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	<title>Blog do Favre &#187; emprego</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Desemprego entre negros cai para 16%, mas é maior do que entre brancos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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da Folha Online
O desemprego entre os negros caiu mais de 6 pontos percentuais entre 2004 e 2008, período de maior dinamismo da economia brasileira, mas ainda supera a falta de ocupação entre os brancos, segundo pesquisa do Seade/Dieese divulgada nesta quarta-feira.
De acordo com o levantamento, as disparidades na forma de inserção produtiva de negros e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_FtvI14u6klU/SkZM6TtC11I/AAAAAAAABGE/DvKw0m16kWk/s320/Constru%2520o%2520Civil%2520-%2520Geral%2520-%2520Pedreiro%252002.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_FtvI14u6klU/SkZM6TtC11I/AAAAAAAABGE/DvKw0m16kWk/s320/Constru%2520o%2520Civil%2520-%2520Geral%2520-%2520Pedreiro%252002.jpg" /></p>
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">da Folha Online</span></h2>
<p>O desemprego entre os negros caiu mais de 6 pontos percentuais entre 2004 e 2008, período de maior dinamismo da economia brasileira, mas ainda supera a falta de ocupação entre os brancos, segundo pesquisa do Seade/Dieese divulgada nesta quarta-feira.</p>
<p>De acordo com o levantamento, as disparidades na forma de inserção produtiva de negros e não-negros no mercado de trabalho da região metropolitana de São Paulo registraram queda entre 2004 e 2008.</p>
<p>No período, a PEA (População Economicamente Ativa) negra diminuiu sua participação de 37,3% para 36,6%, mas aumentou sua proporção de ocupados, de 77,5% para 84,0% e caiu a de desempregados, de 22,5% para 16%.</p>
<p>No caso dos não-negros, o desemprego caiu de 16,4% para 11,9% no mesmo intervalo.</p>
<p>O levantamento apontou ainda uma redução dos negros nos serviços domésticos (de 8,7% para 7,7%), o que aproxima a participação das raças nesse segmento, já que a participação dos não-negros caiu de 12,9% para 12%.</p>
<p>A pesquisa também indica diminuição das diferenças entre negros e não-negros nas formas de inserção associadas a graus mais elevados de escolaridade e qualificação, mas ainda prevalece uma diferença bastante elevada.</p>
<p>Entre os negros ocupados, 5% ocupavam em 2008 cargo de direção, gerência e planejamento &#8211;contra 4,7% registrado em 2004.</p>
<p>No caso dos não-negros, a participação em tais cargos caiu de 18,7% para 17,4%, na mesma comparação.</p>
<p>&#8220;Tais fatos repercutiram no crescimento do rendimento médio real dos negros (6,1%) e na relativa estabilidade para os não-negros (0,1%) e, ainda que isto represente alteração muito pequena do diferencial de renda, mostra tendência de lenta aproximação na relação entre os dois grupos&#8221;, afirma a pesquisa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Neri: classe média é maioria, desigualdade diminui e o Brasil já decolou</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Classe media]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Néri]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog de Paulo Henrique Amorim


Marcelo Neri: o brasileiro é mais formiga que cigarra




Entrevistei o professor Marcelo Neri, economista e chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-RJ, para o Entrevista Record, que vai ao ar hoje à noite, pela Record News.
