<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; Demócratas</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/democratas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 14:57:17 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Lembrança de ontem</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/lembranca-de-ontem/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/lembranca-de-ontem/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 14:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[presidência Senado]]></category>
		<category><![CDATA[sarney]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/lembranca-de-ontem/</guid>
		<description><![CDATA[03/02/2009
Líder Agripino pede equilíbrio a José Sarney
 										Fernanda Domingues										


Presidente eleito promete ouvir Democratas em decisões importantes












Com o apoio dos Democratas, o senador peemedebista José Sarney (MA) foi eleito, nesta segunda-feira (2), o novo presidente do Senado Federal. Por uma diferença de 12 votos contra o petista Tião Viana (AC), Sarney ocupa a vaga deixada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="basic"><strong>03/02/2009</strong></div>
<div class="basic titNoticias">Líder Agripino pede equilíbrio a José Sarney</div>
<div class="basic autNoticias"> 										Fernanda Domingues										<a href="javascript:abrirPopup('/enviar-para-um-amigo/?nid=2416&amp;type=noticiasenador',%20'',%20245,%20307)"><br />
</a></div>
<div class="basic divisao2" style="margin: 7px 0px 10px"><img src="http://senadores.democratas.org.br/themes/deputados/img/trans.gif" /></div>
<div class="basic chamNoticias">Presidente eleito promete ouvir Democratas em decisões importantes</div>
<div class="basic divisao2" style="margin: 7px 0px 10px"><img src="http://senadores.democratas.org.br/themes/deputados/img/trans.gif" /></div>
<div class="basic txtNoticias">
<table style="margin: 3px 10px 0px 0px" width="210" align="left" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td><img src="http://senadores.democratas.org.br/files/thumb_int_16042008_197c_0.JPG" class="brdImgs1" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div class="basic divisao2" style="margin: 7px 0px 0px"><img src="http://senadores.democratas.org.br/themes/deputados/img/trans.gif" /></div>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Com o apoio dos Democratas, o senador peemedebista José Sarney (MA) foi eleito, nesta segunda-feira (2), o novo presidente do Senado Federal. Por uma diferença de 12 votos contra o petista Tião Viana (AC), Sarney ocupa a vaga deixada pelo senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) – que assumiu a presidência após renúncia do senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Foram 49 votos destinados a Sarney contra 32 a Viana.</p>
<p align="justify">&#8220;O senador José Sarney chega com uma votação consagradora. A Casa espera moderação, equilíbrio e concórdia. Vivemos um momento difícil e o presidente do Senado precisa ser um intérprete correto do povo brasileiro para discutir os caminhos de como sair dela. Sarney é um homem de diálogo, não é de se render. É maduro, racional e saberá conduzir esta Casa com acerto&#8221;, frisou o líder dos Democratas no Senado, José Agripino (RN).</p>
<p align="justify">Essa é a terceira vez que Sarney ocupa a presidência da Casa. O peemedebista foi eleito nos anos de 1995 e 2003. Ciente da importância do apoio dos Democratas para sua vitória – a legenda é a segunda maior da Casa –, Sarney garantiu que o partido será ouvido nas principais decisões a serem tomadas pelo Congresso Nacional.</p>
<p align="justify">&#8220;Nunca tomarei nenhuma decisão sem ter a opinião dos Democratas. Vamos começar um novo momento na Casa. Quero transmitir a todos os senadores do partido minha gratidão e admiração, certo de que terei, da parte do partido, o maior espírito público na solução dos nossos problemas&#8221;, ressaltou José Sarney.</p>
<p align="justify">Em relação à atuação do ex-presidente Garibaldi Alves, o líder dos Democratas elogiou a conduta do senador potiguar durante os 13 meses em que esteve à frente da Casa. &#8220;Como conterrâneo, cumprimento o senador Garibaldi que honrou o Rio Grande do Norte e merece, de nossa parte, os melhores cumprimentos e votos de futuro&#8221;, frisou.</p>
<p align="justify">Foto: Agência Senado</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/lembranca-de-ontem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que a vantagem de Obama não é maior?</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/por-que-a-vantagem-de-obama-nao-e-maior/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/por-que-a-vantagem-de-obama-nao-e-maior/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 19:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Bush]]></category>
		<category><![CDATA[casas]]></category>
		<category><![CDATA[Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[eleições USA]]></category>
		<category><![CDATA[hipotecas]]></category>
		<category><![CDATA[McCain]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[poll]]></category>
		<category><![CDATA[Republicanos]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/por-que-a-vantagem-de-obama-nao-e-maior/</guid>
		<description><![CDATA[

Idelber Avelar &#8211; Blog O Biscoito Fino e a Massa
Ao longo da semana passada, as matérias publicadas pela Folha sobre as eleições americanas repetiram um mesmo bordão, a insistente pergunta: por que a vantagem de Obama nas pesquisas não é maior? O objetivo deste post é explicar por que essa pergunta não faz sentido.
Na matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/por-que-a-vantagem-de-obama-nao-e-maior/7304/" rel="attachment wp-att-7304" title="barack_obama3.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/por-que-a-vantagem-de-obama-nao-e-maior/7304/" rel="attachment wp-att-7304" title="barack_obama3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/barack_obama3.jpg" alt="barack_obama3.jpg" /></a></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Idelber Avelar &#8211; Blog O Biscoito Fino e a Massa</strong></p>
<p>Ao longo da semana passada, as matérias publicadas pela Folha sobre as eleições americanas repetiram um mesmo bordão, a insistente pergunta: por que a vantagem de Obama nas pesquisas não é maior? O objetivo deste post é explicar por que essa pergunta não faz sentido.</p>
<p>Na matéria escrita no domingo (link para assinantes), Fernando Rodrigues afirma: A economia do país está à beira de uma de suas piores recessões, como vários indicadores atestam, mas o candidato governista e republicano John McCain se mantém praticamente empatado nas pesquisas de intenção de voto com o democrata Barack Obama. Uma hipótese para explicar esse possível paradoxo é que a crise econômica tal qual tem sido noticiada na mídia, por causa dos indicadores ruins, ainda não afetou com força uma parcela considerável do eleitorado.</p>
<p>Jisuis, a crise econômica afetou muito mais que “uma parcela considerável do eleitorado”! A taxa de desemprego é a maior dos últimos cinco anos. O número de americanos que viram seus empregos de tempo integral reduzidos a meio horário chegou a 3,7 milhões, a maior cifra desde que o governo começou a computar esta estatística, há 50 anos. Sobre a crise imobiliária, a matéria da Folha afirma que ela fez milhares de pessoas perderem suas casas. Caro Fernando Rodrigues, as perdas de hipotecas não se medem aqui por milhares. Não se medem por dezenas de milhares. Não se medem por centenas de milhares. As perdas de casas nos EUA já há tempos se contam pelos milhões.</p>
<p>Por que, então, não faz sentido se perguntar por que Obama não tem vantagem grande nas pesquisas? A resposta é pateticamente simples: porque assim são as eleições americanas. Sabem qual foi o último candidato a ser eleito com mais de 50% dos votos? Bush pai, em 1988, com 53,4%. Exato, há duas décadas ninguém recebe mais de 50% dos votos aqui. Clinton foi eleito em 1992 com 43% (numa eleição atípica, já que havia um terceiro candidato, Perot, que recebeu 1 de cada 5 votos). Em 1996, numa goleada histórica de Clinton sobre os Republicanos, a diferença foi 49,2% a 40,7% sobre Bob Dole. Em 2000, quando Bush filho venceu joserobertowrightianamente, a diferença em favor de Al Gore no voto popular foi 48,4% a 47,9%. Trata-se de um sistema eleitoral onde cada um dos dois candidatos já entra com 40%. Aqui não existem goleadas de 62 a 38. Goleadas de 62 a 38 são exclusividade de países onde o governo bate recordes históricos de redução da desigualdade social e a única plataforma eleitoral da oposição é falar de grampos telefônicos.</p>
<p>Portanto, toda a indagação sobre o “problema” de Obama não tem o menor sentido. Os números são os esperados e quem conhece a história eleitoral americana sabe disso. Ninguém que conhece o jogo jamais achou que ia ser fácil.</p>
<p>O outro grande serviço que a Folha poderia prestar aos seus leitores é avisar que manchetes como Obama abre 5 pontos, McCain empata com Obama, McCain está um ponto na frente são não-fatos. Como os leitores deste blog já estão carecas de saber, as pesquisas nacionais não significam nada, pois a eleição é indireta. David Plouffe, o competentíssimo coordenador da campanha de Obama, afirmou outro dia numa conversa: “as tracking polls a gente nem olha”.</p>
