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	<title>Blog do Favre &#187; estudantes</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Tesão e direitos humanos</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ +(s)ociedade


Ex-diretor da Capes, filósofo diz que opinião pública ignora a questão central no caso da aluna da Uniban: a esfera do desejo 
RENATO JANINE RIBEIRO ESPECIAL PARA A FOLHA
 
A universitária do microvestido conseguiu um milagre:  juntou todo o mundo, da UNE à direita, na defesa dela e na condenação aos alunos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000080; font-size: xx-large;"> +(s)ociedade</span></strong></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><strong>Ex-diretor da Capes, filósofo diz que opinião pública ignora a questão central no caso da aluna da Uniban: a esfera do desejo </strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>RENATO JANINE RIBEIRO </strong></span><span style="background-color: #ffff99;">ESPECIAL PARA A <strong>FOLHA</strong></span></h2>
<p><span style="background-color: #ffff99;"> </span></p>
<p>A universitária do microvestido conseguiu um milagre:  juntou todo o mundo, da UNE à direita, na defesa dela e na condenação aos alunos que a insultaram e, depois, à universidade  que quis puni-la.  Mas há um viés na abordagem que me preocupa. O que  atraiu a sociedade para o caso  foi seu lado sexual. É o chamariz, tanto que a <strong>Folha</strong> levou  uma atriz [vestida com minissaia] a quatro universidades do  centro de São Paulo para ver se  seus alunos são diferentes dos  da periferia.<br />
Mas, lançada a isca, a imprensa não fica à sua altura e  vai opinar de maneira legalista.  O sexo é chamariz, mas não é  estudado. Já a educação é uma  grande (outra) questão, mas  também não é aprofundada.  Começando pelo fim: a educação proporcionada pela Uniban está sendo questionada a  partir desse caso, e não em sua  qualidade. Que ela é criticada  faz tempo, sabe-se. Mas está  melhorando?<br />
Por coincidência, como diretor que fui da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], responsável pela avaliação da pós-graduação brasileira, vi avanços da Uniban nos seus mestrados e no único doutorado. Não sei de sua graduação. Seria preciso avaliar se ela está melhorando ou piorando, em vez de ler generalidades que não respondem a essa pergunta central.<br />
O outro aspecto é o cerne do  caso. Uma vez deflagrada a polêmica, sumiu de cena o que a  causou -o microvestido. Vi o  advogado da aluna, de terno,  defendendo seu direito de vestir-se como quiser.  Foi uma síntese perfeita das  contradições que o caso traz à  luz. Para defender uma moça  que gosta de mostrar o corpo,  recorre-se à linguagem formal  (e à roupa idem) da profissão  jurídica. Fala-se dela como se  fosse perseguida por ser judia,  negra, comunista ou ter uma  síndrome.</p>
<p><strong>O sexo perturba </strong><br />
Só que ela não foi ofendida no  fluxo dessas discriminações  tradicionais, e sim porque gosta  de mostrar o corpo.  Por que essa questão central  se perde na vagueza das fórmulas (&#8221;cada um é livre para fazer  o que quiser&#8221;, &#8220;para ir e vir&#8221;  etc.)? Defendo essas liberdades. Mas, quando entra o sexo,  ele as perturba.<br />
No dia 22 de outubro, na Uniban de São Bernardo do Campo  (SP), ela e centenas de jovens  foram perturbadíssimos pelo  sexo. Não adianta tentar, agora,  abafar o assunto com generalidades legais -belíssimas, sim,  fulcro de nossa civilização, mas  pré-freudianas. Ou melhor:  adianta.<br />
É por isso que da esquerda à  direita há um acordo geral. Um  grande acordo para abafar o pequeno monstro.  O monstro começa pelo desejo -que parece ser mais comum nas mulheres- de ser vista, admirada, desejada. A moça  fez por isso. Não sabia o quanto  estava despertando o monstro.  Quando percebeu, deve ter-se  assustado. Sorte, pelo menos,  que ninguém foi machucado  (ela não foi).<br />
Mas o fato é que vimos o nervo exposto de algo que é mais  atávico e forte que um preconceito contra judeus, negros ou,  mesmo, mulheres. Entraram  em cena uma sexualidade provocante e respostas, masculinas e femininas, a ela.  Quer dizer que os rapazes tinham razão em xingá-la? Qualquer alfabetizado entenderá  que não. Não tinham esse direito. Mas, que foram mexidos, foram. Que ela queria mexer com  eles, queria.  O que ela desejava de fato, ela  provavelmente não sabe  (Freud não saberia). Talvez, depois de tudo por que passou,  não saiba mais. Nem eles, depois de expostos na mídia, saibam mais o que queriam.</p>
<p><strong>Id e ego </strong><br />