Leia abaixo os principais pontos da entrevista:
. Em 1992, a classe média era um terço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a rel="bookmark" href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=22576">Blog de Paulo Henrique Amorim<br />
</a></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="MarceloNeri" src="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/11/MarceloNeri.jpg" alt="Marcelo Neri: o brasileiro é mais formiga que cigarra " width="498" height="341" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Marcelo Neri: o brasileiro é mais formiga que cigarra</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Entrevistei o professor Marcelo Neri, economista e chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-RJ, para o Entrevista Record, que vai ao ar hoje à noite, pela Record News.</p>
<p style="text-align: left;">Leia abaixo os principais pontos da entrevista:</p>
<p style="text-align: left;">. Em 1992, a classe média era um terço do total da renda brasileira.</p>
<p style="text-align: left;">. Hoje, é mais de 50%.</p>
<p style="text-align: left;">. Entre 2003 e 2008, 32 milhões de brasileiros, ou seja, metade da população da Franca, ingressou no conjunto das classes A, B e C. O principal fator dessa ascensão não foram os programas assistenciais, mas a renda do trabalho.</p>
<p style="text-align: left;">. Entre 2003 e 2009 foram criados 8 milhões de empregos com carteira assinada.</p>
<p style="text-align: left;">. Pode-se dizer também que essa é uma década da redução da desigualdade.</p>
<p style="text-align: left;">. Entre 2000 e 2008 a renda dos 10% mais pobres da população cresceu 72%. Ou seja, o crescimento da renda dos pobres no Brasil é um crescimento de tamanho chinês.</p>
<p style="text-align: left;">. A renda dos 10% mais ricos cresceu 11%.</p>
<p style="text-align: left;">. Todo mundo cresceu.</p>
<p style="text-align: left;">. É uma bolha?</p>
<p style="text-align: left;">. Não, frisou Neri. Esse processo já dura cinco anos: de 2003 a 2008 a renda do brasileiro cresce 7% ao ano. Ou seja, não é bolha porque a renda sobe por causa do trabalho e porque os brasileiros passaram a estudar mais.</p>
<p style="text-align: left;">. Trabalhar e estudar são coisas que ficam, não vão embora como uma bolha.</p>
<p style="text-align: left;">. A queda na desigualdade é inédita.</p>
<p style="text-align: left;">. No anos 60 o Brasil viveu o período mais desigual da sua história. O Brasil tinha a terceira pior distribuição de renda do mundo.</p>
<p style="text-align: left;">. Hoje é o décimo. Quer dizer, é um país ainda muito desigual, mas se a desigualdade continuar a cair, será um país de desigualdade tolerável.</p>
<p style="text-align: left;">. O importante é que o Brasil cresce em baixo. O crescimento econômico do Nordeste é igual ao da China.</p>
<p style="text-align: left;">. É o que mostra uma pesquisa feita por ele sob o título “Produtores e Consumidores da Nova Classe Média”. O nordestino botou o filho na escola, conseguiu emprego com carteira assinada e a renda dos produtores cresce mais que a renda dos consumidores.</p>
<p style="text-align: left;">.Ou seja, o brasileiro é mais formiga do que cigarra.</p>
<p style="text-align: left;">. As mulheres são o maior sucesso dessa história.</p>
<p style="text-align: left;">. Elas fizeram uma revolução há 30 anos. Foram para a escola e conseguiram salários que começaram a se aproximar do salário dos homens.</p>
<p style="text-align: left;">. A história da ascensão das mulheres nordestinas é a mais significativa. Um exemplo disso é que as mulheres são as principais clientes do Crediamigo, o programa de microcrédito do Banco do Nordeste, que detém dois terços do mercado nacional de microcrédito.</p>
<p style="text-align: left;">. O Crediamigo promove sobretudo no Nordeste uma revolução nos pequenos negócios. Os empréstimos começam com R$ 400 e o avalista é um grupo de três a cinco pessoas em que um se responsabiliza pela dívida do outro.</p>
<p style="text-align: left;">. Entre o primeiro empréstimo e dezembro de 2008, aumentou em 42% o lucro dos que tomam dinheiro no Crediamigo. Sessenta por cento deles deixaram de ser pobres.</p>
<p style="text-align: left;">. O Marcelo Neri tem um estudo para a Fundação Getúlio Vargas só sobre o Crediamigo. Ele contou que a Prefeitura do Rio vai copiar o Crediamigo, além da Prefeitura de São Gonçalo, na região do Grande Rio.</p>
<p style="text-align: left;">Concluiu o professor Marcelo Neri: o Brasil muda rapidamente para melhor e muita gente não percebe.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Paulo Henrique Amorim</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vigor no emprego</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Celso Ming &#8211; O Estado SP
celso.ming@grupoestado.com.br
Mais um contraste com o resto do mundo. Enquanto lá fora a recuperação da atividade econômica depois da maior crise desde os anos 30 se faz com aumento do desemprego, no Brasil, vem com forte criação de postos de trabalho.