<p>Segundo os cálculos deste blog, McCain tem, garantidos, 157 votos no Colégio Eleitoral. É a soma de Alaska, Utah, Idaho, Arizona, Wyoming, Dakota do Sul, Nebraska, Kansas, Oklahoma, Texas, Louisiana, Mississippi, Tennessee, Kentucky, Virgínia Ocidental, Alabama, Arkansas, Geórgia e Carolina do Sul.</p>
<p>Obama tem 200 votos sólidos no Colégio Eleitoral: é a soma de Califórnia, Washington, Oregon, Havaí, Illinois, Wisconsin, Vermont, Maine, Maryland, Nova York, Rhode Island, Connecticut, Massachusetts, Nova Jersey, Delaware e o Distrito de Columbia (da cidade de Washington).</p>
<p>Ganha quem chegar nos 270.</p>
<p>São 181 votos indefinidos: a soma de Ohio, Flórida, Pensilvânia, Nevada, Novo México, Virgínia, Carolina do Norte, Montana, Dakota do Norte, Michigan, New Hampshire, Indiana, Colorado, Iowa, Minnesota e Missouri. O mapinha, com o número de votos que cada estado carrega ao Colégio Eleitoral, é este.</p>
<p>As pesquisas nesses 16 estados são as únicas que importam. Em alguns deles, McCain é forte favorito, como em Missouri. Em outros, Obama é forte favorito, como na Pensilvânia. Mas é razoável dizer que em todos eles há alguma chance para ambos.</p>
<p>Em breve, um passeio estado a estado, por esses 16.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/por-que-a-vantagem-de-obama-nao-e-maior/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um guia para as pesquisas eleitorais americanas</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/um-guia-para-as-pesquisas-eleitorais-americanas/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/um-guia-para-as-pesquisas-eleitorais-americanas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 22:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[eleições USA]]></category>
		<category><![CDATA[McCain]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Republicanos]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/um-guia-para-as-pesquisas-eleitorais-americanas/</guid>
		<description><![CDATA[

Blog O biscoito fino e a massa
Com a aproximação da eleição americana, é bem provável que cheguem ao Brasil notícias incompletas ou distorcidas a respeito de pesquisas eleitorais. Aconteceu esta semana, com uma chuva de fogos de artifício no blog da Veja, festejando a divulgação da primeira pesquisa Gallup que apontava John McCain na frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/um-guia-para-as-pesquisas-eleitorais-americanas/6578/" rel="attachment wp-att-6578" title="barack_obama3.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/um-guia-para-as-pesquisas-eleitorais-americanas/6578/" rel="attachment wp-att-6578" title="barack_obama3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/barack_obama3.jpg" alt="barack_obama3.jpg" /></a></div>
<p><strong><br style="background-color: #ffff99" /><span style="background-color: #ffff99">Blog O biscoito fino e a massa</span></strong><span id="titpost"></span><br />
Com a aproximação da eleição americana, é bem provável que cheguem ao Brasil notícias incompletas ou distorcidas a respeito de pesquisas eleitorais. Aconteceu esta semana, com uma chuva de fogos de artifício no blog da Veja, festejando a divulgação da primeira pesquisa Gallup que apontava John McCain na frente de Barack Obama. É provavelmente certo que – por uma série de motivos para serem discutidos outra hora &#8212; houve algum movimento nos números durante os últimos dias. Mas em nenhum site de notícias brasileiro vi menção do fato de que se tratava, por exemplo, de uma pesquisa com “eleitores prováveis” (likely voters – LV) e não com “eleitores registrados” (registered voters – RV), o que, acreditem, nesta campanha faz a maior diferença. Em todo caso, que conste que a <a href="http://www.gallup.com/poll/109279/Gallup-Daily-Obama-Holds-4Point-Advantage.aspx">última Gallup</a> já mostra Obama na frente de novo, por quatro pontos.</p>
<p>Mas o objetivo do post de hoje não é especular sobre os números atuais, e sim oferecer a lista de perguntinhas que acredito que você deve fazer quando vir notícias sobre alguma pesquisa nos EUA. São dicas para quem é, como eu, fanático por pesquisas eleitorais &#8212; sempre lembrando que três sites indispensáveis são o <a href="http://www.realclearpolitics.com/">Real Clear Politics</a>, o <a href="http://www.fivethirtyeight.com/">Five Thirty-Eight</a> e o <a href="http://www.pollster.com/">Pollster</a>.</p>
<p>1.<strong>Os números se referem a eleitores prováveis ou a eleitores registrados?</strong> Os institutos usam diferentes métodos para calcular um “eleitor provável”. Sabe-se, por exemplo, que tradicionalmente os eleitores mais velhos vão às urnas em números mais altos que os mais jovens; que os mais escolarizados votam em maior número que os menos escolarizados; que os brancos comparecem em maior proporção que os negros. Baseados nisso, os institutos de pesquisa ajustam o universo da pesquisa. As pesquisas deste ano baseadas em “eleitores prováveis” tenderão a sub-representar o apoio de Obama. Por quê? Porque não há dúvidas que os jovens, por exemplo, votarão em proporção maior que em anos anteriores. E os jovens favorecem Obama massivamente. Para quem lê inglês e tem paciência de elefante, <a href="http://www.mysterypollster.com/main/2004/09/how_do_pollster_1.html">esta é fonte</a> para entender como os vários institutos selecionam o &#8220;eleitor provável&#8221;. Ponto para o Gallup, que apresenta seus critérios com mais transparência.</p>
<p>2.<strong>Os números foram ajustados para refletir a ausência dos celulares?</strong> Todos os institutos de pesquisa já perceberam que a limitação das pesquisas telefônicas a aparelhos fixos dá um quadro distorcido do universo pesquisado. Alguns poucos já criaram algoritmos para tentar levar isso em consideração. Entende-se: a população que abandonou o fixo em favor do celular é predominantemente jovem. A pesquisa num universo de telefones fixos também tenderá a sub-representar o apoio de Obama. Ponto para a <a href="http://rasmussenreports.com/">Rassmussen</a>, que sacou isso antes e vem tentando calcular com exatidão o impacto dessa variável.</p>
<p>3.<strong>Se a pesquisa é nacional, o movimento detectado por ela é notado também nos estados decisivos?</strong> Nunca é demais repetir: o voto na eleição americana não é universal direto. Elegem-se delegados estaduais, com o vencedor em cada um levando a totalidade dos votos daquele estado no Colégio Eleitoral. São favas contadas que McCain vencerá em Oklahoma. São favas contadas que Obama vencerá em Connecticut. Estes estados não interessam (sim, o voto de um eleitor desses estados para presidente não vale nada. O meu voto, aqui na Louisiana, por exemplo, tampouco vale nada). A eleição se decidirá no grupo de <em>swing states</em> (estados decisivos) que, este ano, poderíamos <a href="http://www.realclearpolitics.com/epolls/maps/obama_vs_mccain/">reduzir a doze</a>: Nevada, Colorado, Novo México, Missouri, Indiana, Ohio, Michigan, Flórida, Virgínia, Carolina do Norte, New Hampshire e Montana. Algum Republicano muito otimista poderá incluir a Pensilvânia nesse grupo. Acho difícil que Obama perca por lá. Acompanhe especialmente, claro, os estados maiores, com maior número de delegados. Na Flórida, por exemplo, McCain ainda é favorito. Mas uma virada de Obama por lá torna a coisa muito difícil para o Republicano. Praticamente não há mapa de vitória para McCain que não inclua a Flórida. Obama, por outro lado, pode perfeitamente vencer sem a Flórida e mesmo sem Ohio. Segundo o mapa do RCP, linkado acima, 238 votos do Colégio Eleitoral hoje tendem para Obama. 163 tendem para McCain. 137 permanecem indefinidos. Ganha quem chegar a 270.<br />
<strong>PS</strong>: E vão caindo os mitos, um a um. A campanha de Hillary afirmou incessantemente que Obama tinha um “problema” com eleitores brancos de classe trabalhadora. Na última pesquisa, Obama <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/08/03/AR2008080301969.html?hpid=topnews">bate McCain nesse eleitorado 2 por 1</a>. Repetiu-se ad nauseam que Obama não teria o voto latino, porque “latinos não votam em negros”. As pesquisa apontam <a href="http://news.yahoo.com/s/ap/20080724/ap_on_el_pr/hispanics_poll">balaiada de Obama entre os latinos</a>. Muita tinta foi gasta para dizer que Obama faria o Partido Democrata perder o voto judeu. Incrivelmente, Obama <a href="http://www.huffingtonpost.com/2008/07/22/obama-far-more-popular-am_n_114182.html">tem mais aprovação </a>entre o eleitorado judeu que o próprio Joe Liberman. Alguns poucos fizeram bastante barulho com a previsão de que o eleitorado de Hillary nas primárias não migraria para Obama. Entre os democratas, o nível de apoio de Obama anda por volta dos 84%, não muito longe dos patamares normais, que sempre incluem uns 10 a 12% de defecções.</p>
<p><strong>PS 2</strong>: Parece &#8212; eu disse parece &#8212; que Obama escolherá mesmo o Senador centrista da Indiana, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Evan_Bayh">Evan Bayh</a>, como seu candidato a Vice-Presidente. Você leu aqui no Biscoito primeiro. É uma escolha que tem prós e contras. Confirmada, publico uma análise.</p>
<p><strong>PS 3</strong>: O Biscoito inagura hoje uma nova coluna aí à esquerda, um “mini-observatório” da imprensa. É um espaço para apontar gafes e erros da nossa imprensa escrita. Contribua, leitor, com indicações diárias. Só erros factuais ou gafes notórias. Nada que demande muita análise.</p>
