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	<title>Blog do Favre &#187; doenças</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Pesquisas associam taxas de colesterol a risco de tumores</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

 Altos níveis de HDL (colesterol &#8220;bom&#8221;) parecem proteger contra o câncer
JULLIANE SILVEIRA ENVIADA ESPECIAL A ORLANDO &#8211; FOLHA SP
Uma revisão científica de 21 estudos, que acessou dados de mais de 586 mil pacientes norte-americanos, apontou uma associação entre altos índices de HDL (o chamado colesterol &#8220;bom&#8221;) e menor risco de desenvolvimento de câncer.
Entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://noolhar.files.wordpress.com/2009/05/colesterol_dieta.jpg" alt="http://noolhar.files.wordpress.com/2009/05/colesterol_dieta.jpg" width="323" height="373" /></p>
<p style="text-align: left;">
<strong> Altos níveis de HDL (colesterol &#8220;bom&#8221;) parecem proteger contra o câncer</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">JULLIANE SILVEIRA ENVIADA ESPECIAL A ORLANDO &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>Uma revisão científica de 21 estudos, que acessou dados de mais de 586 mil pacientes norte-americanos, apontou uma associação entre altos índices de HDL (o chamado colesterol &#8220;bom&#8221;) e menor risco de desenvolvimento de câncer.<br />
Entre os pacientes avaliados, 7.928 desenvolveram tumores malignos ao longo de cinco anos. A cada 10 mg/dl aumentado de HDL, a redução de incidência de câncer foi de 21%.<br />
O estudo foi realizado pelo Tufts Medical Center e apresentado no congresso da American Heart Association, em Orlando. &#8220;Constatamos que, nos estudos com pacientes com taxas mais baixas de HDL, a incidência de câncer foi maior&#8221;, disse à Folha Richard Karas, autor do estudo.<br />
Os mecanismos que levam à associação entre as taxas de colesterol e câncer ainda não foram bem estabelecidos. No entanto, os pesquisadores levantam algumas hipóteses para explicar a relação.<br />
Uma delas é o fato de que o HDL está relacionado a mecanismos inflamatórios. &#8220;O HDL pode ter um efeito no sistema imunológico, desempenhando um efeito anti-inflamatório. Um dos papeis desse sistema, em termos leigos, é procurar as células cancerosas e matá-las&#8221;, explicou Karas.<br />
A outra hipótese, segundo Karas, está no efeito antioxidante de uma proteína que compõe o HDL. Sabe-se que substâncias antioxidantes têm efeito preventivo contra o desenvolvimento de tumores.<br />
&#8220;É possível que o HDL atue em mecanismos inflamatórios do organismo e, por isso, contribua para reduzir as taxas de câncer. Mas não podemos deixar de lado o fato de que pessoas com níveis mais altos de colesterol &#8220;bom&#8221; geralmente apresentam melhores hábitos de vida, o que também influencia no aparecimento de câncer&#8221;, observa o cardiologista Antônio Carlos Chagas, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.</p>
<p><strong>Próstata</strong><br />
Um outro estudo realizado com mais de 5.000 homens pela Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, nos Estados Unidos, também mostrou que altos índices de colesterol total estão relacionados a maior risco de desenvolver câncer de próstata. Aqueles que tinham níveis totais de colesterol menores do que 200 mg/dl apresentaram 59% menos risco de desenvolver câncer de próstata agressivo.<br />
De acordo com os pesquisadores, as moléculas de colesterol podem interferir na sobrevida das células cancerosas. Dessa forma, os tumores podem fazer uso desse mecanismo para burlar o ciclo normal de vida e morte celular.</p>
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		<title>Remédio para colesterol pode combater gripe, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AE-AP &#8211; Agencia Estado
MILWAUKEE &#8211; Pode haver um novo tratamento para a gripe suína que já está nas prateleiras das farmácias: as estatinas, remédios vendidos comercialmente com nomes como Lipitor e Zocor, usadas para diminuir os níveis de colesterol. Pesquisadores divulgaram hoje um estudo mostrando que pessoas que usam esses medicamentos e foram hospitalizadas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">AE-AP &#8211; Agencia Estado</span></h2>
<p>MILWAUKEE &#8211; Pode haver um novo tratamento para a gripe suína que já está nas prateleiras das farmácias: as estatinas, remédios vendidos comercialmente com nomes como Lipitor e Zocor, usadas para diminuir os níveis de colesterol. Pesquisadores divulgaram hoje um estudo mostrando que pessoas que usam esses medicamentos e foram hospitalizadas por causa da gripe sazonal tinham duas vezes mais chances de sobreviver do que as que não tomavam esse tipo de remédio.</p>
<p>Isso não prova que as estatinas são a cura para a gripe, já que mais estudos ainda são realizados para verificar se essas drogas podem ser um bom tratamento. O estudo sobre as estatinas, apresentado hoje durante um congresso médico, envolveu 2.800 pessoas pesquisadas entre 2007 e 2008.</p>
<p>&#8220;O estudo é muito promissor&#8221;, disse a coordenadora, Ann Thomas, da Divisão de Saúde Pública do Oregon. A estatinas são conhecidas também por reduzirem a maioria dos problemas causados pela gripe, independentemente se for a sazonal ou a causada pelo vírus A H1N1, são as inflamações, uma reação exagerada do sistema imunológico enquanto luta contra o vírus.</p>
<p>Estudos prévios também descobriram que as estatinas podem ajudar as pessoas a superar a pneumonia e sérias infecções bacterianas do sistema sanguíneo. A nova pesquisa, patrocinada pelos Centros de Prevenção e Controle de Doenças, é o maior já feito nos Estados Unidos que analisa o efeito das estatinas contra gripe.</p>
<p>O tratamento é uma questão muito importante para a gripe suína, já que a vacina está demorando para chegar ao público em geral. Remédios contra a gripe como o Tamiflu têm sido reservados apenas para os pacientes mais graves. As estatinas são baratas, relativamente seguras e estão entre os remédios mais utilizados em todo o mundo.</p>
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		<title>Kassab, as mulheres do Campo Limpo precisam ser tratadas com mais respeito.</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Editorial do jornal AGORA
Descaso no Campo Limpo
A mamografia é o exame que detecta o câncer de mama, o tumor que mais mata as brasileiras. Recomenda-se que as mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Daí se vê como é um procedimento importantíssimo para a saúde da população.
