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	<title>Blog do Favre &#187; Euro</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Euro, quo vadis?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 17:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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O euro não nasceu para contestar a hegemonia americana
Giorgio Romano Schutte &#8211; VALOR
A falta de uma autoridade supranacional esvazia o potencial do euro, atrasando a necessária repactuação do sistema
Para muitos a crise foi uma surpresa, em particular sua profundidade, apesar de não faltarem analistas que há muito tempo alertam para a insustentabilidade do sistema financeiro [...]]]></description>
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<p><strong>O euro não nasceu para contestar a hegemonia americana</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Giorgio Romano Schutte &#8211; VALOR</p>
<p><img src="http://www.gifmania.com.pt/dinheiro/euros/euroneda.gif" alt="euroneda.gif (36509 bytes)" width="133" align="left" height="103" />A falta de uma autoridade supranacional esvazia o potencial do euro, atrasando a necessária repactuação do sistema</p>
<p>Para muitos a crise foi uma surpresa, em particular sua profundidade, apesar de não faltarem analistas que há muito tempo alertam para a insustentabilidade do sistema financeiro internacional organizado em torno da hegemonia incontestável do dólar americano. Paradoxalmente, por enquanto o dólar valorizou-se perante praticamente todas as demais moedas, inclusive sua alternativa potencial, o euro. Não só não houve &#8216;dolar crash&#8217; como ocorreu, ao contrário, um fortalecimento do dólar. Aparentemente existe uma convicção generalizada de que os EUA continuam sendo a principal potência e, apesar de ter originado a crise, também será o país que vai liderar sua superação, portanto um &#8216;porto seguro&#8217;.</p>
<p>Essa posição do dólar como principal moeda de reserva possibilitou aos EUA atrair, ou melhor, apropriar-se da poupança dos outros países, sem precisar se preocupar com a restrição externa, durante praticamente todo o período que coincide com a liberalização financeira. E foi esse mecanismo que financiou altos padrões de consumo interno dos EUA e os gastos com a manutenção de seu aparato militar, em particular a guerra no Iraque. A confiança de que esse sistema funcionaria de forma sustentável vinha de um lado do dinamismo real da economia americana e de outro lado da sua posição político-militar, esfera na qual o mundo tornou-se unipolar no período pós-guerra fria. Países superavitários na Ásia Oriental, em particular a China e o Japão, sustentam esse mecanismo ao aplicar a maior parte da suas enormes reservas internacionais em títulos do governo dos EUA. Países exportadores de petróleo e os demais países emergentes superavitários, como o Brasil, aderiram a essa lógica. O nível de vida dos EUA depende da vontade do mundo de aceitar ativos em dólares em troca de bens e serviços reais.</p>
<p>O euro não nasceu para atrapalhar essa lógica ou contestar essa hegemonia. Concretizou-se, paradoxalmente, graças à onda de ataques especulativos ocorridos no início dos anos 90 e tirou de vez da especulação cambial todo o mercado interno dos países que aderiram à moeda, hoje 16 dos 27 países da União Europeia. Foi recebido com muito ceticismo pelos mercados financeiros, principalmente dos EUA, mas logo mostrou que veio para ficar do lado do dólar. Entre 2002, o ano de entrada em circulação, até pouco antes do início da atual crise financeira, em meados de 2008, o euro valorizou 77% em relação ao dólar. Como sinal dos novos tempos, no final de 2007 Gisele Bundchen manifestou seu desejo de ser paga em euro dentro do seu novo contrato com a Pantene. Na mesma época um dos mais famosos rappers dos EUA, Jay-Z, conquistou páginas de economia ao lançar um videoclipe no qual circulava em um carro luxuoso mostrando notas de euro.</p>
<p>Embora nunca tenha havido intenção por parte do Banco Central Europeu de ameaçar a posição do dólar, nem sob a liderança do holandês Wim Duisenberg ou na atual gestão do francês Jean-Claude Trichet, sem dúvida ele se tornaria alternativa e um potencial parceiro para a construção de um possível novo sistema monetário multilateral. Crucial neste processo seria a adesão da Inglaterra, principal praça financeira europeia, o que seria questão de tempo, apesar de parecer uma hipótese remota no curto prazo.</p>
<p>Analisando o caminho percorrido pelo euro desde 2002 até a crise, surpreende o fato de que a moeda não se fortaleceu perante a crise financeira. Ao contrário, passa por uma desvalorização expressiva, apesar de esta ainda ser inferior à valorização no período antecedente.</p>
<p>A questão não era imaginar que a crise provocaria fuga de dólares para o euro, mas uma continuação, até acelerada, da sua valorização perante o dólar como alternativa para diversificar as aplicações. Porém não foi isso que aconteceu até agora. Ocorre que o dólar mostrou-se mais convincente que o euro.</p>
<p>A explicação desse fato deve considerar que os países da UE também foram atingidos economicamente, apesar de a destruição da riqueza financeira ser menor, mas é principalmente uma questão política. De certa forma, a crise veio cedo demais para que o euro seja visto como uma alternativa. É como se a pancada de chuva tivesse chegado no momento em que a casa não estava ainda finalizada. E assim não apareceu como abrigo seguro o suficiente, em primeiro lugar para aumentar o interesse dos ingleses (e suecos) de se juntar. Tudo indica que o interesse na Inglaterra em considerar uma adesão ao euro não apenas não tenha aumentado, mas pode até ter diminuído.</p>
<p>A debilidade política do euro está no fato marcante de se tratar de uma moeda sem Estado. São vários governos, não há centralização. Em última instância, a credibilidade não vem dos bancos centrais, mas dos governos. A União Europeia trabalha com dois mecanismos de representação supranacional. A incondicional (por exemplo na política de competição) e a supervisionada (no caso da política comercial). Não há clareza sobre o caráter da autoridade comunitária para negociar a política monetária. O texto da chamada Constituição Europeia, posteriormente transformado em tratado, previa que o grupo do euro (composto pelos ministros de finanças dos países do euro), até agora um grupo informal, se transformasse em instância formal, elegendo um presidente, que seria a autoridade máxima. Uma espécie de ministro de Finanças da União Europeia, para quem Geithner poderia ligar, relembrando a máxima do euro-ceticismo de Kissinger (para quem devo ligar se eu quiser falar com a Europa?). Ao mesmo tempo, estava-se avançando rumo a uma representação unificada nas instituições financeiras internacionais. Mas o veto do povo Irlandês na véspera da crise financeira, expresso em referendo ao texto do tratado, atrasou esse avanço e, portanto, quando veio a crise, houve sim uma certa vontade política de coordenação, mas ficou evidente a falta de uma autoridade supranacional. Esse fato esvazia o potencial do euro para ocupar um papel de maior destaque do lado do dólar, atrasando desta forma a necessária repactuação do sistema monetário internacional.<br />
<strong><br />
