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	<title>Blog do Favre &#187; esporte</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Desacelerar depois da ginástica não é crucial</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Por GINA KOLATA
A importância da desaceleração gradual após os exercícios está enraizada na doutrina da ginástica. É citada nos livros de fisiologia, os personal trainers insistem nela, e revistas especializadas recomendam. Em equipamentos de academias, chega a ser algo automático: você digita o tempo que deseja se exercitar, e, quando o tempo termina, a máquina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.gifs.net/Animation11/Sports/Track_and_Field/Strange_runner.gif" alt="http://www.gifs.net/Animation11/Sports/Track_and_Field/Strange_runner.gif" /></p>
<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/images/newyorktimes.gif" alt="" hspace="10" /></p>
<p><strong>Por GINA KOLATA</strong><br />
A importância da desaceleração gradual após os exercícios está enraizada na doutrina da ginástica. É citada nos livros de fisiologia, os personal trainers insistem nela, e revistas especializadas recomendam. Em equipamentos de academias, chega a ser algo automático: você digita o tempo que deseja se exercitar, e, quando o tempo termina, a máquina por si só reduz a carga e continua por mais cinco minutos, para que você desacelere.<br />
O problema, diz Hirofumi Tanaka, fisiologista do exercício da Universidade do Texas, Austin, é que praticamente não há base científica para esse conselho.<br />
Essa desaceleração é &#8220;um tópico subestudado&#8221;, diz. &#8220;Todos acham que é um fato estabelecido, então não o estudam.&#8221;<br />
Não está claro o que essa desaceleração deveria ser. Alguns dizem que basta continuar em movimento por alguns minutos. Outros afirmam que é preciso passar 5 a 10 minutos fazendo o mesmo exercício, só que mais lentamente. E há quem garanta que é necessário incluir alongamento.<br />
Tampouco está claro para que ela serve. Alguns dizem que alivia a dor muscular. Outros afirmam que evita a rigidez muscular ou que alivia a carga cardíaca.<br />
Os pesquisadores dizem que só há consenso acerca do possível risco de uma parada repentina. Durante exercícios intensos, os vasos das pernas se dilatam para levar mais sangue às pernas e pés, e o coração bate mais rápido. Se você para de repente, seu coração se desacelera, o sangue se acumula nas pernas e aos pés, e você pode ficar tonto e até desmaiar.<br />
Os melhores atletas são os mais vulneráveis, segundo o cardiologista e maratonista Paul Thompson, pesquisador do exercício do Hospital Hartford, em Connecticut (EUA). &#8220;Se você é bem treinado, seu ritmo cardíaco já é lento e se desacelera com ainda mais rapidez com o exercício&#8221;, disse.<br />
Esse efeito pode ser nocivo para alguém com uma doença cardíaca, disse o fisiologista Carl Foster, da Universidade de Wisconsin em La Crosse, explicando que, nesses casos, os vasos sanguíneos que chegam ao coração já estão mais estreitos, dificultando a passagem do sangue.<br />
Mas isso importa para o atleta comum, mediano? &#8220;Provavelmente não muito&#8221;, disse Thompson. E, de qualquer forma, a maioria das pessoas não fica parada como pedra quando a ginástica termina. Elas andam até o vestiário, até o carro ou até sua casa, beneficiando-se da desaceleração sem oficialmente &#8220;desacelerar&#8221;. A ideia da desaceleração parece ter se originado da teoria popular -hoje desmentida- segundo a qual os músculos doem depois do exercício por acumularem ácido láctico.<br />
Na verdade, o ácido láctico é um combustível. É uma parte normal do exercício e nada tem a ver com a dor muscular. Mas a teoria do ácido láctico levou à noção de que reduzir lentamente a intensidade da atividade permitiria que a substância se dissipasse.<br />
Segundo Tanaka, um estudo com ciclistas concluiu que, sendo o ácido láctico bom, é melhor não desacelerar depois de um exercício intenso. O ácido láctico era revertido em glicogênio, um combustível muscular, quando os ciclistas simplesmente paravam. Quando desaceleravam, era desperdiçado na alimentação dos músculos.<br />
E, quanto à dor muscular, a desaceleração não a alivia, segundo Tanaka. E a rigidez muscular? &#8220;Não há dados para apoiar a ideia de que a desaceleração ajuda&#8221;, disse Foster.<br />
Os pesquisadores do exercício dizem seguir os seus próprios conselhos. Thompson afirma que, se está fazendo uma atividade puxada em pista, caminha uma curta distância ao terminar, para evitar a tontura. Já Tanaka não desacelera nada. Ele joga futebol e diz que não vê uma razão específica para fazer nada após o exercício a não ser, simplesmente, parar.</p>
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		<title>Setor de transportes deve receber US$ 5,5 bilhões</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antonio Lacerda / EFE

 O estádio do Engenhão, no subúrbio do Rio, abrigou o Parapan-americano em 2007 e será usado na Olímpiada de 2016 &#8211; mas a malha de transportes deve ser reforçada para levar atletas e turistas até lá




Chico Santos, Francisco Góes e Ana Paula Grabois, do Rio &#8211; VALOR
Os investimentos totais previstos pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>Antonio Lacerda / EFE<br />
</em></span><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002357/imagens/foto_05emp-engenhao-a18.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em> O estádio do Engenhão, no subúrbio do Rio, abrigou o Parapan-americano em 2007 e será usado na Olímpiada de 2016 &#8211; mas a malha de transportes deve ser reforçada para levar atletas e turistas até lá</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Chico Santos, Francisco Góes e Ana Paula Grabois, do Rio &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Os investimentos totais previstos pela candidatura vitoriosa do Rio de Janeiro a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 somam US$ 14,4 bilhões, dos quais US$ 11,1 bilhões serão destinados a obras de infraestrutura com recursos públicos e privados, embora haja ceticismo entre analistas quanto ao tamanho da participação privada. Um dos maiores desafios será expandir e aperfeiçoar o sistema de transporte de massa, hoje baseado no uso de ônibus. Mas, em paralelo, há grande otimismo nos setores de construção e de hotelaria com as perspectivas de negócios.</p>
