09/04/2009 - 18:47h SPTV Primeira edição: o descaso da “gestão” Kassab na educação

Faltam professores na rede pública de ensino em São Paulo

O fiscal do povo foi a algumas escolas municipais de São Paulo e constatou que os alunos ainda não receberam uniforme, material escolar, e faltam professores.

O SPTV comunidade está de volta. O fiscal do povo foi a algumas escolas municipais de São Paulo, para saber se está tudo em ordem. E sempre falta alguma coisa, né? A gente sabe que muitos alunos já estão de uniforme novo, mas o repórter Márcio Canuto viu estudantes que ainda não receberam as roupas deste ano.

Falta também uma coisa muito importante: material escolar. Você já imaginou estudar sem lápis nem papel? Já estamos em abril e o fiscal do povo encontrou um problema mais grave ainda: falta professor na rede pública da capital.

Vamos começar a conhecer o problema aqui na casa do Cristhofer. Um garoto de nove anos que está cursando a 4a série. “Falta professores”, diz ele, acrescentando que está ruim nos estudos e que teve apenas 20 dias de aula até o momento. “Matemática eu só tenho estas três folhas”.

“O pessoal da escola diz que eles não podem fazer nada. O problema não é com eles. É a informação que eles passam para nós”, diz Michael da Silva, irmão do Cristhofer.

“O uniforme eu estou usando o do ano passado e já está velho. Eu cresci, estou ficando maior e o meu uniforme está vindo aqui”, diz o garoto.

Esta reclamação certamente não se limita apenas a casa do Cristhofer. “Eles brigam com a gente porque a gente vem com essa roupa, mas eles não dão uniforme para a gente”, diz Cíntia Silva, da 5ª série.

Esta garotada acaba de sair da escola. “Hoje era para ter seis aulas e a gente não teve porque nunca tem professor de geografia e de história”, diz menina.

“É bonito, é novo, mas só por fora”, diz mulher. “A gente precisa da solução hoje. A solução tem que vir agora porque as crianças já estão estudando”, diz Elisângela Menezes, esteticista.

De um ponto a outro da cidade, o SPTV Comunidade está agora se deslocando da zona sul para a zona leste da capital. Chegamos ao CEU da Vila Formosa, e aqui o que é que está faltando, hein?

“Quando uma professora falta, a gente fica em outras salas e assim está faltando material”, diz Nayara Matos, da 4ª série.

“Está sendo difícil o aprendizado dela na escola porque quando a professora falta os alunos têm que ficar divididos nas salas. A professora não avisa quando vai faltar”, diz Tamara de Oliveira, operadora de telemarketing

“Divide os alunos nas salas, aí quando a gente vai pegar eles na hora da saída, o pessoal não sabe onde que os filhos estão. As mães têm que procurar em sala e sala”, diz uma mãe.

A professora na reunião falou que está faltando canetão para elas passar a lição na lousa, porque não tem”, diz outra.

“Não tem estrutura. Porque não tem uma quadra, não tem uma sala de leitura, não tem uma sala de computação”.

Para falar sobre todos estes problemas no ensino municipal de São Paulo, a gente convidou o secretário da educação para vir aqui no nosso estúdio.

“Vamos dividir o assunto por partes. O caso do uniforme, nós tivemos um atraso no uniforme e no material escolar, como a reportagem mostrou. As mil escolas, nós já entregamos em 357 escolas e o uniforme de verão deve ser entregue até o fim do mês de abril. Nós tivemos problemas com as fichas dos alunos. A ideia era entregar até o fim de março, nós estamos um mês atrasados”, diz Alexandre Shneider, secretário municipal de Educação.

O secretario informou que a partir do próximo ano a entrega deste material será feita por correio. “Este ano o correio começa a entregar o leite e a partir do ano que vem vai entregar em casa o uniforme e o material escolar.”

“O uniforme de inverno vai ser entregue até a metade de maio, quando começa o inverno, a nossa expectativas é ter entregue todos os uniformes das crianças. O uniforme de inverno e o de verão.”

Segundo Shneider, os fornecedores tiveram problemas porque é uma novidade fazer isso. “No caso do material escolar, nós tivemos problemas porque nós tivemos um volume de itens reciclados muito grandes. São Paulo é a primeira cidade que compra material oriundo de materiais reciclados. São 6,5 milhões de garrafas PET que nós estamos tirando deste rio e de outros rios”, diz.

A canetas, réguas, capas de caderno, são feitas com material PET em São Paulo. É a primeira cidade que faz isso. O material vai ser entregue até o fim deste mês.

“As aulas estão sendo dadas e as escolas têm o material. Os alunos não receberam o seu material, alguns já receberam, são 357 escolas, como eu disse. E até o fim do mês, todos vão receber. A Secretaria reconhece esse erro, que não foi provocado por ela. O problema foi nos fornecedores, tanto de uniformes, quanto de material escolas.”

