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	<title>Blog do Favre &#187; Cristina Kirchner</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Com Cristina Kirchner, Lula e Marisa celebram 7 de setembro</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 14:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Cerca de 30 mil pessoas assistem aos desfiles do dia da Independência na Esplanada dos Ministérios, em Brasília

                     Leonardo Goy e Fabio Graner, de O Estado de S. Paulo


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       [...]]]></description>
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<h3></h3>
<p><strong>Cerca de 30 mil pessoas assistem aos desfiles do dia da Independência na Esplanada dos Ministérios, em Brasília</strong></div>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">                     Leonardo Goy e Fabio Graner, de O Estado de S. Paulo</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">          BRASÍLIA - O presidente <a href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM%21cBQM.action?e=&amp;s=Luiz%20In%E1cio%20Lula%20da%20Silva%20">Luiz Inácio Lula da Silva </a>participa neste domingo das comemorações de 7 de setembro, acompanhado de ministros e da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que está em visita oficial ao Brasil. Lula chegou à Esplanada dos Ministérios, onde se realiza o desfile, acompanhado de dona Marisa Letícia.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/lula_7_de_setembro_ae.jpg" width="547" height="364" /></div>
<p align="center">José Alencar (e), Cristina Kirchner, Lula e Marisa durante abertura do desfile.  Foto: Celso Junior/AE</p>
<p>Cerca de 30 mil pessoas assistem aos desfiles, segundo estimativas da Presidência da República. Sob um forte calor, o público assistiu Lula e Marisa desfilarem em carro aberto.</p>
<p>Aplaudido por populares que agitavam bandeirinhas, Lula foi recebido no palanque pelo vice-presidente José Alencar, pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.</p>
<p>A presidente argentina acompanha no palanque o desfile militar entre Lula e José Alencar. Outros ministros participam da cerimônia, além do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia.</p>
<p><strong>(com Agência Brasil)</strong></div>
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		<title>Cristina não negocia e enfrenta os ruralistas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 07:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Garantia policial: caminhão passa por rodovia em Gualeguaychú, na Argentina, aberta por um batalhão da polícia
Janes Rocha &#8211; VALOR
O governo argentino deu uma nova demonstração de força aos agricultores ontem ao reiterar o sistema de retenções sobre as exportações de soja e girassol, em meio a um pacote de medidas de estímulo ao campo anunciadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.valoronline.com.br/images/edicoes/ed_0001977/imagens/foto01int-ardgentina-a9.jpg" id="ctl00_ContentInterna_rptBody_ctl00_imgPicture" style="border-width: 0px" height="233" width="256" /></p>
<div align="center"><font size="1">Garantia policial: caminhão passa por rodovia em Gualeguaychú, na Argentina, aberta por um batalhão da polícia</font></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Janes Rocha &#8211; VALOR</strong></p>
<p>O governo argentino deu uma nova demonstração de força aos agricultores ontem ao reiterar o sistema de retenções sobre as exportações de soja e girassol, em meio a um pacote de medidas de estímulo ao campo anunciadas à noite pelo ministro da Economia, Martín Lousteau.</p>
<p>As retenções, uma espécie de imposto sobre a venda do produto ao exterior, foram elevadas, no caso da soja, de 35% fixos para uma faixa móvel entre 20% e 44%, de acordo com o preço dos grãos no mercado internacional. A mudança, feita a duas semanas do início da colheita da safra deste ano, foi o motivo do protesto dos produtores rurais que há 20 dias interrompem o trânsito nas estradas e causam desabastecimento de alimentos nos principais centros urbanos.</p>
<p>As medidas de estímulo incluem uma compensação aos pequenos agricultores (que produzem até 500 toneladas), com crédito em dinheiro na conta corrente, além de subsídios equivalentes à metade do custo do frete para os produtores situados nas regiões Nordeste e Noroeste do país &#8211; as mais pobres e distantes das zonas portuárias.</p>
<p>Também foi anunciada a reabertura das exportações de trigo e um programa de incentivos à produção de leite; uma nova linha de financiamento com prazo de 5 anos e juros de 6% ao ano e a criação de uma subsecretaria especial voltada aos pequenos e médios produtores. Segundo Lousteau, a compensação às retenções vai atingir 62,5 mil produtores, que representam 80% do total de produtores de soja e girassol, mas respondem por apenas 20% da produção.</p>
<p>As medidas foram recebidas com ceticismo e desagrado pelas lideranças agropecuárias.</p>
<p>Eduardo Buzzi, presidente da Federação Agrária Argentina, disse que faltou &#8220;generosidade&#8221; por parte do governo e que, com a manutenção das retenções, &#8220;não se modificou na essência o motivo do conflito&#8221;. Decepcionados com o pacote, os agricultores prometem continuar a paralisação até quarta-feira, quando haverá uma assembléia geral para discutir o assunto.</p>
<p>O pacote era esperado desde a frustrada reunião de sexta-feira de ministros com os representantes das entidades que organizaram a manifestação dos agricultores. Com a perspectiva de anúncio de medidas, o movimento já estava se diluindo nesta segunda-feira, com várias estradas sendo aos poucos liberadas ao tráfego. Havia, entretanto, alguns focos de resistência, como os produtores da província de Entre Ríos que colocavam o fim do sistema de retenções como única condição para que suspendessem o protesto.</p>
<p>Em assembléia na noite de domingo, eles decidiram parar os caminhões brasileiros e uruguaios que entram na Argentina pela Rodovia do Mercosul. Mas foram impedidos por um batalhão da polícia que foi enviado à fronteira com o Uruguai para garantir a passagem de caminhões estrangeiros. Em outros pontos da região, no entanto, o tráfego seguia impedido.</p>