<p>Só em transportes estão previstos investimentos de US$ 5,5 bilhões, incluindo ferrovias, metrô, ônibus e aeroportos. O secretário de Transportes do Estado, Julio Lopes, disse que um dos eixos da proposta do Rio é implantar faixas exclusivas de ônibus articulados. O objetivo é desenvolver duas linhas: uma da zona sul até a zona oeste e outro dali até a zona norte. Segundo Lopes, a construção da linha 4 do metrô, que ligaria bairros da zona sul (Ipanema, Leblon e Gávea) até a Barra da Tijuca, na zona oeste, não foi incluída como compromisso oficial.</p>
<p>&#8220;Se quis mostrar algo que fosse possível de entregar, o que nos permitiu ganhar credibilidade para a candidatura&#8221;, disse Lopes. &#8220;Mas na verdade vamos entregar mais do que o contratado, uma vez que há o compromisso do governo do Estado de fazer a linha 4 do metrô para a Copa de 2014&#8243;. A linha 4 vai exigir investimentos de cerca de R$ 3 bilhões. A estimativa é de que essa linha permita transportar mais 240 mil passageiros por dia.</p>
<p>Joubert Flores, diretor de relações institucionais do Metrô Rio, concessionária do sistema metroviário carioca, defendeu o projeto da linha 4 do metrô, cujo modelo de construção e operação, em estudo pelo governo do Estado, ainda não está fechado. Ele disse que a implantação de duas linhas de ônibus com faixas exclusivas só se justifica se não houver capacidade de criar a nova linha do metrô. A ideia de levar o metrô da zona sul do Rio até a Barra da Tijuca existe há mais dez anos. Agora a ideia seria mudar o traçado da linha 4, ligando-a à estação do metrô em Ipanema, a ser inaugurada em dezembro, o que garantiria quase o dobro de passageiros.</p>
<p>Amin Murad, presidente da Supervia, a concessionária de trens metropolitanos do Rio, disse que na proposta do Rio para os jogos estão previstos, até 2015, a compra de 120 novos trens, a reforma de outras 94 unidades e a remodelação de 89 estações. Esses investimentos vão permitir atender 1,5 milhão de passageiros por dia. Hoje o sistema de trens urbanos do Rio transporta 500 mil passageiros por dia útil.</p>
<p>O presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Sinduscon-RJ), Roberto Kauffmann, disse que os Jogos Olímpicos deverão gerar para o setor investimentos adicionais de R$ 2 bilhões por ano até a realização do evento. Segundo cálculos da entidade que Kauffmann preside, para cada R$ 2 bilhões, 84 mil novos empregos no setor serão gerados, mas eles não serão necessariamente cumulativos, dependendo do tempo de execução de cada projeto. Kauffmann disse que R$ 2 bilhões por ano representarão aproximadamente de 25% a 30% do que o Estado do Rio de Janeiro receberá este ano em investimentos na construção com recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), calculados em cerca de R$ 7,5 bilhões (cerca de 15% dos R$ 50 bilhões que serão investidos, segundo ele, em todo o Brasil).</p>
<p>Para o presidente do Sindicato Nacional da Construção Pesada (Sinicon), Luiz Fernando Reis, a herança do Pan-Americano de 2007 em termos de equipamentos esportivos, somada ao que será feito para a Copa do Mundo de 2014 vai fazer com que a maior parte dos investimentos em construção para 2016 seja em obras de infraestrutura. &#8220;Será a última oportunidade de se fazer uma grande reforma urbana no Rio de janeiro&#8221;, disse. Para ele, obras como uma linha do Metrô da zona sul à Barra da Tijuca (zona oeste), a despoluição da Baía de Guanabara e a revitalização do porto tornam-se &#8220;obrigatórias&#8221;.</p>
<p>A Olimpíada de 2016 no Rio vai fomentar investimentos da ordem de R$ 3 bilhões somente na criação de novas unidades hoteleiras, segundo o diretor da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (Abih), Alexandre Sampaio.</p>
<p>Segundo estimativa da organização da Olímpiada, há a necessidade de 12 mil novos hoteis para suprir a demanda de turistas na cidade durante os jogos. Atualmente, a cidade do Rio de janeiro possui 32 mil.</p>
<p>Até 2016, o setor pretende ofertar entre 8 mil e 10 mil novas unidades em hotéis e entre 3 mil e 5 mil quartos em navios de luxo. Sampaio cita que 11 empreendimentos parados atualmente por problemas de contrato, de crédito ou judiciais, poderiam ajudar a criar nova oferta. É o caso do Hotel Nacional, fechado desde os anos 1990 e cujo leilão deve ocorrer novamente em novembro.</p>
<p>&#8220;A prefeitura, que havia obstruído o leilão anterior, vai abrir mão do IPTU atrasado&#8221;, disse o diretor da Abih. Ele avalia que o planejamento da expansão hoteleira deve ser coordenada com a atração de grandes eventos culturais ou esportivos para que os hotéis não fiquem vazios após a realização dos jogos. &#8220;A hotelaria está preocupada em não haver demanda para depois. Precisamos de um calendário de eventos mensais&#8221;, disse Sampaio.</p>
<p>O setor já conversa com o BNDES para modificar algumas regras de financiamento, como o alongamento do prazo de financiamento e o pagamento do crédito de acordo com a sazonalidade da ocupação. O setor negocia com o banco um crédito de R$ 5 bilhões para a construção de hotéis em todo o país. O valor equivale a 80% do investimento previsto em termos nacionais, mas Sampaio projeta que 50% do crédito será usado em empreendimentos cariocas. A rede Windsor, com nove hoteis na cidade, planeja mais cinco.</p>
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		<title>É isso aí!</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 01:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi maravilhoso, assisti a tudo, foi lindo. Estamos na crista da onda, somos a bola da vez.