É alarmante, portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong><span style="font-size: x-large;">Editorial do jornal AGORA</span></strong></span></h2>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Descaso no Campo Limpo</span></strong></p>
<p>A mamografia é o exame que detecta o câncer de mama, o tumor que mais mata as brasileiras. Recomenda-se que as mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Daí se vê como é um procedimento importantíssimo para a saúde da população.</p>
<p>É alarmante, portanto, que o Hospital Municipal do Campo Limpo, o maior da zona sul de São Paulo, esteja há três meses com o mamógrafo quebrado. De acordo com funcionários e pacientes, o aparelho deixou de funcionar no começo de julho e não há previsão para o conserto. Já a Secretaria Municipal de Saúde diz que o novo mamógrafo deve ser instalado até o fim do ano.</p>
<p>Mas o descaso com a saúde no Campo Limpo não para por aí. As mulheres que procuram o hospital para a mamografia são encaminhadas para a UBS (Unidade Básica de Saúde) Vila das Belezas. É só dor de cabeça: na UBS, depois de agendado o exame, a demora para o atendimento chega a três horas.</p>
<p>O hospital é gerido pela secretaria, mas os exames estão sob responsabilidade da OSS (Organização Social de Saúde) Fidi. Não dá para entender por que o aparelho ainda não foi trocado. O diagnóstico precoce do câncer de mama facilita a sua cura. As mulheres do Campo Limpo precisam ser tratadas com mais respeito.</p>
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		<title>Uso do narguilé equivale a consumo de até 100 cigarros</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/uso-do-narguile-equivale-a-consumo-de-ate-100-cigarros/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Natália Fernandjes

 Muito popular entre os jovens, o narguilé será a responsável pelo aumento do número de dependentes de nicotina nos próximos anos


Da Redação Repórter Diário
Considerado por muitos como sendo algo inofensivo, o narguilé protagoniza uma séria discussão: segundo pesquisa do Inca (Instituto do Câncer) o instrumento se tornou a forma mais frequente de consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>Natália Fernandjes<br />
</em></span><img class="aligncenter size-full wp-image-13929" title="Narguilé" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Narguilé.gif" alt="Narguilé" width="250" height="206" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em> Muito popular entre os jovens, o narguilé será a responsável pelo aumento do número de dependentes de nicotina nos próximos anos</em></span></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Da Redação Repórter Diário</span></h2>
<p>Considerado por muitos como sendo algo inofensivo, o narguilé protagoniza uma séria discussão: segundo pesquisa do Inca (Instituto do Câncer) o instrumento se tornou a forma mais frequente de consumo de tabaco entre os jovens, depois do cigarro. Além disso, a jarra de vidro contendo uma mangueira com uma pipeta na ponta será a responsável pelo aumento do número de dependentes de nicotina nos próximos anos, segundo o coordenador do ambulatório de combate ao tabagismo da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), Adriano César Guazzelli.</p>
<p>Conforme explica o especialista, o narguilé é um inalador de tabaco queimado como o charuto, o cachimbo e o cigarro, por isso, causa dependência tanto quanto estes produtos. &#8220;A fumaça mais suave permite com que as pessoas inalem uma quantidade maior de toxinas sem perceber&#8221;, destaca.</p>
<p>De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a fumaça gerada pelo instrumento contém inúmeras toxinas que podem causar câncer de pulmão e doenças cardíacas, por exemplo. Em uma sessão de cerca de uma hora do produto a quantidade de fumaça inalada corresponde a mesma de quem fuma 100 cigarros comuns. &#8220;Mesmo que o consumo seja ocasional, a intensidade desse consumo é muito superior do que a do cigarro comum&#8221;, indica Guazelli.</p>
<p>Para o administrador Jeferson Martinez, a diversão deve ser utilizada com precaução. &#8220;Acho que deve fazer mal sim, principalmente por não ter um filtro como o cigarro&#8221;, exemplifica. Martinez diz ter conhecido o narguilé há cerca de três anos e gostado da novidade, no entanto, acredita que utilizar o produto uma vez por mês é ideal para evitar problemas com a saúde.</p>
<p>Estatísticas<br />
O cachimbo d&#8217;água, tradicional em países do Oriente Médio, aos poucos ganhou força no Brasil. Pesquisa do Inca sobre o tabagismo entre os jovens indica que 6% dos universitários fizeram uso de outros produtos de tabaco nos últimos 30 dias, destes, os mais consumidos são os cigarros de Bali (50%) e o narguilé (20%).</p>
<p>Um estudo britânico vai além ao constatar que as pessoas que fumam narguilé podem sofrer com os altos níveis de monóxido de carbono (CO). Os pesquisadores acreditam que uma sessão do produto (dez miligramas de tabaco durante 30 minutos) resulta em níveis de monóxido de carbono quatro ou cinco vezes mais altos do que um cigarro comum. (Colaborou Natália Fernandjes)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A ciência do travesseiro</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 22:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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LENTE