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="size-full wp-image-16354 alignleft" title="celso_ming" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/celso_ming.jpg" alt="celso_ming" width="70" height="100" /><span style="background-color: #ffff99;">Celso Ming &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>celso.ming@grupoestado.com.br</p>
<p>Mais um contraste com o resto do mundo. Enquanto lá fora a recuperação da atividade econômica depois da maior crise desde os anos 30 se faz com aumento do desemprego, no Brasil, vem com forte criação de postos de trabalho.</p>
<p>Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, apontam para um aumento recorde de contratações de pessoal com carteira de trabalho assinada (emprego formal) em meses de outubro: 231 mil novos postos. Esse número perfaz para os primeiros dez meses do ano quase 1,2 milhão de empregos novos no Brasil, fato que fortalece o ambiente de recuperação.</p>
<p>São quatro os principais motivos desse aumento do emprego:</p>
<p>(1) A relativa estabilização da economia brasileira que, por sua vez, tem a ver com juros mais baixos e regras do jogo mais previsíveis. O pior inimigo do emprego é a falta de horizontes no jogo econômico. Mesmo em ambiente de crise, se as regras são mais estáveis, o empresário investe.</p>
<p>(2) A expansão do crédito, que alcançou 9,8% no período de janeiro a setembro deste ano em relação a igual período do ano passado. A expansão do crédito pressupõe certo controle sobre a dívida pública, o que permite que os bancos tenham condições de canalizar menos recursos para a subscrição de títulos públicos e mais para o financiamento de empresas e pessoas físicas.</p>
<p>(3) O aumento das transferências de recursos para as áreas carentes (Bolsa-Família). Foi o que garantiu certo aumento do consumo e, portanto, a necessidade de contratações de pessoal para garantir o fluxo de produção.</p>
<p>(4) O aumento da demanda na economia mundial, especialmente no setor de commodities. Esse fator se deve muito às políticas de afrouxamento fiscal e monetário levadas adiante nos países ricos para combater a crise.</p>
<p>Não dá para dizer ainda que a recuperação do emprego no Brasil seja sustentável. Há notória insegurança no mercado internacional. Os bancos centrais dos países ricos estão diante de uma encruzilhada. Têm de trazer de volta os recursos que despejaram para enfrentar a crise e que agora ameaçam produzir novas bolhas. Mas não sabem ainda nem a partir de que momento nem em que intensidade fazê-lo, porque temem empurrar a economia para uma grave recaída. Ontem, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, avisou mais uma vez que o crédito apertado e o desemprego crescente nos Estados Unidos deverão limitar a recuperação (veja o Confira). E, se houver uma recaída lá fora, o emprego também será atingido no Brasil.</p>
<p>Em todo o caso, daqui para a frente a economia brasileira recebe força total do setor das obras públicas, que é manejado pelos governadores e pelo governo federal de maneira que mostre serviço meses antes das eleições. Enfim, é também a política empurrando o emprego.</p>
<p>Se a retomada da atividade econômica interna se consolidar, será inevitável a melhora da arrecadação que, nos últimos dez meses, foi uma das principais fontes de debilidade da economia brasileira.</p>
<p><strong>Confira</strong></p>
<p>Recuperação lenta &#8211; Em pronunciamento feito no Clube Econômico de Nova York, o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, mostrou que não está impressionado com as previsões dos analistas que vêm denunciando a formação de novas bolhas.</p>
<p>Avisou que a recuperação da atividade econômica dos Estados Unidos é lenta e que o mercado de trabalho vai continuar fraco durante muito tempo.</p>
<p>Ficou claro que os juros não subirão tão cedo e que os investidores continuarão despejando dólares nas aplicações de risco, o que favorece a alta das ações, do ouro e das commodities.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-large;"><strong>***</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: xx-large;">Serra alfineta Lula por desemprego alto</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), tentou desviar a atenção do acidente nas obras do Rodoanel, durante a inauguração de uma usina, em Mirante do Paranapanema, região de Presidente Prudente. Em seu discurso, de cerca de 20 minutos, ele alfinetou o governo Lula, dizendo que a taxa de 8% de desemprego é alta para um país em desenvolvimento. &#8220;O emprego não cresce satisfatoriamente e, quando cresce, falta gente qualificada&#8221;, afirmou ontem.&#8221; (Primeiro caderno do jornal <em>O Estado SP</em>)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Serra se nega a responder aos jornalistas sobre o Rodoanel e critica o governo federal por desemprego</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/serra-se-nega-a-responder-aos-jornalistas-sobre-o-rodoanel-e-critica-o-governo-federal-por-desemprego/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Serra reage irritado a questões sobre o acidente do Rodoanel, recusando-se a responder às perguntas dos jornalistas. 