Viva o Brasil e o povo do Brasil!
Rafael J.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Foi maravilhoso, assisti a tudo, foi lindo. Estamos na crista da onda, somos a bola da vez.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Viva o Brasil e o povo do Brasil!</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-large;">Rafael J.</span><br />
</strong></p>
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		<title>Rio deve vitória a empenho de Lula e a economia forte</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 22:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 Charles Dharapak/AP
Lula, Pelé, Nuzman e comitiva comemoram a vitória brasileira com muitos abraços, choro e gritos




Felipe Dana/AP


KAROLOS GROHMANN &#8211; REUTERS &#8211; Agencia Estado
COPENHAGUE &#8211; O Rio de Janeiro, que era o grande azarão da disputa há um ano, tornou-se na sexta-feira a primeira cidade sul-americana a receber o direito de realizar uma Olimpíada, a de 2016, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/fotos/Lula_Pele_festa_Copenhagen_02102009_600.jpg" alt="" width="555" height="382" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"> Charles Dharapak/AP</span><br />
Lula, Pelé, Nuzman e comitiva comemoram a vitória brasileira com muitos abraços, choro e gritos</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="size-full wp-image-14204  aligncenter" title="olimpiada_Lula_chora" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/olimpiada_Lula_chora.jpg" alt="olimpiada_Lula_chora" width="420" height="280" /></em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><img class="size-full wp-image-14205  aligncenter" title="olimpiada_praia" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/olimpiada_praia.jpg" alt="olimpiada_praia" width="420" height="280" /></em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;">Felipe Dana/AP</span></p>
<p><span style="background-color: #888888;"><br />
</span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">KAROLOS GROHMANN &#8211; REUTERS &#8211; Agencia Estado</span></h2>
<p>COPENHAGUE &#8211; O Rio de Janeiro, que era o grande azarão da disputa há um ano, tornou-se na sexta-feira a primeira cidade sul-americana a receber o direito de realizar uma Olimpíada, a de 2016, graças à eloquência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do recém-adquirido poderio econômico do Brasil.</p>
<p>Há um ano, era improvável que o Rio fosse o vencedor. As candidaturas fracas para 2004 e 2012 haviam levado a uma eliminação rápida, e a cidade brasileira parecia fadada ao fracasso novamente &#8211;tanto que ficou apenas em quinto lugar no relatório técnico do Comitê Olímpico Internacional (COI) no ano passado.</p>
<p>Os favoritos Chicago, Madri e Tóquio todos se saíram melhor &#8211;e até Doha, no Catar, teve uma avaliação mais positiva.</p>
<p>Mas o COI acabou dando ao Rio um questionável quarto lugar entre as finalistas, com direito de levar a candidatura à votação de sexta-feira em Copenhague.</p>
<p>&#8220;Aprendemos com aquelas candidaturas frustradas. Eu disse ao presidente (do COI) Jacques Rogge um dia depois da derrota (para os Jogos de 2012) que voltaríamos&#8221;. disse o chefe da candidatura e do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, depois da vitória de sexta-feira.</p>
<p>Dúvidas a respeito da segurança pública e do financiamento para um evento como a Olimpíada &#8211;maior competição pluriesportiva do mundo&#8211; atingiram seu auge depois dos Jogos Pan-Americanos de 2007. Para os organizadores, o evento regional foi um sucesso, mas críticos insistiram que foi um desastre.</p>
<p>Em junho deste ano, porém, a situação já havia mudado. A recessão global havia afetado mais duramente outros países &#8211;inclusive Estados Unidos, Japão e Espanha&#8211; do que o Brasil.</p>
<p>FATOR MEIRELLES</p>
<p>Naquele mês, numa apresentação na sede do COI em Lausane (Suíça), a candidatura carioca ganhou um reforço de peso &#8211;o apoio do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que assegurou aos membros do comitê que a economia brasileira havia resistido bem à crise do crédito global e estava crescendo.</p>
<p>Pela primeira vez, a possibilidade de que o Rio poderia arcar com o ônus financeiro de realizar os Jogos foi levada a sério. Ao mesmo tempo, o Banco Mundial previa que o Brasil se tornará a quinta maior economia do mundo até 2016.</p>
<p>Enquanto isso, o orçamento para a candidatura de Chicago, todo oriundo da iniciativa privada, virava fonte de preocupação para os dirigentes olímpicos, e as polêmicas entre o COI e o Comitê Olímpico dos EUA cobravam seu preço.</p>
<p>Tóquio parecia ter pouco fôlego, e a candidatura de Madri, que também havia sido derrotada em 2012, tampouco decolava.</p>
<p>O sólido apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao longo de toda a campanha e seu entusiasmado apoio à candidatura em todos os eventos internacionais ao qual ele comparecia reforçaram a percepção de que desta vez o Rio estava preparado.</p>
<p>Lula e Meirelles reforçaram a dose na sexta-feira diante do COI, quando o Rio realizou uma apresentação absolutamente convincente.</p>
<p>Nem a presença em Copenhague de Barack Obama, primeiro presidente em exercício dos EUA a participar de uma sessão do COI, bastou para impedir a vitória carioca.</p>
<p>&#8220;Tenho relações especiais com o presidente Obama. Mas eu disse a ele: &#8216;Se você não for, eu vou e nós vamos ganhar&#8217;. Eu disse a ele e aí ele veio&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>E foi assim que esse ex-metalúrgico, ainda altamente popular apesar de já estar na metade final do seu segundo mandato, pôde derramar lágrimas de alegria quando, na última rodada de votação do COI, o Rio derrotou Madri pela expressiva margem de 66 votos a 32.</p>
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		<title>O logo oficial do centenário do Corinthians</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 23:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[


por Milton Pazzi Jr. &#8211; Portal Estado




Esta é a logomarca eleita para simbolizar o centenário do Corinthians, anunciada no jantar de comemoração do aniversário. Estará estampada em todos os produtos – incluindo a camisa.