Giorgio Romano Schutte é professor de Relações Internacionais do Centro Universitário Belas Artes e membro do Grupo de Análise de Conjuntura da USP (GACINT)</strong></p>
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		<title>França enfrenta greve geral hoje</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 19:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Ben Hall, Financial Times, de Compiègne, França &#8211; VALOR
AP

Empregados da Continental em Grenoble, França, colocam fogo em pneus durante protesto: 
trabalhadores franceses já dão sinais de radicalismo
Após serem atingidos por ovos jogados por trabalhadores que bloqueavam a entrada da fábrica de pneus da Continental às margens do rio Oise, diretores da fábrica foram vistos entrando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><a href="http://www.lemonde.fr/societe/actu-minute/2009/03/19/la-journee-de-mobilisation-du-19-mars_1169837_3224.html" onclick="javascript:xt_med('C','1','Home_Actu_Titres_1','N');"><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2009/03/19/h_14_ill_1170035_9517_000_par2465516.jpg" alt="Des responsables de la CFDT, de la CGT, de FO et de la FSU défilent à Paris le 19 mars." title="Des responsables de la CFDT, de la CGT, de FO et de la FSU défilent à Paris le 19 mars. | AFP/JACQUES DEMARTHON" border="0" /></a></div>
<p style="background-color: #ffff99">Ben Hall, Financial Times, de Compiègne, França &#8211; VALOR</p>
<p><em>AP<br />
</em><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002220/imagens/foto19int-subdgreve1-a22.jpg" align="left" border="0" /></p>
<p><em>Empregados da Continental em Grenoble, França, colocam fogo em pneus durante protesto: </em></p>
<p><em>trabalhadores franceses já dão sinais de radicalismo</em></p>
<p>Após serem atingidos por ovos jogados por trabalhadores que bloqueavam a entrada da fábrica de pneus da Continental às margens do rio Oise, diretores da fábrica foram vistos entrando sorrateiramente por uma entrada lateral cujo acesso se dá por barco.</p>
<p>&#8220;As pessoas estão perturbadas&#8221;, afirma Christian Lahargue, um funcionário da Continental que corre o risco de ser demitido. &#8220;Vamos fazer de tudo para manter esta fábrica aberta.&#8221;</p>
<p>Este impasse agressivo no norte da França às vésperas de uma greve nacional sugere que a tensão social está aumentando e contribuindo para a impressão de que o outrora confiante Nicolas Sarkozy, o presidente da França, está perdendo o passo.</p>
<p>A segunda maior economia da zona do Euro deverá enfrentar distúrbios hoje, por causa de uma greve nacional convocada por sindicatos, que deverá contar com centenas de manifestações em protesto contra a política econômica e o programa de reformas de Sarkozy.</p>
<p>Sindicalistas prometeram superar a última greve, feita em janeiro, quando entre 1 milhão e 2,5 milhões de pessoas foram às ruas.</p>
<p>A escala dos protestos de sete semanas atrás pegou o governo de surpresa, forçando-o a oferecer ? 2,6 bilhões (US$ 3,38 bilhões) em pagamentos extras de auxílio-desemprego e corte de impostos para famílias de baixa renda. Mas as concessões não satisfizeram os sindicatos, nem impressionaram a população.</p>
<p>Segundo uma pesquisa de opinião feita pelo instituto Ifop para a revista &#8220;Paris Match&#8221; , 78% dos franceses consideram a greve de hoje justificada. Os franceses &#8220;deram autorização ao movimento sindical para articular sua oposição a Nicolas Sarkozy&#8221;, afirma Stéphane Rozès, presidente-executiva do instituto de pesquisas CSA.</p>
<p>De acordo com outra pesquisa, os franceses acreditam que Olivier Besancenot, o líder trotskista da extrema esquerda, tem tanta &#8220;credibilidade&#8221; quanto o presidente.</p>
<p>Sarkozy está na defensiva desde o começo do ano, com o agravamento da situação da economia. O governo foi lento em reagir a uma greve geral de seis semanas e a tumultos em Guadalupe, um território francês no Caribe.</p>
<p>O presidente vem encontrando oposição dentro de seu partido de centro-direita em uma série de questões, do retorno da França ao comando militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) à redução da carga tributária para os ricos.</p>
<p>Sarkozy foi forçado a recuar na reforma universitária, uma de suas principais medidas de modernização, em meio a temores de que um movimento de protesto estudantil liderado pela extrema esquerda pudesse se tornar violento. A concessão preocupou alguns empresários. &#8220;Os mais radicais estão conseguindo resultados&#8221;, diz Maurice Lévy, presidente-executivo do grupo de propaganda Publicis.</p>
<p>Sarkozy tem motivo para se sentir ressentido. A economia francesa deverá se sair bem melhor que as de seus vizinhos depois que Sarkozy implementou rapidamente um plano de socorro bancário, garantias de empréstimos para pequenas empresas, seguro de crédito comercial bancado pelo governo e outra medidas para manter o crédito fluindo para a economia.</p>
<p>Ele mobilizou o outrora intervencionista e desdenhoso Estado francês e entendeu a mensagem que estava sendo passada pela população com sua crítica ao capitalismo financeiro.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo em que celebra o retorno do Estado, Sarkozy está se agarrando às suas metas de cortar os impostos, diminuir a burocracia do governo e conter os gastos.</p>
<p>É por isso que os franceses acreditam que as políticas de Sarkozy &#8220;não são coerentes, eficientes ou justas&#8221;, diz Rozès. Os franceses sentem que os bancos estão sendo ajudados com poucos limites, enquanto o governo vem dando pouca ajuda às famílias comuns.</p>
<p>A oposição a Sarkozy deverá se concentrar na redução dos impostos para os ricos, o chamado escudo que limita o imposto de renda devido de um indivíduo a 50% da renda. Sindicatos e alguns membros do partido do presidente não querem isso. Sarkozy reage, reforçando sua imagem de amigo dos ricos.</p>
<p>Não está nem um pouco claro se a tensão social vai acabar resultando em um movimento político coerente capaz de paralisar o governo Sarkozy. &#8220;Ele não está numa espiral de queda&#8221;, afirma Zaki Laidi, da Sciences Po, que aponta para a confusão entre os socialistas da oposição e diz que as críticas da população e dos sindicatos ao presidente são bastante difusas. &#8220;Não estamos na iminência de uma greve geral.&#8221;</p>
<p>Mas outros observadores temem a possibilidade de tumultos. &#8220;O verdadeiro problema para qualquer um é saber como a opinião pública vai evoluir&#8221;, diz Lévy. &#8220;Será que as pessoas vão acreditar que com a economia mundial em tamanha dificuldade elas precisam ficar calmas e razoáveis, além de trabalhar juntas para superar tudo isso? Ou será que vai levar as pessoas a atos desesperados? Minha sensação é de que não chegamos lá ainda, mas poderemos nos encontrar em uma situação com as sementes de um descontentamento muito profundo e uma espiral negativa que poderão levar a repetidas greves. Isso iria forçar o governo a desistir.&#8221;</p>
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		<title>Franceses fazem greve geral contra Sarkozy</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Agências internacionais &#8211; VALOR
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, enfrenta amanhã uma greve geral contra suas políticas econômicas. E os grevistas contam com o apoio da maioria da população francesa.