De todo modo, a imprensa  não se preocupou em saber como foi, nas cabeças de centenas  de jovens que estavam lá, aquela noite. Alunos da Uniban mal  foram entrevistados. Como as  alunas que apareceram na TV  discordavam da manifestação  da UNE &#8220;em favor delas&#8221;, a imprensa preferiu não aprofundar o assunto.  Não dá para reduzir esse assunto à pauta dos direitos em  geral ou das discriminações  contra a mulher.<br />
Não tem nada a ver com mulher não ser presidente ou CEO  de empresa. Até porque nesse  campo, o do desejo que o homem sente só por ver uma mulher bonita, ela tem um poder  que ele não tem.  Faz bem a universidade, em  que o abscesso se rompeu, em  discutir esse assunto à luz da cidadania? É essencial.  Mas gostaria que não ficasse  no genérico dos direitos humanos (que eu defendo, nem preciso repetir).  Espero que saiba devolver à  cena a questão importante que  irrompeu naquela noite terrível: a questão do sexo em face  da liberdade, da cidadania e tudo o mais. A questão do id em  sua negociação com o ego.  É uma grande questão, pouco  tratada.<br />
Mas não acredito muito. Falar na generalidade dos direitos  humanos não afetará o âmago  das pessoas, portanto é mais fácil. Não obrigará a discutir como lidar de maneira racional (a  grande conquista da civilização, que inclui os direitos humanos) com o que é mais irracional em nós, sobretudo os  mais jovens -um desejo desabrido a desafiar valores, interditos, tudo.  Os rapazes podiam ser preconceituosos. Mas pareciam  estar tarados por ela. A tara poderia vencer -ou reiterar- o  preconceito. Como mudar o final do jogo, seu resultado? Eis a  questão.<br />
Como o tesão se relaciona  com os direitos humanos? Dá  para repetir o mantra de que  uma mulher poderosa, desejável, ciente do que desperta nos  homens, é ao mesmo tempo um  sujeito racional capaz de deliberar em sã consciência se quer  ou não um deles?<br />
Dá para acreditar que um homem, assim excitado, facilmente aceite a decisão da mulher de negar-se a ele? O estupro é inadmissível, mas dizer que esses controles são fáceis é iludir a sociedade. [O sociólogo alemão] Norbert Elias entendeu bem a questão. Ele disse, décadas atrás: ao contrário do que se imagina, quando se exibe mais o corpo, sobretudo o feminino, exige-se mais -e não menos- autocontrole. Porque se requer do espectador que não ataque aquele corpo desejado.<br />
Essa exigência é necessária?  É. Mas é fácil? Não. Veja-se um  baile funk. Vejam-se as publicidades na TV.</p>
<p><strong>Um direito e um problema </strong><br />
Essa história tem sido lida  como uma parábola do moderno e do reacionário. Moderno é  a moça fazer o que quer com o  corpo, inclusive mostrá-lo.  Reacionário é ser contra isso.<br />
Mas a atualidade intensa do  conflito é que ele não tem essa  temporalidade moderna, que é  dos demais direitos humanos.  Pois, por um lado, mexe com  a libido, que tem fortíssima base natural e uma temporalidade muito mais lenta.<br />
Por outro lado, a mulher se exibir o quanto queira é conquista recente. O homem não saber lidar com isso também é um dado acentuado recentemente. Há um elemento natural, há um confronto hipermoderno. A reação &#8220;conservadora&#8221; também é hipermoderna. O que não dá é para dizer que a moça se exibir não é problema, é direito. É direito, sim, mas só interessa a ela porque é problema. Alguém acha que [a apresentadora] Sabrina Sato imitaria a aluna se os homens não babassem por ela (Sabrina ou Geisy, não importa)?<br />
É esse efeito que se quer produzir. É ele que, produzido, incomoda muita gente. E é esse  incômodo -a consciência, o reconhecimento de que há um incômodo, um problema quase  sem solução, o que Kant chamaria de uma antinomia- que  incomoda muito mais.<br />
O que devemos é enfrentar o  incômodo, reconhecer sua originalidade. Desse ponto de vista, temos uma oportunidade  ímpar, justamente porque difícil, de reflexão e de proposição.</p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><span> <strong>RENATO JANINE RIBEIRO</strong> é professor titular  de ética e filosofia política na USP.</span></p>
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		<title>Trata-se de uma questão de direitos civis</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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ROLDÃO ARRUDA, JORNALISTA &#8211; O Estado SP