Ao usar uma faixa especial na cabeça para dormir, relatou David Pogue no &#8220;New York Times&#8221;, um relógio marcará o tempo que você passa nos vários estágios do sono: leve, profundo ou de movimento rápido dos olhos (MRE). Depois, você pode enviar os dados para um site na web e obter uma nota da qualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft size-full wp-image-13528" title="newyorktimes_folha" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/newyorktimes_folha1.gif" alt="newyorktimes_folha" width="200" height="18" /></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://versus.blogs.sapo.pt/arquivo/quinta%20feira.jpg" alt="http://versus.blogs.sapo.pt/arquivo/quinta%20feira.jpg" width="424" height="352" /></p>
<p>LENTE</p>
<p>Ao usar uma faixa especial na cabeça para dormir, relatou David Pogue no &#8220;New York Times&#8221;, um relógio marcará o tempo que você passa nos vários estágios do sono: leve, profundo ou de movimento rápido dos olhos (MRE). Depois, você pode enviar os dados para um site na web e obter uma nota da qualidade do seu sono.<br />
&#8220;É realmente incrível, até um pouco assustador, ver todos esses dados sobre uma parte da sua existência da qual você nada sabia até agora&#8221;, escreveu Pogue.<br />
Talvez você saiba pouco sobre o que acontece enquanto está dormindo, além de alguns sonhos bizarros. Mas os cientistas fizeram várias descobertas recentes sobre o terço das nossas vidas que passamos descansando, ou pelo menos tentando descansar.<br />
Cerca de 5% das pessoas podem despertar totalmente descansadas, sem despertador, depois de um sono curto, escreveu Tara Parker-Pope no &#8220;Times&#8221;. Ying-Hui Fu, professora de neurologia na Universidade da Califórnia em San Francisco, e seus colegas encontraram uma mutação de um gene ligado aos ritmos circadianos em duas pessoas, mãe e filha, que naturalmente dormiam pouco -seis horas por noite. A mutação, a primeira já descoberta que se relaciona à duração do sono, poderá ser uma chave para a compreensão dos distúrbios do sono.<br />
&#8220;Sabemos que o sono é necessário para a vida, mas conhecemos muito pouco sobre ele&#8221;, disse Fu. &#8220;Conforme aprendermos mais sobre o mecanismo do sono e seus caminhos, poderemos compreender melhor o que causa os problemas de sono.&#8221;<br />
Se você fica virando na cama à noite, o aconselhamento on-line pode ajudar. Estudos nos EUA e no Canadá demonstraram que a terapia comportamental cognitiva baseada na web pode reduzir a insônia, escreveu Amanda Schaffer no &#8220;Times&#8221;.<br />
&#8220;Eu gostei do fato de ser pela internet&#8221;, disse uma participante do estudo, Kelly Lawrence, 51, do Canadá, &#8220;porque quando você não dorme não quer se levantar e ter de ir a uma consulta&#8221;.<br />
Se nada disso funcionar, faça como Albert Einstein, Winston Churchill ou Thomas Edison faziam: tire um cochilo. Um novo estudo mostra que os cochilos ajudam a solucionar problemas, escreveu Nicholas Bakalar no &#8220;Times&#8221;. Os participantes do estudo fizeram dois testes de associação de palavras. Os que tiraram um cochilo entre os testes que englobava sono MRE -o tipo que inclui sonhos- se saíram 40% melhor no segundo teste do que no primeiro.<br />
&#8220;Os sonhos são engraçados&#8221;, disse a professora de psiquiatria Sara Mednick, que conduziu o estudo. &#8220;Eles incorporam ideias estranhas que você jamais teria acordado. No sono MRE, torna-se mais provável que as ideias se juntem em uma solução.&#8221;<br />
Algumas perguntas sobre o sono ainda não foram respondidas. Por exemplo, por que as girafas dormem cinco horas por dia enquanto os morcegos dormem 20? Uma teoria, como escreveu Benedict Carey no &#8220;Times&#8221;, é que, para otimizar seu tempo, os animais dormem nas horas em que é mais arriscado encontrar comida. O morcego, por exemplo, se alimenta de insetos que saem à noite, e dormir durante o dia o mantém escondido de predadores com visão melhor.<br />
Um corolário dessa teoria é que estamos mais despertos quando estamos inclinados a ser mais produtivos, segundo Carey. A incapacidade de dormir às 22h, portanto, talvez não seja sinal de um distúrbio. &#8220;Se o sono evoluiu como o administrador do tempo, então estar &#8216;ligado&#8217; às 2h da manhã pode significar que existe um trabalho valioso a ser feito&#8221;, escreveu.<br />
Envie comentários para nytweekly@nytimes.com</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A maldita dor nas costas</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 19:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Felipe Rau/AE &#8211; REABILITAÇÃO E EXERCÍCIO – Ana Claudia, em uma sessão de Pilates com a professora Cristina Vênere
&#160;
Difícil encontrar alguém que  já não teve de dor nas costas. As causas são muitas, mas há como prevenir
&#160;
Bia Fugulin - especial para o Suplemento Feminino- O Estado SP
&#160;
Atenção ao carregar bolsa muito pesada, abaixar-se sem flexionar os joelhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="fotoLightBoxP" align="center"><font size="1"><em><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/coluna01_600.jpg" class="fotoLightBoxIMG" height="382" width="555" /><br />
