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	<title>Blog do Favre &#187; educação SP</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 14:21:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Livros e apostilas fomentam disputa PT x PSDB</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[apostilas]]></category>
		<category><![CDATA[educação SP]]></category>
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		<category><![CDATA[MEC. Secretária estadual de educação SP]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo: Estado tem o maior percentual de escolas que se recusam a receber material didático do MEC
Caio Junqueira, de São Paulo &#8211; VALOR



Sergio Zacchi / Valor





Paulo Renato: &#8220;Vejo preconceito. Se as apostilas fossem de má qualidade 95% das escolas privadas não as usariam&#8221;




A crescente participação dos grupos privados nas redes municipais de ensino do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo: Estado tem o maior percentual de escolas que se recusam a receber material didático do MEC</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Caio Junqueira, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<table border="0" width="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Sergio Zacchi / Valor</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002385/imagens/foto_16pol-paulo-a14.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="font-style: italic; font-weight: bold;">Paulo Renato: &#8220;Vejo preconceito. Se as apostilas fossem de má qualidade 95% das escolas privadas não as usariam&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">
<p align="justify">A crescente participação dos grupos privados nas redes municipais de ensino do Estado de São Paulo colocou em rota de colisão, as políticas educacionais dos dois principais partidos para a sucessão presidencial, PT e PSDB.</p>
<p align="justify">Enquanto o Ministério da Educação amplia, ano a ano, a distribuição gratuita de livros didáticos para todos os alunos da rede pública nacional, proliferam nas prefeituras paulistas os sistemas particulares e suas apostilas, em comunhão com as diretrizes da Secretaria Estadual de Educação.</p>
<p align="justify">Hoje mais de um terço dos alunos das cidades paulistas usam apostilas privadas e tem toda a condução e assessoramento de sua política pedagógica coordenada pelos maiores grupos de educação do país, como COC, Anglo, Objetivo e Positivo.</p>
<div>
<table border="0" width="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Antônio Cruz / ABr &#8211; 25/3/2008</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002385/imagens/foto_16pol-pilar-a16.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="font-style: italic; font-weight: bold;">Maria do Pilar: &#8220;Os professores precisam de autonomia. Não queremos o sistema rígido e reducionista das apostilas&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p align="justify">Trata-se do Estado com o maior índice (7%) de escolas que se recusam a receber, gratuitamente, os livros fornecidos pelo MEC. Depois, vêm Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Paraná, com 1%. Nos demais, a recusa não chega a um dígito.</p>
<p align="justify">Na prática, isso significa que os prefeitos paulistas têm cada vez mais abdicado dos livros didáticos e optado por comprar um pacote em que se incluem apostilas, programação de aulas, avaliações externas e internas, treinamento de professores e funcionários e capacitação tecnológica. O preço varia entre R$ 150 e R$ 300 por aluno, contra cerca de R$ 18 que o MEC, em média, gasta com o programa de distribuição de livros per capita.</p>
<p align="justify">Há ganhos incalculáveis em visibilidade eleitoral, já que as apostilas privadas dão a seus alunos a oportunidade de estudar com o mesmo sistema de ensino que seus pais não poderiam arcar na rede privada. Ainda que isso deflagre inquéritos do Ministério Público apontando irregularidades nas transações ou condenações do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que se viu obrigado a baixar uma norma há dois anos obrigando os municípios a fazerem licitações para a escolha dos grupos.</p>
<p align="justify">A participação dos grupos de ensino nas campanhas municipais também cresceu consideravelmente. Em 2004, não há registros significativos de doações. Em 2008, elas somam R$ 185 mil, pouco se comparado a outros setores da economia, mas muito se comparado às eleições anteriores.</p>
<div>
<table border="0" width="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002385/imagens/arte16pol-educa-a14.gif" border="0" alt="Foto Destaque" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="font-style: italic; font-weight: bold;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p align="justify">Apesar de os governos federal e paulista não terem autonomia para interferir diretamente nas escolhas dos governos municipais, ambos têm visões diametralmente opostas do assunto e travam uma guerra silenciosa sobre o tema. O PSDB vê a &#8220;apostilização&#8221; com bons olhos. &#8220;Em geral há um preconceito quando se fala da questão da apostila, como se fosse algo de menor qualidade. Se fosse assim 95% das escolas privadas não as usariam. Elas trazem uma sistematização das disciplinas ao longo do ano, com encadeamento de conteúdo, treinamento de professores e acompanhamento da evolução&#8221;, afirma o secretário de Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato Souza (PSDB), que considera &#8220;defectivo&#8221; usar o termo &#8220;apostila&#8221;. &#8220;São sistemas de ensino&#8221;, justifica.</p>
<p align="justify">A defesa dos &#8220;sistemas&#8221; que Paulo Renato faz se relaciona com a política pedagógica prioritária do PSDB: uniformização curricular da rede permitindo que todas as escolas sejam avaliadas de maneira mais equânime, de modo a facilitar a aplicação de sua política de localizar deficiências e premiar os educadores cujos alunos se saiam melhor nos exames estaduais.</p>
<p align="justify">Tanto é assim que a ex-secretária de Educação Maria Helena Guimarães de Castro, do mesmo grupo político-pedagógico de Paulo Renato, iniciou em sua gestão a confecção de apostilas para a rede estadual de ensino, que são distribuídas gratuitamente ao aluno e ao professor em complemento aos livros didáticos do MEC. A partir de 2010, o material será oferecido também à rede municipal de ensino. Foi este material que, em março deste ano, acrescentou mais um Paraguai e excluiu o Equador do mapa da América.</p>
<p align="justify">O PT é contra. Argumenta que as apostilas limitam a autonomia intelectual e pedagógica do professor, que vê seu universo de atuação circunscrito a uma imposição diária que define o conteúdo a ser dado em cada aula, sem que isso tenha sido previamente discutido entre os educadores de cada cidade. Avalia ainda que o processo de escolha dos livros didáticos é mais democrático, pois cada professor escolhe os seus mediante lista prévia do MEC.</p>
