28/07/2009 - 12:51h A falta que faz o “Sacro Colégio”

Colunista

Raymundo Costa – VALOR

A uma semana do fim do recesso, a crise do Senado continua tão ou mais grave do que antes. E o que é pior: não há ninguém à mão com autoridade política para negociar uma saída institucional satisfatória. Para o Senado e para a opinião pública. Enfraquecido, o atual Congresso está sob suspeição para tratar de assuntos que vão afetar as próximas gerações de brasileiros. A regulamentação da exploração das reservas do pré-sal, para citar apenas um exemplo.

A crise do Senado já seria ruim em si mesma, se não houvesse suspeita pior: a de que ela também está sendo manipulada por setores do Executivo e do PT para minar a candidatura da ministra Dilma Roussseff (Casa Civil) a presidente da República. Independente do mérito das denúncias contra o senador José Sarney, é fato que misturaram-se a crise do Senado e a sucessão presidencial de 2010.

É essa urdidura que explica que no Senado oposição – na guerra para reconquistar o poder perdido em 2002 – e governistas, esquerda e direita históricos, estejam taticamente do mesmo lado. Não é à toa que a oposição cobra a demissão de Tarso Genro, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, do ministério que manda na Polícia Federal (Justiça).

As acusações contra Sarney ocorrem na sequência do escândalo em que envolveu o presidente anterior, Renan Calheiros, enredado numa trama de best-seller com sexo e dinheiro, política e poder. Renan, por seu turno, entrou em cartaz depois dos “Aloprados”, pastelão que nem de perto alcançou o sucesso e a bilheteria do “Mensalão”.

Estar no Congresso hoje virou demérito. Veja-se a frase do senador Tasso Jereissati à revista Época, edição que está nas bancas: “Às vezes, eu sinto vergonha de ser senador”. O senador José Sarney sem dúvida “se apequenou”, como afirma Tasso à revista. Era ele quem sempre mencionava o “Sacro Colégio de Cardeais”, um grupo de parlamentares de vários partidos que, por sua experiência e responsabilidade, como contou em livro o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, teria uma visão institucional – na hora das crises, era a eles que se devia apelar. O “Sacro Colégio” não há mais.

Era gente como Paulo Brossard, Roberto Campos, Tancredo Neves, Jarbas Passarinho, Delfim Netto (quando o tremor de terra era na economia), o próprio Sarney e – indo um pouco mais atrás – Afonso Arinos, para citar apenas alguns nomes.

No Congresso todo podia-se contar uns 50 parlamentares com essa visão institucional acima dos partidos e sectarismos políticos. Sem saudosismos: o radicalismo, o jogo da sobrevivência eleitoral e o patrimonialismo são hoje a regra e contaminam as relações do atual Congresso.

O dr. Ulysses, como era chamado o deputado Ulysses Guimarães, presidente do ex-MDB e do PMDB, um dos cardeais mais influentes do “Sacro Colégio” na ditadura e na redemocratização, costumava dizer que uma Legislatura era sempre melhor que a anterior e pior que a próxima (ele falava ‘Congresso’). Muito bom como frase de efeito, provavelmente um exagero, mas desconcertantemente atual, quando se vê o Senado emparedado com as denúncias contra Sarney.

Os cardeais que pontificam a atual crise parecem mais preocupados com os holofotes da TV Senado, quando não estão eles próprios devendo explicação a seus eleitores sobre a extensão do envolvimento de cada um na crise.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ex-candidato a presidente da República, nome acima de suspeitas e educador respeitado, já conseguiu armar uma confusão que levou a uma discussão sobre o fechamento do Senado – tese, aliás, da corrente no PT do ministro que chefia a PF. Mas Cristovam Buarque também estava na lista dos favores de Agaciel Maia, o ex-todo-poderoso diretor do Senado.

O mesmo aconteceu com Artur Virgílio (AM), o líder do PSDB e o “ético” Pedro Simon (RS). Jereissati, que fez um governo premiado no Ceará, anda, também jogado na roda de moer da crise, anda enfurecido, quando poderia ser uma voz de equilíbrio.

O líder do Democratas (DEM), José Agripino, ficou repetitivo. E Eduardo Suplicy (PT-SP)? Tem razão Lula, o grande sustentáculo do presidente José Sarney: como é que ele ficou mais de 18 anos no Senado – está no 3º mandado – e não viu nada?

O comportamento errático da bancada do PT no Senado confunde mais do que explica a situação dos partidos na crise. Tendo o senador Aloizio Mercadante (SP) à frente, petistas querem o afastamento de Sarney do cargo. Nisso, estão juntinhos com o Democratas e PSDB, seus adversários na disputa de 2010. O DEM votou declaradamente em Sarney para presidente do Senado; o PSDB, contra. Assim como o PT.

