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	<title>Blog do Favre &#187; eleições presidenciais</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Outra vez orgulhosos, argentinos votam para consagrar Kirchners</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 14:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cristina Fernandez de Kirchner votou em Rio Gallegos
Gratos por recuperação econômica, eleitores do interior e das classes mais baixas deve eleger Cristina presidente
Ariel Palacios e  Roberto Lameirinhas,  BUENOS AIRES
  Os argentinos vão hoje às urnas para &#8211; a confirmar-se a quase totalidade das pesquisas &#8211; assegurar a continuidade do governo do presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RySY3T_17qI/AAAAAAAABPU/wM89BcqIKO8/s1600-h/Cristina_Kichner_votando.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><span style="font-size: 78%">Cristina Fernandez de Kirchner votou em Rio Gallegos</span><img src="http://bp0.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RySY3T_17qI/AAAAAAAABPU/wM89BcqIKO8/s400/Cristina_Kichner_votando.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126390351882743458" border="0" height="160" width="281" /></a><br />
<span class="sinopse">Gratos por recuperação econômica, eleitores do interior e das classes mais baixas deve eleger Cristina presidente<!-- ### fim_olho --></span></p>
<p><span class="credito"><em><!-- ### inicio_assinatura -->Ariel Palacios e  Roberto Lameirinhas,  BUENOS AIRES<!-- ### fim_assinatura --></em></span></p>
<p><span class="not"> <!-- ### inicio_texto --> Os argentinos vão hoje às urnas para &#8211; a confirmar-se a quase totalidade das pesquisas &#8211; assegurar a continuidade do governo do presidente Néstor Kirchner. Desta vez, por intermédio da mulher dele, a senadora Cristina Fernández de Kirchner.</span></p>
<p><img src="http://www.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />  <a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=391" target="_blank"><u> Leia</u></a> mais sobre as eleições</p>
<p>Embalado principalmente pelo apoio do interior &#8211; onde programas assistenciais do governo ajudaram a recuperar a economia após os anos de aperto fiscal de Carlos Menem e Fernando de la Rúa -, o casal Kirchner resistiu às denúncias de corrupção e à escalada da inflação. Assim, Cristina deve obter entre 41% e 49% dos votos. Pela legislação argentina, ela precisa de pelo menos 40% para vencer já no primeiro turno, caso tenha uma vantagem de mais de 10 pontos porcentuais sobre o segundo colocado.</p>
<p>A segunda no páreo é a centro-esquerdista Elisa Carrió, candidata da Coalizão Cívica, que tem entre 16% e quase 22% das intenções de voto. Nos últimos dias, Carrió apelou aos indecisos (que na semana passada oscilavam entre 7% e 18%) para dar uma virada e levar o governo a um segundo turno. Nunca na história argentina duas mulheres lideraram as pesquisas presidenciais.</p>
<p>Ao Estado, Elisa disse que ainda mantém esperança de que Cristina não chegue aos 40%. &#8216;As pesquisas mostram que a maioria da população, mais de 50%, quer a vitória da oposição&#8217;, afirmou. &#8216;Ela é Golias, eu sou Davi.&#8217;</p>
<p>Vinte e sete milhões de argentinos estão inscritos para a eleição de hoje, que definirão também o vice-presidente, a metade dos ocupantes da Câmara dos Deputados, um terço dos senadores e 8 dos 23 governadores provinciais, além de centenas de deputados locais e intendentes (prefeitos). Os candidatos kirchneristas são favoritos em praticamente todas essas disputas.</p>
<p>Kirchner assumiu a presidência em 2003, quando 57% dos argentinos viviam mergulhados na faixa de pobreza. Depois de declarar a suspensão unilateral do pagamento de parcelas da dívida externa, vender títulos da dívida para a Venezuela de Hugo Chávez, promover a retomada do crescimento do país e investir pesado nos programas sociais destinados à população mais pobre, Kirchner conseguiu reduzir o índice de pobreza para 27%, em 2006. Durante seu mandato, o país tem crescido em média 8% por ano. Em 2002, o salário mensal médio dos 10% mais pobres era de 109 pesos (US$ 34); hoje é de 337 (pouco mais de US$ 110).</p>
<p>A oposição contesta alguns números, como o da inflação. Oficialmente, o índice acumulado neste ano até setembro é de 9%. Mas consultorias privadas estimam a inflação real em torno de 20%. Independentemente da controvérsia, os resultados econômicos garantem a popularidade do presidente.</p>
<p>Segundo as pesquisas, Cristina tem vantagem esmagadora no interior do país e nas classes baixa, média-baixa e média &#8211; esta última, recuperada da ruína da crise de 2001-2002. O país, que contava com 14 moedas paralelas emitidas pelas províncias, sem lastro nenhum, atualmente utiliza somente a moeda federal, o peso.</p>
<p><strong>APATIA</strong></p>
<p>A apatia marcou a campanha eleitoral &#8211; que na Argentina é feita com poucos comícios, publicidade paga na TV e nenhum debate entre candidatos. Uma pesquisa da consultoria Delfos indica que a abstenção pode ser de até 30%.</p>
<p>Esse seria o nível mais baixo de participação desde o retorno da democracia, em 1983. Naquele ano, 86% dos eleitores votaram. Na eleição passada, em 2003, votaram 78% dos eleitores.</p>
<p>Os analistas afirmam que a falta de interesse se deve à pouca diferença de propostas entre Cristina e os candidatos da oposição. Os opositores estão de acordo com os principais pontos da política econômica e apenas sugerem &#8216;correções&#8217; no rumo.</p>
<p>A campanha kirchnerista usa a imagem de Cristina e o slogan &#8217;sabemos o que falta e sabemos como fazer&#8217;. Nos táxis, bares e barbearias de Buenos Aires &#8211; tradicionais locais de discussões políticas -, o humor ácido dos portenhos não resiste à pergunta: &#8216;Se ela sabe, por que não contou para o marido?&#8217;</p>
<p>A verdade é que a auto-estima dos argentinos renasceu. Kirchner, com esperteza, explorou esse fator na reta final da campanha.</p>
<p>O analista Carlos Fara indica que Kirchner é favorecido pela mudança do ânimo dos argentinos em relação ao país e suas vidas pessoais. Kirchner também se aproveitou do cenário de uma oposição fragmentada, sem estímulo e imersa em lutas de egos entre seus líderes (ler mais na pág. 19).</p>
<p>O sociólogo Artemio López, diretor da consultoria de opinião pública Equis, destaca que Kirchner foi eleito em 2003 com 22% dos votos. Em 2005, na eleição parlamentar de meio de mandato, os candidatos kirchneristas obtiveram 39% do total de votos do país. López afirma que uma eventual votação de mais de 40% indicaria que os Kirchners estão aumentando e consolidando gradualmente um eleitorado fiel.</p>
<p><strong>DENÚNCIAS</strong></p>
<p>Diversas ONGs denunciaram sexta-feira a presença de nomes de pessoas mortas em listas de eleitores em todo o país. Entre elas, desaparecidos da ditadura (1976-83), além de soldados mortos em combate na Guerra das Malvinas (1982).</p>
<p><strong>GLOSSÁRIO DAS URNAS</strong></p>
<p><strong>El Pingüino:</strong> O Pingüim, apelido de Kirchner em alusão a sua região natal, a Patagônia</p>
<p><strong>La Pingüina:</strong> Apelido de Cristina Kirchner</p>
<p><strong>Rainha Cristina:</strong> Outro apelido da primeira-dama, pela pose considerada arrogante e tom autoritário</p>
<p><strong>&#8216;Es too much&#8217;:</strong> Expressão em &#8217;spanglish&#8217; usada por Cristina para &#8216;ah, não, isso é demais!&#8217;</p>
<p><strong>Inferno e Purgatório:</strong> Metáfora referente à &#8216;Divina Comédia&#8217;, de Dante, normalmente utilizada por Kirchner. Segundo ele, a Argentina está saindo do &#8216;Inferno&#8217; da crise e aproxima-se do &#8216;Purgatório&#8217;</p>
<p><strong>La Gorda:</strong> Apelido de Elisa Carrió, líder da centro-esquerdista Coalizão Cívica</p>
<p><strong>El Pálido:</strong> Apelido do ex-ministro Roberto Lavagna, líder do partido Uma Nação Avançada</p>
<p><strong>El Sillón de Rivadavia:</strong> A poltrona de Rivadavia, denominação da cadeira presidencial. É sinônimo de &#8216;Presidência da República&#8217;. O nome remete a Bernardino Rivadavia, primeiro presidente argentino</p>
