27/04/2009 - 10:51h Traduzir as palavras em atos: aumentar o poder de voto do Brasil e dos Brics no FMI é adequar a instituição a nova realidade
”Influência do Brasil é maior que seu poder de voto”

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI
Patrícia Campos Mello, WASHIGNTON – O Estado SP
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou ontem que a influência do Brasil no Fundo já aumentou muito, independentemente da reforma da estrutura de votos na instituição. “Na última reforma de cotas, os votos do Brasil passaram de 1,4% para 1,8%, o que não muda muita coisa”, disse. “Mas o Brasil está se tornando um dos países mais importantes da economia mundial. A importância do que o Brasil diz na cena internacional e o papel desempenhado pelo presidente Lula são mais relevantes do que os votos que o País tem no Fundo”, afirmou ele em entrevista de encerramento da reunião.
Strauss-Kahn reforçou que a reforma nas cotas é importante, pois é necessário que o Fundo reflita a nova realidade econômica mundial. “Mas China, Brasil e Índia não estão esperando nova mudança nas cotas para serem ouvidos pelo conselho do Fundo e do Banco Mundial.”
O comitê de desenvolvimento determinou que uma nova mudança na estrutura de votos da instituição será concluída até janeiro de 2011. Em abril de 2008, foi concluída uma reforma nas cotas, o Brasil passou de 1,4% dos votos para 1,8%.
A mudança ainda não foi aplicada porque depende de aprovação legislativa de alguns países. Mas o Fundo precisa ser recapitalizado e os países emergentes argumentam que a mudança foi insignificante, então haverá uma segunda reforma nas cotas até janeiro de 2011.
A crise financeira foi classificada como “um desastre humano e de desenvolvimento” no comunicado divulgado ao fim da reunião do comitê de desenvolvimento do Fundo. Strauss Kahn, Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, e Agustín Carstens, presidente do comitê, exortaram os países a liberar rapidamente os recursos prometidos para o Fundo.
Os líderes do G-20 decidiram, em Londres, no dia 2, elevar de US$ 250 bilhões para US$ 750 bilhões o total disponível para empréstimos. Mas, até agora, poucos países deram dinheiro para o Fundo, entre eles o Japão, que liberou US$ 100 bilhões. O Congresso dos EUA está adiando a liberação de US$ 100 bilhões. O Brasil apresentou exigências para dar os recursos prometidos. “Exortamos a todos os doadores que acelerem a liberação dos recursos e aumentem o montante que se dispõem a dar para o Fundo”, disse o comunicado.







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