<p>Em um discurso na Casa Rosada, após o anúncio das medidas, a presidente Cristina Fernández de Kirchner negou que as retenções vão causar prejuízo aos produtores. &#8220;Mesmo sem a compensação que estamos anunciando, a atividade rural é rentável.&#8221; Ela fez um apelo aos produtores para que liberem as estradas, ainda que queiram continuar com seus protestos: &#8220;Por favor deixem transitar os caminhões&#8221;. E completou: &#8220;Pensem como parte e não como proprietários do país&#8221;.</p>
<p>Ao enfrentar os produtores agrícolas em sua principal reivindicação, o governo contava também com a pressa deles em uma solução para que pudessem retomar a produção, sob o risco de arcarem com elevados prejuízos.</p>
<p>Segundo um acompanhamento mensal da Bolsa de Cereais, a paralisação dos produtores está atrasando a colheita da soja, cuja produção estimada para a safra deste ano é de 47 milhões de toneladas.</p>
<p>De acordo com a Bolsa, até 28 de março apenas 790 mil hectares (ou 4,7% da área cultivada) tinham sido colhidos. Neste mesmo período no ano passado, 1,68 milhão de hectares estavam colhidos. &#8220;A demora implica riscos que podem afetar o rendimento e a qualidade&#8221;, alertam os analistas da Bolsa de Cereais responsáveis pelo relatório.</p>
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		<title>Ainda sobre os panelaços na Argentina</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 16:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Vamos esclarecer algumas coisas. O problema não está em pessoas da classe média argentina saírem às ruas batendo panela, embora eu ache isso um tanto ridículo. Os próprios blogueiros de buenos aires estão refletindo sobre os panelaços dos anos 90, que derrubaram ministros das fazenda. Adiantou alguma coisa? Na verdade, não. Derrubaram ministros, inclusive alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/5532/971/1600/z/486768/gse_multipart63682.jpg" alt="Oleo do Diabo" id="Header1_headerimg" style="display: block" height="128" width="551" /></div>
<div style="text-align: center"><img src="http://weblogs.clarin.com/itinerarte/archives/cacerolazo.jpg" alt="cacerolazo.jpg" height="252" width="300" /></div>
<p>Vamos esclarecer algumas coisas. O problema não está em pessoas da classe média argentina saírem às ruas batendo panela, embora eu ache isso um tanto ridículo. Os próprios blogueiros de buenos aires estão refletindo sobre os panelaços dos anos 90, que derrubaram ministros das fazenda. Adiantou alguma coisa? Na verdade, não. Derrubaram ministros, inclusive alguns bons ministros, que pegaram o abacaxi incomensurável cultivado pelo governo Menen, o otário que mais levou à sério as reformas neoliberais sugeridas pelos americanos. Aliás, por falar em americanos, nada como um dia após o outro. A cobra está sendo intoxicada pelo próprio veneno. Enquanto o mundo inteiro cresce, só os EUA têm crise, devido à estupidez neoliberal. O neoliberalismo é uma ofensa ao liberalismo. Não tem nada de liberal no neoliberalismo. Até mesmo a teoria do Estado mínimo é uma balela. O neoliberalismo tenta se vender como verdadeiro capitalismo quando não passa de uma tática semi-mafiosa na qual grupos financeiros ligados ao poder ganham milhões às custas de transferir par si a renda de milhões de trabalhadores e empresários.</p>
<p>Voltando à Argentina, o problema não está na panela. Está em quem bota fogo na panela. Em Buenos Aires, há manifestações quase diárias sobre tudo e todos. A maioria são sérias, com faixas explicativas, demandas específicas. Naturalmente, a maioria são de sem-terras pedindo terras, desempregados pedindo empregos, e assim vai. A diferença deste novo panelaço é justamente&#8230; a falta de demandas. As pessoas simplesmente saem batendo panelas pelas ruas, à noite, depois de ouvir pelo rádio e pela televisão que outras pessoas estariam indo às ruas “espontaneamente”. O conceito de “espontâneo”, naturalmente, possui um sentido muito especial. Esqueçamos o fato de ser falso, já que manifestações convocadas por locutores de rádio e televisão a cada 10 minutos não podem ser, tecnicamente, classificadas de espontâneas. Esqueçamos isso. O que os blogueiros argentinos, além da falsidade do caso, notaram é que, para a mídia argentina, a espontaneidade diferenciaria o panelaço das passeadas “organizadas” por sindicatos, movimentos sociais, associações e qualquer tipo de organização civil. São espontâneas. Tão espontâneas que as pessoas nem sabem o que estão fazendo lá. A causa da revolta, teoricamente, seria o discurso de Cristina atacando a greve dos agricultores. Bem, não quero entrar no mérito da política agrícola do governo argentino. Certamente, há quem defenda e quem ataque, com argumentos válidos para todos os lados. O caso, como sempre, virou guerrinha ideológica. Muitos lembraram, inclusive a Cristina, que estes agricultores que estão despejando leite na estrada e deixando estragar milhares de quilos de carne, sob o olhar complacente da mídia e dos ricos argentinos, foram os mesmos que defenderam e sustentaram a ditadura militar.</p>
<p>Os blogueiros portenhos estranharam outras coisas. A mídia repete que são pessoas comuns saindo às ruas, novamente distinguindo-os dos “animais” de sindicatos, movimentos sociais e associações. O que eles não notaram, mas eu notei, é a repetição da ladainha na mídia brasileira.</p>
<p>Já disse: em Buenos Aires, que tem características não reunidas em nenhuma cidade brasileira, que é ser capital política, administrativa, financeira, cultural e sindical do país, há manifestações, e grandes, quase todos os dias. Mas a mídia brasileira só quer saber do panelaço dos riquinhos.</p>
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		<title>&#8220;Son piquetes de la abundancia&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 08:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cristina Kirchner le respondió al campo, habló de las retenciones y se mostró inflexible. 
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&#160;
ESPERA. CRISTINA KIRCHNER, AYER, ANTES DE HABLAR EN LA CASA DE GOBIERNO.