<p align="justify">&#8220;Os professores não precisam de muletas para dar aulas. Eles precisam de autonomia, não de tutela de terceiros. Não queremos um sistema rígido e reducionista como as apostilas&#8221;, afirma a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar, ex-secretária de Educação de Belo Horizonte na gestão Fernando Pimentel (PT).</p>
<p align="justify">Para ela, aumentar cada vez mais a oferta de livros didáticos e programas de formação de professores é a melhor resposta que o ministério dá a onda da &#8220;apostilização&#8221;. &#8220;Temos a certeza de que quanto melhor prepararmos o professor, menos ele irá aceitar a imposição das apostilas por quem quer que seja&#8221;, diz. O ministro Fernando Haddad não quis falar ao Valor sobre o assunto.</p>
<p align="justify">O problema é que não há conclusões assertivas sobre os efeitos dos sistemas apostilados na rede pública. Muitos professores no Estado reclamam, tanto das apostilas privadas quanto das do Estado. A principal pesquisa existente foi apresentada pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo. A conclusão foi de que os municípios que adotaram as apostilas privadas melhoraram suas notas (veja quadro nesta página), embora isso não possa ser atribuído com segurança à adoção desses métodos.</p>
<p align="justify">&#8220;Não é possível relacionar as melhores notas obtidas pelo alunos cujos municípios contrataram esses serviços com os serviços em si e nem afirmar que se todos adotarem, todos irão melhorar. Vimos que os municípios que passaram a adotar as apostilas já vinham aumentando suas notas comparados aos que não adotaram. Então pode ser que um conjunto de medidas melhorem o desempenho, como o engajamento das autoridades e dos educadores municipais tendo como foco o aprendizado do aluno. Assim, a adoção de apostilas pode ser mais uma de uma série de medidas implementadas&#8221;, afirma o coordenador da pesquisa da FGV, André Portela.</p>
<p align="justify">O estudo também mostrou que esses municípios têm perfil semelhante: são pequenos, com população na faixa de 24 mil habitantes e gastam cerca de 10% a mais com educação. Também afirmou &#8220;que em termos relativos ao total de prefeituras de um dado partido, PP, PSDB e PMDB são os com maior proporção de conveniados&#8221;.</p>
<p align="justify">Uma outra pesquisa está em andamento. Coordenado por Thereza Adrião, professora doutora da Faculdade de Educação da Unicamp, o relatório com 365 páginas apresentado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) avalia iniciativas de parcerias com o setor privado na rede de ensino público paulista.</p>
<p align="justify">Com uma visão crítica dessas parcerias, a professora destaca quatro pontos prejudiciais à &#8220;apostilização&#8221;: falta de controle social ou técnico, fragilidade conceitual e pedagógica dos materiais e serviços comprados pelos municípios, duplo pagamento pelo mesmo serviço &#8211; já que o MEC fornece materiais gratuitos, vinculação do direito à qualidade de ensino submetida à lógica do lucro &#8211; e padronização de conteúdos e currículos escolares como parâmetro de qualidade.</p>
<p align="justify">Durante a pesquisa, um outro componente foi destacado: o viés político das aquisições. &#8220;O que percebemos é que isso vem sendo utilizado como moeda eleitoral. O que ocorre quando a oposição vence a eleição? Muda-se o material, muda-se a empresa e a possibilidade de constituição de uma política educacional afeita às necessidades do município é, em realidade, negada&#8221;, afirmou Thereza em e-mail ao Valor.</p>
<p align="justify">No relatório, escreveu: &#8220;Na falta de efetivas diferenças político-partidárias locais (nos pequenos municípios), são as medidas governamentais com certa visibilidade que se convertem em diferenciais nas disputas eleitorais: a aquisição do sistema de apostilas de hoje concorre com a construção da praça ou do coreto de outrora.&#8221;</p>
<p align="justify">Foi o que ocorreu, por exemplo, em Taquaritinga (a 330 km de São Paulo). Em 2004, ano eleitoral, o prefeito Milton de Paula (PR) contratou o Sistema de Ensino Expoente para fornecer material didático e assessoria pedagógica ao município. Vitoriosa nas urnas, a oposição fez uma pesquisa na rede em que 90% dos professores optaram pela volta dos livros didáticos. O contrato com a Expoente foi desfeito.</p>
<p align="justify">Responsável por julgar as contas paulistas, o TCE notou que aumentava a cada ano o número de prefeitos que contratavam empresas de educação sem a realização de licitação prévia. Resolveu, então, exigir concorrência pública nesses casos.</p>
<p align="justify">O Ministério Público Estadual teve semelhante percepção e começou a investigar. Em 2007, o Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado (Gaerco) deflagrou uma operação para apurar possíveis irregularidades na compra de apostilas da editora Múltipla em diversos municípios do interior paulista. Em gravação obtida pelos promotores, o dono da editora, Paulo Cesar Froio, afirma que, ao final do contrato celebrado com as prefeituras, 3% do total vão para o intermediário e outros 10% para o partido do prefeito.</p>
<p align="justify">Alguns municípios, como Limeira e Vinhedo, instauraram CPIs nas Câmaras Municipais, que acabaram arquivadas. À comissão de Limeira, Froio negou o esquema, disse que sabia que havia sido filmado e que, por isso, até piscou para a câmera.</p>
<p align="justify">Os maiores problemas ocorreram em Taubaté (a 123 km de São Paulo), onde o Ministério Público Federal trava uma batalha jurídica com o prefeito reeleito Roberto Peixoto (PMDB) para que sejam devolvidos aos cofres públicos R$ 33,4 milhões (cerca de 10% do orçamento) referentes a gastos com contratação do sistema de ensino Expoente entre 2006 e 2008. Em julho deste ano, o MPF entrou com uma ação de improbidade administrativa. Para o órgão, houve superfaturamento.</p>
<p align="justify">No ano passado, durante a campanha eleitoral, o MP representou o prefeito na Justiça Eleitoral em razão da confecção, pela Expoente, de 70 mil apostilas sobre a história da cidade que continham sua foto rodeado por crianças. O custo foi de R$ 1,57 milhão, sem concorrência.</p>
<p align="justify">A gráfica da Expoente rodou também 47 mil exemplares de um informativo que destacava investimentos da administração de Peixoto na educação. Neles, vinha escrito: &#8220;Cortesia do Sistema Expoente de Ensino&#8221;.</p>
<p align="justify">Neste ano, após Peixoto vencer a eleição com uma diferença de 2.109 votos (1,4% do total), o contrato com a Expoente foi renovado por R$ 10 milhões, de novo sem licitação. O MP, porém, conseguiu que a Justiça o suspendesse liminarmente.</p>
<p align="justify">Em nota ao Valor, o Expoente afirmou que não foi o responsável por rodar as apostilas com a história da cidade e que o contrato com o município não foi superfaturado. Afirmou ainda que as escolas de Taubaté com seu material apresentaram notas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) superiores à média nacional.</p>