O caso ocorrido na Universidade Bandeirante (Uniban) não afeta apenas a estudante Geisy Arruda. Trata-se de uma questão de direitos civis, que interessa a toda a sociedade. É preocupante a condescendência demonstrada com a turba que perseguiu e xingou a jovem por causa de sua vestimenta. Será que, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="swfdestaque300" style="text-align: center;"><img id="imagem-popin" src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,32913509-EX,00.jpg" alt="Geisy Arruda chora durante coletiva na tarde desta                 segunda-feira (9). (Foto: Rubens Cavallari/Folha Imagem)" width="355" height="237" /></div>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ROLDÃO ARRUDA, JORNALISTA &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O caso ocorrido na Universidade Bandeirante (Uniban) não afeta apenas a estudante Geisy Arruda. Trata-se de uma questão de direitos civis, que interessa a toda a sociedade. É preocupante a condescendência demonstrada com a turba que perseguiu e xingou a jovem por causa de sua vestimenta. Será que, ao tolerarmos esse tipo de comportamento, amanhã não acharemos normal algum jovem ensandecido agredir um judeu ortodoxo pelo fato de expor na rua uma vestimenta diferente? Não acharemos justo um grupo de skinheads espancar dois gays que se beijaram na rua, alegando que tal beijo os agrediu moralmente? Não acharemos divertido ver uma pessoa gorda ser ridicularizada em público pelo fato de ser gorda?</p>
<p>A lista poderia incluir negros, índios, nordestinos, pessoas idosas, pobres, outras minorias e grupos sociais contra os quais volta e meia se levantam velhos e arraigados preconceitos &#8211; aqueles que parecem ficar guardados em algum canto escuro do corpo social, latentes, à espera de um estímulo, um sinal verde para serem escancarados. No caso de Geisy, o que se viu foi a volta do patriarcalismo mais exacerbado, que, apesar de tudo que se diz e se vê sobre as conquistas das mulheres, continua a nos assediar. A mensagem indireta estava lá: as mulheres, que até 1932 ainda não tinham o direito ao voto, não estão autorizadas até hoje a dispor livremente de seus corpos. É por isso que volta e meia somos assombrados pela notícia de que algum homem matou a namorada por não suportar a ideia de que ela seria de outro &#8211; como se estivéssemos falando de posse. É por isso, provavelmente, que o Congresso, dominado por homens, não discute em profundidade a proposta de liberação do aborto. É por isso que as mulheres mais independentes ainda são chamadas de prostitutas.</p>
<p>O mais correto seria aproveitar episódios como esse para dar a volta por cima, reforçando nas universidades os ensinamentos sobre a magnífica catedral de direitos civis que, a ferro e fogo, literalmente, nossa civilização vem montando ao longo dos séculos. Nessas aulas certamente seria lembrado o pensamento de Claude Lévi-Strauss, que morreu na semana passada, após ter revolucionado o pensamento antropológico, ensinando que não existem civilizações superiores ou inferiores, mas sim diferentes.</p>
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		<title>Uniban revoga decisão de conselho que expulsou aluna hostilizada por vestido curto</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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LAURA CAPRIGLIONE
da Folha de S.Paulo
da Folha Online
A Uniban (Universidade Bandeirante) revogou no início da noite desta segunda-feira a decisão do conselho universitário que expulsou a aluna Geisy Arruda, 20, hostilizada após usar um vestido curto. A decisão foi anunciada em nota, porém, não traz detalhes sobre o que fez a reitoria mudar de ideia. Leia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><strong>LAURA CAPRIGLIONE</strong><br />
da <strong>Folha de S.Paulo</strong><br />
da <strong>Folha Online</strong></div>
<p>A Uniban (Universidade Bandeirante) revogou no início da noite desta segunda-feira a decisão do conselho universitário que expulsou a aluna Geisy Arruda, 20, hostilizada após usar um vestido curto. A decisão foi anunciada em nota, porém, não traz detalhes sobre o que fez a reitoria mudar de ideia. Leia a nota abaixo:</p>
<p>&#8220;O reitor da Universidade Bandeirante &#8211; UNIBAN BRASIL, de acordo com o artigo 17, inciso IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão&#8221;.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649803.shtml">Estudante expulsa da Uniban diz ter sido hostilizada na rua</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649373.shtml">Veja comunicado da Uniban sobre expulsão de aluna</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649404.shtml">Ministra condena medida e diz que expulsão é intolerância</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649611.shtml">Veja repercussão do caso Geisy na imprensa internacional</a></p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>Rubens Cavallari/Folha Imagem</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/09313271.jpeg" border="0" alt="A estudante Geisy Arruda e o advogado Nehemias Melo; advogado entrará com ação para que aluna conclua o semestre na Uniban" /></td>
</tr>
<tr>
