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	<title>Blog do Favre &#187; datafolha</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>52% dos paulistanos são contra restrição aos fretados, aponta Datafolha. Câmara propõe liberar fretado na Faria Lima</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Proposta é do PSDB e de partidos de oposição -PT e PC do B-, que somam 26 dos 28 votos necessários para aprovar as mudanças
Para os vereadores, a avenida se enquadra na exceção adotada pela prefeitura na Berrini, pois ambas não têm metrô
EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A Câmara vai flexibilizar as restrições aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_3Lvxu8anRxc/SnGvFINCYiI/AAAAAAAADE8/J93ram-9528/s320/fretado.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_3Lvxu8anRxc/SnGvFINCYiI/AAAAAAAADE8/J93ram-9528/s320/fretado.jpg" align="left" /><font size="4"></font></p>
<p><font size="4"><strong>Proposta é do PSDB e de partidos de oposição -PT e PC do B-, que somam 26 dos 28 votos necessários para aprovar as mudanças</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Para os vereadores, a avenida se enquadra na exceção adotada pela prefeitura na Berrini, pois ambas não têm metrô</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A Câmara vai flexibilizar as restrições aos ônibus fretados impostas pela gestão Gilberto Kassab (DEM). Uma das propostas que devem ser incluídas no acordo para aprovação do projeto na Casa é a liberação do tráfego desses veículos na av. Brigadeiro Faria Lima.</p>
<p>A proposta foi encampada pelo PSDB e pelos partidos de oposição -PT e PC do B- que, juntos, chegam a 26 votos. São necessários 28 para aprovar as mudanças.</p>
<p>O resultado da pesquisa Datafolha que mostra que a maioria da população é contra a restrição (leia texto nesta página) deve facilitar o trabalho de atrair vereadores de outras legendas para a ideia de flexibilizar as regras. Discute-se ainda a criação de uma comissão para julgar as exceções e a redução do horário da restrição, hoje das 5h às 21h.</p>
<p>As novas regras para os fretados entraram em vigor em 27 de julho. Após protestos de usuários, que chegaram a fechar a marginal Pinheiros, a prefeitura recuou e liberou o tráfego dos ônibus pela av. Luiz Carlos Berrini sob o argumento de que lá não há metrô. Como a Faria Lima também não tem metrô, tucanos e oposição pedem equiparação.</p>
<p>Hoje será fechado o acordo para a votação do projeto. O governo apresentará sua proposta no início da tarde. A votação está marcada para amanhã. Mas, se houver acordo com todas as bancadas, o tema pode até ir a plenário hoje.</p>
<p>O projeto foi aprovado na semana passada em primeiro turno com votação simbólica. Embora não tenha havido votação nominal, os vereadores do PT pediram para registrar o voto contrário da bancada.</p>
<p>O governo tem pressa em aprovar o projeto porque teme uma eventual decisão judicial contra as restrições. Um recurso do Transfretur (sindicato das empresas de fretamento) que está para ser julgado no Tribunal de Justiça aponta que a medida só poderia ter sido definida por lei, e não por portaria do secretário dos Transportes, como ocorreu.</p>
<p><font size="5"><strong>52% dos paulistanos são contra restrição, aponta Datafolha</strong></font></p>
<p><font size="-1">DA REPORTAGEM LOCAL </font></p>
<p>A restrição à circulação de  ônibus fretados em parte do  centro expandido de São Paulo  é rejeitada pela maioria dos  moradores da cidade.<br />
De acordo com pesquisa do  instituto Datafolha feita na semana passada, 52% dos paulistanos são contra a medida da  gestão Gilberto Kassab (DEM).  Outros 27% disseram ser a favor da restrição, 13% se declararam indiferentes e 9% não  souberam responder.<br />
A restrição foi imposta pela  prefeitura com o argumento de  que isso melhoraria o trânsito  na cidade. Para a maioria da população, no entanto, isso não  aconteceu.<br />
Segundo o Datafolha, 57%  dos paulistanos acreditam que  o trânsito continuou igual após  o início da restrição. Para 15%,  os congestionamentos até pioraram e 14% disseram que houve melhora -14% não souberam avaliar.<br />
Essa é a segunda restrição de  circulação imposta pela gestão  Kassab. No ano passado, também a partir do mês de julho, a  prefeitura limitou o acesso de  caminhões a uma parte do centro expandido.<br />
Na ocasião, no entanto, a medida teve a aprovação da maioria da população: pesquisa Datafolha feita no início de julho  de 2008 apontou que 54% dos  paulistanos eram favoráveis à  restrição dos caminhões, 33%  eram contra e 9% se disseram  indiferentes.</p>
<p><strong>Aprovação a Kassab</strong><br />
A restrição à circulação de  ônibus fretados em São Paulo  não afetou a popularidade de  Kassab. Aprovam a gestão 48%  dos paulistanos. O percentual  era de 46% na pesquisa anterior, de maio, e de 45% no levantamento de março.<br />
A popularidade do prefeito,  no entanto, segue menor que  no período eleitoral, quando  ele chegou a ter 61% de ótimo e  bom (outubro de 2008).<br />
Disseram reprovar a gestão  Kassab 17% dos paulistanos  com mais de 16 anos ouvidos  pelo Datafolha. Em maio eram  19%. Em março, 23%.<br />
O novo levantamento foi realizado entre os dias 11 e 13 de  agosto. A pesquisa tem margem  de erro de três pontos percentuais na capital, onde foram ouvidas 1.092 pessoas. Em todo o  Estado, o Datafolha entrevistou 2.052 pessoas (incluindo as  1.092 da capital), com margem  de erro de dois pontos.</p>
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		<title>Datafolha: Avaliação do governo Serra</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 12:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Folha SP (clique na imagem para ampliar)
 


