06/11/2008 - 11:30h EUA: Democratas querem mais Estado

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Damian Paletta, The Wall Street Journal, de Washington – VALOR

Os deputados do Partido Democrata planejam usar a maioria ampliada nas eleições desta semana para aprovar o mais rápido possível um papel mais preponderante do governo americano nos mercados financeiros, incluindo maiores direitos para os acionistas, mais restrições no pacote de socorro de US$ 700 bilhões e a criação de uma agência federal para vigiar riscos sistêmicos à economia.

O presidente da Comissão de Serviços Financeiros da Câmara, o democrata Barney Frank, comparou a criação dessa autoridade ao estabelecimento da SEC, a comissão de valores mobiliários americana, durante a Grande Depressão nos anos 30. Ele disse que os democratas planejam pressionar agressivamente por essas medidas e chamou o resultado das eleições de terça-feira de um repúdio às críticas de que o país estava adotando uma política exageradamente intervencionista no livre mercado.

“Esse argumento foi desacreditado pela realidade”, disse Frank ao Wall Street Journal.

O colapso da Lehman Brothers Holdings Inc. e o quase colapso da American International Group Inc. estremeceram os mercados financeiros e expuseram brechas na vigilância feita pelo governo. Esses acontecimentos também aceleraram as negociações para a criação de um tipo de “super policial” do mercado.

“Acho que uma agência de vigilância do risco sistêmico para todas as empresas que agora são cobertas pela regulamentação bancário é o ponto principal”, disse Frank.

O setor bancário americano já se prepara para um 2009 difícil, e as perspectivas ficaram um pouco piores anteontem à noite quando um de seus principais aliados, o deputado republicano Tom Feeney, da Flórida, não conseguiu se reeleger. Feeney defendeu com afinco o setor bancário durante a crise econômica e estava na rara posição de integrar tanto a Comissão de Serviços Financeiros quanto a Judiciária.

31/10/2008 - 10:12h EUA: Chance de avalanche democrata no Congresso

Além de vitória de Obama, pesquisas apontam grande vitória na Câmara e maioria à prova de oposição no Senado

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Marília Martins Correspondente O Globo

NOVA YORK. A contar pelas pesquisas, a noite de 4 de novembro pode ser a maior festa do Partido Democrata nos últimos 30 anos. Tanto assim que muitos republicanos já fazem campanha alertando os eleitores sobre o perigo de se ter um só partido no poder. O alerta leva em conta não só uma vitória de Barack Obama, mas também a conquista de uma grande maioria democrata no Congresso, o que, segundo eles, deixaria o presidente sem uma oposição efetiva, como ocorreu na tripla vitória democrata em 1976.

O Senado tem hoje 49 republicanos, 49 democratas e dois políticos independentes que votam com os democratas. Já na Câmara dos Representantes, a maioria é mais confortável: são 235 democratas e 199 republicanos.

No Senado, das cem cadeiras, 35 estão em disputa. Destas, 23 são controladas por republicanos.

Segundo as sondagens, os democratas são favoritos para tomar sete vagas atualmente republicanas, tendo boas chances em outras três disputas.

— É difícil, mas o vento está a nosso favor. Não posso prometer mais oito senadores democratas, mas vou ficar muito animado se conseguirmos chegar a 57. Não temos maioria assim desde 1979 — avaliou o senador Chuck Schumer, coordenador da campanha para o Senado.

Partido de Obama pode atingir 60 cadeiras no Senado Em três estados — Colorado, Novo México e Virgínia — a conquista de vagas republicanas por democratas é considerada certa. Em outros quatro (Alasca, C a r o l i n a d o N o r t e , N e w Hampshire e Oregon), colegas de Obama são favoritos.

Caso vença estas sete eleições, o Partido Democrata passaria a ter 56 senadores. Somando os dois independentes normalmente aliados, o número subiria para 58. Um destes dois senadores, no entanto, é Joe Lieberman, candidato a vice de Al Gore em 2000, mas que agora apóia John McCain.