Estos son los párrafos salientes del discurso de la presidenta Cristina Kirchner, cuyo texto completo puede leerse en Clarin.com:
Los piquetes
&#8220;Recuerdo esa Argentina de los años 2003, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Cristina Kirchner le respondió al campo, habló de las retenciones y se mostró inflexible. </h2>
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<div class="Foto" id="divFoto">
<div class="Caja clearfix">
<div class="Cont"> <a href="javascript:Popup('http://www.clarin.com/servicios/galeria/?notaId=1562302&amp;mtmTipo=Imagen&amp;mostrar=855002','fotos','900','650','yes','yes');" id="vinculoFoto"><img src="http://www.clarin.com/diario/2008/03/26/thumb/t004dh01.jpg" id="Foto" name="Foto" align="left" border="0" /></a></div>
<p id="FotoEpigrafe">&nbsp;</p>
<p id="FotoEpigrafe"><strong>ESPERA.</strong> CRISTINA KIRCHNER, AYER, ANTES DE HABLAR EN LA CASA DE GOBIERNO.</p>
</div>
<p>Estos son los párrafos salientes del discurso de la presidenta Cristina Kirchner, cuyo texto completo puede leerse en <strong>Clarin.com</strong>:</p>
<p><strong>Los piquetes</strong></p>
<p>&#8220;Recuerdo esa Argentina de los años 2003, 2002, 2001, miles de argentinos en piquetes, cortando calles, rutas porque les faltaba trabajo, porque hacía años que habían perdido su trabajo o, tal vez, en el 2001, porque se habían apropiado de los depósitos de pequeños ahorristas de la clase media, Eran los piquetes de la miseria y la tragedia de los argentinos.&#8221; &#8220;Este último fin de semana largo nos tocó ver la contracara, lo que yo denomino los piquetes de la abundancia, los piquetes de los sectores de mayor rentabilidad.&#8221; &#8220;La Argentina ha cambiado, se ha transformado de aquella tragedia a esto que parece casi un paso de comedia.&#8221;"Allá por 1991, cuando se instaura la convertibilidad, el uno a uno, se eliminaron las retenciones. No había retenciones en la República Argentina; eso sí, casi nos quedamos sin productores con el uno a uno.&#8221; &#8220;Hay una rara conducta, muchas veces es como que cuando hay pérdidas la sociedad debería absorberlas, es una suerte de socialización de las vacas flacas y cuando las vacas vienen gordas, las vaquitas para ellos y las penitas para los demás.&#8221;</p>
<p><strong>El dólar alto</strong></p>
<p>&#8220;Es precisamente a partir del gobierno que se inicia en el año 2003 donde realmente comienza a tener competitividad el sector, no es solamente un problema de alza de las commodities. Para los brasileros también subió el precio internacional, sin embargo el sector agropecuario brasilero, que no tiene retenciones, tiene un 16 o 17% menos de rentabilidad que el sector agropecuario argentino. Y ¿por qué? Muy simple: por el tipo de cambio; sostener un tipo de cambio competitivo, como lo hace el Estado argentino a través de un sistema, no de regulación cambiaria, sino de administración cambiaria, es decir, absorbemos dólares cuando entra y se liquida toda la cosecha para que se mantenga el valor porque si no el dólar se cae, se hace con una política que está sustentada por el Gobierno.&#8221;</p>
<p><strong>Los subsidios</strong></p>
<p>&#8220;Imaginemos, por un momento, que tampoco hubiéramos desacoplado los precios del combustible; el campo consume aproximadamente 4 mil millones de litros de gasoil, que no tienen a un precio internacional, sino a un precio argentino subsidiado por todos los argentinos.&#8221;</p>
<p>&#8220;La soja se exporta, prácticamente, en un 95%, no se exporta en pesos argentinos, se exporta en euros, en dólares, pero los costos son argentinos, que sostiene el peón rural, que es el peor pagado de toda la escala salarial. Lo sostiene el peor pagado y el que más trabajo en negro hay.&#8221;</p>
<p>&#8220;Si no hubiera retenciones, quiero decirles a los argentinos que el pollo, la carne, la leche la verían por televisión.&#8221;</p>
<p><strong>Distribución de la riqueza</strong></p>
<p>&#8220;La retención actúa como un efecto redistributivo que permite también, mediante el pago de compensaciones, porque quiero decirles que también pagamos compensaciones al sector lechero para que el precio de la leche pueda estar accesible para todos los argentinos. Si no pagáramos ese subsidio que se reconoce por cada litro de leche, el precio de la leche, que es uno de los que más creció en el mercado internacional, estaría francamente a precios prohibitivos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ese superávit fiscal que ayuda a sostener a todos los argentinos, inclusive, los que menos tienen son los que más aportan, porque el IVA, principal ingreso impositivo argentino, lo pagan todos, hasta los desocupados cuando van a comprar un litro de leche o un kilo de pan.&#8221;</p>
<p><strong>Las retenciones</strong></p>
<p>&#8220;Las retenciones, que contribuyen a conformar el ingreso fiscal en aproximadamente un 10%, no solamente se utilizan entonces para sustentar estas condiciones macroeconómicas del sector y que siga siendo competitivo, sino también, por ejemplo, para infraestructura.&#8221;</p>
<p>&#8220;La huelga me parece que se la están haciendo a los argentinos, porque las exportaciones siguen viento en popa. Los pedidos de embarque entre el 5 de marzo y creo 18 de marzo, van por 2.900.000 toneladas de granos.&#8221;</p>
<p>&#8220;¿Cómo se hace la distribución del ingreso si no es, precisamente, sobre aquellos sectores que tienen rentas extraordinarias.&#8221;</p>
<p>&#8220;Así como les digo y los llamo a la reflexión, también les digo que no me voy a someter a ninguna extorsión.&#8221;</p>
<p>&#8220;La verdad es que me parece que deberíamos todos hacer un ejercicio de reflexión, pero sepan que voy a seguir representando los intereses de todos los argentinos, de los que me votaron y de los que no me votaron también porque ése es mi deber como Presidenta de la República Argentina y lo pienso ejercer con todos los instrumentos que la ley, la Constitución y el voto popular me han conferido.&#8221;</p></div>
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		<title>Acuerdo con Brasil para la fabricación de armamento</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 12:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EL PRESIDENTE BRASILEÑO ESTARA EL VIERNES EN LA CASA ROSADA


 A presidenta de Argentina, Cristina Kirchner quando foi recebida pelo président Lula foto : Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr 
El convenio, de &#8220;producción para la defensa&#8221;, lo firmarán Cristina y Lula.