Oito federações sindicais prometem para amanhã uma greve geral de um dia para exigir do governo e das empresas medidas que protejam os empregos e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://cpastroptot.goldfm.fr/wp-content/uploads/2008/11/off_sarkozy_france3.jpg" alt="http://cpastroptot.goldfm.fr/wp-content/uploads/2008/11/off_sarkozy_france3.jpg" width="290" height="195" /><img src="http://medias.lepost.fr/ill/2008/07/07/h-3-1220263-1215414602.jpg" alt="http://medias.lepost.fr/ill/2008/07/07/h-3-1220263-1215414602.jpg" width="200" height="196" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Agências internacionais &#8211; VALOR</p>
<p>O presidente da França, Nicolas Sarkozy, enfrenta amanhã uma greve geral contra suas políticas econômicas. E os grevistas contam com o apoio da maioria da população francesa.</p>
<p>Oito federações sindicais prometem para amanhã uma greve geral de um dia para exigir do governo e das empresas medidas que protejam os empregos e os salários em meio à crise financeira.</p>
<p>A manifestação deverá envolver escolas, hospitais e o sistema de transporte pelo país. Até mesmo os trabalhadores da Eletricite de France, a empresa de energia francesa, disseram que vão diminuir a produção das usinas nucleares.</p>
<p>A greve conta com o apoio maciço dos franceses, segundo pesquisas divulgadas ontem. Numa delas, da Ifop, 78% dizem apoiar o movimento; noutra, da BVA, 74%.</p>
<p>Ontem, em visita a uma fábrica da Alstom, em Ornans, leste da França, Sarkozy rejeitou a ideia defendida por setores de seu partido de elevar impostos. &#8220;Eu não fui eleito para elevar impostos. Eu não vou fazer isso&#8221;, disse.</p>
<p>Muitos analistas preveem que a França terá uma retração de até 2% este ano. A Comissão Europeia diz que a taxa de desemprego saltará 25%, chegando a 9,8%.</p>
<p>Segundo o semanário &#8220;Le Canard Enchaine&#8221;, Sarkozy comparou a mobilização de amanhã com as manifestações de maio de 1968. &#8220;Questões sociais geralmente se aquecem em maio&#8221;, disse ele, segundo a publicação. O governo já aprovou um pacote de estímulo da economia de 26 bilhões de euros. Em 29 de janeiro, no entanto, sindicatos levaram 2,5 milhões para as ruas cobrando mais medidas. Sarkozy anunciou 2,65 bilhões de euros adicionais principalmente para famílias de baixa renda. As medidas foram classificadas como insuficientes pelas entidades de trabalhadores.</p>
<p>Desde o início do ano, protestos por medidas contra os efeitos da crise vêm se repetindo pela Europa, do Reino Unido a Grécia, da Alemanha a Portugal.</p>
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		<title>Krugman vê um &#8216;colapso coordenado&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 14:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Bloomberg &#8211; VALOR
O Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman disse que o mundo atravessa um &#8220;colapso mundial coordenado&#8221;, cuja aparência &#8220;é pior na Europa e no Japão&#8221; do que nos Estados Unidos.
&#8220;O que começou como uma recessão relativamente branda&#8221; nos EUA &#8220;se tornou uma queda vertical&#8221;, disse Krugman em evento realizado em Bruxelas. &#8220;Esta é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://q.liberation.fr/photo/20081013/photo_0302_459_306_12426.jpg" alt="http://q.liberation.fr/photo/20081013/photo_0302_459_306_12426.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Bloomberg &#8211; VALOR</p>
<p>O Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman disse que o mundo atravessa um &#8220;colapso mundial coordenado&#8221;, cuja aparência &#8220;é pior na Europa e no Japão&#8221; do que nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;O que começou como uma recessão relativamente branda&#8221; nos EUA &#8220;se tornou uma queda vertical&#8221;, disse Krugman em evento realizado em Bruxelas. &#8220;Esta é uma crise que está afetando gravemente a indústria de transformação.&#8221;</p>
<p>Krugman, que defendeu o aumento dos incentivos fiscais, disse que os instrumentos convencionais dos BCs não são suficientes para revitalizar o crescimento da economia. O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e o do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Ben S. Bernanke, &#8220;não conseguem empregar suas ferramentas convencionais para enfrentar o colapso&#8221; econômico, disse o economista, da Universidade de Princeton.</p>
<p>Para o BCE, &#8220;toda a base intelectual do euro repousa na hipótese de que a política monetária pode, por si só, dar conta do recado&#8221;, disse Krugman. &#8220;O BCE ainda não cortou tudo o que podia (em termos de juros), mas ficarei surpreso se não acabar fazendo isso.&#8221;</p>
<p>&#8220;Trichet ainda está dizendo que não há risco de deflação na Europa, afirmação que, na minha opinião, expressa um estranho excesso de autoconfiança&#8221;, disse Krugman.</p>
<p>&#8220;Os Estados Unidos não estão fazendo o suficiente para combater a crise e a Europa está fazendo um pouco menos da metade do realizado pelos Estados Unidos&#8221;, disse Krugman. &#8220;Corremos um grave perigo.&#8221;</p>
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		<title>Recessão será mais profunda, diz FMI</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 14:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Krishna Guha e Bertrand Benoit, Financial Times &#8211; VALOR
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anulará, amanhã, as previsões que anunciou para a economia mundial no início deste ano, e preverá uma recessão mais profunda, com um desaquecimento econômico mais severo na zona do euro.