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Folha SP</strong> <em>(clique na imagem para ampliar)</em></p>
<p> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/datafolha_governoserra_agosto.jpg" title="datafolha_governoserra_agosto.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/datafolha_governoserra_agosto.jpg" alt="datafolha_governoserra_agosto.jpg" width="553" height="233" /></div>
<p></a></p>
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		<title>Datafolha para governo de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 12:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div align="center">Folha SP</div>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/datafolha-estadual_agosto.jpg" title="datafolha-estadual_agosto.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/datafolha-estadual_agosto.jpg" alt="datafolha-estadual_agosto.jpg" width="555" height="1511" /></a></div>
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		<title>Pesquisa Datafolha para governo de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 12:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A nova pesquisa Datafolha trabalhou com cenários novos. Porque colocar o nome de Serra em disputa estadual, se ele é virtual candidato a presidente, salvo para alimentar a sua suposta dúvida sobre disputar a releição em São Paulo? Qual é o sentido de manter o nome de Erundina que já afirmou várias vezes não ser candidata ao governo e não pesquisar um cenário com o nome de Ciro e de Marta? Porque só colocar o nome da Marta, no caso dos candidatos do PT, quando todos sabem que Palocci e Emídio estão cogitados? </em></p>
<p><em>Independentemente das suas motivações, a nova pesquisa mostra alguns resultados interessantes. O favorito, Alckmin perdeu alguns pontos, mas ele tem mais intenções de voto que se José serra fosse candidato à releição. Como a aprovação de Serra é alta e os seus índices para presidente são elevados no seu Estado, o resultado é curioso. Marta na frente de Kassab em um dos cenários (em empate técnico) pode significar um descontentamento maior com a administração do prefeito? Só uma pesquisa específica de avaliação da administração municipal poderá entender isto melhor.</em></p>
<p><em>Como ainda estamos muito longe da disputa eleitoral, a pesquisa serve mais para o debate interno nos partidos para a escolha de seus candidatos. A maior liderança do PSDB na pesquisa, Alckmin, já esteve nessa situação folgada na dianteira quando das eleições para a prefeitura de São Paulo e nem sequer foi para o segundo turno. Já Kassab, mesmo empatado com Marta, aparece com um percentual bem superior ao que ele tinha no começo da disputa municipal que acabou ganhando. Ou seja, Kassab encontra nos resultados base solida para querer ser candidato ao governo estadual e Alckmin, mesmo com seu favoritismo pode ser preterido pelo Serra que comandara a escolha no PSDB.</em></p>
<p><em>Os resultados da Marta e de Ciro são expressivos no Estado. A primeira já foi candidata a governadora e prefeita, sendo sua liderança no Estado hoje a maior eleitoralmente da oposição. Ciro não tem implantação no Estado e por isso mesmo seu resultado é ainda mais expressivo e surpreendente. Em parte é um desdobramento de seu recall como candidato a presidente e em parte recupera uma parte do voto do próprio PT e da oposição aos tucanos. LF</em></p>
<p><font size="5"><strong>Alckmin lidera com folga; Ciro tem de 12% a 18% em SP</strong></font></p>
<p><font size="5"><strong>Marta fica com 16% a 22%; se Kassab for o nome de Serra, disputa é acirrada</strong></font></p>
<p><strong>Tucano perdeu 4 pontos no único cenário que permite comparação com pesquisa anterior do Datafolha, mas tem de 43% a 46% dos votos</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">PEDRO DIAS LEITE &#8211; Folha SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Principal novidade no cenário político paulista para 2010, a possível candidatura de Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo de São Paulo atinge de 12% a 18%, a depender do adversário, mas os tucanos Geraldo Alckmin ou José Serra ainda lideram com folga.<br />
Na disputa paulista, quando o nome do PSDB é o do ex-governador Geraldo Alckmin, Ciro tem 12%, contra 46% do tucano. O desempenho do deputado federal pelo Ceará é pior que o da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), que chega a 16% contra Alckmin, que fica com 43% com ela na disputa.<br />
&#8220;O Ciro tem um percentual considerável como ponto de partida, mas isso não significa que ameace a liderança do Alckmin&#8221;, avalia o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino. &#8220;Não é um percentual desprezível&#8221;, afirma. É a primeira vez que o Datafolha inclui o nome de Ciro nos levantamentos sobre o governo paulista.<br />
O quadro para a eleição ao governo de São Paulo ainda está indefinido, tanto no campo governista quanto na oposição, com vários nomes numa dura disputa de bastidores para conseguir a vaga.<br />
Atual secretário de Desenvolvimento de São Paulo, Alckmin luta pela indicação do governo com nomes com desempenho mais fraco nas pesquisas -como o secretário estadual da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM)-, mas com apoio nos bastidores.<br />
Na oposição, Ciro é o candidato preferido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o próprio deputado federal pelo Ceará ainda tenta se viabilizar para a disputa à Presidência. Além disso, parte do PT paulista resiste a essa ideia, especialmente a ala ligada a Marta.<br />
