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	<title>Blog do Favre &#187; Copa 2014</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Investimento público reativa indústria de transporte ferroviário</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[Infraestrutura: Governos federal e estaduais planejam gastos de R$ 74 bilhões no setor até 2014


Samantha Maia, de São Paulo &#8211; VALOR
Investimentos públicos em transporte ferroviário de passageiros estão reativando a indústria nacional de trens e equipamentos para o segmento, adormecida há mais de 20 anos no Brasil. De uma produção exclusivamente exportadora de 2003 a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Infraestrutura: Governos federal e estaduais planejam gastos de R$ 74 bilhões no setor até 2014</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-14050" title="trem_bala2" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/trem_bala2-300x225.jpg" alt="trem_bala2" width="300" height="225" /><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Samantha Maia, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Investimentos públicos em transporte ferroviário de passageiros estão reativando a indústria nacional de trens e equipamentos para o segmento, adormecida há mais de 20 anos no Brasil. De uma produção exclusivamente exportadora de 2003 a 2006, o setor ferroviário de passageiros está crescendo e tem hoje 15% de fabricação voltada ao mercado interno.</p>
<p>A perspectiva do lançamento do trem-bala Rio-São Paulo e de projetos de metrô e veículo leve sobre trilhos (VLT) em capitais que se preparam para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014 está criando um ambiente propício para o desenvolvimento de linhas de produção no país. São ao menos R$ 74,4 bilhões a serem investidos pelos governos federal e estaduais até 2014 em empreendimentos no setor.</p>
<p>A retomada da indústria é perceptível com a recente instalação de uma fábrica da espanhola CAF em Hortolândia (SP) e já causa impacto no planejamento de empresas como a Alstom e a Bombardier, que estão de olho na possibilidade de diversificar a produção no país. Apesar de não dar entrevista, a Siemens também acena ao mercado intenção de ampliar sua atuação.</p>
<p>De 2005 a 2008, a produção nacional de trens de passageiro cresceu 147%, enquanto a participação das exportações caiu de 100% para 89% no mesmo período, o que mostra um ganho de espaço do mercado interno. No primeiro semestre deste ano, a produção repetiu o ritmo do ano passado e as exportações continuaram com redução em sua representatividade, passando para 84% do total.</p>
<p>Há 15 anos, a Alstom se instalou no país atraída por uma onda de investimentos que não teve continuidade. A empresa, que era a única fabricantes de trens de passageiro no país antes da entrada da CAF, conseguiu se manter porque se voltou às exportações.</p>
<p>Só a partir de 2007 esse cenário começou a mudar com os investimentos paulistas na expansão do metrô e na modernização dos trens urbanos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). De 2007 para cá a empresa conseguiu fechar contratos em São Paulo e Brasília. São 16 trens para o metrô paulista, mais a modernização e renovação de outros 47. Em Brasília os contratos são para a construção de um VLT e para o fornecimento de 12 trens e do sistema de sinalização para o metrô da cidade.</p>
<p>&#8220;Começa a haver uma diversificação dos polos de investimentos no país e Brasília surge como um local forte em trens de passageiros&#8221;, diz Ramon Fondevila, diretor-geral da Alstom. Além de um total de 107 trens já comprados para o sistema metroferroviário em São Paulo, há licitações em fase de preparação para encomendar mais 33 trens para a CPTM e 26 trens para o Metrô. &#8220;Os investimentos também são importantes para o desenvolvimento da indústria no Estado&#8221;, diz o secretário paulista dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella.</p>
<p>A continuidade da assinatura de contratos faz com que a Alstom volte a programar sua expansão no Brasil. &#8220;Se o mercado continuar dessa forma, pensamos em ampliação e em implantação de novas fábricas&#8221;, diz Fondevila. A companhia importará os trens para o VLT de Brasília, mas segundo o diretor-geral, a intenção é começar a fabricar esse tipo de trem no Brasil caso surjam novos pedidos.</p>
<p>Entre as cidades interessadas em investir no sistema sobre trilhos para passageiros estão Recife, Natal, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, entre as mais lembradas pelos executivos do setor, muitas já com projetos em andamento com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p>O Simefre, entidade que representa as fabricantes de materiais e equipamentos ferroviários e rodoviários, calcula que considerando apenas projetos de expansão de metrô e trens urbanos em andamento hoje, há um universo de R$ 21 bilhões em investimento. Caso outras promessas se concretizem, é esperada a entrada de mais R$ 39,8 bilhões.</p>
<p>Carlos Levy, presidente da Bombardier Transportation no Brasil, diz que o mais importante para o setor é que os investimentos tenham continuidade. &#8220;Para a indústria, o que importa é que os contratos ocorram em períodos curtos, mas que se perpetuem por vários anos&#8221;, diz. Segundo ele, a perspectiva de Copa do Mundo em 2014 e a possibilidade das Olimpíadas de 2016 serem também no Brasil tem garantido certa segurança às empresas de que mais projetos devem se concretizar.</p>
<p>A Bombardier está presente no Brasil desde 2001, mas não fabrica trens. A empresa trabalha com reforma, modernização e sistemas de sinalização de ferrovia de passageiros. Em junho deste ano, ganhou uma licitação para modernizar 26 trens do Metrô paulista, um contrato de cerca de € 87 milhões. De olho nos investimentos, a empresa não descarta a possibilidade de instalar uma nova linha de produção.</p>
<p>&#8220;Não temos restrição, desde que haja projeto que justifique a produção. No momento, porém, estamos mais concentrados em adequar nossa estrutura a uma capacidade maior de atendimento ao mercado&#8221;, diz Levy. Segundo ele, a empresa passou recentemente por uma adequação de pessoal, escritórios, atualização tecnológica.</p>
<p>A CAF veio ao Brasil para atender uma encomenda de 48 trens da CPTM e 17 do Metrô de São Paulo. A perspectiva de novos contratos é que animou a empresa a se instalar e assim cumprir a exigência contratual de 60% de nacionalização. &#8220;Antes tínhamos a intenção em nos associar a uma empresa nacional porque achávamos que o volume não compensava o investimento em uma fábrica. Nossa decisão mudou porque resolvemos olhar o mercado como um todo&#8221;, diz Agenor Marinho Filho, diretor presidente da CAF Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>Gustavo Lourenção / Valor<br />
</em></span><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002354/imagens/foto_30bra-agenor-a3.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em> Agenor Marinho Filho, presidente da CAF Brasil: confiança no crescimento do país trouxe fábrica para São Paulo</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p>Caso os investimentos locais não se confirmem, a CAF optou por também se resguardar com o mercado externo. A intenção da empresa é tornar a fábrica em Hortolândia (SP) uma plataforma de exportação para a América Latina. &#8220;O Brasil é estratégico, pois é o maior mercado da região&#8221;, diz o executivo.</p>
<p>Marinho Filho afirma, porém, que ainda é difícil dimensionar o mercado potencial no Brasil, pois os projetos dependem de decisões de governos. Mesmo assim, considera que a onda de investimentos deve se concretizar. &#8220;Pode demorar um pouco mais, mas os investimentos estão acontecendo. O que dá essa segurança é o país estar crescendo, ter estabilidade, e a necessidade de resolver os gargalos de transporte nas grandes cidades&#8221;, diz ele.</p>
<p>As empresas dizem sentir um aumento do quadro de fornecedores nacionais por conta dos investimentos já em andamento. O índice médio de nacionalização do setor hoje é de 70%, segundo dados do Simefre. Esse é o percentual de componentes nacionais na fabricação de trens da Alstom, mas a expectativa é de que ele aumente. Fondevila, diretor-geral da companhia, diz que já percebe um movimento maior de fabricantes nacionais. &#8220;Antes a gente precisava desenvolver fornecedores, escolhia um com capacidade e desenvolvia para atender a nossa necessidade quando o custo de importação era alto. Hoje não é mais necessário&#8221;, diz.</p>