<p align="justify">São justamente as notas no Ideb que os grupos costumam oferecer ao prefeito como melhor contrapartida de seus serviços. Além disso, outro atrativo é o auxílio gerencial. Para Guilherme Faiguenboim, diretor geral do sistema Anglo de ensino e presidente da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino (Abrase), os livros didáticos fornecidos pelo MEC são bons, mas não resolvem o principal problema dos prefeitos no setor educacional: a gestão educacional.</p>
<p align="justify">&#8220;Chegar e distribuir livro de graça não resolve o problema. Vai ver se os professores estão usando. Não tem currículo, programação, planejamento. E isso tudo nós temos e fornecemos. Uma filosofia unificada de todas as matérias, linguagem comum, de forma organizada. O problema da rede pública é de gestão e os sistemas de ensino apresentam soluções de gestão escolar&#8221;, afirma.</p>
<p align="justify">Ele diz também que o dispêndio de recursos com os sistemas privados acabam tendo retorno com a melhoria dos indicadores educacionais e, consequentemente, do IDH. Isso, segundo ele, torna a cidade atrativa para investimentos e para obter repasse de recursos financeiros. Questionado se há mesmo melhoras nos indicadores, ele diz que &#8220;não é uma panacéia que faz milagres, mas permite que o professor se organize para dar aula e que os alunos e pais fiquem motivados com a escola pública&#8221;.</p>
<p align="justify">Faiguenboim rebate as críticas. &#8220;O ensino hoje passou a ser dominado por quem tem visão ideológica, e não, pedagógica. Qualquer coisa que se fale de participação de escola particular já acham um absurdo . É a ideologia interferindo no ensino. Isso é muito fácil na hora de escrever tese mas ensinar a criança a ler e a escrever é diferente.&#8221; A Associação Brasileira dos Editores de Livros (Abrelivros) retornou os pedidos de entrevistas. Segundo alguns editores, o motivo é que, de olho no novo nicho de mercado, empresas que antes editavam livros didáticos tem começado a investir em apostilas, como a Ática/Scipone, Uno, FTD e Moderna.</p>
<p align="justify">O MEC tem resistido ao pedido dos grupos de ensino para que suas apostilas sejam avaliadas. O que se configura como outro fator de discordância entre Brasília e São Paulo. &#8220;O MEC vai precisar encarar essa realidade. Não pode ficar com essa visão de que todos os sistemas são fracos. Isso na verdade é mais uma razão para eles fazerem a avaliação&#8221; , afirma Paulo Renato. Reservadamente, os técnicos do ministério dizem não estar em seus planos fazer do Plano Nacional do Livro Didático um &#8220;Plano Nacional das Apostilas&#8221;.</p>
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		</item>
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		<title>Educação não  é valorizada</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/educacao-nao-e-valorizada/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 09:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Favre, encaminhamos carta assinada pela presidenta do Sindicato dos Professores comentando entrevista do secretário da Educação de SP na Revista Veja, na qual ele afirma que os sindicatos são um entrave para o bom ensino.
Estamos solicitando encarecidamente publicação na mídia alternativa, já que, dificilmente a Revista a publicará.
Sds
Rosana Inácio
Secretaria de Comunicações
APEOESP – (11) 3350.6024


A entrevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Favre, encaminhamos carta assinada pela presidenta do Sindicato dos Professores comentando entrevista do secretário da Educação de SP na Revista Veja, na qual ele afirma que <strong>os sindicatos são um entrave para o bom ensino</strong>.<br />
Estamos solicitando encarecidamente publicação na mídia alternativa, já que, dificilmente a Revista a publicará.<br />
Sds</em></p>
<p><em>Rosana Inácio<br />
Secretaria de Comunicações<br />
APEOESP – (11) 3350.6024</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>A entrevista do secretário Paulo Renato apenas confirma que o governo do PSDB no estado de São Paulo está mais preocupado em fomentar a “competitividade”  entre os professores e aplicar receitas empresariais ao sistema público de ensino do que em melhorar a qualidade de ensino para todos os estudantes das escolas estaduais.</p>
<p>O secretário culpa os sindicatos de professores pela queda na qualidade de ensino, como forma de fugir de suas próprias responsabilidades. Ele já foi secretário de Educação no governo Franco Montoro e ministro da Educação por longos oito anos, no governo FHC. Seu viés é sempre o da exclusão. Quando criou o FUNDEF, deixou descobertas as duas pontas da educação básica: a educação infantil e o ensino médio, concentrando recursos apenas no ensino fundamental, praticando assim uma política de foco. Esta é a forma como vê a educação.</p>
<p>Um projeto que exclui, de imediato, 80% dos professores de reajustes salariais e, ainda assim, não assegura que os demais 20% terão mesmo direito à melhoria salarial (pois depende de disponibilidade orçamentária) não vai contribuir para a qualidade de ensino e sim para gerar mais revolta e desestímulo na categoria. Os professores tem como ofício educar e sua ferramenta é a educação; e a educação não está sendo valorizada.</p>
<p>As posições externadas pelo secretário estão na contramão de todos os avanços que se tem verificado na educação nacional nos últimos anos. Por certo são ainda insuficientes, mas apontam na direção da escola pública de qualidade.</p>
<p>Por outro lado, é difícil entender como, num Estado democrático de direito, todo o espaço  é reservado apenas para um dos lados, que se permite fazer juízos de valor sobre o sindicato, sem que nos seja oferecido espaço equivalente. O que queremos, em nome dos 178 mil associados da APEOESP, é que nos seja aberto espaço nesta revista para que nós próprios possamos expor nossas posições.</p>
<p>Não somos corporativistas. O que nos move é a qualidade da educação e a valorização dos profissionais que nela trabalham, pois a educação abrange bem mais que a relação professor-aluno em sala de aula. Entretanto, ainda que fôssemos corporativistas, o papel de um sindicato não é justamente defender os direitos e reivindicações da categoria que representa?</p>
<p>Aguardamos a publicação desta carta e a abertura de espaço para que possamos expor e defender nossos pontos de vista.</p>
<p>Maria Izabel Azevedo Noronha</p>
<p>Presidenta da APEOESP</p>
<p>Membro do Conselho Nacional de Educação</p>
<p>RG 11738806</p>
<p>Endereço: Praça da República 282 São Paulo/ SP</p>
<p>(11) 8443.2775/ 3350.6021</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: Nas creches, de mal à pior</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/gestao-kassab-nas-creches-de-mal-a-pior/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[creches]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[ensino sp]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Mães sem Creche]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>

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		<description><![CDATA[Tribunal de contas vai investigar acusações contra creches de SP

Aline Mazzo do Agora

O Tribunal de Contas do Município vai fiscalizar as creches mencionadas no relatório feito pelo Movimento de Mães Sem Creche para verificar as irregularidades apontadas no documento.