O resultado de Ciro no Estado é mais fraco do que no plano nacional, onde ele tem de 14% a 23% das intenções de voto na disputa pela Presidência, como publicou a Folha ontem.<br />
No único cenário que permite comparação com pesquisas anteriores, Alckmin perdeu quatro pontos e está com 43% das intenções de voto, mas ainda permanece bem à frente da segunda colocada, Marta, com 16%. Nesse quadro, o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscila de 9% para 11%.<br />
Sem Alckmin na disputa, tanto Marta quanto Ciro sobem. A petista tem 22% quando o candidato governista é o prefeito Kassab, que fica com 20% -um empate técnico, já que a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.<br />
Kassab lidera com 22% sem Alckmin e sem Marta, situação em que Ciro tem 18%. O resultado é no limite da margem de erro. Num cenário muito pouco provável, com Ciro no limite para cima e Kassab no limite para baixo, ambos ficariam com 20% das intenções.<br />
Alckmin tem desempenho superior ao de seu chefe, nome mais cotado dos tucanos para concorrer à Presidência da República -mas disputa com Aécio Neves (PSDB-MG) a indicação tucana e ainda tem a opção de escolher concorrer à reeleição em São Paulo.<br />
Serra tem 36% contra Marta, que fica com 17%, e 38% contra Ciro, que nesse cenário tem 12%. O diretor do Datafolha atribuiu o fato de o governador ter índices menores do que o ex à vinculação de sua imagem à disputa nacional. &#8220;O Serra já está muito marcado como candidato a presidente&#8221;, afirma.<br />
O percentual de Serra em São Paulo é semelhante à sua performance nacional, quando lidera com vantagem tranquila sobre os oponentes.<br />
<strong><br />
Maluf e Soninha</strong><br />
Paulo Maluf, nome recorrente na política paulista, varia de 11% a 14%. Seu melhor momento é numa disputa com Ciro e Kassab. A subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), que teve 4,2% dos votos na disputa pela prefeitura no ano passado, varia de 4% a 7%.<br />
A ex-prefeita e hoje deputada federal Luiza Erundina, do mesmo PSB de Ciro, tem de 4% a 5%, dependendo dos concorrentes. Paulinho (PDT), Campos Machado (PTB), Ivan Valente (PSOL) e Paulo Skaf (sem partido) não passam de 3% em nenhum dos cenários.</p>
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		<title>Pesquisa traz preocupações a Serra e Dilma</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 14:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ KENNEDY ALENCAR colunista da Folha Online
&#160;
&#160;
A mais recente pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial mostra um quadro de estabilidade que deverá preocupar os dois principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto: o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).
Aos olhos de hoje, a pesquisa reforça a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: #ffff99" id="articleBy"> <font size="4"><strong>KENNEDY ALENCAR</strong> colunista da <strong>Folha Online</strong></font></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>A mais recente pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial mostra um quadro de estabilidade que deverá preocupar os dois principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto: o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).</p>
<p>Aos olhos de hoje, a pesquisa reforça a ideia de que o mais provável será um duelo entre Serra e Dilma no segundo turno de outubro do ano que vem. Por ora, apostar nesse cenário parece ser o mais sensato.</p>
<p>Mas faltam quase 14 meses para a disputa em primeiro turno. É tempo suficiente para surpresas. E há fatos novos em campo.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>Efeito Marina no PSDB</strong></p>
<p>Primeiro, vamos ao resultado do levantamento. Serra continua a liderar com 37%. Teve oscilação negativa de um ponto percentual em relação à última pesquisa, realizada no final de maio. Em março de 2008, ele marcou 38%. Foi a 41% no final de novembro do ano passado. Manteve esse índice até meados de março deste ano. Caiu para 38% no final de maio. E agora marcou os 37% acima citados.</p>
<p>Não dá para falar em tendência de queda de Serra. Ele permanece estável na liderança, mas a oscilação negativa pode ter algo a ver com a entrada da senadora Marina Silva (AC) no jogo presidencial. Ela vai deixar o PT para disputar a Presidência pelo PV.</p>
<p>Os tucanos comemoraram a eventual candidatura de Marina. Avaliam que ela prejudicará mais Dilma do que Serra. Pode ser uma avaliação precipitada.</p>
<p>O discurso de Marina tem potencial para atrair parte do eleitorado mais rico e mais escolarizado que, insatisfeito com o PT no poder, estacionou sua preferência no tucanato.</p>
<p>Oscilações negativas de um ou dois pontos, dentro da margem de erro, se mantidas nas próximas pesquisas, afetarão o cenário de favoritismo de Serra. Essas oscilações não devem ser descartadas.</p>
<p>Marina tirará votos do PT, mas também do PSDB.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>Parou por quê?</strong></p>
<p>A pesquisa vai gerar preocupação entre os estrategistas de Dilma. Candidata de Lula, a ministra vinha crescendo de março de 2008 ao final de maio de 2009. Agora parou. Parou por quê? Eis a questão.</p>
<p>Vamos aos números da petista _em pesquisas, vale mais a curva, a tendência, do que o número absoluto de um levantamento.</p>
<p>Dilma saiu de 3% no final de março de 2008 para 8% quando novembro terminou. Foi a 11% em março deste ano. E voltou a subir, conquistando 16%, no final de junho. De lá para cá, manteve essa marca.</p>
<p>É justo reconhecer que a candidatura de Dilma ganhou fôlego.</p>
