de serviços e produtos.<br />
O Ministério Público Estadual inclusive já recomendou que a prefeitura substitua esse modelo pelo de autogestão.<br />
Uma das empresas investigadas é a SP Alimentação, a quem a Ceazza é ligada. Eloizo Gomes Afonso é sócio de ambas. Com uma, fornece a comida escolar terceirizada. Com outra, vende os alimentos para a autogestão.</p>
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		<title>Autopeça recontrata demitidos em Taubaté</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/autopeca-recontrata-demitidos-em-taubate/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 15:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Cibelle Bouças, de São Paulo &#8211; VALOR
A recuperação nas vendas de veículos ocorrida em janeiro e fevereiro provoca uma lenta retomada da atividade no setor de autopeças. Empresas de Taubaté e do ABC Paulista reconvocam funcionários, estimuladas sobretudo pelo aumento das encomendas pela Volkswagen. Em janeiro, as vendas de automóveis e veículos leves cresceram 5,11% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://outroladodanoticia.files.wordpress.com/2009/02/aaaaautopecas.jpg" alt="http://outroladodanoticia.files.wordpress.com/2009/02/aaaaautopecas.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Cibelle Bouças, de São Paulo &#8211; VALOR</p>
<p>A recuperação nas vendas de veículos ocorrida em janeiro e fevereiro provoca uma lenta retomada da atividade no setor de autopeças. Empresas de Taubaté e do ABC Paulista reconvocam funcionários, estimuladas sobretudo pelo aumento das encomendas pela Volkswagen. Em janeiro, as vendas de automóveis e veículos leves cresceram 5,11% sobre dezembro e, em fevereiro, 0,85% sobre o mês anterior, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No ano, a Volkswagen liderou as vendas de veículos do país, com 23,34% dos emplacamentos.</p>
<p>Ontem, a Thyssenkrupp KMAB, que fornece autopeças para a montadora alemã e possui 400 funcionários em Taubaté (SP), recontratou 38 funcionários dos 70 que havia demitido desde que a crise internacional se agravou, em meados de setembro de 2008. De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do município, Isaac do Carmo, por enquanto, as empresas que têm a Volkswagen como principal cliente estão retomando mais rapidamente o ritmo de produção. &#8220;Outras empresas de autopeças que também demitiram já estão aumentando o pagamento de horas extras. Nesses casos o sindicato tem orientado as empresas a recontratar&#8221;, afirmou.</p>
<p>Carmo observou que a decisão da Volkswagen de convocar os 5,3 mil empregados da unidade de Taubaté para horas-extras aos sábados injetou na economia local R$ 8 milhões no primeiro bimestre deste ano. No ano todo de 2008, o pagamento de adicionais pela empresa no município totalizou R$ 50 milhões. A empresa também renovou os contratos de 650 temporários em janeiro para garantir o ritmo de produção. &#8220;Existe também uma expectativa de que a Fiat normalize a produção até o mês que vem, o que também dará impulso às empresas locais&#8221;, disse.</p>
<p>Em São Bernardo do Campo, a Kostal, que havia negociado com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC a redução da jornada, voltou atrás, também devido ao aumento da demanda. Em fevereiro, outras duas empresas de autopeças da região cancelaram a redução de jornada, a Fiamm e a Polistampo. &#8220;As empresas estão aos poucos cancelando a redução da jornada, mas é preciso confirmar se há mesmo uma tendência&#8221;, afirmou o presidente do sindicato, Sérgio Nobre.</p>
<p>O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, também confirmou a mudança nas indústrias de autopeças, mas salientou que a retomada do emprego é sempre muito mais lenta que o ritmo das demissões. Torres e Nobre citam como fonte de preocupação atual as empresas de máquinas e equipamentos, que têm procurado os sindicatos com o temor de que a redução do imposto de importação sobre máquinas usadas provoque mais quedas na demanda e as obrigue a demitir. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) estuda um plano de ações para evitar demissões nesse setor.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: Blog de Nassif apresenta dossié sobre aparelho médico encostado há 3 anos</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/gestao-kassab-blog-de-nassif-apresenta-dossie-sobre-aparelho-medico-encostado-ha-3-anos/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 19:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 Ver também aqui no blog “Gestão” Kassab: aparelho médico está encostado há 3 anos
O caso Amplus e a terceirização da saúde
A Folha de hoje traz reportagem sobre um aparelho médico, o único equipamento de ressonância magnética da rede municipal, encostado há três anos porque não foi feita a obra necessária para abrigá-la. Na mesma página, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><cite class="date"></cite></p>
<h2><font size="4"> Ver também aqui no blog <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/gestao-kassab-aparelho-medico-esta-encostado-ha-3-anos/" title="“Gestão” Kassab: aparelho médico está encostado há 3 anos" rel="bookmark">“Gestão” Kassab: aparelho médico está encostado há 3 anos</a></font></h2>