Em matéria publicada pelo Agora no dia 10, a entidade relatou ter encontrado creches municipais diretas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Tribunal de contas vai investigar acusações contra creches de SP<!--/TITULO--></h1>
<div id="articleBy">
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>Aline Mazzo</strong> do <strong>Agora</strong></span></h2>
</div>
<p><!--TEXTO-->O Tribunal de Contas do Município vai fiscalizar as creches mencionadas no relatório feito pelo Movimento de Mães Sem Creche para verificar as irregularidades apontadas no documento.</p>
<p>Em matéria publicada pelo <strong>Agora</strong> no dia 10, a entidade relatou ter encontrado creches municipais diretas e conveniadas com superlotação em salas de aula, problemas trabalhistas, cobrança indevida de materiais e dificuldade de acesso para deficientes.</p>
<p>O conselheiro corregedor do tribunal, Edson Simões, determinou uma inspeção nas unidades mencionadas na reportagem e a verificação junto à Secretaria Municipal de Educação sobre as denúncias. O tribunal também deverá checar se a pasta está fiscalizando o cumprimento do contrato firmado por parte das creches conveniadas.</p>
<p>Segundo a entidade, 84% dos professores de creches acompanhados são registrados como auxiliares de desenvolvimento infantil e ganham R$ 810 por 40 horas semanais, enquanto os registrados como professores na rede direta ganham R$ 1.237 por jornada de 30 horas. No Cei (Centro de Educação Infantil) Raio de Luz, na Vila Nova Cachoeirinha (zona norte de SP), a direção cobra uma lista mensal de materiais a serem levados, que inclui papel higiênico. A entidade entregará o relatório ao Ministério Público e ao Ministério do Trabalho hoje.</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">EDITORIAL DO JORNAL AGORA</span></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/images/137/137/36/1072778.us_kassab_criancas_eleicoes_2008_300_400.jpg" alt="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/images/137/137/36/1072778.us_kassab_criancas_eleicoes_2008_300_400.jpg" /></p>
<p><strong>Descaso com as creches</strong></p>
<p>Na campanha pela Prefeitura de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) prometeu que acabaria com o deficit de vagas nas creches. Foi reeleito, o primeiro ano de mandato está na reta final e ainda falta muito chão para cumprir a promessa. Há cerca de 80 mil crianças na cidade à espera de uma creche municipal.</p>
<p>A situação é, na verdade, ainda pior. Não só faltam unidades, como as existentes enfrentam uma série de deficiências. Levantamento realizado pelo Movimento de Mães sem Creche apontou irregularidades trabalhistas, cobrança indevida de material e superlotação das salas.</p>
<p>Em uma amostragem de 16 creches, 84% de 131 funcionárias atuam como professoras, mas têm registro de &#8220;auxiliar de desenvolvimento infantil&#8221;. E, assim, recebem um salário menor.</p>
<p>Outra falha: em uma creche sem rampas de acesso, um aluno cadeirante precisa ser carregado o tempo todo. Cuidar bem das crianças que necessitam das creches municipais não é um gesto de generosidade da prefeitura. É sua obrigação. Enquanto isso, os gastos em publicidade da gestão Kassab não param de crescer.</p>
<p>Se a administração municipal não quer ficar à mercê de críticas e pesquisas feitas pelas associações de mães, então precisa criar seus próprios indicadores de qualidade para as creches. E, a partir deles, cobrar resultados e melhoria de suas unidades.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PSDB quer tomar mandato de Chalita. Tucanos não toleram declarações feitas por Chalita</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/psdb-quer-tomar-mandato-de-chalita-tucanos-nao-toleram-declaracoes-feitas-por-chalita/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/psdb-quer-tomar-mandato-de-chalita-tucanos-nao-toleram-declaracoes-feitas-por-chalita/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornal da Tarde (JT)


Chalita se arma para manter mandato, que PSDB quer tomar
Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP
O vereador Gabriel Chalita (PSB-SP) vai investir no argumento de que o PSDB abandonou princípios programáticos, na tentativa de manter o mandato que exerce há apenas dez meses. O plano começou a ser traçado após consulta ao departamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="background-color: #ffff99;">Jornal da Tarde (JT)</span></h2>
<p style="text-align: center;"><img title="Chalita_mandato" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Chalita_mandato.jpg" alt="Chalita_mandato" width="555" height="1231" /></p>
<p><img src="http://ideianobolso.files.wordpress.com/2007/06/serra_fuzil.jpg" alt="http://ideianobolso.files.wordpress.com/2007/06/serra_fuzil.jpg" width="282" height="194" /><img src="http://www.terra.com.br/istoegente/331/fotos/chalita_01.jpg" alt="http://www.terra.com.br/istoegente/331/fotos/chalita_01.jpg" width="238" height="195" /></p>
<p><strong>Chalita se arma para manter mandato, que PSDB quer tomar</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O vereador Gabriel Chalita (PSB-SP) vai investir no argumento de que o PSDB abandonou princípios programáticos, na tentativa de manter o mandato que exerce há apenas dez meses. O plano começou a ser traçado após consulta ao departamento jurídico do PSB, em resposta à notícia de que seu ex-partido pedirá na Justiça sua cadeira na Câmara Municipal.</p>
<p>A posição da direção tucana de cobrar a aplicação da regra da fidelidade partidária foi tomada anteontem, em reunião para avaliar a ida de Chalita para o PSB. &#8220;A decisão de sair do partido já era suficiente para pedirmos seu mandato e a situação foi agravada pelas declarações dele à imprensa&#8221;, disse o presidente do PSDB no município, José Henrique Reis Lobo.</p>
<p>Ao migrar para o PSB de olho na disputa para o Senado, Chalita criticou o PSDB e o governador de São Paulo, José Serra. Ontem, em nota, o vereador reagiu à decisão da cúpula tucana: &#8220;Antes tentavam me impor o silêncio. Agora querem também o mandato.&#8221; Ele afirmou que o PSDB contraria &#8220;posições históricas de Franco Montoro e Mário Covas&#8221; e não poupou Serra, que &#8220;não dá aos professores o devido valor&#8221;.</p>
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		<title>&#8220;Serra destruiu a escola de tempo integral em São Paulo. Eu não consigo entender como um governador faz isso com as crianças&#8221;, disse Gabriel Chalita</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem de Brasília Confidencial para ampliar

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Clique na imagem de <strong>Brasília Confidencial</strong> para ampliar</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14080  aligncenter" title="Chalita_BsBConfidencial" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Chalita_BsBConfidencial.gif" alt="Chalita_BsBConfidencial" width="555" height="871" /></p>