Isso torna as eleições em três estados ainda mais decisivas.

Em Minnesota, Geórgia e Kentucky o final da corrida eleitoral é considerado imprevisível. No caso de vitórias em dois destes estados, a legenda atingiria o “mágico” número 60, contando com uma volta de Lieberman.

Segundo as regras, um conjunto de 41 senadores pode, na prática, bloquear qualquer votação.

A manobra é chamada de filibuster.

Antes de um projeto ser votado, a discussão parlamentar deve ser oficialmente encerrada.

Uma minoria de pelo menos 41 senadores pode votar por “continuar debatendo” o projeto, e isso pode continuar indefinidamente, impedindo a votação. Só este ano, os republicanos já fizeram isso 95 vezes.

Na Câmara dos Representantes, que será completamente “renovada” (as eleições nos EUA ocorrem a cada dois anos), os democratas também tendem a conquistar uma maioria ainda maior. Na tradição política americana, o atual congressista tem imensa vantagem sobre seu concorrente.

O partido de Obama não apenas deve manter praticamente todas as suas cadeiras, como pode tomar dos republicanos até 12 vagas de deputado.

Líder republicano no Senado pode perder eleição Além de amargar uma ampla derrota, os republicanos correm o risco de perder alguns de seus representantes mais ativos no Congresso.

No Alasca, estado da candidata a vice Sarah Palin, o senador Ted Stevens pode perder a vaga para o prefeito de Anchorage, Mark Begich. Stevens é o senador republicano há mais tempo no Capitólio, tendo 40 anos de Washington. Mas esta semana ele foi condenado por corrupção e falsidade ideológica. Mesmo que seja eleito ele poderá ser expulso do Senado.

John Sununu, o atuante senador de New Hampshire, também está atrás da ex-governadora Jeanne Shaheem nas pesquisas.

Mas o caso mais alarmante para o partido é o de Mitch McConnell, do Kentucky. Ele é o líder da legenda no Senado e enfrenta uma dura disputa com o milionário Bruce Lunsford.

— Uma vitória democrata no Congresso levaria a impostos elevados, renegociação unilateral de tratados comerciais e a ameaças à segurança nacional — alertou McCain, ontem.

Qualquer que seja o resultado, porém, o maior desafio do próximo Congresso será abrir espaço para mudanças políticas com um orçamento já comprometido, um déficit federal de cerca de US$ 1 trilhão, e em meio à crise econômica. Por isto, já se comenta que, mesmo com vitória esmagadora dos democratas, haverá um período de difíceis negociações entre o novo presidente e o Legislativo, já que há muitas divisões internas.

Muitos analistas acreditam que a maioria democrata vai ser um amálgama de três grupos. O primeiro deles é o dos “esquerdistas clássicos”, apoiados pelas centrais sindicais, que defendem a regulação do mercado, protecionismo e ressalvas nos tratados de livre comércio. A segunda facção é a dos “blue dogs”, conservadores quando o tema é equilíbrio fiscal. Um dos líderes dessa bancada é Mike Ross, de Arkansas, que estima que o grupo vai passar de 49 para 61 na Câmara. O terceiro grupo é o dos “pragmáticos”, que inclui boa parte da liderança do partido que prioriza realizar o programa do partido nas áreas de saúde e energia.

31/08/2008 - 10:02h O exótico

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VERISSIMO – O GLOBO

Agora que Barack Obama está confirmado como o indicado dos democratas à Presidência dos Estados Unidos e sua candidatura passou de hipótese a fato, muitos no seu partido devem estar se perguntando “o que foi que nós fizemos?” A hipótese de alguém como Obama ser o candidato era atraente, era de sonho. O fato irreversível da sua candidatura traz um choque de realidade. Obama como hipótese era um candidato diferente, mais diferente do que qualquer outro na história do partido e do país. Obama confirmado provoca especulações sobre a viabilidade política do sonho. Especula-se que ele talvez seja diferente demais.