<p><font size="5"><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/02/o-caso-amplus-e-a-terceirizacao-da-saude/" title="O caso Amplus e a terceirização da saúde" rel="bookmark">O caso Amplus e a terceirização da saúde</a></font></p>
<p>A <strong>Folha</strong> de hoje traz reportagem sobre um aparelho médico, o único equipamento de ressonância magnética da rede municipal, encostado há três anos porque não foi feita a obra necessária para abrigá-la. Na mesma página, nota informando que o Tribunal de Contas do Município julgou o contrato irregular em junho do ano passado.</p>
<p>É um bom tema para se analisar os limites da terceirização de serviços públicos – que, em princípio apoio, mas que dá margem a muita operação nebulosa.</p>
<p>Vamos a um histórico de documentos levantados na web e no Diário Oficial (<a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRl1SgoQkbzGtvwj" target="_blank">clique aqui</a> para ir ao Google Notebooks conferir):</p>
<p><strong>Documento 1</strong> – a matéria da Folha sobre o aparelho médico que está encostado há três anos.</p>
<p><strong>Documento 2</strong> – Secretaria nega falta de assistência e culpa “ complexidade” por problema.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/03/amplus09012008.jpg"><img src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/03/amplus09012008.jpg" class="alignnone size-full wp-image-29145 alignleft" style="float: left" width="306" height="235" /></a></p>
<p>No Diário Oficial do Município, é possível juntar algumas informações sobre as causas desse problema: para abrigar um aparelho de R$ 10 milhões (há três anos parados) bastaria uma ampliação da sala que custaria R$ 180 mil.</p>
<p><strong>Documento 3</strong> – Matéria de 28 de maio de 2007 do Diário de São Paulo, informando que o problema era antigo. Segundo a matéria, havia uma fila de 3 mil pessoas aguardando a instalação do tal aparelho de ressonância magnética.</p>
<p>E surgem as primeiras informações sobre o valor do contrato:</p>
<p>“Os R$ 108 milhões do compromisso com a empresa seriam suficientes para bancar a implantação de mais de 200 unidades de Atendimento Médico Ambulatorial, as AMAs, uma das bandeiras da gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM)”.</p>
<p>“Nas 80 páginas do documento da corregedoria, nomeada pela própria administração municipal, são relatadas irregularidades no compromisso para diagnóstico por imagem e no de exames laboratoriais. Há falhas na elaboração do modelo escolhido para a contratação e uma lista de obrigações não cumpridas”.</p>
<p><strong>Documento 4</strong> – matéria de O Globo, repercutindo o Diário de São Paulo, na qual a Secretaria da Saúde do município defende a Amplus.  Diz que falta apenas algumas obras no hospital. Pela matéria se fica sabendo que a empresa tinha sido fundada em 1999 (portanto, tinha apenas 6 anos de vida quando o contrato foi assinado) e sua experiência anterior, com prestação de serviços a municípios, se restringia aos municípios de Guarujá e São Vicente.</p>
<p><strong>Documento 5</strong> &#8211; volta-se a uma nota na edição de hoje da <strong>Folha</strong>, informando que, no ano passado, o contrato foi considerado irregular pelo Tribunal de Contas de São Paulo. Apesar do valor considerável – R$ 108 milhões por três anos – não houve licitação. A assinatura se deu ainda na gestão José Serra na prefeitura.</p>
<p><strong>Documento 6</strong> – discussões na Câmara, publicadas pelo Diário Oficial, sobre uma proposta de CPI da Amplus.</p>
<p><strong>Documento 7</strong> – notícia de 12 de novembro de 2008, do jornal A Tribuna, de Guarujá, informando que a Associação Santamarense de Beneficência quer rescindir o contrato de terceirização da tomografia com a Amplus devido “às péssimas condições de serviço prestadas”.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/03/amplus01082008.jpg" class="alignnone size-full wp-image-29146 alignleft" style="float: left" width="303" height="187" />Finalmente, aqui, nota no Diário Oficial de 11 de agosto de 2008 informando do cancelamento frequente de exames pela Amplus, por falta de médicos. <a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/02/o-caso-amplus-e-a-terceirizacao-da-saude/#more-29144" class="more-link">Leia mais »</a></p>
<p><cite><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/category/politicas-sociais/saude/" title="Ver todos os posts em Saúde" rel="category tag"><br />
</a></cite></p>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: aparelho médico está encostado há 3 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 12:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Único equipamento de ressonância magnética da rede municipal de SP nunca foi usado porque gestão Kassab ainda não fez obra necessária
Secretaria da Saúde atribui o atraso à &#8220;complexidade e a requisitos técnicos&#8217;; 6.500 pessoas/mês precisam do exame na rede paulistana