CLARÍN
Por:  Atilio Bleta 
 Los gobiernos de Brasil y la Argentina encararán la fabricación conjunta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>EL PRESIDENTE BRASILEÑO ESTARA EL VIERNES EN LA CASA ROSADA</strong><br />
<a href="http://bp0.blogger.com/_z5caa1hUIf8/R6Dt0l1MW-I/AAAAAAAADIM/5pvFv8B-aI8/s1600-h/kirchner_lula_191107.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://bp0.blogger.com/_z5caa1hUIf8/R6Dt0l1MW-I/AAAAAAAADIM/5pvFv8B-aI8/s1600-h/kirchner_lula_191107.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp0.blogger.com/_z5caa1hUIf8/R6Dt0l1MW-I/AAAAAAAADIM/5pvFv8B-aI8/s400/kirchner_lula_191107.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161386660730788834" border="0" /></a></div>
<p align="center"> <font size="1">A presidenta de Argentina, Cristina Kirchner quando foi recebida pelo président Lula foto : Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr </font></p>
<p><font size="3"><strong>El convenio, de &#8220;producción para la defensa&#8221;, lo firmarán Cristina y Lula.</strong></font></p>
<div class="Autor"><font size="3"><a href="http://bp0.blogger.com/_z5caa1hUIf8/R6Dt0l1MW-I/AAAAAAAADIM/5pvFv8B-aI8/s1600-h/kirchner_lula_191107.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><strong>CLARÍN</strong></a></font></div>
<div class="Autor"><font size="3"><a href="http://b0.blogger.com/_z5caa1hUIf8/R6Dt0l1MW-I/AAAAAAAADIM/5pvFv8B-aI8/s1600-h/kirchner_lula_191107.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}">Por: </a><a href="mailto:ableta@clarin.com"> <!--FIRMA-->Atilio Bleta<!--/FIRMA--> </a></font></div>
<p><font size="3"> Los gobiernos de Brasil y la Argentina encararán la fabricación conjunta de diversos tipo de armas, tanto para la defensa regional como la exportación. Es lo que se desprende de uno de los acuerdos -el de &#8220;producción para la defensa&#8221;- que el viernes firmarán en la Casa Rosada la presidenta Cristina Fernández y su par de Brasil, Inacio Lula Da Silva.Hace ya varios años que Brasil pudo perforar el cerco tendido por el exclusivo club de países exportadores de armamento, una industria muy redituable y que siempre tiene compradores.<span id="more-3419"></span>En la Argentina, en cambio, la fabricación de elementos bélicos propios <strong>tuvo su mejor momento en el primer peronismo</strong> y con intermitencias y algunos logros -como la tecnología misilística- llegó a los tumbos hasta la administración de Carlos Menem, que se encargó de desmantelar lo poco que había en pie.</font><font size="3"> </font><font size="3">Si este &#8220;acuerdo de cooperación&#8221; escala hasta convertirse en realidad, abrirá un nuevo espacio al proceso de integración y pondrá celosos a aquellos países (EE.UU., Rusia, Francia, Gran Bretaña) que pelean con uñas y dientes mercados para sus respectivos fabricantes de armas.</font><font size="3">Para aprontar los acuerdos del viernes, los cancilleres de Brasil, Celso Amorim, y de Argentina, Jorge Taiana, estuvieron reunidos más de 5 horas el último sábado en Río de Janeiro.</font></p>
<p><font size="3">Además del de producción para la defensa, Cristina y Lula firmarán acuerdos de <strong>cooperación científica y técnica, espacial y nuclear</strong>, un dato revelador en lenguaje de un alto funcionario argentino, del &#8220;tinte productivista&#8221; que se busca imprimir a la relación con Brasil.</font></p>
<p><font size="3">Además, Lula y Cristina pasarán revista a lo que está ocurriendo en la nueva ronda de la Organización Mundial de Comercio que transcurre en Ginebra. Sobre este asunto, el Secretario de Relaciones Económicas Internacionales de la Argentina, Alfredo Chiaradía, declaró que en el capítulo agrario &#8220;hay 170 corchetes&#8221;, un eufemismo para indicar que subsisten 170 asuntos que involucran cuestiones arancelarias que <strong>perjudican a los países exportadores de productos primarios, como Argentina</strong>, Brasil y el resto de América del Sur. No hay que descartar que Cristina y Lula hagan un pronunciamiento sobre el tema.</font></p>
<p><font size="3">Los presidentes de Brasil y la Argentina analizarán también la agenda del Grupo de Río, cuya cumbre se hará el 6 y 7 de marzo en República Dominicana. <strong>La diplomacia local subestimó a esta organización latinoamericana</strong>, al punto que Kirchner, como presidente, nunca fue a una cumbre.</font></p>
<p><font size="3">Cristina y Lula tratarán también de buscar coincidencias para darle sentido al encuentro de presidentes de América del Sur previsto que se realice en Bogotá a fines de marzo. La cumbre de sudamérica es empujada con fuerza por la diplomacia brasileña y fue resistida aquí en tiempos de Kirchner. El kirchnerismo suponía, hasta hace poco, que es más pertinente empujar el proceso de unidad de sudamérica a partir del Mercosur al tiempo que recelaba de la influencia brasileña.</font></p>
<p><font size="3">Otro asunto de interés es la primera cumbre del Mercosur con la India y países del sur de Africa que se hará en Buenos Aires a mitad de 2008, para darle aire a la relación sur-sur pregonada, pero en lo que se avanzó poco.</font></p>
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		<title>&#8220;Presidenta&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 11:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[


É bom se acostumar, sim!
Cristina Kirchner tem razão em exigir o uso do termo presidenta e não é brincadeira, nem autoritarismo, nem chilique. É parte do longo processo no qual as mulheres pioneiras abriram o caminho para reduzir a desigualdade de gênero.