<p>Especulação: os efeitos negativos da crise econômica podem ter freado sua ascensão, que tenderia a ser retomada com a recuperação da economia já em curso neste momento. Pode ser. Mas também pode ser que Dilma tenha se aproximado de um teto ao qual chegou embalada pelo suporte do presidente Lula, cuja popularidade é alta. Agora, ela teria de mostrar serviço por conta própria. Nessa hora, surgiu Marina.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>O fato novo</strong></p>
<p>Os três pontos percentuais da senadora do Acre não podem ser considerados uma marca ruim. Ela estava totalmente fora do debate presidencial, o que significa não aparecer na mídia e nas conversas do meio político.</p>
<p>A 14 meses da eleição, Marina tem tempo para se tornar conhecida e crescer. Convenhamos: quem viu Dilma sair de 3% para 11% em um ano poderá ver Marina repetir o trajeto.</p>
<p>É fato que o PV é um partido sem estrutura nacional. Tem pouco tempo de TV e rádio no horário eleitoral gratuito. Enfrentará dificuldade para arrecadar recursos financeiros. E há muita gente com currículo esquisito na legenda.</p>
<p>Mas Marina é um fato novo, tem bom apelo para ser vendida, diria um marqueteiro. Ambientalista com os pés no chão e com uma história pessoal semelhante à de Lula, ela pode se apresentar como diferente dos políticos tradicionais porque isso é um fato.</p>
<p>Quem acompanha política sabe que Marina é diferente. Não fez tudo para ficar no poder. Não atua na base do é dando que se recebe. Enfim, há predicados que vão gerar simpatia numa faixa do eleitorado, sobretudo na mais escolarizada e mais rica. Será preciso, claro, combinar com os russos: o grosso do eleitorado, fatia menos escolarizada e de menor renda.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>De volta ao jogo principal?</strong></p>
<p>Ciro Gomes (PSB) manteve os 15% da última pesquisa. Sua trajetória no Datafolha é a seguinte: 20% em março de 2008, 15% no final de novembro, 16% em março de 2009, 15% no final de maio deste ano e 15% agora.</p>
<p>Tem peso, mas não é o preferido de Lula, que ainda deseja mais que ele concorra ao governo paulista do que à Presidência. O presidente continua a apostar num confronto plebiscitário entre Serra e Dilma.</p>
<p>Essa é uma visão arrogante. Lula não enxerga ou finge não enxergar o fator Marina. Talvez seja interessante manter Ciro na contenda presidencial, a fim de que dois candidatos do atual campo governista defendam a sua administração.</p>
<p>Não vale um centavo furado a história de que Marina não vai atacar o governo. Basta ler suas declarações aos jornais.</p>
<p>Talvez seja interessante o presidente esquecer essa possível candidatura de Ciro ao governo paulista, algo artificial demais para funcionar. Alguns petistas acham melhor contar com mais uma opção numa eleição presidencial que vai ser dura. Ciro já entendeu isso e se reposicionou. Tirou gás do projeto paulista.</p>
<p>O governo confia na recuperação da economia e no conjunto de suas realizações para eleger Dilma. É uma estratégia respeitável e correta. Será suficiente?</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>Aliança PSOL-PV sairá?</strong></p>
<p>A senadora Heloisa Helena (PSOL), que marcou 12%, mantém um bom patamar no Datafolha. Tinha 14% no final de maio de 2008 e repetiu a taxa em novembro. Caiu para 11% em março deste ano. Oscilou negativamente para 10%. E agora obteve 12%.</p>
<p>HH está no jogo, mas pode fazê-lo ficar mais interessante se fechar uma aliança do PSOL com o PV. Ela reforçaria Marina.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>O jogo vai esquentar</strong></p>
<p>Falando da própria senadora do Acre, já foram abordadas as vantagens e dificuldades. Por ora, ela é o novo. Vamos ver que discurso construirá. O eixo ambiental numa candidatura ao Palácio do Planalto é desejável, é inovador, mas não pode virar samba de uma nota só.</p>
<p>Se quiser entrar no jogo para valer, ela terá de convencer o eleitorado de que tem propostas melhores do que as de Serra e de Dilma.</p>
<p>Ele é um candidato respeitável, com boas passagens pelo Ministério da Saúde, pelo Congresso, pela Prefeitura de São Paulo e pelo governo paulista.</p>
<p>Ela é a representante de um partido que faz uma boa administração. Lula honrou o compromisso essencial de melhorar a vida dos mais pobres, o que é muita coisa num país como o Brasil.</p>
<p>Parece que vai ser uma eleição legal.</p>
<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/images/kennedy_alencar-2.jpg" width="50" align="left" height="50" /><strong>Kennedy Alencar</strong>, 41, colunista da <strong>Folha Online</strong> e repórter especial da <strong>Folha</strong> em Brasília. Escreve para <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/kennedyalencar/">Pensata</a> às sextas e para a coluna <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/">Brasília Online</a>, sobre bastidores do poder, aos domingos. É comentarista do telejornal &#8220;RedeTVNews&#8221;, de segunda a sábado às 21h10, e apresentador do programa de entrevistas &#8220;<a href="http://www.redetv.com.br/enoticia" target="_blank">É Notícia</a>&#8220;, aos domingos à meia-noite.</p>
<p><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:kennedy.alencar@grupofolha.com.br">kennedy.alencar@grupofolha.com.br</a></p>
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		<title>Intenções eleitorais não foram afetadas pela crise do Senado</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 12:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Serra mantém liderança na disputa pela Presidência, mostra Datafolha
Dilma Rousseff e Ciro Gomes estão tecnicamente empatados.