CONRADO CORSALETTE &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Há três anos, repousa embalado em plásticos, num depósito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Único equipamento de ressonância magnética da rede municipal de SP nunca foi usado porque gestão Kassab ainda não fez obra necessária</strong></p>
<p><strong>Secretaria da Saúde atribui o atraso à &#8220;complexidade e a requisitos técnicos&#8217;; 6.500 pessoas/mês precisam do exame na rede paulistana</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/prefeitura-sp-mostra-descaso-com-a-saude-e-joga-dinheiro-fora/5925/" rel="attachment wp-att-5925" title="rm.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/prefeitura-sp-mostra-descaso-com-a-saude-e-joga-dinheiro-fora/5925/" rel="attachment wp-att-5925" title="rm.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/06/rm.jpg" alt="rm.jpg" /></a></div>
<p>CONRADO CORSALETTE &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Há três anos, repousa embalado em plásticos, num depósito da zona norte de São Paulo, um aparelho de ressonância magnética de 13 toneladas, com preço avaliado em US$ 130 mil, que poderia ser usado na rede municipal de saúde paulistana.</p>
<p>O equipamento foi comprado pela Amplus, empresa contratada pela prefeitura em 2006 para prestar serviços de diagnóstico por imagem, mas ainda não foi instalado porque a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) não concluiu as obras necessárias para acomodá-lo no hospital do Campo Limpo, na zona sul da cidade.</p>
<p>O sistema municipal de saúde não conta com nenhum equipamento de ressonância magnética -eficaz no diagnóstico de doenças, principalmente do sistema nervoso.</p>
<p>Mensalmente, as cerca de 6.500 pessoas atendidas na rede paulistana que precisam do exame acabam encaminhadas a hospitais estaduais ou usam os laboratórios da Amplus.</p>
<p>Em junho do ano passado, a Folha revelou que as obras para abrigar o aparelho de ressonância magnética não tinham sequer começado. Na ocasião, a gestão Kassab prometeu concluí-las e colocar o equipamento em uso em 30 de setembro.</p>
<p>A prefeitura chegou a iniciar as obras, mas, a cinco dias do fim do prazo, recebeu um ofício de um técnico da Amplus que fez uma vistoria apontando problemas para sua instalação:<br />
1) A cobertura do local estava apoiada em vigas de ferro, o que contraria as normas de uso do equipamento, já que, quando ele é ligado, transforma-se numa espécie de imã;<br />
2) Não havia rampa para entrada de equipamentos na sala (o local fica num barranco);<br />
3) Tubos das instalações elétricas eram expostos;<br />
4) As portas eram estreitas (com 70 cm de largura), fora dos padrões para serviços de saúde (média de 90 cm);<br />
5) Próximo à porta, havia um cano de esgoto com vazamento.</p>
<p>Procurada pela Folha, a Secretaria Municipal da Saúde atribui o atraso à &#8220;complexidade e a requisitos técnicos&#8221;.</p>
<p>A pasta não se comprometeu com prazos para colocar o aparelho de ressonância (com preço próximo de R$ 310 mil) em funcionamento nem para concluir as obras. O custo da reforma seria de R$ 500 mil.</p>
<p>O contrato da prefeitura paulistana com a Amplus foi julgado irregular pelo Tribunal de Contas do Município em junho do ano passado.</p>
<p>Além de apontar problemas como a não-instalação da ressonância, os conselheiros questionaram a forma da contratação (pregão) para um acordo de valor alto: R$ 108 milhões por três anos. Eles defendem a concorrência pública. A prefeitura recorreu da decisão.</p>
<p>O contrato acaba no próximo dia 16. A prefeitura pretende substituir os serviços da Amplus pelas Organizações Sociais, que administram AMAs (Atendimento Médico Ambulatorial) e hospitais públicos.</p>
<p><font size="5"><strong>Contrato foi considerado irregular </strong></font></p>
<p><font size="-1">DA REPORTAGEM LOCAL </font></p>
<p>O contrato da prefeitura  com a Amplus foi julgado  irregular pelo Tribunal de  Contas do Município em  junho do ano passado.<br />
Além de apontar problemas como a não-instalação da ressonância, os  conselheiros questionaram a forma da contratação (pregão) para um acordo de valor alto: R$ 108  milhões por três anos. A  assinatura foi feita ainda  na gestão do hoje governador José Serra (PSDB).<br />
Os conselheiros argumentaram à época que,  para contratos assim, seria  necessário uma concorrência pública. A prefeitura recorreu da decisão.<br />
O Ministério Público do  Trabalho também investiga a Amplus. Auditoria viu  irregularidades na contratação de funcionários  -por meio de terceirizadas, sem registro. A empresa diz que cumpre seu  contrato e afirma estar em  dia com os tributos.</p>
<p><strong><font size="+1" color="#000080">outro lado</font></strong></p>
<p><font size="5"><strong>Secretaria nega falta de assistência e culpa &#8220;complexidade&#8221; por atraso em obra</strong></font></p>
<p><font size="-1">DA REPORTAGEM LOCAL </font></p>
<p>Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde atribuiu o atraso  nas obras no hospital do Campo Limpo, na zona sul, que permitirão o funcionamento do  aparelho de ressonância magnética, à &#8220;complexidade e a requisitos técnicos específicos&#8221;.<br />