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-255">
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><small><br />
</small></span><br />
<address><span style="background-color: #ffff99;">por Milton Pazzi Jr. &#8211; Portal Estado</span><span style="background-color: #ffff99;"><br />
</span></address>
<div><span style="background-color: #ffff99;"><small></small></span><a title="Tweet este post" href="http://twitter.com/home/?status=O+logo+oficial+do+centen%C3%A1rio+do+Corinthians+http://k25pq.th8.us" target="_blank"><br />
</a></div>
</h2>
<p>Esta é a logomarca eleita para simbolizar o centenário do Corinthians, anunciada no jantar de comemoração do aniversário. Estará estampada em todos os produtos – incluindo a camisa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/centenario-do-corinthians/files/2009/09/corinthians_logocentenario_oficial.jpg" alt="corinthians_logocentenario_oficial" width="455" height="300" /></p>
<div></div>
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		<title>Lula ou Obama? Apoio presidencial pode definir sede olímpica</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 18:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[COI]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>

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Roger Thurow, The Wall Street Journal, de Chicago &#8211; VALOR

Depois de gastar US$ 50 milhões para promover Chicago e percorrer o mundo para confraternizar com os potentados esportivos do planeta, os organizadores da campanha da cidade americana para sediar a Olimpíada de 2016 estão ansiosos em relação a um último detalhe: será que o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://maragao.com.br/wp-content/uploads/2008/11/logo_jo2016.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://maragao.com.br/wp-content/uploads/2008/11/logo_jo2016.jpg" height="661" width="482" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><font size="4"><strong>Roger Thurow, The Wall Street Journal, de Chicago &#8211; VALOR</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://madrilenhas.files.wordpress.com/2009/03/obama-lula.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://madrilenhas.files.wordpress.com/2009/03/obama-lula.jpg" height="382" width="518" /></div>
<p>Depois de gastar US$ 50 milhões para promover Chicago e percorrer o mundo para confraternizar com os potentados esportivos do planeta, os organizadores da campanha da cidade americana para sediar a Olimpíada de 2016 estão ansiosos em relação a um último detalhe: será que o primeiro cidadão de Chicago, o presidente Barack Obama, vai viajar à Europa no mês que vem para a tentativa final de convencer o Comitê Olímpico Internacional?</p>
<p>Embora os méritos técnicos de uma candidatura olímpica &#8211; o tráfego ao redor do estádio que abriga a cerimônia de abertura, a textura da areia para o vôlei de praia, as correntes de ar-condicionado no ginásio do tênis de mesa &#8211; possam ser mais importantes para uma organização bem-sucedida dos jogos, a campanha pessoal dos chefes de Estado se tornou crucial para se conseguir de fato o evento.</p>
<p>Depois que um escândalo de corrupção balançou o COI anos atrás, a prática antiga das cidades candidatas de cobrir a centena de membros do comitê com presentes foi proibida. Agora é a adulação que vale mais.</p>
<p>Na escolha da Olimpíada de 2012, o primeiro-ministro Tony Blair foi mais persuasivo que o presidente francês Jacques Chirac, e Londres bateu Paris. O lobby pessoal de Vladimir Putin ajudou a garantir os Jogos de Inverno de 2014 à obscura cidade russa de Sochi, em detrimento de Salzburgo, na Áustria, o conhecido berço de Mozart e da &#8220;Noviça Rebelde&#8221;.</p>
<p>&#8220;É importante para o COI (&#8230;) que você lhes dê o respeito&#8221;, diz John Bitove, um empresário canadense que comandou a fracassada campanha de Toronto para 2008, vencida por Pequim.</p>
<p>As rivais de Chicago já anunciaram que seus líderes estarão em Copenhague para a escolha, em 2 de outubro: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor do Rio, o rei Juan Carlos para Madri e o príncipe e a princesa do Japão para Tóquio. O prefeito Richard Daley tem sido o principal promotor da candidatura de Chicago, mas a cidade espera que Obama compareça. A Casa Branca informa que nenhuma decisão foi tomada.</p>
<p>A votação quatro anos atrás para a Olimpíada de 2012 estabeleceu o precedente para o confronto de estadistas. Nas semanas que antecederam a decisão, Paris era considerada a favorita, à frente de Londres e Nova York. Mas Blair chegou à sessão final do COI três dias antes e se encontrou com uma multidão de membros do comitê. Chirac chegou tarde. O presidente americano George W. Bush, preocupado com a guerra no Iraque, nem apareceu.</p>
<p>Londres ganhou de Paris por quatro votos. Nova York foi eliminada numa rodada anterior. O voto é secreto, mas uma série de membros do COI disse depois que o lobby de Blair foi provavelmente decisivo.</p>
<p>Chirac também pode ter perdido votos quando, na companhia de outros líderes, ironizou a culinária britânica: &#8220;Depois da Finlândia&#8221;, disse, &#8220;é o país com a pior comida.&#8221; A Finlândia tinha dois membros no COI durante aquela eleição &#8211; talvez os votos que tenham feito Londres ganhar.</p>
<p>A língua solta também pode ter derrubado Toronto. A cidade era considerada forte candidata para 2008, até que seu prefeito disse, antes de uma viagem à África, que temia acabar num caldeirão de água fervente, cercado por índios. Em vez disso, ele foi provavelmente queimado pelos membros africanos do COI, que muitas vezes dão votos decisivos na escolha das sedes já que o continente raramente apresenta uma candidatura.</p>