Não é uma questão só de gramática, a linguagem evolui e se enriquece com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><br />
</strong></em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/?attachment_id=3126" rel="attachment wp-att-3126" title="cristina_habanera.jpg"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/01/cristina_habanera.jpg" alt="cristina_habanera.jpg" height="293" width="465" /></p>
<p></a><span class="tit"><span style="font-weight: bold; font-style: italic"><em><strong>É bom se acostumar, sim!</p>
<p>Cristina Kirchner tem razão em exigir o uso do termo presidenta e não é brincadeira, nem autoritarismo, nem chilique. É parte do longo processo no qual as mulheres pioneiras abriram o caminho para reduzir a desigualdade de gênero.</p>
<p>Não é uma questão só de gramática, a linguagem evolui e se enriquece com a própria evolução da sociedade, mas os adversários desta evolução no sentido da igualdade entre os dois componentes do gênero humano se camuflam também na ironia ou na lingüística.</p>
<p>Trata-se de introduzir a feminilidade na política, pondo as mulheres em pé de igualdade com os homens, numa esfera em que a dominação do gênero é notória e até introjetada como &#8220;natural&#8221; por uma parte do eleitorado, incluso feminino.</strong></em><br />
</span></span><span id="more-3127"></span><br />
<span class="sinopse"><!-- ### inicio_olho --></span></p>
<p><span class="sinopse"><span style="font-size: 130%"><span style="font-weight: bold">Cristina exige termo &#8216;presidenta&#8217; </span></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: bold" class="sinopse">O Estado de São Paulo</span><span class="sinopse"><br />
</span></p>
<p style="font-weight: bold"><span class="sinopse">Ela rejeita documentos com outra grafia<!-- ### fim_olho --></span></p>
<p><span class="credito"><em><!-- ### inicio_assinatura --><!-- ### fim_assinatura --></em></span></p>
<p><span class="not"> <!-- ### inicio_texto --> “Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa&#8230;e não presidente!” Era desta forma, esticando a letra “a” para destacar a feminilidade da palavra, que a então candidata presidencial argentina Cristina Kirchner deixava claro, em seus comícios de campanha, que faria questão de ser chamada de “presidenta” se vencesse as eleições presidenciais.</p>
<p>Na época, políticos e funcionários públicos consideraram que as declarações da então primeira-dama não passavam de uma brincadeira. No entanto, desde que assumiu o governo em dezembro, a decisão de Cristina fez com que a Casa Rosada &#8211; sede da presidência argentina &#8211; rejeitasse no último mês mais de 300 documentos que a chamavam de “presidente”.</p>
<p>No final de 2008, a Argentina completará 25 anos da volta à democracia e, pela primeira vez em sua História, é governada por uma mulher eleita nas urnas. Embora o país esteja longe de estar em uma situação de igualdade dos sexos, a presença de mulheres na estrutura do poder político aumentou de forma gradual e persistente. Dessa forma, nas últimas eleições, o tradicional machismo argentino deu sinais de que está encolhendo, já que 68% do eleitorado votou em mulheres.</p>
<p>Gramáticos indicam que “presidente” está correto, mas que, por questões de costume, nos últimos anos, a palavra “presidenta” tornou-se aceitável. Analistas políticos, porém, afirmam que a insistência fora do comum de Cristina com a palavra é mais uma amostra do autoritarismo do casal Kirchner do que uma preocupação gramatical.</span></p>
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		<title>De la emoción inicial a los cascotazos: así no se trata a una dama</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 13:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[USA relaçoes exteriores]]></category>

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Julio Blanck.    var hexa = \'%6A%62%6C%61%6E%63%6B%40%63%6C%61%72%69%6E%2E%63%6F%6D\'; var desh = unescape(hexa); document.write(\']]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/R2UoaAL6CyI/AAAAAAAABoA/i0hgvoRMsqg/s1600-h/Cristina_Kichner_botas.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/R2UoaAL6CyI/AAAAAAAABoA/i0hgvoRMsqg/s320/Cristina_Kichner_botas.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144562576532310818" border="0" /></a><br />
<span class="o02"><strong>Julio Blanck.</strong> </span> <!--/FIRMA--> <script type="text/javascript"> var hexa = \'%6A%62%6C%61%6E%63%6B%40%63%6C%61%72%69%6E%2E%63%6F%6D\'; var desh = unescape(hexa); document.write(\'<a href="\" class="e20">\' + desh + \'</a> \'); </script><a href="http://leituras-favre.blogspot.com/" class="e20">jblanck@clarin.com</a> <a href="mailto:jblanck@clarin.com" class="e20">jblanck@clarin.com</a>  <span class="sep"></span></p>
<p><span class="o05" id="texto">Algún cinéfilo debe acordarse. La película se filmó hace cuarenta años, con el gran Rod Steiger, la bella Lee Remick y un joven George Segal como protagonistas. Era un policial, sobre un asesino de mujeres perseguido por un detective sin demasiadas luces. El filme se llamaba <strong>&#8220;Así no se trata a una dama&#8221;</strong>. El título, si se quiere, es aplicable a las desventuras que sufrió nuestra Presidenta, expuesta a una confabulación estelar que quiso arruinarle los fastos de iniciación.</span></p>
<p>La Presidenta había mostrado su mejor versión el día del juramento y toma del poder. Elegante, sobria, sonriente, con un discurso de ideas -como siempre- muy bien articuladas. Y lo que es mejor, toda una sorpresa, lució de verdad <strong>emocionada</strong>. Ella, la Dama de fuego y de acero, la polemista tenaz y temible, la oradora dura y combativa, no ocultó las lágrimas que la adornaron varias veces en su gran día.</p>
<p>Se emocionó en el Congreso después de que su esposo, un feliz Néstor Kirchner, le colocó la banda presidencial. Volvió a emocionarse, y muy fuerte, cuando le tomó juramento como ministra a su cuñada, Alicia Kirchner. La voz se le quebró y el abrazo entre ellas fue notable. También puchereó un poco -dicho esto con el mayor de los respetos- cuando invistió a Graciela Ocaña como ministra de Salud. Y después volvió a compungirse cuando salió al escenario frente a la Plaza de Mayo, y las banderas le flameaban abajo y los concurrentes, entusiasmados, la ovacionaban.<br />