<p>A Marcopolo, do segmento rodoviário, é um exemplo de empresa que pretende se tornar fornecedora para o setor ferroviário de passageiros. Segundo José Antônio Fernandes Martins, presidente do Simefre e executivo da Marcopolo, o plano deve se confirmar com a implementação do trem-bala Rio-São Paulo, com o fornecimento de poltronas, revestimento e piso. &#8220;Conforme os investimentos forem se concretizando, vamos perceber um crescimento maior do mercado de fornecedores&#8221;, diz ele.</p>
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		<title>Trem-bala será mais rápido que ponte aérea</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 14:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É o que diz estudo técnico encomendado pelo governo para a ligação Rio-SP: 93 minutos sobre trilhos ante 110 minutos de avião
Previsão é que bilhete seja mais barato, mas projeto ainda tem grandes obstáculos, como alto custo e meta de conclusão até Copa de 2014



ALAN GRIPP &#8211; FOLHA SP
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O estudo técnico do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4">É o que diz estudo técnico encomendado pelo governo para a ligação Rio-SP: 93 minutos sobre trilhos ante 110 minutos de avião</font></p>
<p><font size="4">Previsão é que bilhete seja mais barato, mas projeto ainda tem grandes obstáculos, como alto custo e meta de conclusão até Copa de 2014</font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/trem-bala-sera-mais-rapido-que-ponte-aerea/12326/" rel="attachment wp-att-12326" title="trem_bala2.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/trem_bala2.jpg" alt="trem_bala2.jpg" width="555" height="417" /></div>
<p></a></p>
<p>ALAN GRIPP &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>O estudo técnico do trem-bala ligando o Rio a São Paulo prevê que as viagens sobre trilhos podem ser mais curtas e mais baratas do que de avião. O estudo, encomendado pelo governo à consultoria inglesa Halcrow, diz que o trecho pode ser percorrido em 93 minutos, ante 110 minutos de avião -considerado o tempo gasto com check-in, embarque e desembarque.<br />
Da capital paulista, partirá uma linha para Campinas, com tempo estimado de 42 minutos.<br />
Considerando variáveis como custo da obra e demanda, a Halcrow estimou a tarifa entre Rio e São Paulo em R$ 200 nos horários de pico e R$ 150 nos demais. Pelo estudo, o bilhete aéreo tem hoje preço médio de R$ 400 e R$ 180, respectivamente.<br />
&#8220;Tem tudo para acontecer como no Japão, onde o trem-bala matou a viagem aérea entre Tóquio e Osaka&#8221;, comemora o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Bernardo Figueiredo.<br />
Mas há inúmeros obstáculos. O primeiro é o custo, de R$ 34,6 bilhões, bem maior que os R$ 20 bilhões previstos no início -parte do aumento deve-se à decisão de fazer em túneis quase todo o trecho dentro das cidades de Rio e São Paulo -90,9 km do trajeto total (18%).<br />
Com isso, o governo já abandonou a ideia de um trem-bala bancado 100% pela iniciativa privada. A contrapartida do governo pode chegar a 50%, e fundos de pensões das estatais entrarão no negócio.<br />
Outro problema será cumprir a meta de entregar a obra para a Copa de 2014 -prazo alardeado pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).<br />
Técnicos que atuam no projeto duvidam do cumprimento. Dizem que o licenciamento ambiental pode durar mais de um ano e citam ainda possíveis ações judiciais contra as desapropriações. O governo diz que o edital pode ser lançando ainda em agosto. A perspectiva mais otimista é iniciar as obras no segundo semestre de 2010.</p>
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		<title>Mobilidade urbana é prioridade nos projetos para a Copa de 2014</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 14:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leonardo Rodrigues / Valor

Márcio Fortes: só haverá verbas da União para os empreendimentos diretamente ligados à Copa e de menor custo

&#8220;A licitação para as obras acontece no segundo semestre&#8221;, afirmou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sobre o trem-bala São Paulo-Rio
Jander Ramon, para o Valor, de São Paulo
Pouco menos de dois meses depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="1"><em>Leonardo Rodrigues / Valor<br />
<img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002299/imagens/foto14rel-mdarcio-f4.jpg" border="0" /><br />
Márcio Fortes: só haverá verbas da União para os empreendimentos diretamente ligados à Copa e de menor custo</em></font></p>
<p align="right"><em><font size="1"><img src="http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2009/04/dilma_rousseff.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2009/04/dilma_rousseff.jpg" width="260" height="385" /><br />
&#8220;A licitação para as obras acontece no segundo semestre&#8221;, afirmou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sobre o trem-bala São Paulo-Rio</font></em></p>
<p style="background-color: #ffff99">Jander Ramon, para o Valor, de São Paulo</p>
<p>Pouco menos de dois meses depois de a Fifa anunciar as doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 no país, Estados e municípios já batem às portas do governo federal em busca de verbas para o cumprimento dos compromissos firmados com a entidade representativa do futebol.</p>
<p>O ministro das Cidades, Márcio Fortes, adianta que os recursos federais serão concentrados na melhoria da mobilidade urbana, caso de investimentos em metrô, corredores de ônibus, estacionamentos e estarão vinculados às contrapartidas oferecidas pelos governos beneficiários dos projetos. &#8220;Não faremos investimentos sozinhos e só haverá verbas da União para os empreendimentos diretamente ligados à Copa&#8221;, avisa o ministro, que está prestes a lançar em conjunto com a Casa Civil o PAC da Mobilidade Urbana, o que tem aguçado o apetite de prefeitos e governadores.</p>
<p>Embora ainda não exista uma consolidação de todos os investimentos necessários para abrigar o mundial, especialmente na área de infraestrutura, estudos prévios usados por gestores públicos e privados ligados ao evento apontam para valores entre R$ 60 bilhões e R$ 110 bilhões, sem considerar as receitas para construção e modernização de estádios.</p>
<p>Ainda sofrendo os efeitos da crise financeira mundial, com queda de arrecadação e a seletividade dos investidores privados na participação de projetos, governos estaduais e municipais tentam convencer a União de que obras sem ligação direta com a Copa são importantes para o bom funcionamento do evento.</p>
<p>&#8220;É elementar compreender que a Copa não resolverá todos os problemas históricos de infraestrutura do país e é preciso encontrar as soluções com criatividade&#8221;, observa Fortes. &#8220;Analisaremos todos os projetos apresentados pelas cidades-sede, mas os critérios estão definidos e são muito claros&#8221;, alerta. O Ministério da Cidades informa que, com os PACs da Habitação e do Saneamento, mais de R$ 5,72 bilhões estão sendo aplicados nessas capitais e que trarão benefícios até a realização da Copa.</p>
<p>Além de Estados e municípios terem de aportar recursos próprios como contrapartida aos investimentos federais, o ministro afirma que a preferência de destino das verbas da União recairá sobre as obras de menor custo dentro das alternativas dos modais e que se mantenham necessárias após o Mundial. &#8220;Não queremos elefantes brancos que tragam déficits operacionais ou exijam subsídios de governo&#8221;, diz. Entre um corredor exclusivo de ônibus e uma linha metrô, a de menor custo será escolhida.</p>
<p>Os recursos federais virão, de acordo com o ministro, do Orçamento Geral da União (OGU) e do patrimônio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FTGS). &#8220;Prefeituras impedidas de obter financiamento receberão recursos do OGU e, a depender do projeto, se o município puder tomar empréstimos e houver interesse de organismos multilaterais em disponibilizar recursos, vamos apoiar essas iniciativas&#8221;, avisa Fortes.</p>
<p>Responsáveis pelos comitês das cidades-sede não deixam de tentar obter o máximo possível de verbas federais. &#8220;No caso de Cuiabá, vamos tocar os projetos, diretamente ou não ligados à Copa. O que for resolvido pela União será bem-vindo, pois temos outros mecanismos de financiamento e o governo de Mato Grosso dispõe dos recursos para realizar as obras&#8221;, garante o secretário estadual de Desenvolvimento de Turismo e presidente do Comitê Pró-Copa em Mato Grosso, Yuri Bastos Jorge.</p>
