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	<title>Blog do Favre &#187; financiamento</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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			<item>
		<title>Financiamento para compra de máquinas cresce 40% em outubro</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 10:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
Indústria retoma projetos de expansão


Alexandre Rodrigues e Marianna Aragão &#8211; O Estado SP


// 

A indústria começa a retomar projetos de investimento suspensos durante a crise. O mês de outubro deve registrar liberações entre R$ 2,5 bilhões e R$ 2,6 bilhões na linha específica para aquisição de máquinas e equipamentos (Finame) disponível no Banco Nacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<h3><span style="font-size: xx-large;">Indústria retoma projetos de expansão</span></h3>
</div>
<div>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Alexandre Rodrigues e Marianna Aragão &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p id="ctrl_texto"><span id="tm04" style="color: #155e91;" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<div style="text-align: center;"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091027/img/4.14.imagem_siderurgicaindustria.jpg" alt="" width="555" height="394" /></div>
<p>A indústria começa a retomar projetos de investimento suspensos durante a crise. O mês de outubro deve registrar liberações entre R$ 2,5 bilhões e R$ 2,6 bilhões na linha específica para aquisição de máquinas e equipamentos (Finame) disponível no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). É quase 40% mais que o emprestado em setembro (R$ 1,85 bilhão) e o dobro dos financiamentos de julho (R$ 1,28 bilhão), consolidando a tendência de retomada de investimentos na indústria.</p>
<p>&#8220;Estamos trabalhando com essa projeção para outubro. Acreditamos que é resultado de dois fatores: juros mais baixos do Plano de Sustentação do Investimento (PSI) e o aumento da confiança dos empresário&#8221;, afirmou ao Estado o diretor de Administração e Operações Indiretas do banco, Maurício Borges Lemos.</p>
<p>Na semana passada, o balanço trimestral de desempenho do banco já havia registrado R$ 2,4 bilhões em pedidos de liberação da Finame no acumulado de 22 dias úteis anteriores a 15 de outubro, depois de oscilar em torno de R$ 1,5 bilhão entre março e agosto. A média diária de desembolsos atingiu R$ 109,5 milhões este mês, superando em 80% os R$ 60,5 milhões de julho, nível mais baixo desde o início da crise global.</p>
<p>A indústria de base &#8211; que inclui principalmente siderurgia, papel e celulose, química e petroquímica e cimento -, primeira a sofrer o baque da crise, começa a tomar a liderança de investimentos. &#8220;A recuperação da economia e o fim dos ajustes de estoques aumentaram a utilização da capacidade instalada. Em alguns setores, ela já chegou ao limite&#8221;, afirma o economista da Tendências Consultoria, Bernardo Wjuniski.</p>
<p>Na semana passada, a Siderúrgica Gerdau voltou atrás no adiamento de um investimento de R$ 1,75 bilhão em uma nova usina em Ouro Branco (MG). As expectativas mudaram, justificou o presidente do grupo, André Gerdau Johannpeter.</p>
<p>A companhia quer começar as obras de instalação de um laminador de chapas grossas já no início de 2010. Com o equipamento, entrará na produção de aços planos, matéria-prima que atende às indústrias petrolífera, naval, da construção civil e de equipamentos pesados.</p>
<p>Para o BNDES, a curva ascendente nos financiamentos reflete a atratividade do PSI, programa especial de empréstimos com juros de 4,5% ao ano, que vigora até 31 de dezembro. Mas também indica o retorno de projetos paralisados pela crise. Antes de setembro de 2008, a média diária de desembolsos da Finame vinha crescendo, e chegou a quase R$ 150 milhões.</p>
<p>INDÚSTRIA DE BASE</p>
<p>Segundo o chefe de Pesquisas Econômicas do banco, Fernando Puga, a retomada está sendo comandada pela indústria de base. &#8220;São setores exportadores, como siderurgia e celulose, que estavam liderando os investimentos antes da crise. Essas empresas adiaram seus investimentos e decidiram ficar líquidas, ter dinheiro em caixa. Agora, estão retomando os planos&#8221;, diz Puga, informando que setores como o de siderurgia já estão nos mesmos níveis de uso da capacidade instalada de entre 2006 e 2007.</p>
<p>&#8220;As obras de infraestrutura, com a perspectiva de realização da Copa e da Olimpíada, vão demandar muito aço&#8221;, diz o analista de siderurgia e mineração da Link Investimentos, Leonardo Alves. Isso explica a motivação das companhias para reativar investimentos. A CSN vai retomar um projeto em Congonhas (MG), previsto desde 2007. Uma reunião amanhã entre o governador mineiro, Aécio Neves, e o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, deve selar a decisão. O projeto envolve a construção de uma siderúrgica de R$ 6,2 bilhões.</p>
