01/11/2009 - 22:00h Boa noite


Concerto para violino em D maior, Op.61, de Beethoven- I. Allegro ma non troppo

Itzhak Perlman, violino
Berliner Philharmoniker, regente: Daniel Barenboim

29/10/2009 - 19:23h Alla bella Despinetta


Sexteto “Alla bella Despinetta”, da ópera Cosi fan tutte, de Mozart

Fiordiligi (Dorothea Röschmann)
Dorabella (Katharina Kammerloher)
Guglielmo (Hanno Müller-Brachmann)
Ferrando (Werner Güra)
Despina (Daniela Bruera)
Don Alfonso (Roman Trekel)
Coro der Deutschen Staatsoper Berlin
Regente (Daniel Barenboim)
Diretor (Doris Dörrie)

19/08/2009 - 22:00h Boa noite

Sonata N° 3 em D Menor, de Brahms – Allegro
Sonata N° 3 em D Menor, de Brahms – Adagio
Sonata N° 3 em D Menor, de Brahms – Um poco presto e con sentimento

violino: Itzhak Perlman
piano: Daniel Barenboim

17/08/2009 - 22:00h Boa noite

Nimrod (Enigma Variações) de Elgar – Daniel Barenboim e a Orquestra Sinfônica de Chicago

 

Primeira parte do Enigma Variação 1 a 8

 

Segunda parte 9 a 12

Terceira parte 13 a 15

14/07/2009 - 22:00h Boa noite

Sinfonia n° 45 Satz de Haydn Abschiedssinfonie. Regente Daniel Barenboim e a Filarmônica de Viena

02/06/2009 - 22:00h Boa noite

Liebes nacht, de Tristão e Isolda (R. Wagner)

Tristão: Rene Kollo
Isolda: Johanna Meier

Bayreuther Festspiele Orchester, Daniel Barenboim regente

28/05/2009 - 20:00h Liebestod

Waltraud Meier “Liebestod” Tristão e Isolda, Teatro alla Scala 2007. Regente: Daniel Barenboim

Liebestod, Waltraud Meier é Isolda na produção de Peter Konwitschny de Tristão e Isolda de Wagner, em Munique. Regente: Zubin Mehta

13/04/2009 - 22:00h Boa noite

 Integral do Concerto para Violoncelo de Elgar

Violoncelo:  Jacqueline du Pre

Regente: Daniel Barenboim

Elgar – Concerto para Violoncelo Primeiro Movimento (Adagio – Moderato)

 

 

Elgar – Concerto para Violoncelo Segundo Movimento (Lento – Allegro molto)

 

 

Elgar – Concerto para Violoncelo Terceiro Movimento (Adagio)

 

 

Elgar – Concerto para Violoncelo Quarto Movimento – primeira parte (Allegro — Moderato — Allegro, ma non troppo — Poco più lento — Adagio)

 

 

Elgar – Concerto para Violoncelo Quarto Movimento – segunda parte

 


Violoncelo: Jacqueline Du Pré
Regente: Daniel Barenboim

12/03/2009 - 22:00h Boa noite

Concerto de Aranjuez 2nd Mov. (Joaquín Rodrigo) Daniel Barenboim e a Berliner Philharmoniker guitarra : John Williams

04/01/2009 - 14:34h “Os bombardeios brutais sobre Gaza suscitam profundas indagações na minha mente”

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 Daniel Barenboim, THE GUARDIAN – O Estado SP

Tenho apenas três desejos para o ano-novo. O primeiro é que o governo de Israel se conscientize, de uma vez por todas, que o conflito no Oriente Médio não pode ser resolvido por meios militares. O segundo é que o Hamas se conscientize que não defenderá seus interesses pela violência, e que Israel está aqui para ficar. O terceiro é que o mundo reconheça que esse conflito não é igual a nenhum outro em toda a história.

É um conflito intricado e sensível, um conflito humano entre dois povos profundamente convencidos de seu direito de viver no mesmo pedaço de terra. É por isso que não poderá ser resolvido nem pela diplomacia nem pelas armas.

Os acontecimentos dos últimos dias são extremamente preocupantes para mim por várias razões de caráter humano e político.

Embora seja óbvio que Israel tem o direito de se defender, que não pode e não deve tolerar os constantes ataques contra seus cidadãos, os bombardeios brutais sobre Gaza suscitam profundas indagações na minha mente.

MORTES

A primeira é se o governo de Israel tem o direito de considerar todo o povo palestino culpado pelas ações do Hamas. Será que toda a população de Gaza deve ser responsabilizada pelos pecados de uma organização terrorista?