<p><br clear="all" /> 				<img src="http://www.idelberavelar.com/images/4dot_or3.gif" border="0" height="6" width="6" />  				<span id="f">Escrito por Idelber &#8211; <a href="http://www.idelberavelar.com/">O biscoito fino e a massa</a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/um-guia-para-as-pesquisas-eleitorais-americanas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>The Bruising Will Go On for the Party, Too</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/the-bruising-will-go-on-for-the-party-too/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/the-bruising-will-go-on-for-the-party-too/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[Democrats]]></category>
		<category><![CDATA[Hillary Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[McCain]]></category>
		<category><![CDATA[Primárias USA]]></category>
		<category><![CDATA[Republicans]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/the-bruising-will-go-on-for-the-party-too/</guid>
		<description><![CDATA[
Hillary Rodham Clinton greeted supporters. (Photo: Jessica Kourkounis for The New York Times)
By ADAM NAGOURNEY &#8211; THE NEW YORK TIMES
The Democratic Party may prove to have been the real loser in the Pennsylvania primary on Tuesday.
Senator Hillary Rodham Clinton of New York defeated Senator Barack Obama of Illinois by enough of a margin to continue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="full-width" align="center"><img src="http://graphics8.nytimes.com/images/2008/04/22/us/23clinton06_533.jpg" alt="Live Blogging" /><span class="caption"><br />
<font size="1">Hillary Rodham Clinton greeted supporters. (Photo: Jessica Kourkounis for The New York Times)</font></span></div>
<p style="background-color: #ffff99">By ADAM NAGOURNEY &#8211; THE NEW YORK TIMES</p>
<p>The Democratic Party may prove to have been the real loser in the Pennsylvania primary on Tuesday.</p>
<p>Senator Hillary Rodham Clinton of New York defeated Senator Barack Obama of Illinois by enough of a margin to continue a battle that Democrats increasingly believe is undermining their effort to unify the party and prepare for the general election against Senator John McCain of Arizona.</p>
<p>That worry was confirmed in exit polls that again highlighted the racial, economic, gender and values divisions in the party that Republicans would no doubt try to exploit if Mr. Obama won the nomination.</p>
<div class="full-width" align="center"><img src="http://graphics8.nytimes.com/images/promos/politics/blog/22penn-lbobama533.jpg" alt="Live Blogging the Pa. Returns" /><span class="caption"><br />
<font size="1">Barack Obama greeted residents in West Philadelphia.  (Photo: Ozier Muhammad/The New York Times)</font></span></div>
<p>To take one example, only 50 percent of Democratic Catholic voters who attend church weekly said they would vote for Mr. Obama in a general election; 25 percent said would vote for Mr. McCain.</p>
<p>“This is exactly what I was afraid was going to happen,” said Gov. Phil Bredesen of Tennessee, a Democrat who has not endorsed anyone in the race. “They are going to just keep standing there and pounding each other and bloodying each other, and no one is winning. It underlines the need to find some way to bring this to conclusion.”</p>
<p>The Democratic Party, so energized and optimistic just a few months ago, thus finds itself in a position few would have expected: a nomination battle unresolved, with two candidates engaged in increasingly damaging attacks. At a time when the Democratic Party would dearly like to turn its attention to Mr. McCain, it now faces at least two more weeks of campaigning — and perhaps considerably more — risking continued damage to the images of both Mrs. Clinton and Mr. Obama.</p>
<p>That said, the fears confronting Democrats could be swept away reasonably soon. Mrs. Clinton still faces immense hurdles to securing the nomination, and it remains possible that her candidacy could come to an end in as little as two weeks, when Indiana and North Carolina vote. Should that be the case, the Democratic Party would presumably have the time and the motivation to heal its wounds.</p>
<p>“We have problems going both ways, but that is going to get healed,” said Joe Trippi, who was a senior adviser to the presidential campaign of John Edwards of North Carolina, who quit the race earlier this year. “If it doesn’t get healed, we have problems.”</p>
<p>Still, the voting patterns on Tuesday underlined what has been one of Mrs. Clinton’s central arguments to Democratic Party leaders in asserting that Mr. Obama would have trouble as a general election candidate. Once again, as in Ohio six weeks ago, he is struggling to win support from the kinds of voters that could be critical to a Democratic victory in the fall. Mrs. Clinton posed the question bluntly on Tuesday.</p>
<p>“Considering his financial advantage, the question ought to be, why can’t he close the deal?” Mrs. Clinton said outside a polling place in a northern suburb of Philadelphia. “Why can’t he win in a state like this?”</p>
<p>Mr. Obama continues to hold a lead over Mrs. Clinton in the total popular vote cast, as well as in pledged delegates. Those factors will weigh heavily on the superdelegates, elected Democrats and party leaders whose votes will be needed to give Mrs. Clinton or Mr. Obama the 2,025 total to claim the nomination.</p>
<p>Still, there were some worrisome signs for Mr. Obama after what has been several rough weeks for him on the campaign trail. At the least, he would have some work to do going into the fall if he wins the nomination, a point made even by his supporters.</p>
<p>“The negative attacks have had a little damage,” said Gov. Bill Richardson of New Mexico. “I do believe it’s recoverable, mainly because of his theme of unity and bringing people together. But it has brought a little bit of damage.”</p>
<p>Mr. Richardson, reflecting the general concern among Democrats about the campaign, added: “I also believe Senator Clinton’s negative attacks have hurt her as well, as recent polls have shown.”</p>
<p>The results of the exit poll, conducted at 40 precincts across Pennsylvania by Edison/Mitofsky for the television networks and The Associated Press, also found stark evidence that Mr. Obama’s race could be a problem in the general election. Sixteen percent of white voters said race mattered in deciding who they voted for, and just 56 percent of those voters said they would support Mr. Obama in a general election; 27 percent of them said they would vote for Mr. McCain if Mr. Obama was the Democratic nominee, and 15 percent said they would not vote at all.</p>
<p>After weeks in which Mr. Obama was pressed to explain what his opponents sought to characterize as disparaging remarks about gun owners and church-goers, Mrs. Clinton defeated him among those voters.</p>
<p>About 15 percent of Democratic voters said they would vote for Mr. McCain over Mr. Obama in a general election. Mrs. Clinton defeated Mr. Obama overwhelmingly among Catholics, a constituency that will be critical in states like Ohio and Pennsylvania.</p>
<p>“There are issues people raise about him, and there are also issues they raise about Senator Clinton,” Mr. Bredesen said. “They both have great strengths and they also have weaknesses. The sooner it is we end this and try to figure out how to address those weaknesses, the better.”</p>
<p>Mrs. Clinton was quick to vow that she would push on to the next big races in Indiana and North Carolina. Yet if the outcome threw her enough of a line to keep going, it probably did not do much to help her accomplish two of her top goals: narrowing Mr. Obama’s overall lead in the popular vote, or his lead in delegates elected in caucuses and primaries to date.</p>
<p>But Mrs. Clinton faces some tough obstacles. Her campaign is effectively out of money, and the results Tuesday may not make it that much easier to raise money</p>
<p>“She needed a big win because a big win might spark the $30 million or $40 million coming into her that she is going to need to compete in Indiana, North Carolina, Oregon and West Virginia,” Mr. Trippi said.</p>
<p><strong>Megan Thee, Marjorie Connelly and John M. Broder contributed reporting.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/the-bruising-will-go-on-for-the-party-too/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hillary vence em Pensilvânia e o suspense continua&#8230;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/hillary-vence-em-pensilvania-e-o-suspenso-continua/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/hillary-vence-em-pensilvania-e-o-suspenso-continua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 23:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[Hillary Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[McCain]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[pensilvânia]]></category>
		<category><![CDATA[primárias americanas]]></category>
		<category><![CDATA[Republicanos]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
		<category><![CDATA[USA primárias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/hillary-vence-em-pensilvania-e-o-suspenso-continua/</guid>
		<description><![CDATA[