Economistas do FMI reagiram ao ritmo e à gravidade do desaquecimento &#8220;à luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://colegiosesi.files.wordpress.com/2008/03/fmi-logo.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://colegiosesi.files.wordpress.com/2008/03/fmi-logo.jpg" width="385" height="385" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Krishna Guha e Bertrand Benoit, Financial Times &#8211; VALOR</strong></p>
<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) anulará, amanhã, as previsões que anunciou para a economia mundial no início deste ano, e preverá uma recessão mais profunda, com um desaquecimento econômico mais severo na zona do euro.</p>
<p>Economistas do FMI reagiram ao ritmo e à gravidade do desaquecimento &#8220;à luz da grave contração na economia mundial nos últimos três meses de 2008 &#8220;, para formular previsões ainda mais pessimistas do que as feitas em janeiro sobre o crescimento em 2009.</p>
<p>Teresa Ter-Minassian, uma assessora de Dominique Strauss-Kahn, o diretor-gerente do FMI, emitiu ontem forte sinalização sobre o que esperar.</p>
<p>Citando previsões preliminares internas elaboradas em fins de fevereiro, ela disse que o FMI acredita que a economia mundial encolha 0,6% neste ano, em vez de crescer 0,5%, como havia previsto.</p>
<p>&#8220;O cenário será pior, mas o diretor-gerente já disse isso&#8221;, disse ela em Lisboa. &#8220;Essa é uma verdadeira crise mundial, que impactará todas as regiões e países do mundo em diferentes níveis de desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>As previsões são de que a economia da eurozona irá encolher 3,2% em 2009, disse ela, contra a previsão anterior de declínio de 2%. Os EUA encolherão 2,6% (contra o 1,6% antes previsto) e o Japão 5% (contra os 2,6% antes previstos), sendo portanto a economia mais duramente atingida. Em Washington, o FMI disse que os números citados por Ter-Minassian são &#8220;não-oficiais&#8221; e estão &#8220;desatualizados&#8221;.</p>
<p>As iminentes revisões são anunciadas em meio a diferenças entre a Europa e os EUA sobre como atacar a recessão. Christoph Schmidt, um assessor econômico da chanceler alemã Angela Merkel, disse que a crescente dívida pública e a liquidez excessiva poderão empurrar os EUA para uma espiral inflacionária.</p>
<p>É improvável que os comentários do professor Schmidt sejam bem recebidos pelo governo Obama, que defende políticas fiscal e monetária mais frouxas em todo o mundo.</p>
<p>&#8220;Vejo um risco inflacionário nos EUA, no médio prazo, devido ao crescimento de sua oferta monetária&#8221;, disse ele. &#8220;Existe um risco de que [os governos] possam começar a considerar a inflação como uma maneira de reduzir a carga de endividamento público&#8221;.</p>
<p>Mervyn King, presidente do Banco da Inglaterra, defendeu que as grandes economias tomem medidas coletivas para impulsionar substancialmente o crescimento e que os governos &#8220;estejam dispostos a assumir o controle de quaisquer proporções de capital acionário que se revelem necessárias&#8221; em bancos vulneráveis.</p>
<p>O Banco do Japão apresentou uma minuta de plano para disponibilizar até 1 trilhão de ienes (7,7 bilhões de euros) em empréstimos subordinados a grandes bancos varejistas, em seu mais recente esforço para frear a crise econômica mundial.</p>
<p>A iniciativa do Banco do Japão acontece na esteira da decisão do Banco da Inglaterra de comprar dívida do governo britânico e do anúncio do Banco Nacional Suíço de seu plano para intervir nos mercados suíço.</p>
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		<title>Europa: um continente à deriva</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 16:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Paul Krugman, The New York Times*
Estou preocupado com a Europa. Na verdade, estou preocupado com o mundo todo &#8211; não existem refúgios a salvo dessa tormenta econômica global. Mas a situação da Europa preocupa-me mais do que a dos Estados Unidos.
Não vou repetir a velha queixa americana de que, na Europa, os impostos são muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.agal-gz.org/blogues/media/users/maria/Europa.jpg" alt="http://www.agal-gz.org/blogues/media/users/maria/Europa.jpg" /></div>
<p>Paul Krugman, The New York Times*</p>
<p>Estou preocupado com a Europa. Na verdade, estou preocupado com o mundo todo &#8211; não existem refúgios a salvo dessa tormenta econômica global. Mas a situação da Europa preocupa-me mais do que a dos Estados Unidos.</p>
<p>Não vou repetir a velha queixa americana de que, na Europa, os impostos são muito altos e os benefícios muito generosos. Os enormes programas de bem-estar social não são a causa da atual crise. São um fator atenuante.</p>
<p>O perigo claro e presente vem de uma direção diferente: é o fracasso do continente em responder eficazmente à crise financeira. A Europa carece de uma política fiscal e monetária. Enfrenta uma crise no mínimo tão severa quanto os EUA, porém está fazendo muito menos.</p>
<p>No aspecto fiscal, a comparação com os EUA é assombrosa.</p>
<p>Para muitos economistas, eu inclusive, o plano de estímulo do governo Obama era muito tímido diante da gravidade da crise. Mas as medidas adotadas pelos EUA fazem parecer insignificante qualquer coisa que os europeus estejam fazendo.</p>
<p>A diferença em termos de política monetária é igualmente assombrosa. O Banco Central Europeu (BCE) tem se mostrado muito menos dinâmico do que o Federal Reserve; tem demorado para cortar as taxas de juros (elevou em julho do ano passado) e evitou adotar medidas vigorosas para desbloquear os mercados de crédito.</p>
<p>A única coisa que pesa em favor da Europa é exatamente aquilo pelo qual é mais criticada: o porte e a generosidade dos seus programas de bem-estar social, que atuam como amortecedor do impacto dessa retração econômica.</p>
<p>E isso não é pouco. O auxílio-desemprego e a assistência à saúde garantida asseguram que, pelo menos até agora, não se veja na Europa o sofrimento humano tão nítido como nos EUA. Esses programas também vão ajudar a sustentar os gastos nessa crise. Contudo, esses &#8220;estabilizadores automáticos&#8221; não são substituto de uma ação positiva.</p>
<p>Por que a Europa não está conseguindo enfrentar a crise? Em parte por causa de uma liderança medíocre. As autoridades dos bancos europeus, que se omitiram quanto à profundidade da crise, ainda parecem estranhamente complacentes. E para ouvir alguma coisa nos EUA que seja comparável aos ataques ignorantes do ministro das Finanças da Alemanha, você deve ouvir os republicanos.</p>
<p>Mas há um problema mais profundo: a integração monetária e econômica da Europa avançou muito mais do que as suas instituições políticas. As economias de muitas nações estão tão estreitamente ligadas quanto as economias de muitos Estados, nos EUA, &#8211; e a maior parte da Europa compartilha uma moeda comum. Mas, ao contrário dos EUA, a Europa não tem instituições que cubram todo o continente, necessárias para lidar com uma crise com essa envergadura.</p>