Nós, o povo judeu, deveríamos saber e sentir mais profundamente do que qualquer outro povo que o assassinato de civis inocentes é desumano e inaceitável. Os militares israelenses argumentam, de maneira muito frágil, que a Faixa de Gaza é tão densamente povoada que é impossível evitar a morte de civis.

A debilidade desse argumento me leva a formular outras perguntas. Se as mortes de civis são inevitáveis, qual é a finalidade dos bombardeios? Qual é a lógica, se é que existe alguma, por trás da violência, e o que Israel espera conseguir por meio dela? Se o objetivo da operação é destruir o Hamas, a pergunta mais importante a ser feita é se esse objetivo é viável. Se não é, todo o ataque não só é cruel, bárbaro e repreensível, como também é insensato.

Por outro lado, se for realmente possível destruir o Hamas por meio de operações militares, que reação Israel espera que haja em Gaza depois que isso se concluir? Em Gaza vivem 1,5 milhão de palestinos, que seguramente não cairão de joelhos de repente para reverenciar o poderio do Exército israelense.

Não devemos esquecer que o Hamas, antes de ser eleito, foi encorajado por Israel como tática para enfraquecer o então líder palestino Yasser Arafat. A história recente de Israel me faz acreditar que, se o Hamas for eliminado por meio de bombardeios, outro grupo certamente tomará o seu lugar, um grupo que talvez seja mais radical e mais violento.

VINGANÇA

Israel não pode se permitir uma derrota militar porque teme desaparecer do mapa. No entanto, a história demonstrou que toda vitória militar sempre deixou Israel em uma posição política mais fraca do que a anterior por causa do surgimento de grupos radicais.

Não pretendo subestimar a dificuldade das decisões que o governo israelense precisa tomar a cada dia, nem subestimo a importância da segurança de Israel. Entretanto, continuo convencido de que o único plano viável para a segurança em Israel, no longo prazo, é obter a aceitação de todos os nossos vizinhos.

Desejo para o ano de 2009 a volta da famosa inteligência que foi sempre atribuída aos judeus. Desejo a volta da sabedoria do Rei Salomão para os estrategistas israelenses, a fim de que a usem para compreender que palestinos e israelenses gozam de idênticos direitos humanos.

A violência palestina atormenta os israelenses e não contribui para a causa palestina. A retaliação militar israelense é desumana, imoral e não garante a segurança de Israel. Como disse antes, os destinos dos dois povos estão inextricavelmente ligados e os obriga a viver lado a lado. Eles terão de decidir se querem que isso se torne uma bênção ou uma maldição.

Maestro Daniel Barenboim, judeu, cidadão israelense e cidadão de honra da Palestina

14/01/2008 - 15:35h Elgar, Jacqueline du Pré e Daniel Barenboim


Um Daniel Barenboim jovem, dirigindo Jacqueline du Pré (prematuramente falecida) no Primeiro Movimento (Adagio – Moderato) do concerto para violoncelo de Elgar. Um clássico que escolhi para saudar o gesto magnífico da Autoridade Palestina e de Daniel Barenboim .

14/01/2008 - 15:23h Daniel Barenboim adopta la nacionalidad palestina en gesto por la paz

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Jerusalén, 13 ene (EFE).- El famoso pianista hispano-israelí Daniel Barenboim ha adoptado la nacionalidad palestina en un gesto por la paz y la convivencia, dijo hoy a Efe el ex ministro de Información de la ANP, Mustafa Barguti.

“Nosotros se la hemos concedido en agradecimiento por su solidaridad con el pueblo palestino en momentos difíciles y por su contribución a la música palestina y él se ha sentido honrado”, declaró.

El pasaporte le fue concedido al maestro por el presidente de la Autoridad Nacional Palestina (ANP), Mahmud Abás, con carácter honorario, aunque con él disfrutará de todos los derechos en el territorios de Cisjordania y Gaza como cualquier otro ciudadano.
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14/01/2008 - 14:51h Un passeport palestinien pour le chef d’orchestre israélien Daniel Barenboïm

 

 

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Le chef d’orchestre israélo-argentin Daniel Barenboïm a annoncé, samedi 12 janvier, à l’issue d’un concert à Ramallah (Cisjordanie), avoir accepté un passeport palestinien, évoquant le “grand honneur” qui lui était fait. “J’ai aussi accepté l’offre parce que je crois que les destinées (…) du peuple israélien et du peuple palestinien sont inextricablement liées. Nous avons le bonheur – ou le malheur – de vivre ensemble. Je préfère croire le premier au second”, a-t-il ajouté.
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