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	<title>Blog do Favre &#187; eleições</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Um eleitorado mais exigente</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Inês Nassif &#8211; VALOR
Em 2006, a política eleitoral foi marcada pelo fenômeno de descolamento do voto dos humores da classe média urbana que, ao longo da história da República, funcionou como uma caixa de ressonância das elites econômicas. A ascensão ao mercado de consumo de uma grande parcela de excluídos, por meio do Bolsa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/colunistas/COL-MARIA_INES_NASSIF.jpg" border="0" alt="Colunista" /><span style="background-color: #ffff99;">Maria Inês Nassif &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Em 2006, a política eleitoral foi marcada pelo fenômeno de descolamento do voto dos humores da classe média urbana que, ao longo da história da República, funcionou como uma caixa de ressonância das elites econômicas. A ascensão ao mercado de consumo de uma grande parcela de excluídos, por meio do Bolsa Família, produziu uma autonomia do voto dos menos favorecidos em relação ao poder econômico e reduziu o papel de formadores de opinião das classes médias. De lá para cá, as políticas de valorização do salário mínimo adicionaram um outro componente social à realidade política: o ingresso nas classes médias de cidadãos originários da base da pirâmide que já estavam no mercado de consumo, mas que tinham acesso limitado a bens e mercadorias.</p>
<p>Foram, portanto, dois dados importantes de mobilidade social distintos, cada um deles com poder de repercussão em uma eleição diferente. Nas eleições de 2006, o dado social predominante foi o ingresso ao mercado de consumo de grande parcela da população. Nas eleições de 2010, terá forte influência sobre o pleito a ascensão à classe média de grandes contingentes das camadas populares.</p>
<p>Nos últimos sete anos, o país passou de uma situação de reduzidas classes médias e alta e amplas camadas na base da pirâmide &#8211; com forte concentração, nessas últimas, de famílias com baixíssima ou nenhuma renda. Quase às vésperas das eleições de 2006, as estatísticas começaram a acusar um forte efeito de desconcentração de renda do programa Bolsa Família, que atingia então os situados no último degrau da pirâmide de renda. Esse dado apenas tornou-se visível no auge do chamado Escândalo do Mensalão e o mundo institucional custou a entender que algo acontecia de diferente no universo social. A política foi sacudida por traumas intensos, cujo epicentro era o Congresso Nacional &#8211; em especial uma CPI que alimentava grandes cenas midiáticas que em algum momento chegaram a consolidar, entre letrados, a idéia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva era tão destituído de sustentação política que caminhava para um impeachment, ou uma renúncia.</p>
<p>Foram quase simultâneas as divulgações das pesquisas de opinião que acusavam um constante aumento de popularidade de Lula, em plena crise, e a divulgação de indicadores que comprovavam um efeito grande de mobilidade do Bolsa Família. Os fenômenos foram tão vinculados que foram necessárias várias pesquisas de opinião acusando aumento da popularidade de Lula para que a oposição se convencesse que o presidente não apenas estava no páreo, como era o franco favorito na disputa pela reeleição.</p>
<p>O aumento da classe média brasileira no período seguinte é um dado ainda de difícil avaliação, que precisará ser devidamente considerado nas definições de estratégias de campanha de todos os candidatos às eleições presidenciais. O fato de os dois fenômenos terem acontecido num período governado por um único partido, e não ter ocorrido até o momento &#8211; nem no período de crise &#8211; um forte refluxo das condições objetivas de consumo desses setores, pode indicar que a candidata governista entra no mercado eleitoral como depositária de um legado. O conservadorismo da classe média, no caso dos ascendentes no governo Lula, tende a favorecer a candidata &#8211; o status quo agora é o PT, ao contrário de 2002.</p>
<p>De outro lado, a ascensão à sociedade de consumo significa também acesso a bens de consumo ideológicos que mantinham esses setores à margem até agora. A informação, o acesso a tecnologias por onde elas transitam rapidamente e a exposição a diversas outras mídias expõem esses setores emergentes a conteúdos dos quais foram marginalizados enquanto estavam excluídos dessas tecnologias &#8211; e cuja inclusão não era alguma coisa que estava na agenda das elites políticas, que partiam do pressuposto, no jogo eleitoral, de que essas camadas eram cooptáveis via movimentos de emocionalização de uma classe média mais conservadora. Outro fator que pode contribuir para isso é o aumento progressivo de escolaridade, que caminha de forma constante desde os governos Fernando Henrique Cardoso. Os ganhos de distribuição de renda podem acelerar o processo de aumento de anos de estudo da população.</p>
<p>Num contexto de maior escolaridade e maior renda, portanto, imagina-se que mudem também os critérios de escolha do voto. O julgamento do eleitor tende a passar por crivos que superem o simples ganho de renda &#8211; esse é um ganho passado e entram no cenário expectativas de ascensão social diferentes.</p>
<p>Nesse contexto, pode adquirir importância grande a adesão a candidatos de setores da mídia convencional e não convencional &#8211; veiculada pela internet &#8211; e ganham peso maior os programas de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Esse é um elemento novo no processo eleitoral. Dificilmente se volte a uma realidade onde as classes médias representem simplesmente uma caixa de ressonância das elites econômicas mas não necessariamente esse eleitorado tenderá à esquerda por ter ascendido no governo Lula. O dado concreto, no momento, é que esse eleitorado obrigará uma campanha eleitoral que agregue mais informações e argumentos eleitorais mais convincentes.<br />
<strong><br />
Maria Inês Nassif é repórter especial de Política. Escreve às quintas-feiras</strong></p>
<p><strong>E-mail maria.inesnassif@valor.com.br</strong></p>
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		<title>59% consideram a internet de grande importância nas eleições, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 19:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[da Agência Senado &#8211; FOLHA ONLINE
A televisão e a internet são os meios de comunicação mais usados pela população para obter informações sobre política, segundo pesquisa do DataSenado.