<p>Quando havia 18 cidades candidatas a abrigar as partidas do torneio, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) iniciou estudos para mensurar as necessidades de investimentos na área para o pleno atendimento de todas as exigências da Fifa. De acordo com o vice-presidente executivo da Abdib e coordenador do grupo de trabalho da Copa 2014, Ralph Lima Terra, os estudos serão aprofundados, agora, para cada uma das 12 sedes.</p>
<p>A entidade avalia investimentos em nove áreas: mobilidade urbana, portos, aeroportos, telecomunicações, energia, saneamento básico, rede hospitalar, rede hoteleira e segurança. Dessas, segundo Terra, é certo que a iniciativa privada já opera majoritariamente e deverá investir em energia, rede hoteleira e telecomunicações.</p>
<p>O executivo acredita haver espaço para uma maior presença privada nas áreas de mobilidade urbana, saneamento básico e portos, principalmente por meio de Parcerias Público-Privadas (PPP). Como nenhum aeroporto do país está pronto para receber os 500 mil turistas esperados para o evento, segundo cálculos feitos pelo Ministério do Turismo, ele defende uma participação maior da iniciativa privada na ampliação de terminais e construção de novos aeroportos.</p>
<p align="center"><font size="1"><em>Gustavo Lourenção / Valor<br />
</em></font><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002299/imagens/foto14rel-edric-f4.jpg" border="0" /><br />
<font size="1"><em> Eric Farcette, da missão econômica da Embaixada da França: velocidade do trem brasileiro ainda está em estudo</em></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><font size="5"><strong>Transportes: Linha de 530 quilômetros pode abocanhar 53% do tráfego entre São Paulo e Rio de Janeiro</strong></font></p>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/mobilidade-urbana-e-prioridade-nos-projetos-para-a-copa-de-2014/12293/" rel="attachment wp-att-12293" title="trem-bala3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/trem-bala3.jpg" alt="trem-bala3.jpg" width="555" height="373" /></a><br />
Trem-bala vai desafogar ônibus e aviões</div>
<div align="center"></div>
<p style="background-color: #ffff99">Jacilio Saraiva, para o Valor, de São Paulo</p>
<p>O trem de alta velocidade (TAV), um dos pilares do governo federal para apoiar a logística de transporte de passageiros durante a Copa do Mundo de 2014, deverá ter mais utilidades do que permitir somente o vai e vem de torcedores entre os jogos. Estudos divulgados sobre o projeto apontam que o novo trem, que ligará o Rio de Janeiro a São Paulo e Campinas, pode abocanhar 53% do tráfego entre os dois Estados, com potencial para tirar 67% da demanda atendida pelos ônibus, reduzir 47% das viagens de automóveis e quase 50% do volume da ponte aérea.</p>
<p>&#8220;A licitação para as obras acontece no segundo semestre&#8221;, afirmou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante a apresentação do sétimo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no mês passado. O projeto está inicialmente orçado em US$ 11 bilhões e deve ser executado com a ajuda de parcerias no setor privado. Empresas japonesas e francesas estão interessadas na concessão do serviço e no fornecimento de equipamentos.</p>
<p>O governo prevê de oito a onze estações para o percurso. No Rio de Janeiro, pode haver paradas na estação Leopoldina, Galeão e na cidade de Volta Redonda. Em São Paulo, estão previstos seis pontos: São José dos Campos, Jundiaí, Aparecida do Norte, Campo de Marte, Guarulhos e no aeroporto de Viracopos, em Campinas. O tempo do percurso entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo poderá ser feito em 1h45min.</p>
<p>A linha terá 530 quilômetros de trilhos, sendo 130 quilômetros em túneis e viadutos. A previsão é de que serão transportados, por ano, entre oito e dez milhões de passageiros. O fluxo diário pode chegar a 22 mil pessoas, com o preço da passagem estimado em R$ 120. Os estudos que determinarão o número de estações, velocidade de transporte e tarifas devem ser concluídos nos próximos meses.</p>
<p>O projeto do TAV foi anunciado pelo Ministério dos Transportes em junho de 2007. A previsão inicial era que o edital de licitação fosse lançado em agosto do mesmo ano. No início deste mês, o Ministério dos Transportes informou ao Valor que o governo federal ainda finaliza a análise dos estudos de viabilidade do trem-bala para &#8220;dar início à fase de consultas públicas que integram o processo de licitação.&#8221;</p>
<p>Em maio, foram apresentados os resultados dos estudos geológicos e emitido um termo de referência para o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental). O governo também analisa a constituição de uma empresa para coordenar a transferência de tecnologia ferroviária durante a implantação do projeto. A Empresa de Pesquisas Ferroviárias (EPF) será responsável por estudos de futuras linhas de metrô e trens, além de elaborar um planejamento estratégico para o setor.</p>
<p>Um decreto presidencial incluiu o trem-bala no Programa Nacional de Desestatização. O PND facilita a transferência de projetos do governo que poderiam ser melhor gerenciados pelo setor privado. Segundo a ministra da Casa Civil, já foi feito um mapeamento de tecnologias de trens de alta velocidade que interessam ao Brasil. Empresas japonesas e francesas já confirmaram interesse comercial no empreendimento.</p>
<p>O Japão, com uma linha inaugurada em 1964, é considerado pioneiro na implantação de trens de alta velocidade. Já a França é dona do recorde mundial em trens rápidos. &#8220;O modelo V150 atingiu 574,8 km/h em 2007&#8243;, lembra Eric Farcette, gerente de infraestrutura de transporte da missão econômica da Embaixada da França no Brasil. A velocidade do trem brasileiro ainda está em estudo.</p>
<p>Na França, dona de uma malha viária de 1,8 mil quilômetros de linhas de alta velocidade, as pesquisas que desenvolveram o conceito do TGV (Train à Grande Vitesse ou Trem em Alta Velocidade) começaram em 1965. A primeira linha do TGV saiu do papel em 1981, ligando Paris a Lyon. Hoje, a Alstom fornece 70% dos trens que circulam a mais de 300 km/h, em todo o mundo.</p>
<p>&#8220;O governo francês vai investir € 70 bilhões até 2020, em mais dois mil quilômetros de linhas de alta velocidade no país&#8221;, diz Farcette. Segundo o gerente, empresas francesas como a Alstom, SNCF e Systra estão interessadas em trabalhar na implantação do trem brasileiro.</p>
<p>No Japão há interesse por parte de, um consórcio formado pela Mitsui, Mitsubishi Heavy Industry, Toshiba e Kawasaki &#8220;Vamos participar se o empreendimento for financeiramente viável&#8221;, adianta o vice-presidente da Mitsui-Brasil, Masao Suzuki, que aguarda informações mais esclarecedoras sobre o projeto.</p>
<p>Para o secretário de transportes do Rio de Janeiro, Júlio Lopes, a criação do trem-bala pode se inspirar nos planos de infraestrutura asiáticos, que acolhem investimentos públicos e privados para as obras. &#8220;A China vai construir 30 mil novos quilômetros de trilhos até 2014 e 13 mil quilômetros serão reservados para o transporte de alta velocidade&#8221;, diz Lopes, de Xangai, onde cumpre viagem oficial. &#8220;Do total de recursos, o ministério chinês das ferrovias deve entrar com apenas 15%.&#8221;</p>
<p>O modelo financeiro do projeto brasileiro precisa de dinheiro público para que o custo da passagem seja acessível, diz Marcus Quintella, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do mestrado em transportes do Instituto Militar de Engenharia.</p>
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		<title>Obras da Copa do Mundo, programa habitacional e investimento de estatais devem turbinar o setor de construção nos próximos cinco anos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Construção tem projetos de R$ 500 bi
Programas de governo, investimentos estatais e Copa do Mundo transformam setor em motor do crescimento

&#160;
Renée Pereira &#8211; O Estado SP
&#160;


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A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida [...]]]></description>
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<h3 align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_20141.jpg" title="copa_brasil_20141.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_20141.thumbnail.jpg" alt="copa_brasil_20141.jpg" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/minhacasa2.jpg" title="minhacasa2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/minhacasa2.thumbnail.jpg" alt="minhacasa2.jpg" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/presal_selo.jpg" title="presal_selo.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/presal_selo.thumbnail.jpg" alt="presal_selo.jpg" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/trem-bala3.jpg" title="trem-bala3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/trem-bala3.thumbnail.jpg" alt="trem-bala3.jpg" /></a></h3>