<span id="more-163"></span><br />
<span class="o05" id="texto">Esa Cristina novedosa fue la misma que en su primer discurso ante el Congreso avisó que sabía que <strong>todo le iba a costar más por ser mujer</strong>. Las pinceladas de sensibilidad de esas horas estuvieron fuera del libreto esperado, fuera del personaje público que la Presidenta se preocupó en construir.</span></p>
<p>Cristina volvió sobre la misma idea, la de la mujer que tiene que ser <strong>dos veces buena</strong> para que la reconozcan como tal, muy poco después. Pero en circunstancias menos festivas.</p>
<p>Fue cuando descargó su <strong>primera diatriba estilo Kirchner</strong>, desde el atril de la Casa Rosada, para responder apenas con argumentos políticos a una perfecta operación basada en hechos incontrastables: la detención en Miami de un puñado de truhanes chavistas vinculados a la valija con 800.000 dólares, que el viscoso Guido Antonini Wilson había transportado a la Argentina y dejó graciosamente en manos de nuestra Aduana, y la declaración de uno de ellos acerca de que esos bonitos billetes estaban destinados a ayudar a su campaña presidencial.</p>
<p>El <strong>cascotazo americano</strong> todavía retumba. El gobierno de Washington, en el mejor estilo <em>&#8220;a mí por qué me miran&#8221;</em>, juró que no tenía nada que ver y que todo era cuestión de la Justicia, tan independiente. Fuera de micrófono dijeron que el destinatario de la operación era el venezolano Hugo Chávez, con el que comparten una tormentosa historia de amor recíproco. Pero al gobierno de Cristina el mensaje llegó clarísimo y así fue recibido, a juzgar por la reacción. Los que se juntan con Chávez ya saben qué confites pueden esperar enviados por el Gran Hermano.</p>
<p>Esto sólo hubiese sido bastante para borronearle a la Presidenta su semana de gloria. Pero además apareció el bueno de Hugo Moyano, que le avisó que estaba listo para cruzarse a la <strong>vereda de enfrente</strong>, después del intenso romance de cuatro años que protagonizó con su esposo el ex Presidente, de quien fue una pieza tan funcional como bien recompensada.</p>
<p>Es cierto que el camionero tiene algunos problemitas internos. Hay una larga legión de sindicalistas que lo quieren <strong>descabezar en la CGT</strong>. Y en las zonas de influencia de su gremio, que él pretende cada vez más anchas, algunas cosas parece que <strong>se arreglan a los tiros</strong>, como en las viejas épocas. Ya hay un crimen que la Justicia de Rosario sigue investigando mientras se suman nuevos he chos violentos. Pasó antes y seguirá pasando: cuando un jefe sindical está en problemas, la variable de ajuste para retomar el centro de la cancha es endurecer su posición. Es lo que hizo Moyano, según explican los exégetas del gremialismo. Pero <strong>la patada le llegó a Cristina</strong>.</p>
<p>Sepan, señores, que así no se trata a una dama.</p>
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		<title>De la emoción inicial a los cascotazos: así no se trata a una dama</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2007/12/de-la-emocion-inicial-a-los-cascotazos-asi-no-se-trata-a-una-dama/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 13:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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<span class="o02"><strong>Julio Blanck.</strong> </span> <!--/FIRMA--> <script type="text/javascript"> var hexa = \'%6A%62%6C%61%6E%63%6B%40%63%6C%61%72%69%6E%2E%63%6F%6D\'; var desh = unescape(hexa); document.write(\'<a href="\" class="e20">\' + desh + \'</a> \'); </script><a href="mailto:jblanck@clarin.com" class="e20">jblanck@clarin.com</a>  <span class="sep"></span></p>
<p><span class="o05" id="texto" style="font-size: 13px">Algún cinéfilo debe acordarse. La película se filmó hace cuarenta años, con el gran Rod Steiger, la bella Lee Remick y un joven George Segal como protagonistas. Era un policial, sobre un asesino de mujeres perseguido por un detective sin demasiadas luces. El filme se llamaba <strong>&#8220;Así no se trata a una dama&#8221;</strong>. El título, si se quiere, es aplicable a las desventuras que sufrió nuestra Presidenta, expuesta a una confabulación estelar que quiso arruinarle los fastos de iniciación.</span></p>
<p>La Presidenta había mostrado su mejor versión el día del juramento y toma del poder. Elegante, sobria, sonriente, con un discurso de ideas -como siempre- muy bien articuladas. Y lo que es mejor, toda una sorpresa, lució de verdad <strong>emocionada</strong>. Ella, la Dama de fuego y de acero, la polemista tenaz y temible, la oradora dura y combativa, no ocultó las lágrimas que la adornaron varias veces en su gran día.</p>
<p>Se emocionó en el Congreso después de que su esposo, un feliz Néstor Kirchner, le colocó la banda presidencial. Volvió a emocionarse, y muy fuerte, cuando le tomó juramento como ministra a su cuñada, Alicia Kirchner. La voz se le quebró y el abrazo entre ellas fue notable. También puchereó un poco -dicho esto con el mayor de los respetos- cuando invistió a Graciela Ocaña como ministra de Salud. Y después volvió a compungirse cuando salió al escenario frente a la Plaza de Mayo, y las banderas le flameaban abajo y los concurrentes, entusiasmados, la ovacionaban.</p>
<p>Esa Cristina novedosa fue la misma que en su primer discurso ante el Congreso avisó que sabía que <strong>todo le iba a costar más por ser mujer</strong>. Las pinceladas de sensibilidad de esas horas estuvieron fuera del libreto esperado, fuera del personaje público que la Presidenta se preocupó en construir.</p>
<p>Cristina volvió sobre la misma idea, la de la mujer que tiene que ser <strong>dos veces buena</strong> para que la reconozcan como tal, muy poco después. Pero en circunstancias menos festivas.</p>
<p>Fue cuando descargó su <strong>primera diatriba estilo Kirchner</strong>, desde el atril de la Casa Rosada, para responder apenas con argumentos políticos a una perfecta operación basada en hechos incontrastables: la detención en Miami de un puñado de truhanes chavistas vinculados a la valija con 800.000 dólares, que el viscoso Guido Antonini Wilson había transportado a la Argentina y dejó graciosamente en manos de nuestra Aduana, y la declaración de uno de ellos acerca de que esos bonitos billetes estaban destinados a ayudar a su campaña presidencial.</p>