De acordo com o levantamento, dois em cada três (59%) entrevistados consideram que a web terá grande impacto nas eleições de 2010, sendo que entre os cidadãos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">da Agência Senado &#8211; FOLHA ONLINE</span></h2>
<p>A televisão e a internet são os meios de comunicação mais usados pela população para obter informações sobre política, segundo pesquisa do DataSenado.</p>
<p>De acordo com o levantamento, dois em cada três (59%) entrevistados consideram que a web terá grande impacto nas eleições de 2010, sendo que entre os cidadãos que usam regularmente sites de notícias e participam de redes sociais (Orkut e Twitter, por exemplo), esse percentual sobe para 64%.</p>
<p>A pesquisa avaliou ainda a importância dos meios de comunicação no esforço do cidadão para informar-se sobre questões políticas. A TV foi o veículo mais usado (67%), seguida pela internet, com 19%.</p>
<p>Jornais e revistas surgiram em terceiro, com 11%. O rádio é preferido por apenas 4% dos entrevistados.</p>
<p>Quase metade dos eleitores ouvidos (46%) acredita que a principal vantagem da internet nas eleições será a troca de informações e ideias entre os eleitores. A possibilidade de facilitar a comunicação entre candidatos e eleitores aparece em segundo lugar, com 28%, o mesmo percentual dos que responderam &#8220;divulgar as propostas dos candidatos&#8221;.</p>
<p>Os entrevistados que disseram usar a internet diariamente somaram 58%; 78% acessam sites de notícias e 53% participam de alguma rede social, como Orkut ou Twitter.</p>
<p>A pesquisa ouviu, por telefone, 1.088 eleitores no país.</p>
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		<title>A chance de Palocci</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rosângela Bittar &#8211; VALOR



Certos de que foram os políticos paulistas do partido que mais perderam história e lastro eleitoral com os principais escândalos de corrupção do governo Lula, o PT repassa em análise nome por nome, perfil por perfil, biografia por biografia dos deputados, senadores, prefeitos e integrantes da sua caciquia partidária para definir, ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">Rosângela Bittar &#8211; VALOR</span></h2>
<p><span style="background-color: #ffff99;"><br />
</span></p>
<h2><img class="alignleft" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/colunistas/COL-ROSANGELA_BITTAR.jpg" border="0" alt="Colunista" /></h2>
<p>Certos de que foram os políticos paulistas do partido que mais perderam história e lastro eleitoral com os principais escândalos de corrupção do governo Lula, o PT repassa em análise nome por nome, perfil por perfil, biografia por biografia dos deputados, senadores, prefeitos e integrantes da sua caciquia partidária para definir, ainda este ano, um nome que possa ser lançado, sem riscos de vexame, à disputa do governo do Estado. Por incrível que possa parecer a analistas de perspectivas eleitorais, ainda é o deputado e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci quem reúne maior densidade para enfrentar uma campanha, com chances, entre todos os do elenco petista.</p>
<p>Uma razão, a mais importante, para isto é que a ele podem ser atribuídos os resultados importantes colhidos agora na economia, mas plantados nos anos em que esteve à frente do Ministério da Fazenda.</p>
<p>É inegável a força negativa que ainda emana do episódio da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, e nada indica ainda que o eleitorado paulista vá desprezar esta suspeita na hora de decidir seu voto. Porém, os analistas do PT creem que há muito o que fazer ainda para neutralizar a enraizada impressão de envolvimento do deputado Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda, no episódio.</p>
<p>Primeiro, serão feitas pesquisas bem formuladas para detectar regiões, faixas etárias e nível social e de escolaridade do eleitor suscetível a definir seu voto com base neste caso. Segundo, acredita o PT que o partido terá, na absolvição obtida pelo ex-ministro no Supremo Tribunal Federal, um trunfo importante a contrapor às acusações que surgirão nos palanques da campanha. Terceiro, e é aqui que está a esperança dos que apostam nesta solução, há o sucesso da política econômica.</p>
<p>O Brasil foi o primeiro a sair da crise mundial porque foi muito bem preparado para o momento difícil, e quem preparou o país, contra tudo e contra todos, inclusive contra o PT e seus economistas que pressionavam o presidente Lula a mudar a política desde o início, foi Antonio Palocci.</p>
<p>Segundo avaliações do PT, a campanha para o governo de São Paulo será dura para o partido, principalmente se o deputado Ciro Gomes não for mesmo candidato no Estado como gostaria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estado de São Paulo é conservador, a candidatura do PSDB, se for mesmo Geraldo Alckmin, é uma candidatura forte, o eleitorado não muda sua opção assim, por nada, estando satisfeito com o desempenho do partido que está no poder. &#8220;Não tem sentido pensar que o povo vai trocar o governo se o PSDB está bem, não temos dados para imaginar isto&#8221;, diz um dos mais atuantes petistas da bancada de São Paulo.</p>