<p><strong>Casa Rosada:</strong> Nome da sede do governo, que a partir de 1860 começou a ser pintada de cor-de-rosa. Segundo uma versão, a cor era o resultado do branco e do vermelho, que representavam as duas facções da guerra civil que se seguiu à independência. Outra versão diz que o rosa resultou da mistura de sangue de boi e cal, forma barata de pintar o prédio. A terceira diz que, na época, o rosa era a cor da moda na arquitetura</p>
<p><strong>Radicais-K:</strong> Integrantes da União Cívica Radical, rival histórica do peronismo, que se alinharam a Kirchner &#8211; como o vice de Cristina, Julio Cobos</p>
<p><strong>Coima:</strong> Suborno preparado, organizado</p>
<p><strong>PESQUISA</strong></p>
<p><strong>46,7% </strong><br />
dos eleitores devem votar em Cristina Kirchner, segundo pesquisa do instituto<br />
Poliarquia</p>
<p><strong>21,8% </strong><br />
do eleitorado devem apoiar Elisa Carrió</p>
<p><strong>14,3%</strong><br />
dos eleitores devem optar por Roberto Lavagna</p>
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		<title>Cristina&#8217;s challenges</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 15:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
From the Economist Intelligence Unit ViewsWire &#8211; The Economist
Winning the election in Argentina will only be the start
Cristina Fernández de Kirchner, wife of Argentina’s current president, is certain to be elected to succeed her husband, probably in a first-round vote on October 28th. She will achieve this with ease—thanks to Néstor Kirchner’s popularity and a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp3.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RyIL1j_17nI/AAAAAAAABO8/-WKcX4M-FrE/s1600-h/Cristina_habanera.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp3.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RyIL1j_17nI/AAAAAAAABO8/-WKcX4M-FrE/s400/Cristina_habanera.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125672340725034610" border="0" height="205" width="330" /></a><br />
From the Economist Intelligence Unit ViewsWire &#8211; The Economist</p>
<h2>Winning the election in Argentina will only be the start</h2>
<p>Cristina Fernández de Kirchner, wife of Argentina’s current president, is certain to be elected to succeed her husband, probably in a first-round vote on October 28th. She will achieve this with ease—thanks to Néstor Kirchner’s popularity and a weak and fragmented opposition—and without laying out a detailed policy platform. However, she will not be able to evade the host of challenges that await her, including an overheating economy, rapidly accelerating inflation, energy shortages and lingering social tensions.</p>
<p>To win in the first round, Mrs Kirchner, of the centre-left Frente para la Victoria (FV), will need to garner either 45% of the vote or 40% with a ten-percentage-point margin over her nearest rival. During the week prior to the election, several opinion polls have indicated that she will reach this threshold. She has maintained a significant lead over the other candidates throughout the campaign, and this has enabled her to give only sketchy suggestions of her policy priorities, and to spend much of the campaign period travelling abroad.</p>
<h2>More of the same?</h2>
<p>Her husband, Mr Kirchner, has pursued a series of interventionist and stimulative economic policies—such as strong fiscal spending, price accords and a weak currency—to help boost the recovery from the economic crisis and financial collapse of 2001-02. While Chinese-style growth of more than 8% in the last four years and a slashing of unemployment have underpinned his popularity, his administration has not been without its setbacks. These include a loss for political allies in several recent local elections (including in the contest for the federal district), corruption scandals, renewed power cuts, and social unrest in the provinces and in the capital.</p>
<p>Concerns about transparency and the independence of institutions have also been raised, given Mr Kirchner&#8217;s tendency to concentrate power in the presidency (which his wife is expected to continue). These concerns have grown since early this year, when the government intervened in the national statistics institute. Authorities are believed to have “fixed” inflation data so that they appear more favourable than the real figures (largely by altering the composition of the consumer price index) in the run-up to the election. According to official statistics, annual inflation was at 8.6% in September; according to independent estimates, it is actually running at closer to 15-20%.</p>
<p>Opposition candidates have latched on to the inflation problem, and it has become a key election theme. There also have been a number of protests and boycotts over rising food prices in recent weeks. But in the face of robust economic growth, Mrs Kirchner&#8217;s own high popularity has not been dented, and her electoral prospects are secure. A more testing time may come after the election, when she will face the challenge of reining in inflation and engineering a soft landing for the economy.</p>
<p><a title="incompatible_policies" name="incompatible_policies"></a></p>
<h2>Incompatible policies</h2>
<p>Mrs Kirchner&#8217;s plans for the next administration remain vague. She has been notably absent on the campaign trail in Argentina, focusing instead on visiting foreign leaders and business investors in the region and in the US in recent months. Mrs Kirchner has said only that she will aim to forge a social pact between government, business and unions; will revisit how inflation is measured (to rebuild confidence in official data); and may gradually raise utility rates. By speaking at investors forums abroad, she has also raised expectations that she might address the issue of holdout creditors who did not participate in Argentina’s massive 2002 debt restructuring.</p>
<p>However, specifics probably will only come after inauguration day, December 10th, and the selection of her cabinet. Since she lacks administrative and executive experience of her own, her choices will be revealing of her likely policies, and should indicate whether they will amount to changes of substance, or only of style.</p>
<p>Argentina’s current policy goals are largely incompatible: maintaining strong economic growth, holding on to the twin (fiscal and current-account) surpluses, keeping inflation at single-digit levels, maintaining a weak currency and minimising rises in interest rates. Changes will be needed if Argentina is to avoid a hard landing for the economy in the medium term. But this could prove tricky.</p>
<p>Efforts will have to be made to tame inflation while also eliminating price distortions and easing price controls that have discouraged investment in areas such as energy and utilities. Fiscal spending should also be reduced to prevent an erosion of public finances, and private investment encouraged to fill the gap as economic growth slows.</p>
<p>Seen as more of a negotiator, Mrs Kirchner might find it easier to make such adjustments and adopt other unpopular measures than her husband (although he may well announce some of these measures during the transition period to cushion the impact on his wife&#8217;s popularity). But does she have the will?</p>
<p>The Economist Intelligence Unit’s baseline forecast assumes that a moderate adjustment in macroeconomic policy, including some tightening of monetary policy, will be made soon after the election, and will ensure a relatively smooth transition. But this is far from assured. And if the problems—particularly inflation—worsen, Mrs Kirchner’s current popularity and fresh image may quickly wear away.</p>
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		<title>El matrimonio Kirchner, la prensa y la inflación</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 00:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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La candidata favorita a la presidencia argentina, Cristina Fernández, rompe el bloqueo a la prensa y concede una entrevista a un medio local
       JORGE MARIRRODRIGA - Buenos Aires
EL País

La campaña electoral en Argentina finaliza hoy con las mismas previsiones con las que comenzó: la candidata oficialista, Cristina Fernández de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/Rx_g0j_17kI/AAAAAAAABOk/xUkrRa3AFbg/s1600-h/Cristina_Kichner4.jp.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp0.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/Rx_g0j_17kI/AAAAAAAABOk/xUkrRa3AFbg/s400/Cristina_Kichner4.jp.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125062094591749698" border="0" /></a></p>