<p>Essa é uma importante razão da ausência de uma uma ação fiscal. Não existe nenhum governo em posição de assumir a responsabilidade pela economia europeia como um todo. Em vez disso, o que há são governos nacionais, cada um relutando em acumular enormes dívidas para financiar um plano de estímulo que poderia levar muitos, senão a maior parte, dos seus benefícios para os eleitores em outros países.</p>
<p>Você poderia pensar então que a política monetária é mais convincente. Afinal, apesar de não existir um governo europeu, há um BCE. Mas ele não é como o Fed, que pode se permitir correr riscos porque tem o suporte de um governo nacional unitário.</p>
<p>Em outras palavras, a Europa vem se revelando estruturalmente fraca num período de crise. A maior dúvida é o que vai ocorrer com aquelas economias europeias que prosperaram tanto na fase do dinheiro fácil dos últimos anos, particularmente a Espanha.</p>
<p>Durante grande parte da década passada, a Espanha foi a Flórida da Europa, com uma economia animada por um enorme boom especulativo imobiliário. Como na Flórida, esse boom transformou-se em um fiasco. A Espanha agora precisa encontrar novas fontes de renda e emprego.</p>
<p>No passado, o país teria procurado ser competitivo desvalorizando sua moeda. Mas agora a sua moeda é o Euro &#8211; e o único meio de avançar parece ser pelo doloroso processo de corte de salários. O que seria difícil nos melhores tempos, mas será incrivelmente doloroso se, como parece provável, a economia europeia como um todo entrar numa depressão e se encaminhar para uma deflação nos próximos anos.</p>
<p>Isso significa que a Europa errou ao se tornar tão estreitamente integrada? E, especialmente, que a criação do Euro foi um equívoco? Talvez.</p>
<p>Mas a Europa ainda pode mostrar para os céticos que eles estão errados, se os seus políticos começarem a mostrar mais liderança.</p>
<p>Mostrarão?</p>
<p><strong>*Paul Krugman é articulista </strong></p>
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		<title>&#8220;Obama es demasiado prudente&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 13:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ ENTREVISTA: Paul Krugman Premio Nobel de Economía 2008

A. GONZÁLEZ / M. Á. NOCEDA &#8211; Sevilla &#8211; El País
Máximo exponente de los neokeynesianos, Krugman cree que el nuevo Gobierno de EE UU rema en la buena dirección pero está siendo más que cauto. El fin de la crisis no aparece en sus pronósticos como algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4">ENTREVISTA: Paul Krugman Premio Nobel de Economía 2008</font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.elpais.com/recorte/20090315elpepieco_1/LCO340/Ies/20090315elpepieco_1.jpg" alt="Krugman" title="Krugman" width="340" height="250" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">A. GONZÁLEZ / M. Á. NOCEDA &#8211; Sevilla &#8211; El País</p>
<p>Máximo exponente de los neokeynesianos, Krugman cree que el nuevo Gobierno de EE UU rema en la buena dirección pero está siendo más que cauto. El fin de la crisis no aparece en sus pronósticos como algo cercano.</p>
<p>Pese a la generosa dotación del premio Nobel, Paul Krugman (Nueva York, 1953) no abandona su aspecto de profesor universitario, enfundado en un traje con deportivas negras y una mochila al hombro. Ha venido a Sevilla invitado por la Confederación de Empresarios de Andalucía (CEA). Hace acto de presencia en el minuto exacto de la cita, tímido y abrumado por los elogios. Todo eso desaparece en cuanto se enreda en temas económicos.</p>
<p><strong>Pregunta.</strong> ¿Cuándo se dio cuenta de que habíamos vuelto a la economía de la depresión, como usted la denomina?</p>
<p><strong>Respuesta.</strong> A principios de 2008 estaba bastante claro que nos habíamos topado con los límites de la política convencional. Después de la caída de Lehman, en septiembre, ya resultó obvio.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Cuándo terminará?</p>
<p><strong>R.</strong> Los precedentes no son buenos. La depresión japonesa terminó con un <em>boom</em> de sus exportaciones a China pero esta vez la crisis afecta a todo el mundo a la vez así que ésa no es una opción. Y la Gran Depresión terminó con la II Guerra Mundial. Hay un final natural a largo plazo, pero llevará mucho, mucho tiempo.</p>
<p><strong>P. </strong>¿Son realmente eficaces las medidas adoptadas?</p>
<p><strong>R.</strong> Hasta cierto punto estamos cambiando deuda privada por deuda pública y tratamos de compensar el conservadurismo de los consumidores con un aumento del gasto público. Así salimos de la Gran Depresión. Es cierto que China pretende salir de la crisis con un aumento de las exportaciones y que eso puede ser la base de otra crisis. Pero creo que es tremendamente importante sostener la demanda, aunque no sea la solución definitiva. De lo contrario, corremos un riesgo serio de quedar atrapados en una trampa muy profunda.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Debería coordinarse esa respuesta en el G-20 o en otros foros?</p>
<p><strong>R.</strong> Lo ideal es que el G-20 saliera de las reuniones de este fin de semana con un acuerdo para coordinar las políticas fiscales aunque desgraciadamente eso no va a pasar. Lo más crucial es que los europeos pacten entre ellos las bases de la expansión fiscal porque la dependencia es mucho mayor entre los socios de la UE que respecto a EE UU. En todo caso, necesitamos un acuerdo del G-20 para coordinar las políticas fiscales y también un plan de rescate para los países emergentes con problemas. Aquí probablemente tendría un papel decisivo el FMI, que debería proporcionar recursos suficientes a Hungría y al resto de los países bálticos.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Habría que reforzar la cooperación entre EE UU y la UE?</p>
<p><strong>R.</strong> Sin duda, hay mucha dependencia entre ambos. Todos estamos preocupados por el déficit pero un esfuerzo coordinado puede reducir la aportación extra que debe hacer cada uno y aumentar los beneficios. El plan de estímulo fiscal de EE UU ayuda a la economía europea, en buena medida. Por ejemplo, muchas de las ayudas destinadas a AIG acabaron en manos de bancos europeos que eran los que les habían comprado los seguros contra impagos de deuda <em>(credit default swaps).</em> Ahora muchos se preguntan por qué el contribuyente de EE UU tiene que rescatar bancos europeos.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Y los bancos centrales?</p>
<p><strong>R.</strong> Ahí los efectos no están tan claros. Hasta cierto punto, la resistencia del BCE a utilizar todo el margen en los tipos de interés está beneficiando a EE UU, con un dólar más barato que impulsa las exportaciones, así que a nosotros claramente nos interesa la política de Trichet.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Conoce al presidente Zapatero o va a reunirse con él?</p>
<p><strong>R.</strong> No le conozco. Sé que interviene en el acto en el que tengo que participar</p>
<p>en Madrid, pero no sé si habrá oportunidad de encontrarnos. Lo que sí he hecho ha sido repasar a fondo la situación de España.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Y sus conclusiones?</p>