<p>Por outro lado, o PT tem dificuldades significativas em São Paulo, o Estado em que os políticos do partido mais perderam com as sucessivas crises políticas que viveu desde que chegou ao poder: José Genoino, João Paulo Cunha, Luizinho, Antonio Palocci, José Dirceu, José Mentor, foram todos afetados por diferentes episódios escandalosos. Genoino, João Paulo, Palocci e Mentor se reelegeram deputados; Marta Suplicy, após duas derrotas consecutivas para cargo majoritário, realizou o extraordinário feito de eleger uma bancada dela, pessoal, com base de votos na periferia, levando ao plenário da Câmara, além do já citado Mentor, Candido Vaccarezza, Jilmar Tatto, Carlos Zarattini e Devanir Ribeiro.</p>
<p>Candidatar-se em 2010 ao governo do Estado seria, para Marta, enfrentar o risco de perder de novo. Por isso, no momento, o que se considera para ela é uma candidatura a deputada federal. &#8220;Ela viria arejada para voltar em 2012&#8243;, diz um dos seus conselheiros.</p>
<p>O PT se convenceu de que só ganhou com Luiza Erundina porque ela venceu no turno único, e que Marta venceu para a prefeitura porque no segundo turno foi apoiada por Mário Covas. Portanto, o PT é forte no Estado mas não o é se estiver sozinho. E já foi muito ter obtido a recuperação, ainda que parcial, da imagem de um grande número de parlamentares. Saia quem sair candidato, Palocci ou Emídio de Souza, por exemplo, vai precisar de amplo apoio e alianças.</p>
<p>Análises em poder do PT mostram que o eleitor do Estado é conservador e tem receio de fazer mudanças bruscas. Não abandonará o PSDB facilmente. Por isso a maioria no PT está defendendo a ampliação das alianças, acenando para o centro.</p>
<p>&#8220;Nós, sozinhos, não conseguiremos ganhar nem a prefeitura nem o Estado. Além do PCdoB, do PSB e do PDT, temos que acenar para o centro&#8221;, diz um dos envolvidos nas negociações para o lançamento do candidato próprio. Ele próprio pergunta e responde quem é o centro em São Paulo: o PMDB. &#8220;O problema não é o voto, é a imagem, a simbologia, o tempo de televisão&#8221;.</p>
<p>Todo este quadro que se descortina do ponto de vista petista é um quadro de abertura, em que cabem até Ciro Gomes como candidato, Marta Suplicy apesar da preferência pelo lançamento a deputada federal, Emídio Gomes, uma aposta na renovação. Mas o que ainda cabe melhor no figurino é a silhueta de Palocci. Pelo discurso e pelo amplo espectro do apoio.</p>
<p>O discurso é o do homem que fez a estabilidade e que resistiu, bravamente, dando segurança ao presidente, às pressões petistas pela mudança do modelo. &#8220;Se não fosse ele a economia não estaria como está hoje&#8221;, reconhece um dos que o criticavam no PT. &#8220;Ele botou o pé na porta nos momentos cruciais, aumentou juros quando foi necessário, apostou no mercado interno, reduziu a dependência externa. É seu o mérito da política econômica.</p>
<p>Palocci, mostram as pesquisas, tem apoio numa ampla faixa de opinião pública, da classe média empresarial. E tem também, com a sentença de absolvição do STF, como enfrentar o discurso de campanha que o acusará da quebra de sigilo. A classe mais elitizada gosta também de sua ponderação, equilíbrio e da maneira cautelosa com que vem se conduzindo até agora. Não vai ser fácil, mas impossível não é. O PT considera seriamente seu nome.</p>
<p><strong><br />
Rosângela Bittar é chefe da Redação, em Brasília. Escreve às quartas-feiras</strong></p>
<p><strong>E-mail: rosangela.bittar@valor.com.br</strong></p>
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		<title>Lula veta restrição à internet nas eleições e libera votos em trânsito e impresso</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 23:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[campanhas eleitorais]]></category>
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		<description><![CDATA[MÁRCIO FALCÃO da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o projeto de lei que muda as regras para as eleições de 2010. Lula vetou três dispositivos da nova lei. Um deles restringia a atuação da internet nas campanhas ao obrigar a web a seguir as mesmas regras da TV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">MÁRCIO FALCÃO da Folha Online, em Brasília</span></h2>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o projeto de lei que muda as regras para as eleições de 2010. Lula vetou três dispositivos da nova lei. Um deles restringia a atuação da internet nas campanhas ao obrigar a web a seguir as mesmas regras da TV e rádio para realização de debates.</p>
<p>O Congresso inclui na reforma um artigo estabelecendo que os sites teriam que utilizar as regras das emissoras de rádio e TV, convidando todos os candidatos de partidos com representantes na Câmara Federal.</p>
<p>O texto obrigava a participação de todos os candidatos às eleições majoritárias com representante na Câmara nos debates. O presidente retirou da lei essa determinação.</p>