<p>O setor de máquinas e equipamentos ainda está com nível mais baixo de uso da capacidade. O aumento da demanda por crédito no BNDES reflete mais o crescimento dos desembolsos do banco nos setores da indústria de base. Com os empréstimos para a Petrobrás, chama a atenção no balanço total de liberações no acumulado dos últimos 12 meses o crescimento de 371% do setor de química e petroquímica em relação ao mesmo período anterior.</p>
<p>Houve crescimento também nos desembolsos para os setores de material de transporte (93%), celulose (172%), metalurgia e siderurgia (76%) e mecânica (76%).</p>
<p>A Usiminas, que adiou o plano de ter uma nova unidade em Santana do Paraíso (MG), parece menos animada com o reaquecimento. O principal argumento, segundo o presidente da companhia, Marco Antônio Castello Branco, é a expectativa de que a demanda só voltará aos níveis pré-crise em 2011. Para o analista da Spinelli, Jayme Alves, a razão pode ser outra. &#8220;Com projetos grandes como o da Vale e Gerdau, pode haver um excesso de capacidade.&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>BB amplia limite de consignado em R$ 4 bilhões. A medida vai beneficiar aposentados e servidores</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
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		<category><![CDATA[credito consignado]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernando Nakagawa, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP
O Banco do Brasil aumentou em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado para o crédito consignado de 2 milhões de clientes. A medida vai beneficiar aposentados que recebem pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e servidores do Ministério do Planejamento &#8211; entidades que assinaram convênio com o banco. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">Fernando Nakagawa, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O Banco do Brasil aumentou em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado para o crédito consignado de 2 milhões de clientes. A medida vai beneficiar aposentados que recebem pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e servidores do Ministério do Planejamento &#8211; entidades que assinaram convênio com o banco. Em nota, o BB informa que a ampliação dos valores é resultado de um processo que teve &#8220;refinamento das metodologias de análise de crédito&#8221;. Medidas semelhantes já foram anunciadas para micro e pequenas empresas e outras linhas de financiamento para pessoas físicas.</p>
<p>Alinhado com a política do governo de ampliar empréstimos para manter a economia aquecida, o BB refez cálculos e observou que um grupo de clientes tinha possibilidade de tomar mais crédito. São correntistas com bom histórico e baixo perfil de risco e, por isso, ganharam o limite extra.</p>
<p>O vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global do BB, Ricardo Flores, destaca que a medida é feita automaticamente, sem que os funcionários tenham de analisar caso a caso. &#8220;Nosso objetivo é expandir a carteira de crédito com qualidade e eficiência, buscando a automatização de processos que desonerem a rede de atendimento e possam liberar os funcionários das agências para a realização de negócios&#8221;, disse o executivo, em nota.</p>
<p>Atualmente, o BB tem R$ 20 bilhões em empréstimos com desconto em folha de pagamento, principalmente com aposentados e servidores públicos. A instituição é líder no segmento, com 32,6% de todo o consignado. Esse tipo de operação já representa 36% de todos os empréstimos para as pessoas físicas no banco federal.</p>
<p>Desde maio, essa é a quarta vez no ano que o Banco do Brasil eleva o crédito pré-aprovado para os clientes. Nas ocasiões anteriores, o valor havia sido ampliado, no total, em R$ 61,3 bilhões. Aumentar os limites, porém, não significa que o financiamento será tomado rapidamente pelos clientes. De maio até o início de setembro, o banco só emprestou efetivamente 8,7% do novo limite oferecido aos correntistas.</p>
<p>A investida do BB no crédito consignado tenta abocanhar parte do segmento de crédito que apresentou a melhor reação após o tombo provocado pela crise. Em agosto, bancos emprestaram R$ 6 bilhões em crédito consignado. O valor é 115% maior que o de dezembro de 2008. Nessa mesma base de comparação, o crédito pessoal cresceu 46% e o cartão de crédito avançou 14%.</p>
<p>Além disso, a preferência dada pelo banco federal aos aposentados e servidores públicos é explicada porque esse segmento concentra 86,8% de todos os empréstimos com desconto em folha. A iniciativa privada, portanto, respondeu apenas por 13,2% das operações. Em agosto, brasileiros deviam R$ 67 bilhões aos bancos apenas no consignado.</p>
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		<title>Para acelerar processos, Caixa Econômica Federal terceiriza avaliações relativas ao programa Minha Casa Minha Vida</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[CEF]]></category>
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		<category><![CDATA[programa habitacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo relaxa análise de casas populares