<p>O comitê de avaliação das candidaturas a 2016 deve divulgar seu relatório técnico sobre os méritos de cada uma das quatro finalistas hoje. Especialistas acreditam que a geografia reduziu a disputa a Chicago e Rio. O COI gosta de fazer uma rotação de continentes, de modo que os últimos jogos em Pequim são vistos como desvantagem para Tóquio. O fato de a Europa sediar em 2012, com Londres, é considerado um ponto contra Madri.</p>
<p>Os EUA não sediam os jogos desde 1996, em Atlanta. A América do Sul nunca foi sede.</p>
<p>Em discursos em vídeo para recentes reuniões de membros do COI, tanto Obama quanto Lula os exortaram a fazer história com seus votos.</p>
<p>A delegação do Rio estudou os poderes persuasivos de Obama durante sua campanha eleitoral e afirma que vai moldar sua candidatura olímpica com ecos do slogan favorito do presidente americano. Carlos Roberto Osório, o secretário-geral do comitê da candidatura Rio 2016, diz: &#8220;Representamos a esperança, a mudança, o &#8216;Sim, nós podemos&#8217;.&#8221;</p>
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		<title>Kassab cobra do Corinthians devolução de rua</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 14:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[clubes]]></category>
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		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>

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		<description><![CDATA[
Clube utiliza área cedida há 13 anos como estacionamento
Felipe Grandin e Marcel Rizzo &#8211; O Estado SP
Durante visita para cumprimentar dirigentes do Corinthians pela conquista da Copa do Brasil, vencida há 18 dias, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), aproveitou para cobrar ontem a devolução de parte de uma via pública cedida ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://fofoquinhas.uol.com.br/soltaofrango/wp-content/uploads/2009/02/rihannadotimao.jpg" alt="http://fofoquinhas.uol.com.br/soltaofrango/wp-content/uploads/2009/02/rihannadotimao.jpg" /></div>
<p><strong>Clube utiliza área cedida há 13 anos como estacionamento</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Felipe Grandin e Marcel Rizzo &#8211; O Estado SP</p>
<p>Durante visita para cumprimentar dirigentes do Corinthians pela conquista da Copa do Brasil, vencida há 18 dias, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), aproveitou para cobrar ontem a devolução de parte de uma via pública cedida ao clube há 13 anos. Hoje, os sócios usam o terreno de 18,4 mil metros quadrados, ao longo da Avenida Elisabeth de Robiano, no Tatuapé, como estacionamento. A rua está isolada por grades, mas é possível ver a faixa de pedestres. O presidente do clube, Andres Sanches, disse que não vai devolver a área.</p>
<p>Kassab foi ao clube acompanhado de dois secretários &#8211; Cláudio Lembo (Negócios Jurídicos) e Orlando Almeida (Controle Urbano). Lembo cuida dos processos judiciais da Prefeitura e Almeida é responsável pela fiscalização de imóveis. &#8220;Foi uma visita de confraternização&#8221;, garantiu o prefeito. &#8220;Mas aproveitamos para falar de alguns outros problemas que estamos tentando resolver da melhor maneira.&#8221;</p>
<p>No mês passado, Lembo autorizou a Prefeitura a entrar com ação na Justiça para retomar o terreno e cobrar indenização. A decisão foi publicada no Diário Oficial, mas, segundo a Secretaria dos Negócios Jurídicos, a medida ainda é estudada. A área foi cedida ao clube em 1996 por lei de autoria do ex-prefeito Paulo Maluf. A legislação concede o terreno por 99 anos, mas há brecha no texto que permite a sua retomada. O Corinthians é obrigado a devolver a área se a Prefeitura decidir reintegrar o espaço à malha viária.</p>
<p>A principal hipótese, não confirmada pela Prefeitura, é a de que o espaço seja usado na ampliação da Marginal do Tietê. Questionado se haveria desapropriação de parte do São Jorge, o secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce, deu resposta dúbia. &#8220;O Estado só vai usar áreas públicas.&#8221; A Dersa, responsável pela obra, disse que &#8220;não há definição sobre o assunto&#8221;.</p>
<p>Em resposta, o presidente do clube afirmou que o terreno foi obtido corretamente e, portanto, não haveria motivo para entregá-lo. &#8220;Não vamos devolver a rua&#8221;, afirmou Sanches. De acordo com ele, a área foi uma compensação pela desapropriação de uma parte do Parque São Jorge para a construção da Marginal do Tietê. &#8220;A Prefeitura nos cedeu porque levou parte do terreno do clube que ia até o Rio Tietê&#8221;, disse Sanches. &#8220;O que precisamos é regularizar essa situação toda&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sanches admite mesmo que há várias irregularidades na documentação dos imóveis construídos. &#8220;Todos os corintianos sabem que, em outras administrações, algumas coisas foram construídas de qualquer jeito, sem pedir (à Prefeitura).&#8221;</p>
<p>O dirigente disse que o prédio da administração, construído na gestão de Alberto Dualib no fim dos anos 1990, não tem Habite-se. Outro prédio, onde funciona o restaurante, também não teria autorização da Prefeitura. No prédio, sem Habite-se, Kassab se reuniu com Sanches por volta de meio-dia. Em seguida, juntaram-se para um almoço numa das mesas do restaurante, sem licença municipal.</p>
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		<title>Serra mistura futebol e política no caderno esporte do Estadão</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Alertado por um leitor, descobri no caderno esporte do jornal O Estado de São Paulo, uma entrevista político esportiva do governador.