Felipe Rau/AE &#8211; REABILITAÇÃO E EXERCÍCIO – Ana Claudia, em uma sessão de Pilates com a professora Cristina Vênere</em></font></p>
<p class="fotoLightBoxP" align="center">&nbsp;</p>
<p><strong>Difícil encontrar alguém que  já </strong><strong>não </strong><strong>teve de dor nas costas. As causas são muitas, mas há como prevenir</strong></p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Bia Fugulin - especial para o Suplemento Feminino- O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p>Atenção ao carregar bolsa muito pesada, abaixar-se sem flexionar os joelhos e ganhar peso, ficando com uma massa corpórea acima do indicado. Esses, entre outros maus hábitos, são os grandes causadores da familiar dor nas costas. Junto com ela, surge, na grande maioria dos casos, a má postura. E o ciclo vicioso está formado. Dor nas costas que gera a má postura, e má postura que reforça a dor nas costas.</p>
<p>Prova disso é que, nos consultórios de ortopedia, a queixa número um são dores nas costas. A maioria é derivada de lesões musculares, causadas por movimentos anormais, traumas ou esforços excessivos. Entre as mais comuns, estão: cervicalgia, escoliose, ciática e lombalgia.</p>
<p>A cervicalgia acomete mais as mulheres, e apresenta um quadro doloroso, que pode ter como causa desde uma noite mal dormida até uma séria lesão no pescoço. Geralmente, resulta de uma contração do músculo do pescoço, e o incômodo ou dor permanece por cerca de uma semana. A postura fica comprometida, visto que a pessoa acaba desviando a posição da cabeça para o lado mais dolorido.</p>
<p>A escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. Pode ser congênita, surgir por ocasião de doenças neurológicas e musculares – ou mesmo devido a fraturas – e até como consequência do hábito de carregar bolsas ou sacolas pesadas, entre outros fatores. Costuma causar dor quando o grau de curvatura da coluna se torna importante, pelo fato de sobrecarregar outras regiões, devido à postura inadequada.</p>
<p>Já a ciática é uma dor bastante comum, originada pela compressão ou irritação das raízes nervosas do nervo ciático, que é o maior do corpo. Estende-se da coluna lombar, passa pela região pélvica, nádega, quadril, parte posterior da coxa, atrás do joelho, seguindo em pequenos ramos na parte de trás da panturilha até o pé. A dor é bem característica: não se limita às costas, dando fisgadas na parte de trás da perna. Muito incômoda. No geral, costuma melhorar com o tempo. No entanto, há casos em que é necessário fazer cirurgia.</p>
<p>Lombalgia é o termo para designar dores que atingem a região da coluna lombar, área que fica próxima à bacia. Estudos sinalizam que metade dos pacientes que passam por um episódio de lombalgia sofrerá mais uma crise em um ano, caso não sejam tratados adequadamente. Pode aparecer de repente ou lentamente. Entre as várias razões para o seu aparecimento, estão a protusão discal e a hérnia de disco. De acordo com o doutor Rogério Vidal de Lima, médico ortopedista e traumatologista especializado em doenças da coluna, a mulher acaba sendo bastante acometida por esse problema, devido à jornada de trabalho intensa, sem interrupção.</p>
<p>Soraya Martins é um caso clássico. Ela tem 28 anos, é arquiteta, mas, no momento, se dedica à casa e aos filhos. Começou a sentir uma dor lombar que irradiava para a perna, panturrilha, descendo até a canela. Isso a incomodava muito. &#8220;Quando eu me sentava, já sentia a fisgada&#8221;, comenta ela, que, por conta dessa dor, interrompeu a prática de ginástica localizada e musculação. Foi ao médico e teve o diagnóstico de protusão discal. Caso não fosse tratado e devidamente cuidado, poderia virar uma hérnia de disco.</p>
<p>Mas o que é a tão temida hérnia de disco? É quando há a passagem do núcleo do disco intervertebral, que acaba comprimindo estruturas com muitos nervos. Esta compressão pode causar dor local ou irradiada, entre outros sintomas. Aparece normalmente em pessoas com mais de 40 anos, porque é mais ou menos a partir dessa idade que começam a surtir efeitos as lesões de coluna, especialmente no disco intervetebral, provocadas durante toda a vida por meio de pequenos traumas – na maioria das vezes, decorrentes de erros de postura e movimento. Já a protusão discal é a fase que precede a hérnia.</p>
<p><strong>TRATAMENTOS</strong></p>
<p>Como a maior parte dos problemas de coluna é decorrente de maus hábitos, o primeiro passo é corrigir esses costumes. A Reeducação Postural Global, mais conhecida como RPG, tem sido bastante útil. Seu princípio considera que os músculos são interligados, formando cadeias musculares. Por isso, ao se alongar um segmento que está tenso, encurta-se outro, gerando compensações posturais. O método trabalha com posturas que conseguem estirar simultaneamente vários músculos.</p>
<p>A fisioterapeuta Cristina Vênere costuma recorrer ao RPG e ao Pilates para tratar os pacientes que chegam com orientação médica. O primeiro é indicado para melhora da postura e alívio de dores. &#8220;Os desvios posturais, como escoliose, hiperlordose, lombalgias e cervicalgias, respondem muito bem ao tratamento&#8221;, diz Cristina. Ela conta que, por meio das chamadas posturas globais, os músculos se reequilibram e a dor some.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/coluna02_600.jpg" height="370" width="555" /></div>
