25/10/2008 - 15:43h Estilo Folha

Blog de Luis Nassif

Por Pedro

Um tema para reflexão:

Tiitulo de matéria FSP página B4 (caderno Dinheiro)

Eleitores brasileiros crêem em retorno da inflação e economia pior, diz Datafolha.

Qdo se análisa os números da pesquisa sobre a situação econômica do pais:

30% acham que vai piorar
39% acham que vai ficar como está
26% acham que vai melhorar
5% não sabem

Ou não sei fazer conta, ou a soma de 39 e 26 (65) é maior que 30.

Estão querendo criar pânico? é jogada politica da FSP? ou interesses economicos escondidos?

Na capa tinha uma chamada com titulo semelhante e apresentando o número de 30%.

21/09/2008 - 10:51h Mau jornalismo

Vocês vão pensar que tenho alguma coisa com a Folha, mas basta dar uma olhada na cobertura do comício de Marta e Lula na zona norte feita na Folha e no Estadão, para perceber que algo estranho acontece com o jornal dos Frias.

Em primero lugar, os fatos: o comício foi previsto na zona norte e anunciado bem antes da última pesquisa Datafolha. Ou seja, a escolha do local não pode guardar relação com os resultados da pesquisa de quinta-feira passada. Evidentemente a escolha do local deve ter a ver, suponho eu, com ampliar os apoios eleitorais nas regiões da periferia. O primeiro comício foi na zona leste, o segundo é na norte. Esta última região, onde tradicionalmente o PT tem menor implantação eleitoral, tem mostrado nas pesquisas desta eleição uma situação de crescimento consistente de Marta. Ao ponto que Marta lidera todas as pesquisas na Zona Norte.

Em segundo lugar, a margem de erro da pesquisa da semana passada, para toda a cidade, foi de 2 pontos para mais ou para menos. Mas, se formos isolar o número de pessoas pesquisadas na zona norte, essa margem de erro deve pular para perto de 10 pontos, para mais ou para menos (mais de 10 pontos se formos considerar só o “noroeste” e não a zona norte como um todo).

Terceiro, não tenho nenhuma dúvida que o petista anônimo e “estrategista” citado na nota da Folha é verdadeiro. O valor da burrice, mesmo em boca de petista, deveria ser relativizado pelo jornal: ou alguém pode pensar que tem algum mecanismo, salvo pesquisa, para saber se o comício de Marta e Lula na zona norte permitiu subir 3 pontos, 8 pontos, 1 ponto? Alguém fez alguma pesquisa? Atribuir a burrice ao “PT”, na base do comentário em “off” de algum dirigente que gosta de chutar palpites conversa fora, é mole… como diria o macaco simão.

Quarto, os leitores não deveriam ser informados sobre o que foi dito pelo Presidente da República nesse comício, pela candidata, pelo governador de Sergipe ou pelo governador de Ceará?

Enfim, comparem a seguir o artigo da Folha e o artigo do jornal O Estado de São Paulo e saquem suas próprias conclusões. LF

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Marta leva Lula a região onde mais perdeu voto

Campanha crê em reversão do quadro na zona noroeste, onde queda foi de 9 pontos

Governadores do Ceará e de Sergipe também vão ao comício, onde Lula faz referência ao Nordeste para pedir voto para Marta

LAURA CAPRIGLIONE – FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL

Foi escolhido a dedo o local em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez sua segunda aparição na campanha municipal paulistana, ontem. A esquina das avenidas Inajar de Souza e General Penha Brasil, no bairro da Vila Nova Cachoeirinha, coração da zona noroeste da cidade, é uma área pobre, que vem descumprindo o script previsto para a periferia: nele, a candidata do PT, Marta Suplicy, caiu nas pesquisas em vez de crescer. Só Lula para reverter o quadro e fazer Marta render, explicou ontem à Folha um estrategista do PT.
Na pesquisa Datafolha da semana passada, Marta perdeu nove pontos percentuais na região -foi de 46% no começo do mês para 37%. Apesar de ser onde mais caiu, a petista ainda mantém larga vantagem sobre os rivais (16 pontos à frente do tucano Geraldo Alckmin e 17 de Gilberto Kassab, do DEM).
Mas a avaliação da campanha de Marta é a de que a zona noroeste é uma das poucas em que a posição do eleitorado não está consolidada, daí o investimento em levar Lula ao local.
Foi a segunda atividade da campanha de Marta de que Lula participou. Em 30 de agosto, o presidente, com 64% de aprovação no país, participou de comício e carreata em São Miguel Paulista (zona leste).
Ontem, também estiveram presentes no comício os governadores Cid Gomes (PSB-CE) e Marcelo Déda (PT-SE), lembrando a alta concentração nordestina local. Lula fez referência a isso no discurso. “Falem para as pessoas, ajudem aquele “baianinho” [em referência a ele mesmo, que é pernambucano] a eleger a Marta.”
Segundo a organização, havia 8.000 pessoas no comício. A polícia não avaliou o número. O PT estima que o evento permitirá a Marta recuperar ao menos três pontos perdidos.

