<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; esportes</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/esportes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 14:57:17 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Quem sabe faz a hora</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/quem-sabe-faz-a-hora/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/quem-sabe-faz-a-hora/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 14:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO-AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[COB]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Iets]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[jogos olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14506</guid>
		<description><![CDATA[
Heloisa Magalhães &#8211; VALOR
O presidente Lula, a partir de sexta-feira passada, em Copenhague, ficou muito mais confortável com a afirmação de Barack Obama de que ele é &#8220;o cara&#8221;. Mas o grande vitorioso na disputa pela sede dos Jogos Olímpicos de 2016 não foi ele ou o Rio de Janeiro, mas o país.
O Brasil venceu. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.pantanalnews.com.br/gerenciador/uploads/IC_37174_CONTENT_A.jpg" alt="http://www.pantanalnews.com.br/gerenciador/uploads/IC_37174_CONTENT_A.jpg" /></p>
<h2><img class="alignleft" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/colunistas/COL-HELOISA_MAGALHAES.jpg" border="0" alt="Colunista" /><span style="background-color: #ffff99;">Heloisa Magalhães &#8211; VALOR</span></h2>
<p>O presidente Lula, a partir de sexta-feira passada, em Copenhague, ficou muito mais confortável com a afirmação de Barack Obama de que ele é &#8220;o cara&#8221;. Mas o grande vitorioso na disputa pela sede dos Jogos Olímpicos de 2016 não foi ele ou o Rio de Janeiro, mas o país.</p>
<p>O Brasil venceu. Apresentou proposta bem estruturada e convenceu ao apresentar as garantias dos investimentos necessários para realização dos jogos. E apresentou uma fotografia de uma nação confiável, com bons indicadores econômicos avançando no crescimento. Mas em meio a tantos bons propósitos o Brasil ainda está longe de saltar o fosso da desigualdade social. A pobreza urbana, aninhada nas grandes cidades, mostra um jovem, entre os de baixa renda, com pouca perspectiva de futuro e melhoria na qualidade de vida. A mobilidade social ainda é um privilégio de poucos. A maioria dos brasileiros que nasce pobre morre pobre.</p>
<p>Foi nesse calcanhar de Aquiles que o próprio presidente tocou em seu discurso na capital da Dinamarca. Certamente, a perspectiva de contribuir para mudar esse cenário pesou na decisão de trazer os jogos, pela primeira vez, para a América do Sul.</p>
<p>Lula mostrou que um evento da dimensão de uma Olimpíada, além da criação de novas oportunidades, tem todas as condições de instaurar um novo ambiente de esperança. Pode tornar-se uma das molas propulsoras para criar um movimento de formação de crianças e jovens a partir de novas oportunidades de educação, trabalho e esporte.</p>
<p>Para os cariocas, os ganhos com os investimentos com infraestrutura com viés ambiental são fundamentais. O Rio precisa despoluir a Baía da Guanabara, as lagoas, as praias, criar novo sistema de transportes. Com o esvaziamento econômico, a cidade ficou com áreas degradadas. A região portuária é um destaque. Ao recuperá-la, como propõe a prefeitura, e torná-la parte da sede do evento, crescem as perspectivas para revitalização de uma região que pode tanto voltar-se para habitação popular ou centro de negócios, turismo e lazer.</p>
<p>Para esses mesmos cariocas que convivem com o ambiente carente das favelas, com o banditismo presente no dia a dia, uma grande expectativa está sendo a da cidade beneficiar-se de forma ainda mais ampla do momento para antes e depois da Olimpíada. Além do benefício material, o intangível tem tudo para ser o maior legado dos jogos, não só no Rio como em todo Brasil, lembra Edson Menezes, ex-esportista e hoje presidente do Banco Prosper. Ele é o diretor-financeiro do comitê executivo do projeto pró-Rio 2016.</p>
<p>Anos atrás, Menezes defendia a criação de um espaço para crianças e jovens dedicarem-se ao esporte. Ajudou a montar a proposta do que é batizado de Centro Olímpico de Desenvolvimento de Talentos. Seria em Deodoro, subúrbio do Rio. Sem conseguir levantar os recursos, a área acabou abrigando o Estádio Olímpico João Havelange, popularizado como Engenhão. Construído para os Jogos Pan-americanos, em 2007, ficou sem uso. Está arrendado pelo Botafogo Futebol e Regatas.</p>
<p>Menezes diz que a ideia da proposta original agora tem tudo para ser recuperada. O Comitê Olímpico Brasileiro desenvolveu e o próprio Ministério do Esporte já aprovou projeto, que prevê investimentos de R$ 12 milhões e centro para treinar 2,5 mil crianças. A proposta é oferecer de oito a dez modalidades esportivas diferentes na área do Parque Aquático Maria Lenk, na Barra da Tijuca. Também construído para os Jogos Pan-americanos, hoje está subutilizado. Nestes dias, as piscinas, construídas há dois anos, estavam com vazamento. Agora recebem novos azulejos, pois precisam ficar prontas para uma competição.</p>
<p>Por que não replicar o modelo em áreas carentes do país? A questão é atuar para tirar proveito do momento que promete investimentos e ações, não só de governo, mas que também irão atrair a iniciativa privada. O economista Andre Urani, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), lembra que teremos tempo para sincronizar ações das diferentes esferas de governo, do setor privado e da sociedade civil em torno de objetivos comuns.</p>
<p>&#8220;É importantíssimo aproveitar a onda positiva e ter foco, centrar no que interessa. O importante é eleger prioridades assimiladas e aceitas pela população para que sejam incorporadas por anos e anos&#8221;, diz. Estudioso da cidade, Urani há anos vem batendo na tecla que o Rio precisa buscar um processo de recuperação estruturado. &#8220;Barcelona deu um show, aprendeu a costurar ações de forma concatenada e foi capaz de repetir várias outras em diferentes momentos. A loucura de todas as grandes cidades de correr atrás da Olimpíada deve-se ao fato de poderem se expor para o mundo&#8221;, pondera.</p>