<p align="center"><font size="1"><strong>ENCURTAMENTO MUSCULAR </strong><em>– Luciana Vilardi recorre ao alongamento para prevenir possíveis dores</em></font></p>
<p>O Pilates, ou contrologia, é um método de reabilitação e de condicionamento físico que trabalha a pessoa de modo integral, ou seja, respiração, flexibilidade, força, equilíbrio e controle corporal. &#8220;Não considera um músculo isoladamente, como na musculação, mas sim reproduz o movimento do dia a dia durante a aula&#8221;, diz ela. São mais de 500 exercícios entre aparelhos e solo, em aulas únicas e diferenciadas. Por ser um método que fortalece a musculatura profunda abdominal, responsável pela estabilização da coluna, garante sucesso nas lombalgias. &#8220;O Pilates reensina o corpo a sempre manter a coluna estabilizada durante a execução de suas atividades funcionais e, por trabalhar de forma controlada com a mobilização da coluna, ela fica mais flexível e livre de dores&#8221;, complementa.</p>
<p>Luciana Vilardi Vieira de Souza, de 30 anos, faz Pilates há um ano. Ela teve a pior de suas crises há dois anos, quando jogava squash. Da quadra, foi direto para o hospital, totalmente travada. O diagnóstico: encurtamento no músculo. &#8220;Depois que comecei o Pilates, nunca mais tive dor&#8221;, diz ela. Ela é advogada e seu trabalho exige que fique o dia todo sentada, diante do computador. &#8220;Quando percebo que estou começando a sentir dor, procuro fazer um alongamento na minha sala mesmo.&#8221;</p>
<p>Ana Claudia de Melo, 40 anos, representa outro caso de lombalgia que melhorou com a prática do Pilates. &#8220;Tenho hiperlordose, que piorou muito depois da minha gravidez de gêmeos&#8221;, conta. A dor não chegou a interromper as suas atividades diárias, mas causava muito desconforto na hora de dormir.</p>
<p>Tanto o RPG como o Pilates podem ser praticados por pessoas de qualquer idade, e o tempo de tratamento vai depender do tipo de lesão e do objetivo desejado. Além dessas práticas, o ortopedista Rogério Vidal de Lima recomenda a prática frequente de atividade física, para melhorar a performance muscular e o condicionamento físico. Outro ponto importante, que serve para todas as pessoas, é a atenção às atividades corriqueiras, como se sentar, dormir, andar, carregar peso, etc.</p>
<p><strong>INIMIGOS DA COLUNA</strong></p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Ganho de peso.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Postura inadequada durante as atividades físicas.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Uso de calçados inapropriados, como tênis errado para o tipo da pisada.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Sedentarismo.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Ergonomia inadequada, no trabalho (mesa e cadeira) e em casa (cozinha, colchão, sofá).</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Bolsas e mochilas muito pesadas.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Dificuldade auditiva ou visual, pois a pessoa se entorta para ouvir ou ver melhor.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Colchão e travesseiro inadequados.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Uso de notebook no colo, mal acomodada na cama, etc.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Sofás, poltronas e cadeiras com espuma gasta, pois provocam afundamento.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Banco de carro fundo, embreagem ou pedais muito duros.</p>
<p><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Movimentos repetitivos ou posturas que se mantêm por longos períodos, assim como a sobrecarga da região lombar.</p>
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		<title>75% dos tumores de cabeça e pescoço são descobertos tarde</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 20:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Estudo avaliou mais de 16 mil registros no Estado de São Paulo de tumores em locais como lábio, língua e laringe
Maioria dos casos acontece nas mucosas da cavidade oral, laringe e esôfago; estágio avançado da doença leva a cirurgias mutiladoras
GABRIELA CUPANI &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Três em cada quatro tumores de cabeça e pescoço são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hcancerbarretos.com.br/imagens/odonto/Dr_Helio/helio_cirurgia_odonto111.jpg" alt="http://www.hcancerbarretos.com.br/imagens/odonto/Dr_Helio/helio_cirurgia_odonto111.jpg" align="left" /></p>
<p><strong>Estudo avaliou mais de 16 mil registros no Estado de São Paulo de tumores em locais como lábio, língua e laringe</strong></p>
<p><strong>Maioria dos casos acontece nas mucosas da cavidade oral, laringe e esôfago; estágio avançado da doença leva a cirurgias mutiladoras</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">GABRIELA CUPANI &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Três em cada quatro tumores de cabeça e pescoço são descobertos em estágio avançado, quando as chances de cura são menores e os tratamentos, mais agressivos. O dado é de um estudo sobre o perfil epidemiológico desses cânceres no Estado de São Paulo, feito pelo Hospital A.C. Camargo.<br />