O secretário informou que no próximo ano o uniforme e material escolar serão entregues na primeira semana após o carnaval. “No caso dos professores, eu queria dizer o seguinte para o pessoal do Guarapiranga. A gente tinha falta de um professore de história e um professor de geografia, como a menina colocou. O de história foi contratado ontem e o de geografia está sendo contratado esta semana. Ninguém deixou de assistir aula porque as aulas foram dadas por outros professores”.

No caso do Formosa, o secretário informou que o problema é com os professores substitutos. “Nós temos todos os professores lá no Formosa, são 96, mas não temos professores substitutos ainda. Estamos nomeando mais professores para ter. Como a própria moça disse, quando um professor falta, eles acabam sendo divididos nas classes.”

“Quero dizer o seguinte: em 2005, nós tínhamos 41 mil professores na rede. Hoje são 51 mil. Nós perdemos 1.200 professores por ano. Quer dizer, nós contratamos 15 mil professores, um aumento de mais de 40 % no número de professores que existiam.”

“E nós vamos trabalhar para ter substitutos em todas as escolas. Isso vai demorar um pouco, mas nós vamos ter professores substitutos em todas as escolas ainda este ano, para quando um professor faltar, as crianças não terem que ficar sem aula.”

09/04/2009 - 15:32h “Gestão” Kassab: dinheiro nos bancos, obras paradas e aumento de gastos com propaganda

Para justificar a paralisia em obras e investimentos, a “gestão” Kassab culpa a crise internacional.

Porém, neste período aumentou o volume de recursos financeiros aplicado em bancos, principalmente nos bancos privados. De acordo com o último balancete divulgado (fevereiro de 2009), a Prefeitura já tem quase R$ 4 bilhões de reais em caixa, voltando a patamares pré-eleição.

Relevantes áreas, como educação, habitação, assistência social, obras, subprefeituras, transportes e trânsito foram as mais prejudicadas, pois deixaram de receber quase R$ 1 bilhão, quando comparados com o orçamento do ano anterior.

Um exemplo da rubrica Construção de Reservatórios e Piscinões: No primeiro trimestre do ano passado já haviam sido empenhados R$ 5,1 milhões, mais da metade dos R$ 9,1 milhões previstos. Em 2009, embora o orçamento seja maior, R$ 18,4 milhões, ainda não empenharam nada. Ou seja, não há sequer um piscinão sendo construído por esta dotação.

Uma das poucas áreas em que a Prefeitura mostrou que está fazendo mais é justamente na Comunicação, pois a Secretaria havia empenhado até mar/08 R$23.821.305,29, contra R$ 28.950.739,30 atuais, mais de R$ 5 milhões corresponde a um crescimento de 21,5% nas despesas realizadas pelo órgão. Há uma dotação específica para divulgação do Plano de Metas, mas o referido programa só foi anunciado no dia 31 de março. Só que antes disso, a Secretaria já havia empenhado R$ 12.225.500,00 com esta ação. Os dados são da Bancada de Vereadores do PT.

Conclusão
Os números não deixam dúvidas de que Kassab voltou a ritmo de serviço que sempre desempenhou à frente da Prefeitura, aumentando gastos em Propaganda e aplicações em bancos privados e frustrando a população de São Paulo ao deixar de fazer importantes obras para o desenvolvimento da cidade e a melhoria da qualidade de vida dos seus moradores.

LF

09/04/2009 - 14:53h “Gestão” Kassab: atrasados, CEUs seguem em obras

 http://dialogospoliticos.files.wordpress.com/2008/12/kassab1.jpghttp://www6.prefeitura.sp.gov.br/noticias/ars/aricanduva_vformosa/2009/01/0006/portal/noticias/ars/aricanduva_vformosa/2009/01/0006/imagem/ceu%20site.jpg
O CEU Formosa, alvo de polemica durante a campanha eleitoral. Um dos que ainda está em obras.

Adriana Ferraz e Gabriela Gasparin do Agora

Os vizinhos dos prometidos CEUs Formosa e Uirapuru, nas zonas leste e oeste, ainda sonham com a chance de poder usufruir de atividades esportivas e culturais. Ambos os centros -que, segundo a prefeitura, estariam prontos em janeiro- contam apenas com os blocos educacionais.

“As obras estão paradas. Nem o buraco da piscina foi feito. A nossa região precisa de lazer, nós somos carentes”, afirma o autônomo Hildebrando de Lima, 27 anos, que mora na Vila Formosa.

Os pais de alunos criticam o atraso na entrega do material e dos uniformes. “Tive de comprar um monte de material para a minha filha”, reclama a diarista Verônica Fátima da Silva, 33 anos.

No centro, a mesma reclamação. “As crianças precisam usar roupas de sair para ir à escola. O velho não serve mais. O prefeito não sabe que elas crescem?”, questiona a mãe Severina Regina da Hora, 58 anos.