Nem todos os senadores do PT defendem essa posição. Mas, pelo menos até agora, todos foram obrigados a engolir o apoio irrestrito que o presidente Lula deu a José Sarney, aliado de primeira hora de seu governo.

O apoio de Lula a Sarney é registrado nos partidos como resultado de um acordo para o apoio formal do PMDB a Dilma Rousseff nas eleições de 2010. Daí a ofensiva da oposição contra o presidente do Senado, na esperança de dividir os pemedebistas e eles fiquem sem candidato na sucessão presidencial do próximo ano.

Os ataques do PT a Sarney têm o mesmo efeito: enfraquecem a ala mais dilmista do partido (a bancada dos senadores) e também contribuem para que os pemedebistas cheguem rachados à eleição.

Sem porta de emergência, os senadores assistem passivos o esgarçamento das instituições: o Executivo é um poder de um escaninho só, apenas Lula fala; o Congresso está de joelhos, com o presidente do Senado pendurado na corda bamba do que Lula diz, e o Judiciário, quando extrapola sua função para além de interpretar a Constituição.

Raymundo Costa é repórter especial de Política, em Brasília. Escreve às terças-feiras

E-mail raymundo.costa@valor.com.br

05/10/2008 - 12:17h Trajetórias

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Folha e “imprensa marrom”: trajetórias convergentes

 

A Folha de hoje, dia da eleição, traz a “trajetória” dos candidatos à prefeitura de São Paulo. A dupla página contém iconografia ilustrando o resumo da trajetória dos mesmos.

A Folha inicia a ilustração da trajetória da Marta com uma foto de seu primeiro casamento com Eduardo Suplicy e conclui com uma foto de nosso casamento, em 2003.

Tanto Kassab, como Alckmin, comportam inicialmente fotos quando crianças e concluem, a de Kassab junto com Serra após ganhar a prefeitura em 2004, e a de Alckmin no velório de Mário Covas.

Vale uma pergunta: Trata-se só de uma manifestação de sexismo, considerar que a trajetória de uma mulher começa e conclui no seu casamento?

Não só. Marta ficou conhecida como feminista, defensora dos direitos das mulheres e da igualdade. Ícone dos precursores da libertação das mulheres da hipocrisia “moral”, foi e é defensora dos direitos das minorías. Deputada federal, autora da lei que garante 30% de vagas para as mulheres nas candidaturas nas listas eleitorais; foi candidata a governadora, prefeita da maior cidade de América Latina e Ministra de Turismo. Hoje é candidata e líder em todas as pesquisas eleitorais.

Na legenda que ilustra a foto de nosso casamento, a Folha escreve: “Casa-se com Luis Favre, tendo Lula e Marisa Letícia como padrinhos. Em seu livro, Marta relata o que disse para a mãe em 2001: ‘Estou apaixonada e pensando em me separar’. Seu casamento de 36 anos com Suplicy terminara em 2002.”

O texto comporta um “erro”. “Erro” escolhido para alimentar a cloaca que a Folha incentiva contra Marta. A conversa de Marta com sua mãe precedeu de poucos dias o anuncio público do fim do casamento com Eduardo, publicado na Folha no final de abril de 2001.

Tem uma diferença entre a Folha e a chamada “imprensa marrom”, como por exemplo os tablóides ingleses. A “imprensa marrom” inglesa não insinua, mas proclama abertamente a sua utilização caricatural e escandalosa da vida privada das personalidades públicas. Ela é independente e age inescupulosamente, incitando as piores baixezas escondidas na alma da “massa”, sem partidarismos. Ela é nojenta contra todos, sem discriminação.

A Folha ganharia se incorporasse também esse lado da imprensa marrom. A Folha ficaria mais isenta.

Luis Favre

20/09/2008 - 17:18h Marta e Lula na Zona Norte

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Fotos Cesar Ogata e José Luis da Conceição

30/08/2008 - 17:28h Lula: “Eu tenho lado, e meu lado é Marta”

Lula critica uso de sua imagem por candidatos da oposição

Em comício de Marta Suplicy, presidente afirma que candidata petista à Prefeitura é ’seu lado em São Paulo’

Alexandre Inácio, da Agência Estado e Andréia Sadi, do estadao.com.br

 