Os resultados obtidos por Hillary Clinton na Pensilvânia foram uma vitória clara da senadora (55% para ela, contra 45% para Obama) e porém, será provavelmente insuficiente para reverter o favoritismo de Barack Obama e obter a investidura do partido Democrata. Agora provavelmente ela não desistirá e muito dependerá do voto nos Estados de Indiana e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/hillary-vence-em-pensilvania-e-o-suspenso-continua/4776/" rel="attachment wp-att-4776" title="hillary_pensilvania.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/hillary-vence-em-pensilvania-e-o-suspenso-continua/4776/" rel="attachment wp-att-4776" title="hillary_pensilvania.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/hillary_pensilvania.jpg" alt="hillary_pensilvania.jpg" height="383" width="551" /></a></div>
<p><img src="http://graphics8.nytimes.com/images/2008/04/22/us/politics/22liveblog1.fs.jpg" alt="L'image “http://graphics8.nytimes.com/images/2008/04/22/us/politics/22liveblog1.fs.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs." align="left" />Os resultados obtidos por Hillary Clinton na Pensilvânia foram uma vitória clara da senadora (55% para ela, contra 45% para Obama) e porém, será provavelmente insuficiente para reverter o favoritismo de Barack Obama e obter a investidura do partido Democrata. Agora provavelmente ela não desistirá e muito dependerá do voto nos Estados de Indiana e Carolina do Norte em 6 de maio, onde estarão em jogo 218 delegados e posteriormente na disposição dos super-delegados durante a própria convenção.</p>
<p>Por enquanto, e sem contar os delegados eleitos esta noite em Pensilvânia, segundo calculo do jornal <em>The New York Times</em>, Obama já obteve no país 1,418 delegados enquanto 1,250 foram para Hillary Clinton (em votos de eleitores, Obama abriu uma diferença de 700 mil votos sobre Hillary. Um pouco menos, 600 mil,  com os resultados de hoje). O candidato vencedor será quem obtiver 2,024 delegados no final das primárias do Partido Democrata.</p>
<p>Com os resultados de hoje e se obtiver uma vitória esmagadora nos Estados restantes, Hillary Clinton poderá tentar levar uma maioria dos super-delegados a preferirem seu nome. Como se vê muitos <em>se</em> no percurso da senadora.</p>
<p>Ao que tudo indica e salvo reviravolta provocada por algum acontecimento inesperado e de muito peso, Barack Obama acabará ungido candidato para enfrentar o Republicano McCain.</p>
<p>As longas primárias Democratas terão sido desgastantes para seu candidato ou ao contrário facilitado a mobilização dos seus partidários?</p>
<p>Hillary Clinton desistirá antes da convenção ou persistira em sua cruzada? Os resultados de Pensilvânia a incitam a continuar a briga até a convenção.</p>
<p>Um será o vice do outro? Poderia ser uma solução para tentar recolar os cacos na divisão partidária.</p>
<p>Os resultados de hoje fizeram crescer as incertezas e adiaram as definições, mas a aspiração a mudança encarnada pelo senador negro já fez dele um vitorioso entre os Democratas e o vento da derrota sopra para o lado de Hillary Clinton, apesar da nítida vitória de hoje.</p>
<p>Talvez este desfecho acabe permitindo aos Republicanos conservar o poder. Nesse caso a &#8220;primavera&#8221; de Obama terá vivido o tempo de uma primária e acabará com a queda das folhas outonais. LF</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/hillary-vence-em-pensilvania-e-o-suspenso-continua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A chance de Hillary: é a política, estúpido</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/a-chance-de-hillary-e-a-politica-estupido/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/a-chance-de-hillary-e-a-politica-estupido/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 15:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[Democrats]]></category>
		<category><![CDATA[hillary]]></category>
		<category><![CDATA[Hillary Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Primárias USA]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/a-chance-de-hillary-e-a-politica-estupido/</guid>
		<description><![CDATA[A revista norte-americana, Slate (on line), traz um levantamento do número de delgados acumulados por Obama e Hillary e pensa que, mesmo ficando duro para Hillary Clinton obter a maioria dos delegados e ganhar a nomeação, ainda poderá impor sua candidatura pelo jogo entre os super-delegados. Na política, as recentes vitórias da senadora, permitem recuperar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A revista norte-americana, <em>Slate</em> (on line), traz um levantamento do número de delgados acumulados por Obama e Hillary e pensa que, mesmo ficando duro para Hillary Clinton obter a maioria dos delegados e ganhar a nomeação, ainda poderá impor sua candidatura pelo jogo entre os super-delegados. Na política, as recentes vitórias da senadora, permitem recuperar terreno entre os delegados diretamente designados pelas estruturas e também influenciar nas votações que ainda faltam, antes da convenção dos <em>Democratas</em>. Acontece que neste último item Hillary precisaria vencer por amplíssima margem em Pennsylvania e conseguir que sejam reconhecidos os resultados de Florida e Michigan (que em principio não serão contabilizados).</strong></p>
<p><strong><em>Slate</em>&#8217;s Delegate Calculator It only gets harder for Clinton going forward.</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><font size="4"><strong><span class="byline">By Chadwick Matlin and Chris Wilson</span></strong></font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/a-chance-de-hillary-e-a-politica-estupido/3755/" rel="attachment wp-att-3755" title="hillary_obama_slate.gif"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/a-chance-de-hillary-e-a-politica-estupido/3755/" rel="attachment wp-att-3755" title="hillary_obama_slate.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/03/hillary_obama_slate.gif" alt="hillary_obama_slate.gif" height="320" width="463" /></a></div>
<p>The dust hasn&#8217;t quite settled from last night&#8217;s festivities, but Clinton almost certainly finished the night better than she started it. She picked up about a dozen delegates in Ohio, according to NBC News and, as of now, is ahead in Texas&#8217; delegate assignments. More nuanced delegate estimates and caucus returns are still trickling in throughout the day, so Obama could still trump her in Texas, despite losing to her in the primary.</p>
<p>We&#8217;ve updated our calculator to take last night&#8217;s results into account, and the news isn&#8217;t good for Clinton. To catch Barack Obama in pledged delegates, she now needs an average margin of victory of 23 points, according to <a href="http://www.slate.com/features/delegatecounter/" target="_blank">our delegate calculator</a>. That&#8217;s more than twice the size of her win in Ohio. If she falls short of this in Pennsylvania, she&#8217;s especially out of luck.</p>
<p><span id="more-3739"></span></p>
<p>But as we&#8217;ve said before, this isn&#8217;t all about pledged delegates. Last night&#8217;s wins were most important because it improved her standing among superdelegates. Clinton can now prove she&#8217;s a viable threat, which could help her overcome the pledged-delegate deficit she&#8217;s almost sure to find herself in.</p>
<p>One important methodological note: We&#8217;ve approximated the Texas delegates based on the primary&#8217;s results. By no means is this a final count, and we&#8217;ll update once we know more information about the primary and the caucus. Assume it has a margin of error of 10 delegates for both candidates&#8217; tallies.</p>
<p><span class="topimage" style="width: 205px"><a href="http://www.slate.com/features/delegatecounter/"><img src="http://img.slate.com/media/1/123125/123054/2180708/2183484/2185277/080227_Pol_CalcLaunchModule.jpg" height="180" width="205" /></a></span></p>
<p><font size="1">Click the launch module at left to use <em><strong>Slate</strong>&#8216;</em>s delegate calculator.</font></p>
<p><strong>Methodology</strong></p>
<p><font size="2">The current number of pledged delegates comes from <a href="http://www.msnbc.msn.com/id/22811059/" target="_blank">NBC News&#8217; tally</a>.<br />
We estimate the number of delegates based on the overall state vote, even though delegates are awarded by congressional district as well. We felt comfortable making this approximation because in the primaries through Super Tuesday there was only a 1.6 percent deviation between the percentage of the overall vote and the percentage of delegates awarded in primaries. The proportion of delegates awarded by congressional district, therefore, does not differ greatly from the statewide breakdown.<br />
The calculator does not include Michigan&#8217;s and Florida&#8217;s delegations because the DNC stripped the states of their delegates for moving their primaries earlier in the electoral calendar. It is possible that these states&#8217; delegations will be seated at the convention but <a href="http://slate.com/blogs/blogs/trailhead/archive/2008/02/06/brokering-the-brokered.aspx" target="_blank">unlikely if it&#8217;s a close contest</a>.<br />
The calculator does not incorporate superdelegates into its calculations. Superdelegates are unpledged and uncommitted and therefore can change their endorsements and convention votes at any time. As a result, we&#8217;ve simply noted at the bottom of the calculator how many superdelegates the leading candidate needs to win the nomination in a given scenario.<br />