09/04/2009 - 14:20h Cortes de verbas marcam os cem dias de Kassab

http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/03/17/1500FRP4833.image_media_horizontal.jpg

Jorge Soufen Jr, Adriana Ferraz e Gabriela Gasparin – AGORA

Os cem primeiros dias da atual administração do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), foram marcados pelo aperto nas finanças, por escândalos nas áreas de saúde e educação e por falhas na prevenção de enchentes e no programa de inspeção veicular. No centésimo dia, amanhã, o paulistano terá sentido pouco, na prática, as medidas positivas do governo -o reflexo é a queda da aprovação de Kassab nos últimos meses.

O prefeito já previa tempos difíceis ao assumir o segundo mandato, em 1º de janeiro. No discurso de posse, culpou a crise econômica para justificar o congelamento de 20% no Orçamento 2009, ou R$ 5,5 bilhões, o maior da história da capital em números absolutos. Resultado: redução de investimentos, revisão de contratos e atrasos em obras.

A população já começou a sentir os problemas, seja no programa de recapeamento de ruas (que está parado), no atraso de obras de canalização (córrego do Ipiranga é o principal exemplo) ou no corte de repasse às concessionárias de ônibus, que ameaçam não renovar a frota.

No balanço do período, porém, as falhas na educação são as que chamam mais atenção. Além do escândalo da merenda, a gestão teve de enfrentar críticas sobre a volta às aulas. O início do ano letivo foi marcado por rodízio de alunos, falta de professores, escolas com falhas de infraestrutura e atrasos em obras.

A pasta também lidou com um imbróglio relativo a dados sobre falta de vagas em creches e pré-escolas. O prefeito prometeu zerar o déficit até 2012 e a lista de espera, que era de 110 mil em junho de 2008, caiu neste ano para 67 mil. A diferença foi atribuída ao recadastramento.

No trânsito, o programa de inspeção veicular -importante para a redução da poluição e melhora da qualidade de vida dos moradores -apresentou dificuldades burocráticas e muita confusão.

Mesmo interessados, os motoristas não conseguiam marcar a inspeção por sobrecarga no site da empresa contratada. O setor também conviveu com atrasos em licitação de radares e panes no sistema de informação dos pontos de ônibus da cidade.

No período, uma constatação: Kassab não fugiu do enfrentamento de tragédias de grande comoção social. Foi assim quando desabou o teto da sede da Igreja Renascer, no Cambuci (região central), ou quando os moradores da favela Paraisópolis (zona sul) enfrentaram a polícia.

Kassab chegou ao dia 26 de março com 45% de aprovação dos paulistanos, segundo pesquisa Datafolha. No pico de popularidade, em outubro, após vencer o primeiro turno das eleições, obteve 61% de “ótimo” e “bom”. Em maio de 2008, foram 39%.

Uma nova imagem
Pai da Lei Cidade Limpa, Kassab prepara, agora, uma nova marca para alavancar sua popularidade. As opiniões de seus assessores se dividem. Uns defendem a “revolução do trânsito”, com novos corredores, reforma da marginal Tietê, construção de duas novas rodoviárias e investimento de mais R$ 1 bilhão no metrô. Outros, o “carinho com a saúde e a educação”, com a extensão da cobertura médica e educacional na capital.

09/04/2009 - 14:00h 100 dias de Kassab: paralisia em São Paulo

estrelita.gifhttp://www.opovo.com.br/opovo/politica/img/751122_not_fot.jpg

Os primeiros 100 dias do atual mandato do prefeito Kassab estão longe de corresponder à expectativa que ele criou na população durante a campanha eleitoral. A administração municipal voltou à rotina burocrática de acumular dinheiro em caixa – o saldo já chega hoje a R$ 4 bilhões – e não está cumprindo nenhuma das centenas de promessas que fez aos eleitores. O que tem chamado mesmo a atenção são os escândalos envolvendo a administração que pipocam nos meios de comunicação.
Denúncias de corrupção envolvendo cargos de confiança e funcionários da administração, fraudes em licitações para a compra de remédios e merenda escolar, e prática de corrupção por parte de fiscais em subprefeituras, são alguns dos escândalos que ganharam destaque na mídia. Ao mesmo tempo, o governo municipal dá seguidos exemplos de incompetência administrativa: falta de vagas em creches, atraso na entrega do uniforme e do material escolar, gasto excessivo em publicidade enquanto a cidade se afoga com as enchentes, e descumprimento de promessas importantes para a população, como a construção de novos corredores de ônibus.
Projetos polêmicos – caso da revisão do Plano Diretor Estratégico e a recuperação da Cracolândia, rebatizada de Nova Luz – abrem espaço para a ocupação urbana desordenada e para o mercado continuar ditando as regras do crescimento da cidade. E a proposta que concede à Sabesp, sem qualquer contrapartida à comunidade, a exploração dos serviços de água e esgoto por 30 anos, prorrogável por mais 30 – demonstra o imediatismo pragmático deste governo, em detrimento de uma visão estratégica de solução dos problemas estruturais de São Paulo.
Os escândalos e a inoperância do governo começam a se refletir nas pesquisas de avaliação da administração municipal. Levantamento do Datafolha divulgado em março mostrou que em cinco meses Kassab perdeu 16 pontos percentuais na sua aprovação, que era de 61% em outubro de 2008 e recuou agora para 45%.
Enquanto o presidente Lula estimula o crescimento econômico do Brasil investindo em obras, Kassab vem fazendo uma gestão com o pé no freio, guardando dinheiro e congelando investimentos em prejuízo do desenvolvimento da cidade. Com a crise internacional, esse quadro se agravou. O prefeito anunciou em janeiro um congelamento de R$ 5,5 bilhões do orçamento municipal, cancelando obras que poderiam abrir vagas de trabalho e manter aquecida a atividade econômica no município. Proibiu, por exemplo, as subprefeituras de gastarem em melhorias nos bairros e não liberou um centavo dos cofres públicos para erguer os três novos