Clique na imagem para ampliar e ler O Estado de São Paulo

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Clique na imagem para ampliar e ler a Folha SP

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01/09/2008 - 10:51h A campanha na TV e na Folha

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Como o programa de TV de Marta “é o mais bem avaliado”, a Folha pós como manchete que o programa de Maluf tem pior avaliação.

DEU NA FOLHA DE S.PAULO

Programa de TV de Maluf tem pior avaliação

Horário eleitoral de Marta é o mais bem avaliado; Alckmin e Kassab empatam

O programa do candidato à prefeitura Paulo Maluf (PP) teve a pior avaliação nos dez primeiros dias do horário eleitoral gratuito na TV e no rádio, segundo a última pesquisa do Datafolha. A performance do ex-prefeito de São Paulo foi considerada como a mais fraca por 22% dos eleitores ouvidos pelo instituto na última sexta-feira.

Já o de Marta Suplicy (PT) foi indicado como o programa com o melhor desempenho na propaganda política na mídia, de acordo com o Datafolha.
O instituto ouviu 1.082 eleitores no dia 29 de agosto. O ranking dos piores no horário gratuito, liderado por Maluf, com 22%, tem o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e Marta na segunda colocação, empatados com 9%.

Em seguida na lista estão Soninha (PPS), Levy Fidelix (PRTB) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%, 5% e 4%, respectivamente.

Marta foi indicada por 33% dos entrevistados como a concorrente mais bem-sucedida no horário eleitoral.

Kassab ocupa o segundo lugar no ranking dos melhores na propaganda, com 17%, seguido por Alckmin, com 16%. Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, existe empate técnico entre Kassab e Alckmin.

Maluf está em quarto lugar nessa lista, com 4% das indicações dos eleitores paulistanos. Assinante da Folha leia mais em: Programa de TV de Maluf tem pior avaliação, segundo Datafolha

25/08/2008 - 14:00h O bom diagnóstico

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Pode parecer paradoxal mas os colunistas pro-Kassab dos jornais parecem estar mais nervosos. Seja no jornal Valor, seja na Folha de São Paulo ou no O Globo, atacam com veemência a campanha Alckmin. O eixo da crítica é desqualificar Alckmin como candidato tucano (teria deixado de sé-lo, em benefício de Kassab) ou questionam Alckmin por criticar a administração demo-tucana de Kassab, em detrimento dos ataques ao PT.

Depois da edição feita pela Folha dos resultados da pesquisa (imediatamente usada pela campanha Kassab na TV), alguns proclamam nas suas páginas que o essencial agora é a disputa entre Alckmin e Kassab, para depois ver quem disputará com Marta. Afirma-se, sem um pingo de argumento, que “Alckmin caiu e Kassab subiu”, para tentar induzir a idéia que existem vasos comunicantes exclusivos entre ambos, quando o Datafolha mostrou que Marta foi a principal beneficiária da queda de Alckmin e não Kassab. Paradoxalmente, a torcida em favor de Kassab é bom para o PT e para sua candidata, mesmo que a intenção desses torcedores não seja essa.

A artilharia dos Kassabistas está focada na desestabilização do marketing da campanha Alckmin e evitar que ela continue batendo na tecla da saúde, contra o prefeito. Procuram “vender” uma administração bem avaliada, para permitir que Kassab progrida e consiga derrubar Alckmin. A manobra visa a transformar Alckmin em candidatura residual, para transformá-la em linha auxiliar da campanha de Kassab à prefeitura e a mais longo prazo, preservar a candidatura tucano-paulista ao planalto. Em complemento da “boa administração”, procuram apresentar Kassab quase mais tucano que o representante do PSDB.

Estamos assistindo a tentativa de “cristianização” da candidatura Alckmin e de “tucanização” do Kassab.

Só que tem um porém…

Vejam o que aconteceu em Recife e em Belo Horizonte. Em Recife com Costa e em Belo Horizonte com Lacerda, ambos candidatos da continuidade e de prefeituras e governos bem avaliados. Ambos permaneciam embaixo nas pesquisas e pularam para o primeiro lugar com o começo da propaganda eleitoral gratuita. Não sendo candidatos conhecidos, bastou a TV mostrar que eram os representantes de seus respectivos governos para alavancar uma subida espetacular.