<p>El <strong>cascotazo americano</strong> todavía retumba. El gobierno de Washington, en el mejor estilo <em>&#8220;a mí por qué me miran&#8221;</em>, juró que no tenía nada que ver y que todo era cuestión de la Justicia, tan independiente. Fuera de micrófono dijeron que el destinatario de la operación era el venezolano Hugo Chávez, con el que comparten una tormentosa historia de amor recíproco. Pero al gobierno de Cristina el mensaje llegó clarísimo y así fue recibido, a juzgar por la reacción. Los que se juntan con Chávez ya saben qué confites pueden esperar enviados por el Gran Hermano.</p>
<p>Esto sólo hubiese sido bastante para borronearle a la Presidenta su semana de gloria. Pero además apareció el bueno de Hugo Moyano, que le avisó que estaba listo para cruzarse a la <strong>vereda de enfrente</strong>, después del intenso romance de cuatro años que protagonizó con su esposo el ex Presidente, de quien fue una pieza tan funcional como bien recompensada.</p>
<p>Es cierto que el camionero tiene algunos problemitas internos. Hay una larga legión de sindicalistas que lo quieren <strong>descabezar en la CGT</strong>. Y en las zonas de influencia de su gremio, que él pretende cada vez más anchas, algunas cosas parece que <strong>se arreglan a los tiros</strong>, como en las viejas épocas. Ya hay un crimen que la Justicia de Rosario sigue investigando mientras se suman nuevos he chos violentos. Pasó antes y seguirá pasando: cuando un jefe sindical está en problemas, la variable de ajuste para retomar el centro de la cancha es endurecer su posición. Es lo que hizo Moyano, según explican los exégetas del gremialismo. Pero <strong>la patada le llegó a Cristina</strong>.</p>
<p>Sepan, señores, que así no se trata a una dama.</p>
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		<title>Cristina, la muchacha peronista</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 16:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<title>Cristina Fernández de Kirchner: Una militante de los tormentosos años 70 llega al centro del poder</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2007/12/cristina-fernandez-de-kirchner-una-militante-de-los-tormentosos-anos-70-llega-al-centro-del-poder/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 13:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Cristina Kirchner]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nació hace 54 años. Vivió en una ciudad que desbordaba euforia y sangre hasta el golpe de 1976. Eligió el Sur junto a su flamante marido. Desde allí comenzó su carrera política, que la pone hoy en la Presidencia.
              Por:  Alberto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/R11FhS4N2JI/AAAAAAAABj4/rBL888viC44/s1600-h/Cristina_Kichner.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/R11FhS4N2JI/AAAAAAAABj4/rBL888viC44/s400/Cristina_Kichner.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142342787832600722" border="0" height="241" width="328" /></a></p>
<h2>Nació hace 54 años. Vivió en una ciudad que desbordaba euforia y sangre hasta el golpe de 1976. Eligió el Sur junto a su flamante marido. Desde allí comenzó su carrera política, que la pone hoy en la Presidencia.<!--/BAJADA--></h2>
<p class="Autor">              Por: <a href="mailto:aamato@clarin.com"> <!--FIRMA-->Alberto Amato<!--/FIRMA--> </a></p>
<p id="texto2" class="Desa"> <!--CUERPO--><span style="font-weight: bold">Clarín</span></p>
<p>Mocosa impertinente!! La frase sonó a bofetada en labios del senador Eduardo Menem, que de impertinencias entendía un rato, y estaban dirigidas a Cristina Kirchner, senadora flamante en mayo de 1995. Se discutía la distribución de cargos en el Senado y el menemismo intentaba imponer la &#8220;antigüedad&#8221;. &#8220;Yo soy representante de una provincia, igual que usted, senador -le había dicho la legisladora-. Claro que no soy la hermana del Presidente.&#8221;</p>
<p>El duelo verbal <strong>le viene pintado a la futura presidenta</strong>. Está en su salsa. Y quienes la enfrentan, están en la salsa de ella. Es una marca generacional. Nació el 19 de febrero de 1953 y en La Plata. Pertenece a la generación que <strong>discutía de política en la mesa de los domingos</strong> con padres, hermanos y tíos; la generación a la que en la escuela primaria se le preguntaba &#8220;¿En tu casa qué son? ¿Peronistas o contreras?&#8221; cuando ya el peronismo tenía firmado <strong>un certificado de defunción que nunca entró en vigencia</strong>. La futura presidenta es de la generación del país partido en dos.</p>
<p>Y de La Plata, que no es un dato menor. Tener veinte años en La Plata en los años 70 era algo especial. Cada sábado al mediodía, por 7 y 49, paseaban las muchachas más bellas del planeta, con los buitres al acecho; se armaba un programa cargado de promesas y se terminaba en Bellas Artes viendo &#8220;Operación Masacre&#8221; en la clandestinidad; o en un centro de estudiantes, fascinados frente al filme en blanco y negro en el que Perón dejaba sus charlas de &#8220;Actualización doctrinaria&#8221;. En el peor de los casos, se terminaba en alguna casa generosa, con guitarra y Serrat, o Viglietti, o &#8220;el libro de poemas que los amantes llevan siempre a la cabecera de la cama&#8221;, al decir de Neruda. Todo amenizado como era debido: con las majestuosas papas fritas de &#8220;La Aguada&#8221;.</p>
<p>Era imposible no ser peronista en los 70 y en La Plata, porque los padres de aquella generación eran radicales o conservadores.</p>
<p>Eduardo Fernández, padre de Cristina, era <strong>un comerciante radical, balbinista</strong>. Ofelia, la mamá, una mezcla de <strong>conservadora y dirigente sindical</strong>. Las discusiones en la mesa de los Fernández <strong>eran feroces</strong>. Como feroces eran las peleas de la alumna Fernández con sus profesores de secundaria. Sólo hallaba un remanso en los avatares de epopeya de la mitología griega. &#8220;Siempre digo -ha dicho alguna vez la futura presidenta para sintetizar sus batallas familiares- que soy la simbiosis perfecta entre radicales y peronistas.&#8221; Amén. Eso sí es digno de la mitología griega.</p>