<p><strong><font size="4">Construção tem projetos de R$ 500 bi</font></strong></p>
<p><strong><font size="4">Programas de governo, investimentos estatais e Copa do Mundo transformam setor em motor do crescimento</font></strong></div>
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<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Renée Pereira &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
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</span></p>
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<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e num ambicioso plano de investimento das estatais Petrobrás e Eletrobrás, o setor já faz planos para iniciar um novo ciclo de crescimento, interrompido pela crise mundial no segundo semestre de 2008. O otimismo tem base nos números bilionários dos projetos, que chegam perto de R$ 500 bilhões.<strong>Veja também:<br />
<u><img src="http://www.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" /></u></strong><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090615/not_imp387307,0.php" target="_blank"><strong>PPPs podem ajudar a tirar obras e ideias do papel</strong></a></p>
<p><strong><u><img src="http://www.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" /></u></strong><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090615/not_imp387315,0.php" target="_blank"><strong>Petrobrás já tem US$ 31 bi para investir este ano </strong></a><br />
A confiança dos empresários começa a ser renovada com a volta do crédito, embora com taxas ainda salgadas. Entre o quarto trimestre de 2008 e o primeiro deste ano, as empresas foram sufocadas pela falta de dinheiro para poder levantar lançamentos do passado. Outro ponto foi o cancelamento de projetos de expansão da indústria. Tudo isso contribuiu para uma queda de 9,8% da construção civil no primeiro trimestre.</p>
<p>Com a volta das ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, em inglês) e do crédito no mercado internacional, o setor acredita em dias melhores a partir de agora. A aposta é que o programa habitacional e as obras de infraestrutura priorizadas pelo governo para amenizar os efeitos da crise tenham reflexos positivos a partir deste ano, já que 2010 é ano eleitoral.</p>
<p>No caso do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, lançado em março &#8211; que prevê subsídios do governo federal -, a expectativa é de aprovar projetos de 600 mil unidades até julho de 2010, num total de R$ 45 bilhões, segundo projeção do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady. Até o início do mês, a Caixa já havia recebido das incorporadoras 385 projetos imobiliários (65 mil unidades), mas apenas 40 deles já haviam sido aprovados.</p>
<p>Se o governo cumprir o compromisso de reduzir os prazos do processo, o programa poderá alavancar de forma significativa as atividades da construção. &#8220;Muitas construtoras, que não estavam nesse mercado, já se interessaram pela demanda potencial. Afinal, o déficit habitacional do País é de 7,2 milhões de unidades&#8221;,disse o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe. Segundo ele, o programa poderá suprir o mercado de classe média, se o reaquecimento da economia demorar a ocorrer.</p>
<p>A definição das 12 cidades que vão receber os jogos da Copa do Mundo também animou o setor. Embora ainda não haja uma estatística oficial sobre o volume de investimentos, os números que circulam apontam para cifras que vão de R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões.</p>
<p>Em paralelo, o governo federal precisará definir todas as obras de infraestrutura exigidas para receber o evento. Só em transporte serão necessários mais de R$ 30 bilhões (sem contar o trem-bala, que custará US$ 14 bilhões), afirma o professor da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende. Boa parte dos recursos vai para alternativas para melhorar a mobilidade urbana, como a construção de linhas de metrô, corredores de ônibus e estacionamentos.</p>
<p>Outras áreas, como aeroportos, energia elétrica e telecomunicações, terão de ter seus serviços reforçados para evitar um colapso durante o evento. Isso sem contar a ampliação da rede hoteleira.O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Luiz Fernando dos Santos Reis, destaca que, para atender às exigências da Fifa, o governo deverá eleger obras prioritárias para acompanhar e acelerar o processo. &#8220;Nem tudo vai sair do papel. Por isso é importante definir projetos essenciais.&#8221;</p>
<p>De qualquer forma, a expectativa é que a Copa impulsione o Produto Interno Bruto (PIB) do País nos próximos anos, como ocorreu em países que já receberam o evento. Na Alemanha, cujos investimentos ficaram em torno de US$ 10 bilhões, o impacto no PIB foi da ordem de 0,5 ponto porcentual. No Brasil, a expectativa é que as obras promovam maior aquecimento da economia, já que as necessidades são bem maiores.</p>
<p>Outro dado importante é que, para cada R$ 1 milhão de investimento na construção civil, cria-se 33 empregos diretos e 25 indiretos. &#8220;Esse é um tipo de emprego que se reverte quase 100% em consumo, não em poupança. Além disso, a construção civil tem um efeito de arrasto bem maior do que outros setores da economia&#8221;, diz Paulo Resende.</p>
<p>Os especialistas destacam ainda que as estatais foram autorizadas pelo governo federal a ampliar os investimentos para combater a crise. A Eletrobrás anunciou investimentos de R$ 30 bilhões para o período de 2009 a 2012 e a Petrobrás, de US$ 174 bilhões (R$ 348 bilhões) para 2009-2013.</p>
<p>No caso da holding de energia, os planos incluem a construção de, pelo menos, seis hidrelétricas e da Usina Nuclear de Angra 3. É preciso ponderar, porém, que as obras nesse setor normalmente sofrem inúmeros atrasos por questões ambientais e disputas judiciais.</p>
<p>A Hidrelétrica de Belo Monte, por exemplo, está no plano de investimento da Eletrobrás, mas não consegue nem ter seu estudo de viabilidade por causa de pressões de ambientalistas. Já a metade dos recursos da Petrobrás vai para produção e exploração de petróleo.</p>
<p>Na avaliação dos representantes e especialistas do setor, a construção civil deverá ganhar maior participação no PIB a partir do ano que vem &#8211; até 2008, a indústria da construção representava 5,1% das riquezas do País.</p>
<p><strong>MOTOR DE CRESCIMENTO</strong></p>
<p>Obras da Copa do Mundo, programa habitacional e investimento de<br />
estatais devem turbinar o setor de construção nos próximos cinco anos</p>
<p>Valor estimado de investimentos: mais de R$ 500 bilhões</p>
<p><strong>Copa do mundo </strong></p>
<p>Evento exigirá investimentos que podem variar entre<br />
R$ 60 bilhões e R$ 100 bilhões</p>
<p><strong>Principais obras</strong></p>
<p>Reforma e construção de estádios</p>
<p><strong>Transportes</strong></p>
<p>Expansão da rede metroviária</p>
<p><strong>Estacionamentos</strong></p>
<p>Novos corredores de ônibus</p>
<p>Ampliação de aeroportos</p>
<p>Trem de alta velocidade</p>
<p><strong>Telecomunicações</strong></p>
<p>Ampliação e melhora da qualidade dos</p>
<p>serviços prestados</p>
<p><strong>Energia elétrica</strong></p>
<p>Reforço das redes de distribuição de energia e garantia de fornecimento de eletricidade em momentos de consumo de pico durante as partidas</p>
<p><strong>Hotéis</strong></p>
<p>Expansão da rede</p>
<p>hoteleira do País capaz de atender à demanda de turistas que chegarão ao País. A expectativa é receber 500 mil turistas<br />
estrangeiros durante a Copa. Cada um deve gastar cerca de US$ 112 por dia</p>
<p><strong>Minha casa, minha vida</strong></p>
<p>Programa habitacional lançado pelo governo federal em março deste ano prevê investimentos de R$ 60 bilhões em três anos</p>
<p><strong>Investimentos das estatais</strong></p>
<p>Grupo Eletrobrás e Petrobrás planejam investir R$ 30 bilhões (2009-2012) e R$ 348 bilhões (2009-2013), respectivamente, na construção de hidrelétricas, termoelétricas, refinarias, gasodutos</p></div>
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		<title>Copa, turismo e emprego</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 11:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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José Pastore* &#8211; O Estado SP
O IBGE acaba de publicar novos dados sobre as atividades características do turismo (ACT). Em 2006, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam nessas atividades &#8211; 6,7% da população economicamente ativa.