<p><strong>R. </strong>Que España es como California o Florida. Las dos han vivido un <em>boom</em> de la construcción, han recibido grandes flujos de capital extranjero y, cuando ha estallado la burbuja inmobiliaria, la situación se ha vuelto muy difícil. Ahora tienen problemas de ajuste similares: el déficit es preocupante y la rebaja del <em>rating</em> ha sido inevitable, aunque peor para California.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Y qué se debería hacer?</p>
<p><strong>R.</strong> Va a ser duro. Lo que realmente asusta de la situación española es que no está nada claro cuál es la estrategia de ajuste por su pertenencia a la UE. Todo lo que puede hacer es mitigar los efectos de la crisis. Si España no fuera parte del euro, la devaluación ayudaría, pero esa opción ya no existe; la política fiscal es muy limitada para los países de la UE; también es limitada la capacidad de actuar sobre el sistema financiero aunque los bancos españoles han demostrado estar relativamente en buena forma; se pueden adoptar medidas para limitar el impacto de la crisis sobre los parados. Pero en buena medida a España sólo le queda esperar a que se produzca una recuperación europea.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿No debería jugar China un papel más destacado?</p>
<p><strong>R.</strong> Sí, siempre que China también dé señales de cooperación. De momento sólo pretenden salir de la recesión con una moneda devaluada que impulse sus exportaciones y la política de la Reserva Federal no tiene como objetivo que los chinos estén contentos. Además, hay una cierta amenaza de que se puedan llevar el dinero que tienen en dólares, pero lo cierto es que si debes 100 dólares a alguien tienes un problema pero si lo que debes es un billón, como a los chinos, el problema lo tiene China, no tú.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Puede el mismo sistema financiero que nos ha llevado al caos ser el que marque las directrices de futuro?</p>
<p><strong>R.</strong> Nos enfrentamos a un gran <em>test</em> que debemos resolver y es la reconstrucción del sistema financiero. Solíamos tener un sistema más sencillo, con los bancos actuando como intermediarios y luego todo derivó en un sistema de enormes instituciones financieras, complejas y poco reguladas. Claramente eso ha fracasado. Probablemente debamos mirar hacia un modelo más simple y más al viejo estilo. Muchos cambios se producirán de forma natural. Dudo que la gente vuelva a confiar en estos planes financieros complejos y complicados, que en buena medida ya han quebrado: unos 400.000 millones de dólares del sistema financiero han desaparecido. Pero también se necesita más regulación de la que tenemos y eso va a ser duro.</p>
<p><strong>P.</strong> La crisis se ha llevado por delante a muchos banqueros pero a ningún regulador.</p>
<p><strong>R.</strong> En EE UU, muchos supervisores han sido forzados a dimitir de una forma u otra. Tampoco está claro que incluso haciendo su trabajo bien esto no hubiera pasado. Pero es cierto que ni siquiera intentaron hacerlo.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Se refiere a Greenspan?</p>
<p><strong>R.</strong> No, aunque es un poco triste ver cómo intenta defender su legado. Pero no hablaba de él.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Podemos enfrentarnos, como en los años treinta, a una serie de devaluaciones competitivas?</p>
<p><strong>R.</strong> Esas devaluaciones ayudaron, no fueron dañinas para la economía mundial, pero era un mundo distinto que se regía por el patrón oro. Lo que me preocupa es si ahora las devaluaciones sustituyen a otro tipo de medidas. Si China, por ejemplo, lo hace para salir de la crisis, eso sí es un problema.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Cómo valora los primeros meses del gobierno de Obama?</p>
<p><strong>R.</strong> El cambio a mejor es enorme, son políticas inteligentes y honestas y sólo eso ya dibuja un mundo completamente diferente al que había. El problema es que el gobierno Obama está siendo demasiado cauto, incluso siendo más audaz de lo habitual, está siendo demasiado prudente</p>
<p>dada la dimensión de la crisis. El plan de estímulo tenía que haber sido, al menos, un 30% mayor y no quieren adoptar ninguna medida dramática sobre los bancos. Las prioridades fijadas en el presupuesto son excelentes, pero aunque reman en la dirección correcta no están remando lo suficiente.</p>
<p><strong>P.</strong> Pero sí hay ámbitos, como la sanidad y las políticas de gasto, en los que Obama está aplicando reformas profundas&#8230;</p>
<p><strong>R.</strong> Hay una frase que se atribuye a su jefe de gabinete, Rahm Emmanuel, que dice: &#8220;Nunca se debe desaprovechar una crisis&#8221;. Eso define muy bien su espíritu -yo he hecho mía la frase [risas]-. Reagan aprovechó la crisis del 87 para cambiar todo, ¿por qué no vamos a poder dar la vuelta a algunas cosas?</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Incluyen esos cambios la nacionalización de la banca?</p>
<p><strong>R.</strong> En eso, ni siquiera parece que tengan un plan , hablan de la cooperación pública y privada pero de forma difusa y a veces suena más como un regalo al sector. Lo que creo que va a pasar, aunque llevará tiempo, es una solución a la sueca . Eso llevará a garantizar los depósitos bancarios y a nacionalizar temporalmente Citigroup y posiblemente también Bank of America.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿A eso se refería el secretario del Tesoro cuando dijo que el capitalismo ya será diferente?</p>
<p><strong>R.</strong> Éste es uno de esos momentos en los que toda una filosofía ha sido desacreditada. Los que defendían que la avaricia era buena y que los mercados debían autoregularse sufren ahora la catástrofe. Son los mismos que decían que si se subían los impuestos a los ricos pasarían cosas terribles. Pues Clinton subió los impuestos a las rentas más altas y la economía funcionó muy bien durante ocho años, mientras que Bush los bajó y mira lo que ha pasado. Creo que ese cambio se va a imponer.</p>
<p><strong>P.</strong> ¿Amenaza la crisis la reelección de Obama?</p>
<p><strong>R.</strong> Obama se parece a Roosevelt, que no resolvió la Depresión pero al que se veía que tomaba medidas para intentar salir de la crisis y eso le dio la victoria electoral. Muchos expertos en política de mi Universidad aseguran que los electores tienen una memoria muy frágil, que sólo se preocupan por lo que pasa en los últimos seis meses así que Obama tiene margen para mejorar cosas antes de la reelección.</p>
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		<title>Para FMI, mundo entrou em &#8216;grande recessão&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 11:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Associated Press &#8211; VALOR
A economia mundial entrou numa &#8220;grande recessão&#8221; e terá uma retração este ano. A afirmação foi feita pelo presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.