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		<title>Com discurso afinado ao de Ciro, Chalita se filia ao PSB</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Em entrevista após evento, os dois condenaram quem faz política &#8216;pelo subsolo&#8217;, em referência a Serra
Carolina Freitas, da Agência Estado 

José Luis da Conceição/AE &#8211; Ciro Gomes e Gabriel Chalita durante evento de filiação
SÃO PAULO &#8211; A filiação do vereador de São Paulo Gabriel Chalita ao PSB, nesta terça-feira, 29, teve ares de lançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em entrevista após evento, os dois condenaram quem faz política &#8216;pelo subsolo&#8217;, em referência a Serra</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Carolina Freitas, da Agência Estado </span></h2>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><img class="fotoLightBoxIMG" src="http://www.estadao.com.br/fotos/chalita_ciro.jpg" alt="" /></em></span></p>
<p class="fotoLightBoxP" style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>José Luis da Conceição/AE &#8211; Ciro Gomes e Gabriel Chalita durante evento de filiação</em></span></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A filiação do vereador de São Paulo Gabriel Chalita ao PSB, nesta terça-feira, 29, teve ares de lançamento da candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB) à presidência da República em 2010.</p>
<p>Chalita deixou na semana passada o PSDB, disparando críticas ao governador do Estado, o tucano José Serra, que também pretende concorrer ao Planalto no ano que vem. O PSB preparou um evento para 400 pessoas, com direito a fogos de artifício e bateria de escola de samba para receber o novo filiado.</p>
<p>Ao lado de Chalita, Ciro foi ovacionado durante toda a cerimônia com o refrão &#8220;Brasil para frente, Ciro Presidente&#8221;. Um painel com as cores do partido, amarelo e vermelho, ocupava toda a parede, atrás do palco, com imagens do ex-governador Miguel Arraes, do governador de Pernambuco Eduardo Campos, Ciro Gomes e Chalita.</p>
<p>Marcaram presença na cerimônia de filiação líderes do PT. Apesar de trabalhar por uma candidatura própria, o PSB compõe a base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já o PSDB, legenda de Chalita até a semana passada, faz oposição a Lula.</p>
<p>Chalita e Ciro mostraram um discurso afinado durante a cerimônia, especialmente nas críticas. Em entrevista após o evento, os dois condenaram quem faz política &#8220;pelo subsolo&#8221;, em referência ao comportamento de José Serra.</p>
<p>Chalita reclamou da política educacional do governo de São Paulo e levantou suspeita sobre a atuação de Serra nos bastidores.</p>
<p>&#8220;Basta fazer qualquer movimento de saída partidária, que vem uma quantidade de blogs te destruindo com coisas que a gente não sabe de onde vem&#8221;, alfinetou. &#8220;Tem gente que diz que é o Serra quem faz. Eu não gostaria de acreditar nisso&#8221;, completou o vereador. &#8220;Na política, a gente deveria parar de usar o subsolo. Serra não é um político que admiro.&#8221;</p>
<p><strong>Troca de elogios</strong></p>
<p>A ida de Chalita ao PSB tem por objetivo a disputa ao Senado Federal nas eleições de 2010. Contudo, líderes do PSB deixaram antever a possibilidade de lançar o ex-tucano ao cargo de governador de São Paulo.</p>
<p>Chalita disse preferir o Senado, mas Ciro elogiou a possibilidade do novo correligionário concorrer ao Palácio dos Bandeirantes. O deputado federal chegou a dizer que Chalita seria um candidato a governador melhor do que ele próprio. &#8220;Tenho mais experiência que ele, mas ele tem mais intimidade com São Paulo e representa muito mais o novo do que eu.&#8221;</p>
<p>Chalita retribuiu o elogio ao seu companheiro de partido: &#8220;Meu candidato (para a Presidência) é Ciro Gomes&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: xx-large;">***</span></strong></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong><br />
Na filiação ao PSB, Chalita critica gestão Serra na educação e elogia Ciro</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">TATHIANA BARBAR da Folha Online</span></h2>
<p>O vereador Gabriel Chalita se filiou hoje ao PSB em um evento que reuniu mais de 500 pessoas em São Paulo e sinalizou que sua plataforma na campanha eleitoral de 2010 será a educação.</p>
<p>Ele elogiou os professores e criticou a gestão do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na educação. Chalita deixou o PSDB com críticas ao grupo ligado a Serra.</p>
<p>&#8220;Nenhuma obra supera a da educação. Eu respeito os professores. Não coloco a culpa neles pelos fracassos na sala de aula e sim nos maus gestores&#8221;, disse Chalita ao criticar a gestão Serra na educação.</p>
<p>Chalita aproveitou para afagar o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), desafeto político de Serra. Ciro e Serra são pré-candidatos à Presidência.</p>
<p>&#8220;O PSDB foi minha casa por mais de 20 anos e foi lá que conheci Ciro Gomes, um homem correto e corajoso&#8230;&#8221;, afirmou o vereador.</p>
<p>Em resposta, Ciro se disse fã de Chalita. &#8220;É um privilégio trabalhar ao seu lado. Sou seu fã à distância, de longa data.&#8221;</p>
<p>O senador Renato Casagrande (PSB-ES) disse que Chalita era corajoso por mudar de partido. &#8220;Para nós é uma grande alegria [sua filiação]. Você é referência na educação, na ética, na tolerância com a diversidade da sociedade.&#8221;</p>
<p>Chalita, por sua vez, agradeceu ao PSB pelo espaço que o partido deu a ele. O vereador deve tentar uma vaga no Senado em 2010.</p>
<p>Serra minimizou as críticas de Chalita. &#8220;Nem sei se [a opinião] vale ou não vale [para o Chalita]. Não estou nem aí&#8221;, disse o tucano ontem ao ser questionado se a opinião de não responder a baixarias valeria para o vereador.</p>
<p>Ao sair do PSDB, Chalita fez críticas a Serra. &#8220;Na condição de vereador mais votado do Brasil, eu queria pelo menos ter sido respeitado pelo partido. Eu não fazia parte da Executiva nem do Diretório. Nunca me reuni com o governador Serra. Fui tratado de uma forma preconceituosa no PSDB.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Kassab é Serra</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 15:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante vários meses este blog, e os vereadores do PT, foram quase os únicos a mostrar que Kassab utilizava a &#8220;crise internacional&#8221; como pretexto para justificar sua grave incompetência. Uma &#8220;gestão&#8221; sem planejamento e sem projetos. Exclusivamente preocupada com marketing e propaganda.