<p>Ele lembra que a maioria das grandes metrópolis, seja o Rio, seja Londres, a sede dos jogos de 2012, enfrentou esvaziamento com a descentralização industrial, o que &#8220;deixou um rastro de destruição, com desemprego e transformando os subúrbios em desertos industriais, com aparecimento da violência&#8221;, diz ele.</p>
<p>Londres está se renovando. A construção da infraestrutura da Olimpíada está sendo fundamentalmente na área degradada, no sudeste da cidade. &#8220;O que quero dizer é que os jogos são uma oportunidade de reinventar a razão de ser da cidade, revocacionar para o século 21. Precisamos analisar com cuidado as experiências que mudaram cidades como a de Barcelona, Turim e a própria Londres, onde os jogos ainda não aconteceram, mas o foco está sendo preparar para uma nova realidade&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Heloisa Magalhães é chefe da Redação no Rio</strong></p>
<p><strong>E-mail: heloisa.magalhaes@valor.com.br</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/quem-sabe-faz-a-hora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dieta pode agir contra depressão</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/dieta-pode-agir-contra-depressao/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/dieta-pode-agir-contra-depressao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 19:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[atividade fisica]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[vitaminsas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14399</guid>
		<description><![CDATA[
Pesquisa com 10.094 espanhóis mostrou que cardápio mediterrâneo tem efeito protetor no cérebro
De acordo com o estudo, os voluntários com maior adesão a essa dieta tinham risco cerca de 30% menor de desenvolver o distúrbio


JULLIANE SILVEIRA &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Fortemente relacionada à redução de risco para doenças cardiovasculares, a dieta mediterrânea mostrou efeito protetor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-14400" title="dieta_mediterranea" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/dieta_mediterranea.jpg" alt="dieta_mediterranea" width="460" height="504" /></p>
<p><strong>Pesquisa com 10.094 espanhóis mostrou que cardápio mediterrâneo tem efeito protetor no cérebro</strong></p>
<p><strong>De acordo com o estudo, os voluntários com maior adesão a essa dieta tinham risco cerca de 30% menor de desenvolver o distúrbio</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">JULLIANE SILVEIRA &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Fortemente relacionada à redução de risco para doenças cardiovasculares, a dieta mediterrânea mostrou efeito protetor contra a depressão em um estudo realizado com 10.094 pessoas. O trabalho foi publicado na edição de outubro do &#8220;Archives of General Psychiatry&#8221;, um dos periódicos da Associação Médica Americana.<br />
Pesquisadores das universidades de Las Palmas de Gran Canaria e de Navarra (ambas na Espanha) avaliaram dados desses espanhóis, que preencheram questionários de 1999 a 2005 sobre a própria ingestão alimentar. Eles calcularam a adesão à dieta mediterrânea baseados em nove itens: maior ingestão de gorduras monoinsaturadas em comparação às saturadas, consumo moderado de álcool e laticínios, baixa ingestão de carne vermelha e alto consumo de legumes, frutas, oleaginosas (como nozes e castanhas), cereais e peixes.<br />
Após acompanharem os voluntários por cerca de quatro anos, identificaram 480 novos casos de depressão -a maioria (324 ocorrências) em mulheres. Os que seguiram a dieta apresentaram risco 30% menor de desenvolver depressão. Para chegar aos resultados, foram ajustados outros fatores influenciáveis, como estilo de vida, estado civil, doenças crônicas e uso de antidepressivos.<br />
&#8220;Algumas variáveis, como os que não desenvolveram depressão serem mentalmente mais saudáveis e mais propensos a aderir a uma dieta mais saudável, não foram medidas. Mas é um estudo benfeito, com metodologia adequada&#8221;, pondera a psiquiatra Andrea Feijó de Mello, da Associação Brasileira de Psiquiatria e pesquisadora da Unifesp.<br />
Trabalhos anteriores mostram que populações que consomem altas quantidades de peixes apresentam menores índices de depressão. Uma das explicações é que o ácido graxo ômega 3 (presente em peixes de água fria, como o salmão) influencia na estrutura do sistema nervoso central e no transporte de neurotransmissores.<br />
Os ácidos graxos ajudam na formação da membrana celular, tornando-a mais fluida. A fluidez das membranas dos neurônios contribui para uma melhor plasticidade cerebral (capacidade de os neurônios se comunicarem), fator importante para o equilíbrio emocional do paciente.<br />
&#8220;Quando há empobrecimento da comunicação, há prejuízos na memória, fluência verbal, criatividade e iniciativa, que são sintomas da depressão, fazendo a pessoa se tornar mais vulnerável à doença&#8221;, diz Renério Fráguas Jr., supervisor da residência médica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.</p>
<p><strong>Vitaminas</strong><br />
A dieta mediterrânea também oferece bons teores de folato e vitamina B12 (presentes em vegetais, peixes e ovos), nutrientes que participam como cofatores na sintetização de serotonina no cérebro, neurotransmissor relacionado às alterações no humor.<br />
Segundo Fráguas Jr., alguns estudos mostram resultados significativos da suplementação em pacientes que têm depressão e não apresentam melhora com medicamentos.<br />
&#8220;É um dos mecanismos para explicar a associação entre questões nutricionais e depressão. Na prática, já oferecemos suplementos, principalmente para idosos que podem ter uma diminuição na absorção desses nutrientes e podem ser mais vulneráveis à depressão.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/dieta-pode-agir-contra-depressao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>La défaite de Chicago signe le premier échec d&#8217;Obama</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/la-defaite-de-chicago-signe-le-premier-echec-dobama/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/la-defaite-de-chicago-signe-le-premier-echec-dobama/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 18:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[jogos olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14251</guid>
		<description><![CDATA[
AP/MATT DUNHAM &#8211; Barack Obama lors de la présentation des dossiers pour l&#8217;obtention des JO 2016.