hospitais que havia prometido na campanha. O congelamento afetou muito os investimentos sociais, prejudicando programas que funcionam como uma rede de proteção social para os mais carentes ou atingidos pela crise.
Nestes primeiros 100 dias de 2009 do governo DEM/PSDB os paulistanos não têm o que comemorar. São Paulo não está no rumo certo, como foi falsamente anunciado na propaganda eleitoral. A cidade vive um momento de indefinição por falta de um planejamento de longo prazo e a inexistência de projetos estruturantes que dêem conta das inúmeras demandas da população no campo do transporte, da educação, da saúde, da habitação e da cultura/esportes. O que se vê hoje é o governo municipal suscetível à influência de investidores privados, defensor dos grandes interesses econômicos, e permitindo o surgimento de graves irregularidades na administração pública. Kassab está tirando São Paulo dos trilhos e colocando de novo a cidade no rumo do caos e da desordem, como se via até o ano 2000.


Bancada de Vereadores do PT/SP
Ver. João Antônio
Líder da Bancada
Câmara Municipal de São Paulo

18/12/2008 - 18:55h França: as manifestações dos secundaristas não param

Les manifestations de lycéens ne s’essoufflent pas

LE MONDE

22/09/2008 - 12:39h Saúde é maior problema de SP para 23%, mostra Ibope

Se você preferir a “cidade da fantasia”, assista ao programa eleitoral de Kassab no horário gratuito. Se você quer saber o que acontece na cidade real, leia a seguir os resultados da pesquisa Ibope, assim como os artigos do jornal Diário de São Paulo de hoje, sobre a saúde.

Aliás, faça as duas coisas: leia os artigos e assista a “cidade da fantasia”. Você poderá constatar, como o tucano Clóvis Carvalho, que estão enganando você (Clóvis Carvalho não deveria rir à toa). LF

Agencia estado – G1 Portal Globo

Apesar de o trânsito dominar o debate na corrida pela Prefeitura de São Paulo, o principal problema da cidade, para os paulistanos, é a saúde. É o que mostra pesquisa Ibope divulgada hoje. De acordo com o levantamento, a saúde é citada como maior problema por 23% dos entrevistados. Em seguida aparecem o transporte, citado por 15%, e o desemprego, destacado por 13%. Poluição e segurança pública vêm depois, empatados com 11%, e educação, em seguida, com 5%.

O Ibope entrevistou 805 pessoas na capital paulista com mais de 16 anos entre os dias 5 e 11 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos porcentuais. De acordo com o levantamento, a situação do trânsito é “péssima” para 48% dos entrevistados. A poluição é avaliada como um problema muito grave por 61% dos entrevistados e grave por 33%.

Clique na imagem para ampliar e ler os artigos do Diário de S. Paulo 

saude_diario1.jpg

saude_diario2.jpg

saude_diario3.jpg

31/08/2008 - 09:40h Saúde é maior preocupação para 3 em cada 4 paulistanos

Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, a seguir vêm educação, prioridade para 53%, e segurança, com 41%

saude_uti1.jpg

Carlos Marchi – O Estado de São Paulo

A saúde é a questão que mais preocupa o cidadão de São Paulo. Para 74% dos eleitores paulistanos é o tema que mais deve merecer atenção do futuro prefeito, informa pesquisa Ibope contratada pelo Estado e pela TV Globo. Esta preocupação majoritária é que tem influenciado os candidatos a dedicar grande espaço de seus programas na propaganda gratuita no rádio e na televisão ao setor. As demandas dos paulistanos estão concentradas em três áreas: além da saúde, a educação foi citada por 53% dos eleitores e a segurança, por 41%.

Outras questões que têm potencial relevância não estão, no momento, entre as grandes preocupações do cidadão paulistano. O desemprego, que sempre comanda as demandas em vésperas de eleição, foi mencionado por 31% dos entrevistados. O trânsito caótico de São Paulo apareceu como problema para apenas 23% dos cidadãos, enquanto o transporte coletivo foi citado por 25%. A pesquisa pediu aos entrevistados que citassem as três áreas que mais os preocupavam no momento.