&#8220;O aparelho foi adquirido e é  mantido pela empresa contratada. Entretanto, em nenhum  momento houve desassistência  à população ou custo adicional  para a realização de cada exame&#8221;, afirma a secretária.<br />
A gestão do prefeito Gilberto  Kassab (DEM) não se comprometeu com um novo prazo para  a entrega das obras no hospital.<br />
A Amplus, empresa contratada pelo município, afirma que o  equipamento está guardado de  forma adequada e que pode entrar em funcionamento assim  que a prefeitura der as condições necessárias para isso.<br />
Segundo a secretaria, a Amplus tem de fazer, em média,  600 exames de ressonância  magnética por mês. Tais exames são feitos em instalações  da própria empresa. O restante  das pessoas que procuram pelo  exame na rede municipal é encaminhado para hospitais geridos pelo Estado.Ver também sobre o mesmo assunto <strong><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/06/prefeitura-sp-mostra-descaso-com-a-saude-e-joga-dinheiro-fora/" rel="bookmark" title="Permanent Link: Prefeitura SP mostra descaso com a saúde e joga dinheiro fora">Prefeitura SP mostra descaso com a saúde e joga dinheiro fora</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Cheiro de podre na merenda de Kassab atinge também o governo estadual</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/cheiro-de-podre-na-merenda-de-kassab-atinge-tambem-o-governo-estadual/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 15:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Concorrência]]></category>
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		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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		<description><![CDATA[ A licitação
Mecanismo: Cada empresa fez proposta de preços para 2 lotes, mas venceu apenas 1. Os contratos são de 12 meses
Lote 1: Disputado por SP Alimentação, Serra Leste e Terra Azul. Ganhou a SP Alimentação. Contrato de R$ 57 milhões
Lote 2: Disputado por Sistal e SP Alimentação. Sistal venceu. Contrato de R$ 33,4 milhões
Lote [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="5"><strong>A licitação</strong></font></p>
<p>Mecanismo: Cada empresa fez proposta de preços para 2 lotes, mas venceu apenas 1. Os contratos são de 12 meses</p>
<p>Lote 1: Disputado por SP Alimentação, Serra Leste e Terra Azul. Ganhou a SP Alimentação. Contrato de R$ 57 milhões</p>
<p>Lote 2: Disputado por Sistal e SP Alimentação. Sistal venceu. Contrato de R$ 33,4 milhões</p>
<p>Lote 3: Disputado por Sistal e Geraldo J. Coan e Cia. A segunda empresa venceu o lote. Contrato de R$ 44 milhões</p>
<p>Lote 4: Disputado por Nutriplus, SHA e Convida. A última venceu o lote. Contrato de R$ 41,9 milhões</p>
<p>Lote 5: Disputado por Convida, Milano e Terra Azul. Foi vencido pela Terra Azul. Contrato de R$ 39,3 milhões</p>
<p>Lote 6: Disputado por Geraldo J. Coan e Cia. e Nutriplus. Foi vencido pela Nutriplus. Contrato de R$ 43,2 milhões</p>
<p>Sem lances: Nenhuma das empresas quis participar da fase de lances, em que poderiam apresentar menores preços e eventualmente vencer a concorrência pelo serviço de merenda das escolas</p>
<p><font size="5"><strong>Empresas usaram mesmo método</strong></font><br />
<strong><br />
Todas entregaram propostas de preços em dois lotes; cada uma apresentou o menor valor em um deles</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Vitor Sorano &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p>As seis empresas que fornecem merenda às escolas da rede municipal em São Paulo e são investigadas por suspeita de cartel tiveram conduta idêntica no dia da licitação em que ganharam os contratos. O Ministério Público, que levantou a suspeita, quer que a Prefeitura de São Paulo suspenda os contratos e volte a preparar a alimentação de todos os alunos &#8211; hoje ela é responsável pela menor parte da rede.</p>
<p>O pregão &#8211; tipo de licitação pelo qual a Prefeitura fez a contratação &#8211; dividiu as escolas a serem atendidas em seis lotes. Todas as empresas entregaram propostas de preços em dois deles. Cada uma tinha o menor &#8211; e, portanto, melhor &#8211; preço para um dos lotes. No segundo, as ofertas tinham valor mais elevado.</p>
<p>Pelas regras do pregão, as empresas poderiam apresentar contrapropostas nos lotes em que tinham, inicialmente, cobrado mais caro. Nenhuma delas, porém, deu lance menor para tentar levar o contrato. Logo após conhecer o valor apresentado pelas concorrentes no lote em que perdeu, cada uma das empresas desistiu de participar da disputa.</p>
<p>O pregão, de número 73/2006 e feito na Secretaria Municipal de Gestão entre 2006 e 2007, é citado pelo Ministério Público nas investigações sobre o cartel. A abertura ocorreu no dia 15 de maio de 2007, com uma segunda sessão em 25 de maio daquele ano.</p>
<p>Além das seis que venceram os contratos, outras três empresas participaram, apresentando propostas para um único lote cada uma: SHA Comércio de Alimentos, Serra Leste Ind. e Com. e Comercial Milano Brasil.</p>