Le Monde
Une &#8220;humiliation&#8221; ! Bruce Levin, commentateur sur ESPN, le groupe télévisuel américain spécialisé dans le sport, n&#8217;a pas même attendu le verdict final. On savait déjà Chicago évincée dès le premier tour de scrutin du Comité olympique international (CIO), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><img title="Barack Obama lors de la présentation des dossiers pour l'obtention des JO 2016.  | AP/MATT DUNHAM" src="http://www.lemonde.fr/image/2009/10/03/546x273_1195752_0_f44e_ill-1249039-f4f3-215436.jpg" border="0" alt="Barack Obama lors de la présentation des dossiers pour l'obtention des JO 2016. " width="546" height="273" /></em></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>AP/MATT DUNHAM &#8211; Barack Obama lors de la présentation des dossiers pour l&#8217;obtention des JO 2016.</em></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></div>
<p><!--/tpl:tpl-vide.html.php--></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Le Monde</span></h2>
<p>Une &#8220;<em>humiliation</em>&#8221; ! <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/2dde/bruce-levin.html">Bruce Levin</a>, commentateur sur ESPN, le groupe télévisuel américain spécialisé dans le sport, n&#8217;a pas même attendu le verdict final. On savait déjà Chicago évincée dès le premier tour de scrutin du Comité olympique international (CIO), le 2 octobre à Copenhague (Danemark), pour désigner la ville organisatrice des Jeux de 2016. M. Levin n&#8217;a pas précisé qui, à ses yeux, était humilié : <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/d309/barack-obama.html">Barack Obama</a> ? Le couple présidentiel, Michèle s&#8217;étant plus démenée encore que son époux ? La ville de Chicago ? <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/915b/les-etats-unis.html">Les Etats-Unis</a> tout entiers ? Chacun ressentait ce verdict d&#8217;humiliation comme il l&#8217;entendait. Tous avaient quelque chose à perdre, tous y ont un peu perdu quelque chose.</p>
<div>
<div id="pubOAS_middle" style="visibility: hidden; display: none;"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
if (provenance_elt !=-1) {OAS_AD('x40')} else {OAS_AD('Middle')}
// ]]&gt;</script></div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
if ( undefined !== MIA.Pub.OAS.events ) {
   MIA.Pub.OAS.events["pubOAS_middle"] = "pubOAS_middle";
}
// ]]&gt;</script></div>
<p>Ah, si Chicago était au moins parvenu en finale, au troisième tour de scrutin. En cas d&#8217;affrontement avec <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/1a8c/rio-de-janeiro.html">Rio de Janeiro</a>, la ville américaine aurait vraisemblablement perdu. La carte maîtresse du président brésilien Lula était trop forte : les Jeux n&#8217;ont encore jamais eu lieu en Amérique latine. Mais M. Obama aurait eu la défaite brillante. On l&#8217;imaginait déjà, lançant <em>&#8220;Il n&#8217;y a qu&#8217;un seul vainqueur, le continent américain&#8221;</em>, etc. Mais être éliminée dès le premier tour : cela paraissait impensable pour Chicago.</p>
<p>Au-delà du sentiment d&#8217;humiliation, c&#8217;est d&#8217;abord l&#8217;incompréhension qui a dominé les Américains, comme chaque fois que leur pays est confronté à<em> &#8220;l&#8217;impuissance de la puissance&#8221;</em>, selon l&#8217;expression du politologue <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/de9a/bertrand-badie.html">Bertrand Badie</a>. Lorsque <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/30ab/jacques-rogge.html">Jacques Rogge</a>, le président du CIO, a annoncé l&#8217;éviction de Chicago, ses habitants, agglutinés par milliers devant le grand écran du <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/a373/daley-center.html">Daley Center</a>, en sont restés tétanisés. M. Obama, disait <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/6d63/larry-kajmowicz.html">Larry Kajmowicz</a>, un commerçant local, à <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/d210/associated-press.html">Associated Press</a> (AP), <em>&#8220;a quand même un peu perdu la face&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Forcing de dernière minute</strong></p>
<p>L&#8217;agence AP résume ainsi le danger qui le guette désormais dans l&#8217;opinion<em>. &#8220;Il veut trop faire en même temps&#8221;</em>. Résultat : <em>&#8220;il tente beaucoup mais réussit peu&#8221;</em>. Son conseiller, <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/21fb/david-axelrod.html">David Axelrod</a>, a relativisé, refusant de voir dans cet événement <em>&#8220;un camouflet&#8221;</em> vis-à-vis du président et de la <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/2c66/first-lady.html">First Lady</a>. Barack Obama avait montré l&#8217;estime qu&#8217;il porte au CIO en repartant peu après son discours, sans attendre le vote. Il a appris le verdict dans l&#8217;<a href="http://www.lemonde.fr/sujet/3f9c/air-force.html">Air Force</a> One qui le ramenait chez lui. Il s&#8217;est alors dit <em>&#8220;déçu&#8221;</em>. A l&#8217;arrivée, il a jugé qu&#8217;ainsi va le sport : on peut <em>&#8220;très bien jouer et ne pas gagner&#8221;</em>. Il semblait déjà passé à l&#8217;ordre du jour.</p>