<h3>La candidata favorita a la presidencia argentina, Cristina Fernández, rompe el bloqueo a la prensa y concede una entrevista a un medio local</h3>
<p><!-- google_ad_section_end() -->       <strong>JORGE MARIRRODRIGA</strong> <em>- Buenos Aires</em></p>
<p><em>EL País<br />
</em><br />
La campaña electoral en Argentina finaliza hoy con las mismas previsiones con las que comenzó: la candidata oficialista, Cristina Fernández de Kirchner, tiene grandes posibilidades de ser elegida el próximo domingo como presidenta de Argentina sin necesidad de una segunda vuelta.</p>
<p>La única gran novedad es que la candidata Fernández ha concedido una entrevista a un medio de comunicación local, un hecho que en una elección en cualquier otro lugar del mundo no pasa de ser algo habitual y sin embargo en Argentina adquiere el rango de acontecimiento especial, dado el bloqueo a la prensa que ha caracterizado a la Administración del marido de la candidata, el presidente Néstor Kirchner.</p>
<p>Los Kirchner consideran, y así lo han declarado en público, que los medios de comunicación son un elemento distorsionador en la relación entre el gobernante y el gobernado y de ninguna manera constituyen un elemento necesario en una democracia. En consecuencia, el silencio es la política oficial de comunicación de la Presidencia de la República, cuyas opiniones y reflexiones sobre cualquier tema son conocidos sólo mediante los discursos oficiales de Kirchner, una estrategia denominada por importantes periodistas argentinos como “la dialéctica del atril”.</p>
<p>La esposa del mandatario y candidata del Frente Para la Victoria (FPV) sigue, en esto y en todo lo demás, la línea del presidente. De hecho, comparte portavoz con su marido.</p>
<p>Ayer mismo, en un almuerzo con empresarios, Fernández aseguró que la prensa “distorsiona” la realidad en lo relacionado con la inflación, ese fenómeno económico que, según alguno de los ministros del presidente, “no existe” en Argentina.</p>
<p>Una opinión que no comparten los ciudadanos que desde hace tres días han iniciado un boicot contra el precio de las patatas, después de lograr la semana pasada con una medida similar que las hortalizas dieran marcha atrás en una subida que en productos como el tomate llegó al 200%. En paralelo, los taxis de Buenos Aires se disponen a subir sus tarifas en un 20%.</p>
<p>En la entrevista que ha concedido a una emisora de radio porteña, Fernández pidió “no preocuparse sino ocuparse” de la inflación e insistió en que las cuestionadas cifras oficiales sobre el incremento de precios son las reales.</p>
<p>Pero precisamente ayer la provincia de Mendoza volvió a denunciar que las cifras que ha enviado a Buenos Aires para que se elabore el índice de septiembre han sido manipuladas a la baja. La provincia comunicó al Instituto de Estadística (Indec), intervenido por el Gobierno, que la inflación de septiembre es del 1,7%, pero el Indec dice que es apenas del 0,8%.</p>
<p>Según Fernández, la polémica sobre la inflación ha sido instalada en la opinión pública por los partidos opositores.</p>
<p>Para la noche de ayer estaba previsto que la candidata del FPV apareciera entrevistada en un programa de televisión por dos conocidos periodistas y así se produjera un hecho inédito desde que Kirchner accediera a la presidencia y la candidata se convirtiera en primera dama: dos entrevistas en un día.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Los ángeles de Cristina: una cuestión de género</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2007/10/los-angeles-de-cristina-una-cuestion-de-genero/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 17:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Chicas K]]></category>
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		<description><![CDATA[La defienden públicamente y se entusiasman con la posibilidad de que, por primera vez, la Argentina sea gobernada por una mujer con vuelo político propio. Quiénes son y cómo juegan &#8220;las cristinas&#8221;



 Por Laura Di Marco &#8211; La Nación


Foto: Arte de tapa: Mariana Trigo Viera
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      [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="trebuchet13"><strong>La defienden públicamente y se entusiasman con la posibilidad de que, por primera vez, la Argentina sea gobernada por una mujer con vuelo político propio. Quiénes son y cómo juegan &#8220;las cristinas&#8221;<br />
</strong></span></p>
<p><span class="trebuchet13"><strong><strong><br />
</strong></strong></span></p>
<p><span class="trebuchet13"><strong><strong> Por Laura Di Marco &#8211; La Nación</strong></strong></span></p>
<p><span class="trebuchet13"></span></p>
<p><a href="javascript:void(0)" onclick="javascript:VentanaAbrir('http://www.lanacion.com.ar/Varios/GaleriaImagenes/GaleriaImagenes.asp?nota_id=948499&#038;imagen_id=724566&#038;categoria_id=812', 'galeriaImagenes', 700, 530, 'no')"><img src="http://www.lanacion.com.ar/anexos/imagen/07/724566.JPG" class="terceraFoto" width="216" /></a><br />
<span style="font-size: 78%"><span class="tahomaEstiloGrisMedio">Foto: Arte de tapa: Mariana Trigo Viera</span></span></p>
<p class="espacio5">&nbsp;</p>
<p>     <!--LINEA GRIS--></p>
<p class="espacio10">&nbsp;</p>
<p class="espacio15">&nbsp;</p>
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<p>    <!-- /BANNER -->      Se las conoce como las &#8220;chicas&#8221; K, las <span class="color"><strong>cristinas</strong></span> o las generalas. Forman la red política femenina que rodea y contiene políticamente a Cristina Kirchner, a quien consideran la primera mujer que podría llegar al sillón de Rivadavia con vuelo propio. Creen que tener una presidenta -así, como le gusta ser llamada a Cristina: &#8220;presidenta&#8221;- es un símbolo que impactará fuerte sobre el resto del universo femenino. Por eso se enojan cuando la firmeza de la jefa es confundida o, mejor, traducida, en el lenguaje de los prejuicios machistas, como un modelo de dirigencia &#8220;fálico&#8221;.</p>
<p>Es que esta red de mujeres K, que circunda el proyecto presidencial de la primera dama, fue imaginada e impulsada por algunos funcionarios de la Casa Rosada, precisamente con ese fin: ablandar la dureza con que la candidata suele aparecer ante las cámaras, donde siempre tiene el dedo levantado como si estuviera retando a un opositor imaginario. La idea es darle un toque emocional, más humano, a este personaje que ella encarna, de alta ejecutiva del poder, eficiente y eficaz, pero formateada en acero.</p>
<p>No es causal entonces que todas las chicas K hayan resaltado, en diálogo con este diario, lo buena mamá que es Cristina con Florencia, su hija adolescente, lo pendiente que en verdad está de ella y lo emocional que es realmente, en su intimidad. Verdad o no, lo cierto es que quienes la frecuentan aseguran que Cristina no es tan dura en privado como su áspero personaje público, identificado con la Evita combativa del puño crispado.</p>
<p>Las <span class="color"><strong>cristinas</strong></span> parecen de veras convencidas de que, con la jefa K en el poder, se viene un cambio real y que será ella quien se saque de encima a los impresentables; es decir, será Cristina quien excluya de su futuro equipo, que podríamos llamar neo K, a los funcionarios más cuestionados de la administración de su marido. &#8220;Eso esperamos todas y, bueno, creo que&#8230; Cristina lo va a hacer&#8221;, dice una legisladora muy conocida.</p>
<p>Se enojan cuando la llaman &#8220;reina Cristina&#8221;, como ocurrió la última semana en la gira por Estados Unidos, donde el prestigioso <em> The New York </em> la nombró así. &#8220;Esto no tiene remedio; antes nos criticaban porque no nos ocupábamos de las relaciones internacionales, porque estábamos aislados y reclamaban un cambio -tercia Vilma Ibarra, una de las mujeres que rodean a la primera dama-, y, ahora que profundizamos el cambio, nos critican porque no nos ocupamos lo suficiente de las cuestiones domésticas&#8221;.</p>