Com quase 7% da nossa população trabalhando nas ACT o Brasil não estaria mal, porque a média mundial é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/11741/" rel="attachment wp-att-11741" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">José Pastore* &#8211; O Estado SP</p>
<p>O IBGE acaba de publicar novos dados sobre as atividades características do turismo (ACT). Em 2006, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam nessas atividades &#8211; 6,7% da população economicamente ativa.</p>
<p>Com quase 7% da nossa população trabalhando nas ACT o Brasil não estaria mal, porque a média mundial é de 10%. Ocorre que a classificação utilizada pelo IBGE é demasiadamente ampla. Por exemplo, cerca de 50% dos trabalhadores das ACT estão na alimentação, que inclui todos os bares, lanchonetes e restaurantes, não necessariamente turísticos.</p>
<p>Quando se consideram apenas as atividades propriamente turísticas (alojamento, agências de viagem, cultura, lazer e transporte), o número de trabalhadores cai para menos de 2 milhões. Destes, apenas 900 mil trabalham no mercado formal &#8211; apenas 1% da nossa força de trabalho. Mesmo quando se considera o pessoal ocupado em atividades indiretas que sustentam as do turismo &#8211; cerca de 800 mil pessoas -, o montante de emprego formal nesse setor não chega a 2% (Alfonso R. Arias e Maria Alice C. Barbosa, Caracterização da mão de obra do mercado formal do turismo, Brasília: Ipea, 2007).</p>
<p>Por aí se vê o quanto estamos longe da média mundial dos campeões do turismo, que têm muito mais de 10% da população economicamente ativa empregada nesse setor, como é o caso de França, Espanha e EUA. Em 2006, a França, que ocupa o primeiro lugar, atraiu 82 milhões de turistas estrangeiros; a Espanha (2º lugar), 60 milhões; os EUA (3º lugar), 56 milhões; enquanto o Brasil ficou com um tímido 41º lugar, com apenas 5 milhões de turistas do exterior.</p>
<p>Não há a menor razão para ser assim. É verdade que não dispomos dos belíssimos museus do Louvre (Paris) e do Prado (Madri) ou de uma Disneyworld (Orlando), mas o Brasil possui uma imensidão de belezas naturais e expressões culturais sedutoras para o turismo de lazer e de negócios (convenções e congressos). A própria rede hoteleira cresceu e melhorou muito nos últimos anos.</p>
<p>Será que a Copa do Mundo terá força para virar o quadro atual? Penso que sim, mas há condições.</p>
<p>O certame em si promoverá o Brasil no planeta, podendo atrair muitos estrangeiros. Ficando mais conhecido, mais turistas virão, mesmo depois da Copa. Para eles, o câmbio é um fator importante, embora para a Copa o seu peso diminua. Além do câmbio, o turista só voltará ao Brasil se encontrar limpeza, segurança, bons serviços e facilidade de locomoção.</p>
<p>Para os brasileiros, a Copa será um motivo a mais para viajar, lembrando que, até o momento o grosso da receita do turismo vem dos turistas nacionais (Wilson A. Rabay e colaboradores, Impacto Econômico do Turismo, Fipe, 2002). Com a Copa, é claro, a movimentação aumentará. Além dos fatores acima, o preço dos hotéis e dos ingressos terão um grande peso.</p>
<p>Tanto para estrangeiros como para brasileiros, as obras de infraestrutura serão cruciais para a alavancagem do turismo. Essas obras têm um efeito muito positivo para gerar empregos durante a construção e depois de concluídas.</p>
<p>Imaginem o que será necessário para transformar São Paulo numa cidade em que possam se mover, em poucas horas, mil jogadores, 20 mil jornalistas, 50 mil auxiliares e técnicos e 80 mil torcedores &#8211; sem contar as avalanches de profissionais da segurança, do transporte, do alojamento e da alimentação e ainda os milhares de espectadores que farão as comemorações. Há que se preparar o equipamento urbano e o quadro de serviços para tudo isso.</p>
<p>Os investimentos em infraestrutura têm um colossal impacto na geração de empregos. A construção de uma linha férrea, a duplicação de um aeroporto, a melhoria de rodovias, a expansão das telecomunicações e outros criam enormes quantidades de postos de trabalho diretos e indiretos. As estimativas do Banco Mundial indicam que, para cada 1% de crescimento nessas áreas, corresponde, em média, um crescimento de 1% do PIB e 0,5% do emprego. Para cada R$ 1 milhão investido em infraestrutura, geram-se, em média, 163 postos de trabalho! Trata-se de um resultado muito expressivo.</p>
<p>O Brasil tem em 2014 a oportunidade de se fixar como um polo turístico vigoroso no mapa mundial e de estimular ainda mais o turismo doméstico. Tudo dependerá de uma lição de casa feita com eficiência e baixo endividamento. Quem viver verá.</p>
<p><strong>*José Pastore é professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo Site: www.josepastore.com.br </strong></p>
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		<title>Não faltam investidores para a Copa de 2014</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 16:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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O valor da cota de patrocínio chega a US$ 80 milhões e há disputa
Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP
Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/11477/" rel="attachment wp-att-11477" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" /></div>
<p></a><font size="4"><strong><br />
O valor da cota de patrocínio chega a US$ 80 milhões e há disputa</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP</p>
<p>Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar os altos custos da cotas para garantir presença. &#8220;Fomos rápidos, pois não queríamos dar chances a nenhum concorrente do nosso segmento se mexer&#8221;, afirma Fernando Chacon, diretor executivo de marketing do Itaú-Unibanco, primeira empresa a assinar contrato de patrocinador oficial da Copa de 2014. Ele conta que as negociações começaram em novembro do ano passado. &#8220;Conseguimos blindar o acesso do concorrente e garantir nossa presença nessa vitrine inigualável.&#8221;</p>
<p>O banco é, até o momento, o único patrocinador oficial do mundial no Brasil &#8211; o primeiro em quase 60 anos. Há seis cotas de patrocínio a serem comercializadas, como informa a assessoria do evento, que é organizado pela Federação Internacional de Futebol, a Fifa. Três delas já estão bem encaminhadas.</p>
<p>No mercado do marketing esportivo, comenta-se que pelo menos duas operadoras de telefonia estão no páreo: a Vivo e a Oi. Procuradas, as duas fogem do assunto. Mas o executivo de uma delas admite, extraoficialmente, que os entendimentos estão avançados e só falta os acionistas liberarem as assinaturas dos contratos.</p>
<p>Os valores dos contratos para o Brasil são salgados. As cotas oscilam entre US$ 40 milhões e US$ 80 milhões, dependendo da extensão da participação. Há patrocinadores master, locais e ainda os &#8220;global partners&#8221;, que são os parceiros de todos os eventos esportivos da Fifa, inclusive a Copa do Brasil. Entre eles estão , por exemplo, grandes marcas, como Adidas, Coca-Cola e Visa.</p>
<p>A presença da global partner Visa, por exemplo, vai restringir a abrangência das ações do Itaú como o banco oficial da Copa de 2014, como reconhece o próprio Chacon. &#8221; Vamos cuidar das operações necessárias à realização do evento no Brasil, como câmbio&#8221;, explica ele. &#8220;O único impedimento que teremos diz respeito ao uso de cartões de crédito e débito, por causa do patrocinador Visa&#8221;. Mesmo com a restrição na extensão do patrocínio, o investimento, cujo valor ele não revela, é, na opinião dele, compensador.</p>
<p>Para o diretor do Itaú, o retorno de imagem que um mundial no Brasil pode trazer é imensurável, dadas às proporções que o evento assume no &#8220;país de chuteiras&#8221;.</p>
<p>Não é uma visão isolada. O diretor de Marketing da AmBev, Carlos Lisboa, não esconde a euforia pelo fato de a recém-comprada cervejaria americana Anheuser-Busch, dona da marca Budweiser, ser uma das patrocinadoras da Copa de 2010, o que, por extensão, deverá estender o direito de permanecer também como patrocinadora da Copa de 2014 no Brasil.</p>
<p>&#8220;As negociações já estão bem engatilhadas. Tanto que já mandamos uma equipe para a África do Sul para ver quais as ações de ativação de marca que eles estão fazendo lá e avaliar como poderemos replicá-las por aqui&#8221;, conta Lisboa.</p>