Banco estatal alega &#8220;compromisso com governo federal&#8221; para mudança de seus procedimentos; funcionários protestam
SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDRÉA MICHAEL &#8211; FOLHA SP 
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Com o objetivo de acelerar a construção das casas prometidas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para 2010, o governo federal terceirizou todas as análises [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Governo relaxa análise de casas populares</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_DBHwd3tDxro/SjZPVkyv_wI/AAAAAAAAAac/BadmXhltUmE/s400/MinhaCasaMinhaVida.png" alt="http://2.bp.blogspot.com/_DBHwd3tDxro/SjZPVkyv_wI/AAAAAAAAAac/BadmXhltUmE/s400/MinhaCasaMinhaVida.png" /></p>
<p><strong>Banco estatal alega &#8220;compromisso com governo federal&#8221; para mudança de seus procedimentos; funcionários protestam</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDRÉA MICHAEL &#8211; FOLHA SP </span></h2>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Com o objetivo de acelerar a construção das casas prometidas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para 2010, o governo federal terceirizou todas as análises técnicas de engenharia das obras.<br />
Com isso, os 973 engenheiros e arquitetos concursados da Caixa Econômica Federal -normalmente os encarregados das análises em grandes obras, que movimentam um volume significativo de recursos públicos- ficarão obrigatoriamente de fora do programa.<br />
Uma das principais vitrines do governo Lula, ao lado do Bolsa Família e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o MCMV prevê 1 milhão de casas para famílias com renda até dez salários mínimos. Somente em subsídios serão consumidos cerca de R$ 34 bilhões, incluindo recursos diretos da União e do FGTS.<br />
Em comunicado datado de 13 de agosto e obtido pela Folha, a Caixa alega um &#8220;compromisso com o governo federal&#8221; e determina que o trabalho de análise técnica seja distribuído para 3.682 funcionários terceirizados cadastrados pelo banco.<br />
A Caixa já vinha recorrendo à iniciativa privada para a avaliação de obras sob sua responsabilidade, uma vez que o quadro fixo de engenheiros e arquitetos não dá conta das demandas. Mas era política no banco delegar a esses terceirizados as análises de baixo risco, como avaliação do valor de imóvel a ser financiado. As obras de grande vulto e impacto social (como as do PAC e as da MCMV) costumavam ser repassadas para os funcionários de carreira.<br />
Em casos extremos, em que era preciso passar trabalho desses programas para terceiros, a obra era monitorada por um engenheiro do quadro da Caixa. Agora, noutra iniciativa surpreendente, a Caixa atribuiu apenas aos gerentes e supervisores técnicos a tarefa de monitorar os terceirizados.<br />
Segundo a Folha apurou, as mudanças foram recebidas com protestos pelo corpo de engenheiros do banco. Eles alegam sobrecarga de trabalho (no caso dos gerentes e supervisores) e esvaziamento de funções (no caso dos engenheiros e arquitetos). Além disso, apontam para os riscos de descontrole no uso de dinheiro público e dizem não querer se associar a um procedimento administrativo tão vulnerável.<br />
Essas queixas já foram encaminhadas ao vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda. Em algumas superintendências regionais, como no interior de São Paulo, funcionários estão se recusando a cumprir a determinação, o que levou à paralisação de obras.<br />
&#8220;A terceirização é comum. O que é anormal é retirar totalmente os funcionários do quadro da Caixa e deixar o monitoramento apenas na mão dos chefes&#8221;, reclama o presidente da Aneac (Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa), Luiz Guilherme Zigmantas. Ele é um dos representantes que está negociando a revogação da decisão com Hereda.<br />
Segundo Zigmantas, o vice-presidente do banco prometeu dar uma resposta aos funcionários até o final do mês.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Caixa diz que quer ampliar capacidade </strong></span></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Em nota, a assessoria de  imprensa da Caixa disse  que todos os profissionais  do quadro e os terceirizados estão sendo usados no  Minha Casa Minha Vida  &#8220;com o objetivo de ampliar  a capacidade operacional  da instituição e o cumprimento das metas&#8221;.<br />
A informação contradiz  comunicado da gerência  nacional do banco, de 13  de agosto, em que é atribuída à vice-presidência  de Governo ordem para  que &#8220;todas as análises técnicas de engenharia sejam  demandadas para empresas credenciadas&#8221;.<br />
O banco não responde  aos questionamentos sobre mudanças nos procedimentos nem sobre relato de que elas poderiam  ser revertidas. Diz que o  trabalho dos terceirizados  é supervisionado por gestores técnicos para garantir padronização, atendimento à legislação e qualidade técnica e que a meta  da instituição é contratar a  totalidade de 1 milhão de  casas prometidas.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Empreiteiras acham terceirização &#8220;essencial&#8221;</strong></span></p>