<p>Las <span class="color"><strong>cristinas</strong></span> se entusiasman, también, con un dato, que fue referido por más de una: el interés de la candidata en preguntarle -y más de una vez, dicen- al presidente ecuatoriano, Rafael Correa, cómo le estaba yendo con su gabinete feminizado. Es que Correa, con quien estuvo recientemente en el viaje a Estados Unidos, implementó, igual que el español Zapatero, el cupo femenino del 50 por ciento para el gabinete nacional.</p>
<p>La defienden, la explican. Se irritan especialmente cuando consideran que muchas veces se le enrostran a Cristina defectos que serían virtudes si el candidato portara testosterona. &#8220;Firmeza en las mujeres es antipático, mientras que en los hombres es símbolo de decisión. Y audacia es locura&#8221;, acerca Gabriela Cerruti, recientemente sumada a las filas K.</p>
<p><strong> Las generalas </strong></p>
<p>Hace un par de meses se relanzó, con un acto en el Museo Evita, el grupo &#8220;Las generalas&#8221; -tomaron su nombre del restorán &#8220;El general&#8221;, donde se reunían a cenar- , un espacio originalmente integrado por la titular del Pami, Graciela Ocaña, la cordobesa Patricia Vaca Narvaja, la senadora mendocina Marita Perceval (es la más cercana a Cristina y quien oficia de mensajera entre el Senado y sus compañeras) y la especialista en temas de género Juliana Di Tullio. Y a estas pioneras cristinistas se fueron agregando otras mujeres K, en un armado que podríamos llamar femenino transversal. Entre ellas, la senadora Vilma Ibarra, la economista Mercedes Marcó del Pont, la ex periodista Gabriela Cerruti, sumada recientemente al kirchnerismo; la bonaerense María Laura Leguizamón, la más cercana afectivamente (Leguizamón asegura que es amiga personal de Cristina, quien la ayudó durante su embarazo &#8220;dándole consejos&#8221;); Cristina Alvarez Rodríguez, sobrina nieta de Evita, y Beatriz Nofal, presidenta de la Agencia Nacional de Desarrollo de Inversiones, que viajó con los Kirchner en la comitiva que fue a Estados Unidos.</p>
<p>Claro que, si bien estas son las caras más visibles, no son las únicas. Hay algunas que, aunque a mayor distancia o en cargos menores (legisladoras porteñas, por ejemplo), se van sumando o querrían sumarse. Y también están las que mienten o exageran una supuesta cercanía a la primera dama para usarla como arma de marketing electoral.</p>
<p>Claro que, antes de seguir avanzando, debemos dejar algo en claro: no existe nada parecido a una mesa chica de mujeres con Cristina; tampoco lo que podríamos llamar un &#8220;entorno femenino&#8221;, sencillamente porque esta candidata llega a su campaña presidencial sin entorno, toda una rareza en la política criolla.</p>
<p>O mejor, su entorno es el cerrado, de siempre: el inseparable secretario de Legal y Técnica, Carlos Zanini; Alberto Fernández, y su propio esposo, quien la última semana ensayó en Nueva York el rol de &#8220;primer caballero&#8221;, dejándole toda la escena política a su mujer.</p>
<p>La senadora no tiene una rutina de encuentros con sus seguidoras, no trabaja en equipo con ellas. Más aún, con algunas jamás se reunió personalmente. Ellas, las generalas y las otras, sí se juntan en cenas y reuniones e intercambian <em> papers </em> para un potencial futuro gobierno. Pero, ¿cuál es su rol, entonces? Ocaña lo explica, en nombre de las generalas: &#8220;Desde que estoy en la función pública, no he visto a Cristina más que cinco o seis veces. Ella me llama por teléfono cuando necesita consultarme algo por mi especialidad: temas de salud, jubilados o alguna cosa vinculada al Hospital Francés. Nos llama a cada una por temas. Y nosotras queremos tener a una mujer presidenta, como le gusta decir a Cristina. Por eso la estamos apoyando&#8221;.</p>
<p>En efecto, Cristina las convoca por temas; con todas usa la misma metodología. Las llama por teléfono y cuando ella lo necesita. Las cuatro mosqueteras cristinistas, que habían nacido en 2005 para acompañar su campaña de senadora, volvieron a reunirse para esta campaña, en la misma sintonía. Cenan en Puerto Madero o desayunan en el mítico Tortoni, sobre avenida de Mayo. Y cada reunión tiene un tema.</p>
<p>&#8220;Cristina sabe poner distancia, es una mujer difícil. Elige con quién está y es reactiva -acerca un funcionario que habita en la Casa Rosada, que la trata a menudo y apoyó, en su momento, la red de contención femenina-. Es, en los hechos, menos caprichosa que Kirchner, aunque parezca que es más. Y cuando paga un costo, sabe por qué lo pagó. Le cuesta mucho admitir errores en público. Y cuando alguien le señala algo, repele pero guarda. Te das cuenta de que guarda porque pasan los días y admite su error, pero jamás te va a dar la derecha; te dice que rectificó porque lo leyó en algún lado, no porque se lo dijiste vos o se lo sugirió otro u otra&#8221;.</p>
<p>Uno de las voces jóvenes y respetadas del oficialismo, el politicólogo y subscretario de la Gestión Pública, Juan Manuel Abal Medina, explica las cosas de otro modo: &#8220;Cristina debe liderar en un ámbito machista, y esa cultura se expresa en las críticas hacia su vestimenta o las cosas que compra. Esos cuestionamientos tienen que ver con que es mujer y con los miles de años de subordinación que afectan a muchas mujeres que, paradójicamente, también sostienen esa cultura. Me parece que, por eso, el enojo con Cristina se nota más en las mujeres&#8221;.</p>
<p>Hay algo curioso en esta dinámica entre Cristina y las mujeres. Varias dirigentes K aceptan, en estricto <em> off the record </em> , que la candidata genera rechazo en algunas franjas del electorado femenino -sobre todo en las más cultas y urbanas-, y que tiene más facilidad para captar el voto de los hombres que el de las mujeres. Y que es por esa dificultad que la primera dama empezó a incluir en sus discursos, sobre todo en los que pronuncia frente a auditorios femeninos, en clave de género, una agenda que, se sabe, jamás le interesó. En algunos actos llegó a llamar a sus interlocutoras &#8220;hermanas&#8221;.</p>
<p><strong> Sedal te despeina </strong></p>
<p>Pero esta percepción no parece corroborarse en las mediciones. No surge, al menos, de la última encuesta realizada por la consultora Poliarquía. En todo el país, casi no se ven preferencias de género sino más bien un voto uniforme, marcado por la variable económica antes que por cualquier otra. Tanto Néstor como Cristina -surge de la medición en campo- parecen tener lazos más pragmáticos que emocionales con sus electores.</p>
<p>Hace quince días, el Gobierno nacional contrató los servicios de una nueva agencia publicitaria, &#8220;El Hotel&#8221;, liderada por Leandro Raposo, uno de los nuevos y ascendentes gurúes publicitarios de la Argentina, ex directivo de J Walter Thompson, que, entre otras cosas, tuvo a su cargo la exitosa campaña de Sedal, aquél de &#8220;la vida te despeina&#8221;. Aludía, claro, a que la intensidad de la vida siempre desacomoda, desencaja y nos deja un poco desprolijos. Sugería también que lo vital está en la vereda opuesta de lo impostado. En una palabra, parece que estos creativos creen que a Cristina le vendría muy bien lucir un poco &#8220;despeinada&#8221;.</p>
<p>&#8220;Le falta vulnerabilidad&#8221;. Ese fue el mensaje -palabras más o menos- que recibió la candidata, poco antes de partir hacia Estados Unidos, en la reunión con los creativos que trabajan con Raposo. Tal era el resultado que surgía de los <em> focus group </em> encargados por la Casa Rosada para evaluar a la candidata. El dato sólo circuló por las oficinas de unos diez hombres en el Gobierno.</p>
<p>Una sugerencia similar, de ablandar o feminizar su imagen, había recibido la alemana Ángela Merkel en su campaña presidencial, recuerdan algunas fuentes en la Casa Rosada. &#8220;Es que, hay que entender algo: en televisión no importan las ideas. Importa que vos toques una cuerda sensible en quien te ve, como cuando estás hablando con alguien y te da ganas de seguir conectado, y no sabés por qué. El otro te genera interés, y no tiene que ver sólo con lo que dice. Sin embargo, los políticos argentinos, y Cristina no es la excepción, se apoyan demasiado en la palabra&#8221;, asegura a este diario uno de los gurúes de la comunicación política, que a veces también impulsa <em> focus </em> para evaluar a Cristina candidata.</p>