Em dois cenários diferentes, Marina Silva teria 3% se disputasse.
Do G1, em São Paulo &#8211; A pesquisa Datafolha, que será divulgada na edição deste domingo (16) do jornal &#8220;Folha de S.Paulo&#8221;, mostra que o governador de São Paulo, José Serra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><strong>Serra mantém liderança na disputa pela Presidência, mostra Datafolha</strong></font></p>
<p><strong>Dilma Rousseff e Ciro Gomes estão tecnicamente empatados.<br />
Em dois cenários diferentes, Marina Silva teria 3% se disputasse.</strong></p>
<p>Do <strong>G1</strong>, em São Paulo &#8211; A pesquisa Datafolha, que será divulgada na edição deste domingo (16) do jornal &#8220;Folha de S.Paulo&#8221;, mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), mantém a liderança na disputa pela Presidência da República, que será no ano que vem.<br />
Serra, que tinha 38% das intenções de voto no levantamento anterior, realizado entre 26 e 28 de maio, oscilou um ponto para baixo e está com 37%.<br />
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), manteve os 16% registrados na pesquisa anterior.<br />
O ex-minsitro e deputado federal Ciro Gomes (PSB) também manteve o percentual do levantamento anterior, 15% das intenções de voto.<br />
A ex-senadora Heloisa Helena, do PSOL, oscilou positivamente dentro da margem de erro, e passou de 10% para 12% das intenções de voto. Brancos, nulos ou nenhum registraram 12% e 7% não souberam responder.<br />
A pesquisa Datafolha foi realizada com 4.100 eleitores entre os dias 11 e 13 de agosto em 171 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<p><strong>Cenário 2</strong><br />
Em cenário com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que pode trocar o PT para se candidatar pelo PV, Serra teria 36% das intenções de voto contra 17% de Dilma Rousseff e 14% de Ciro Gomes. Heloisa Helena aparece com 12% e Marina Silva, com 3%.<br />
Brancos, nulos ou nenhum somam 11%. Não souberam 7% dos entrevistados.</p>
<p><strong>Cenário 3</strong><br />
Quando o candidato do PSDB é o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), Ciro é líder na disputa, aponta o Datafolha.<br />
Ciro Gomes aparece com 23%, Dilma com 19%, Heloisa Helena com 17% e Aécio Neves com 16%. Brancos, nulos e nenhum são 16% e 9% não sabiam.</p>
<p><strong>Cenário 4</strong><br />
Ainda com Aécio Neves pelo PSDB e a ex-ministra Marina Silva disputando contra Dilma, Ciro Gomes tem 21%, Dilma 19%, Heloisa Helena 17%, Aécio Neves 15% e Marina Silva, 3%.<br />
Brancos, nulos e nenhum somam 16% e 8% não sabem.</p>
<p><strong>Cenário 5</strong><br />
O Datafolha pesquisou um cenário em que Serra e Aécio disputam a eleição, nesse caso o governador de São Paulo também lidera, com 32%.<br />
Dilma aparece em segundo com 16%, Ciro tem 14%, Heloisa Helena aparece com 12% e Aécio, 10%. Brancos e nulos são 9% e 6% não sabem quem escolheriam.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Datafolha: aprovação a Lula continua em patamar histórico</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 12:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Com 67% de ótimo e bom, equivalente a taxa de novembro de 2008 (70%)
DATAFOLHA
Lula passa por crise sem perder alta aprovação
Governo petista é avaliado como ótimo/bom por 67%
DA REPORTAGEM LOCAL
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva consegue, até o momento, atravessar a mais nova crise política nacional e manter sua popularidade entre os brasileiros no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" id="images/aval_pres_01062009.swf" width="470" align="top" height="240"><embed src="http://datafolha.folha.uol.com.br/images/aval_pres_01062009.swf" quality="high" scale="noborder" wmode="transparent" bgcolor="#ffffff" name="images/aval_pres_01062009.swf" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" width="470" align="top" height="240"></embed></object></p>
<p>Com 67% de ótimo e bom, equivalente a taxa de novembro de 2008 (70%)</p>
<p>DATAFOLHA</p>
<p>Lula passa por crise sem perder alta aprovação</p>
<p>Governo petista é avaliado como ótimo/bom por 67%</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva consegue, até o momento, atravessar a mais nova crise política nacional e manter sua popularidade entre os brasileiros no mesmo patamar.<br />
Para 67%, seu governo é ótimo ou bom, variação dentro da margem de erro na comparação com a última pesquisa, feita em maio, quando Lula atingiu 69% de aprovação.<br />
Segundo o instituto, 25% dos brasileiros acham o governo regular, ante 24% na última pesquisa. Para 8%, a administração do petista é ruim ou péssima; eram 6% no levantamento anterior. &#8220;O Lula conseguiu passar incólume pela crise, o Congresso, não&#8221;, diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.<br />
Com os 67% de ótimo ou bom que registra agora, Lula está a apenas três pontos de seu recorde pessoal (70%), atingido em novembro de 2008 e que foi o melhor resultado obtido por um presidente desde que o Datafolha começou a fazer esse tipo de pesquisa, em 1990.<br />