All of the calculator&#8217;s formulas and data come from Jason Furman, the director of the Hamilton Project at the Brookings Institution.</font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/a-chance-de-hillary-e-a-politica-estupido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Obama e Hillary: Nafta, saúde e Iraque no último debate, antes de voto crucial</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/obama-e-hillary-nafta-saude-e-iraque-no-ultimo-debate-antes-de-voto-crucial/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/obama-e-hillary-nafta-saude-e-iraque-no-ultimo-debate-antes-de-voto-crucial/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 15:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[ALENA]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[hillary]]></category>
		<category><![CDATA[Iraque]]></category>
		<category><![CDATA[Nafta]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Primárias USA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde USA]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/obama-e-hillary-nafta-saude-e-iraque-no-ultimo-debate-antes-de-voto-crucial/</guid>
		<description><![CDATA[
 
&#160;
 da Folha Online

 Atualizado às 11h09
 Os pré-candidatos democratas à Casa Branca Barack Obama e Hillary Clinton trocaram acusações sobre a saúde, a Guerra no Iraque e a economia &#8211;principalmente sobre o Nafta (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) no debate desta terça-feira.
Foi o debate final entre os dois rivais antes das prévias em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<div align="center"> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/obama-e-hillary-nafta-saude-e-iraque-no-ultimo-debate-antes-de-voto-crucial/3594/" rel="attachment wp-att-3594" title="hillary_obama4.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/02/hillary_obama4.jpg" alt="hillary_obama4.jpg" /></a></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99"> da <strong>Folha Online</strong></p>
</div>
<p class="tagline"> Atualizado às 11h09</p>
<p> Os pré-candidatos democratas à Casa Branca Barack Obama e Hillary Clinton trocaram acusações sobre a saúde, a Guerra no Iraque e a economia &#8211;principalmente sobre o Nafta (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) no debate desta terça-feira.</p>
<p>Foi o debate final entre os dois rivais antes das prévias em Ohio, no Texas, em Rhode Island e em Vermont na semana que vem, quando um total de 370 delegados estarão em jogo.</p>
<p>Os dois pré-candidatos devem fazer campanha em Ohio nesta quarta-feira. Hillary terminará seu dia em Virgínia Ocidental, e Obama deve terminar os atos de campanha no Texas.</p>
<p>Ela precisa vencer nas prévias da próxima semana, depois de 11 derrotas consecutivas para Obama desde a Superterça &#8211;as principais prévias da corrida, realizadas em 5 de fevereiro.</p>
<p>Segundo contagem da Associated Press, Obama possui 1.372 delegados contra 1.264 de Hillary. Um total de 2.025 são necessários para assegurar a indicação do Partido Democrata.</p>
<p><span id="more-3593"></span></p>
<p>Do lado republicano, a expectativa é de vitória do favorito John McCain, senador por Arizona e veterano da Guerra do Vietnã.</p>
<p>Ele possui um total de 1.013 dos 1.191 delegados necessários para a nomeação republicana na convenção que deve ocorrer em setembro em St. Paul (Minnesota).</p>
<p>Mike Huckabee, ex-governador do Arkansas, possui apenas 257 delegados até o momento.</p>
<p><strong>Iraque</strong></p>
<p>A respeito da Guerra do Iraque, os dois candidatos criticaram o conflito iniciado por George W. Bush em 2003.</p>
<p>A ex-primeira dama votou a favor da guerra em 2002, em uma época em que Obama ainda não estava no Congresso.</p>
<p>Questionada se voltaria atrás na decisão, Hillary afirmou: &#8220;Sim, com certeza. Eu já disse isso muitas vezes&#8221;.</p>
<p>Durante o debate, Obama criticou a rival pelo apoio inicial ao conflito.</p>
<p>&#8220;A senadora diz que está pronta para dar fim à guerra, mas na verdade ela estava pronta para ceder para Bush sobre essa questão crítica&#8221;, disse o senador por Illinois.</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>&#8220;O senador (por Illinois) Obama disse repetidas vezes que eu forçaria as pessoas a terem planos de saúde independente de elas poderem pagar ou não&#8217;, disse Hillary, insistindo que tal afirmação não é verdade.</p>
<p>Respondendo rapidamente, Obama contra-atacou dizendo que a ex-primeira-dama afirmou repetidas vezes que o plano de Obama &#8220;deixaria 15 milhões de pessoas descobertas (&#8230;) Eu contesto isso e creio que seja impreciso&#8221;, afirmou o senador por Illinois.</p>
<p>&#8220;Dezesseis minutos de debate sobre sistema de saúde é um começo&#8221;, afirmou o mediador, ao tentar evitar que um dos dois pré-candidatos insistisse mais uma vez no tema.</p>
<p>Os dois rivais, os únicos sobreviventes das prévias democratas, se sentaram lado a lado em uma mesa sobre um palco na universidade do Estado de Cleveland.</p>
<p><strong>Roupa tribal</strong></p>
<p>Hillary afirmou ainda que até onde ela sabia, sua campanha não tinha nada a ver com a fotografia de Obama divulgada nesta segunda-feira, onde ele aparece com roupas tribais africanas no Quênia, que circulou junto a boatos de que o pré-candidato seja muçulmano.</p>
<p>O site de notícias e fofoca &#8220;The Drudge Report&#8221; postou a imagem na segunda e afirmou que ela estava sendo divulgada por membros da equipe de Hillary.</p>
<p>&#8220;Não sabemos de onde ela veio&#8221;, disse Hillary, afirmando que esse não é o tipo de comportamento que ela quer em sua campanha. &#8220;Acredito na palavra da senadora (por Nova York) Clinton de que ela não tinha nada a ver com o foto&#8221;, declarou Obama.</p>
<p>&#8220;Nos últimos debates, parece que eu sempre sou a primeira a responder as perguntas. Eu não me importo, ficarei feliz em respondê-las&#8221;, disse Hillary ao ser questionada sobre o Nafta.<br />
&#8220;Acho curioso, se alguém viu &#8216;Saturday Night Live&#8217; (programa humorístico de TV), talvez devesse perguntar a Barack se ele está confortável e precisa de outro travesseiro&#8221;. A platéia fez uma breve vaia.</p>
<p>Hillary tentou fazer um brincadeira relacionada ao episódio do programa do último sábado, quando o programa fez um quadro que mostrava a imprensa pegando leve com Obama, e um mediador perguntava durante um debate com Hillary se ele estava confortável e precisava de outro travesseiro.</p>
<p><strong>Nafta</strong></p>
<p>Hillary acusou Obama de distorcer suas posições sobre o Nafta (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) e disse ser favorável a uma reavaliação do tratado. &#8220;Precisamos consertar o Nafta&#8221;, disse a ex-primeira-dama.</p>
<p>Os dois debateram o tratado de livre comércio com o Canadá e o México, que é muito impopular entre a classe operária, cujos votos são vitais na prévia de Ohio, no próximo dia 4, mostrando posições semelhantes.</p>
<p>Nenhum dos dois disse que sairia do tratado, mas ambos afirmaram que ameaçariam sair para pressionar o México por mudanças. &#8220;Eu disse que eu iria renegociar o Nafta&#8221;, disse Hillary. &#8220;Eu direi ao México que irei sair do Nafta se não renegociarmos&#8221;.</p>
<p>Obama disse que a senadora por Nova York é a ambígua sobre o assunto, elogiando o acordo em Estados agrícolas onde o tratado é popular, enquanto o critica em Estados como Ohio.</p>
<p><strong>Pesquisas</strong></p>
<p>A vantagem de Obama sobre Hillary se confirmou em um levantamento divulgado pelo jornal &#8220;New York Times&#8221; e pela rede de TV CBS, que o aponta com 54% contra 38% nacionalmente.</p>
<p>Em janeiro, ele tinha 27% da preferência dos eleitores e Hillary contava com 42%. Para o jornal &#8220;USA Today&#8221;, em pesquisa realizada com o instituto Gallup, Obama lidera a preferência democrata com 51%, enquanto Hillary tem 39% das intenções de voto em escala nacional.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo jornal americano &#8220;Los Angeles Times&#8221; e pela agência Bloomberg com 1.246 eleitores aponta que o republicano John McCain venceria as eleições com 46% contra 40% de Hillary caso a enfrentasse nas eleições marcadas para 4 de novembro.</p>
<p>Segundo o estudo, McCain também venceria Obama por 44% contra 42% na votação.</p>
<p>O resultado é considerado empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de 3%.</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa, 61% dos eleitores disseram ter opinião favorável sobre McCain.</p>
<p class="tagline"> Com Associated Press</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/obama-e-hillary-nafta-saude-e-iraque-no-ultimo-debate-antes-de-voto-crucial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As Crucial Tests Loom, Clinton Hits Harder</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/3500/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/3500/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 14:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[hillary]]></category>
		<category><![CDATA[Nafta]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[USA. primárias USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=3500</guid>
		<description><![CDATA[She Says Obama Isn&#8217;t Ready to Be President




  Sen. Hillary Rodham Clinton makes a campaign stop Tuesday at Chaney High School in Youngstown, Ohio.