<p>En la línea de apelar a la cuerda emotiva, entonces, la campaña del Gobierno incluirá videos de &#8220;contenido emocional&#8221;, que subirán al portal <em> Youtube, </em> que muestren el impacto de las políticas K en la vida cotidiana de la gente. Al parecer, la idea es vender a Cristina como un producto, desde la góndola, y, si hubiera que resumirlo en una frase, podríamos decir que, en el ideal de los gurúes de la comunicación, el personaje de reina Cristina debería tomar, al menos algo, de la reina de los corazones, en alusión a la calidad del vínculo emocional generado por Lady Di con el pueblo británico, que a diez años de su muerte todavía sigue vivo.</p>
<p>También hay una grieta abierta y un debate en el equipo de campaña -y entre las <span class="color"><strong>cristinas</strong></span>- sobre la conveniencia de dar o no dar entrevistas. El último viernes, Alberto Fernández, uno de los más férreos defensores de la política de labios cerrados con los medios argentinos -él dice que es para &#8220;no correr riesgos&#8221; y que, total, &#8220;así nos va bien, para qué cambiar&#8221;- expresó esas diferencias cuando abrió la posibilidad de que la candidata fuera entrevistada por la prensa argentina. En la Casa Rosada dicen que serán ellos quienes elijan a los periodistas. &#8220;Dos o tres entrevistas, con medios prestigiosos, aunque no necesariamente oficialistas&#8221;.</p>
<p>-Pero si me muestro más vulnerable, corro el riesgo de que me pase lo de Bachelet. Por nuestra cultura machista, las mujeres políticas siempre corremos el riesgo de parecer débiles, de transmitir una sensación de poca autoridad- dijo la primera dama en la reunión con sus nuevos publicistas, en referencia al otro lado de la cordillera, donde, efectivamente, muchos chilenos ven en Bachelet un liderazgo débil, que lima su autoridad.</p>
<p>Cristina, dicen, conoce el peligro de sobreactuar la autoridad, pero le parece mucho peor el fantasma de la pérdida de poder de su colega chilena. -Pero&#8230; si se va para el otro lado, y aparece muy dura, corre el riesgo de parecerse a Margaret Thatcher- contestó, más allá de toda sutileza, uno de sus interlocutores, que obviamente no era político.</p>
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		<title>Una milonga para Cristina, la que está en boca de todos</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 23:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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Julio Blanck.    var hexa = \'%6A%62%6C%61%6E%63%6B%40%63%6C%61%72%69%6E%2E%63%6F%6D\'; var desh = unescape(hexa); document.write(\']]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RxvkNKZEB0I/AAAAAAAABNU/DZzpWyeyeQg/s1600-h/Cristina_Kichner_botas.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RxvkNKZEB0I/AAAAAAAABNU/DZzpWyeyeQg/s400/Cristina_Kichner_botas.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123939915842979650" border="0" /></a><br />
<span class="o02"><strong>Julio Blanck.</strong> </span> <!--/FIRMA--> <script type="text/javascript"> var hexa = \'%6A%62%6C%61%6E%63%6B%40%63%6C%61%72%69%6E%2E%63%6F%6D\'; var desh = unescape(hexa); document.write(\'<a href="\" class="e20">\' + desh + \'</a> \'); </script><a href="mailto:jblanck@clarin.com" class="e20">jblanck@clarin.com</a>  <span class="sep"></span></p>
<p><span class="o05" id="texto" style="font-size: 13px">Qué no han dicho de ella, pobre mujer. Hasta &#8220;reina del bótox&#8221; le estampó su enemiga más directa, Elisa Carrió, de la que fue compañera de ruta en el Congreso, cuando se alineaban en la oposición en los años postreros del menemismo.</span></p>
<p>Le dicen cosas horribles de tono personal las mujeres, muchas de las cuales no consiguen disimular un poquito de envidia por su posición, su poder, su aspecto tan cuidado o la generosidad del presupuesto que destina a querer estar fantástica. Le dicen cosas horribles de tono político los hombres, muchos de los cuales no pueden evitar que se les escape el machismo, el rencor a su marido (el de ella) y hasta algo de envidia, también, por su posición y su poder.</p>
<p>Aquí insinuaron que no estaba recibida de abogada. Criticaron el despliegue insolente de su proselitismo en los medios oficiales. Le cuestionaron haber contratado expertos para cuidar su imagen, ablandándola de los rigores que arrastra como recuerdo lejano de la militancia universitaria pero están, sobre todo, arraigados en su propia naturaleza.</p>
<p>Parece que en las zonas menos acomodadas la van a votar a rolete. Las encuestas le sonríen. Y los periodistas le ladran, pero es apenas la mitad o menos de lo que ella le ladra a la prensa, a la que no quiere, ni comprende, ni valora.</p>
<p>Afuera no pasa desapercibida. En los Estados Unidos ya la llamaron <strong>reina</strong> y algunos acá creyeron que era un elogio. Y un poderoso empresario brasileño confió, en reunión reservada, que Cristina dejó óptima impresión entre el gobierno de su país y los jefes de los más grandes grupos económicos, que Lula le reunió en su última visita a Brasilia.</p>
<p>La revista italiana <strong>L&#8217;Espresso</strong> acaba de publicar un artículo sobre ella titulado <strong>&#8220;Después de Evita, la reina Cristina&#8221;</strong>, donde la define como <strong>&#8220;amante del look vistoso, inteligente y agresiva&#8221;</strong>. El periodista describe un acto de la candidata en Luján. Habla de la teatralidad de Cristina, del entusiasmo de la gente por acercarse a ella. <strong>&#8220;La nueva Evita cabalga elegantemente el parangón con el mito&#8221;</strong>, arriesga. Y dice más: <strong>&#8220;La fábrica de ilusiones funciona a pleno régimen&#8221;</strong>, aunque cuestionan que ella hable poco de los problemas que pronto tendrá que afrontar.</p>
<p>Otra muy influyente revista europea, la británica <strong>The Economist</strong>, tituló en su reciente edición <strong>&#8220;Cristina, un enigma familiar&#8221;</strong>. Allí plantea que la gran duda es si Cristina <strong>&#8220;dará los pasos, esquivados por Néstor, que se necesitan para lograr un aterrizaje suave de la economía&#8221;</strong>. Con acidez, comenta que <strong>&#8220;algunos dicen que Cristina no tiene ese toque humilde de la siempre recordada Evita&#8221;</strong>. Y esto, porque recuerdan que la primera dama argentina <strong>&#8220;en el extranjero a veces es comparada con Hillary Clinton, pero en casa ella gusta invocar a Eva Perón&#8221;</strong>.</p>
<p>Para enfriar un poco tanto ardor, para hacer algo menos dramático el debate y para recordar que <strong>todo empezó antes y es efímero</strong>, nos permitimos reproducir aquí, con el mayor de los respetos, parte de la milonga <strong>&#8220;Se dice de mí&#8221;</strong>, escrita por Ivo Pelay y Francisco Canaro en 1943. Estas son sus estrofas más sabrosas, grabadas para la posteridad por la inigualable Tita Merello.</p>
<p><em>Se dice de mí&#8230;</em></p>
<p><em>Se dice que soy fiera,</em></p>
<p><em>que camino a lo malevo,</em></p>
<p><em>que soy chueca y que me muevo</em></p>
<p><em>con un aire compadrón,</em></p>
<p><em>que parezco Leguisamo,</em></p>
<p><em>mi nariz es puntiaguda,</em></p>
<p><em>la figura no me ayuda</em></p>
<p><em>y mi boca es un buzón.</em></p>
<p><em>Si fea soy, pongámosle,</em></p>
<p><em>que de eso aún no me enteré,</em></p>
<p><em>en el amor, yo sólo sé</em></p>
<p><em>que a más de un gil dejé de a pie.</em></p>
<p><em>Podrán decir, podrán hablar,</em></p>
<p><em>y murmurar, y rebuznar,</em></p>
<p><em>mas la fealdad que Dios me dio,</em></p>
<p><em>mucha mujer me la envidió</em></p>
<p><em>y no dirán que me engrupí</em></p>
<p><em>porque modesta siempre fui.</em></p>
<p><em>Yo soy así.</em></p>
<p><em>Y ocultan de mí&#8230;</em></p>
<p><em>Ocultan que yo tengo,</em></p>
<p><em>unos ojos soñadores,</em></p>
<p><em>además otros primores</em></p>
<p><em>que producen sensación.</em></p>
<p><em>Si soy fiera sé que, en cambio,</em></p>
<p><em>tengo un cutis de muñeca,</em></p>
<p><em>los que dicen que soy chueca,</em></p>
<p><em>no me han visto en camisón.</em></p>
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		<title>Nueve encuestas dan ganadora a Cristina en la primera vuelta</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 23:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Los sondeos de opinión le adjudican una ventaja de entre 21 y 32 puntos a la candidata oficialista. Todos ubican a Carrió en segundo lugar, delante de Lavagna y Rodríguez Saá. El nivel de indecisos sigue siendo alto.