O presidente foi o principal fiador da permanência de José Sarney (PMDB-AP) na Presidência do Senado. Em 17 de junho, chegou a declarar que o senador não poderia ser tratado como &#8220;uma pessoa comum&#8221;. Depois, amenizou o apoio público, mas manteve a sustentação ao aliado nos bastidores.<br />
A pesquisa mostra a dissociação entre a popularidade de Lula e a crise no Senado. Mesmo entre os que consideram o governo ótimo ou bom, a maioria (73%) defende a saída ou afastamento temporário de Sarney.<br />
Também entre os que aprovam o governo, 65% acreditam que Sarney está envolvido nas denúncias feitas contra ele.</p>
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		<title>Uma boa notícia para Kassab</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 12:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa Datafolha indica que a avaliação de Kassab parou de cair. Depois de passar de 61% em outubro 2008, para 45% de ótimo e bom em março, o recente levantamento indica uma estabilização neste patamar de aprovação, hoje com 46%. (A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos).
Para Kassab é uma boa notícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa Datafolha indica que a avaliação de Kassab parou de cair. Depois de passar de 61% em outubro 2008, para 45% de ótimo e bom em março, o recente levantamento indica uma estabilização neste patamar de aprovação, hoje com 46%. (A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos).</em></p>
<p><em>Para Kassab é uma boa notícia que reforça sua perspetiva de ser candidato ao governo de Estado em 2010. Seus amigos do DEM não escondem este projeto e são adversários da candidatura Alckmin, repetindo o conflito das eleições municipais passadas.</em></p>
<p><em>A outra boa notícia, que os índices da pesquisa mostram para Kassab, é que também ele se beneficia, como seu padrinho José Serra, da continuidade do clima existente durante as eleições municipais do ano passado, favorável a releição dos titulares dos cargos por conta da boa avaliação geral da situação econômica, com o aumento do consumo e do emprego. Só que, diferentemente de Lula e Serra, o patamar de apoio de Kassab é hoje bem menor.</em></p>
<p><em>A <strong>Folha</strong>, que dá conta dos resultados da pesquisa na sua edição de hoje (ver embaixo), escolheu destacar as oscilações internas à segmentação da pesquisa, ignorando que a margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos é sobre o total do universo pesquisado, e aumenta quando a amostragem é segmentada por conta do número menor de formulários em consideração. Ou seja em cada categoria tomada isoladamente a margem de erro é bem superior aos 3 pontos da pesquisa global. Sendo assim, oscilações maiores em tal ou qual segmento tem seu significado bem reduzido, por conta da margem de erro bem superior. </em></p>
<p><em>Especificamente, tanto na oscilação no segmento de até dois salários e mais ainda na do segmento ensino superior, a margem de erro é imensamente superior à margem de 3 ponto para mais ou para menos, contrariamente ao afirmado na matéria. </em></p>
<p><em>Significa isto que estas oscilações não podem nem ser tomadas em conta? Não estatisticamente, mas se juntássemos 3 ou 4 pesquisas, poderia se verificar uma eventual tendencia na oscilação para além da enorme margem de erro. Mas só comparando duas amostras isto é impossível.</em></p>
<p><em>Resumindo: Kassab pode não ter necessariamente caído entre os universitários e nem tampouco subido entre os mais pobres. O que a pesquisa mostra, com uma margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, é que a avaliação de Kassab não sofreu mudanças entre a pesquisa de março e a de finais de maio. </em></p>
<p><em>Uma boa notícia para Kassab que não precisa ser amelhorada por interpretações complacentes e estatisticamente inconsistentes.</em></p>
<p><em>LF</em></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://campanhanoar.folha.blog.uol.com.br/images/KASSAB.jpg" alt="http://campanhanoar.folha.blog.uol.com.br/images/KASSAB.jpg" /></div>
<p><font size="4"><strong>Kassab cai entre mais escolarizados e sobe entre mais pobres</strong></font></p>
<p>Segundo pesquisa Datafolha feita em maio, gestão tem 46% de aprovação, mantendo o nível do levantamento de março</p>
<p>Apoio entre eleitores com renda de até 2 salários mínimos foi de 39% para 45%; entre os com ensino superior, caiu de 57% para 49%</p>
<p>EVANDRO SPINELLI<br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A gestão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), manteve seu índice de aprovação, segundo pesquisa Datafolha. O apoio, no entanto, caiu entre os eleitores mais escolarizados e cresceu entre aqueles mais pobres.<br />