<p>A SP Alimentação participou dos lotes 1 (Butantã-Campo Limpo) e 2 (Santo Amaro-Capela do Socorro). Venceu no primeiro, oferecendo R$ 5,6 milhões, batendo a proposta da Terra Azul, que tinha uma proposta 9% maior. Ao ser aberta a fase de lances, a Terra Azul declinou. A Serra Leste concorreu apenas a esse lote e também não fez contraproposta.</p>
<p>A vitória da Terra Azul foi no lote 5 (Jaçanã-Ipiranga), para o qual propôs R$ 4,51 milhões, batendo a Milano e a Convida sem que houvesse rodada de lances. A Convida levou o lote 4 (Guaianases-São Miguel Paulista), na qual concorreu com SHA e Nutriplus.</p>
<p>A Nutriplus, com oferta de R$ 4,05 milhões, ganhou o lote 6 (Penha-São Mateus-Itaquera). Nele, bateu a Geraldo J. Coan e Cia. Essa última &#8211; que assim como as outras não tentou dar um lance menor &#8211; foi ganhar o lote 3 (Pirituba-Freguesia do Ó), contra a Sistal Alimentação de Coletividade. A Sistal foi quem bateu a SP Alimentação no lote 2.</p>
<p>A Nutriplus informou que concorreu no lote em que foi derrotado pois não sabia que iria ganhar no que venceu. Por isso, acabou desistindo no segundo. A empresa afirma que sua conduta foi lícita e que &#8220;não tem cabimento&#8221; falar em combinação de preços.</p>
<p>O assessor da presidência da Geraldo J. Coen, Geraldo Fabri, informou que a empresa só se manifestará após tomar conhecimento da denúncia. A Sistal informou ter encontrado critérios técnicos e logísticos para não fazer contraproposta. Na Milano, ninguém atendeu as ligações. As demais empresas não retornaram o contato.</p>
<p><strong>A Bancada do PT na Assembleia Legislativa levantou no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e no Sistema de Acompanhamento da Execução Orçamentária (Sigeo) a existência de pelo menos 14 contratos irregulares com o Estado de empresas citadas na investigação do MPE. Essas contratações somam R$ 77 milhões, em valores corrigidos. Procurado, o governo do Estado informou que &#8220;dado horário do pedido de resposta (19h50 de sexta-feira), além do fato de se tratarem de contratos antigos (1999 a 2005), anteriores a essa administração, não era possível levantar qualquer informação&#8221;</strong>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Merenda de Kassab: secretário de Saúde nega relação com empresas fornecedoras da prefeitura</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 12:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CPI]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8221;Minha atuação é incisiva na transparência&#8221;
Januário Montone: secretário municipal de Saúde; ele volta a negar relação com empresas investigadas por suspeita de fraudar licitação para fornecimento de merenda
O Estado SP
&#160;
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 O secretário municipal de Saúde e ex-secretário de Gestão, Januário Montone, voltou a negar ontem qualquer relação com as empresas investigadas pelo Ministério Público Estadual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.jornaldagente.inf.br/fotos_materias/DESTAQUE_secretario-JG-309.jpg" alt="http://www.jornaldagente.inf.br/fotos_materias/DESTAQUE_secretario-JG-309.jpg" align="right" /><font size="5"><strong>&#8221;Minha atuação é incisiva na transparência&#8221;</strong></font></p>
<p><strong>Januário Montone: secretário municipal de Saúde; ele volta a negar relação com empresas investigadas por suspeita de fraudar licitação para fornecimento de merenda</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99" class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false">O Estado SP</span></p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto">&nbsp;</p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></p>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
</div>
<div id="corpoNoticia"> O secretário municipal de Saúde e ex-secretário de Gestão, Januário Montone, voltou a negar ontem qualquer relação com as empresas investigadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) por suspeita de fraudar licitação para o fornecimento de merenda escolar. O nome dele e de outros quatro funcionários públicos surgiram durante a apuração. Abaixo, a íntegra da entrevista concedida por e-mail ao Estado:<strong>A que o sr. atribui o surgimento de seu nome na investigação?</strong>Desconheço qualquer envolvimento do meu nome em investigação do MP e fiquei absolutamente indignado e abalado com a afirmação do seu jornal, que fere o que mais prezo e meu maior bem, minha reputação. Na Secretaria de Gestão, como aqui na Secretaria de Saúde, minha atuação é incisiva na transparência, na modernização dos procedimentos, no melhor uso dos recursos públicos. Tenho, ao longo da minha vida profissional, contrariado interesses poderosos, como no caso do leite e da própria merenda aqui na Prefeitura.</p>
<p><strong>Quando esteve à frente da Secretaria de Gestão, tomou conhecimento da saída de algum funcionário graduado para empresas do setor de merendas?</strong></p>