That state and Texas will hold primaries on March 4, and both are do-or-die battles for her.(By Jeff Swensen &#8212; Getty Images)
 By Anne E. Kornblut and Shailagh Murray Washington Post [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>She Says Obama Isn&#8217;t Ready to Be President</strong></font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/?attachment_id=3502" rel="attachment wp-att-3502" title="hillary_comicio.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/?attachment_id=3502" rel="attachment wp-att-3502" title="hillary_comicio.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/02/hillary_comicio.jpg" alt="hillary_comicio.jpg" height="166" width="551" /></a></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/?attachment_id=3501" rel="attachment wp-att-3501" title="hillay_comicio.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"></div>
<p align="center"> <font size="1"> Sen. Hillary Rodham Clinton makes a campaign stop Tuesday at Chaney High School in Youngstown, Ohio.<br />
That state and Texas will hold primaries on March 4, and both are do-or-die battles for her.(By Jeff Swensen &#8212; Getty Images)</font></p>
<p><span style="background-color: #ffff99"> By Anne E. Kornblut and Shailagh Murray Washington Post Staff Writers</span><br />
Thursday, February 21, 2008; Page A01</p>
<p>NEW YORK, Feb. 20 &#8212; Sen. Hillary Rodham Clinton launched a tough new offensive against Sen. Barack Obama on Wednesday, asserting flatly that her rival for the Democratic presidential nomination is not prepared to serve as commander in chief.</p>
<p>&#8220;It is time to get real &#8212; to get real about how we actually win this election, and get real about the challenges facing America,&#8221; the senator from New York told a cheering crowd at Hunter College in Manhattan.</p>
<p><span id="more-3500"></span></p>
<p>Resounding Obama victories on Tuesday in Wisconsin and Hawaii pushed the senator from Illinois further ahead in the delegate count and have turned the Ohio and Texas primaries on March 4 into do-or-die battles for Clinton. After 10 straight defeats, she now trails Obama in overall delegates 1,351 to 1,262, according to an Associated Press tally, and faces a dwindling number of opportunities to slow her rival&#8217;s pursuit of the 2,025 delegates needed to claim the party&#8217;s nomination. The first chance will come Thursday night in Austin, where the two will debate.</p>
<p>Clinton&#8217;s 17-percentage-point loss in Wisconsin was especially crushing, a sign that her criticisms of Obama &#8212; which were most intense during the Badger State showdown &#8212; did little to sway voters to her camp.</p>
<p>But instead of shifting course, Clinton redoubled her attempt to undermine his change-oriented message. &#8220;One of us is ready to be commander in chief,&#8221; she told the crowd in New York. &#8220;Let&#8217;s get real. Let&#8217;s get real about this election, let&#8217;s get real about our future, let&#8217;s get real about what it is we can do together.&#8221; Obama has had a &#8220;good couple of weeks,&#8221; she allowed, but said his victories had come in states that he was expected to win. Clinton predicted that when voters in Ohio and Texas have the opportunity to take his measure, his run of success will end.</p>
<p>Obama waved off Clinton&#8217;s latest broadside, declaring before a crowd of 17,000 gathered in Dallas on Wednesday afternoon: &#8220;Today, Senator Clinton told us there is a choice in this race, and I couldn&#8217;t agree with her more. But contrary to what she was saying, it&#8217;s not a choice between speeches and solutions. It&#8217;s a choice between the politics of divisions and distractions that did not work in South Carolina, that did not work in Wisconsin and that will not work in Texas.&#8221;</p>
<p>In a conference call with reporters Wednesday, senior Clinton advisers vowed to press Obama on his readiness for the White House, arguing that the only reason that message has not been successful so far is that Obama was able to outspend Clinton in the recent string of contests. Now, chief strategist Mark Penn said, Clinton will draw distinctions with Obama more sharply.</p>
<p>&#8220;She is the only person in this race who is both ready to be commander in chief and would end the Iraq war and start to bring home troops in 60 days, compared to both Senator Obama and Senator McCain,&#8221; Penn said, referring to Sen. John McCain (Ariz.), the likely Republican nominee. &#8220;She is the only one with a real plan for managing the economy, reining in the special interests and rebuilding the middle class.&#8221;</p>
<p>He continued: &#8220;This is a very stark choice, and I think it&#8217;s going to be reflected in the choice we have over the next few weeks: Who is better able to lead the country in the event of a crisis and beat the Republican nominee?&#8221;</p>
<p>Exit polls in Wisconsin suggested that Clinton&#8217;s economic message &#8212; a populist-tinged pledge to restore the policies of the 1990s boom &#8212; may be falling flat. Obama held a big advantage over her among Wisconsin voters who rated the economy as their top concern. He edged her out among those naming health care, her signature issue, as the country&#8217;s single biggest problem. And eight in 10 Democratic voters viewed trade deals such as the North American Free Trade Agreement, signed into law by President Bill Clinton, as job killers. Obama hammered his opponent on NAFTA in Wisconsin, reminding voters in rallies and campaign materials that she once praised the agreement.</p>
<p>Ceding ground on the economy could be disastrous for Clinton in working-class Ohio, which her advisers concede she must win, along with Texas, by commanding margins on March 4 to remain competitive in the race for delegates. The latest Associated Press tally showed Obama capturing most of the delegates in Wisconsin and Hawaii on Tuesday, winning at least 55 in the two states, with six still to be awarded. Clinton won at least 33, the AP found.</p>
<p>Obama campaign manager David Plouffe told reporters during a Wednesday conference call that for Clinton to catch up, she would have to win Ohio and Texas by 30-point margins, and follow that with a 40-point rout in Pennsylvania on April 22. &#8220;This is a wide, wide lead right now,&#8221; he said. &#8220;The Clinton campaign keeps saying the race is essentially tied. That&#8217;s just lunacy.&#8221;</p>
<p>Even former president Clinton, pressing voters to turn out for his wife&#8217;s campaign, acknowledged the stakes for her on March 4. &#8220;If she wins Texas and Ohio, I think she will be the nominee,&#8221; he told supporters in Beaumont, Tex., according to ABC News. &#8220;If you don&#8217;t deliver for her, I don&#8217;t think she can be. It&#8217;s all on you.&#8221;</p>
<p>To win decisively in Ohio and Pennsylvania, Clinton must steer working-class voters back to her campaign, even as Obama continues to make inroads with them. He was endorsed Wednesday by the International Brotherhood of Teamsters, a 1.4 million-member labor union, and by the International Brotherhood of Boilermakers. That endorsement came even though Bill Clinton lobbied Teamsters President James P. Hoffa at a dinner in Washington last week.</p>
<p>Last week, the Obama campaign mailed two glossy fliers to Ohio voters. One targeted Clinton&#8217;s health plan, noting that it would require the uninsured to buy coverage. The other showed a padlocked factory gate, noting that &#8220;only Barack Obama consistently opposed NAFTA,&#8221; while asserting that Clinton had once viewed it favorably, although she is now calling for a &#8220;timeout&#8221; on trade deals to determine their impact on U.S. jobs.</p>