<p>Ce n&#8217;est pas le cas des médias. La plupart se montrent cruels. Le <em><a href="http://www.lemonde.fr/sujet/ee94/new-york.html">New York</a> Times</em> : <em>&#8220;Le président n&#8217;a pas seulement échoué pour la médaille d&#8217;or, il n&#8217;a même pas eu l&#8217;argent ou le bronze&#8221;</em>. L&#8217;agence AP : <em>&#8220;C&#8217;est une défaite embarrassante. (&#8230;) Obama entend déjà le bruissement de la rumeur qui monte : décidément, il est meilleur pour parler que pour faire, il est plus une célébrité qu&#8217;un homme d&#8217;Etat.&#8221;</em> L&#8217;effarement passé est venu le temps des hypothèses. Faire venir M. Obama, qui était très réticent, pour ensuite lui faire subir cet affront : le CIO est décidément très fort, entendait-on. D&#8217;autres commentateurs jugeaient que l&#8217;on ne peut espérer le séduire par un forcing de dernière minute. La venue de son épouse à sa place fut quasiment une <em>&#8220;faute de goût&#8221;</em>. Le CIO, même un peu<em> &#8220;rénové&#8221;</em>, reste un groupe de notables vieux jeu, imbus de leur importance et qu&#8217;il faut séduire. Un cénacle sensible aux enjeux de pouvoir, qui à la notoriété et ses avantages, qui d&#8217;autre encore à des avantages plus prosaïques. Le <em>&#8220;convaincre&#8221;</em> se travaille durant de longs mois.</p>
<p>Ceux qui ont de la mémoire donnent une autre explication aux récents échecs des candidatures américaines devant le CIO. Car avant Chicago, New York avait déjà été vite éjectée, il y a quatre ans, de la course à l&#8217;organisation des Jeux de 2012. Or n&#8217;est-ce pas le Congrès américain qui, en 1999, avait obligé son vieux président d&#8217;alors, l&#8217;espagnol <a href="http://www.lemonde.fr/sujet/b2be/juan-antonio.html">Juan Antonio</a> Samaranch, à se contorsionner devant ses élus et les caméras du pays et promettre que, plus jamais, le CIO ne couvrirait des faits de corruption tels que ceux que les enquêteurs américains avaient mis au jour ? M. Samaranch avait coupé les têtes de quelques vieux compagnons pour se faire pardonner des Américains.</p>
<p>Depuis, une bisbille à caractère financier a pourri les relations entre le CIO et sa section états-unienne (l&#8217;USOC), s&#8217;ajoutant à l&#8217;hostilité aux Etats-Unis née il y a dix ans au CIO. Gerhard Heiberg, un membre norvégien, a donné cette explication du scrutin : <em>&#8220;Beaucoup d&#8217;entre nous étaient décidés à ne pas voter Chicago, quoi qu&#8217;il arrive&#8221;</em>. Lorsque, lundi dernier, Barack Obama avait opté pour le déplacement à Copenhague, de nombreux élus républicains avaient fustigé un président qui abandonne son pays pour une vétille au moment où tant d&#8217;urgences sont à régler. Hier soir, les mêmes venaient sur Fox se gausser de son échec, <em>&#8220;une défaite de l&#8217;Amérique&#8221;</em>. Sale journée.</p>
<div>
<div><strong>Sylvain Cypel (New York, correspondant)</strong></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/la-defaite-de-chicago-signe-le-premier-echec-dobama/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um projeto a altura do desafio</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/um-projeto-a-altura-do-desafio/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/um-projeto-a-altura-do-desafio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 14:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[jogos olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14220</guid>
		<description><![CDATA[

Projeto ambicioso e caro para celebrar o momento histórico
Serão 33 instalações para as disputas (10 já estão prontas e 8 vão passar por reformas ) US$ 508 milhões serão destinados para equipamentos esportivos.  O custo total deve ficar em torno de R$ 30 bilhões

Bruno Lousada &#8211; O Estado SP


// 
O projeto do Rio para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<h3 style="text-align: center;"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_nccM5oA5gYI/SFrQGEsZzaI/AAAAAAAAAC8/STzrQ6-Q6qU/S1600-R/headernovo-rio2016.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_nccM5oA5gYI/SFrQGEsZzaI/AAAAAAAAAC8/STzrQ6-Q6qU/S1600-R/headernovo-rio2016.jpg" width="555" height="190" /></h3>
<h3>Projeto ambicioso e caro para celebrar o momento histórico</h3>
<p>Serão 33 instalações para as disputas (10 já estão prontas e 8 vão passar por reformas ) US$ 508 milhões serão destinados para equipamentos esportivos.  O custo total deve ficar em torno de R$ 30 bilhões</p></div>
<div>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Bruno Lousada &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p id="ctrl_texto"><span id="tm04" style="color: #155e91;" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
// ]]&gt;</script></div>
<div id="corpoNoticia">O projeto do Rio para os Jogos de 2016 é ambicioso e caro. A Olimpíada contará com 33 instalações, dez já prontas. Oito vão passar por reformas, 11 serão construídas e quatro estruturas serão temporárias. O comitê Rio-2016 estima gastar com equipamentos cerca de US$ 508 milhões (em torno de R$ 900 milhões). O custo total deve superar R$ 30 bilhões.</p>
<p>A exemplo do Pan-Americano de 2007, a Barra da Tijuca, na zona oeste, será o &#8220;coração&#8221; dos Jogos Olímpicos. O bairro vai concentrar 56% das instalações e abrigará 20 modalidades. Vão ficar lá o Parque Olímpico, a Vila Olímpica, as duas Vilas de Mídia, o Centro Principal de Imprensa (MPC), o Centro Internacional de Rádio e Televisão e o hotel oficial do Comitê Olímpico Internacional.</p>