<p>Conforme noticiado na época e inclusive debatido em CPI no Legislativo paulista, a então diretora do Departamento de Merenda deixou a Prefeitura, pouco tempo depois do encerramento do processo de licitação. Manifestei de maneira clara e inequívoca o meu repúdio à sua atitude, a quebra de confiança que gerou e determinei uma revisão em todo o processo. Se houve fraude por formação de cartel, a Prefeitura é a maior interessada em que seja apurado e os responsáveis punidos. Pessoalmente sempre colaborei com os processos de investigação das autoridades e, sempre que possível, me antecipei a eles, como no caso da chamada Operação Parasitas, em que iniciamos uma investigação a partir das notícias de que essa quadrilha estava fraudando processos de licitação na área da saúde.</p>
<p><strong>Por que o relatório da Fipe foi rejeitado pela pasta?</strong></p>
<p>O relatório preliminar não foi aceito por motivos técnicos. Não atendia os objetivos contratados, além de erros metodológicos apurados. Como em qualquer serviço ou produto contratado, o poder público não pode aceitar algo diferente do que foi efetivamente contratado. Foi um debate entre as áreas técnicas, mas que foi encerrado com a Fipe apresentando relatório que efetivamente atendia os objetivos do contrato (processo que acompanhei mais de longe, porque desde setembro de 2007 estou na Secretaria de Saúde).</p>
<p><strong>A terceirização das merendas é positiva para o Município?</strong></p>
<p>Particularmente, não tenho dúvidas de que o modelo de terceirização que implantamos é positivo, pois corrigiu os principais erros e distorções do processo inicial, principalmente quanto à fragilidade do poder de fiscalização. Esta também foi a posição da Câmara no relatório final DAE, uma Comissão que estudou ao questão da merenda e que, inclusive, foi presidida por um vereador do PT.</p></div>
<div id="corpoNoticia"></div>
<div id="corpoNoticia"></div>
<div id="corpoNoticia"><font size="5"><strong>Ex-chefe da merenda migrou para empresa </strong></font></div>
<div id="corpoNoticia"></div>
<div id="corpoNoticia"><strong>Diretor na gestão Serra/Kassab requisitou licitação, acompanhou edital e foi trabalhar para a companhia vencedora</strong></div>
<div id="corpoNoticia"><strong>Promotoria investiga proximidade de servidores com a iniciativa privada; secretário afirma ver &#8220;indícios de conluio&#8221;  </strong></div>
<div id="corpoNoticia"><strong> <font size="-1">ALENCAR IZIDORO<br />
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO</font></strong><font size="-1"><br />
DA REPORTAGEM LOCAL FOLHA SP<br />
</font></p>
<p>Como diretor da merenda escolar da Prefeitura de São Paulo, Sergio Ramos Jr. requisitou  formalmente a abertura de licitação para os serviços terceirizados, acompanhou contratos  e também a elaboração do edital para selecionar os fornecedores da comida aos alunos.<br />
Em fevereiro de 2007, após  ocupar esse posto de confiança  por dois anos nas gestões José  Serra (PSDB) e Gilberto Kassab  (DEM), ele mudou de lado. Foi  contratado para trabalhar na  SP Alimentação, empresa que  se tornaria logo em seguida a  vencedora do principal lote do  pregão da merenda -que é alvo  de suspeita de cartel pelo Ministério Público Estadual.<br />
A trajetória de Ramos Jr. é  um exemplo da proximidade  entre iniciativa privada e servidores que atuam no segmento  -e que é um dos focos de investigação da Promotoria devido a  eventual tráfico de influência.<br />
O inquérito dos promotores  apura a existência de conluio  entre empresas no pregão feito  pela prefeitura em maio de  2007, além da suposta corrupção de agentes públicos e da má  qualidade da alimentação.<br />
Ontem, a gestão Kassab afirmou que pelo menos cinco funcionários que na época do pregão atuavam na secretaria que  contratava a comida escolar -a  da Gestão- prestavam serviços  para a Aberc (associação que  reúne as principais empresas  da merenda terceirizada).<br />
A investigação interna foi  aberta em outubro, após ofício  do Ministério Público Estadual  ao gabinete de Kassab informando sobre o inquérito.<br />
Secretário de Negócios Jurídicos, Claudio Lembo disse que  há &#8220;indícios de conluio&#8221; entre  os funcionários, cujos nomes  são mantidos em sigilo, e as  empresas. &#8220;Eles tinham acesso  a informações privilegiadas.&#8221;  Dos cinco funcionários, todos  com cargos de confiança na Secretaria da Gestão, três deixaram a prefeitura após a licitação, finalizada em 2007. Dois  continuam na prefeitura, mas  na Secretaria da Educação.<br />
Segundo Lembo, ex-governador de São Paulo, ainda não é  possível punir esses funcionários porque a sindicância, que  está sendo conduzida por quatro procuradores, ainda não foi  concluída -isso deverá ocorrer  ainda no primeiro semestre.<br />
A <strong>Folha</strong> identificou nos últimos dois anos, além de Sergio Ramos Jr. (que assina despacho em 17 de julho de 2006 pedindo a concorrência para expansão da comida escolar terceirizada), outros três servidores da capital, um de Limeira e outro de Cotia que trabalhavam com a merenda no setor público, em cargos estratégicos, e se aproximaram das prestadoras desses serviços.<br />
Três ocupavam postos de  confiança do ex-secretário da  Gestão Januário Montone  -hoje titular da Saúde.<br />