No levantamento feito entre 26 e 28 de maio, 46% dos entrevistados apontaram como ótimo ou bom o governo Kassab, um ponto percentual acima do índice de março -variação dentro da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos.<br />
O apoio à gestão atingiu seu pico no início de outubro do ano passado, com 61%, na semana seguinte ao primeiro turno da eleição, no qual Kassab ficou em primeiro lugar.<br />
Desde o pleito, a aprovação vinha em queda até atingir os 45% de março, índice semelhante ao do início de setembro do ano passado.<br />
Disseram considerar ruim ou péssimo o atual governo 19% dos entrevistados. Em março, índice era de 23%. Mais uma vez, a variação ocorreu dentro da margem de erro da pesquisa.<br />
A pesquisa Datafolha ouviu 1.091 moradores de São Paulo com mais de 16 anos de idade.</p>
<p><strong>Segmentos</strong><br />
O apoio à gestão Gilberto Kassab entre os entrevistados com renda de até dois salários mínimos passou de 39% para 45% -no limite da margem de erro. A reprovação nesse mesmo segmento caiu sete pontos, de 28% para 21%.<br />
Já entre os entrevistados com ensino superior, a aprovação caiu de 57% para 49% e a reprovação variou seis pontos para cima, de 12% para 18%.<br />
Desde o início do mandato, Kassab sempre teve melhores índices de aprovação entre os eleitores mais ricos e mais escolarizados. Conquistou o apoio dos mais pobres e de menor escolaridade somente no período eleitoral.</p>
<p><strong>Desgaste</strong><br />
Nestes pouco mais de dois meses entre a pesquisa de março e a atual, a gestão Kassab enfrentou desgaste pelo atraso na distribuição dos uniformes para alunos da rede municipal e pelas falhas na varrição das ruas no centro da cidade.<br />
O prefeito também foi atingido por acusações do Ministério Público sobre supostas irregularidades em suas contas de campanha em 2008.<br />
Por outro lado, neste período foi anunciada uma linha de &#8220;metrô leve&#8221; que ligará a Vila Prudente à Cidade Tiradentes (zona leste).<br />
Também foi realizada, no início de maio, a quinta edição da Virada Cultural, que reuniu 4 milhões de pessoas, segundo a prefeitura.<br />
Parte da aprovação ao governo pode ser atribuída à propaganda. Nos primeiros cinco meses de 2009, Kassab gastou R$ 32,2 milhões em publicidade e já reservou mais R$ 45,1 milhões para este ano.</p>
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		<title>Oposição, &#8220;ricos&#8221;, pobres e Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 12:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[VINICIUS TORRES FREIRE &#8211; FOLHA SP

Prestígio da gestão Lula entre eleitores de maior renda cai desde o final de 2008, mas é recorde entre os mais pobres
UM NÚMERO curioso da pesquisa Datafolha publicada domingo é o aumento da discrepância de opinião entre as pessoas de maior e menor renda (aqueles com renda familiar inferior a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/oposicao-ricos-pobres-e-lula/11609/" rel="attachment wp-att-11609" title="lula_caricatura2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/lula_caricatura2.jpg" alt="lula_caricatura2.jpg" align="right" /></a>VINICIUS TORRES FREIRE &#8211; FOLHA SP</p>
<p><em><br />
<font size="5">Prestígio da gestão Lula entre eleitores de maior renda cai desde o final de 2008, mas é recorde entre os mais pobres</font></em></p>
<p>UM NÚMERO curioso da pesquisa Datafolha publicada domingo é o aumento da discrepância de opinião entre as pessoas de maior e menor renda (aqueles com renda familiar inferior a dois salários mínimos e superior a dez mínimos). Não que exista alguma categoria do Datafolha em que o governo Lula apareça &#8220;mal na foto&#8221;. O governo é ótimo/bom para 51% dos entrevistados de famílias com renda superior a dez mínimos, os menos satisfeitos com a gestão luliana. Nos anos FHC, as melhores avaliações do governo andavam por esse patamar. Entre os entrevistados de famílias com renda de até cinco mínimos, a aprovação está em 71%.<br />
Mas a satisfação dos mais pobres cresce; a daqueles com renda maior cai desde novembro de 2008, quando o prestígio do governo era recorde. Se a distinção dos entrevistados é feita por anos de estudo, tal fenômeno não se repete, embora o prestígio do governo cresça mais entre os que estudaram até o ensino médio.<br />
Houve mais desemprego na indústria e em empresas exportadoras, que costumam pagar mais. Porém, tais dados são muito imprecisos. De resto, nem sempre a insatisfação econômica é associada direta e absolutamente à economia.<br />
A discrepância de opinião associada à renda já foi muito maior nos anos Lula. Mais &#8220;ricos&#8221; e mais pobres tiveram opinião bem parecida sobre o governo em 2003 (ano econômico muito ruim), 2004 (ano de recuperação) e na segunda metade de 2008, ano de muito bom crescimento econômico e auge dos benefícios sociais lulianos.<br />