<p>A proposta gerou críticas, inclusive da Justiça Eleitoral, que considerou uma distorção a comparação da internet com mídias que dependem da concessão do poder público.</p>
<p>A reforma eleitoral mantém a internet livre durante as campanhas eleitorais, sem limites à atuação de sites jornalísticos, blogs e páginas pessoais no período da disputa &#8211;desde que assegurado o direito de resposta aos candidatos ofendidos e o impedimento de anonimato nas matérias jornalísticas.</p>
<p>A proposta permite que sites oficiais dos partidos e dos candidatos fiquem ativos inclusive no dia da votação. Pela legislação atual, os sites oficiais são obrigados a retirar do ar o seu conteúdo no período que vai de 48 horas antes da disputa até as 24 horas posteriores à votação.</p>
<p>O texto também isenta os provedores da internet de penalidades em casos de propaganda irregular que não forem do seu conhecimento. Outra emenda acatada pelos deputados estabelece que os provedores, depois de notificados pela Justiça por propagandas irregulares, sejam obrigados a retirar os anúncios do ar.</p>
<p><strong>Voto impresso</strong></p>
<p>Apesar dos pedidos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do Ministério da Defesa, Lula manteve a criação do voto em trânsito para presidente e a impressão de parte dos votos a partir da eleição de 2014.</p>
<p>O presidente manteve na reforma a regra que estabeleceu o retorno do voto impresso para permitir a conferência do resultado das urnas. A ideia emplacada pelos deputados é que a partir das eleições de 2014, 2% das urnas deveriam ter um dispositivo para permitir a impressão do voto e garantir uma futura auditoria da Justiça Eleitoral.</p>
<p>Lula ainda deixou no texto a possibilidade de voto em trânsito pelos eleitores para presidente da República. Os eleitores que estiverem fora de seu domicílio eleitoral poderiam votar em urnas especiais colocadas nas capitais dos Estados.</p>
<p><strong>Dedução</strong></p>
<p>O presidente também vetou um artigo que estabelecia percentuais de dedução para empresas compensarem no Imposto de Renda a veiculação do horário eleitoral gratuito. A outra modificação trata de parcelamento de multas eleitorais.</p>
<p>Atualmente, para ser candidato é preciso que você apresente uma certidão de quitação de débitos com a Justiça Eleitoral.</p>
<p><strong>Ficha suja</strong></p>
<p>Fica incluída na lei a garantia de que pessoas com processos em tramitação na Justiça poderão ser candidatas antes que as instâncias sejam esgotadas. Para disputar a eleição, o candidato terá apenas que apresentar as contas eleitorais de campanhas passadas, sem a necessidade de sua aprovação. A justificativa da Câmara é não prejudicar um candidato se a Justiça demorar a apreciar as contas.</p>
<p>A lei cria a figura da &#8220;pré-campanha&#8221;, aceitando alguns atos de cunho eleitoral antes do início formal da campanha, no dia 5 de julho. Ficam liberadas para os candidatos a participação em programas de TV e rádio, realização de encontros em ambientes fechados e prévias partidárias.</p>
<p><strong>Doações ocultas</strong></p>
<p>Sobre o financiamento de partidos e campanhas, haverá a possibilidade de doação de bens próprios &#8211;como veículos e imóveis, até o teto de R$ 50 mil. Os parlamentares mantiveram as chamadas &#8220;doações ocultas&#8221; &#8211;que desobrigam os doadores a partidos políticos de identificarem para quais candidatos o dinheiro foi encaminhado.</p>
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		<title>NESTOR Y CRISTINA KIRCHNER, EN UN TIEMPO DE INEVITABLE OCASO</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[ Una innumerable lista de errores que concluyeron en un derrumbe



Por: Eduardo van der Kooy &#8211; Clarín
La última jugada política de apostador empedernido le salió muy mal a Néstor Kirchner. El plebiscito que buscó con denuedo para reemplazar lo que debió ser una elección legislativa de medio término, normal, se convirtió en una verdadera trampa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Una innumerable lista de errores que concluyeron en un derrumbe</p>
<p><a href="http://www.clarin.com/diario/2009/06/28/conexiones/inicio_info.html"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.clarin.com/diario/2009/06/28/um/thumb/nestor_tapa.jpg" id="Foto1863244" name="Foto1863244" width="544" border="0" height="302" /></div>
<p></a></p>
<p>Por: Eduardo van der Kooy &#8211; Clarín</p>
<p>La última jugada política de apostador empedernido le salió muy mal a Néstor Kirchner. El plebiscito que buscó con denuedo para reemplazar lo que debió ser una elección legislativa de medio término, normal, se convirtió en una verdadera trampa para él. El ex presidente asistió anoche a la asfixia final de su liderazgo peronista y, de modo incomprensible, dejó además en estado de acentuada debilidad al Gobierno de su esposa, Cristina Fernández, a quien hace apenas un año y medio entronizó sin un solo chistido del partido oficial.</p>