Se Obama fosse negro de pai e mãe seu exotismo seria menor. Bem ou mal, os brancos americanos já têm uma longa experiência de convivência com negros, principalmente depois do fim do racismo oficial nos estados do Sul e da segregação nas escolas.

Mas ainda existe uma separação de fato, e o que quase não faz parte da experiência americana é a mestiçagem. Obama não é apenas diferente da maioria branca, é diferente da maioria dos negros do país — na verdade, com sua história multirracial e multinacional, é diferente da maioria da Humanidade.

Além de ser filho de um africano muçulmano e de uma americana branca, nasceu no Havaí, que no imaginário, e nos planos de viagem, do americano comum é o lugar mais exótico em que se pode estar sem sair dos Estados Unidos. E, não sendo um havaiano típico, até no Havaí ele é diferente.

O trabalho duro dos democratas agora é fazer o eleitorado distinguir o que Barack Obama tem de positivamente diferente do que ele tem de estranho.

Na convenção que indicou Barack já deu para perceber que grande parte da propaganda eleitoral democrata será dedicada a mostrar que os Obama são gente como a gente americana e não têm nada de exótico, ou não ao ponto de assustar. E que a novidade que ele representa é a de um jovem com outras idéias, em contraste com o velho McCain, e não a de um enigma que se aproxima da Presidência para fazer ninguém sabe bem o quê. Esta última alternativa é a que a propaganda dos republicanos enfatizará, numa campanha que — segundo comentaristas americanos — já é uma das mais sujas da história. Pode-se imaginar que até as eleições de novembro um lado insistirá que Barack Obama é normal e o outro que ele é um mistério de quem se pode esperar de tudo, até o sacrifício de galinhas no Gabinete Oval.

De qualquer jeito, agora começa o período em que as pessoas se concentram nas opções e nos contrastes e pensam melhor em quem vão votar. E em que o partido democrata descobre se fez uma boa escolha ou jogou fora uma eleição imperdível.

01/06/2008 - 19:26h Clinton Beats Obama in Puerto Rico

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By Chris Cillizza – washingtonpost.com staff writer

Sen. Hillary Rodham Clinton claimed a convincing win over Sen. Barack Obama (Ill.) in today’s Puerto Rico primary, a victory that may well be her last in her fading bid for the Democratic presidential nomination.

Polls closed in Puerto Rico at 3 p.m. Eastern time and the race was called for Clinton almost immediately by the major television networks and the Associated Press.

For Clinton, the win provides a quick bounce-back from her campaign’s resounding setback on Saturday at the hands of the Democratic National Committee’s Rules and Bylaws Committee, which ruled in Obama’s favor in a dispute over the seating of the Florida and Michigan delegations, but does little to change the overarching dynamic of the primary fight.

While Clinton will win a clear majority of Puerto Rico’s 55 delegates, she will still stand well behind Obama in the overall count. Coming into today’s vote, Obama had 2,052 delegates, 66 short of clinching the nomination. Clinton had a total of 1,877 delegates.

Clinton launched new ads in South Dakota and Montana on Sunday asserting that she is the popular vote leader, securing more votes than any previous primary candidate. “Some say there isn’t a single reason for Hillary to be the Democratic nominee,” says the ad’s narrator. “They’re right. There are over 17 million of them.”

Bill Burton, a spokesman for the Obama campaign, responded by noting that “both Barack Obama and Hillary Clinton have gotten more votes than any presidential campaign in primary history”, adding: “We are, however, ahead in the popular vote now and will be ahead when all of the votes are counted Tuesday.”

According to Real Clear Politics, Obama actually has 166,186 vote lead over Clinton in the popular vote — 17,267,658 to 17,101,472. If Michigan’s primary is included, where Clinton received 328,307 votes and Obama none due to the fact he removed his name from the ballot, Clinton takes a 162,123 vote lead.

The popular vote debate is largely a semantic and symbolic one at this point, however, as the nominee for the party is selected by delegates and Obama appears to be all-but-certain to reach the magic number of 2,118 sometime soon after Tuesday’s primaries in South Dakota and Montana.