              Por: Marcelo HelfgotClarín

Si las [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RxvhvKZEBzI/AAAAAAAABNM/OdB9Ji5Abro/s1600-h/Kirchner_cristina_eva.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp1.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/RxvhvKZEBzI/AAAAAAAABNM/OdB9Ji5Abro/s400/Kirchner_cristina_eva.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123937201423648562" border="0" /></a></p>
<h2>Los sondeos de opinión le adjudican una ventaja de entre 21 y 32 puntos a la candidata oficialista. Todos ubican a Carrió en segundo lugar, delante de Lavagna y Rodríguez Saá. El nivel de indecisos sigue siendo alto.<!--/BAJADA--></h2>
<p class="Autor">              Por: <a href="mailto:mhelfgot@clarin.com"><!--FIRMA-->Marcelo Helfgot</a>Clarín<br />
<a href="mailto:mhelfgot@clarin.com"><!--/FIRMA--></a></p>
<p id="texto2" class="Desa"><!--CUERPO-->Si las elecciones se hicieran hoy, Cristina Kirchner obtendría los votos necesarios para consagrarse presidenta <strong>en primera vuelta</strong>. En esa estimación coinciden nueve encuestas a las que tuvo acceso <strong>Clarín</strong>.</p>
<p>Cuando falta apenas una semana para los comicios, ninguno de los encuestadores avizora un posible ballotage entre la candidata del Gobierno y el opositor que llegue segundo. Los sondeos también son unánimes en ubicar a <strong>Elisa Carrió detrás de Cristina</strong>, a Roberto Lavagna tercero y a Adolfo Rodríguez Saá cuarto.</p>
<p>Para consagrarse en primera vuelta -la que tendrá lugar el próximo domingo- un candidato debe <strong>superar el 45 por ciento</strong> de los votos ó alcanzar el 40 % y establecer <strong>una ventaja superior al diez por ciento</strong> sobre el segundo.</p>
<p>En este tema, las encuestas difieren. Algunas se basan en la primera de esas condiciones para asegurar que Cristina no tendrá que ir a segunda vuelta. Otras consideran que solo la evitaría por la amplia diferencia que le sacaría a su escolta.</p>
<p>Otro matiz de las mediciones se relaciona a la ventaja electoral que alcanzaría la esposa del presidente Néstor Kirchner. La distancia con Carrió va desde <strong>un mínimo de 21 puntos</strong> que le adjudican Opinión Autenticada y Management &amp; Fit, y <strong>un pico de 32</strong> que le otorga Hugo Haime.</p>
<p>Los números de las otras consultoras oscilan entre esos extremos. Cuatro de ellas suelen encuestar <strong>para el Gobierno nacional</strong>: CEOP, Analogías, Equis y OPSM. Haime asegura financiar sus mediciones con <strong>aportes privados</strong> y el resto de los encuestadores consultados, IPSOS-Mora y Araujo, Ricardo Rouvier y Opinión Autenticada no declaró si encuesta para alguna fuerza. La oposición no dio a conocer <strong>ninguna encuesta propia</strong>«.</p>
<p>Una curiosidad: para Opinión Autenticada y Management &amp; Fit, la intención de voto a Cristina alcanza el 39,1 % y queda en la puerta del 40%. La primer consultora aclara que si se toman solo los <strong>votos positivos</strong>, como establece la norma constitucional (es decir excluyendo los votos en blanco y los anulados), la senadora supera la barrera de los 40 y esquiva la segunda vuelta. Aunque advirtió que se encuentra <strong>&#8220;en una zona límite&#8221;</strong> de ballotage. Un escenario que el resto de los encuestadores no comparte.</p>
<p>Para la mayoría de los encuestadores está <strong>casi consolidada</strong> la ventaja que Carrió, candidata de la Coalición Cívica, le lleva Lavagna, de la alianza UNA que integran la UCR, peronistas disidentes y otras fuerzas menores. Pero no todos opinan igual. La brecha oscila entre 1,6 % de diferencia, según el trabajo de Opinión Autenticada, y el 5,1 % que relevaron CEOP y Analogías.</p>
<p>Más atrás, Alberto Rodríguez Saá -que encabeza el Frejuli, formado por peronistas anti K- va claramente <strong>delante de Ricardo López Murphy</strong>, que se postula por su propio partido, Recrear, y solo en algunos distritos cuenta con el apoyo de su socio de PRO, Mauricio Macri. Incluso, algunas mediciones le adjudican a Jorge Sobisch, del Movimiento Provincias Unidas, la posibilidad de disputarle a Murphy <strong>el quinto lugar</strong>.</p>
<p>Pese a la proximidad del comicio, la cantidad de indecisos <strong>sigue siendo alta</strong>: va del 8 al 14,5 por ciento. Varios encuestadores proyectaron esos votos y les dio como resultado que Cristina podría trepar <strong>casi al 50 por ciento</strong>.</p>
<p>Tal como reveló <strong>Clarín</strong> el último domingo, existe una marcada divisoria del voto por estratos socioeconómicos. Las mediciones que incluyeron esa segmentación (Haime y CEOP) indican que el caudal electoral de Cristina se acrecienta en <strong>los sectores menos acomodados</strong>, en tanto que la oposición obtiene su mejor desempeño en <strong>los estratos más altos</strong>.</p>
<p>Esta tendencia va de la mano con la penetración que logran Carrió y Lavagna en los <strong>centros urbanos</strong> grandes y medianos, en contraste con la importante cosecha que obtiene la candidata oficialista en <strong>las periferias</strong> de las ciudades -sobre todo en el superpoblado Gran Buenos Aires- y en <strong>localidades chicas</strong>. Además, a Cristina le va mejor con los jóvenes, Carrió tiene feeling con los de edad intermedia y Lavagna llega más a los mayores de 60.</p>
<p>Para Roberto Bacman, de CEOP, la &#8220;alta imagen positiva&#8221; del presidente Kirchner es &#8220;uno de los indicadores que sostiene en mayor medida <strong>los motivos de elección</strong> de la senadora&#8221;.</p>
<p>El trabajo de OPSM revela que Carrió fue la candidata que más creció el último mes. Y aporta otros datos de interés: seis de cada diez personas asegura tener el voto <strong>&#8220;muy definido&#8221;</strong> y solo uno de cada cuatro cree que <strong>&#8220;puede haber segunda vuelta&#8221;</strong>.</p>
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		<title>Argentina: Cristina, a familiar enigma</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 01:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[From The Economist print edition
The president&#8217;s wife seems certain to succeed him, but will she cool an overheating economy?