<p>O fato de os jogos ocorrerem em diferentes cidades ao mesmo tempo &#8211; as 12 escolhidas serão anunciadas no fim do mês -, é outro elemento que pode impulsionar as vendas. &#8220;Com a mobilização que o futebol promove, a Copa do Mundo no Brasil será como um segundo verão para nós.&#8221;</p>
<p>Os números do evento são grandiosos e, por si só, impulsionam os grandes conglomerados a entrar na disputa por uma cota de patrocínio. Na Copa da Alemanha, os jogos foram vistos por 2,6 bilhões de pessoas em 214 países. Só com direitos de transmissão de imagem, a Fifa faturou 2,1 bilhões.</p>
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		<title>Turismo é a quinta pauta de exportação no Brasil e movimentou US$ 6 bilhões em 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 14:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Ministro de Turismo, Luiz Barreto junto ao presidente Lula 
O crescimento do turismo no Brasil, as principais medidas para o setor em 2009, incluindo investimentos em infraestrutura, programas e qualificação, foram temas debatidos pelo ministro do Turísmo, Luiz Barretto, na manhã desta quinta-feira (19) em entrevista com âncoras de emissoras de rádio de todo País. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://carollina.files.wordpress.com/2009/01/01-lula-e-luiz-barreto-agora-ministro-do-turismo.jpg" alt="http://carollina.files.wordpress.com/2009/01/01-lula-e-luiz-barreto-agora-ministro-do-turismo.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"><font size="2"><em>Ministro de Turismo, Luiz Barreto junto ao presidente Lula </em></font></div>
<p>O crescimento do turismo no Brasil, as principais medidas para o setor em 2009, incluindo investimentos em infraestrutura, programas e qualificação, foram temas debatidos pelo ministro do Turísmo, Luiz Barretto, na manhã desta quinta-feira (19) em entrevista com âncoras de emissoras de rádio de todo País. Barretto falou ao Bom Dia Ministro, programa produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido via satélite. Leia abaixo os principais trechos.</p>
<p><strong>   Copa 2014</strong> &#8211; &#8220;Primeiro, temos que aguardar a definição da Fifa (Federação Internacional de Futebol). Temos quase dois meses para conhecer as 12 cidades definitivas dentre as 17 que desejam sediar a Copa. O governo torce por todas, aguardando a decisão exclusivamente técnica da Fifa. A partir disso, trabalharemos fortemente na preparação da Copa do Mundo de 2014. São cinco anos que cabem perfeitamente para reali zar um grande planejamento, pensar nos desafios de infraestrutura, de qualificação profissional e de promoção do Brasil no exterior. A Copa movimenta mais de meio milhão de turistas, mais de 20 mil jornalistas, e tem um momento prévio que também é muito importante. Há questões específicas, como receber bem uma seleção, a exigência de campos técnicos para fazer os treinos anteriores, uma certa privacidade. A hospedagem de um conjunto grande de jornalistas desses países que ficarão no grupo de Belo Horizonte ou no grupo de Brasília. Portanto, é um desafio, mas tenho certeza que nos próximos anos é possível trabalhar a infraestrutura e todas as questões necessárias. O Ministério está à disposição para realizar os estudos técnicos e fazer as intermediações necessárias no contato com a Fifa e com as seleções. Tenho certeza que a Copa do Mundo é uma grande janela de oportunidades para todo o Brasil.&#8221;</p>
<p><strong>Desafios para a Copa</strong> &#8211; &#8220;Temos três grand es desafios: qualificação profissional, infraestrutura turística e hoteleira e a promoção. O da qualificação é um dos temas mais importantes. Assinamos recentemente um primeiro convênio com a Fundação Roberto Marinho, que vai treinar 80 mil jovens nas línguas inglesa e espanhola. São R$ 14 milhões de investimentos nessa área e começaremos por duas capitais brasileiras, Salvador e Rio de Janeiro, estendendo depois para todas as principais cidades indutoras do turismo. Firmamos com a Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, um convênio para tratar do planejamento nosso em relação à Copa do Mundo. Nossa meta é ter 65 destinos de alto padrão de qualidade até 2014. Aplicamos mais de R$ 40 milhões em 2008 no tema da qualificação profissional. Ano passado, mais de cinco milhões de turistas estrangeiros deixaram quase US$ 6 bilhões, consolidando o turismo como a quinta pauta de exportação brasileira. Portanto, temos grandes desafios pela frente, mas tenho certeza que, com muito e sforço, mobilização, parceria com a iniciativa privada, prefeituras e os governos estaduais, vamos vencer esse desafio e transformar a Copa do Mundo não só num sonho, mas numa grande realização para o Brasil e para todo o turismo brasileiro.&#8221;</p>
<p><strong>Qualificação</strong> &#8211; &#8220;A qualificação profissional é um desafio permanente. Alcançamos enormes progressos nos últimos anos. Se olharem o que era o turismo brasileiro há 5, 6, 10 anos atrás, vão notar a grande mudança e para melhor. Melhoramos a qualidade do receptivo turístico. Foi feito um conjunto grande de parcerias com os estados e municípios, com os setores hoteleiro e de transporte. Entregamos certificados no ano passado para mais de 500 taxistas que receberam treinamento nessa área.. São Paulo, que é uma grande porta de entrada do turismo de negócios, é hoje a oitava cidade do mundo em captação de eventos e a primeira das Américas. O Brasil se consolida hoje como grande, não só no turismo de lazer, de sol e de praia, mas no turismo de negócios e de eventos. Uma característica que facilita muito é a hospitalidade brasileira, um diferencial no nosso turismo. Mas certamente nesse mundo globalizado, onde a competição é muito grande, precisamos trabalhar permanentemente o tema da qualificação.&#8221;</p>
<p><strong>   &#8220;Viaja Mais Melhor Idade&#8221;</strong> &#8211; &#8220;É um programa muito importante para períodos de baixa ocupação. Criado em 2007, privilegia pessoas acima de 60 anos, aposentadas ou não, com uma grande linha de financiamento através do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, entre dez e12 parcelos com juros abaixo de 1%. Conseguimos cadastrar quase dois mil hotéis e meios de hospedagem que ofertam na boca do caixa 50% de desconto. É um programa que veio para ficar. Funciona, e bem, em parceria com a Braztoa, o sindicato das operadoras de turismo. Tínhamos perspectiva de vender 50 mil pacotes ano passado e vendemos mais de 180 mil. É fundamental para rodar a cadeia do turismo nos períodos de baixa ocupação e, por outro lado, beneficiar aqueles cidadãos brasileiros que, ao longo de toda a vida, trabalharam muito e merecem um descanso, uma viagem. Eles podem realizar turismo fora das férias. Portanto, é uma vantagem. Há também uma segunda modalidade desse programa: se a pessoa não quer um pacote, pode ir direto a uma rede de hotéis. No www.viajamais.com.br  há todas as informações do programa. Distribuímos também um guia nas agências da Caixa Econômica, que oferece as explicações desse programa. Esse é um programa que trabalha não só com lazer, mas também com a possibilidade da nossa terceira idade se movimentar.&#8221;<br />
<strong><br />
Brasil no exterior</strong> &#8211; &#8220;Temos tido êxito na promoção do Brasil no exterior. Houve um crescimento da entrada de turistas ano passado. Foram mais de cinco milhões de estrangeiros que freqüentaram o Brasil e deixaram aqui US$ 5,8 bilhões de entrada de divisas &#8211; um recorde. Consolidou o turismo como a quinta principal pauta de exportação brasileira e a primeira na área de serviços. A Embratur tem feito um grande trabalho nos 12 mercados emissores de turistas para o Brasil. A primeira dificuldade é a localização. Embora com belezas naturais, rica cultura e de todas as potencialidades, o Brasil está no Hemisfério Sul. Portanto, entre 10 e 12 horas dos principais emissores de turismo no mundo, que são Europa e os Estados Unidos. Isso já é um limitador. A Organização Mundial do Turismo estima que apenas 30% das viagens do mundo são aquelas acima de cinco horas de vôo. Sendo assim, o Brasil não disputa 100% do mercado mundial, porque está na longa distância. Precisamos atuar, ainda, na infraestrutura aeroportuária. Trabalhamos para aumentar o número de vôos, por que todo turismo de longa distância é feito via aérea. O tema da segurança é outra questão importante e acredito no trabalho dos governadores dos estados para melhorá-la. Vamos trabalhar fortemente a integração com os países da América do Sul. Temos uma vantagem, que é ter um grande mercado interno de quase 100 milhões de consumidores. O Brasil teve um grande crescimento da classe média nos últimos anos, com uma parcela significativa da população que, hoje, pode acessar vários bens de consumo, incluindo turismo.&#8221;<br />