Aqui isto por enquanto não aconteceu, apesar da vontade dos que “editaram” a pesquisa Datafolha para vender semelhanças. Aqui em São Paulo, ao que tudo indica, a queda de Alckmin em favor de Marta foi anterior ao começo do programa eleitoral, como já tinha captado a pesquisa Ibope (Ver Datafolha confirma Marta em primeiro lugar e Alckmin segundo).

Após o programa eleitoral, mesmo dispondo de maior tempo na TV, de uma propaganda bem focada, do apoio da publicidade estadual e das máquinas respectivas, o candidato Kassab oscilou positivamente de apenas 3 pontos. Eles foram suficientes para seus apoiadores na mídia saírem a campo com força total e poderão, se atingirem seu objetivo, precipitar uma crise na campanha Alckmin. Isto é bom para Marta e o PT.

É aquela história da qual o méga-especulador Soros já tinha falado “da profecia que se auto-realiza”. A força de falar da catástrofe, as falas provocam o pânico, o qual acaba provocando a catástrofe. Só que mesmo falando que Brasil viraria uma Argentina em crise (a “catástrofe” a qual Soros se referia na época), o prognostico não se materializou, entre outras coisas porque Lula não entrou em pânico e o governo federal fez o que devia ser feito.

Para a campanha de Marta esta movimentação tem importância. Nos dois últimos meses a ação de desestabilização lançada contra Alckmin contribuiu a fincar com mais força ainda a candidata na preferência do eleitorado. A pressão atual pode permitir um enfraquecimento de Alckmin, uma boa subida de Kassab, acirrando a disputa entre eles. E persistindo Kassab na linha agressiva contra o PT, aumentando ainda mais sua rejeição, o que ajudará a reforçar as condições da vitória eleitoral no segundo turno. Não cabe a nós escolher o adversário e sim apresentar nosso diagnóstico da realidade e as propostas para enfrentar os desafios de São Paulo. Para isto é fundamental que Alckmin não consiga “roubar” da candidatura Marta seu caráter de oposição a administração Kassab, perigo presente na inteligente exploração que ele começou a fazer na questão da saúde. LF

23/08/2008 - 22:59h Folha edita pesquisa Datafolha

A Folha de SP, na sua edição de domingo disponivel nas bancas no sábado (edição São Paulo, concluída às 14H), edita a pesquisa Datafolha para não destacar a liderança de Marta e alavancar a candidatura de Kassab, em detrimento de Alckmin. A manchete é: “Diferença Alckmin/Kassab cai à metade”.

O Datafolha, instituto de pesquisas, apresentou seus resultados assim:

“A candidata do PT à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, atinge 41% das intenções de voto, e abre uma vantagem de 17 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Geraldo Alckmin, do PSDB, que obtém 24% das preferências, segundo pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 21 e 22 de agosto, a 44 dias do primeiro turno da eleição. No levantamento anterior, realizado nos dias 23 e 24 de julho, Marta e Alckmin empatavam, em razão da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais: a petista atingia 36% e o tucano obtinha 32% das intenções de voto. Em um mês, a ex-prefeita ganhou cinco pontos percentuais, enquanto o candidato do PSDB perdeu oito.

A pesquisa, a primeira após o início da exibição do horário gratuito dos candidatos a prefeito na TV, no dia 20, também mostra que Marta empata com Alckmin em simulação de segundo turno, além de crescimento na taxa de intenção de voto espontânea e ligeira variação na taxa de rejeição à petista.” (reproduzido na integra em Pesquisa Datafolha).

A apresentação da Folha não destaca estes fatos.

Os números mostram que Marta ganhou seus cinco pontos de crescimento em detrimento do segundo colocado, que perdeu 8 pontos. A pesquisa mostra que o crescimento de Marta reverteu em seu favor o favoritismo na simulação do segundo turno: Marta vence Alckmin (diferentemente da pesquisa Datafolha anterior). Marta cresce na espontânea e no quesito rejeição ela diminui, sendo ultrapassada por Kassab que aparece com 32% de rejeição (a rejeição de Kassab oscilou para cima na mesma porcentagem que sua intenção de voto: 3 pontos, dentro da margem de erro).

Marta abre uma distancia de 17 pontos com o segundo colocado, Alckmin. Ela amplia a distancia que a separa de Kassab em 27 pontos (na pesquisa anterior está distancia era de 25 pontos).

Estes são os dados principais da pesquisa. A principal beneficiaria da queda de Alckmin é Marta. Ela cresce acima do eleitorado de Alckmin e Kassab só residualmente aproveita essa queda de Alckmin, oscilando positivamente de 3 pontos, ou seja dentro da margem de erro.