Clinton’s last, best hope to reverse that math came and went yesterday when the Rules and Bylaws Committee met to resolve the fate of Florida and Michigan whose delegates were stripped by the DNC after moving their respective primaries too early in the nominating calendar.

The committee granted Clinton less than half the delegates she had hoped to claim from the two states, which were sanctioned by the DNC for moving their primaries up too early in the year in the nomination fight.

http://msnbcmedia4.msn.com/j/msnbc/Components/Photo_StoryLevel/071103/071103_obama_vmed_8p.widec.jpgThe committee’s decision — particularly with regards to Michigan — was met with derision in the Clinton campaign, which floated the possibility of taking the fight over the Wolverine State to the party’s national convention in late August. “We reserve the right to challenge this decision before the Credentials Committee and appeal for a fair allocation of Michigan’s delegates that actually reflect the votes as they were cast,” the campaign said in a statement released immediately following Saturday’s proceedings.

Nonetheless, the committee’s decision to seat the Florida and Michigan delegations at the convention, but grant each delegate only half a vote, resolves a major piece of the nomination puzzle in Obama’s favor.

Puerto Rico was the largest delegate prize left on the board, South Dakota, with 15 delegates, and Montana, with 16 delegates, will bring the 2008 presidential primary process to a close on Tuesday. Even the most ardent Clinton backers acknowledge that their candidate’s pledged delegate deficit will stand in triple digits when all votes are counted on Tuesday

Polling in Puerto Rico, albeit limited, suggested that Clinton was headed for a significant victory. A survey done by Greenberg Quinlan Rosner Research, a Democratic firm, showed Clinton with 59 percent of the vote to Obama’s 40 percent.

Clinton’s demonstrated strength among Hispanic voters during the primary process and her popularity among the large Puerto Rican community in New York (more than one million residents, according to the 2000 Census) combined to give the Empire State senator a significant leg up.

Clinton also lavished Puerto Rico with attention. She and her husband, former president Bill Clinton, and the couple’s daughter Chelsea spent 14 combined days there of late. Hillary Clinton spent Saturday touring local communities on the back of a flatbed truck. Today she made stops in and around San Juan, the country’s capital city.

“Campaigning in Puerto Rico is like one long Puerto Rican Day Parade,” Clinton said on Saturday, in a reference to the annual celebration in New York City. “It is incredibly energizing, exciting.”

Obama devoted far less time to Puerto Rico. His most recent campaign visit was last weekend, and he spent Sunday campaigning in South Dakota. The Illinois Senator will travel to Michigan and Minnesota — two key general election battlegrounds — in the early part of this coming week.

Election officials were preparing for lower-than-average turnout, estimating that a quarter or fewer of the island’s 2.3 million registered voters would go to the polls. There are no local candidates or initiatives on the ballot, and the battle between Clinton and Obama appears all but over.

Washington Post staff writers Anne E. Kornblut and Shailagh Murray contributed to this report

24/05/2008 - 16:55h History suggests an Obama-Clinton ticket could work

Cold Fusion

By David Greenberg – Slate Magazine

For all the excitement he has generated, Barack Obama—should he maintain his delegate lead over Hillary Clinton—will be the Democratic Party’s weakest standard-bearer since primaries became the necessary route to securing the presidential nomination. No candidate has ever concluded these preliminary contests with so many rank-and-file Democrats against him. Obama badly needs to win over Clinton supporters, some of whom deeply resent the demonization of her as hysterical, ruthless, and racist and are talking of bolting or staying home in November.

The easiest way for Obama to unify the party would be to make Clinton his running mate. Indeed, the idea of a “dream ticket” or “unity ticket” has been in the air for months. CNN’s Wolf Blitzer proposed it, to deafening applause, in January. In March, Mario Cuomo pushed the idea in the Boston Globe.