Reuters
ABROAD she is sometimes compared to Hillary Clinton. At home she likes to invoke Eva Perón. Either way, Cristina Fernández de Kirchner seems certain to win Argentina&#8217;s presidential election on October 28th, and thus to succeed her [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>From <em>The Economist</em> print edition</p>
<h2>The president&#8217;s wife seems certain to succeed him, but will she cool an overheating economy?</h2>
<p class="content-image-full" style="width: 360px"><span>Reuters</span><img src="http://www.economist.com/images/20071020/4207AM1.jpg" alt=" " height="205" width="331" /></p>
<p>ABROAD she is sometimes compared to Hillary Clinton. At home she likes to invoke Eva Perón. Either way, Cristina Fernández de Kirchner seems certain to win Argentina&#8217;s presidential election on October 28th, and thus to succeed her husband, Néstor Kirchner. If the polls are to be believed, she will win by a large enough margin to avoid the need for a run-off ballot (see chart 1).</p>
<p class="content-image-float" style="width: 270px"><img src="http://www.economist.com/images/20071020/CAM207.gif" alt=" " height="295" width="270" /></p>
<p>If so, she will become the first woman to be elected as Argentina&#8217;s president. (Isabelita, Juan Perón&#8217;s third wife and his vice-president, briefly succeeded her husband before being ousted by a military coup in 1976.) She likes to point out that she has been a senator since 1995 and so was a national political figure when her husband was a mere provincial governor. But assuming she wins, she will owe her victory to his—or their—decision that he would not seek a second consecutive term and that she would run in his stead.</p>
<p>Mr Kirchner has presided over Argentina&#8217;s vigorous recovery from a horrendous economic, financial and political collapse in 2001-02. Thanks to four years of annual economic growth of over 8%, poverty and unemployment have halved since he took office in 2003 (see chart 2). For that, the president can take only some of the credit. He inherited a capable economy minister in Roberto Lavagna, who had put in place some coherent policies. Idle factories whirred back into action while world prices climbed for Argentina&#8217;s farm exports.</p>
<p>But Mr Kirchner&#8217;s brutal treatment of holders of some $81 billion in bonds on which Argentina defaulted in 2001 ensured that debt payments did not become a drag on growth. He quelled a riotous movement of unemployed protesters with a mixture of handouts and diatribes against the <span class="scaps">IMF, </span>big business and the privatisations conducted by Carlos Menem, a right-wing Peronist, in the 1990s.</p>
<p class="content-image-float" style="width: 256px"><img src="http://www.economist.com/images/20071020/CAM208.gif" alt=" " height="248" width="256" /></p>
<p>After winning control of Congress in a mid-term election in 2005, Mr Kirchner dumped the prudent Mr Lavagna. Since then, he has deliberately allowed the economy to overheat. Interest rates are negative in real terms, while the government has opened the fiscal tap (so far this year central-government current spending has risen by an eyepopping 48% in nominal terms). As a result, inflation is rising fast.</p>
<p>The government has responded with price “agreements” (ie, controls) and blatant manipulation of the official inflation index. The real figure, suggested by the numbers published by two provinces, may be up to twice the official one (see chart 3). Similarly, Mr Kirchner&#8217;s populist approach to energy—energy prices in Argentina are only 60% of those of its neighbours—has led to occasional shortages. Meanwhile, his government has been hit by several corruption scandals this year.</p>
<p>Nevertheless, Mr Kirchner is still popular—more so than his wife. So why did he decline to stand for re-election himself and impose his wife as the Peronist candidate? He has never fully explained. Some opponents reckon that his intention is to return in four years&#8217; time, thus prolonging the family hold on power. Insiders say that he believes that Ms Fernández&#8217;s skills are better suited than his own to the tasks now facing the country. “She can sit down and bargain without having been the person who screwed over anyone,” says an official who is close to her.</p>
<p class="content-image-float" style="width: 256px"><img src="http://www.economist.com/images/20071020/CAM211.gif" alt=" " height="248" width="256" /></p>
<p>Ms Fernández has given little away about her intentions. She has maintained a big lead in the opinion polls while doing little campaigning. Like Mr Kirchner, she does not submit to press conferences or interviews by Argentine journalists. She has spent much of the past few months travelling abroad—something her husband has done very little. She has unveiled few policy plans and held few rallies.</p>
<p>But she is a better public speaker than Mr Kirchner, feisty and articulate where he is awkward and uncommunicative. “I identify with the Eva Perón who clenched her fist at the microphone, not with the&#8230;good fairy who arrived with Perón to hand out work and [women's] right to vote,” she told <em>El País</em>, a Spanish newspaper. But some Argentines say she lacks the common touch of the always-remembered Evita. Of middle-class background, Ms Fernández and Mr Kirchner met at university, and worked as property lawyers in Santa Cruz, the Patagonian province of which he became governor. Nowadays Ms Fernández sports designer handbags, trademark white suits and, it is said snidely, collagen-enhanced lips.</p>
<p>That she has not been pressed harder in the campaign says much about the hapless opposition. The Radical party, the traditional opposition to the dominant Peronists, had the misfortune to hold (and lose) power during the economic collapse of 2001. Even though they were implementing Mr Menem&#8217;s policies, Argentines blamed the Radicals rather than the Peronists for the debacle. The party has shrunk and splintered: Julio Cobos, a Radical who is governor of Mendoza province, is Ms Fernández&#8217;s running mate.</p>
<p>Her main rivals are Mr Lavagna, who presents himself as an “alternative” to (rather than an opponent of) the Kirchners, and Elisa Carrió, a former Radical who offers little except a campaign against corruption. Several others have struggled to break into double figures in the polls.</p>
<p>Ms Fernández not only basks in her husband&#8217;s popularity. She enjoys some of the advantages of incumbency. She has use of the presidential jet and friendly coverage on state television. Her opponents say they have had trouble raising money because some would-be donors have held back for fear of a punitive tax audit. The opposition&#8217;s divisions also help her: she can avoid a run-off provided she gets 40% of the valid votes and leads her closest rival by ten points.</p>
<p>Assuming she wins, will Ms Fernández&#8217;s policies differ from those of her husband? Her political views, like Mr Kirchner&#8217;s, were forged in the Peronist left of the 1970s: nationalism, a sizeable state role in the economy and hostility to the armed forces. But aides point to differences of emphasis and experience. Ms Fernández has been her husband&#8217;s de facto floor leader in Congress over the past four years. Unlike him, she is a negotiator, they say.</p>
<p>While Mr Kirchner&#8217;s opponents accuse him of autocratic tendencies, Ms Fernández&#8217;s defenders present her as a champion of democratic institutions. On that, however, there are disagreements. She championed bills to give the presidency control over judicial appointments, and to reallocate congressionally-mandated spending at will. Yet she also supported moves to reform the Supreme Court that have the backing of <span class="scaps">NGO</span>s.</p>
<p>The clearest difference is in foreign policy. Mr Kirchner showed no interest in it, beyond an alliance with Venezuela&#8217;s Hugo Chávez, whose government has bought some $5 billion in Argentine bonds and has swapped diesel fuel for farm machinery and other products. On her trips abroad, Ms Fernández has courted businessmen. She is likely to seek better relations with the United States and Europe, but without breaking with Mr Chávez. She has said she plans to renegotiate the $7 billion that Argentina owes the Paris Club of rich-country lenders—but rejects the club&#8217;s requirement that the <span class="scaps">IMF</span> be involved. It is not clear whether she would seek to ease Argentina&#8217;s access to world financial markets by reaching a deal with the holders of bonds (worth $20 billion at face value) who did not accept the debt restructuring.</p>
<p>One big doubt is whether she will take the steps, eschewed by Mr Kirchner, needed to engineer a soft landing for the economy. Once inflation exceeds 20% and energy rationing reaches homes, Argentines will surely demand solutions to these problems. But these involve unpopular measures for which the public has not been prepared. If inflation is to be curbed, rather than covered-up, interest rates will have to rise, the growth of public spending will need to be checked, and the peso be allowed to appreciate. Energy tariffs will have to rise, some of them steeply.</p>
<p>A second doubt concerns Mr Kirchner&#8217;s role—assuming it is his wife to whom he passes the presidential sash on December 10th. He has vowed to remain in politics; although Peronism is a mosaic of warring factions, he controls its most powerful political machine. So Argentines will be in little doubt that if they vote for Ms Fernández they will be getting two Kirchners for the price of one—a somewhat inflated price, opponents would doubtless say.</p>
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		<title>Pesquisa tupiniquim</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 20:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não da para levar muito a sério uma pesquisa sobre eleições presidenciais de 2010.
Quer uma prova?