<td>A estudante Geisy Arruda e o advogado Nehemias Melo; advogado entrará com ação para que aluna conclua o semestre na Uniban</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Geisy foi xingada nos corredores da universidade no último dia 22 por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. A aluna, que está no primeiro ano do curso de turismo, parou de frequentar as aulas após a confusão e, neste fim de semana, foi expulsa.</p>
<p>O anúncio da expulsão foi publicado em jornais de São Paulo neste domingo (8), e a aluna afirmou ter sido comunicada pela imprensa.</p>
<p>Na nota do fim de semana, a Uniban informou que a medida foi adotada após &#8220;flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade&#8221; por parte da aluna.</p>
<p>A UNE (União Nacional dos Estudantes), movimentos sociais e sindicais organizam para hoje uma manifestação contra a expulsão da aluna. O protesto deve acontecer no início da noite em frente à Uniban de São Bernardo do Campo (Grande São Paulo).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8221;A reação da universidade foi coerente com a dos agressores&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista Luiza Nagib Eluf: procuradora de Justiça MP-SP
O que acha da expulsão?
Presenciamos uma situação ultrapassada: culpar a mulher pelas agressões que sofre. É uma forma extremamente machista de avaliar uma situação de violência, na qual a vítima pode ser seu próprio algoz. Há algum tempo havia o pensamento de que a mulher era estuprada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.daquiperdizes.com.br/fotos_materias/dpp120-int_entrevista.jpg" alt="http://www.daquiperdizes.com.br/fotos_materias/dpp120-int_entrevista.jpg" /><strong><span style="font-size: large;">Entrevista Luiza Nagib Eluf: procuradora de Justiça MP-SP</span></strong></p>
<p><strong>O que acha da expulsão?</strong></p>
<p>Presenciamos uma situação ultrapassada: culpar a mulher pelas agressões que sofre. É uma forma extremamente machista de avaliar uma situação de violência, na qual a vítima pode ser seu próprio algoz. Há algum tempo havia o pensamento de que a mulher era estuprada por culpa dela, que provocava o homem que a estuprou. Já vi muita violência contra mulher, mas jamais imaginei que a universidade fosse oficialmente praticar violência contra ela.</p>
<p><strong>Qual o papel da universidade?</strong></p>
<p>Dar exemplo de democracia como uma casa do saber, mas ela preferiu tomar uma medida retrógrada, preconceituosa e ilegal. Sim, porque a Constituição proíbe a discriminação da mulher e prevê que tenha os mesmos direitos que os homens. A universidade existe para ser um local de aprendizado e devia ter usado seu espaço para refletir sobre o caso, jamais penalizar a moça. A reação da universidade foi coerente com a dos agressores, deixando claro que foi Geisy que provocou a reação dos alunos. A partir desse ato, entendemos porque são verdadeiros trogloditas.</p>
<p><strong>O que Geisy deve fazer agora?</strong></p>
<p>No mínimo entrar com uma ação judicial milionária contra a universidade, por danos morais. A roupa não era escandalosa, a moça que é exuberante. A expulsão foi o ápice da tragédia. A Uniban tem que pagar e a sociedade, refletir.</p>
<p><em>Fonte O Estado SP</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Expulsão decidida pela Uniban vai contra Constituição</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Para especialistas, afastamento de estudante não tem amparo legal
Simone Iwasso, Camila Molina, Marília Almeida e Flávia Prado &#8211; O Estado SP
A decisão da Uniban de expulsar a estudante Geisy Arruda e considerá-la responsável pelo tumulto é inconstitucional e dá força para um processo e pedido de indenização, na avaliação de advogados e especialistas ouvidos pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,32518407-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,32518407-EX,00.jpg" width="556" height="371" /></p>
<p><strong><br />
Para especialistas, afastamento de estudante não tem amparo legal</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Simone Iwasso, Camila Molina, Marília Almeida e Flávia Prado &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A decisão da Uniban de expulsar a estudante Geisy Arruda e considerá-la responsável pelo tumulto é inconstitucional e dá força para um processo e pedido de indenização, na avaliação de advogados e especialistas ouvidos pelo Estado. Além de não ter havido ampla possibilidade de defesa por parte da estudante, como diz a lei, a decisão vai contra artigos da Constituição e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).</p>
<p>&#8220;Há algo ainda mais grave, que é o indício de que a universidade tenha agido com preconceito de gênero contra a aluna, ferindo o artigo 46º da LDB que determina o respeito à diversidade e à tolerância&#8221;, explica o advogado constitucionalista Pedro Estevam Serrano, professor da PUC-SP.</p>