Marta e Lula durante comício em São Miguel
José Luís Conceição/AE

Marta e Lula durante comício em São Miguel

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou neste sábado, 30, durante comício que marcou sua primeira participação na campanha da candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, em São Miguel Paulista, na zona leste da capital, a utilização de sua imagem por candidatos de partidos de oposição. “Como presidente, eu não tenho que apoiar ninguém, mas numa campanha política só tenho um lado, que é o lado da Marta aqui em São Paulo”, declarou. Antes do comício, Lula participou de carreata em carro aberto por cerca de dois quilômetros das ruas do bairro, acompanhado da candidata petista, dos senadores Eduardo Suplicy e Aloísio Mercadante, ambos do PT-SP, dos deputados federais Luíza Erundina (PSB-SP), Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT).Veja também:

linkLula participa de campanha ao lado de Marta Suplicy em SP

linkLula e Marta são ovacionados em carreata na zona leste de SP

linkAlckmin cai, Kassab sobe e reduz diferença para tucano

linkConfira o perfil dos candidatos à Prefeitura de São Paulo especial

Ao discursar para cerca de quatro mil pessoas, segundo a Polícia Militar, Lula ressaltou a força da mulher e disse que Marta foi vítima de preconceito quando prefeita de São Paulo, assim como Erundina quando esteve à frente da Prefeitura da capital. Segundo o Presidente, os quatro anos em que Marta ficou fora da Prefeitura foram importantes para a candidata ganhar sobriedade para o próximo mandato.

Lula confirmou a “parceria” com o governo federal que a candidata petista vem destacando em sua campanha, dizendo que vai haver maior afinidade entre a Presidência da República e a cidade de São Paulo se Marta Suplicy for eleita. Lula disse ainda que espera que o programa Farmácia Popular – que vende remédios mais baratos para a população de baixa renda – seja levado para todos os bairros da cidade. No comício, o presidente anunciou que irá assinar decreto na próxima semana estabelecendo a realização de exames oftalmológicos, dentários e de clínica geral em crianças nas escolas públicas de todo o País.

No comício, Marta ressaltou a importância dos CÉUs e lembrou que o primeiro inaugurado em seu mandato como prefeita foi na zona leste e teve presença de Lula. Além disso, Marta destacou que foi o governo de Lula que incluiu 51% da população na classe média. A candidata também fez críticas ao sistema de transportes da capital e disse que terá a parceria do presidente Lula para ampliar o metrô e estender a malha da zona leste.

24/07/2008 - 12:50h Supla e João Suplicy misturam rock e MPB no Brothers of Brazil, que tem temporada no Mistura Fina

Irmãos de sangue e de música

Publicada em 24/07/2008

Christina Fuscaldo – O Globo

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Supla e João Suplicy são os Brothers of Brazil

RIO – Pai de família tranqüilão, João Suplicy atende o telefone de seu apartamento no Rio, disponibilizando o tempo que for necessário para bater um papo sobre o Brothers of Brazil. Solteirão do rock, Supla pega o celular, não ouve quase nada do que a repórter diz, mas decide continuar a entrevista assim mesmo. Isso porque ele está em estúdio, em São Paulo, e tem poucos minutos de intervalo. Mas falar sobre o projeto, que iniciou junto ao irmão mais novo há oito meses e que terá temporada no Mistura Fina a partir desta quinta-feira, faz com que o primogênito da família Suplicy perca a noção da hora. E também da lista de lugares por onde o dueto já passou:

Veja o Brothers of Brazil no Rock in Rio Lisboa

- Fizemos o primeiro show no Made in Brazil, que fica ao lado do pub mais punk de Camden Town (Londres), um que Amy Winehouse freqüenta. Depois, tocamos no Guanabara, no Buffalo, que é onde bandas que já estão no circuito se apresentam. Todos os dias foram bem cheios. Também fomos a Bruxelas, Paris, Los Angeles, Santa Mônica, Nova York. Fizemos show no Rock in Rio Lisboa… Vamos agora ao Rio, depois tem Bahia, Curitiba, Porto Alegre…

Ouça ‘Brothers of Brazil’

Ouça ‘Vanity funk’

Ouça ‘My samba’

Ouça ‘Stay tranqüilo’

Era para ser só um encontro informal entre Supla e João, que estavam fazendo shows pela Europa na mesma época. Mas a parceria inusitada entre o punk rocker e o apaixonado por música brasileira acabou consolidada no momento em que Bernard Rhodes, ex-empresário do The Clash, batizou a dupla de “Brothers of Brazil”. Aí, não tinha mais como voltar atrás: Supla voltou a tocar bateria e dar atenção à MPB e João resgatou o roqueiro que tinha dentro de si com seu violão em punho.

- Eu sempre gostei de rock, a coisa que mais ouvi foi Beatles. Mas depois enveredei para o samba e para a bossa nova. Meu irmão também curte MPB, mas a bateria dele é mais pesada. Foi o primeiro instrumento dele – comenta João. – Musicalmente, a gente buscou um ponto em comum, coisa que parecia difícil, porque um não tem nada a ver com o outro: eu faço MPB e Supla é todo punk. Acho que não seria possível se não fôssemos irmãos. As vozes timbram bem juntas, por sermos irmãos. E temos liberdade de falar “isso aí não dá”. Acabamos encontrando mais afinidades compondo em inglês.