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			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://media.usinenouvelle.com/uploads/visuels/fr/Image_d_article/Reuters-Strauss-Khan-FMI_img_fr.jpg" alt="http://media.usinenouvelle.com/uploads/visuels/fr/Image_d_article/Reuters-Strauss-Khan-FMI_img_fr.jpg" align="right" /></p>
<p style="background-color: #ffff99">Associated Press &#8211; VALOR</p>
<p>A economia mundial entrou numa &#8220;grande recessão&#8221; e terá uma retração este ano. A afirmação foi feita pelo presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.</p>
<p>Em uma entrevista gravada que foi ao ar ontem pelo canal de TV francês France 24, Kahn disse que os dados econômicos têm piorado desde janeiro, quando o fundo apresentou sua previsão de crescimento mundial de 0,5% para este ano.</p>
<p>&#8220;Desde então as notícias não têm sido boas&#8221;, disse. &#8220;Eu penso que agora podemos dizer que entramos em uma grande recessão&#8221;. Kahn não fez uma previsão específica sobre qual seria, na avaliação do FMI, o ritmo de retração da economia este ano. &#8220;Essa recessão pode durar um longo tempo&#8221;, afirmou ele na entrevista. Segundo Kahn, se as medidas esperadas pelo fundo forem de fato implementadas, 2010 poderá ser o ano da retomada do crescimento.</p>
<p>No domingo o Banco Mundial disse que a economia global vai encolher pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial e que por conta da crise financeira os países pobres e em desenvolvimento terão mais dificuldade para obter crédito.</p>
<p>A previsão do banco é que o fluxo de comércio caia em 2009 para seu nível mais baixo em 80 anos. Nos países mais pobres, os efeitos da crise devem durar mais tempo. Como os países ricos estão buscando mais financiamentos, os países em desenvolvimento estão tendo dificuldades cada vez maiores para obter crédito.</p>
<p>Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) previu uma queda 2,2% a 3,2% no Produto Interno Bruto (PIB) este ano nos 16 países que têm o euro como moeda. A economia da zona do euro encolheu 1,5% no quarto trimestre de 2008 &#8211; a maior retração já registrada. A redução foi puxada pela diminuição da demanda mundial por produtos importados, atingindo em cheio as economias desenvolvidas da região que são fortemente exportadoras.</p>
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		<title>A União Europeia entra em recessão e a &#8220;eurozona&#8221; aprofunda seu recuo</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 17:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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La economía de los Veintisiete cae un 1,5% en el cuarto trimestre.- La Eurozona acumula ya tres trimestres en negativo.- El PIB alemán bate marcas y cae un 2,1%, el italiano un 1,8%
El País
El traslado con toda su intensidad de la crisis financiera internacional a la economía real en los últimos meses de 2008 ha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.globalpress.it/images/big/200806121244bce.jpg" alt="http://www.globalpress.it/images/big/200806121244bce.jpg" /></div>
<p><strong><br />
La economía de los Veintisiete cae un 1,5% en el cuarto trimestre.- La Eurozona acumula ya tres trimestres en negativo.- El PIB alemán bate marcas y cae un 2,1%, el italiano un 1,8%</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">El País</p>
<p>El traslado con toda su intensidad de la crisis financiera internacional a la economía real en los últimos meses de 2008 ha llevado a la economía de los Veintisiete a empezar 2009 en recesión, mientras la eurozona  ahonda su retroceso. Según ha hecho público hoy Eurostat, tanto el PIB de la UE como el de los países que comparten la divisa única se ha contraído un 1,5% en el cuarto trimestre del pasado año.</p>
<p>Este deterioro ha provocado el segundo trimestre consecutivo a la baja de la economía de la Unión Europea, que se redujo un 0,2% entre agosto y septiembre y se mantuvo estancada (un 0,0%) en el anterior, con lo que cumple con la definición técnica de recesión. Por su parte, peor evolución muestra la eurozona, que acumula nueve meses en negativo y sufre la primera recesión desde su creación en 1999. En cualquier caso, las dos mantienen un crecimiento positivo en el conjunto de 2008: un 0,7% en la zona euro y un 0,9% en la UE. En total, de los quince Estados miembros sobre los que Eurostat ofrece datos actualizados, seis han entrado en recesión.</p>
<p>Por países, Alemania sufrió en el último trimestre de 2008 su mayor caída desde la reunificación en 1990 con un retroceso del 2,1%. En los meses anteriores, su PIB se contrajo un 0,5% tanto en el segundo como en el tercer trimestre, respectivamente. Además, el frenazo de la primera potencia europea es mayor de lo esperado inicialmente, ya que el pasado enero el INE alemán contaba con un retroceso de entre el 1,5 y el 2,0%. Pese a todo, los responsables de la oficina estadística han destacado que en el conjunto de 2008 el PIB registró un aumento real del 1,3%.</p>
<p>Precisamente, el Parlamento alemán -Bundestag-, ha aprobado hoy el segundo plan de reactivación económica con el que el Gobierno pretende paliar la crisis, dotado con 50.000 millones de euros para este año y el próximo. El voto a favor a este paquete, que ha servido de estreno del nuevo ministro de Economía, el socialcristiano bávaro Kart Theodor zu Guttenberg, da vía libre a inversiones en educación e infraestructuras de carreteras y ferrocarril, además de incluir algunas reducciones fiscales para los ciudadanos.</p>
<p>Por su parte, Francia sufrió una contracción del 1,2% en el último trimestre de 2008 y es la única entre los grandes que se salva de momento de la recesión. Sin embargo, el Gobierno ya espera este extremo para 2009 con una caída de, al menos, el 1%, según ha indicado la ministra francesa de Economía, Christine Lagarde. &#8220;Como en todos los países desarrolados, la actividad en Francia ha bajado significativamente debido a la crisis financiera&#8221;, ha asegurado.</p>
<p>Lagarde ha explicado que, después de haber sido &#8220;uno de los escasos países europeos en los que la actividad aumentó en el tercer trimestre (0,1%) tras el retroceso del 0,3% en el segundo, Francia ha sufrido a finales de 2008, como sus vecinos europeos, los efectos desfavorables de la crisis&#8221;. Aunque esto &#8220;no significa&#8221;, según Lagarde, que la situación vaya a continuar agravándose en los próximos meses, en parte gracias a la resistencia del consumo de las familias, que ha aumentado un 0,5% en los primeros compases de este año.</p>
<p>Eurostat también ofrece datos de España y confirma que la economía española también se contrajo entre octubre y diciembre, un 1%, por segundo trimestre consecutivo, con lo que se une al grupo de países en recesión técnica. En términos interanuales, la caída se reduce al 0,7%.</p>