<p>Segundo o Comitê, todas as competições serão realizadas dentro dos limites urbanos da cidade. Assim, o tempo de deslocamento da Vila Olímpica para os locais de disputa deve levar de 5 a 10 minutos para 50% das instalações e de no máximo 30 minutos para 80% dos equipamentos.</p>
<p>&#8220;O projeto Rio-2016 está sendo lançado com mais da metade das instalações esportivas testadas e utilizadas nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007&#8243;, disse o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman. Depois do Pan, alguns equipamentos ficaram às moscas.</p>
<p><strong>Esportes aquáticos</strong></p>
<p>O estádio vai abrigar competições de natação e nado sincronizado. A instalação será construída no Núcleo do Parque Olímpico do Rio, com 18 mil assentos temporários em uma estrutura permanente</p>
<p><strong>Vila Olímpica</strong></p>
<p>A Vila Olímpica contará com 32 prédios de 12 andares e capacidade para 17.700 leitos. Metade dos atletas alojados no local estarão a menos de 10 minutos, a pé, de seus centros de competição</p>
<p><strong>Parque Olímpico do Rio</strong></p>
<p>O Parque Olímpico vai abrigar competições de ginástica, ciclismo, desportos aquáticos, basquete, judô, taekwondo, lutas, handebol, hóquei e tênis. Vai ser erguido no Autódromo de Jacarepaguá</p>
<p><strong>Estádio do Maracanã</strong></p>
<p>Inaugurado em 1950, o Maracanã vai receber partidas de futebol e a cerimônia de abertura e de encerramento da Olimpíada. O estádio vai passar por reforma para a Copa de 2014</p>
<p><strong>Arena de Copacabana</strong></p>
<p>Erguida na areia da Praia de Copacabana, a Arena vai receber jogos de vôlei de praia masculino e feminino na Olimpíada de 2016. A instalação temporária ficará próxima ao Hotel Copacabana Palace</p>
<p><strong>Estádio de Remo</strong></p>
<p>O Estádio de Remo, na Lagoa Rodrigo de Freitas, vai receber 26 modalidades de remo e canoagem. Contará com deque de madeira e arquibancada móvel para aumentar a capacidade de público</p>
<p><strong>Centro Olímpico de Tênis</strong></p>
<p>O equipamento vai ser erguido para receber competições de tênis nos Jogos de 2016. Dezesseis quadras serão construídas numa área de 10 hectares. Arquibancadas temporárias vão ser utilizadas</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/um-projeto-a-altura-do-desafio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não faltam investidores para a Copa de 2014</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 16:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[FIFA]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[patrocínio]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/</guid>
		<description><![CDATA[


O valor da cota de patrocínio chega a US$ 80 milhões e há disputa
Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP
Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/11477/" rel="attachment wp-att-11477" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" /></div>
<p></a><font size="4"><strong><br />
O valor da cota de patrocínio chega a US$ 80 milhões e há disputa</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP</p>
<p>Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar os altos custos da cotas para garantir presença. &#8220;Fomos rápidos, pois não queríamos dar chances a nenhum concorrente do nosso segmento se mexer&#8221;, afirma Fernando Chacon, diretor executivo de marketing do Itaú-Unibanco, primeira empresa a assinar contrato de patrocinador oficial da Copa de 2014. Ele conta que as negociações começaram em novembro do ano passado. &#8220;Conseguimos blindar o acesso do concorrente e garantir nossa presença nessa vitrine inigualável.&#8221;</p>
<p>O banco é, até o momento, o único patrocinador oficial do mundial no Brasil &#8211; o primeiro em quase 60 anos. Há seis cotas de patrocínio a serem comercializadas, como informa a assessoria do evento, que é organizado pela Federação Internacional de Futebol, a Fifa. Três delas já estão bem encaminhadas.</p>
<p>No mercado do marketing esportivo, comenta-se que pelo menos duas operadoras de telefonia estão no páreo: a Vivo e a Oi. Procuradas, as duas fogem do assunto. Mas o executivo de uma delas admite, extraoficialmente, que os entendimentos estão avançados e só falta os acionistas liberarem as assinaturas dos contratos.</p>
<p>Os valores dos contratos para o Brasil são salgados. As cotas oscilam entre US$ 40 milhões e US$ 80 milhões, dependendo da extensão da participação. Há patrocinadores master, locais e ainda os &#8220;global partners&#8221;, que são os parceiros de todos os eventos esportivos da Fifa, inclusive a Copa do Brasil. Entre eles estão , por exemplo, grandes marcas, como Adidas, Coca-Cola e Visa.</p>
<p>A presença da global partner Visa, por exemplo, vai restringir a abrangência das ações do Itaú como o banco oficial da Copa de 2014, como reconhece o próprio Chacon. &#8221; Vamos cuidar das operações necessárias à realização do evento no Brasil, como câmbio&#8221;, explica ele. &#8220;O único impedimento que teremos diz respeito ao uso de cartões de crédito e débito, por causa do patrocinador Visa&#8221;. Mesmo com a restrição na extensão do patrocínio, o investimento, cujo valor ele não revela, é, na opinião dele, compensador.</p>