<p>La derrota ¿o el derrumbe¿ se conoció anoche pero se vino edificando desde hace mucho tiempo. Con una persistencia, de parte de Kirchner, que aconsejaría revisar en forma simultánea los manuales de la política, desde ya, pero también de la psicología.</p>
<p>Ningún presidente salió del poder en la Argentina de la nueva democracia con la ponderación social de Kirchner. Ese margen generoso le permitió resignar la reelección y cederle su lugar a Cristina. En el 2007 la Presidenta logró el 47% de los votos en el orden nacional y el 48% en Buenos Aires. Le arrancó 23% de ventaja a la oposición.</p>
<p>Contó además con un ciclo económico interno y externo muy favorable, por lo menos hasta comienzos del 2008. Tuvo en todo ese trayecto una oposición fragmentada e insolvente. Pero su sensibilidad política y percepción de la realidad viró bruscamente desde el mismo instante en que cambio su domicilio de la Casa Rosada por la residencia de Olivos.</p>
<p>Kirchner había proclamado durante su mandato que ningún proyecto de tinte nacional podía excluir a las clases medias. Soñaba con aquel viejo molde de convergencia de clases que sintetizó, durante décadas, el peronismo de Juan Perón. El ex presidente nunca logró seducir a aquellos sectores en los años de su mandato. Pero la bonanza económica le acercaron, inevitablemente, muchos de esos votos. Sin ir lejos, Cristina triunfó con respaldo de la clase media y del campo bonaerense cuando se consagró Presidenta. Fueron casi 900 mil en el principal distrito electoral.</p>
<p>El largo y todavía irresuelto conflicto con el campo le ahuyentó esos votos y también la mas solidaridad mínima de los sectores medios. La radiografía de las legislativas de ayer resulta, en ese sentido, implacable: los Kirchner perdieron Buenos Aires, Capital, Santa Fe, Córdoba, Mendoza y Entre Ríos. No pudieron vencer tampoco en ninguna de las ciudades grandes.</p>
<p>Aquel pleito con el campo fue uno de los disparadores de la derrota. Pero lo fue también un deterioro económico negado de modo sistemático por las cifras virtuales del INDEC. Las mentiras del INDEC crisparon a los sectores medios pero dañaron, sobre todo, el bolsillo de los sectores populares. Esa combinación resultó letal para la derrota en Buenos Aires que aniquiló el último argumento político con que contaba Kirchner para cantar una supuesta victoria que no fue.</p>
<p>Buenos Aires, aunque parezca paradójico, terminó desnudando la fragilidad del armado político de Kirchner. Con tantos años de buena economía el ex presidente fue incapaz de consolidar un proyecto: deambuló por la transversalidad, por la concertación, y terminó refugiado en la maquinaria vetusta del PJ bonaerense. Pero nunca se percató de un detalle: ese peronismo le respondía casi por rutina, porque, mal o bien, se cobijaban en el calor del poder. Porque recibía beneficios económicos. Pero nunca existió una comunión política y afectiva sustantiva entre el partido y el ex presidente.</p>
<p>El peronismo del interior de Buenos Aires lo dejó librado a su suerte luego del conflicto con el campo. Daniel Scioli debió encargarse de la campaña en esas tierras hostiles al Gobierno. Ayer hubo, con seguridad, un dato histórico: el kirchnerismo no tuvo ningún voto en América, un poblado de 3 mil habitantes, del centro de Buenos Aires. El problema insoluble fue el conurbano y muchos de los intendentes aceptaron las candidaturas testimoniales sin gusto y con resignación. La clave de la debacle en Buenos Aires se escondió en esas zonas de cierta vecindad a la Capital.</p>
<p>Muchos intendentes instaron a corte de boletas. Entregaron las suyas y dejaron librada a la voluntad del votante la elección de Kirchner, Francisco De Narváez o Margarita Stolbizer. Varios intendentes, también, cargaron los cuartos oscuros con las llamadas &#8220;boletas espejo&#8221;, en las cuales figuraban ellos sólo acompañados por candidatos a cargos vecinales. La mecánica sucedió en todo el conurbano incluido el segundo cordón, donde los Kirchner conjeturaban la fidelidad inclaudicable de la gente.<br />
La estrategia electoral del ex presidente terminó siendo, al fin de cuentas, tan estéril como todos los proyectos partidarios y políticos que pergeñó en estos años. ¿Alguien podía suponer que los habitantes del segundo cordón del conurbano no tienen padecimientos similares ¿o peores¿ a los del resto del país?. ¿Nadie pensó que el indisimulado mal humor social en el país, en la Capital y en el interior bonaerense podía desparramarse a manera de contagio?.</p>
<p>Tampoco Kirchner reparó en otra lección. El peronismo mas poderoso de la historia de Buenos Aires, el que comandó en su época Eduardo Duhalde, resultó perforado en 1997 cuando irrumpió la Alianza y Graciela Fernández Meijide. ¿Por qué razón habría de salir indemne ahora?. Aquella vez pesó la saturación con el menemismo; ahora puede haber sido decisiva la bronca acumulada contra los Kirchner.</p>