Outros assuntos que costumam merecer importância na avaliação da população foram pouco citados. Habitação, por exemplo, surge como problema para apenas 9% dos paulistanos; calçamento de ruas e avenidas foi mencionado por 5%; o problema do menor abandonado mobiliza só 8% dos cidadãos; a limpeza pública está preocupando apenas 4% e o meio ambiente, que costuma atrair o interesse de parcelas significativas da população, foi mencionado por 6%.

O comportamento do eleitor carioca repete, com ligeiras mudanças, o pensamento paulistano. Para 77% dos cidadãos da capital fluminense a saúde também é o problema que mais preocupa, seguida pela segurança pública, citada por 54%, e a educação, mencionada por 51%. No Rio, o desemprego preocupa menos ainda – o problema foi citado por apenas 21%. O trânsito carioca, tão ou mais caótico que o de São Paulo, preocupa apenas 8% dos eleitores. O transporte coletivo foi lembrado por 11%.

Belo Horizonte atribuiu o mesmo valor à questão da saúde, citada por 77%. A segunda grande preocupação dos mineiros é a segurança, observada por 58%, e a educação é demandada por 51%. No Recife, 71% dos eleitores citaram a saúde como tema central da municipalidade, enquanto 61% optaram pela segurança pública e 45% mencionaram a educação.

O critério mais usado pelo eleitor paulistano para escolher o seu candidato a prefeito é olhar o passado do político, forma apontada por 34% dos entrevistados. O segundo critério é o conjunto de propostas, citado por 33%.

Mas 16% ficam atentos ao currículo do candidato, 5% votam por causa do partido político a que o candidato é filiado e 4% admitem que escolhem pela simpatia. Uma parcela de 2% opta por um nome mediante indicação de outras lideranças e 1% vota por indicação de parentes, amigos ou vizinhos.

No Rio, o passado do candidato é o mais importante para 35%, seguido pelas propostas de governo, examinadas por 27%, e o currículo do candidato, considerado por 12%. Em Belo Horizonte, o passado do candidato mereceu 29% das citações, seguido pelas propostas de governo, com 28%, e o currículo, citado por 17%. O apoio político de outras lideranças foi mencionado por 8%. No Recife, ao contrário, as propostas de governo foram citadas por 39% e o passado do candidato foi lembrado por 26%.

RAIO X

A pesquisa Ibope, feita entre os dias 25 e 28, ouviu 1.001 eleitores em São Paulo, 1.001 no Rio de Janeiro, 805 em Belo Horizonte e 805 em Pernambuco. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95% – ou seja, de cada 100 pesquisas, 95 terão resultados dentro da margem.

10/04/2008 - 18:47h La contestation lycéenne contre les suppressions de postes prend de l’ampleur

AFP/BERTRAND GUAY
“On a atteint d’une certaine manière le point de non retour”, a expliqué le président de l’UNL, Florian Lecoultre.

Le Monde

Pour la cinquième fois en deux semaines, les lycéens se sont mobilisés, jeudi 10 avril, pour dénoncer les suppressions de postes dans l’éducation nationale. A Paris, de 30 000 à 40 000 manifestants, selon l’Union nationale lycéenne (UNL), étaient au départ du cortège reliant le jardin du Luxembourg à la station de métro Saint-François-Xavier, à proximité du ministère de l’éducation. La police avance le chiffre de 19 000 manifestants, soit deux fois plus que mardi.

En province, la mobilisation a aussi pris de l’ampleur. 5 500 lycéens et 400 fonctionnaires ont défilé dans la matinée à Grenoble, selon la préfecture de l’Isère. De légers incidents ont éclaté à la fin du défilé. A Lyon, un millier de lycéens ont défilé, soit le double de la manifestation de mardi. A Toulouse, les manifestants étaient 3 000 selon les organisateurs et 1 700 d’après la police, contre 400 il y a deux jours.

“ON A TOUS EU 16-20 ANS”

L’UNL et la Fédération indépendante lycéenne (FIDL) ont reçu le soutien d’une quinzaine d’organisations syndicales, d’enseignants, d’étudiants et de parents d’élèves. Dans un communiqué conjoint diffusé mercredi soir, ils ont réaffirmé leur “volonté commune de défendre le service public d’éducation aujourd’hui menacé”, notamment par les 11 200 suppressions de postes prévues cette année, dont environ 8 500 postes d’enseignants. Le secondaire devrait à lui seul perdre environ 8 800 postes.

L'image “http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2008/04/10/h_9_ill_1033292_lyceens.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs.