Para chegar ao resultado, os autores analisaram o registro de mais de 16 mil pacientes entre os anos de 2000 e 2006, diagnosticados com tumores de lábio, cavidade oral, faringe, amígdala e glândulas salivares, entre outros. Trata-se de um dos poucos levantamentos que detalharam as prevalências de cada um dos tumores englobados no grupo considerado câncer de cabeça e pescoço.<br />
Segundo o trabalho, 75% dos casos foram diagnosticados em estágio avançado e isso não se alterou ao longo dos anos. No mesmo período, os casos de câncer de nasofaringe tiveram o maior aumento proporcional.<br />
Os pacientes diagnosticados eram, na maioria, homens com mais de 60 anos e baixo nível de escolaridade. &#8220;Falta conhecimento dos sintomas&#8221;, afirma o cirurgião Luiz Paulo Kowalski, diretor do departamento de cirurgia de cabeça e pescoço e otorrinolaringologia do Hospital A.C. Camargo e um dos líderes desse trabalho.<br />
&#8220;Nos Estados Unidos, a situação é inversa: 70% dos casos são descobertos em estágio inicial&#8221;, conta o cirurgião de cabeça e pescoço Sérgio Samir Arap, do Hospital das Clínicas de São Paulo e gerente-médico do centro cirúrgico do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.<br />
&#8220;A maioria desses tumores acontece nas mucosas da cavidade oral, laringe e esôfago&#8221;, diz Arap. &#8220;Mas faltam profissionais capacitados para identificar esses tumores precocemente e encaminhar os casos para um serviço especializado&#8221;, completa o cirurgião.<br />
Estima-se que os cânceres de boca e orofaringe sejam os tipos mais frequentes dessa categoria, somando aproximadamente 390 mil novos casos a cada ano no Brasil. Segundo o artigo, o Brasil se destaca como um dos países com maior incidência desses tumores, devido à exposição aos fatores de risco.<br />
Os tumores de cabeça e pescoço são relacionados a exposição excessiva ao sol (que causa a doença na pele e nos lábios), tabagismo e consumo abusivo de álcool. Estudos recentes associam o aumento de casos à infecção pelo vírus HPV, mesmo em pessoas assintomáticas.</p>
<p>Inflamação na gengiva<br />
Uma pesquisa recente da Universidade de Buffalo (EUA) revelou que a periodontite (inflamação crônica da gengiva) também está relacionada ao aumento do risco desses tumores. A doença leva à perda progressiva de ossos e do tecido que sustenta os dentes e foi associada a cânceres de cavidade oral, orofaringe e laringe.<br />
Para prevenir as lesões, além de uma boa higiene oral, recomenda-se adotar uma dieta saudável. &#8220;Comer vegetais amarelos, ricos em vitamina A, frutas cítricas e folhas verdes diminui o risco&#8221;, diz Kowalski.<br />
Além disso, pessoas com mais de 40 anos, com más condições dentárias, fumantes e portadores de próteses mal ajustadas devem passar por um exame visual da boca, que pode ser feito por dentista, uma vez por ano para identificar lesões.<br />
&#8220;No entanto, as campanhas têm sido pouco eficazes no controle do surgimento de novos casos e no diagnóstico precoce&#8221;, observa Kowalski.<br />
Diagnosticados precocemente, esses tumores têm grande chance de cura, que chega a 95%, com cirurgias mais simples. Já nos casos avançados, o tempo de operação pode ser dez vezes maior, as cirurgias são mais mutiladoras e há necessidade de reabilitação.</p>
<p><strong><font size="+1" color="#000080">SINAIS SERVEM  DE ALERTA<br />
</font></strong><br />
Feridas que crescem  ou não cicatrizam,  rouquidão ou dor de  garganta por mais de  duas semanas,  sangramentos e  gânglios endurecidos  devem chamar a  atenção.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novo tipo de colesterol provoca mais risco cardíaco do que LDL</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 20:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Oxicolesterol é gerado quando alimentos ricos em gorduras são aquecidos 
  CLÁUDIA COLLUCCI
DA REPORTAGEM LOCAL
Um novo tipo de colesterol, o  oxicolesterol, pode representar  um risco cardiovascular ainda  maior do que o LDL (colesterol  &#8220;ruim&#8221;) no aumento do colesterol total no sangue e na formação de placas de gordura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/novo-tipo-de-colesterol-provoca-mais-risco-cardiaco-do-que-ldl/13206/" rel="attachment wp-att-13206" title="newyorktimes_folha.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/newyorktimes_folha.gif" alt="newyorktimes_folha.gif" /></a>  <strong>Oxicolesterol é gerado quando alimentos ricos em gorduras são aquecidos </strong></p>
<p><strong>  CLÁUDIA COLLUCCI</strong><br />
<font size="-1">DA REPORTAGEM LOCAL</font></p>
<p>Um novo tipo de colesterol, o  oxicolesterol, pode representar  um risco cardiovascular ainda  maior do que o LDL (colesterol  &#8220;ruim&#8221;) no aumento do colesterol total no sangue e na formação de placas de gordura nas  artérias, revela um dos primeiros estudos sobre o tema, apresentado no congresso da Sociedade Americana de Química,  no fim do mês passado.<br />