<p>Para promotor criminal Roberto Livianu, a expulsão não tem fundamento e dá força para um pedido de indenização. &#8220;A Uniban meteu os pés pelas mãos. A atitude representa um profundo e lamentável desrespeito às mulheres, é um pensamento arcaico&#8221;, diz.</p>
<p>O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Direitos Humanos, afirma que a Uniban pode ser processada por danos morais e materiais e Geisy ainda pode entrar com liminar para ser reintegrada, além de receber as mensalidades pagas. &#8220;A instituição preferiu responsabilizar apenas uma estudante a suspender um grupo. Fez um cálculo financeiro. Dificilmente um episódio como este ocorreria em uma universidade federal ou estadual&#8221;, analisa.</p>
<p>Na avaliação da antropóloga Débora Diniz, da Universidade de Brasília (UnB), a Uniban não conseguiu responder à altura a expectativa da opinião pública. &#8220;O que a universidade resolveu fazer foi o caminho mais simples: em vez de fazer o julgamento dos agressores, disse que a equivocada era a estudante. É um equívoco tremendo depois de toda a discussão sobre violência.&#8221;</p>
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		<title>MEC pede à Uniban explicações sobre expulsão de aluna</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Universidade será notificada nesta semana; ministra Nilcéa Freire condenou atitude da instituição
Lisandra Paraguassú &#8211; O Estado SP
O Ministério da Educação vai pedir explicações à Universidade Bandeirante (Uniban) sobre a expulsão da estudante Geisy Arruda, de 20 anos, que foi perseguida, encurralada e xingada por um grande grupo de alunos no câmpus de São Bernardo porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091109/img/vidae.jpg" alt="" width="267" height="472" /></a></p>
<p><strong>Universidade será notificada nesta semana; ministra Nilcéa Freire condenou atitude da instituição</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Lisandra Paraguassú &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O Ministério da Educação vai pedir explicações à Universidade Bandeirante (Uniban) sobre a expulsão da estudante Geisy Arruda, de 20 anos, que foi perseguida, encurralada e xingada por um grande grupo de alunos no câmpus de São Bernardo porque usava um vestido curto.</p>
<p>A secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari, afirmou que a instituição será notificada nesta semana, em processo de supervisão especial que pode ser aberto a qualquer momento após denúncia.</p>
<p>A ministra Nilcéa Freire também condenou a atitude da universidade e informou que a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres também cobrará explicações da Uniban. A secretaria deve publicar uma nota hoje sobre o episódio.</p>
<p>&#8220;Uma universidade tem obrigação educacional que precisa estar presente em todos os momentos. É um local não apenas de convivência, mas de formação de valores. Esse caso me parece ter um forte caráter de gênero&#8221;, disse Maria Paula. &#8220;O MEC tem o dever de pedir explicações. Seria a mesma coisa em um caso de racismo.&#8221;</p>
<p>A secretária ressalta que todas as informações que teve até agora vieram das reportagens e da nota paga publicada pela Uniban. Por isso, não pode adiantar quais medidas poderão ser tomadas. Isso será feito depois de ouvir a instituição.</p>
<p>No entanto, Maria Paula alerta que duas coisas chamam a atenção no caso. A primeira é a qualificação da atitude da aluna, que revela preconceito de gênero. A Uniban alega que a estudante usava roupas curtas e tinha atitudes provocativas, o que teria resultado em uma &#8220;reação coletiva de defesa do ambiente escolar&#8221;. O segundo ponto que provoca estranheza no ministério é o fato de haver diferentes tipos de punição: a expulsão de Geisy, vítima das agressões, e apenas uma suspensão dos alunos que provocaram o tumulto. &#8220;Diante do mesmo problema, há duas punições de gravidade diferente. Por que não houve então igual tratamento?&#8221;, pergunta a secretária.</p>
<p>Geisy sofreu assédio coletivo e ameaças de agressão no dia 22 de outubro, quando entrou no prédio da Uniban, onde faz Turismo, usando um vestido rosa curto. Cerca de 600 estudantes a cercaram, com gritos e ameaças. Ela teve de ser escoltada para fora do câmpus pela polícia. A história ganhou repercussão depois de vídeos terem sido postados no YouTube.</p>
<p>Na sexta-feira, depois de concluir uma sindicância interna, a Uniban decidiu expulsar Geisy por considerá-la responsável pela violência que sofreu, por causa da sua roupa que usava e de sua atitude.</p>