Pour le ministre de l’éducation nationale, Xavier Darcos, interrogé jeudi par Le Parisien, “le nombre de manifestants évolue dans des proportions raisonnables et reste très concentré sur l’Ile-de-France”. “Derrière l’écran parisien, moins de 2 % des lycées du pays sont bloqués”, assure-t-il. “On a tous eu 16-20 ans, tous pu être inquiets pour notre avenir. C’est naturel, inévitable même”, a ajouté le ministre. Un ton mâtiné de “paternalisme pour le moins poussiéreux”, accuse le Parti communiste dans un communiqué.
Selon le président de l’UNL, Florian Lecoultre, qui s’exprimait jeudi sur LCI, “en plus de cinq ans, on a accumulé 50 000 postes perdus”. “On a atteint d’une certaine manière le point de non-retour car à plus de trente-cinq par classe dans la plupart des établissements, c’est impossible d’étudier en terminale”, a ajouté le leader du syndicat lycéen.

Xavier Darcos justifie les réductions d’effectifs annoncées par les évolutions démographiques. Les effectifs du second degré ont baissé de 145 000 élèves en trois ans, et devraient encore reculer de 40 000 à la rentrée prochaine.

02/04/2008 - 03:15h Deixem Lula falar com a patuléia

ELIO GASPARI

FFHH era festejado em Oxford e Nosso Guia faz sua festa na periferia, cada um no seu galho

LULA CONSEGUIU construir sua agenda e ninguém conseguirá tirá-lo do trilho. É um cestão com progresso (5,4%) e aumento do consumo das famílias (13,4%). Há mais carne no prato e menos mês no fim do salário.
Nosso Guia impôs sua agenda falando diretamente à patuléia. É injusto querer limitar seus movimentos. Em 2002, quando FFHH recebeu seu 18º título de doutor honoris causa na Universidade de Oxford, vivia sua campanha, no mundo encantado que tanto aprecia. Pulando de palanque em palanque e torturando a gramática, Lula faz campanha em outro mundo, o de seus encantos.
Assim como a estabilidade da moeda saiu da agenda de FFHH , impondo-se a Lula e ao PT, o cestão de Nosso Guia haverá de demarcar os rumos da política brasileira por um bom tempo. Seria aquilo que o governador Aécio Neves chama de “Pós-Lula”.
O “Pós-Lula” já começou. É um quadro no qual não adianta xingar os programas sociais. O coração dessas iniciativas, como a leis trabalhistas de Getúlio Vargas, o fundo de garantia de Castello Branco, o Funrural de Emílio Médici, tornaram-se parte da sociedade brasileira. Podem mudar, mas não acabam. Pelo contrário, acabará quem propuser que acabem.
No bojo desse êxito está o desafio do “Pós-Lula”. Já não há cartões para distribuir ao andar de baixo. O baú da transferência de renda esvaziou-se, ajudando a criar um Brasil diferente. Não se trata mais de pensar na família que está na miséria, mas de milhões de pessoas que saíram dela, ou que viajaram no “elevador social”.
Coisas que hoje parecem idéias de jerico poderão entrar na agenda. Por exemplo: a universalização de um plano de saúde básico. É desnecessário lembrar que esse é um dos principais assuntos da campanha eleitoral americana. Seria necessário misturar o SUS com as operadoras de serviços privados. Coisa dificílima, mas, quando se trata de tungar a Viúva, é matéria fácil. Até hoje ela não conseguiu receber regularmente o dinheiro que gasta com o atendimento, na rede pública, de segurados de empresas privadas.
Por que São Paulo, como Nova York, Londres e Paris, têm bilhete único de transporte público, e o Rio de Janeiro não tem? Teria, segundo o governador Sérgio Cabral, no final deste ano, mas a promessa ficou para maio de 2009 e há um forte cheiro de empulhação no palavrório disponível. Por que o programa de regularização de lotes urbanos só é um êxito em Manaus?
No “Pós-Lula” será necessário mudar a qualidade da discussão de assuntos desse tipo. Em geral, os burocratas sacralizam um obstáculo e esterilizam as propostas. Assim, o ressarcimento do SUS não anda porque as operadoras vão à Justiça. Lorota. O jogo virará no dia em que o ministro da Saúde mostrar ao país o caso de um magano que paga ao plano de saúde e, tendo batido com o carro, foi para um pronto-socorro onde seu tratamento custou uma fortuna, mas o SUS levou um beiço.
No dia em que governadores e prefeitos botarem a boca no mundo, virarão o jogo dos transportes públicos em todas as cidades dominadas por cartéis semelhantes ao do Rio de Janeiro.
Na área da educação e da segurança pública, há dezenas de temas semelhantes. Cada um terá sua trava, mas nenhuma dessas travas resiste à exposição pública. Talvez a principal novidade do “Pós-Lula” seja que a patuléia veio para ficar.

22/02/2008 - 18:50h Manual de sexo para crianças cria polêmica na Espanha

kamasutra.jpg
ANELISE INFANTE
de Madri para a BBC Brasil

Um manual de educação sexual para crianças e adolescentes intitulado Sexo sem tabu, lançado pelo governo da Catalunha, na Espanha, provocou reclamações entre os pais católicos. O folheto aborda com naturalidade temas polêmicos, como a masturbação para menores de 16 anos.