Esta é a primeira vez que João (34 anos, marido da apresentadora do “Casseta & Planeta” Maria Paula e pai de Maria Luiza e Felipe) faz parceria com Supla (42 anos, namorado de Brijitte West, vocalista da banda de punk rock New York Loose). Antes, os dois só tinham trabalhado juntos no disco “Bossa furiosa”, que o segundo lançou em 2003. Mas o caçula apenas emprestou seu violão ao disco do irmão.

Tenho personalidade forte, mas a gente sempre deixa prevalecer o bom senso, sem ego, porque ego destrói tudo


- João participou em oito músicas. Gravei metade do disco no estúdio em que o Beastie Boys gravava, em Nova York, e depois coloquei só eu e ele nessas outras faixas. Todo mundo gostou da parte dele, só que eram minhas músicas. No Brothers of Brazil, a gente realmente está compondo juntos. Não é aquela coisa de ele dizer: “Edu”, que é como ele me chama, “vem cantar na minha música?” Fazemos melodias juntos. Cada um é bom em um negócio e a gente vai misturando – diz Supla.

O repertório do show, que fica em cartaz até 7 de agosto no Mistura, vai de Dorival Caymmi a Ramones, passando por parcerias dos irmãos, entre elas “Brothers of Brazil”, que inicia e encerra o show, “Samba around the clock”, “I love the french”, “Stay tranqüilo” e “My ballon”. Estão no roteiro também brigas ensaiadas e/ou espontâneas, porque, afinal, João Suplicy e Supla são irmãos. “Mulher americana” já é um dos pivôs.

- Fizemos essa para a namorada do meu irmão, porque ele estava com saudades – entrega João. – A gente tem bastante atrito, sim. Mas já incorporamos ao show, porque deixamos rolar naturalmente. E, no palco, somos só nós dois, vozes, violão e bateria.

- Meu irmão quer tocar essa droga e nem ensaiamos ainda – replica Supla. – Tenho personalidade forte, mas a gente sempre deixa prevalecer o bom senso, sem ego, porque ego destrói tudo. Com a gente, é briga de amor. Falei de fazermos uma música chamada “I hate Beatles” e primeiro João falou: “Que é isso? Pára.” Mas depois ele adorou.

O sucesso a jato do Brothers of Brazil fez com que João e Supla fossem convidados para apresentar um programa na Rede TV. “Brothers” estréia em agosto, com direção de Fabio Embu (o Homem Berinjela do “Pânico”).

- O “Brothers” vai ser diário. Às segundas, terças e quartas, vamos ao ar ao vivo. Nas quintas e sextas, o programa será gravado. Não posso falar muita coisa ainda, só que será um espaço para variedades e que estou encarando como um desafio – declara João.

Brothers of Brazil: Qui (24 e 31 de julho e 7 de agosto), às 21h, no Mistura Fina (Rua Rainha Elizabeth 769, Arpoador – RJ – tel.: 2523-1705). R$ 30.

10/05/2008 - 14:36h Serra, Kassab e Maluf inauguram ponte da Marta. Ela não foi convidada

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Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira

A ponte estaiada foi inaugurada hoje. Planejada, projetada, licitada e iniciada pela prefeita Marta Suplicy a ponte foi atacada duramente pelos tucanos que hoje a inauguraram. Presente na cerimônia o senador Eduardo Suplicy estranhou que nenhuma menção fosse feita a atual Ministra do Turismo.

A indignação do senador é mais justificada ainda que a ponte, acusada de obra cara, por incompetência da atual administração custou aos cofres públicos o dobro. Prevista para ser concluída há três anos a obra foi paralisada pelos demos-tucanos e usada para fazer campanha de politicagem contra a administração petista.

Nenhuma palavra sobre estes fatos, nem sobre as graves denuncias sobre o uso do CEPAC, filtraram na Folha de São Paulo de hoje. A maioria destes dados estão fartamente mostrados no jornal O Estado de São Paulo, também de hoje e reproduzidos neste blog. Como já existe o precedente de terem sonegado a foto do palanque de Serra, Kassab e Quercia; a foto de Serra, Kassab e Maluf provavelmente também sumirá da mídia quando falará do show de hoje.

Mesmo assim e apesar deles, São Paulo ganhou um novo cartão postal. O esforço e a determinação de Marta Suplicy permitiram que está obra seja realizada. São Paulo esta de parabéns. LF