<p>In Iowa, Clinton carried herself as an authoritative front-runner advocating her &#8220;strength and experience,&#8221; then shifted in New Hampshire to a quieter and more emotive candidate, chastened by defeat. When she emerged from Feb. 5 Super Tuesday contests still tied with Obama, she adopted a populist persona similar to the one employed by former rival John Edwards. In recent days, as the defeats piled up, she added ever sharper attacks on Obama&#8217;s credibility.</p>
<p>On Monday, Clinton&#8217;s campaign spokesman accused Obama of plagiarism for having borrowed lines from Massachusetts Gov. Deval L. Patrick, a close Obama friend, without attribution. And Clinton has ratcheted up questions about her rival&#8217;s accomplishments and whether he has the authority to lead.</p>
<p>Her dismissive tone at Hunter College about Obama&#8217;s winning streak reflected a mounting despair inside her campaign about whether there is anything, at this late date, that can be done to halt his rise.</p>
<p>Her candidacy on the line, Clinton signaled that her central &#8220;experience&#8221; argument would remain unchanged. &#8220;It is time that we moved from good words to good works, from sound bites to sound solutions,&#8221; Clinton said. &#8220;This campaign is not about a campaign. This campaign is not about a personality. This campaign is about hundreds of millions of Americans who are yearning for leadership again.&#8221; She repeatedly urged voters to &#8220;get real.&#8221;</p>
<p>In an unusual acknowledgment of Obama&#8217;s recent successes, Clinton predicted a hard fight ahead. &#8220;He has had a good couple of weeks and he&#8217;s run a good race, and we will be squaring off in primaries in two weeks,&#8221; she said. &#8220;We&#8217;re going to draw the contrasts and make the comparisons and give the people of Ohio and Texas and the other states a real choice.&#8221;</p>
<p>Harold Ickes, a senior adviser to Clinton, said that she will close the delegate gap in the weeks ahead. &#8220;Mr. Obama is the front-runner,&#8221; he said. &#8220;There will be increased scrutiny on him and his qualifications to be president.&#8221;</p>
<p>Staff writer Jonathan Weisman, traveling with Obama in Texas, and polling analyst Jennifer Agiesta in Washington contributed to this report.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/3500/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A questão</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/a-questao/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/a-questao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 11:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendentes]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[género]]></category>
		<category><![CDATA[hillary]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Primárias USA]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
		<category><![CDATA[Veríssimo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=3498</guid>
		<description><![CDATA[ 
VERISSIMO
O Globo e O Estado de São Paulo
É difícil imaginar um negro como Barack Obama sendo eleito presidente &#8211; do Brasil. Dos Estados Unidos, talvez. Lá um negro já chegou a secretário de Estado, e foi substituído no cargo por uma negra. Desculpe: afrodescendentes. Pelo menos não escrevi &#8216;um negão como Barak Obama&#8217;, ou, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/?attachment_id=3499" rel="attachment wp-att-3499" title="barack_obama3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/02/barack_obama3.jpg" alt="barack_obama3.jpg" /></a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>VERISSIMO</strong></p>
<p><strong>O Globo e O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>É difícil imaginar um negro como Barack Obama sendo eleito presidente &#8211; do Brasil. Dos Estados Unidos, talvez. Lá um negro já chegou a secretário de Estado, e foi substituído no cargo por uma negra. Desculpe: afrodescendentes. Pelo menos não escrevi &#8216;um negão como Barak Obama&#8217;, ou, para mostrar que não sou racista, &#8216;um negrinho&#8217;. A diferença entre um país e outro é essa. Lá o racismo é uma questão nacional. Aqui uma ficção de integração dilui a questão racial. E se a questão não existe, se ninguém é racista, por que nos preocuparmos com denominações corretas ou incorretas? Só quando a ficção é desafiada, como no caso das cotas universitárias, é que o apartheid que não se reconhece aparece.</p>
<p>Um dos marcos das relações raciais nos Estados Unidos não foi a primeira vez em que um negro interpretou um herói no cinema, provavelmente o Sidney Poitier. Nem a primeira vez em que um negro e uma branca, ou vice-versa, namoraram na tela. Foi a primeira vez em que um negro foi o vilão do filme. Colin Powell e Condoleezza Rice, que chegaram a secretários de Estado, e o próprio Obama, devem suas carreiras a esse vilão histórico, que significou o fim dos estereótipos e a aceitação, sem melindres, de que negro também pode ser ruim, igual a branco. Se a cor da pele não determinava mais que ele fosse sempre retratado como um inferior virtuoso ou uma vítima, também não o descriminava de outras maneiras. Powell e Rice levaram essa reversão de estereótipos ainda mais longe. Os dois são do partido republicano. Como Clarence Thomas, único juiz negro da Suprema Corte americana que também é um dos seus membros mais conservadores.</p>
<p>Claro que a cor da pele vai ser um fator na eleição ou não do Obama, como o fato de ser mulher vai ajudar ou não a Hillary. Por isso mesmo, sua possível eleição seria uma prova dessa transformação da questão racial no país, uma vitória numa guerra por direitos iguais que lá &#8211; ao contrário do Brasil &#8211; nunca foi disfarçada, ou desconversada. Aqui a miscigenação significou que alguns quase-negros, ou só um pouco afrodescendentes, chegassem ao poder, mas miscigenação entre nós não tem significado integração por vias naturais, e sim apenas outra forma de despolitizar e adiar a questão.</p>
<p>Obama será o candidato dos democratas? Estão comparando sua campanha com a de Bob Kennedy, pelo entusiasmo que provoca numa faixa de idade que não se interessava tanto por política desde a mobilização contra a Guerra do Vietnã. Li que 40% dos americanos que podem votar este ano nunca conheceram outro presidente que não fosse um Bush ou o Clinton, e Hillary seria outro Clinton nessa dança de dinastias. Assim, Obama seria uma novidade em mais do que o sentido racial. Como se precisasse outros.</p>
<p>Na comparação com Bob Kennedy, claro, ninguém ainda lembrou (pelo menos não sem bater na madeira) que aquela novidade terminou numa poça de sangue, no chão de uma cozinha de hotel. Batamos todos na madeira.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/a-questao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chelsea et Hillary contre les sexistes, par Corine Lesnes</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/chelsea-et-hillary-contre-les-sexistes-par-corine-lesnes/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/chelsea-et-hillary-contre-les-sexistes-par-corine-lesnes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 22:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Chelsea]]></category>
		<category><![CDATA[Clinton]]></category>
		<category><![CDATA[Demócratas]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[género]]></category>
		<category><![CDATA[hillary]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Primárias USA]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=3491</guid>
		<description><![CDATA[
AFP/CHRIS HONDROS
       Chelsea Clinton est l&#8217;une des découvertes de cette campagne.