No organismo, o oxicolesterol é fabricado por meio de reações entre as gorduras e o oxigênio, processo conhecido como oxidação. Quando alimentos ricos em gorduras são aquecidos a altas temperaturas, a oxidação também ocorre. O uso de gordura trans ou óleo vegetal parcialmente hidrogenado em alimentos processados também gera oxicolesterol.<br />
O novo estudo mediu os efeitos de uma dieta rica em oxicolesterol em camundongos. Nos  animais alimentados com altas  quantidades dessa gordura, o  nível de colesterol no sangue  subiu 22% a mais. Também foram observados maiores depósitos de gordura nas paredes  das artérias.<br />
Para o coordenador do estudo, Zhen-Yu Chen, o mais importante são os efeitos do oxicolesterol na função arterial:  ele reduz a elasticidade das artérias e afeta a capacidade de  transportar mais sangue, o que  aumenta o risco de coágulos.<br />
O cardiologista e nutrólogo  Daniel Magnoni, do HCor  (Hospital do Coração), explica  que o colesterol oxidado é  aquele que mais provoca doenças. &#8220;Tem gente com colesterol  alto, LDL alto e que não tem  doenças. Já outras pessoas têm  LDL normal, mas têm doenças.  Talvez seja em razão dessa oxidação&#8221;, explica.<br />
Não se sabe se as estatinas,  medicamentos mais usados para reduzir o colesterol, reduzem as taxas de oxicolesterol. A  recomendação é investir em  dietas antioxidantes, com frutas, vegetais e cereais integrais.</p>
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		<title>Cientistas anunciam maior avanço contra Alzheimer dos últimos 15 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 14:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[da Efe, em Londres &#8211; Folha Online
Dois grupos de cientistas, um do Reino Unido e outro da França, deram um grande passo nas pesquisas sobre o mal de Alzheimer, ao identificar três novos genes relacionados à doença, o que pode reduzir em até 20% seus índices de incidência.
À frente da equipe de pesquisa sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">da Efe, em Londres &#8211; Folha Online</p>
<p>Dois grupos de cientistas, um do Reino Unido e outro da França, deram um grande passo nas pesquisas sobre o mal de Alzheimer, ao identificar três novos genes relacionados à doença, o que pode reduzir em até 20% seus índices de incidência.</p>
<p>À frente da equipe de pesquisa sobre o tema no Reino Unido, Julie Williams, professora da Universidade de Cardiff, afirmou que se trata &#8220;do maior avanço conseguido na pesquisa sobre Alzheimer nos últimos 15 anos&#8221;. O estudo foi divulgado pela revista &#8220;Nature Genetics&#8221;.</p>
<p>Os pesquisadores asseguraram que se as atividades dos genes descobertos forem neutralizadas, poderiam prevenir, em uma área como a do Reino Unido (com uma população de 61 milhões de pessoas), 100 mil novos casos por ano do variante mais comum do mal de Alzheimer, sofrido em idade mais avançada.</p>
<p>Genes</p>
<p>A identificação destes três genes é a primeira desde 1993, ano no qual uma forma mutante de um gene chamado APOE foi responsabilizada por 25% dos casos diagnosticados da doença.</p>
<p>Dois destes três novos genes, denominados clusterina (ou CLU) e PICALM, foram identificados pela equipe britânica, e o terceiro, denominado receptor complementar 1 (ou CR1), pela equipe francesa.</p>
<p>O gene clusterina é conhecido por sua variada propriedade protetora do cérebro e, da mesma forma que o APOE, ajuda o cérebro a se desfazer dos amilóides, uma proteína potencialmente destrutiva.</p>
<p>A novidade é que, segundo o estudo, estes genes também ajudam a reduzir as inflamações que danificam o cérebro, causadas por uma excessiva resposta do sistema imunológico, função que compartilha com o CR1.</p>
<p>Os cientistas acreditam que a inflamação cerebral pode ter um papel muito mais importante no desenvolvimento do mal de Alzheimer e que poder interagir com estes genes abre as portas para tratamentos novos e mais eficazes.</p>
<p>O mal de Alzheimer, para o qual não há um tratamento eficaz, é uma doença neurodegenerativa que se manifesta através de uma deterioração cognitiva e de transtorno de conduta, devido à morte dos neurônios e de uma atrofia cerebral.</p>
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		<title>Exame detecta endometriose sem cirurgia</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/exame-detecta-endometriose-sem-cirurgia/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 18:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Método criado por pesquisadores australianos e belgas foi testado em 99 mulheres; outros estudos são necessários
Novo procedimento colhe fragmentos do endométrio no exame ginecológico, sem anestesia, e depois analisa a presença de fibras nervosas

FERNANDA BASSETTE E JULLIANE SILVEIRA &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Pesquisadores australianos e belgas desenvolveram um novo procedimento para diagnosticar endometriose precocemente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Método criado por pesquisadores australianos e belgas foi testado em 99 mulheres; outros estudos são necessários</strong></p>