Embora não haja impedimento legal, a migração de servidores a empresas da mesma  área é alvo de questionamentos  pois mostra que a aproximação  entre as partes se iniciou quando o servidor ainda tinha poder  para tomar decisões favoráveis  à empresa.</div>
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		<title>Caixa prepara nova redução de juros</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 14:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Plano inclui corte nos spreads; área econômica do banco projeta queda de 3 pontos porcentuais da taxa Selic em 2009
Adriana Fernandes &#8211; O Estado SP



A Caixa Econômica Federal prepara uma nova rodada de redução de taxas de juros dos empréstimos aos seus clientes. O pacote com taxas mais baratas, que será anunciado no prazo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Plano inclui corte nos spreads; área econômica do banco projeta queda de 3 pontos porcentuais da taxa Selic em 2009</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Adriana Fernandes &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/01/caixa-prepara-nova-reducao-de-juros/9301/" rel="attachment wp-att-9301" title="casa_propria.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/01/casa_propria.jpg" alt="casa_propria.jpg" width="434" height="511" /></div>
<p></a></p>
<p>A Caixa Econômica Federal prepara uma nova rodada de redução de taxas de juros dos empréstimos aos seus clientes. O pacote com taxas mais baratas, que será anunciado no prazo de 15 dias, vai incluir também um novo corte de spreads bancários (diferença entre o custo de captação e o custo do empréstimo) em alguns produtos oferecidos pelo banco estatal.</p>
<p>A medida faz parte da estratégia de política econômica do governo de estimular a concorrência e reduzir o custo do crédito para as empresas e pessoas físicas com o objetivo de estimular o crescimento econômico este ano. A redução dos juros dos bancos oficiais será complementar ao novo pacote anticrise que o governo prepara para ser anunciado ainda neste mês.</p>
<p>O vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival, antecipou à Agência Estado que os estudos para o cálculo das novas taxas levam em conta cenário de taxa Selic traçado pelo área econômica do banco federal, de 10,75% ao ano no fim de dezembro de 2009.</p>
<p>Esse cenário está condicionado a uma queda de 3 pontos porcentuais da Selic até o fim do ano. A Selic hoje está em 13,75%. &#8220;Nós reprecificamos uma nova curva de juros&#8221;, disse Percival. &#8220;É uma decisão interna da Caixa, que está em linha com a política econômica do governo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o vice-presidente, os modelos usados pelo banco para traçar os cenários indicam que há espaço para essa redução maior da Selic. A média do mercado, de acordo com a pesquisa Focus realizado pelo Banco Central com instituições financeiras, é de uma queda menor até dezembro, para 11,75%.</p>
<p>O executivo da Caixa destacou que o IGP-10 de janeiro apresentou deflação e os indicadores mostram queda da inflação, com desaceleração do ritmo da atividade econômica. &#8220;Os contratos de DI futuro (juros futuros) derreteram a um nível menor do que em dezembro de 2007&#8243;, disse Percival.</p>
<p>Em dezembro, com a diminuição da volatilidade do mercado financeiro, a Caixa já tinha feita uma rodada de queda dos juros, alongamento dos prazos e dos spreads, seguindo a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que os bancos públicos devem baratear o crédito. A estratégia do governo é usar os bancos oficiais, que respondem por quase 40% do crédito no País, para puxar para baixo as taxas e influenciar as instituições privadas a fazerem o mesmo, diminuindo o custo do dinheiro.</p>
<p>Segundo fontes da equipe econômica, o Banco do Brasil também deve seguir a Caixa. O Banco do Brasil recebeu orientação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para fazer uma nova rodada de baixa dos seus spreads e taxas. No fim do ano passado, o presidente Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, se queixaram publicamente das taxas praticadas pelo Banco do Brasil.</p>
<p>Antes de sair de férias, na semana passada, Mantega se reuniu com um grupo de empresários que reclamaram que o crédito continua elevado. Procurado pela Agência Estado, o Banco do Brasil não quis comentar a informação.</p>
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		<title>Centrais sindicais ameaçam parar empresas que demitirem</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 12:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Decisão, anunciada ontem, contou com a Força Sindical, que se afastou das negociações com a Fiesp
Paula Pacheco &#8211; O Estado SP