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		<title>A Uniban da idade média</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 19:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Secretaria cobra explicação sobre expulsão de universitária
Movimento Feminista de SP prepara manifestação nesta segunda-feira, 9, às 18 horas, em frente à Uniban
Agência Brasil &#8211; Agência Estado
RIO &#8211; A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), informou neste domingo, 8, que que vai cobrar da Universidade Bandeirante (Uniban) explicações sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://danielattias.blog.lemonde.fr/files/burqa.jpg" alt="http://danielattias.blog.lemonde.fr/files/burqa.jpg" width="198" height="296" /><img src="http://pierre.souchier.free.fr/illustrations/jeux/humour/3.femmes.nus.jpg" alt="http://pierre.souchier.free.fr/illustrations/jeux/humour/3.femmes.nus.jpg" width="333" height="296" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Secretaria cobra explicação sobre expulsão de universitária</span></strong></p>
<p><strong>Movimento Feminista de SP prepara manifestação nesta segunda-feira, 9, às 18 horas, em frente à Uniban</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Agência Brasil &#8211; Agência Estado</span></h2>
<p>RIO &#8211; A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), informou neste domingo, 8, que que vai cobrar da Universidade Bandeirante (Uniban) explicações sobre a decisão de expulsar uma aluna que usava um vestido curto e sobre o andamento das medidas contra estudantes que a &#8220;atacaram verbalmente&#8221;. Nilcéa condenou a decisão de expulsar a universitária e disse que a atitude da escola de demonstra &#8220;absoluta intolerância e discriminação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isso é um absurdo. A estudante passou de vítima a ré. Se a universidade acha que deve estabelecer padrões de vestimenta adequados, deve avisar a seus alunos claramente quais são esses padrões&#8221;, disse a ministra à &#8216;Agência Brasil&#8217;, ao chegar para participar do seminário seminário A Mulher e a Mídia.</p>
<p>Segundo a ministra, a ouvidoria da SPM já havia solicitado à Uniban explicações sobre o caso, inclusive perguntando quais medidas teriam sido tomadas contra os estudantes que hostilizaram a moça. Nesta segunda-feira, 9, a SPM deve publicar nova nota condenando a medida e provocando outros órgãos de governo como o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério da Educação (MEC) a se posicionarem.</p>
<p>As cerca de 300 participantes do seminário A Mulher e a Mídia decidiram divulgar, ainda neste domingo, moção de repúdio à Uniban pela expulsão da estudante Geisy Arruda, que foi hostilizada no dia 22 do mês passado por cerca de 700 colegas, por usar um vestido curto durante as aulas. Aluna do primeiro ano do curso de turismo, Geyse foi expulsa da instituição, que tem sede em São Bernardo do Campo (SP). A decisão foi divulgada em nota paga publicada hoje em jornais paulistas.</p>
<p>A decisão da Uniban também foi reprovada pela deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), uma das participantes do seminário. Segundo a deputada, a expulsão de Geisy não se justifica e parte de um &#8220;moralismo idiota&#8221;. &#8220;Mesmo que ela fosse uma prostituta, qual seria o problema da roupa? Temos que ter tolerância com a decisão e postura de cada um&#8221;, afirmou Erundina.</p>
<p>A socióloga e diretora do Instituto Patrícia Galvão, Fátima Pacheco, discordou da decisão e questionou o argumento da universidade de que a aluna &#8220;teria tido uma postura incompatível com o ambiente acadêmico&#8221;, conforme diz a nota da Uniban. &#8220;Ela não infringiu nada. Ela estava vestida do jeito que gosta, da maneira que acha adequado para seu o corpo e a interpretação do abuso, da falta de etiqueta é uma interpretação que não tem sentido&#8221;’, disse Patrícia. &#8220;É uma reação à mulher e à autonomia sobre o seu corpo. Não se faz isso com rapazes sem camisa, com cueca para fora ou calças rasgadas&#8221;, completou a socióloga.</p>
<p>Para a psicóloga Rachel Moreno, do Observatório da Mulher, a reação dos estudantes e da universidade refletem posições contraditórias e &#8220;hipócritas&#8221; da sociedade em relação à mulher. &#8220;Por um lado, a nossa cultura diz que a mulher tem que ser valorizar o corpo, afinal de contas, tem que ser bonita, tem ser gostosa e tem que se mostrar. Por outro lado, a mulher é punida quando assume tudo isso com tranqüilidade.&#8221;</p>
<p>Isso quer dizer que, para a sociedade, em termos de sexualidade, a mulher deve ser objeto de desejo e não de manifestar o seu desejo, sua sensualidade, concluiu Rachel.</p>