Ao mesmo tempo ataca o desemprego, no mesmo dia em que a criação de empregos bate recorde histórico para o mês de outubro. A taxa de desemprego é ainda elevada? sem dúvida. Ela é de 7,7% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O governador Serra reage irritado a questões sobre o acidente do Rodoanel, recusando-se a responder às perguntas dos jornalistas. </em></p>
<p><em>Ao mesmo tempo ataca o desemprego, no mesmo dia em que a criação de empregos bate recorde histórico para o mês de outubro. A taxa de desemprego é ainda elevada? sem dúvida. Ela é de 7,7% após um ano de crise mundial só comparavel à Grande Depressão de 1929. Mesmo assim ela esta mais baixa que os 8% de 1999, quando Serra era governo com FHC.</em></p>
<p><em>Será que algum jornalista perguntou para ele, </em><em>por exemplo,</em><em> porque não reduziu  o ICMS da indústria têxtil, para incentivar a criação de empregos no Estado? Ou mais prosaicamente, que medidas de incentivo a criação de emprego foi realizada no Estado a imagem das medidas tomadas pelo governo federal? LF </em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://quemtemmedodolula.files.wordpress.com/2009/04/649-jose-serra.jpg" alt="http://quemtemmedodolula.files.wordpress.com/2009/04/649-jose-serra.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Serra critica governo e diz que desemprego de 8% é alto</span></strong></p>
<p>SANDRO VILLAR &#8211; Agencia Estado</p>
<p>PRESIDENTE PRUDENTE &#8211; A taxa de desemprego no Brasil ainda é alta para um País em desenvolvimento, argumentou hoje o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Em discurso com tom de candidato, ele falou das realizações de seu governo e alfinetou o governo Lula. &#8220;O emprego não cresce satisfatoriamente e, quando cresce, falta gente qualificada&#8221;, disse. &#8220;Duzentos mil empregos não são preenchidos por falta de qualificação&#8221;, disse o governador, durante inauguração da Usina Conquista do Pontal, da ETH Bioenergia, do grupo Odebrecht, em Mirante do Paranapanema.</p>
<p>O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro registrou a criação de 230.956 empregos formais, um resultado recorde para o mês, segundo informou hoje o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. De janeiro a outubro deste ano, segundo dados do ministério, foram criadas 1.163.607 vagas formais.</p>
<p>Serra se entusiasmou e até parafraseou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao falar das Faculdades de Tecnologia (Fatecs). &#8220;Nunca antes neste Estado se investiu tanto em educação&#8221;, afirmou, acrescentando que, até agora, foram instaladas 49 unidades. O governador não respondeu às perguntas dos jornalistas sobre o acidente envolvendo o Rodoanel, na sexta-feira.</p>
<p>A Odebrecht controla 60% da Usina Conquista do Pontal, que custou mais de R$ 400 milhões. Para a obra, foram contratados 1,3 mil funcionários e, numa área de 80 mil hectares, a usina vai processar em torno de 2,7 milhões de toneladas de cana por safra. O parceiro da Odebrecht na usina é o grupo japonês Sojitz Corporation.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Emprego: o melhor outubro da história</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/emprego-o-melhor-outubro-da-historia/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[

Emprego tem outubro recorde, Lupi vê 2 milhões de vagas em 2010


ISABEL VERSINI &#8211; REUTERS &#8211; Agência Estado
BRASÍLIA, 16 DE NOVEMBRO &#8211; O ritmo de criação de empregos formais no Brasil deve dobrar em 2010, acompanhando a recuperação da atividade econômica, previu o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, nesta segunda-feira, ao divulgar um resultado recorde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-16292 aligncenter" title="Bandeira_emprego" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Bandeira_emprego1.gif" alt="Bandeira_emprego" width="432" height="280" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Emprego tem outubro recorde, Lupi vê 2 milhões de vagas em 2010</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ISABEL VERSINI &#8211; REUTERS &#8211; Agência Estado</span></h2>
<p>BRASÍLIA, 16 DE NOVEMBRO &#8211; O ritmo de criação de empregos formais no Brasil deve dobrar em 2010, acompanhando a recuperação da atividade econômica, previu o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, nesta segunda-feira, ao divulgar um resultado recorde para outubro.</p>
<p>Ele estima que em 2009 sejam geradas entre 1 milhão a 1,1 milhão de vagas líquidas com carteira assinada, número que deve subir para 2 milhões em 2010.</p>