Um orçamento fictício, para &#8220;vender&#8221; promessas eleitorais, e uma realidade de arrecadação abundante, -maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4">Durante vários meses este blog, e os vereadores do PT, foram quase os únicos a mostrar que Kassab utilizava a &#8220;crise internacional&#8221; como pretexto para justificar sua grave incompetência. Uma &#8220;gestão&#8221; sem planejamento e sem projetos. Exclusivamente preocupada com marketing e propaganda.</font></p>
<p><font size="4">Um orçamento fictício, para &#8220;vender&#8221; promessas eleitorais, e uma realidade de arrecadação abundante, -maior até que a de 2008- com mais de R$ 3 bilhões mantidos no banco (cada ano a mesma coisa, devem ter algum acerto aí).</font></p>
<p><font size="4">Durante vários meses os jornais ignoraram os repetidos alertas e desafios deste blog. Os dados aqui apresentados não ganharam qualquer destaque. </font></p>
<p><font size="4">Mas agora não dá mais. O descalabro está a vista de todos e ninguém pode continuar tapando o sol com a peneira.</font></p>
<p><font size="4">Os jornais bem que tentaram peneirar a verdade, por motivações políticas e eleitorais: Kassab é Serra e a situação de um pode afetar diretamente a situação do outro. </font></p>
<p><font size="4">Alguns vem na mudança de atitude da imprensa uma manifestação da vontade de impedir a candidatura Kassab em 2010, para privilegiar um candidato único demo-tucano, impondo a solução Alckmin (até para forçar Serra e impedir que Alckmin saia do PSDB como está fazendo Chalita).</font></p>
<p><font size="4">Não tenho elementos para julgar se isto é verdade, atribuindo aos jornais uma ação coordenada e partidária. </font></p>
<p><font size="4">Em todo caso a publicação das verdades do descalabro demo-tucano na principal cidade do país, reforça a credibilidade da imprensa e resultam em ganho indiscutível para os cidadãos poderem refletir sobre o poder municipal com isenção. LF  </font></p>
<p><strong><em>Alguns links do blog que mostram os repetidos alertas sobre estes assuntos você encontra clicando no tag Kassab, embaixo. </em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Que crise? prefeitura arrecada mais do que em 2008&#8243;. Capa do Jornal da Tarde. Os dados estão também no jornal O Estado SP</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 14:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Kassab congela R$ 4 bi de 20 secretarias
&#160;
&#160;
Na prática, gestão adia investimentos previstos em Plano de Metas 2012

Receita da Prefeitura com impostos cresceu 3,19%
Diego Zanchetta &#8211; O Estado SP
Exatamente um ano após apresentar à Câmara Municipal um Orçamento superior a R$ 29 bilhões, com a promessa de investimentos recordes em obras e &#8220;no social&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><font size="5">Kassab congela R$ 4 bi de 20 secretarias</font></strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><font size="4"><strong>Na prática, gestão adia investimentos previstos em Plano de Metas 2012</strong><br />
<strong><br />
Receita da Prefeitura com impostos cresceu 3,19%</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Diego Zanchetta &#8211; O Estado SP</p>
<p>Exatamente um ano após apresentar à Câmara Municipal um Orçamento superior a R$ 29 bilhões, com a promessa de investimentos recordes em obras e &#8220;no social&#8221;, a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) já reviu para baixo os gastos em 20 das 21 secretarias da Prefeitura de São Paulo com dotações previstas em 2008. Fora o alardeado corte na limpeza pública e os congelamentos de verbas na Saúde e na Educação, a revisão no planejamento do governo atingiu também a Guarda Civil Municipal, a reforma de bibliotecas e os projetos para aumentar a mobilidade dos deficientes. A publicidade, porém, único setor preservado, não só escapou como recebeu incremento de R$ 46 milhões.</p>
<p>Segundo o Sistema de Execução Orçamentária da Prefeitura, foram congelados até agora R$ 4,09 bilhões pelo governo municipal &#8211; isso foi feito tanto por meio de decretos e bloqueios no início do ano como por contingenciamentos nas secretarias, como mostra a arte embaixo. Outro reflexo da reorganização financeira é a redução do tempo que o prefeito terá para cumprir seu Plano de Metas, até 2012. Muitas promessas de campanha, que constam do plano, previsto em lei aprovada pelos vereadores, continuam no papel &#8211; após 9 dos 48 meses da gestão. Caso não cumpra as metas ao fim do governo, o prefeito poderá responder processo de improbidade administrativa.</p>
<p>Do R$ 1 bilhão que se prometeu investir no Metrô, em quatro anos, por exemplo, não foi liberado nada, assim como os R$ 30 milhões reservados para o início da construção do Hospital Municipal de Parelheiros, no extremo da zona sul, e o corredor de ônibus da Avenida Celso Garcia, na zona leste &#8211; três das principais promessas da campanha à reeleição. O projeto de transformar ônibus em bibliotecas itinerantes, da Secretaria Municipal de Cultura, também não teve um centavo liberado dos R$ 974,6 mil previstos.</p>
<p>O congelamento já afeta até as Secretarias de Segurança e da Assistência Social. De um total de R$ 20 milhões para a modernização das ações de segurança preventiva e comunitária, R$ 9 milhões foram congelados. A verba destinada à construção e à reforma de prédios e imóveis da GCM também teve retenção de R$ 1,1 milhão, de um total de R$ 1,2 milhão. Para a construção de albergues, congelou-se R$ 1,3 milhão de um total de R$ 1,8 milhão.</p>
<p>A pasta campeã de congelamento é a da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Ao todo, 77% da verba de R$ 15 milhões da pasta foi retida. Só para as obras de melhoria da acessibilidade &#8211; como as reformas de calçadas sem guias rebaixadas &#8211; estão represados R$ 4,1 milhões. Na Cultura, a reforma e ampliação de bibliotecas e de centros culturais teve R$ 9,2 milhões congelados.</p>
<p>Kassab vem afirmando que até dezembro vai suplementar a verba da limpeza urbana em mais R$ 132 milhões, chegando a R$ 903 milhões. Segundo o governo, os repasses para empresas de varrição e coleta de lixo entre janeiro e agosto totalizaram R$ 500 milhões, o mesmo valor de 2008.</p>