<p>O Movimento Feminista de São Paulo prepara manifestação nesta segunda-feira, 9, às 18 horas, em frente à Uniban. Na convocação, o movimento pede que as manifestantes compareçam usando minissaias ou vestidos curtos.</p>
<p>A União Nacional dos Estudantes (UNE) também condenou a decisão da Uniban.</p>
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		<title>Filme obrigatorio na Uniban: The Accused, com Jodie Foster</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Jodie Foster won her first Oscar for her role in this drama. She plays a girl out for a night of fun at a poolroom. Before she knows what&#8217;s happening, the men she&#8217;s been flirting with have pinned her down for a gang rape. The story centers on the efforts of a district attorney (Kelly [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="555" height="341" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ho_wdi3YvAM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="555" height="341" src="http://www.youtube.com/v/ho_wdi3YvAM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="555" height="341" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NpTzuRK1zoA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="555" height="341" src="http://www.youtube.com/v/NpTzuRK1zoA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="555" height="356" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9FR7w8vHlGk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="555" height="356" src="http://www.youtube.com/v/9FR7w8vHlGk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Jodie Foster won her first Oscar for her role in this drama. She plays a girl out for a night of fun at a poolroom. Before she knows what&#8217;s happening, the men she&#8217;s been flirting with have pinned her down for a gang rape. The story centers on the efforts of a district attorney (Kelly McGillis) to press her case, in spite of a wall of silence by the participants&#8211;and then to take the unusual step of going after the witnesses as accomplices. Foster is outstanding as a tough, blue-collar woman who persists in what seems like an unwinnable case, despite the prospect of character assassination for standing up for herself.</p>
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		<title>A Uniban da idade média</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jeito de estudante se portar levou à expulsão, diz Uniban
DA REPORTAGEM LOCAL &#8211; FOLHA SP
O assessor jurídico da Uniban, Décio Lencioni Machado, afirma que a falta de uma postura ética de Geisy Arruda causou sua expulsão. Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida por ele à Folha.
FOLHA &#8211; Por que a decisão?
DÉCIO LENCIONI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Jeito de estudante se portar levou à expulsão, diz Uniban</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">DA REPORTAGEM LOCAL &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>O assessor jurídico da Uniban, Décio Lencioni Machado, afirma que a falta de uma postura ética de Geisy Arruda causou sua expulsão. Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida por ele à Folha.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Por que a decisão?</strong><br />
DÉCIO LENCIONI MACHADO &#8211; Por meio dos depoimentos dos alunos, professores, funcionários e mesmo dela, constatou-se que a postura dela não era adequada há algum tempo. O foco não é o vestido. Tem menina que usa roupas até mais curtas. O foco é a postura, os gestos, o jeito de ela se portar. Ela tinha atitudes insinuantes.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Como assim?</strong><br />
MACHADO &#8211; Ela extrapolava, rebolando na rampa, usando roupas que os colegas pudessem verificar suas partes íntimas. Isso tudo foi dito em vários depoimentos e culminou no que ocorreu no dia 22 de outubro. Foi o estopim de uma postura recorrente da aluna.<br />
<strong><br />
FOLHA &#8211; Por que o anúncio? Não acham que estão expondo a aluna?</strong><br />
MACHADO &#8211; A exposição dela vem ocorrendo desde a semana seguinte a 22 de outubro. Ela se utilizou de todos os veículos de comunicação para divulgar [o que aconteceu] e vem declarando que, inclusive, tem interesse em ser atriz. Estamos querendo usar os mesmos veículos, não para expô-la, porque exposta ela já está, mas porque tenho compromisso com 60 mil alunos. Recebemos 4.000 e-mails de alunos, pais, pessoas da comunidade, se queixando da exposição da instituição, em especial do curso de turismo, porque as meninas estavam sendo chamadas de &#8220;putas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Uniban da idade média</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/a-uniban-da-idade-media-3/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Expulsão atesta incompetência, diz entidade 