<p>Para o diretor do Itaú, o retorno de imagem que um mundial no Brasil pode trazer é imensurável, dadas às proporções que o evento assume no &#8220;país de chuteiras&#8221;.</p>
<p>Não é uma visão isolada. O diretor de Marketing da AmBev, Carlos Lisboa, não esconde a euforia pelo fato de a recém-comprada cervejaria americana Anheuser-Busch, dona da marca Budweiser, ser uma das patrocinadoras da Copa de 2010, o que, por extensão, deverá estender o direito de permanecer também como patrocinadora da Copa de 2014 no Brasil.</p>
<p>&#8220;As negociações já estão bem engatilhadas. Tanto que já mandamos uma equipe para a África do Sul para ver quais as ações de ativação de marca que eles estão fazendo lá e avaliar como poderemos replicá-las por aqui&#8221;, conta Lisboa.</p>
<p>O fato de os jogos ocorrerem em diferentes cidades ao mesmo tempo &#8211; as 12 escolhidas serão anunciadas no fim do mês -, é outro elemento que pode impulsionar as vendas. &#8220;Com a mobilização que o futebol promove, a Copa do Mundo no Brasil será como um segundo verão para nós.&#8221;</p>
<p>Os números do evento são grandiosos e, por si só, impulsionam os grandes conglomerados a entrar na disputa por uma cota de patrocínio. Na Copa da Alemanha, os jogos foram vistos por 2,6 bilhões de pessoas em 214 países. Só com direitos de transmissão de imagem, a Fifa faturou 2,1 bilhões.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Modalidade de pilates melhora a coordenação, a força e o equilíbrio</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/modalidade-de-pilates-melhora-a-coordenacao-a-forca-e-o-equilibrio/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/modalidade-de-pilates-melhora-a-coordenacao-a-forca-e-o-equilibrio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 17:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[ginástica]]></category>
		<category><![CDATA[Pilates]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/modalidade-de-pilates-melhora-a-coordenacao-a-forca-e-o-equilibrio/</guid>
		<description><![CDATA[
RIO &#8211; A maior bola, com 75cm de diâmetro, suporta até 300 quilos, a menor mede 20cm e agüenta 200kg. A combinação das duas em exercícios de pilates é uma excelente ginástica para corrigir a postura e fortalecer os músculos, melhorando o equilíbrio e a coordenação motora. Com treino e concentração, dá para praticar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/12/12/12_MHG_viv_pilatescombola.jpg" galleryimg="no" id="lightboxImage" width="549" height="352" /></div>
<p><img src="http://oglobo.globo.com/_img/bt_hj_fch.gif" style="position: absolute; z-index: 200" id="closeButton" width="1" border="0" height="1" />RIO &#8211; A maior bola, com 75cm de diâmetro, suporta até 300 quilos, a menor mede 20cm e agüenta 200kg. A combinação das duas em exercícios de pilates é uma excelente ginástica para corrigir a postura e fortalecer os músculos, melhorando o equilíbrio e a coordenação motora. Com treino e concentração, dá para praticar em casa, informa reportagem de Antônio Marinho, publicada na edição deste domingo do Globo.</p>
<p>Professora Luiza Diniz mostra sequência de fotos de uma aula de Pilates com bolas para o verão / Foto: Ricardo LeoniNo início, equilibrar-se nas bolas é desconfortável, mas vale a pena. Como a técnica trabalha todos os músculos, o resultado é um corpo forte e flexível. Até a respiração melhora. Para alcançar mais benefícios, a dica é associar o pilates com bolas a outras atividades, como musculação, exercícios aeróbios e esportes aquáticos, segundo a professora e personal trainer Luiza Diniz. A modalidade deixa o corpo mais bem preparado para enfrentar a tensão por estresse e previne lesões:</p>
<p>- Pode-se praticar pilates com bolas diariamente, desde que exista um planejamento de treino. O correto, especialmente no caso de iniciantes, é que os exercícios sejam acompanhados de perto por profissional de educação física.</p>
<p>Ela tem razão. Dependendo da posição na bola, ou com a bola, é fácil desconcentrar, errar o movimento, desequilibrar-se e respirar aceleradamente. Daí para o chão, é um piscar de olhos. Para diminuir o risco de contusões, é bom colocar um tapete ou colchonete para proteger joelhos, coluna e outras articulações de inevitáveis quedas. O gasto calórico varia de acordo com a intensidade de treino e corresponde a uma sessão de musculação mais leve.</p>
<p>- Treinos intensos, numa hora de aula, levam a um gasto de até 400kcal (quilocalorias) ou mais &#8211; comenta a professora.</p>
<p><strong>Veja a íntegra desta reportagem na edição digital do GLOBO (só para assinantes) </strong></p>
<p><strong><font size="4">  ( <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/video/2008/9678/">Assista ao vídeo com movimentos para fazer em casa</a><a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/video/2008/9678/"> </a> )  </font></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/modalidade-de-pilates-melhora-a-coordenacao-a-forca-e-o-equilibrio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;He tenido miedo toda mi vida&#8221;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/he-tenido-miedo-toda-mi-vida/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/he-tenido-miedo-toda-mi-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 17:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
		<category><![CDATA[COI]]></category>