<p>El ex presidente y su esposa no pudieron ayer resolver el problema electoral que les plantearon las legislativas. Desde hoy tienen otro desafío de no menor envergadura: resolver el problema político. Hay un partido oficial ¿el peronismo¿ que resultó descabezado con la excepción de Carlos Reutemann, apretado ganador en Santa Fe. Hay un Congreso que mutará de manera sustancial a partir de diciembre, aunque el impacto político de la derrota, con seguridad, caerá también sobre los diputados y senadores oficiales que continuarán seis meses mas. Hay una oposición que puede empezar a desperezarse, a pesar de su diáspora, luego del espaldarazo popular.</p>
<p>Hay, en suma, una nación política mucho mas compleja. Muy distinta a la que siempre conocieron y disfrutaron los Kirchner.</p>
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		<title>Qual é o valor da palavra de José Serra?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 13:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coluna Ancelmo Gois, jornal O Globo: a palavra de Serra no twitter

&#160;

Catia Seabra &#8211; Folha SP: a decisão de Serra
 
Serra usará agenda oficial para sair de SP em dias úteis
Atendendo a apelos de tucanos, pré-candidato à Presidência decide viajar a outros Estados para comparecer a eventos como governador
Serra intensificará visitas a Estados considerados pontos fracos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font size="4"><strong>Coluna Ancelmo Gois, jornal O Globo: a palavra de Serra no twitter<br />
<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/qual-e-o-valor-da-palavra-de-jose-serra/12009/" rel="attachment wp-att-12009" title="serra_campanha.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/serra_campanha.jpg" alt="serra_campanha.jpg" /></a></strong></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div align="center"></div>
<div align="center"><font size="4"><strong>Catia Seabra &#8211; Folha SP: a decisão de Serra</strong></font></div>
<div align="center"> <img src="http://www.nublog.com.br/admin/fotos/jose_serra.jpg" alt="http://www.nublog.com.br/admin/fotos/jose_serra.jpg" /></div>
<p><font size="5">Serra usará agenda oficial para sair de SP em dias úteis</font></p>
<p><font size="4">Atendendo a apelos de tucanos, pré-candidato à Presidência decide viajar a outros Estados para comparecer a eventos como governador</font></p>
<p>Serra intensificará visitas a Estados considerados pontos fracos do PSDB, como Rio de Janeiro, onde participa hoje de cerimônia</p>
<p>CATIA SEABRA &#8211; FOLHA SP<br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Antes com programação concentrada nos fins de semana, o governador de São Paulo e potencial candidato à Presidência, José Serra, estenderá sua agenda de viagens a outros Estados também nos dias úteis.<br />
Rendendo-se a apelo de aliados, Serra deverá viajar mais pelo país em cumprimento de atividade de governador.<br />
Um dos pontos fracos do tucanato, o Rio será destino mais frequente a partir de agora. Hoje, assiste à posse do presidente da Associação Comercial do Estado, José Luiz Alquéres, presidente da Light e ex-presidente da Alstom no Brasil, investigada na Suíça, na França e no Brasil sob suspeita de pagar comissões ilegais para obter contratos com governos da Ásia e da América Latina, como o de SP.<br />
O governador deverá voltar ao Rio em agenda oficial, para a comemoração dos 200 anos da associação e a feira agropecuária de Rezende.<br />
Segundo tucanos, Serra atenderá a convites oficiais, especialmente os destinados à discussão da crise, como um da associação comercial da Bahia.<br />
O governador -que estará em Goiás no dia 13 para seminário sobre desemprego- também avalia convite da Federação de Indústrias do Ceará.<br />
Afirmando que Serra estará em Mato Grosso e em Maceió nos próximos dias, o vice Alberto Goldman nega que a intensificação da agenda seja fruto da mudança de estratégia. Diz que não é o governador que está mais receptivo aos convites. &#8220;Serra está mais requisitado.&#8221;<br />
Ele participará ainda de seminários em Pernambuco e na Bahia. Para a definição da agenda, leva-se em conta a magnitude do evento. Antes do embarque, Serra recebe uma radiografia do Estado que visitará.<br />
Até o mês passado, ele resistia mais à ideia de viajar, sob o argumento de que é cedo para a campanha. No tucanato, porém, ganha força a tese de que ele deve percorrer o país em atividades oficiais.<br />
Serra repete que não pretende contrariar os paulistas, seu patrimônio. Mas uma pesquisa, encomendada ao instituto Ipesp, serve de aval para um passo mais ousado. Segundo o Ipesp, 83% dos entrevistados afirmam que a entrada do governador na disputa pelo Planalto seria boa para São Paulo.</p>
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		<title>Aprovação de Lula sobe e intenção de voto em Dilma cresce, diz Sensus</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
REUTERS &#8211; Agencia Estado
BRASÍLIA &#8211; A aprovação pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a um dos patamares mais altos registrados desde o início do primeiro mandato, informa pesquisa Sensus divulgada nesta segunda-feira.