Para coordenadora de comitê de defesa da mulher, universidade, que deveria promover discussões, teve atitude autoritária
Educadores, advogados e outras entidades ouvidas pela Folha também fazem críticas à decisão da Uniban; ONG diz que fará protesto
DA REPORTAGEM LOCAL &#8211; FOLHA SP

&#8220;Ao expulsar essa menina, a  universidade assina seu atestado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Expulsão atesta incompetência, diz entidade </strong></span></p>
<p><strong>Para coordenadora de comitê de defesa da mulher, universidade, que deveria promover discussões, teve atitude autoritária</strong></p>
<p><strong>Educadores, advogados e outras entidades ouvidas pela Folha também fazem críticas à decisão da Uniban; ONG diz que fará protesto</strong></p>
<h2><span><span style="background-color: #ffff99;">DA REPORTAGEM LOCAL &#8211; FOLHA SP</span><br />
</span></h2>
<p>&#8220;Ao expulsar essa menina, a  universidade assina seu atestado de incompetência&#8221;, afirma  Samantha Buglione, coordenadora do Cladem (Comitê Latino-Americano e do Caribe para  a Defesa dos Direitos da Mulher) no Brasil. &#8220;O espaço que  deveria promover a discussão  está tendo atitudes simplificadas e autoritárias&#8221;, diz ela. &#8220;Para a universidade ser intolerante em questões de moralidade  neste nível é porque ela está  completamente desvirtuada do  que deveria ser&#8221;, afirmou.<br />
As opiniões de Buglione refletem um pouco a contrariedade de boa parte dos educadores,  advogados e entidades de defesa das mulheres ouvidos pela  <strong>Folha</strong> sobre a punição da Uniban à jovem que foi hostilizada  ao usar um vestido curto.<br />
Para Buglione, a função da  Uniban era promover um debate, e não mandar a estudante  embora. &#8220;Esse caso é uma excelente metáfora para mostrar  como a universidade não está  mais sendo universidade&#8221;, afirma ela, que também é professora de direito da Univali (Universidade do Vale do Itajaí).<br />
&#8220;Como é uma instituição que  se propõe a fazer um trabalho  educativo, a expulsão deveria  ser a última medida&#8221;, avalia Sabrina Moehlecke, doutora em  educação pela USP e professora  da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).<br />
Ressalvando falar em tese,  por não ter acompanhado detalhes do caso, ela acrescenta:  &#8220;Mesmo que as pessoas venham com hábitos, formas de  agir e de se vestir inadequados,  a instituição tem a função de  criar formas de lidar com isso&#8221;.<br />
O promotor de Justiça Roberto Livianu, do Movimento  do Ministério Público Democrático, afirma que a decisão é  um &#8220;exagero&#8221;, &#8220;foge à razoabilidade&#8221; e lembra &#8220;posturas fundamentalistas islâmicas&#8221;.<br />
O professor de direito constitucional João Antonio Wiegerinck avalia que a expulsão só  ocorreu devido à repercussão  do tema na mídia, e não pelo  comportamento da aluna. Ele  afirma que a roupa da jovem  era inadequada ao ambiente de  estudo. &#8220;Faltou bom senso à estudante. Mas dou aula há mais  de oito anos. Há roupas piores.&#8221;<br />
Segundo Wiegerinck, é praxe  nas instituições de ensino regulamentos para punir alunos por  comportamentos do tipo. Mas  ele ressalta a necessidade de  uma gradação para os casos de  reincidência -como advertência e suspensão, sempre por  atos formais, e não verbais.</p>
<p><strong>Ato público</strong><br />
Para Sônia Coelho, militante  da SOF (Sempreviva Organização Feminista), a expulsão da  estudante é um retrocesso e  mostra a falta de compromisso  da instituição com a educação.<br />
&#8220;É preciso trabalhar prevenindo a violência. O contrário  do que a universidade está fazendo. A aluna deveria ser acolhida, e os alunos, educados.&#8221;<br />
A SOF afirma ter buscado  contato com a universidade para propor um ciclo de debates  sobre a violência contra a mulher. Sem sucesso, decidiu fazer  um ato público no dia 18 na  frente da Uniban -que, com a  expulsão, pode ser antecipado.<br />
A decisão da universidade, ao  ver a reação contra a jovem como defesa do ambiente escolar,  diz Sônia Coelho, põe em risco  todas as mulheres. &#8220;Qualquer  uma que se vista com um short  ou vestido pode ser abordada  de forma pior. Daqui a pouco as  mulheres serão apedrejadas.&#8221;<br />
A fundadora da União de Mulheres de São Paulo, Maria  Amélia de Almeida Teles, diz  que a atitude da Uniban mostra  que ainda existe discriminação  e reforça a existência do preconceito: &#8220;É difícil acreditar  que em pleno século 21 a mulher não tenha direito a dispor  de seu próprio corpo e a se vestir da maneira que desejar&#8221;.</p>
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