<p>&#8220;A indústria vai crescer muito no próximo ano, mas (o setor de) serviços será o maior puxador de contratações, como tradicionalmente ocorre&#8221;, afirmou Lupi a jornalistas.</p>
<p>Suas projeções para o emprego levam em conta um prognóstico de crescimento do Produto Interno Bruto de 7 a 8 por cento em 2010, após uma alta de 2 por cento este ano. O cenário é bem mais otimista que o desenhado pelo mercado, que aposta em crescimento de 0,21 por cento do PIB em 2009 e de 5 por cento em 2010, segundo o último relatório Focus do Banco Central.</p>
<p>Em outubro, a criação de empregos formais foi recorde para o mês, com 230.956 novos postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pela manhã.</p>
<p>O emprego foi puxado pela indústria no mês passado, com alta de 1 por cento, o equivalente a 74.552 contratações líquidas. &#8220;A indústria segurou suas contratações (ao longo do ano), teve demissões precipitadas e agora está tendo que contratar mais&#8221;, afirmou Lupi.</p>
<p>De janeiro a outubro, foram criados 1.163.607 empregos formais, o número mais baixo para o período desde 2003 (910.547). O dado acumulado foi afetado pelo baixo desempenho do primeiro semestre, quando o comportamento do mercado de trabalho refletiu os efeitos da crise global.</p>
<p>Para novembro, o ministro estima saldo positivo de 150 mil empregos com carteira assinada, um recorde para esse mês, enquanto dezembro deve mostrar demissões no resultado líquido por fatores sazonais.</p>
<p>(Por Isabel Versiani)</p>
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		<title>Setor de estaleiros estima expansão de 50% até 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Vera Brandimarte e Francisco Góes, do Rio e São Paulo &#8211; VALOR
O Brasil poderá ampliar a capacidade de produção dos estaleiros nacionais em cerca de 50% nos próximos dois anos, prevê Ariovaldo Rocha, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). Rocha disse que é viável ter capacidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://www.escunabrasil.com.br/fotobarco/NAVIO%20ATLANTICO%20SUL.bmp" alt="http://www.escunabrasil.com.br/fotobarco/NAVIO%20ATLANTICO%20SUL.bmp" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.revistafatorbrasil.com.br/imagens/fotos/navio_psv" alt="http://www.revistafatorbrasil.com.br/imagens/fotos/navio_psv" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Vera Brandimarte e Francisco Góes, do Rio e São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>O Brasil poderá ampliar a capacidade de produção dos estaleiros nacionais em cerca de 50% nos próximos dois anos, prevê Ariovaldo Rocha, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). Rocha disse que é viável ter capacidade de 900 mil toneladas de processamento de aço nos estaleiros do país no fim de 2011 ante 600 mil toneladas hoje em 22 de pequeno e grande porte.</p>
<p>&#8220;Precisamos mais 300 mil toneladas de capacidade adicional. Isso quer dizer mais três novos estaleiros de 100 mil toneladas cada&#8221;, disse. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse ao Valor, em Londres, na semana passada, que há interesse do banco em financiar a construção de mais dois estaleiros.</p>
<p>Rocha, do Sinaval, citou projetos em estudo que poderiam contribuir para aumentar a capacidade. Um deles é o do Estaleiro da Bahia, envolvendo OAS e Setal. Outro é o empreendimento do Estaleiro Ilha S.A (Eisa), do grupo Synergy, de Germán Efromovich, previsto para Maceió (AL). Rocha citou ainda a possibilidade de instalação de um novo estaleiro pelos sócios do Estaleiro Atlântico Sul (EAS).</p>
<p>Carlos Reynaldo Camerato, conselheiro do EAS, disse que está em análise a criação de uma outra empresa focada na construção de &#8220;topsides&#8221; para plataformas. Essa unidade poderia ser instalada em Suape (PE), onde fica o EAS, ou em outro Estado.</p>
<p>Rocha também citou entre os novos projetos de estaleiros o da OSX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista, em Biguaçu (SC). Mas ele lembrou que esse é um projeto que nasce para atender, preferencialmente, a demanda da empresa de produção de petróleo de Batista, a OGX. (FG e VB).</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>Leo Caldas / Valor<br />
</em></span><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002383/imagens/foto12emp-eads-b13.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /><br />
<span style="font-size: x-small;"><em> Bellelis, presidente do EAS, diz que Vale poderia financiar uma parte. &#8220;Quando compra da China não paga contra entrega&#8221; </em></span></p>
<p><strong>Indústria naval: Estaleiro de Pernambuco negocia com mineradora construção de 4 navios de 400 mil toneladas</strong></p>
<p><strong><br />