A sondagem mostrou ainda que a pré-candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, reduziu a diferença para seu concorrente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://joelbueno.blog.uol.com.br/images/12_MHG_pais_lula_dilma434556.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://joelbueno.blog.uol.com.br/images/12_MHG_pais_lula_dilma434556.jpg" width="336" height="214" /><img src="http://www.nublog.com.br/admin/fotos/jose_serra.jpg" alt="http://www.nublog.com.br/admin/fotos/jose_serra.jpg" width="198" height="213" /></p>
<p style="background-color: #ffff99">REUTERS &#8211; Agencia Estado</p>
<p>BRASÍLIA &#8211; A aprovação pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a um dos patamares mais altos registrados desde o início do primeiro mandato, informa pesquisa Sensus divulgada nesta segunda-feira.</p>
<p>A sondagem mostrou ainda que a pré-candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, reduziu a diferença para seu concorrente principal, o governador paulista José Serra (PSDB).</p>
<p>Lula recebeu aprovação de 81,5 por cento dos entrevistados em maio frente a 76,2 por cento em março, segundo o instituto Sensus, em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). A avaliação positiva do governo Lula também subiu, para 69,8 por cento, frente a 62,4 por cento em março.</p>
<p>Em meio à crise financeira mundial, o crescimento dos índices é resultado de uma melhor percepção da economia brasileira, segundo o Sensus.</p>
<p>Na corrida para a sucessão presidencial de 2010, Dilma aumentou a intenção de voto para 23,5 por cento, frente a 16,3 por cento em março. Em sentido inverso, Serra tinha 45,7 por cento em março e passou para 40,4 por cento em maio.</p>
<p>Esta é uma das primeiras pesquisas realizadas depois que Dilma anunciou que faz tratamento para combater um câncer linfático.</p>
<p><strong>(Reportagem de Natuza Nery) </strong></p>
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		<title>Diminui vantagem de Serra sobre Dilma; petista empata com tucano na pesquisa espontânea</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília
Atualizado às 13h00.
Pré-candidata do PT à presidência da República em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) empatou tecnicamente na disputa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em um dos cenários da pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNT/Sensus. Serra e Dilma aparecem tecnicamente empatados com 5,7% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/01/lula-serra-dilma1.jpg" alt="http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/01/lula-serra-dilma1.jpg" width="544" height="355" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p style="background-color: #ffff99">GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília</p>
<p>Atualizado às 13h00.</p>
<p>Pré-candidata do PT à presidência da República em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) empatou tecnicamente na disputa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em um dos cenários da pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNT/Sensus. Serra e Dilma aparecem tecnicamente empatados com 5,7% e 5,4% das intenções de voto na pesquisa espontânea (em que os eleitores falam espontaneamente os nomes do candidatos).</p>
<p>Serra vence Dilma quando os nomes dos candidatos são apresentados aos apresentados. Por esse mecanismo, Serra ganharia com 40,4% das intenções de voto contra 23,5% de Dilma. Em março, Serra tinha 45,7% e Dilma 16,3%.</p>
<p>A pesquisa ainda mostra que a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) receberia 10,7% dos votos, contra 11% da pré-candidata em março. Os votos em brancos, nulos e indecisos somam 25,6%.</p>
<p>Pesquisa Datafolha divulgada neste fim de semana mostrou Serra com 38% das intenções de voto contra 16% de Dilma. A distância entre Serra e Dilma diminuiu de 30 para 22 pontos entre o mais recente levantamento de maio e o anterior de março.</p>
<p>A diminuição da intenção de voto entre Serra e Dilma foi verificada também na pesquisa CNT/Sensus. Em março, última edição da pesquisa CNT/Sensus, Dilma havia registrado somente 3,6% na pesquisa espontânea contra 8,8% de Serra.</p>
<p>O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), aparece em quarto lugar na pesquisa espontânea com 3,0% das intenções de voto, seguido pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 1,1%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto na pesquisa espontânea.</p>
<p>O crescimento de Dilma, segundo Guedes, é consequência da percepção do eleitorado brasileiro de que a petista é efetivamente candidata &#8211;mesmo depois do anúncio de que sofre de câncer linfático. &#8220;O PT tem uma identificação espontânea no eleitorado, é uma candidata que angaria os votos do partido. É uma tendência normal&#8221;, disse Guedes.<br />
<strong><br />
Terceiro mandato</strong></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de não poder disputar o terceiro mandato, ainda aparece como líder na pesquisa espontânea com 26,2% das intenções de voto. O percentual de votos em Lula subiu em relação a março, quando 16,2% dos eleitores afirmaram que votariam no petista.</p>
<p>O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse acreditar que o crescimento de Lula na pesquisa espontânea tem relação ao crescimento do seu desempenho pessoal &#8211;que subiu de 76,2% em março deste ano para 81,5% em maio.</p>
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		<title>Mais pesquisas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 12:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa eleitoral com mais de um ano de antecedência ao pleito não tem função eleitoral e sim política. Ela serve para os debates internos aos partidos ou para avaliações sobre a viabilidade de tal o qual candidatura.