A divergência entre mais &#8220;ricos&#8221; e mais pobres deu um salto no mensalão e foi ao auge em 2006, ano de eleição. Desde 1989, pelo menos, a eleição de 2006 (Lula versus Geraldo Alckmin, do PSDB) foi a mais polarizada em termos &#8220;sociais&#8221; ou, ao menos, o voto estava muito associado à renda do eleitor e aos índices de qualidade de vida da região do voto.<br />
Considere-se um &#8220;índice de aprovação&#8221; do governo (porcentagem de ótimo/bom menos porcentagem de ruim/péssimo). A diferença de aprovação entre mais &#8220;ricos&#8221; e mais pobres andou em torno de 40 pontos em 2006. Em 2005, ficou em torno de 26 pontos. Em 2003, andava em torno de 7 pontos. No pico da popularidade do governo Lula, em novembro de 2008, em 13 pontos; agora, em maio de 2009, a diferença subiu um tanto, para 20 pontos.<br />
2005 foi o ano do mensalão; 2006, de eleição. Os dois anos foram de mediocridade econômica e desemprego resistente. 2005 foi o ano em que a popularidade do governo foi ao fundo, com 28% de ótimo/bom no conjunto da população (e a 18% entre entrevistados com renda familiar superior a dez mínimos).<br />
Os dados mais gerais sobre prestígio do governo e economia não sugerem, pois, associações simples; tampouco explicam a insatisfação relativamente mais alta entre os &#8220;mais ricos&#8221;. Enfim, mesmo que, até agora, o impacto social da crise tenha sido pequeno, o prestígio do governo mal foi arranhado durante um mergulho para a recessão; logo voltou ao recorde. Embora também de modo nada peremptório, os números indicam que a política, sim, pode morder pontos do prestígio luliano. Mas política significa conflito, oposição. Oposição, porém, não há.<br />
<strong><br />
vinit@uol.com.br</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diminui vantagem de Serra sobre Dilma; petista empata com tucano na pesquisa espontânea</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília
Atualizado às 13h00.
Pré-candidata do PT à presidência da República em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) empatou tecnicamente na disputa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em um dos cenários da pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNT/Sensus. Serra e Dilma aparecem tecnicamente empatados com 5,7% [...]]]></description>
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<p style="background-color: #ffff99">GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília</p>
<p>Atualizado às 13h00.</p>
<p>Pré-candidata do PT à presidência da República em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) empatou tecnicamente na disputa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em um dos cenários da pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNT/Sensus. Serra e Dilma aparecem tecnicamente empatados com 5,7% e 5,4% das intenções de voto na pesquisa espontânea (em que os eleitores falam espontaneamente os nomes do candidatos).</p>
<p>Serra vence Dilma quando os nomes dos candidatos são apresentados aos apresentados. Por esse mecanismo, Serra ganharia com 40,4% das intenções de voto contra 23,5% de Dilma. Em março, Serra tinha 45,7% e Dilma 16,3%.</p>
<p>A pesquisa ainda mostra que a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) receberia 10,7% dos votos, contra 11% da pré-candidata em março. Os votos em brancos, nulos e indecisos somam 25,6%.</p>
<p>Pesquisa Datafolha divulgada neste fim de semana mostrou Serra com 38% das intenções de voto contra 16% de Dilma. A distância entre Serra e Dilma diminuiu de 30 para 22 pontos entre o mais recente levantamento de maio e o anterior de março.</p>
<p>A diminuição da intenção de voto entre Serra e Dilma foi verificada também na pesquisa CNT/Sensus. Em março, última edição da pesquisa CNT/Sensus, Dilma havia registrado somente 3,6% na pesquisa espontânea contra 8,8% de Serra.</p>
<p>O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), aparece em quarto lugar na pesquisa espontânea com 3,0% das intenções de voto, seguido pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 1,1%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto na pesquisa espontânea.</p>
<p>O crescimento de Dilma, segundo Guedes, é consequência da percepção do eleitorado brasileiro de que a petista é efetivamente candidata &#8211;mesmo depois do anúncio de que sofre de câncer linfático. &#8220;O PT tem uma identificação espontânea no eleitorado, é uma candidata que angaria os votos do partido. É uma tendência normal&#8221;, disse Guedes.<br />
<strong><br />
Terceiro mandato</strong></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de não poder disputar o terceiro mandato, ainda aparece como líder na pesquisa espontânea com 26,2% das intenções de voto. O percentual de votos em Lula subiu em relação a março, quando 16,2% dos eleitores afirmaram que votariam no petista.</p>
<p>O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse acreditar que o crescimento de Lula na pesquisa espontânea tem relação ao crescimento do seu desempenho pessoal &#8211;que subiu de 76,2% em março deste ano para 81,5% em maio.</p>
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