O caderno escolhido para atacar o Lula mostra a verdadeira índole de José Serra. Para ele não está certo misturar as coisas, por isso&#8230; as mistura!
Em lugar de falar de esporte, o caderno serve para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alertado por um leitor, descobri no caderno esporte do jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>, uma entrevista político esportiva do governador.</em></p>
<p><em>O caderno escolhido para atacar o Lula mostra a verdadeira índole de José Serra. Para ele não está certo misturar as coisas, por isso&#8230; as mistura!</em></p>
<p><em>Em lugar de falar de esporte, o caderno serve para ele fazer política e da pior mistura. Arvorando a bandeira de que ambas as coisas não deveriam estar juntas. </em></p>
<p><em>Uma aula de hipocrisia. LF</em></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://santos.globo.com/arquivos/id_29833_robinhosite.jpg" alt="http://santos.globo.com/arquivos/id_29833_robinhosite.jpg" /></div>
<p><font size="5"><strong>&#8221;Futebol e política não têm nada a ver&#8221;</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Serra pede para não misturarem as coisas, mas nega crítica a Lula</strong></font></p>
<p>Jamil Chade &#8211; O Estado de São Paulo</p>
<p>O governador de São Paulo, José Serra, disse, ontem, em Genebra, onde recebeu um prêmio, que &#8220;futebol e política não têm nada a ver&#8221; e pediu que as duas coisas não fossem misturadas. Sua declaração surge justamente no momento em que o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu ligado ao Corinthians de forma frequente nas últimas semanas. Serra garantiu, no entanto, que não teve nenhuma intenção de criticá-lo.</p>
<p>Na segunda-feira, Ronaldo revelou que o presidente estaria mobilizando empreiteiras para ajudar o Corinthians na construção de um centro de treinamento. &#8220;O presidente Lula é quem mais está ajudando o Corinthians nessa fase. Ele está dando alguns contatos de empreiteiras que podem nos ajudar. O presidente está muito interessado no projeto do Corinthians. Ele é fanático, um corintiano roxo&#8221;, declarou o atacante.</p>
<p>Serra, palmeirense, optou por não comentar diretamente as declarações do Fenômeno. &#8220;Não soube da intervenção e nem soube do comentário do Ronaldo&#8221;, disse o governador. Mas não resistiu em fazer o alerta de que política e futebol devem caminhar separadamente.</p>
<p>Na semana passada, Lula recebeu parte da delegação corintiana campeã da Copa do Brasil. Seu envolvimento com o Corinthians não se limita à atual gestão. Em 2007, Lula enviou a Londres um representante para negociar investimentos do magnata russo Boris Berezovski no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Berezovski era um dos investidores da Media Sports Investment (MSI), empresa que mantinha parceria com o Corinthians.</p>
<p>O contato entre o governo e Berezovski foi feito depois de uma conversa entre Lula e o ex-presidente do Corinthians Alberto Dualib. O russo ainda prometia construir um estádio para o time de Parque São Jorge.</p>
<p><strong>CRÍTICAS À FIFA</strong></p>
<p>Serra não se conteve ao falar da Copa de 2014. Ele criticou a Fifa e alertou que as exigências feitas pela entidade em relação ao Morumbi são &#8220;exageradas&#8221;. Serra é contra a construção de um novo estádio em São Paulo, alegando que a cidade não teria o que fazer com mais um palco após 2014. A Fifa vem se queixando da situação do Morumbi, um dos locais favoritos para a abertura do Mundial que ocorrerá no Brasil. A Fifa chegou a sugerir que a direção do São Paulo fechasse o estádio por algum tempo para realizar as mudanças.</p>
<p>Para Serra, não há motivos para tanto. &#8220;A Fifa tem feito exigências que, olhando para trás, podem ser consideradas como exageradas. Não digo em relação específica ao Morumbi. Mas em relação ao Brasil. Mesmo a Alemanha teve problemas.&#8221;</p>
<p>Serra acredita que a Fifa e os organizadores do Mundial terão de chegar a um entendimento sobre a situação do Morumbi. &#8220;Será preciso haver uma acomodação&#8221;, disse o governador. A Fifa afirmou ontem que não há uma elevação na exigência em relação aos estádios brasileiros em comparação ao nível de 2006 na Alemanha. &#8220;As orientações entre os dois torneios (2006 e 2014) são as mesmas, sem nenhuma grande diferença&#8221;, disse a assessoria de imprensa da Fifa.</p>
<p>Para Serra, a solução seria promover algumas das mudanças que a Fifa pede, e nem sequer pensar na construção de um novo estádio. &#8220;Não é nenhuma tragédia&#8221;, disse. Ele não acredita que há como deixar São Paulo fora da Copa ou do jogo de abertura do Mundial. Mas rejeita a tese da construção de um novo estádio. &#8220;Se for construir estádio, o que vai fazer depois. O Corinthians joga no Pacaembu, o Palmeiras no Palestra Itália, o São Paulo no Morumbi e a Portugesa no Canindé&#8221;, justificou Serra.</p>
<p>A reforma do Morumbi, de qualquer forma, não seria feita com dinheiro público. &#8220;Isso não cabe a nós.&#8221; Serra ainda garantiu que a cidade estará pronta para receber a Copa. &#8220;Na Fórmula 1, chegam a São Paulo 130 mil pessoas e ninguém percebe. Não temos problemas.&#8221;</p>
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		<title>Uma paixão que vem da infância</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[A CABEÇA DO FUTEBOL]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Coletânea de 28 textos comprova: é de menino que se aprende a amar futebol

 



Antero Greco &#8211; O Estado SP
&#160;


Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
                  
Quer ver um marmanjo abrir a guarda e voltar a ser moleque? Faça-o falar de futebol. Provoque o debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><strong>Coletânea de 28 textos comprova: é de menino que se aprende a amar futebol</strong></div>
<div id="c"></div>
<div id="c"> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/convite_futebol_livro1.jpg" title="convite_futebol_livro1.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/convite_futebol_livro1.jpg" title="convite_futebol_livro1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/convite_futebol_livro1.jpg" alt="convite_futebol_livro1.jpg" width="555" height="394" /></a></div>