<p>A administração diz que os congelamentos não afetam os serviços essenciais em saúde, educação e transporte, que o contingenciamento é momentâneo e os R$ 4 bilhões serão liberados até dezembro.</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><em><font size="2">Clique no quadro para ampliar </font></em></strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_orcamento_congelamento.gif" title="kassab_orcamento_congelamento.gif"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_orcamento_congelamento.gif" title="kassab_orcamento_congelamento.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_orcamento_congelamento.gif" alt="kassab_orcamento_congelamento.gif" height="865" width="555" /></a></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p><font size="5"> </font></p>
<p><font size="5"><strong>Contingenciamento ocorreu após eleições</strong></font></p>
<p>Em dezembro, corte foi de R$ 2 bi; em fevereiro, R$ 5 bi</p>
<p>O contingenciamento de verbas em São Paulo ocorreu ainda no Legislativo, em dezembro, um mês após as eleições. Com a crise financeira mundial, o governo, junto com o aliado Milton Leite (DEM), relator do Orçamento, definiu que a estimativa inicial deveria ser reduzida em R$ 2 bilhões. Em fevereiro, o Executivo fez um corte ainda maior, que ultrapassava R$ 5 bilhões.</p>
<p>&#8220;A referência para o Orçamento de R$ 29 bilhões eram os indicadores de arrecadação do segundo trimestre de 2008, quando o País estava crescendo. Em dezembro, quando já era nítida a queda nas receitas, tivemos de rever (o Orçamento)&#8221;, argumenta o vereador, que na quinta-feira deve receber o Orçamento para 2010. &#8220;Estimo que a peça que vou receber não poderá ultrapassar R$ 25,7 bilhões. Tivemos um índice não muito bom de arrecadação no segundo trimestre, e é isso que será referência. Ainda temos reflexos da crise.&#8221;</p>
<p>A arrecadação municipal neste ano aumentou 5% &#8211; a expectativa, em setembro de 2008, era de 15%. Essa estimativa frustrada causou o corte, por exemplo, de R$ 54 milhões nos serviços de varrição, e um congelamento na Saúde que já beira R$ 1 bilhão. &#8220;Foi feito um Orçamento ficcional para a eleição. Para poder embutir todas as promessas de campanha, chegou-se a um número irreal de R$ 29 bilhões&#8221;, critica o vereador Antonio Donato (PT).</p>
<p><strong>DESGASTE</strong></p>
<p>Para o cientista político Marco Antonio Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), já teria sido possível prever um Orçamento menor em setembro. &#8220;O prefeito foi pouco realista e, somando-se a isso, tivemos uma queda da receita, mas o governo acabou fazendo congelamentos em áreas erradas, que geram muito desgaste político, como a limpeza.&#8221;</p>
<p>O líder do governo na Câmara, José Police Neto (PSDB), tem rebatido as críticas no plenário. &#8220;Não existe corte na limpeza. A mesma verba liberada no ano passado, de R$ 903 milhões, será liberada neste ano para o setor&#8221;, disse. Para a oposição, Kassab faz congelamento para poder repassar os R$ 600 milhões de subsídios previstos às viações e cumprir a promessa de manter a passagem a R$ 2,30 até janeiro.</p>
<p>&#8220;Falta um controle maior da Prefeitura sobre as empresas de ônibus&#8221;, diz o ex-secretário municipal de Finanças Amir Khair. Em janeiro, a tarifa do transporte público deve subir para R$ 2,70.</p>
<p>O governo nega e defende os gastos com a chamada &#8220;tarifa social&#8221;. Kassab tem defendido os gastos com publicidade como &#8220;prestação de serviços&#8221; em campanhas de prevenção à gripe suína e de combate às enchentes.</p>
<p><font size="5"> </font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/que-crise-prefeitura-arrecada-mais-do-que-em-2008-capa-do-jornal-da-tarde-e-todos-os-dadosno-jornal-o-estado-sp/13468/" rel="attachment wp-att-13468" title="kassab_estadao.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_estadao.jpg" alt="kassab_estadao.jpg" align="left" /></a><font size="5"><strong>Receita da Prefeitura com impostos cresceu 3,19%</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Daniel Gonzales &#8211; O Estado SP</p>
<p>A receita obtida pela Prefeitura com impostos, de janeiro a agosto deste ano, teve aumento de 3,19% em relação ao mesmo período de 2008.</p>
<p>São recursos do ISS (Imposto sobre Serviços), IPTU (Predial e Territorial Urbano) e repasses estaduais, como a cota-parte do IPVA (sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e federais, entre outras fontes.</p>
<p>Apesar disso, a capital vem tendo vários congelamentos de verbas em serviços essenciais, como coleta e varrição de lixo, saúde e outras áreas.</p>
<p>Segundo planilhas do sistema eletrônico do Orçamento Municipal (NovoSeo), entraram nos cofres da capital neste ano, até agosto, R$ 15,17 bilhões. O total arrecadado no mesmo período de 2008 foi de R$ 14,70 bilhões.</p>
<p>Para executar os cortes, iniciados a partir do primeiro semestre, a Prefeitura tem usado como argumento a crise financeira internacional. Segundo suas previsões, o desaquecimento da economia iria reduzir o Orçamento atual, dos R$ 27,5 bilhões previstos, para cerca de R$ 24bi a R$ 25 bi até dezembro.</p>
<p>No entanto, esse Orçamento, no qual se baseiam os congelamentos, é &#8220;virtual&#8221;. É uma previsão de receita a ser arrecadada até o final do ano.</p>
<p>Para a Prefeitura, ele foi superestimado em 2008, antes da crise internacional (que estourou em setembro) e não poderá ser cumprido.</p>
<p>Conforme o prefeito Gilberto Kassab (DEM) vem afirmando desde maio, isso ocorrerá por causa de uma &#8220;queda na arrecadação dos impostos&#8221;.</p>
<p>Mas a economia mundial apresenta sinais de reaquecimento e o fenômeno também já tem reflexos na contabilidade da Prefeitura de São Paulo.</p>
<p>De acordo com levantamento feito no NovoSeo por integrantes da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal, quando se consideram as maiores fontes de renda da cidade, nota-se que o ISS, imposto diretamente ligado à atividade econômica, teve um aumento de 7% na sua arrecadação em julho deste ano em relação a junho.</p>
<p>Também houve aumento em relação ao mesmo período do ano passado. Em julho, foram arrecadados R$ 498,5 milhões em ISS, ante R$ 466,5 milhões arrecadados no mesmo mês de 2008.</p>