Por isso chama a atenção os diferentes cenários escolhidos para realizar as pesquisas, que não se basam nos candidatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa eleitoral com mais de um ano de antecedência ao pleito não tem função eleitoral e sim política. Ela serve para os debates internos aos partidos ou para avaliações sobre a viabilidade de tal o qual candidatura.</em></p>
<p><em>Por isso chama a atenção os diferentes cenários escolhidos para realizar as pesquisas, que não se basam nos candidatos efetivamente definidos, e sim em escolhas arbitrariamente decididas pelos que encomendam as pesquisas, no caso a Folha de São Paulo e o Datafolha.</em></p>
<p><em>Por exemplo, porque não incluir entre os eventuais candidatos o nome de Kassab?  Porque não testar o efeito eleitoral da repetição de duas candidaturas do espetro demo-tucano (Alckmin e Kassab ou Kassab e Aloysio)? Vários setores do DEM defendem sua candidatura ao governo estadual em 2010 e não aceitam a do Alckmin.</em></p>
<p><em>Porque não incluir o nome do senador Aloizio Mercadante, que já foi candidato ao cargo de governador em 2006, mesmo que ele afirme que prefere ser candidato a releição de senador? Porque manter em todos os cenários várias candidaturas da oposição e só uma da situação?</em></p>
<p><em>Nos cenários escolhidos pelo Datafolha, chama a atenção os resultados obtidos por alguns nomes, como Alckmin e Marta, mas também Palocci com 7% em um dos cenários. Enquanto Alckmin dispõe da visibilidade de seu cargo, Marta está fora do noticiário e mais inclinada a disputar um cargo ao senado e Palocci só aparece raramente. </em></p>
<p><em>Em todo caso, a pesquisa eleitoral mostra consonância com a avaliação positiva do governo tucano em São Paulo, fazendo do candidato da situação o favorito da disputa. </em></p>
<p><em>Mas ainda muita água vai correr por baixo da ponte&#8230;</em></p>
<p><em>LF</em></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/08/22/22_MHG_PAIS_alckmin.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/08/22/22_MHG_PAIS_alckmin.jpg" width="554" height="354" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/06/05/05_MHG_pais_marta.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/06/05/05_MHG_pais_marta.jpg" width="554" height="355" /></div>
<p><strong>Alckmin amplia vantagem na corrida pelo governo de SP</strong></p>
<p>Ex-governador obtém de 47% a 50% dos votos; sem tucano, Marta se isola na liderança e o atual secretário de Serra subiu de 28 para 32 pontos; no interior, tucano atinge 53%, contra 10% de petista</p>
<p>JOSÉ ALBERTO BOMBIG<br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Quatro meses após ter assumido um cargo de primeiro escalão no governo de José Serra (PSDB) em São Paulo, Geraldo Alckmin ampliou ainda mais sua dianteira na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes.<br />
O ex-governador tucano obtém de 47% a 50% das intenções de voto, revela pesquisa Datafolha realizada entre os dias 26 e 28 de maio. O melhor segundo colocado nos cenários em que Alckmin é apresentado ao eleitor, a ex-prefeita Marta Suplicy (PT),chega a15%.<br />
Sem Alckmin na disputa, Marta Suplicy se isola na liderança e alcança 25%, seguida por Paulo Maluf (PP), com 15%. Em março deste ano, quando o Datafolha realizou o primeiro levantamento para a sucessão ao governo do Estado, o atual secretário de Desenvolvimento de Serra variava de 41% a 46% das intenções de voto, e a petista atingia 13% no principal cenário (os dois apresentados ao eleitor) -portanto, a diferença entre eles era de 28 pontos percentuais e agora está em 32.<br />
Também no levantamento anterior, Marta tinha 19% sem Alckmin na disputa e estava empatada tecnicamente com Paulo Maluf, então com 17%. A mais recente pesquisa, que tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos (intervalo de confiança de 95%), apresentou seis cenários ao eleitor. Nenhum deles tem o governador José Serra, líder na corrida pela sucessão do presidente Lula. No cenário sem Alckmin e com Marta, o secretário da Casa Civil de Serra, Aloysio Nunes Ferreira, aparece como candidato do PSDB e atinge 2%.<br />
Os outros nomes petistas foram o do ministro da Educação, Fernando Haddad, o do deputado federal Antonio Palocci e o do prefeito de Osasco, Emídio de Souza. O primeiro tem 1% das intenções, e o segundo, 7% no seu melhor desempenho. Emídio não pontuou. Nenhum dos adversários de Alckmin atinge sequer a metade suas intenções de voto, o que indica que ele teria grandes chances de vencer no primeiro turno se a eleição fosse hoje.<br />
São nos cenários sem Marta que Alckmin atinge, respectivamente, 48% e 50% das preferências dos eleitores. A pesquisa do Datafolha é um levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório dos entrevistados -acima de 16 anos.<br />
Foram realizadas 2.058 entrevistas em 56 municípios. Desde que assumiu a secretaria de Estado do Desenvolvimento em janeiro, após não ter chegado nem sequer ao segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo em 2008, Alckmin tem concentrado sua agenda de viagens e inaugurações no interior do Estado, onde ganhou sete pontos percentuais com Marta na disputa e chegou a 53% das intenções de voto.<br />
Em março, o ex-governador tinha 46% no interior no cenário com a petista, e 34% na capital, onde alcançou agora 38%.<br />
Marta permaneceu com 10% no interior e oscilou dois para cima na cidade de São Paulo, chegando a 22%. No principal cenário da pesquisa, Maluf tem 9% na terceira posição, seguido por Luiza Erundina (PSB), com 6%, por Soninha (PPS), com 5% e Paulinho (PDT) e Campos Machado (PTB), ambos com 2% cada. Ivan Valente (PSOL) e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf (sem partido), aparecem com 1% cada um.</p>
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		<title>Kassab é capa do Estadão</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 11:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Campanha de Kassab uso doação ilegal, diz promotor&#8221;

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