<span style="font-size: xx-large;">EAS projeta segundo dique para atender Vale</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;"><br />
</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Vera Brandimarte e Francisco Góes, de São Paulo e do Rio &#8211; VALOR</span></h2>
<p>O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) poderá construir um segundo dique seco em Suape (PE) para atender a encomenda da Vale de navios dedicados ao transporte de minério de ferro. O projeto deve ser apresentado ao conselho de administração do EAS até o fim do ano. O valor do projeto não está definido, mas deve ser superior aos cerca de R$ 300 milhões gastos nas obras civis do primeiro dique, que estará concluído em dezembro e que consumiu outros R$ 100 milhões (US$ 60 milhões) na compra de dois grandes guindastes.</p>
<p>As discussões entre a Vale e o EAS estão aceleradas. Em 15 de dezembro vence o prazo dado pela mineradora para que estaleiros nacionais apresentem suas ofertas. O pacote envolve quatro navios de grande porte, mas os estaleiros avaliam que esse poderia ser o primeiro lote de uma série de embarcações. O EAS vem trabalhando em uma proposta técnica e comercial para os primeiros navios da mineradora. O tema ganhou importância no alto escalão das duas companhias e envolveu o governo federal.</p>
<p>Na semana passada, em Londres, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ao Valor que buscaria aproximar o presidente da Vale, Roger Agnelli, ao EAS. Na visão de Lula, o estaleiro teria, sim, condições de atender a Vale desde que tivesse uma programação de navios de longo prazo, de forma que fizesse sentido investir na ampliação da capacidade. Lula participou em Londres do seminário &#8220;Investimentos no Brasil&#8221;, promovido pelo Valor e &#8220;Financial Times&#8221;.</p>
<p>Nas discussões para se chegar a um acordo há, porém, temas sensíveis, sendo um dos principais deles a definição das fontes de financiamento. A Vale não está disposta a investir em estaleiros porque considera que seu negócio não é construir navios. Agnelli, que participou do evento em Londres, disse que a Vale estaria disposta a dar ao estaleiro que for investir uma garantia de compra que lhe permitiria tomar crédito no mercado.</p>
<p>Angelo Bellelis, presidente do EAS, considera que a construção dos navios da Vale pode ser viável com uma fórmula que combine financiamento do cliente, aporte dos acionistas do estaleiro e empréstimo do Fundo da Marinha Mercante (FMM). Na sua visão, a mineradora devia tentar uma solução combinada, financiando parte dos navios. &#8220;A Vale quando compra navio da China não paga contra entrega.&#8221; Outro ponto é que os primeiros navios encomendados pela Vale no Brasil teriam um custo maior do que navios semelhantes construídos na China ou Coreia. Esse custo tende a cair à medida que a indústria naval brasileira aumente a sua competitividade.</p>
<p>No momento, o EAS tem capacidade nominal para processar 160 mil toneladas de aço por ano e tem em carteira projetos que garantem 60% de ocupação. Apesar de o estaleiro ter 40% de capacidade de processamento de aço disponível, é preciso considerar a disponibilidade no dique atual. &#8220;Temos capacidade no dique mas com equipamentos compatíveis com os que temos hoje em linha de produção&#8221;, diz Carlos Reynaldo Camerato, diretor superintendente da unidade de negócio construção naval da Camargo Corrêa.</p>
<p>O grupo tem 49,5% do EAS, cuja carteira é formada por 22 navios petroleiros da Transpetro e um casco de plataforma da Petrobras. É por essa razão que o EAS precisa, como alternativa, de um segundo dique. Camerato, também conselheiro do estaleiro, disse que o EAS não tem como estratégia trabalhar com 100% de ocupação. &#8220;Sempre teremos espaço para novas encomendas.&#8221; O conselheiro confirmou que o estaleiro estuda plano de negócios para a construção do segundo dique que será apresentado ao conselho de administração até dezembro.</p>
<p>Além da Camargo, o EAS tem 49,5% de participação da Queiroz Galvão e 1% da PJMR. O estaleiro está em processo de reestruturação para abrigar a coreana Samsung Heavy Industries. Com a mudança, que depende de aprovações de BNDES e Transpetro, a Camargo passará a ter 40% do negócio, Queiroz Galvão (40%), PJMR (10%) e Samsung (10%).</p>
<p>Em Londres, Vitor Hallack, presidente do conselho de administração da Camargo Corrêa, disse que, com sua atual estrutura, o EAS está comprometido com entregas (para Transpetro e Petrobras) até 2013 e que a partir daí poderia fazer navios para a Vale.</p>
<p>Agnelli disse que a empresa tem programada a entrega de navios até 2013. A Vale contratou na China a construção de 12 grandes navios, cada um com capacidade de 400 mil toneladas, em uma encomenda de US$ 1,6 bilhão. O primeiro navio tem previsão de entrega no início de 2011 e os demais até o fim de 2012. Mas a Vale terá que continuar renovando sua frota.</p>