</div>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Antero Greco &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div class="ImagemMateria">                  <img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090610/img/2.15.imagem_futebol.jpg" align="left" /></div>
<p>Quer ver um marmanjo abrir a guarda e voltar a ser moleque? Faça-o falar de futebol. Provoque o debate em torno da bola e verá como a sisudez cai por terra com mais velocidade do que atacante habilidoso atropelado por zagueiro botinudo. Quer ler tentativas de resgatar a infância? Convide jornalistas, poetas, médicos, historiadores, psicanalistas, advogados, sociólogos a discorrerem sobre esporte tão fascinante e desdenhado, contraditório e único. A maioria vai despir a casaca para mergulhar no passado.</p>
<p>A prova de que a criança está sempre à espreita para ressurgir no adulto se espalha pelas 164 páginas de A Cabeça do Futebol (Editora Casa das Musas). Carlos Magno Araújo, Samarone Lima e Gustavo de Castro, organizadores (e coautores), convocaram colaboradores de formação variada para escreverem sobre futebol. Tema popular, que aos poucos rompe preconceitos e que nos últimos anos passou a frequentar com destaque estantes de livrarias.</p>
<p>Muitos dos 28 textos são intimistas, embora fujam à ficção, e dão tom nostálgico ao livro. Menos do que lugar-comum, a referência à infância confirma o óbvio: é de menino que se aprende a amar o futebol, uma das raras paixões duradouras na vida. Nada mais natural, portanto, que seja tema recorrente &#8211; e associado a um jogo especial, àquele momento determinante que fixa a opção clubística.</p>
<p>A partida inesquecível em geral não é final de Copa do Mundo, mas vale tanto quanto. Ou mais. Pode ser um Ceub X América-RN disputado em 1975, em Brasília (No Tempo de Jacaré e Pablito Calvo, de Carlos Magno Araújo), ou Santos X Ponte, na despedida de Pelé (O Dia em Que Virei Santista, de José Roberto Torero). Quem sabe um tradicionalíssimo Fla-Flu (O Jogo, de Moacy Cirne), ou um duelo com a carga dramática de Fla X Vasco (Ele Sempre Será, de Rubens Lemos Filho).</p>
<p>O cenário pouco importa, porque o encantamento aos olhos do menino sempre é intenso. Forte, também, é a figura paterna. Afinal, reza a lenda que a primeira experiência em um estádio de futebol costuma ser conduzida pelas mãos do pai. Pai que pode também ir ao campo só para proteger o filho da mira de esbirros do autoritarismo (&#8221;A ditadura não é mais forte do que o amor de um pai&#8221;, de Juca Kfouri).</p>
<p>A paixão que vem da época das calças curtas é ponto de partida de análises minuciosas de Luiz Zanin Oricchio e Daniel Piza, polivalentes que flutuam pelo Caderno 2, o Cultura e, de quebra, são Boleiros no caderno de Esportes do Estado. Em Bola de Meia, Piza mergulha, dentre outros aspectos, em mudanças táticas, de preparação física e financeiras pelas quais passou o futebol, que no fundo se exprime mesmo com força &#8220;naquela bolinha de meia que um menino gosta de ficar rolando e chutando sem parar, marcando golaços imaginários&#8221;. Zanin constata, em Futebol, que deve ao Santos dos anos 60 &#8220;uma certa noção de elegância e beleza&#8221; que norteia sua vida. Nesse jogo, ganha quem os lê.</p>
<p><strong>Serviço<br />
A Cabeça do Futebol. Vários autores. 166 págs. R$ 25. Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos. Av. Nações Unidas, 4.777, 3024-3599. Lançamento hoje, às 19h30</strong></p>
<h3>História do Lance! joga luz inteligente sobre a prática do jornalismo esportivo</h3>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Antero Greco &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p>A imprensa esportiva leva bordoada a torto e a direito. Há ocasiões em que até faz por merecer, mas muitas vezes o olhar enviesado que recebe carrega preconceito e paixão clubística. O alvo preferido costuma ser a televisão, por sua influência, alcance e estilo. A mídia impressa fica em segundo plano, no que existe de bom e ruim nessa relação acalorada. Merece menos atenção, mesmo como objeto de estudos acadêmicos.</p>
<p>Maurício Stycer rompe esse círculo com História do Lance!, Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo (Editora Alameda, 2009, R$ 46,00). Ele se vale da prática profissional (participou do elenco fundador do diário na segunda metade dos anos 90) e do olhar do sociólogo para esmiuçar, entender e explicar o que representa a &#8220;crônica esportiva&#8221; no País. Consegue entender o papel de área considerada menos nobre no jornalismo, porém envolvente, nervosa, cativante.</p>
<p>A gestação do Lance!, o nascimento de edições &#8220;gêmeas&#8221; no Rio e em São Paulo, os primeiros passos do jornal que viria a desbancar A Gazeta Esportiva e o Jornal dos Sports são componentes importantes do livro. No entanto, funcionam como pano de fundo para um panorama amplo das transformações por que passaram esporte (entenda-se futebol) e imprensa no Brasil no fim do século 20.</p>
<p>Conhecer bastidores de uma publicação que se firmou, apesar de prognósticos céticos, é interessante &#8211; e não apenas para quem é do ramo. História do Lance! se mostra leitura agradável porque não enxerga o tabloide como reinventor da roda no esporte. Além disso, porque viaja pela história da imprensa nacional, resgata a memória de personagens fundamentais, como Cásper Líbero, Thomas Mazzoni, Mário Filho, e lança luz inteligente sobre a prática do jornalismo esportivo.</p>
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		<item>
		<title>Copa, turismo e emprego</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 11:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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José Pastore* &#8211; O Estado SP
O IBGE acaba de publicar novos dados sobre as atividades características do turismo (ACT). Em 2006, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam nessas atividades &#8211; 6,7% da população economicamente ativa.