Os manuais de 24 páginas para estudantes de 10 e 11 anos e de 32 páginas para os de 12 a 16 abordam, com ilustrações e linguagem simples, vários aspectos da sexualidade, desde as mudanças no corpo até a homossexualidade.

Algumas associações de pais estão se manifestando contra o uso do folheto nas aulas e, após uma reunião realizada no último sábado, decidiram enviar um manifesto ao secretário de Educação da Catalunha, Ernest Maragall.

Os pais pediram a retirada do manual das salas de aula porque julgam que os textos “não falam de valores, de confiança nem de família, só de sexo sem considerar a família”, de acordo com o manifesto.

“Um folheto sobre um tema como a educação sexual não pode ser entregue diretamente aos menores sem a autorização dos pais”, protestou a assessora de comunicação da Associação Européia de Pais, Remédios Falaguera, que participou da reunião.

O secretário da instituição, Carles Armengol, divulgou uma nota à imprensa. No comunicado, afirma que os conteúdos do manual são “avançados demais”.

“Acreditamos que abrangem determinados temas de forma prematura”, diz o secretário. “A Generalitat (governo estadual da Catalunha) pode informar sobre sexualidade, mas são os pais e os professores que devem educar.”

Nada de novo

O governo catalão minimiza a polêmica. A Secretaria de Educação disse à BBC Brasil que “as críticas vêm sendo feitas por setores minoritários” e que os manuais foram criados por especialistas.

“Nenhuma informação ali é nova para eles”, diz uma nota de imprensa assinada pelo diretor-geral do Departamento de Saúde Pública, Antoni Plasènsia.

Para o governo, os folhetos têm como objetivo ajudar os menores a conhecer o cuidado com o corpo e incentivar condutas saudáveis em relação à sexualidade.

“A diferença está na clareza e naturalidade com que trata os temas”, afirma a Secretaria de Educação catalã. “Por isso, chamou-se Sexo sem tabu.”

Os 400 mil manuais já começaram a ser distribuídos nas escolas catalãs. Os dedicados às crianças de 10 e 11 anos têm como título: Comigo também está acontecendo e com você?. Nos folhetos preparados para os adolescentes de 12 a 16 anos, o título é Seja seu.

A definição para masturbação de crianças de 10 e 11 anos é descrita no manual como “uma coisa natural, uma forma de conhecer seu corpo e ter novas sensações”.

O manual também retrata a situação de um casal de adolescentes que pretende iniciar sua vida sexual. Ao informar sobre os detalhes da experiência, deixa uma recomendação.

“Viva de acordo com seus gostos e preferências, explore seu corpo, tocando-se e tendo prazer”, diz o texto. “Se bem que nada é obrigatório”, acrescenta o manual

05/02/2008 - 14:02h Les élèves britanniques iront visiter le camp d’Auschwitz

 

Pour que les élèves britanniques n'ignorent pas l'Histoire, deux voyages vont être organisés par le ministère du Royaume-Uni pour visiter le camp d'Auschwitz, en Pologne. | ANTONIO REAL/GAMMA
ANTONIO REAL/GAMMA
Pour que les élèves britanniques n’ignorent pas l’Histoire, deux voyages vont être organisés par le ministère du Royaume-Uni pour visiter le camp d’Auschwitz, en Pologne.

Pour que les jeunes générations n’ignorent rien du génocide des juifs perpétré par les nazis, le ministère de l’éducation du Royaume-Uni a annoncé, lundi 4 février, le financement d’un voyage pour deux lycéens de chaque établissement scolaire au mémorial d’Auschwitz-Birkenau, à Oswiecim (Pologne). Accompagnés de survivants des camps d’extermination, les élèves de “sixth form” – équivalent de première et terminale – se rendront pendant une journée dans ce lieu où furent exterminées un million de personnes. Pour les 6 000 à 8 000 lycéens sélectionnés chaque année, la visite comprendra l’obligation de participer à des conférences préparatoires, puis à des comptes rendus devant les autres élèves. Le ministre adjoint de l’éducation, Jim Knight, s’est engagé à prendre en charge les deux tiers du coût du voyage, soit environ 260 euros par personne, la différence restant à la charge des établissements scolaires. Le dispositif, qui fonctionnait à titre expérimental depuis 2006, sera financé au moins jusque 2011.

En France, l’association Le Mémorial de la Shoah emmène chaque année plusieurs milliers de lycéens de première et de terminale à Auschwitz, sélectionnés en fonction du projet pédagogique de leur établissement. Vingt-quatre classes prennent part à l’opération en Ile-de-France, et neuf académies de province y participent par roulement. LE MONDE

03/02/2008 - 14:06h “Educação, CEU e Cidade”

fabrice-e-flavio-au-ceu-e-sp-020.jpg

Seminário e Lançamento do livro “Educação, CEU e Cidade – breve história da educação nos 450 anos da cidade de São Paulo”. O livro foi feito durante o ano de 2004 e tem duas partes: a primeira sobre a história da educação e a segunda sobre o CEU, com depoimentos dos gestores, dos técnicos e da comunidade. Todos os primeiros 21 CEUs aparecem e no livro são abordados os aspectos da implantação dos mesmos.