		<category><![CDATA[correr]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[John Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíada]]></category>
		<category><![CDATA[racial]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tommie Smith]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/he-tenido-miedo-toda-mi-vida/</guid>
		<description><![CDATA[
ENTREVISTA: TOMMIE SMITH Ex atleta y símbolo del &#8216;black power&#8217;
&#160;

JUAN MORENILLA &#8211; Madrid &#8211; El País
Pocos gestos han dicho tanto en el deporte. El de los estadounidenses Tommie Smith y John Carlos en los Juegos de México 68 se convirtió en emblema de la lucha contra la segregación racial. Aunque, como recuerda 40 años después [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.elpais.com/recorte/20081204elpepidep_1/LCO340/Ies/Tommie_Smith.jpg" alt="Tommie Smith" title="Tommie Smith" width="340" height="462" /></div>
<p><font size="4"><strong>ENTREVISTA: TOMMIE SMITH Ex atleta y símbolo del &#8216;black power&#8217;</strong></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><font size="4"></font><a href="http://bp1.blogger.com/_BBqhPqbv4jg/SA9G_3jV6PI/AAAAAAAAAZg/Af9v7thqnRc/s1600-h/tommy+smith.jpg"><img src="http://bp1.blogger.com/_BBqhPqbv4jg/SA9G_3jV6PI/AAAAAAAAAZg/Af9v7thqnRc/s400/tommy+smith.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192446958439360754" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center" border="0" /></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">JUAN MORENILLA &#8211; Madrid &#8211; El País</p>
<p>Pocos gestos han dicho tanto en el deporte. El de los estadounidenses Tommie Smith y John Carlos en los Juegos de México 68 se convirtió en emblema de la lucha contra la segregación racial. Aunque, como recuerda 40 años después el oro olímpico, destruyera algo más que su carrera.</p>
<p>Tommie Smith mira fijamente al hablar. En sus ojos no hay odio. Sí una mezcla de tristeza y orgullo por lo que ha sido su vida. Su gesto en lo alto del podio tras ganar el oro en los 200 metros (19,83s) en los Juegos Olímpicos de México 1968, su puño enfundado en un guante negro en defensa de la igualdad de las razas, es uno de los símbolos universales del deporte. Aquella mano derecha cerrada (como la izquierda de John Carlos) representaba la lucha contra la segregación racial que siempre sufrió en Estados Unidos. Era el black power. Pero también fue una condena para el resto de su vida. Este tejano de 64 años, que ayer recogió en Madrid el premio del diario As a los valores universales del deporte, todavía se emociona al ver aquella imagen.</p>
<p><strong>Pregunta.</strong> ¿Qué recuerda de su infancia?</p>
<p><strong>Respuesta.</strong> Soy el séptimo de 12 hermanos. Crecimos en el campo. Mis padres eran granjeros. Cultivábamos la tierra de unos blancos en su granja y parte de la cosecha era para nosotros. Cuando tenía seis años, nos mudamos a California y seguimos trabajando en el campo, pero ya cobrando. Recuerdo una buena ética de trabajo. Era una vida muy religiosa. Íbamos mucho a misa. Los niños blancos, por supuesto, se burlaban de mí en el colegio porque llevaba ropa de pobre.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Qué marginación sufrían?</p>
<p><strong>R.</strong> No podíamos hacer casi nada porque nos veían como personas de segunda categoría. No podíamos andar por la misma acera que los blancos. Si veías un blanco, inmediatamente tenías que saltar de la acera. Tampoco podíamos compartir los servicios públicos. Había baños para los blancos, muy limpios, y para los negros, muy sucios. No había igualdad en ningún sentido.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Era el deporte una evasión?</p>
<p><strong>R.</strong> Era la única forma de divertirse en el colegio: correr, jugar al béisbol&#8230; Y se convirtió en parte de mi vida. Yo no crecí, ni mucho menos, aspirando a ser un atleta olímpico. Más adelante lo utilicé, a partir de los 15 años, para hacernos oír. Mis padres me dijeron: &#8216;Mientras ganes carreras, no tienes que trabajar los sábados&#8217;. Era fantástico para mí. Empecé a ganar y me saltaba el trabajo. Claro que no teníamos dinero ni para zapatos. Nos los daban. Había una organización benéfica que nos daba ropa y zapatillas. No tenía ni chándal, sólo un pantalón corto y una camiseta.</p>
<p><strong>P.</strong> Así llegó a ser en México el primero en bajar de los 20s en los 200 metros y su récord de 19,83s se mantuvo durante 11 años. ¿Cómo se convirtió en uno de los mejores del mundo?</p>
<p><strong>R.</strong> Con mucho trabajo. Tenía la bendición de Dios para dedicarme al atletismo: la estatura, el cuerpo, la velocidad. Así me hice fuerte, peleándome con mis hermanos, trabajando a todas horas en el campo. Fue así como pude convertirme en alguien. No teníamos nada, así que en mi vida no he tenido otra posibilidad que luchar. Ni siquiera tenía tiempo para entrenarme. Yo no me he entrenado como un atleta. Mi preparación ha sido únicamente el trabajo en el campo. Cuando en otoño volvía al colegio, los chicos me preguntaban: &#8216;¿Cómo eres tan rápido? ¿Has hecho pesas?&#8217;. Yo no entendía lo que decían. Sólo había estado trabajando en el campo. Llevaba unas botas muy pesadas y cargaba con todas las herramientas, como las palas, que pesaban mucho. Hasta que fui al instituto no empecé a trabajar en serio como un atleta.</p>