<p>En 1973 llegó a la Universidad Nacional de La Plata para estudiar Derecho. La UNLP era toda un hervidero. Lanusse en retirada, Cámpora al Gobierno, Perón al Poder (con P mayúscula) y aquel se van, se van y nunca volverán de <strong>aquellos jóvenes que creían de verdad lo que decían creer</strong>. Y las asambleas. Largas, interminables, profusas, durísimas. Todavía todo era adolescente. Si algún tono de voz perdura hoy en la futura presidenta, algún gesto rígido, alguna modulación cortada a hachazos que <strong>puede herir algunos oídos</strong>, tal vez deba atribuirse a esa marca registrada: La Plata y los 70. El mundo ha cambiado mucho desde entonces, todo se ha tornado <strong>más civilizado, más neutro, más desapasionado.</strong> Se firman sentencias de muerte, pero con buena letra, Serrat <em>dixit</em>. Pero en aquel entonces, hasta las misas en la Catedral eran cuasi una asamblea popular que monseñor Antonio Plaza toleraba con sonrisas resignadas, antes de poner su báculo al servicio del terrorismo de Estado.</p>
<p>La señora Kirchner ha reflexionado sobre su propia generación y sobre aquellos años. <em>&#8220;Critico</em> -dijo a este diario no hace tanto tiempo- <em>su militarización, su desprecio por los instrumentos democráticos que, en definitiva era un desprecio a la voluntad popular. Pero de mi generación reivindico sí la preparación intelectual, el compromiso, los valores, tantas cosas&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Después llegaron los asesinos. La Plata fue un ensayo general del terrorismo de Estado que llegaría en 1976. La Triple A y otros grupos criminales <strong>se lanzaron a una fiesta de sangre</strong> en la que los jóvenes militantes, palabra caída en desuso, eran fusilados contra las mismas paredes que pintaban al amparo de la noche.</p>
<p>Cristina y Néstor Kirchner se conocieron en octubre de 1974, <strong>con el país enlutado todavía</strong> por la muerte del General. Ella era compañera de estudios de la novia de un compañero de estudios de él. Así de simple. <strong>Amor y militancia.</strong> Los dos formaron parte de la Juventud Peronista. Y todo iba muy rápido. Seis meses de noviazgo y <strong>el casamiento el jueves 8 de mayo de 1975.</strong> Ese mismo día, la presidenta Isabel Perón recibía a una delegación de chicos coreanos y la Policía hallaba en Villa Celina <strong>el cadáver destrozado a balazos</strong> de Alfredo Ongaro, de 21 años, hijo del dirigente gráfico Raimundo Ongaro, en ese momento preso a disposición del Poder Ejecutivo. La ceremonia del casamiento de Cristina y Néstor terminó por espantar al ya sufrido papá Eduardo: la barra de amigos y amigas de los novios <strong>cerró la ceremonia con la &#8220;Marcha Peronista&#8221;.</strong> Perón, Perón, qué grande eras.</p>
<p>El 24 de marzo de 1976 los jóvenes Kirchner <strong>eran dos sombras</strong> en las calles platenses ocupadas por las Fuerzas Armadas: <em>&#8220;Nos fuimos de casa a una pensión de mala muerte. Esa madrugada no pudimos dormir porque sonaban ametralladoras y explosiones. Debe ser por eso que me cuesta tanto ir a La Plata. Amo a esa ciudad donde pasé mi vida, mi adolescencia. pero también me recuerda esos años violentos y a toda la gente que ya no está más.&#8221;</em></p>
<p>El resto es historia conocida. Para no ser dos más de los que no están más, los Kirchner <strong>se van al Sur desolado.</strong> «él abogado, ella con tres materias a rendir antes del título. En Río Gallegos establecen el &#8220;Estudio Jurídico Kirchner&#8221;, una empresa de asesoramiento financiero que fue exitosa: 22 de las 24 propiedades que figuran en la declaración jurada de la futura presidenta fueron compradas en esos años.</p>
<p>Al contrario que con otras vidas, a las que los años de plomo deshicieron, la pareja Kirchner se mantuvo unida. Un caso especial. Ella habla de él y le dice &#8220;Kirchner&#8221;. Ni mi esposo, ni mi marido&#8230; &#8220;Kirchner&#8221;. En aquellos otros años hubiera dicho, tal vez lo haya hecho, &#8220;Mi compañero&#8221;.</p>
<p><strong>Ama El Calafate,</strong> una ciudad donde la bautizaron &#8220;La Bruja&#8221;. Allí les murmura a sus plantas y escucha su música: Serrat, cómo no, Silvio Rodríguez, Pablo Milanés, Luis Eduardo Aute, la &#8220;Negra&#8221; Sosa, <strong>algo de ópera y Vivaldi.</strong> Ojalá los cimbronazos del poder la inclinen a la sinfonía y al período romántico, que reconfortan tanto como el barroco.</p>
<p>En el 89 fue diputada provincial en Santa Cruz, en el 93 diputada nacional por Santa Cruz, en el 95 senadora, en el 97 se fue de la Cámara alta (&#8221;No soy, no fui ni seré menemista&#8221;) para ser diputada: la habían borrado de todas las comisiones de la Cámara por pedir públicamente la renuncia de Oscar Camilión, ministro de Defensa, por la venta de armas a Ecuador y Croacia; en el 98 se declaró duhaldista; en 2002, después de la hecatombe, fue de nuevo senadora. En 2003 arriesgó: &#8220;No quiero ser presidenta.&#8221; <strong>Cosas que se dicen.</strong> Nunca dejó de lado su carácter, que tanto irritaba a algunos de sus pares en el Senado: rebeldía, frontalidad, pasión, capacidad de análisis, fortaleza de carácter <strong>y aquellas altas torres de la primera juventud:</strong> justicia social, derechos humanos. Todas estas calidades pueden convertirse en una carga en el sillón mayor de Balcarce 24.</p>
<p>Cree que la mujer da un valor agregado a la actividad política: <em>Aportamos mayor simplicidad para exponer las cosas. Somos más directas, más llanas, en algunos casos, más jugadas. Lo que me niego a decir es que somos menos corruptas. Eso no es una cuestión de género.</em></p>
<p>Quién sabe cuáles recuerdos, cuáles imágenes, cuántas voces, cuántas luces, cuántas ausencias y cuáles sombras pasarán por su cabeza cuando jure como el último eslabón que faltaba gobernar en el peronismo de los últimos treinta y cinco años: el de las jóvenes militantes de los tumultuosos 70.</p>
<p>Cuando lo haga en la tarde de hoy, el destino de este país veleidoso y sufrido estará en sus manos.</p>
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