 

O livro é um registro sobre todo o processo de criação e implantação dos Centros Educacionais Unificados na cidade de São Paulo, cujo conceito esta sendo adotado em várias partes do mundo e no Brasil.

Quem quiser ir no seminário não esqueça de enviar email confirmando para mazarattini@yahoo.com.br. São só 150 vagas. O lançamento será aberto.

Depois do lançamento o livro será enviado para cada escola municipal e bibliotecas e estará sendo vendido em livrarias.

Repassem o convite para todas as pessoas que vocês conheçam que participaram dessa experiência ou para aqueles que queiram conhecer mais sobre os conceitos do CEU.

Educação, CEU
e Cidade
S e m i n á r i o
e
L a n ç a m e n t o d o L i v r o
1 8 F e v e r e i r o 2 0 0 8
F U N A R T E
OG DÓRIA e MARIA APARECIDA PEREZ (org)

29/01/2008 - 12:17h Ode a McDonnald

manif_france.jpg

O caderno Ilustrada da Folha traz hoje um artigo de João Pereira Coutinho, com título “A velha besta”. Um primór apologético do capitalismo. Deveria se chamar “Ode a McDonnald”.

Atacando o sistema educacional europeu pela sua reticência a fazer apologia do sistema, seus valores e o mercado, atribui-le a responsabilidade pelas dificuldades econômicas do velho continente.

Peremptório, proclama: “Nos bancos da escola, os franceses não aprendem as leis básicas da oferta e da procura. Mas aprendem a combater “la McDonaldisation du monde” e, como resultado, a economia gaulesa floresce rumo ao abismo”.

Fora não ser verdade que os franceses não aprendem as leis básicas da oferta e da procura (o presidente do FMI é um francês), o paradoxal é que combater a “McDonalisation du monde” é tida como responsavél do declinio economico da França, o que é uma burrada monumental.

O país do McDonald, graças ao reino absoluto do mercado e a falta de regularização, levou a um abalo da economia mundial em seu conjunto.

Se a França vai para o abismo, após 6 anos de governos de direita, é por tentar aplicar as receitas do neoliberalismo, as mesmas receitas que aprendidas nas escolas fundamentalistas do monetárismo yankee estão levando os Estados-Unidos a recessão e milhões de americanos a perda de suas própriedades.

Ainda bem que a educação na Europa, em particular na França, prepara as pessoas para ser cidadãs, críticas. O sonho dos bajuladores do liberalismo era que as preparasse exclusivamente a servir ao capital. O sonho de todos os escravistas.

LF

A seguir o artigo
(mais…)

04/12/2007 - 19:14h Brasil melhora em matemáticas e leitura, mas falta muito!

Pisa 2006

Alunos brasileiros estão entre os piores em matemática, mas país progride na qualidade do ensino da matéria

 

O Globo Online, com agências internacionais e Demétrio Weber – O GloboRIO – Os alunos brasileiros estão entre os piores em conhecimentos de matemática e capacidade de leitura, segundo o relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa 2006) elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com a pesquisa, que analisou as habilidades de 400 mil alunos na faixa dos 15 anos em 57 países em 2006, o Brasil foi o quarto pior no ranking de matemática, e o pior entre os países sul-americanos, mas também obteve o quarto maior progresso se comparado a 2003. Os alunos brasileiros marcaram 370 pontos em matemática, 13 a mais do que em 2003, quando foi feita a última sondagem. Superado neste quesito apenas por Indonésia, México e Grécia, o país, no entanto, não obteve resultados expressivos nas demais categorias do estudo, que analisa conhecimentos científicos, lingüísticos e matemáticos.

 

Apesar de ser o pior resultado, foi em matemática que mais conseguimos evoluir (Reynaldo Fernandes, presidente do Inep)


(mais…)

15/10/2007 - 17:30h CNT/SENSUS: Expectativa

EMPREGO

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 46,5 50,6
Vai ficar igual 28,9 27,7
Vai piorar 19,4 15,9
NS/NR 5,3 6,0

RENDA
MENSAL

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai aumentar 44,0 45,9
Vai ficar igual 36,3 37,8
Vai diminuir 15,0 10,9
NS/NR 4,8 5,5

SAÚDE

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 45,4 43,6
Vai ficar igual 29,9 32,3
Vai piorar 20,1 19,6
NS/NR 4,7 4,7

EDUCAÇÃO

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 50,4 47,8
Vai ficar igual 28,8 33,0
Vai piorar 16,8 14,8
NS/NR 4,1 4,6

SEGURANÇA
PÚBLICA

Próximos
6 meses

JUN
07

%

OUT
07

%

Vai melhorar 36,9 37,6
Vai ficar igual 28,2 30,3
Vai piorar 30,8 27,1
NS/NR 4,2 5,1