<strong><br />
Ranking</strong> &#8211; &#8220;Recentemente, o Fórum Econômico Mundial divulgou o índice de 180 países. O Brasil melhorou bastante de posição. Já é o principal país da indústria do turismo na América do Sul e o segundo das Américas. Tivemos grande crescimento, à frente do México e Argentina e demonstramos que estamos no caminho certo. Ano passado foi aprovada a Lei Geral do Turismo, que é um grande marco regulatório, facilitador dos investimentos privados na área do turismo. Este é um ano excepcional, porque viemos de um grande balanço de 2008, com crescimento de 20% no turismo interno e no doméstico. Agora temos uma grande crise internacional no mercado europeu e americano. Precisamos nos adaptar à crise.&#8221;</p>
<p><strong>   Jovens carentes</strong> &#8211; &#8220;É uma experiência em parceria com vários municípios. Retiramos jovens das ruas e os qualificamos, dando uma chance para que possam ser inseridos no mercado de trabalho. No caso do turismo, é muito importante que se tenha trabalho com guias, com receptivo turístico, algo que faz parte do jeito hospitaleiro do brasileiro. O projeto qualifica, dá uma função. O treinamento em línguas inglesa e espanhola é muito importante para receber turistas internacionais. É uma grande experiência que tem de ser reproduzida nas principais regiões metropolitanas do País. Hoje a competição no mundo globalizado é muito difícil e não adianta ter apenas belezas naturais. É necessário se qualificar para enfrentar a grande competição mundial e só é possível fazer esse trabalho com grandes parcerias. Louvo as parcerias estabelecidas pelo Ministério com prefeituras e governos estaduais, que demonstram que é possível agir em prol do turismo bras ileiro e em prol da meninada brasileira, que precisa de uma profissão.&#8221;</p>
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		<title>Crescer com a Copa</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 12:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Editorial Correio Braziliense
Não importa a profundidade das repercussões da crise financeira internacional sobre o Brasil, o país tem compromissos com investimentos de vulto já a partir do ano que se inicia: a preparação para a Copa do Mundo de 2014. Estimativas preliminares indicam que, apenas dos cofres públicos, o evento consumirá em torno de R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/crescer-com-a-copa/9097/" rel="attachment wp-att-9097" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/12/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" width="536" height="296" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Editorial Correio Braziliense</strong></p>
<p>Não importa a profundidade das repercussões da crise financeira internacional sobre o Brasil, o país tem compromissos com investimentos de vulto já a partir do ano que se inicia: a preparação para a Copa do Mundo de 2014. Estimativas preliminares indicam que, apenas dos cofres públicos, o evento consumirá em torno de R$ 10 bilhões. Mas, antes de ser uma preocupação, o mundial de futebol é ferramenta para o crescimento. Em média, tem impulsionado em 1,5% o PIB (soma das riquezas produzidas internamente) das nações que o sediam.</p>
<p>Trata-se, pois, de mais uma janela de oportunidades que se abre ao Brasil, um antídoto extra em momento de recessão rondando a economia mundial. Calcula-se, por exemplo, que atraia cerca de 500 mil visitantes, incremento equivalente a 10% do fluxo de um ano inteiro. Para recebê-los, obras precisarão ser disseminadas em várias frentes e cidades, abrangendo do setor hoteleiro ao de transportes (rodovias, aeroportos, ferrovias), de telecomunicações a saneamento básico e segurança, sem contar a construção de pelo menos 10 monumentais estádios.</p>
<p>Entre outros benefícios, Brasília, por exemplo, deverá ganhar uma linha de veículos leves sobre trilhos, interligada ao metrô, que irá do aeroporto à W3 e ao Estádio Mané Garrincha. Os projetos prevêem, ainda, a interligação do Rio de Janeiro a São Paulo, passando por Campinas, por trem de alta velocidade. São obras de infra-estrutura de caráter permanente, de interesse da população, um salto no desenvolvimento nacional. Melhor: com grande oferta de mão-de-obra durante a fase de execução e mais alguma posteriormente, na operação e manutenção.</p>
<p>Até 31 de março, as 12 cidades brasileiras que receberão jogos serão anunciadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A partir daí, o governo federal definirá as áreas prioritárias para investimentos públicos. Serão aproveitados projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que já estão sendo definidos pela Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib). Contudo, recomenda-se que seja seguido o exemplo de países como a Alemanha, que financiou apenas um terço das obras e usou o forte apelo do milionário evento para formar parcerias com a iniciativa privada.</p>
<p>Vale lembrar, a propósito, os Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro. Na ocasião, questões políticas e partidárias influenciaram a coordenação dos trabalhos entre os três níveis de governo e o resultado foi que o ônus maior das despesas sobrou para a União. Deve-se tirar lições positivas dessa má experiência. Por fim, seria louvável se o Palácio do Planalto formasse uma equipe para centralizar o comando das iniciativas do Executivo, a fim de não ver frustrada a oportunidade de promover o avanço do país.</p>
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		<title>O desafio da Copa 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 15:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Copa 2014 poderá ter hospedagem em navios e, em terra, a volta da classificação de hotéis por estrelas, diz ministro do Turismo, Luiz Barreto


Ministro de Turismo, Luiz Barreto, presidente Lula e Jeanine Pires, presidente da Embratur, em New York fazendo campanha para o turismo no Brasil 
Cristina Massari &#8211; O Globo

RIO &#8211; A volta das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Copa 2014 poderá ter hospedagem em navios e, em terra, a volta da classificação de hotéis por estrelas, diz ministro do Turismo, Luiz Barreto</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/o-desafio-da-copa-2014/7678/" rel="attachment wp-att-7678" title="barreto_lula_pires.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/o-desafio-da-copa-2014/7678/" rel="attachment wp-att-7678" title="barreto_lula_pires.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/barreto_lula_pires.jpg" alt="barreto_lula_pires.jpg" width="540" height="346" /></a></div>
<div align="center"><em><font size="1">Ministro de Turismo, Luiz Barreto, presidente Lula e Jeanine Pires, presidente da Embratur, em New York fazendo campanha para o turismo no Brasil </font></em></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Cristina Massari &#8211; O Globo</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/09/25/25_MAA_tur_embratur.jpg" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/09/25/25_MAA_tur_embratur.jpg" /></div>
<p>RIO &#8211; A volta das estrelas para classificar os hotéis brasileiros, a possibilidade de se hospedar num navio de cruzeiro durante a Copa de 2014, a reforma da área portuária do Rio de Janeiro, e a reformulação da gestão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, além da abertura de capital da Infraero são alguns dos temas que ocupam a mente do ministro do Turismo, Luiz Barreto, e entram na agenda do setor para os próximos anos. De Londres, onde fez o lançamento da nova campanha publicitária da Embratur para promover o Brasil no exterior , o ministro recém-empossado formalmente no cargo (estava como interino desde o desligamento de Marta Suplicy, em junho, para concorrer à Prefeitura de São Paulo), concedeu entrevista ao site do Globo.</p>