As centrais sindicais definiram ontem que vão reagir às demissões com uma onda de paralisações nas empresas de todo o País. Participaram da reunião, organizada pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Decisão, anunciada ontem, contou com a Força Sindical, que se afastou das negociações com a Fiesp</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Paula Pacheco &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p>As centrais sindicais definiram ontem que vão reagir às demissões com uma onda de paralisações nas empresas de todo o País. Participaram da reunião, organizada pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical, Nova Central, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). Faltou a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que ficou de fora da discussão porque terá na segunda-feira um encontro com todas as suas centrais estaduais e maiores sindicatos.</p>
<p>&#8220;Não podemos ficar assistindo às demissões. O próprio governo já percebeu que a marolinha vai ser uma onda grande de demissões. Será preciso uma injeção de dinheiro para evitar esses cortes&#8221;, avaliou Wagner Gomes, presidente da CTB. Uma das surpresas do encontro foi o anúncio do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, de que só voltará a negociar com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) daqui a 10 dias. Ele era voz isolada entre as centrais ao concordar com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, sobre a redução de salários e da jornada de trabalho.</p>
<p>Ontem, Paulinho preferiu se unir às outras centrais, que assinaram uma proposta para começar uma negociação governamental nas esferas federal, estadual e municipal. Ontem mesmo já começaram as costuras para reuniões com os ministros Carlos Lupi, do Trabalho, Guido Mantega, da Fazenda, e com o presidente Lula.</p>
<p>Skaf, agora apoiado apenas por um grupo de grandes empresários e parte dos sindicatos patronais , disse não se sentir isolado com a decisão. &#8220;Achei ótima a ideia do Paulinho de adiar o encontro. Semana que vem será o momento de unirmos forças pela redução da Selic e do spread bancário.&#8221;</p>
<p>O presidente da CUT nacional, Artur Henrique, também é favorável às paralisações. &#8220;A orientação é para que sejam feitas paralisações e greves no caso de cortes. É a forma de resistirmos.&#8221; O líder sindical tenta uma aproximação com o governo para avaliar maneiras de manter os atuais níveis de emprego do País.</p>
<p>Antes da decisão das centrais, as paralisações já vinham ocorrendo. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, onde a GM desligou 802 temporários, conseguiu parar a produção por dois dias, num total de quatro horas. Ontem participaram da manifestação cerca de 5 mil trabalhadores.</p>
<p>Os presidentes dos três sindicatos dos metalúrgicos do ABC, que representam aproximadamente 140 mil trabalhadores, defenderam ontem a união das bases, passando por cima das divergências entre CUT e Força Sindical, para enfrentar o processo de demissões já desencadeado nas indústrias e a proposta do empresariado de redução da jornada com corte de salários. Como primeira atividade conjunta, representantes de São Bernardo estarão hoje , às 13h30, em frente à Magneti Marelli Cofap, em ato promovido pelos metalúrgicos de Santo André contra a ameaça de demissão de 150 operários.</p>
<p>O grupo de sindicalistas do ABC defende estabilidade de emprego de seis meses, por decreto-lei, no caso de empresas que recebem ajuda financeira pública.As demissões no ABC desde outubro até o momento, segundo os presidentes dos sindicatos, atingiram cerca de 2,2 mil operários.</p>
<p>Ontem, representantes do Sindicato Metabase de Itabira (MG) reuniram-se com a rede CUT Vale, que representa os sindicatos ligados à Vale, para organizar um ato em frente à sede da empresa no Rio de Janeiro, em 11 de fevereiro. A mobilização vai repudiar as demissões e as propostas de flexibilização de direitos trabalhistas. Mesmo os sindicatos que aceitaram acordos com a suspensão temporária do contrato de trabalho, como o Metabase de Corumbá (MS), apoiam a manifestação. &#8220;Negociamos suspensão por dois meses para 95 trabalhadores em troca da estabilidade, mas tivemos demissões&#8221;, disse o sindicalista Cassiano de Oliveira.</p>
<p>COLABORARAM PAULO JUSTUS e JOAQUIM ALESSI</p>
<p><strong><br />
Propostas para a crise</strong></p>
<p><strong>Fiesp:</strong></p>
<p><strong>- Redução da taxa básica de juros &#8211; Redução da jornada e do salário</strong></p>
<p><strong>- Desoneração da carga tributária CUT, CTB, CGTB, Nova Central e UGT:</strong></p>
<p><strong>- Empresas que receberem recurso público garantem os empregos</strong></p>
<p><strong>- Eliminação do banco de horas</strong></p>
<p><strong>- Aumento do seguro-desemprego</strong></p>
<p><strong>- Mais dinheiro do FAT para qualificação de mão de obra</strong></p>
<p><strong>- Queda da Selic e do spread bancário Força Sindical:</strong></p>
<p><strong>- Concorda com as propostas das outras centrais, mas aceita a redução dos salários</strong></p>
<p><strong>Ministério do Trabalho:</strong></p>
<p><strong>- Empréstimos com recursos do FGTS e Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) para a empresa que não demitir.</strong></p>
<p><strong>Ministério da Fazenda:</strong></p>
<p><strong>- É contra a garantia de emprego pela dificuldade de separar as demissões rotineiras da causadas pela crise </strong></p>
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