Na Folha de amanhã tudo isto é obscurecido ao ponto de Marta sumir da principal manchete da primeira página que proclama: “Diferença Alckmin/Kassab cai à metade”.

O fato de Marta pela primeira vez no Datafolha aparecer na frente de Alckmin no 2° turno é reproduzido numa pequena retranca embaixo da página A4. É a primeira vez em um ano de pesquisas Datafolha que isto acontece. A oscilação de Kassab, dentro da margem de erro, ganha destaque no lide da capa da Folha e não o crescimento efetivo de 5 pontos de Marta que a levam ao primeiro lugar (no Datafolha anterior ela aparecia empatada com Alckmin).

Como a pesquisa -reconhece o próprio jornal- captou o começo da propaganda na TV, este crescimento de Marta é significativo também do resultado das inserções e programas de rádio e TV. Os ataques de Kassab contra Marta fizeram oscilar para cima sua rejeição e não permitiram até agora que recuperasse para ele a queda de Alckmin (só em três pontos oscilou sua intenção de voto no primeiro turno, igual que sua rejeição, e dentro da margem de erro). Mesmo entre os eleitores com ensino médio, onde Alckmin cai 11 pontos, Marta é a principal beneficiária passando nesse estrato de 36% para 41%. Mais importantes numericamente, nos eleitores com renda mensal inferior a dois salários mínimos, Marta cresce 8 pontos, sendo que Alckmin cai 6 e Kassab só oscila de apenas 2 pontos (a margem de erro nesta categoria é superior aos 3 pontos da margem de erro sobre o total da pesquisa).

Para forçar sua peculiar apreciação da pesquisa, a Folha se apóia no crescimento da avaliação positiva do governo Kassab que passou de 35% de ótimo/bom em 23-24 de julho, para 40% agora (21-22 de agosto), um crescimento de 5 pontos em quase um mês. A Folha não destaca o fato que este crescimento sendo maior entre a população de baixa renda até 2 salários, não teve quase nenhum impacto na intenção de voto em favor de Kassab nesse mesmo segmento.

Quando a Folha passa à analise dos resultados por região, nada é dito sobre a margem de erro quando reportada a um universo bem menor. Mesmo assim a pesquisa mostra que Marta obteve seu maior crescimento em bairros como Ipiranga, Saúde, Vila Mariana e Jabaquara (+10 pontos) o que faz que na zona sul somada ao sudeste, Marta tem 49% contra 22% de Alckmin e 13% de Kassab. A zona sul é junto com a zona leste a mais populosa da cidade.

Em toda a Zona leste Marta tem 41%, Alckmin 22% e Kassab tem 13%.

O centro, bem menos populoso registra um crescimento de 15 pontos nas intenções de voto para Marta, chegando a 38% frente a Alckmin com 29% e Kassab com 13%.

Só na zona norte, bem menos populosa que a sul e a leste, zona norte que já foi um setor de forte implantação do janismo e do malufismo, Gilberto Kassab consegue recuperar uma parte importante da queda de Alckmin e registra seu melhor resultado 16%. Marta passa a liderar em toda a zona norte com 36%, seguida de Alckmin com 27%.

Por último, na zona oeste Marta cresceu 5 pontos e atinge 26%, Alckmin lidera com 33% e Kassab 16%.

Todos estes dados estão presentes no jornal, de uma forma ou de outra, mas a edição da pesquisa faz tudo para evitar que o leitor perceba a realidade da situação eleitoral registrada nos números do Datafolha.

A TV Globo abriu a informação hoje a noite sobre a pesquisa Datafolha: “Marta abre 17 pontos a frente de Alckmin”.

O Estado de São Paulo pós como título “Datafolha mostra Marta com 17 pontos de vantagem” e no lide, abaixo da manchete “Candidata do PT subiu e Geraldo Alckmin, segundo colocado, caiu; pesquisa confirma movimento detectado pelo Ibope no último dia 16″.

A Folha SP leva como manchete na capa: “Diferença Alckmin/Kassab cai à metade”, embaixo, no lide “Tucano recua 8 pontos, e prefeito, com sua melhor avaliação, oscila para cima; Marta cresce e se isola em 1°”. Dentro do jornal, na principal página com os resultados, a manchete é: “Alckmin cai e tem 10 pontos sobre Kassab; Marta se isola”. Na página A8 a manchete é: “Maior vantagem de Marta sobre tucano está no extremo sul”. Por último, pag A9: “Kassab tem maior índice de aprovação desde que assumiu”.

Julguem vocês

Luis Favre