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06/02/2008 - 09:28h Superterça mantém candidatura democrata embolada

MARÍA LUISA AZPIAZU
da Efe, em Washington

Se confirmaram os agouros. A Superterça colocou John McCain mais próximo da candidatura republicana, mas não conseguiu definir o panorama democrata, e a campanha entre Barack Obama e Hillary Clinton continua embolada. Na opinião de analistas, a confirmação de McCain como favorito é uma boa notícia para o Partido Republicano, pois permitirá, desde já, começar a unir forças em torno de McCain, e convertê-lo logo em um candidato forte para as eleições presidenciais de novembro.

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Em discurso no Arizona, John McCain agradeceu apoio da mulher e da mãe

O senador por Arizona terá de se esforçar para conseguir que o partido como um todo respalde sua candidatura, especialmente os mais conservadores, que o vêem como um republicano atípico e, desde seu ponto de vista, “demasiado liberal”. A vitória desta noite, sem dúvida, lhe dará mais tempo para consegui-lo.

A situação para os democratas é mais problemática. A Superterça demonstrou que Obama e Hillary seguem em uma disputa corpo-a-corpo que, no momento, parece difícil de acabar.

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06/02/2008 - 09:21h Obama-Clinton: le tourment continue

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par Corine Lesnes, correspondante du “Monde” aux Etats-Unis depuis août 2002.

L’année du changement est en train de devenir l’année du tourment.
Pour les démocrates, rien n’est décidé.
Clinton ? Obama ? Le suspense continue.
Pour certains, c’est l’angoisse.
L’autre jour, la télé a montré une Californienne. Elle n’arrivait pas à décider.
- “J’y pense tous les jours“.

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06/02/2008 - 09:03h USA: Diverging Paths for Two Parties

Published: February 6, 2008
The New York Times

The Republican and Democratic presidential contests began diverging Tuesday, leaving the Democrats facing a long and potentially divisive nomination battle and the Republicans closer to an opportunity to put aside deep internal divisions and rally around a nominee.

The differing situations for the Republicans and Democrats have clear implications for both parties as they begin to move from the nomination battle toward the general election.

On the Democratic side, Senators Hillary Rodham Clinton and Barack Obama seem likely to continue their state-by-state struggle, after a night of tit-for-tat division of states and delegates, though Mrs. Clinton claimed the formidable prize of California.

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05/02/2008 - 19:05h O YouTube de Deus

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Uma pesquisa interessante. Segundo o canal cristão chamado de God-tubers, uma espécie de YouTube de Deus, os cristãos estão virando casaca. Nada menos que 49% votaria em Hillary Clinton e Barack Obama para presidente. É bom lembrar que ambos candidatos são em favor do direito ao aborto e da união de pessoas do mesmo sexo.
God-tubers

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05/02/2008 - 18:34h Juntos na fila para votar, até em Paris

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American voters in Paris waiting to cast ballots in the Democratic primary.

Photo: Owen Franken for The New York Times

05/02/2008 - 18:23h Aguardando, sem saber ainda o rumo

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03/02/2008 - 12:50h Obama, Clinton Are Even In Poll

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McCain Now Clearly GOP’s Front-Runner After Primary Wins

Washington Post Staff Writers
Sunday, February 3, 2008; Page A01

Sens. Hillary Rodham Clinton (N.Y.) and Barack Obama (Ill.) are running roughly even nationally as the battle for the Democratic nomination heads into Tuesday’s big round of primaries and caucuses, while Sen. John McCain (Ariz.) has jumped to a dominating lead over his remaining rivals in the Republican race, according to a new Washington Post-ABC News poll.

Two days before voters in 24 states go to their polling places, 47 percent of likely Democratic voters said they back Clinton and 43 percent said they support Obama, with neither candidate decisively benefiting from the departure of former senator John Edwards (N.C.) from the race. By contrast, McCain’s wins in primaries in South Carolina and Florida and the winnowing of the Republican field have had a dramatic result: The senator from Arizona is now the clear front-runner for his party’s nomination. (mais…)