<p>A encomenda motivou protestos dos estaleiros nacionais e levou à abertura de negociações com a Vale. A Vale fixou 15 de outubro para entrega das propostas, mas adiou o prazo para 15 de dezembro a pedido dos estaleiros. O EAS não poderia atender a Vale no prazo que ela desejava, 2012, mas considera factível a entrega a partir do fim de 2013.</p>
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		<title>Contagem regressiva para novo recorde</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Negócios &#38; Cia &#8211; O Globo
Nem o mais otimista dos executivos ousou prever que a indústria automobilística brasileira terminaria 2009 com novo recorde histórico. A julgar pelo comportamento das vendas na 1a semana de novembro, o setor terá ultrapassado, antes do fim do mês, o recorde de 2.820.381 de veículos emplacados de 2008. Até domingo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" alt="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Negócios &amp; Cia &#8211; O Globo</span></h2>
<p>Nem o mais otimista dos executivos ousou prever que a indústria automobilística brasileira terminaria 2009 com novo recorde histórico. A julgar pelo comportamento das vendas na 1a semana de novembro, o setor terá ultrapassado, antes do fim do mês, o recorde de 2.820.381 de veículos emplacados de 2008. Até domingo, o número estava em 2.492.824, 6% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Poucos segmentos da economia, incluindo o próprio PIB, crescerão num ritmo tão forte. A previsão é fechar dezembro com 3,1 milhões de unidades. O setor começou 2009 nocauteado pela escassez do crédito.</p>
<p>Reagiu após um empurrão do governo, que reduziu o IPI e levou consumidores de volta às concessionárias. O benefício começou a ser retirado em outubro, com a gradual elevação das alíquotas até dezembro.</p>
<p>Mês passado, foram emplacados 294.466 veículos; em setembro, 308.718.</p>
<p>Este mês, a estimativa é de 280 mil. É um ótimo número, levando-se em conta que um modelo 1.0 já está pagando 3% de IPI, contra 1,5% em outubro e zero no mês anterior. As montadoras, em geral, estão operando em dois turnos para dar conta da demanda, que só não está melhor em razão da queda nas exportações. Em 2008, até a crise explodir, operavam em três turnos. Por isso, o nível de emprego não retornou ao nível anterior. Infelizmente, vai demorar a chegar lá.</p>
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		<title>Brasil criou mais de um milhão de empregos em 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 19:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dado mostra que País já superou a crise econômica, que hoje só afeta os &#8216;gringos&#8217;



Nicola Pamplona, de O Estado de S.Paulo
RIO DE JANEIRO &#8211; O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou nesta segunda-feira, 9, que o Brasil ultrapassou, em outubro, a marca de 1 milhão de empregos formais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dado mostra que País já superou a crise econômica, que hoje só afeta os &#8216;gringos&#8217;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-full wp-image-15894 aligncenter" title="Bandeira_emprego" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Bandeira_emprego.gif" alt="Bandeira_emprego" width="432" height="280" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Nicola Pamplona, de O Estado de S.Paulo</span></h2>
<p>RIO DE JANEIRO &#8211; O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou nesta segunda-feira, 9, que o Brasil ultrapassou, em outubro, a marca de 1 milhão de empregos formais gerados desde o início do ano. O dado fechado, disse Lupi, será anunciado nos próximos dias, junto às estatísticas do Caged. &#8220;Quando eu disse, em janeiro, que criaríamos mais de um milhão de empregos este ano, cheguei a ser ridicularizado, só faltaram me chamar de louco&#8221;, disse o ministro, em palestra na abertura da feira Fenashore, em Niterói, região metropolitana do Rio.</p>
<p>Segundo Lupi, o número de empregos gerados é um sinal de que o Brasil já superou a crise econômica, com o apoio das medidas anticrise postas em prática pelo governo federal durante o ano. &#8220;Já estamos vendo a crise pelo retrovisor. A crise, hoje, é só para gringo&#8221;, afirmou, em rápida entrevista após sua participação no evento.</p>