<p><strong>Novo procedimento colhe fragmentos do endométrio no exame ginecológico, sem anestesia, e depois analisa a presença de fibras nervosas</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.gineco.com.br/images/endometriose.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.gineco.com.br/images/endometriose.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">FERNANDA BASSETTE E JULLIANE SILVEIRA &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Pesquisadores australianos e belgas desenvolveram um novo procedimento para diagnosticar endometriose precocemente e de maneira menos invasiva, sem a necessidade de laparoscopia. Para isso, fizeram um estudo randomizado e duplo-cego com 99 mulheres. Os resultados foram publicados anteontem na revista científica &#8220;Human Reproduction&#8221;.<br />
Hoje a cirurgia é considerada a única maneira efetiva de diagnosticar precocemente a doença. A outra opção -o ultrassom- identifica apenas os casos mais avançados. Estima-se que de 30% a 40% das operações não confirmem o diagnóstico, o que mostra que as mulheres estão se submetendo ao procedimento desnecessariamente. Por isso, médicos do mundo todo tentam encontrar uma forma menos invasiva de fazer o diagnóstico.<br />
A nova técnica foi apresentada no congresso internacional de endometriose, na Austrália. Consiste em colher pequenos fragmentos do endométrio (tecido que reveste o útero) durante um exame ginecológico convencional, no consultório, sem a necessidade de anestesia (apenas tomando um analgésico oral). Em seguida, analisa-se o material à procura de fibras nervosas no tecido.<br />
Segundo o professor Moamar Al-Jefout, um dos autores do estudo, é possível fazer o diagnóstico com precisão em praticamente 100% dos casos. Segundo ele, as 64 mulheres que tiveram a doença confirmada pela cirurgia também tiveram o teste positivo para a presença das fibras nervosas.<br />
Além disso, 29 das 35 mulheres que não confirmaram a doença pela cirurgia também não tinham fibras nervosas no tecido. &#8220;A presença das fibras nervosas pode estar envolvida no aparecimento da dor. A gente acredita que elas possam estar envolvidas no fenômeno&#8221;, afirmou Al-Jefout à Folha.<br />
O ginecologista Carlos Alberto Petta, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), afirma que o estudo abre novas perspectivas para que seja possível diagnosticar precocemente a doença.<br />
&#8220;É muito frequente fazermos cirurgias e descobrirmos que a mulher não tinha endometriose. A vantagem dessa nova técnica é que, se comprovada sua eficácia, ela acaba com as cirurgias desnecessárias. A gente conseguiria triar melhor as pacientes&#8221;, afirma Petta.<br />
Para o ginecologista Maurício Abrão, responsável pelo Setor de Endometriose da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas de São Paulo, o procedimento é uma tentativa interessante para o diagnóstico de uma doença que requer um exame invasivo. Ele considera, no entanto, a amostra pequena para que seja possível tornar o método uma rotina. &#8220;Quando se fala de endometriose no Brasil, fala-se de mais de 6 milhões de mulheres. Será que cem casos refletem essa quantidade?&#8221;.<br />
Para a ginecologista Ivete de Ávila, presidente da Comissão de Endometriose da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), o trabalho é inovador, mas tem outro fator que precisa ser levado em conta.<br />
&#8220;É um procedimento simples, mas com custo alto. Não adianta termos um método de coleta simples, mas com uma análise laboratorial que exige um microscópio ultramoderno e reagentes caríssimos&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Ultrassom</strong><br />
A ultrassonografia especializada tem se mostrado uma alternativa menos invasiva para apontar focos de crescimento de tecido fora do endométrio.<br />
De acordo com Abrão, o médico ultrassonografista treinado para identificar a endometriose é capaz de detectar o problema no ovário e a forma mais profunda da doença (que infiltra bexiga, ligamentos, intestino, entre outros órgãos).<br />
O ultrassom também auxilia o médico a prever o que encontrará na cirurgia. &#8220;A vantagem é ir para o procedimento [laparoscopia] com uma informação prévia&#8221;, defende Abrão.<br />
Segundo Petta, no entanto, a desvantagem do ultrassom é que, normalmente, só se consegue visualizar casos avançados. E, quando a endometriose é diagnosticada tardiamente, é mais difícil de tratar, ocorre maior dificuldade para engravidar e há risco de ser necessária a retirada do útero.<br />
<strong><br />
Doença frequente</strong><br />
A endometriose é uma doença ginecológica crônica, em que parte do endométrio se estabelece fora do útero, provocando cólicas intensas, dor durante a relação sexual e infertilidade. A doença atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade fértil.<br />
O tratamento da endometriose é cirúrgico (para retirada dos nódulos e cistos). Não há cura, apenas controle clínico, com medicamentos para diminuir a dor. A doença pode voltar a se manifestar.</p>
<p><strong><font size="+1" color="#000080"><font size="5">DOENÇA  DEMORA ATÉ 12  ANOS PARA SER  DESCOBERTA</font><br />
</font></strong><br />
Segundo o professor  Carlos Alberto Petta,  os primeiros sintomas  da endometriose  costumam aparecer  na adolescência e,  nesses casos, a mulher  chega a demorar até  12 anos para receber o  diagnóstico correto e  definitivo da doença;  em média, a demora é  de até sete anos.</p>
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