Segundo os dados da peculiar pesquisa CNT/SENSUS o candidato de Lula, qualquer que seja ele ou ela, teria o voto de 10,8% dos eleitores, em empate técnico com Serra, Alckmin e Aécio (os três candidatos do PSDB estão em torno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não da para levar muito a sério uma pesquisa sobre eleições presidenciais de 2010.</p>
<p>Quer uma prova?</p>
<p>Segundo os dados da peculiar pesquisa CNT/SENSUS o candidato de Lula, qualquer que seja ele ou ela, teria o voto de 10,8% dos eleitores, em empate técnico com Serra, Alckmin e Aécio (os três candidatos do PSDB estão em torno de 12% e a margem de erro da pesquisa é 3 pontos para cima e para baixo). Todos eles, ao mesmo tempo, derrotados por Não Sabe e Nenhum.</p>
<p>Ninguém está nem aí com essa eleição daqui ha três anos. Ninguém não. A Folha online tinha postado Serra em primeiro e agorinha mudou para o empate entre os quatro primeiros. Menas, devem ter falado para o responsável do arrobo pró-Serra.</p>
<p>O tucano Serra deve estar uma arara. Vejam só, Alckmin empatado com ele, pelo amor de deus. E os dois empatados com Aécio e Ciro, só pode ser obra do demo&#8230;</p>
<p>Lula está nos céus. Viajando para África com aprovação para tanto (as viagens de Lula ao exterior têm apoio da maioria). A maioria aprova seu governo, tem expectativas positivas sobre emprego, renda e educação. E o resto é oscilação.</p>
<p>Inquietos deveriam estar os deputados e senadores, pois não é bom para a democracia um desprestígio tão acentuado.</p>
<p>Pelo resto, vão preencher alguns buracos nos jornais amanhã e eu no meu blog hoje.</p>
<p>Internet pesa mais na informação que jornais e revistas, posso viver na ilusão sobre o impacto do meu blog. Falando com meu botões, minha ilusão vale a de vários dos nomes hoje cogitados como presidenciáveis.</p>
<p>Aliás, já que a Folha disse que Lula não descarta ser candidato em 2014 e vários de seus oponentes fizeram comentários a respeito, porque não pesquisar em quem o brasileiro votará para Presidente em&#8230; 2014.</p>
<p>Outro debate de indiscutível atualidade.</p>
<p>Luis Favre</p>
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		<title>Argentina: Cristina Kirchner venceria no primeiro turno</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 15:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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Primeira-dama teria quase 46% dos votos, segundo nova pesquisa
O Globo
BUENOS AIRES. A primeira-dama e candidata à Presidência da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, ganharia a eleição do próximo dia 28 já no primeiro turno, segundo uma pesquisa de opinião divulgada ontem.
Duas mulheres seriam as mais votadas: a senadora obteria 45,7% dos votos, contra 14,6% da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp3.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/Rwz0daZEBgI/AAAAAAAABK0/rWO3NT0zpUg/s1600-h/Cristina_Fernandez_Kirchner.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp3.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/Rwz0daZEBgI/AAAAAAAABK0/rWO3NT0zpUg/s400/Cristina_Fernandez_Kirchner.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119735662551238146" border="0" /></a><br />
<span style="font-weight: bold">Primeira-dama teria quase 46% dos votos, segundo nova pesquisa</span></p>
<p>O Globo</p>
<p>BUENOS AIRES. A primeira-dama e candidata à Presidência da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, ganharia a eleição do próximo dia 28 já no primeiro turno, segundo uma pesquisa de opinião divulgada ontem.<br />
Duas mulheres seriam as mais votadas: a senadora obteria 45,7% dos votos, contra 14,6% da candidata de centro-esquerda Elisa Carrió.</p>
<p>Já o ex-ministro da Economia Roberto Lavagna obteria 10,2%, segundo a pesquisa da empresa Ceop, publicada pelo jornal “BAE”.<br />
O estudo mantém a tendência de outros divulgados em setembro, que também dão a vitória a Cristina no primeiro turno. A nova pesquisa tem margem de erro de 1,84%. Os indecisos representam 12,4% dos eleitores, um índice que segundo a Ceop não é suficiente para alterar a tendência geral.</p>
<p>A lei argentina prevê que um candidato que obtenha mais de 45% no primeiro turno será o vencedor. Se tiver entre 40% e 45%, com uma diferença de dez pontos sobre o segundo, também vencerá sem necessidade de segundo turno. Carrió e Lavagna têm pedido aos eleitores que não acreditem nas pesquisas e asseguram que haverá um segundo turno.</p>
<p>Projeto de lei de Kirchner exclui mais gente do imposto sobre riqueza A menos de 20 dias das eleições, o presidente Néstor Kirchner assinou ontem um projeto de lei que exclui 300 mil contribuintes do chamado “imposto sobre a riqueza” e que será enviado ao Congresso. Se a iniciativa for aprovada, o piso a partir do qual o Tributo sobre Bens Pessoais é pago passará de 102.300 pesos a 300 mil pesos (de US$ 32.160 a US$ 94.340). O atual piso equivale a um apartamento pequeno ou um carro modesto.</p>
<p>Segundo o ministro da Economia, Miguel Peirano, a reforma não terá efeito sobre a arrecadação, pois será compensada por um aumento na alíquota que pagam os que estão na escala mais alta do imposto.</p>
<p>— Bens pessoais abaixo dos 300 mil pesos não são manifestação de riqueza — disse ele.</p>
<p>O Congresso, onde o governo tem maioria, aprovou em agosto outra medida popular: a redução do imposto sobre benefícios (na verdade um tributo sobre ganhos), beneficiando 800 mil trabalhadores e aposentados.</p>
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		<title>Para jornais argentinos, Lula deu &quot;apoio&quot; ao receber Cristina Kirchner</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 15:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Kirchner]]></category>
		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[ da BBC Brasil
Jornais argentinos interpretaram como uma mensagem de apoio a recepção dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à candidata favorita nas eleições presidenciais argentinas, a primeira-dama e senadora Cristina Kirchner.
O La Nación afirmou que a candidata recebeu &#8220;tratamento antecipado de chefe de Estado&#8221;: chegou a bordo do avião oficial da República [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="articleBy"> da <strong>BBC Brasil</strong></p>
<p>Jornais argentinos interpretaram como uma mensagem de apoio a recepção dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à candidata favorita nas eleições presidenciais argentinas, a primeira-dama e senadora Cristina Kirchner.</p>
<p>O La Nación afirmou que a candidata recebeu &#8220;tratamento antecipado de chefe de Estado&#8221;: chegou a bordo do avião oficial da República Argentina, foi escoltada pelas ruas de Brasília e se reuniu com o presidente Lula no Palácio da Alvorada, residência oficial privada à qual &#8220;só chefes de Estado têm acesso&#8221;.</p>
<p>A recepção foi um &#8220;recado implícito&#8221; de apoio à candidatura da primeira-dama, disse o La Nación, apesar da negativa do assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia.</p>
<p>Linha semelhante adotou o Página/12, para quem as poucas horas que Cristina Kirchner passou no Brasil foram &#8220;suficientes para que o presidente brasileiro desse um sinal de apoio à candidata oficial&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se a aproximação dos países depende da sintonia pessoal entre seus presidentes, o futuro da relação entre Argentina e Brasil está assegurado (na vitória de Cristina)&#8221;, escreveu o jornal.</p>
<p>O primeiro turno das eleições argentinas será no dia 28 de outubro.</p>
<p>Em diversas ocasiões, a imprensa argentina menciona a tentativa de Cristina Kirchner de &#8220;seduzir&#8221; seus interlocutores brasileiros, tanto no governo quanto entre os 16 empresários peso-pesado que se reuniram com ela em Brasília.</p>
<p>Cristina Kirchner não foi poupada de &#8220;questões incômodas&#8221;, nota o Clarín.</p>
<p>Segundo o jornal, os empresários expressaram seu receio de que a inflação argentina alcance 17% ao ano &#8211;a candidata promete manter o índice dentro dos 10%.</p>
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