<p>Em setembro, o desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do País caiu para 7,7% da População Economicamente Ativa (PEA), o menor índice do ano, ante 8,1% em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo assim, o gerente da pesquisa do IBGE, Cimar Azeredo, ressaltou que ainda não é possível falar em plena recuperação do mercado de trabalho após a crise. Economistas, entretanto, avaliam que o desempenho foi favorável.</p>
<p>Segundo o IBGE, a melhora do emprego em setembro decorre de um esperado movimento sazonal. De acordo com ele, é positivo que o mercado esteja respondendo às características desse período do ano, durante o qual normalmente a taxa cai em relação ao mês anterior. Para que houvesse recuperação de fato, a taxa deveria ser inferior à de setembro de 2008, também de 7,7%.</p>
<p><em>(com Jacqueline Farid e Francisco Carlos de Assis, de O Estado de S. Paulo)</em></p>
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		<title>Falta de asfalto para obras é &#8220;bom problema&#8221;, diz Lula</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para ele, oferta de material não atendeu à demanda porque país &#8220;ficou 25 anos sem crescer&#8221;
&#8220;Tenho que de certa forma ficar feliz porque, quando vejo que falta asfalto, é porque (&#8230;) existe demanda maior do que a oferta&#8221;, disse


ITALO NOGUEIRA DA SUCURSAL DO RIO &#8211; FOLHA SP
A falta de asfalto que prejudica o andamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.elpais.com/recorte/20071126elpepiint_2/LCO340/Ies/presidente_brasileno_Luiz_Inazio_Lula_da_Silva.jpg" alt="http://www.elpais.com/recorte/20071126elpepiint_2/LCO340/Ies/presidente_brasileno_Luiz_Inazio_Lula_da_Silva.jpg" width="274" height="373" /><strong>Para ele, oferta de material não atendeu à demanda porque país &#8220;ficou 25 anos sem crescer&#8221;</strong></p>
<p><strong>&#8220;Tenho que de certa forma ficar feliz porque, quando vejo que falta asfalto, é porque (&#8230;) existe demanda maior do que a oferta&#8221;, disse</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ITALO NOGUEIRA DA SUCURSAL DO RIO &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>A falta de asfalto que prejudica o andamento de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é um &#8220;bom problema&#8221;, afirmou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, a oferta do material não atendeu ao crescimento da demanda &#8220;porque o Brasil ficou 25 anos sem crescer&#8221;.<br />
&#8220;Na medida em que o Brasil começou a crescer de forma muito forte, a gente começa a sentir falta. Isso é um problema, mas é o chamado bom problema&#8221;, afirmou o presidente.<br />
A Folha revelou anteontem que a crise de abastecimento de asfalto provocou atraso em obras de rodovias federais no Nordeste, sendo duas incluídas no PAC.<br />
A única produtora de asfalto do país é a Petrobras. A estatal culpou distribuidoras pela falta do produto na região. Lula afirmou que não procura &#8220;culpados&#8221; pelo problema.<br />
&#8220;Em vez de ficar procurando culpados, tenho que de certa forma ficar feliz porque, quando vejo que falta asfalto, é porque (&#8230;) existe uma demanda maior do que a oferta.&#8221;<br />
Ele disse ter ouvido queixas sobre a falta de outras matérias-primas, como cimento, tijolo e telha, e de profissionais, como engenheiros e azulejistas.<br />
&#8220;Essa demanda forte que está acontecendo vai exigir que o Brasil dê um salto de qualidade na produção das coisas necessárias para construir estradas, ferrovias, viadutos e casas.&#8221;<br />
Lula afirmou, em entrevista coletiva, que o país deve fechar o ano com um saldo de 1,1 milhão de empregos formais criados. Ele não disse se o governo vai manter a redução no IPI para eletrodomésticos.<br />
&#8220;Se a economia crescer como nós prevemos no ano que vem, teremos mais facilidade para discutir se mantém ou não IPI.&#8221; O presidente afirmou que a decisão caberá ao ministro Guido Mantega (Fazenda).<br />
O presidente disse ainda que o Banco Central vai &#8220;comprar tantos [dólares] quanto os dólares que aparecerem no mercado&#8221;, a fim de controlar a queda da cotação da moeda.<br />
Ele afirmou que o governo ainda não encontrou um valor ideal para a divisa. &#8220;O dólar fraco ou forte demais não presta.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desemprego cai e renda aumenta</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/desemprego-cai-e-renda-aumenta/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem para ampliar

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Clique na imagem para ampliar</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://brasiliaconfidencial.inf.br/wp-content/uploads/BsBConfidencial_78-1.gif" alt="http://brasiliaconfidencial.inf.br/wp-content/uploads/BsBConfidencial_78-1.gif" width="555" height="893" /></p>
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