<p>Com o ligeiro aumento das receitas, Kassab garantiu que em 2010 não haverá cortes na limpeza pública.</p>
<p>O IPTU, até agora, teve aumento de 5,4% na arrecadação, fechando julho com um total de R$ 2,25 bilhões &#8211; de janeiro a julho do ano passado, o montante arrecadado somava R$ 2,1 bilhões.</p>
<p><strong>QUEDA</strong></p>
<p>Mas os repasses que a administração municipal recebe referentes ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), -2%, e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), -19%, apresentaram queda.</p>
<p>A arrecadação com o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) também caiu em julho, para R$ 357 milhões &#8211; em 2008 foram R$ 419,3 milhões no mesmo mês.</p>
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		<title>Estadão publica cartas de leitores contra Kassab</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 15:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Depoimento atribuído ao prefeito Gilberto Kassab (18/9, C8), comentando denúncia do corte na merenda escolar, merece atenção por dois detalhes, um, pela interpretação do caráter didático que a situação oferece ao público leitor e o outro, calcado na visão ideológica oferecida pelo detentor do cargo: 1) ele alegar que desconhecia o fato; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>KASSAB E A MERENDA</strong></p>
<p>Depoimento atribuído ao prefeito Gilberto Kassab (18/9, C8), comentando denúncia do corte na merenda escolar, merece atenção por dois detalhes, um, pela interpretação do caráter didático que a situação oferece ao público leitor e o outro, calcado na visão ideológica oferecida pelo detentor do cargo: 1) ele alegar que desconhecia o fato; 2) defender a medida. No primeiro caso fica no ar certa negligência de uma autoridade eleita com expressiva votação para dirigir a maior cidade do continente sul-americano no tocante a um assunto que, imagino, deveria exigir boa parte de sua energia como administrador, ou seja, preocupar-se com o que sua administração realiza no tocante à alimentação de nossas crianças. Quanto ao segundo caso, explicita a ideologia que carrega seu partido, o DEM, que, na ânsia de pregar um certo pragmatismo político calcado na menor participação possível do Estado na vida dos cidadãos, acha normal, pelo fato de as &#8220;decisões serem técnicas&#8221;, tirar comida da boca de criança pobre. Na outra ponta do nosso espectro político temos o PT com seu Bolsa-Família, que, embora acerte na intenção &#8211; assegurar um instrumento de distribuição de renda para minorar os efeitos da pobreza na parcela mais expressiva de nossa população -, erra feio no conteúdo, achando que o Estado pode indefinidamente sustentar com esse tipo de repasse, sem pensar na opção ensejada pela antiga máxima de que o mais sensato é dar a vara e ensinar o camarada a pescar. Quo Vadis?</p>
<p><strong>Fernando Cesar Gasparini </strong>phernando.g@bol.com.br</p>
<p>Mogi-Mirim</p>
<p>_____________________________________________________________________________________________________________________</p>
<p><strong>CAOS NO TRANSPORTE</strong></p>
<p>A reportagem de ontem divulgando pesquisa encomendada pelo Movimento Nossa São Paulo revela que a imensa maioria dos usuários de ônibus da capital já sente o reflexo das ações da Prefeitura, que, além de aumentar os subsídios às empresas de ônibus, ainda permitiu a diminuição do número de coletivos circulando na cidade. Tudo isso para poder cumprir a promessa populista feita pelo prefeito na eleição do ano passado de não aumentar a passagem este ano. Mas não se preocupem, no ano que vem o aumento já vai cobrir os três anos em que o preço permaneceu igual. Kassab parece que aprendeu bem como se faz política quando foi secretário de Pitta: na eleição, muita maquiagem e propostas mirabolantes, depois vemos a máscara cair!</p>
<p><strong>Leonardo Fontes</strong> leo.ofontes@gmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
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		<title>Criança de dois anos tem refeições apenas na escola</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 12:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Ribeiro do Agora
Com uma renda mensal de R$ 420, aluguel de R$ 200 e uma dívida no banco de R$ 300, decorrente do tempo em que o marido estava desempregado, a dona de casa Rosemeire Gomes dos Santos, 25 anos, passou os últimos três dias aflita com a ideia de que caberia a ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">Bruno Ribeiro do Agora</p>
<p>Com uma renda mensal de R$ 420, aluguel de R$ 200 e uma dívida no banco de R$ 300, decorrente do tempo em que o marido estava desempregado, a dona de casa Rosemeire Gomes dos Santos, 25 anos, passou os últimos três dias aflita com a ideia de que caberia a ela decidir qual refeição seu filho de dois anos deixaria de fazer. &#8220;Dói demais ter de escolher entre tirar o café da manhã ou o jantar da boca do meu filho&#8221;, disse.</p>
<p>Ela havia sido informada, na última terça-feira, que teria de fazer essa opção. Sabia que, qualquer que fosse a escolha, abriria mão de uma refeição para o filho. &#8220;Me senti a pior das piores.&#8221; Saiu da creche do filho sem preencher o papel com a pergunta.</p>
<p>Rosemeire vive com o marido, um faxineiro de 27 anos, o filho de dois anos e um outro bebê, de três meses. Ontem, disse que teria de pedir arroz na casa de alguns vizinhos para poder fazer o jantar. &#8220;Não tenho dinheiro para fazer compras. Comprar fralda e papinha [para o caçula]. Eu contava com a comida da escola [para o filho mais velho]&#8220;, afirma.</p>
<p>&#8220;Durante a semana dividimos o pouco que a gente tem. Eu e meu marido já comemos menos para deixar para meu filho&#8221;, disse Rosemeire, que vive no Parque Novo Mundo (zona norte de SP). No fim do dia, ao saber da decisão da prefeitura, ela estava indignada. &#8220;Qual foi o motivo para tudo isso?&#8221;, questionou.</p>
<div align="center">Clique na imagem para ampliar</div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/merenda_agora.jpg" title="merenda_agora.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/merenda_agora.jpg" alt="merenda_agora.jpg" height="370" width="555" /></div>
<p></a></p>
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