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			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/11741/" rel="attachment wp-att-11741" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">José Pastore* &#8211; O Estado SP</p>
<p>O IBGE acaba de publicar novos dados sobre as atividades características do turismo (ACT). Em 2006, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam nessas atividades &#8211; 6,7% da população economicamente ativa.</p>
<p>Com quase 7% da nossa população trabalhando nas ACT o Brasil não estaria mal, porque a média mundial é de 10%. Ocorre que a classificação utilizada pelo IBGE é demasiadamente ampla. Por exemplo, cerca de 50% dos trabalhadores das ACT estão na alimentação, que inclui todos os bares, lanchonetes e restaurantes, não necessariamente turísticos.</p>
<p>Quando se consideram apenas as atividades propriamente turísticas (alojamento, agências de viagem, cultura, lazer e transporte), o número de trabalhadores cai para menos de 2 milhões. Destes, apenas 900 mil trabalham no mercado formal &#8211; apenas 1% da nossa força de trabalho. Mesmo quando se considera o pessoal ocupado em atividades indiretas que sustentam as do turismo &#8211; cerca de 800 mil pessoas -, o montante de emprego formal nesse setor não chega a 2% (Alfonso R. Arias e Maria Alice C. Barbosa, Caracterização da mão de obra do mercado formal do turismo, Brasília: Ipea, 2007).</p>
<p>Por aí se vê o quanto estamos longe da média mundial dos campeões do turismo, que têm muito mais de 10% da população economicamente ativa empregada nesse setor, como é o caso de França, Espanha e EUA. Em 2006, a França, que ocupa o primeiro lugar, atraiu 82 milhões de turistas estrangeiros; a Espanha (2º lugar), 60 milhões; os EUA (3º lugar), 56 milhões; enquanto o Brasil ficou com um tímido 41º lugar, com apenas 5 milhões de turistas do exterior.</p>
<p>Não há a menor razão para ser assim. É verdade que não dispomos dos belíssimos museus do Louvre (Paris) e do Prado (Madri) ou de uma Disneyworld (Orlando), mas o Brasil possui uma imensidão de belezas naturais e expressões culturais sedutoras para o turismo de lazer e de negócios (convenções e congressos). A própria rede hoteleira cresceu e melhorou muito nos últimos anos.</p>
<p>Será que a Copa do Mundo terá força para virar o quadro atual? Penso que sim, mas há condições.</p>
<p>O certame em si promoverá o Brasil no planeta, podendo atrair muitos estrangeiros. Ficando mais conhecido, mais turistas virão, mesmo depois da Copa. Para eles, o câmbio é um fator importante, embora para a Copa o seu peso diminua. Além do câmbio, o turista só voltará ao Brasil se encontrar limpeza, segurança, bons serviços e facilidade de locomoção.</p>
<p>Para os brasileiros, a Copa será um motivo a mais para viajar, lembrando que, até o momento o grosso da receita do turismo vem dos turistas nacionais (Wilson A. Rabay e colaboradores, Impacto Econômico do Turismo, Fipe, 2002). Com a Copa, é claro, a movimentação aumentará. Além dos fatores acima, o preço dos hotéis e dos ingressos terão um grande peso.</p>
<p>Tanto para estrangeiros como para brasileiros, as obras de infraestrutura serão cruciais para a alavancagem do turismo. Essas obras têm um efeito muito positivo para gerar empregos durante a construção e depois de concluídas.</p>
<p>Imaginem o que será necessário para transformar São Paulo numa cidade em que possam se mover, em poucas horas, mil jogadores, 20 mil jornalistas, 50 mil auxiliares e técnicos e 80 mil torcedores &#8211; sem contar as avalanches de profissionais da segurança, do transporte, do alojamento e da alimentação e ainda os milhares de espectadores que farão as comemorações. Há que se preparar o equipamento urbano e o quadro de serviços para tudo isso.</p>
<p>Os investimentos em infraestrutura têm um colossal impacto na geração de empregos. A construção de uma linha férrea, a duplicação de um aeroporto, a melhoria de rodovias, a expansão das telecomunicações e outros criam enormes quantidades de postos de trabalho diretos e indiretos. As estimativas do Banco Mundial indicam que, para cada 1% de crescimento nessas áreas, corresponde, em média, um crescimento de 1% do PIB e 0,5% do emprego. Para cada R$ 1 milhão investido em infraestrutura, geram-se, em média, 163 postos de trabalho! Trata-se de um resultado muito expressivo.</p>
<p>O Brasil tem em 2014 a oportunidade de se fixar como um polo turístico vigoroso no mapa mundial e de estimular ainda mais o turismo doméstico. Tudo dependerá de uma lição de casa feita com eficiência e baixo endividamento. Quem viver verá.</p>
<p><strong>*José Pastore é professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo Site: www.josepastore.com.br </strong></p>
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