 LE MONDE
Parlant dynastie, connaissez-vous Chelsea ? C&#8217;est l&#8217;une des découvertes de cette campagne. Chelsea Clinton, la fille unique de Bill et Hillary Clinton, une jeune femme frêle, que l&#8217;on avait quittée en teenager à cheveux gaufrés, effacée, et [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2008/02/20/h_9_ill_1013814_389818.jpg" alt="Chelsea et Hillary Clinton, le 5 février 2008, à New York." title="Chelsea Clinton est l'une des découvertes de cette campagne. | AFP/CHRIS HONDROS" border="0" height="217" width="326" /></p>
<div align="center">AFP/CHRIS HONDROS</div>
<div align="center">       Chelsea Clinton est l&#8217;une des découvertes de cette campagne.</div>
<p style="background-color: #ffff99" class="firstLine"> LE MONDE</p>
<p class="firstLine"><span class="dropcap">P</span>arlant dynastie, connaissez-vous Chelsea ? C&#8217;est l&#8217;une des découvertes de cette campagne. Chelsea Clinton, la fille unique de Bill et Hillary Clinton, une jeune femme frêle, que l&#8217;on avait quittée en teenager à cheveux gaufrés, effacée, et que l&#8217;on retrouve sur les estrades électorales au côté de la candidate démocrate. Entre-temps, elle a fait des études à Stanford, à Oxford, et a pris un job dans la finance, à Wall Street.</p>
<div style="visibility: hidden; display: none" class="banner300" id="pubOAS_middle">  <center><script type="text/javascript">if (provenance_elt !=-1) {OAS_AD('x40')} else {OAS_AD('Middle')}</script><!-- ceci est un essai --></center></div>
<p><script type="text/javascript"> if ( undefined !== MIA.Pub.OAS.events ) {    MIA.Pub.OAS.events["pubOAS_middle"] = "pubOAS_middle"; } </script>              Chelsea aura 28 ans dans une semaine. Manifestement, elle n&#8217;est pas devenue une <em>party girl</em>, façon Jenna Bush, 26 ans (laquelle s&#8217;est d&#8217;ailleurs racheté une conduite à l&#8217;Unicef). Elle ne tient pas de blog, comme le fait Meghan McCain, 23 ans, qui publie un journal de campagne acidulé, le McCain Blogette. Non, Chelsea Clinton est une jeune femme posée qui fait tout pour éviter les titres des tabloïds. Son <em>boy-friend</em>, Marc Mezvinsky, est un ami de jeunesse qui travaille chez Goldman Sachs. On n&#8217;en parlerait pas s&#8217;il n&#8217;était pas lui aussi un enfant qui a eu à souffrir des frasques de son père (un ancien membre du Congrès qui purge une peine de prison pour détournement de fonds).</p>
<p><span id="more-3491"></span></p>
<p>Au début de la campagne, Chelsea n&#8217;était qu&#8217;une silhouette sur le podium. Toujours muette, parfois avec sa grand-mère, Dorothy Rodham, 88 ans. Chelsea, l&#8217;incarnation postféministe. Dorothy, la génération qui est née avant le droit de vote des femmes. Récemment, son rôle s&#8217;est affirmé. Elle s&#8217;est mise à parler, envoyée spéciale dans les universités. Pour la première fois, le public a entendu le son de sa voix. Surprise : son timbre est agréable. Et elle sait déjà tout, comme maman. Elle parle politique économique. Système de santé. Prêts aux étudiants. Taux d&#8217;intérêt. C&#8217;est sa langue maternelle, on dirait.</p>
<p>Chelsea Clinton évite de se livrer. Dans le Maine, elle a quand même raconté une anecdote. L&#8217;histoire d&#8217;une petite fille de 6 ans qui vit dans la résidence du gouverneur de l&#8217;Arkansas et qui voudrait goûter une noix de coco. On lui en trouve une, mais personne ne sait comment l&#8217;ouvrir. Bill Clinton la frappe dix fois contre l&#8217;asphalte de la route. Rien à faire. Jusqu&#8217;au moment où apparaît Hillary, avec un marteau. Maman <em>&#8220;a des solutions&#8221;</em>, on vous le dit&#8230; (Il n&#8217;est pas sûr que l&#8217;image d&#8217;une Hillary au marteau soit de nature à rassurer ceux qui la trouvent autoritaire, mais passons.)</p>
<p>Chelsea refuse catégoriquement de répondre à la presse. Il est difficile de savoir pourquoi elle a accepté de sortir de l&#8217;ombre. Selon le <em>New York Times</em>, elle aurait été choquée d&#8217;avoir entendu nombre de quolibets sexistes contre la candidate. <em>&#8220;Viens repasser mes chemises !&#8221; </em>Et plus offensée encore d&#8217;avoir constaté que la presse en plaisantait. <em>&#8220;Avant cela, je n&#8217;avais pas vraiment vu le problème&#8221;</em>, aurait-elle confié. Début février, elle a fait lire à ses amis un essai de la féministe radicale Robin Morgan, en expliquant qu&#8217;elle n&#8217;en partage pas toutes les idées, mais que le message l&#8217;a fait réfléchir. C&#8217;est un texte qui détaille les dérapages, relève qu&#8217;ils ne choquent personne quand il s&#8217;agit d&#8217;une femme, et les transpose dans un contexte racial. Imaginez l&#8217;indignation, écrit Robin Morgan, <em>&#8220;si un raciste avait crié : &#8220;Viens cirer mes chaussures&#8221; à Barack Obama !&#8221;</em></p>
<p>Chelsea n&#8217;est pas la seule à s&#8217;être surprise à un réflexe &#8220;corporatiste&#8221;. Nombre de femmes éprouvent un certain malaise devant les réactions masculines. <em>&#8220;Mon frère m&#8217;a raccroché au nez&#8221;</em>, disait l&#8217;autre jour Joyce Grubbs, une électrice de Virginie. <em>&#8220;Dans ma classe, les garçons ne supportent pas l&#8217;idée d&#8217;une femme président, </em>ajoutait Kris Heiby, 17 ans. <em>Heureusement, ils ne vont même pas voter.&#8221;</em></p>
<p>La presse n&#8217;est pas en reste. Alors que plus de 8 millions de personnes ont voté pour Hillary Clinton, le présentateur de MSNBC, Chris Matthews, a affirmé qu&#8217;elle <em>&#8220;irrite les hommes&#8221;</em>. D&#8217;après lui, elle n&#8217;aurait jamais été élue au Sénat si Bill Clinton <em>&#8220;n&#8217;avait pas batifolé partout&#8221;</em>, (sous-entendu : les électeurs ont eu pitié). Un dimanche matin, le néoconservateur (et mâle blanc de plus de 50 ans) Bill Kristol a livré le fond de sa pensée : <em>&#8220;Les femmes blanches sont un problème. Nous vivons tous avec cela&#8221;</em>&#8230; Personne n&#8217;a réagi. Personne ne voudrait avoir l&#8217;air de défendre Hillary.</p>
<p>M<sup>me</sup> Clinton suscite une haine disproportionnée. Une demi-douzaine de pamphlets de droite viennent de sortir sur elle. Dont un <em>Dossier</em>, qui détaille tous ses méfaits (sorcellerie, délinquance en col blanc, abandon du chat de la Maison Blanche&#8230;). Quoi qu&#8217;elle fasse, elle est accusée de machination. Au point que le professeur Stanley Fish, chroniqueur au <em>New York Times</em>, a risqué une comparaison. <em>&#8220;L&#8217;analogie la plus proche, c&#8217;est l&#8217;antisémitisme&#8221;</em> : une obsession devenue pratiquement indépendante de son objet.</p>
<p>Les anti-Hillary répondent qu&#8217;il n&#8217;y a aucune misogynie dans leur détestation. Laquelle n&#8217;est due qu&#8217;à la personnalité et au passé des Clinton. La chroniqueuse féministe Maureen Dowd a tenté de déculpabiliser ses lectrices : <em>&#8220;Si Hillary échoue, ce sera son échec, pas le nôtre.&#8221;</em> Plusieurs d&#8217;entre elles ont réagi, indignées : <em>&#8220;Voir la sénatrice Clinton comme une auxiliaire de son mari plutôt que sa propre individualité est la quintessence du sexisme.&#8221;</em></p>
<p>Le débat n&#8217;est pas près d&#8217;être tranché. Une trentaine de femmes écrivains viennent de publier un recueil de leurs états d&#8217;âme. Hillary leur rappelle leur maman, c&#8217;est dire si c&#8217;est compliqué.</p>
<div class="lien">
<div class="author"><strong>Corine Lesnes</strong></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/02/chelsea-et-hillary-contre-les-sexistes-par-corine-lesnes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