<p><strong>P.</strong> Allí unió el deporte y la lucha contra la segregación racial.</p>
<p><strong>R.</strong> Vi tantas injusticias que no podía quedarme sin hacer nada. Aquel gesto del 68 no lo hice por moda, sino por cambiar algo. Los atletas afroamericanos organizamos el OPHR [Proyecto Olímpico para los Derechos Humanos]. Nuestra idea era boicotear los Juegos, pero no fue así y decidimos que cada uno organizara su protesta como quisiera. A mí me llegó el turno en los 200 metros. La carrera fue increíble. Me reservé para la última recta, pero no tenía ni idea de lo que podía pasar en la ceremonia, cómo me iba a sentir en el podio, qué haría&#8230; No lo supe hasta el último momento, hasta que John Carlos [bronce] me lo contó en el túnel de salida.</p>
<p><strong>P.</strong> Su mujer había comprado ya unos guantes negros.</p>
<p><strong>R.</strong> Sí, algo estaba previsto, aunque no sabíamos muy bien qué. Fue un gesto de un impacto mundial. No era sólo el grito de dos negros por el color de su piel, sino que lo hicimos por los derechos de la humanidad.</p>
<p><strong>P.</strong> Convencieron al australiano Peter Norman [plata] para llevar la pegatina del OPHR.</p>
<p><strong>R.</strong> Sí, pero yo no quería que un hombre blanco la llevara. El Proyecto era para todas las personas del mundo, negras o blancas, y yo no quería que nadie tuviera problemas por eso. La idea de que Norman la llevara fue de John Carlos y él también quiso llevarla sobre el escudo del comité australiano. Yo conocía la historia de Australia sobre cómo habían tratado a los aborígenes. Sabía que eso podía ser un problema para él porque se interpretaba que estaba de parte de los negros de Estados Unidos. Y eso fue lo que sucedió. Como a nosotros, le echaron de la Villa Olímpica, abusaron de él en su país, le apartaron socialmente.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Tuvo miedo cuando cerró su puño y lo alzó?</p>
<p><strong>R.</strong> He tenido miedo toda mi vida. No es una cosa que se preparase en dos o tres años. Los jóvenes afroamericanos, incluso hoy, son dianas en Estados Unidos, así de sencillo.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿No ha cambiado nada?</p>
<p><strong>R.</strong> Claro que sí, muchas cosas. Nuestro presidente electo, Barack Obama, es afroamericano. Y eso no ha sido una cosa que nos haya ocurrido en un día. Hemos luchado por una mejora y, como consecuencia de esa lucha, ahora hay un presidente negro. Ha sido un proceso muy lento. Eso no quiere decir que todo vaya bien. Pero, gracias a la forma en que piensa Obama respecto al cambio social, la lucha no ha terminado. Sólo acaba de empezar.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Cómo le cambió la vida después del gesto?</p>
<p><strong>R.</strong> Todo cambió para siempre. Recibimos amenazas de muerte, cartas, llamadas&#8230; Después de los Juegos Olímpicos, todos mis amigos desaparecieron. Tenían miedo de perder sus amistades blancas y sus puestos de trabajo. Yo tenía 11 récords del mundo, más que cualquier persona en el mundo, y el único trabajo que encontré fue lavando coches en un aparcamiento. Y me echaron porque mi jefe dijo que no quería que nadie trabajara conmigo. No quería que alguien que defendía la igualdad de derechos estuviera en su plantilla.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Nadie le ayudó?</p>
<p><strong>R.</strong> Todo el mundo tenía mucho miedo. A mis hermanos les echaron del colegio. A otros, en el equipo de fútbol de la universidad, les prohibieron competir por lo que yo hice.</p>
<p><strong>P.</strong> Ha llamado estúpidos a los miembros del COI. ¿Nadie le ha pedido perdón?</p>
<p><strong>R.</strong> No, nunca. En privado me dicen: &#8216;Estuvo muy mal lo que te hicieron, fue una pena&#8230;&#8217;. Mentiras. Destruyeron mi vida, la de John, la de Norman&#8230; La esposa de John se suicidó, yo me divorcié&#8230; Todo, por pedir que las personas seamos iguales. Todo eso lo consintió el COI y el comité estadounidense no hizo nada por pararlo.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Todavía ve racismo en el deporte?</p>
<p><strong>R.</strong> Siempre que exista al hombre existirá el racismo. Tenemos un presidente negro y hemos caminado mucho, pero eso no quiere decir que todo lo negativo se haya eliminado.</p>
<p><strong>P.</strong> Cuando mira atrás, ¿se siente orgulloso de su vida?</p>
<p><strong>R.</strong> Muy orgulloso. Mis padres lucharon mucho para sacarnos adelante trabajando. Mi fortaleza viene de mi origen. Mi fuerza nace de mi trasfondo personal y familiar. Nadie puede destruir cómo me siento.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Todavía corre?</p>
<p><strong>R.</strong> Sí, tengo un gimnasio en mi casa. Salgo a correr en el parque de Georgia. Hay muchos senderos que eran el lugar donde se reunía el Ku Klux Klan. Los negros no podíamos pisar esos parques en el sur de Estados Unidos y yo hoy vivo ahí. Ahora vivimos donde queremos y no donde nos plantan. Y viajo por todo el mundo para contar mi vida.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Qué supone Obama?</p>
<p><strong>R.</strong> Necesitábamos un cambio así. No porque sea negro, sino por lo que representa, la lucha de toda mi vida.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/he-tenido-miedo-toda-mi-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