<p>Com a Copa de 2014 e a campanha para o Rio sediar as Olimpíadas em 2016 no Rio de Janeiro, na mira, o ministro tem aproveitado as viagens que faz para observar soluções e idéias para o planejamento destes eventos, assim como fez em Pequim e na África do Sul, lugares onde esteve recentemente em missão oficial. Esta semana, Barreto esteve em Nova York e Londres. Em seguida, sua trupe ruma para América do Sul. ( veja no YouTube, o filme da campanha publicitária da Embratur )</p>
<p>- Os preparativos para a Copa já são uma agenda nossa. E, mais importante até que o equipamento esportivo são o transporte e a acessibilidade e a infra-estrutura turística. Aqui, vamos à BBC para conhecer o projeto que fizeram com a China, em que eles ensinaram inglês aos chineses, preparando-os para as Olimpíadas. Aproveito também para conhecer as estratégias de promoção destes países e verifico não só as instalações da infra-estrutura esportiva, mas também como estão sendo resolvidas questões como a ampliação da oferta hoteleira durante os eventos.</p>
<p>Usando o Rio, candidata à sede das Olimpíadas como exemplo, Barreto menciona a possibilidade de expansão do parque hoteleiro pela Barra da Tijuca, mas também a necessidade de reforma dos hotéis existentes. E afirma que está buscando linhas de financiamento para isso junto ao BNDES e ao Banco do Brasil:</p>
<p>- É um desafio ter linhas de financiamento mais atrativas para ampliação e reforma do parque hoteleiro. Podemos criar um fundo que reduza o custo dos juros, por parte do governo federal, prefeitura e estadual, com contrapartida do empresário &#8211; diz Barreto.<br />
<font size="4"><strong><br />
&#8221; Voltam as estrelas para a certificação hoteleira, porque é um padrão de aceitação internacional &#8220;</strong></font></p>
<p>Entende-se como contrapartida dos empresários, explicou o ministro, adotar a certificação para a classificação hoteleira:</p>
<p>- A Lei Geral do Turismo (sancionada no dia 17/09 pelo presidente Lula) inclui a classificação hoteleira. Só teria direito a estas linhas de financiamento quem se sujeitasse a certificação do ministério. Voltam as estrelas, porque é um padrão de aceitação internacional.</p>
<p>Considerando que megaeventos geram uma demanda por hotéis que podem não se perpetuar, Barreto cita também a possibilidade de uma oferta hoteleira de ocasião, ou literalmente &#8216;flutuante&#8217; a partir de exemplos dados por Montreal, no Canadá; em Sydney, na Austrália e Atenas, na Grécia.</p>
<p>- Precisamos pensar em alternativas com sustentabilidade. Aproveitar os leitos de navios em rotas de cruzeiros é um mecanismo como se verificou na Grécia, no Canadá e na Austrália &#8211; sugere.</p>
<p>O ministro do Turismo, Luiz Barreto; Lula e Jeanine Pires, em Nova York, no lançamento da campanha publicitária da Embratur em Nova York / Foto: Divulgação Se infra-estrutura é palavra-chave nos preparativos para a Copa, os portos também passam a ser tema da agenda do Ministério do Turismo, à medida que os transatlânticos são vistos como possíveis hotéis flutuantes durante o evento. Barreto vai se reunir com o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, para pensar remodelação do serviço receptivo nos portos.</p>
<p>- Primeiro temos que ver as idéias que já existem. Sem inventar muito. Há os exemplos do Píer 17, em Nova York, de Barcelona, Puerto Madero, na Argentina. E Belém, que é tem experiência interessante. Era uma cidade que vivia de costas par o rio, hoje de frente. E o Rio de Janeiro tem tudo para um grande projeto turístico para transformar toda a área do porto &#8211; diz o ministro.</p>
<p><strong>    <font size="4">&#8221; O Rio de Janeiro tem tudo para um grande projeto turístico para transformar toda a área do porto &#8220;</font></strong></p>
<p>Cauteloso, o novo ministro se esforça para citar a importância de muitos destinos brasileiros, mas como foco das atenções para os dois megaeventos em pauta, o Rio de Janeiro é cidade recorrente no discurso do novo ministro. Com a revisão do compromisso assumido para as Olimpíadas, ano que vem o Rio passa por sua prova de fogo para vencer suas concorrentes Chicago, Madri, Tóquio. E o ministro sabe que a infra-estrutura aeroportuária brasileira é ponto fundamental nesta disputa.</p>
<p>- O BNDES entrega no fim de outubro a primeira versão de um estudo para o modelo de concessão privada para os aeroportos. Galeão e Viracopos serão os pilotos e, além disso, existe o debate sobre a abertura de capital da Infraero &#8211; diz, contando como ponto a favor desta campanha, o fato de o presidente Lula ter pedido ao Bndes a elaboração do estudo.</p>
<p>Para tantas realizações, o ministro se mostra otimista com relação aos investimentos privados para a obtenção dos recursos necessários:</p>
<p>- Percebi que na África do Sul, onde a situação do transporte público é dramática, eles estão correndo atrás do tempo. Na China, a situação era parecida, mas muita coisa foi construída. Nos dois casos houve investimento grande com recursos do estado. Mas para a Copa no Brasil, acho que na mescla, o investimento privado será maior.</p>
<p><strong>Do Bolsa Família para o turismo</strong></p>
<p>Em breve, contou o ministro, o turismo se somará à construção civil na iniciativa de dar oportunidades aos inscritos no programa Bolsa Família do governo federal:</p>
<p>- Convencemos o Ministério do Trabalho, a Casa Civil e o Ministério do Desenvolvimento Social a incluir o turismo como possibilidade de porta de saída do Bolsa Família. Serão aplicados recursos do FAT para capacitação na área de gastronomia, artesanato, hotelaria, transportes, feiras, visando também a capacitação do receptivo para a Copa do Mundo. O projeto deverá entrar em execução em 2009 e ficará em vigor até 2014 &#8211; disse o ministro.</p>
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		<title>Abrindo caminhos para o progresso</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

&#8220;Com a expansão da rede, motivada pelos Jogos Olímpicos deste ano, Hong Kong foi da primeira para a sexta colocação (dos mais lotados ndlf). Nos últimos dois anos, a malha metroviária da cidade quase duplicou &#8211; de 83,7 km para 175 km.&#8221; (JT- Estadão).
Em 2014 Brasil será sede da Copa do Mundo. Para responder a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080908/img/cidades.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080908/img/cidades.jpg" /></div>
<p><strong><br />
<font size="4">&#8220;Com a expansão da rede, motivada pelos Jogos Olímpicos deste ano, Hong Kong foi da primeira para a sexta colocação (<em>dos mais lotados ndlf</em>). Nos últimos dois anos, a malha metroviária da cidade quase duplicou &#8211; de 83,7 km para 175 km.&#8221;</font></strong><font size="4"> </font>(<strong><em>JT- Estadão</em></strong>)<em>.</em></p>
<p><em>Em 2014 Brasil será sede da Copa do Mundo. Para responder a este enorme desafio e alavancar o êxito do evento, transformando-o em fator de progresso e melhorias para a população, Marta Suplicy apresentou um plano de mobilidade urbana com a meta 2014. O plano de Marta, serve de base a elaboração do PAC da mobilidade urbana que o presidente Lula e a ministra Dilma anunciarão após as eleições.</em></p>
<p><em>O plano de Marta como candidata à prefeitura especifica esse plano para a cidade propondo que a parceria municipal, federal e estadual promova um salto na expansão do metrô . Como fez Hong-Kong, citada pelos jornais O Estado de São Paulo e JT. </em><em>(não duplicar em 2 anos como Hong-Kong; mais modesto: duplicar em 6 anos.)</em></p>
<p><em>Os demo-tucanos no comando do Estado de São Paulo, responsáveis pelo metrô, procuram desqualificar as propostas de Marta, que contam com o apoio do governo federal. Mas após as eleições ficarão compelidos a aceitar a proposta pela pressão da própria opinião pública e a vontade clara do governo federal em propulsar o desenvolvimento do transporte público e da ação de Marta prefeita. O intuito dos demo-tucanos agora é desqualificar e tentar derrotar Marta, para depois se apropriar das suas propostas. Foi assim que agiram com os CEU&#8217;s, o Bilhete-Único, os uniformes e material escolar, os hospitais Cidade Tiradentes e M&#8217;Boi Mirim, os cursos profissionais, as policlinicas de especialidades etc. </em></p>
<p><em>Não estranha, o tucano é uma pássaro predador, voa baixo e ataca o ninho dos outros. LF<br />
</em></p>
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