<p>Asimismo, Italia ha confirmado hoy otra caída histórica tras contraerse su PIB un 0,9% en todo 2008, el mayor descenso desde la anterior crisis de 1993. Al igual que Alemania, la economía italiana ha recrudecido en los últimos meses del año pasado su deterioro hasta caer un 1,8% en el cuarto trimestre, lo que se suma al retroceso del 0,5% en el tercero y a la caída del 0,3% registrada entre abril y junio. Una caída intertrimestral de estas características, añade la oficina estadística, no se registraba en 29 años, cuando se comenzó a contabilizar este dato. Asimismo, el PIB italiano no sufría un crecimiento negativo por segundo trimestre consecutivo desde el último trimestre de 2004 y el primero de 2005. En 2007, creció un 1,5%.</p>
<p>El descenso de finales de 2008, provocado sobre todo por la disminución del valor de la industrial y de los servicios, supera las peores estimaciones del Gobierno italiano, que apuntaban a un retroceso del 0,6% del PIB. Además, en comparación con el mismo periodo del año anterior, esta caída se amplía al 2,6%, la mayor contracción de toda la UE y sólo comparable a la de Portugal, con un 2,1%.</p>
<p>En la Eurozona, Grecia -con un aumento del 2,6%-, Chipre -2,1%- y Austria -0,5%- han logrado un registro positivo en este apartado. Además, la recién incorporada Eslovaquia ha conseguido que su PIB progresara un 2,7%. De los países de la UE que no tienen el euro como moneda, el que ha sufrido la mayor contracción ha sido Letonia, con un 10,5%.</p>
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		<title>&#8221;Brasil vai crescer mais que o mundo&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 12:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo Meirelles, em Davos, estimativas apontam que o País vai crescer um ponto acima da média mundial

Beatriz Abreu, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP
A deterioração da economia mundial e o agravamento da crise financeira dominaram as discussões do Fórum Econômico Mundial, em Davos, mas ainda assim o Brasil é apontado como um dos países que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo Meirelles, em Davos, estimativas apontam que o País vai crescer um ponto acima da média mundial</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2007/02/27/27_MHG_ECO_meirellesa27.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2007/02/27/27_MHG_ECO_meirellesa27.jpg" width="553" height="353" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Beatriz Abreu, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p>A deterioração da economia mundial e o agravamento da crise financeira dominaram as discussões do Fórum Econômico Mundial, em Davos, mas ainda assim o Brasil é apontado como um dos países que se sairão melhor da crise que arrasta o mundo para a recessão. &#8220;Em todas as estimativas variam o número, mas tem um fato que não muda: o Brasil vai crescer um ponto porcentual acima da média mundial&#8221;, disse o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.</p>
<p>Meirelles, que participou das discussões sobre a crise com lideranças políticas de vários países, enfatiza que a &#8220;crise é séria&#8221; e concorda que a brusca mudança de cenário é uma preocupação não apenas do Brasil, mas de todas as economias mundiais. Ele insiste, no entanto, que as medidas tomadas ao longo dos últimos anos e a melhora dos fundamentos econômicos garantem &#8220;que o Brasil tenha um desempenho melhor que a média mundial&#8221;.</p>
<p>Esse cenário internacional de grande volatilidade e incertezas está abrindo espaço para uma discussão importante e, ao mesmo tempo, complexa. Meirelles citou, por exemplo, que começa a ganhar corpo a discussão sobre a necessidade de os países terem uma cesta de moedas como referência de reserva internacional. &#8220;A visão majoritária é de que o euro ou o iene não substituirão o dólar como moeda de reserva em futuro próximo. Estão ocupando espaço, mas não substituindo&#8221;, disse o presidente do BC.</p>
<p>Por outro lado, explicou, &#8220;ganha força a ideia de que o mundo não deve depender da moeda de um único país como moeda de reserva internacional&#8221;.</p>
<p>RÁPIDA E VIOLENTA</p>
<p>São discussões que afetam as economias mundiais e a dinâmica entre os países que, a cada momento, se deparam com novo efeito devastador da tsunami na qual se transformou a crise financeira. Na economia brasileira, essa mudança de cenário foi &#8220;rápida e violenta&#8221; e está expressa na ata da última reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) e nos indicadores conjunturais, como o da Confederação Nacional da Indústria (CNI): o setor industrial enfrentou no último trimestre do ano passado sua pior crise dos últimos dez anos. As incertezas que prevaleciam em dezembro foram eliminadas pelo documento que o BC divulgou semana passada. Hoje, o governo tem claro que o problema não é mais o de trazer a inflação para meta de 4,5% neste ano. A batalha que se impõe é garantir a atividade econômica.</p>
<p>Embora a projeção oficial seja mirar um crescimento de 4%, essa possibilidade é um sonho descolado da realidade. Meirelles não faz uma aposta sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e tampouco estabelece comparações com a previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI), que reviu o crescimento brasileiro em 2009 de 3% para 1,8% do PIB. Em um cenário pessimista, o Ministério da Fazenda aceita a hipótese de um crescimento de 1,5%. Mas acredita que o país se sairá bem melhor.</p>
<p>O cenário se deteriora com uma velocidade tão rápida que as medidas são reavaliadas a todo momento, num ritmo frenético de ações do governo. Neste momento, prevalece a avaliação de que as medidas adotadas para liberar o crédito ao comércio exterior não surtiram efeito ante um mercado internacional travado. Amanhã, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio divulga o resultado da balança comercial de janeiro e a possibilidade de déficit não está descartada. A tentativa de monitorar as importações para definir que novas ações podem fortalecer o setor foi um tiro que saiu pela culatra e só gerou mais confusão na equipe econômica.</p>
<p>O setor exportador foi um dos que primeiro receberam socorro, mas o fato é que as exportações estão desabando no mundo. O governo já se rendeu a essa realidade, estuda novas medidas de estímulo aos exportadores mas, por enquanto, decidiu ser preventivo e não reforçar os problemas do setor: as empresas terão um prazo maior &#8211; 31 de janeiro de 2010 &#8211; para comprovar o embarque de mercadorias. Assim, elas agora têm dinheiro disponível, mas não têm mercado.</p>
<p>O problema não é só brasileiro. Cingapura, por exemplo, enfrentou a queda de 2,5% do PIB em um único mês, por causa da forte dependência das exportações, segundo dados analisados pelo governo. Esse caso é citado para desmontar avaliações de um movimento errático na definição das medidas para fazer frente à crise. O mundo inteiro está tentando soluções, ponderam fontes do Planalto.</p>
<p>O desafio é manter o crescimento da economia e o governo sabe que, para isso, terá de vencer o sentimento de insegurança que contaminou o setor privado. Mais: está percebendo que a questão não será resolvida apenas jogando muito dinheiro na economia ou estimulando setores intensivos em mãos-de-obra. O sentimento é generalizado. O exportador não vende porque ninguém quer comprar. O banco não empresta porque não há tomador de crédito interessado em pagar taxas elevadas e o consumidor se retrai por temer o desemprego.</p>
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