<p><strong>Para associação de construtores, não seria possível cumprir metas do programa sem contratação de terceirizados</strong></p>
<p><strong>Já sindicato de engenheiros e arquitetos critica mudança nos procedimentos e aponta ação &#8220;temerária&#8221; por parte da Caixa Econômica </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: xx-small;">Leonardo Wen &#8211; 26.ago.09/Folha Imagem</span></em><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/b0210200901.jpg" border="0" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em>Operários em obra do Minha Casa,Minha Vida, em Mauá (SP)</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Para Paulo Safady Simão,  presidente da CBIC (Câmara  Brasileira da Indústria da  Construção) -que reúne as  principais construtoras que  atuarão no programa-, a terceirização é um procedimento  normal, mas, no caso do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, essencial.<br />
&#8220;Sem o auxílio dos terceirizados, que trabalham com qualidade e foram escolhidos pela  própria Caixa, não seria possível cumprir a meta fixada, de  400 mil unidades contratadas  até o final deste ano&#8221;, disse.<br />
Em uma conta imprecisa, feita a pedido da reportagem, Simão arriscou dizer que haveria  atraso de pelo menos um ano  para atingir essa meta se a mão  de obra utilizada se restringisse  apenas aos quadros do banco  estatal.<br />
Lembra ainda que, além do MCMV, a Caixa tem R$ 24 bilhões em outros programas de habitação, saneamento, recuperação de imóveis usados e financiamentos de novas unidades que precisam ter andamento e, para isso, também requerem acompanhamento de profissionais da área técnica.<br />
Até o dia 29 de setembro, a  Caixa recebeu 1.862 propostas  de empreendimentos no  MCMV, para a construção de  355.821 unidades, que somam  R$ 22,9 bilhões. Só foram contratados 343 empreendimentos, equivalentes a 78.212 unidades e R$ 5,1 bilhões.<br />
Já o presidente do Confea  (Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia), Marcos Túlio de Melo,  engenheiro civil, vê com reservas a ordem da Caixa. Segundo  ele, os engenheiros e arquitetos  da Caixa são reconhecidos como uns dos mais capacitados  do país. &#8220;Em vez de terceirizar,  o ideal era haver uma política  para remontar o número de  profissionais de acordo com a  necessidade dos programas.&#8221;<br />
Melo diz ainda que &#8220;é indispensável que esse programa seja supervisionado por um engenheiro ou arquiteto, caso contrário será uma ação muito temerária, além de ilegal.&#8221;<br />
O presidente da Aneac (Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa), Luiz  Guilherme Zigmantas, ressalta  que a preocupação dos engenheiros do quadro nesse caso  específico é o risco da operação.  &#8220;Quanto maior a terceirização,  maior o risco&#8221;, diz. Ele explica  ainda que é inviável deixar a supervisão das análises terceirizadas só nas mãos dos supervisores técnicos.<br />
&#8220;Obras como as do PAC e do  MCMV exigem praticamente  dedicação integral. Como é que  cerca de 60 supervisores do  país vão conseguir cuidar de tudo? Isso considerando obras  que podem movimentar milhões de reais&#8221;, afirma.<br />
Mesmo com a seleção feita  pela Caixa previamente para  contratar os terceirizados, ainda há problemas. A Aneac registrou o descredenciamento  de duas empresas no ano passado. Elas foram consideradas irregulares porque, ao mesmo  tempo em que faziam análise  para definir a liberação de dinheiro pela Caixa para determinado município, elas também concorriam na licitação  municipal para executar as  obras. <strong> (SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDREA MICHAEL)</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Imóvel popular lidera vendas em feira de SP</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[apartamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos fazem parte do Minha Casa, Minha Vida


Paulo Justus, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP
Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. &#8220;Mostramos que se consolidou um processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Muitos fazem parte do Minha Casa, Minha Vida</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-13896" title="Casa_propria3" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Casa_propria3.jpg" alt="Casa_propria3" width="555" height="555" /><br />
</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Paulo Justus, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. &#8220;Mostramos que se consolidou um processo de retomada da atividade econômica&#8221;, diz Eduardo Sanovicz, organizador do evento.</p>
<p>A presença de imóveis populares foi a principal diferença em relação à última edição do evento. Das 100 mil habitações postas à venda, 48% se enquadravam no programa Minha Casa, Minha Vida, que facilita a compra de imóveis novos de até R$ 130 mil na capital paulista.</p>
<p>O novo perfil de renda se refletiu nos financiamentos concedidos pela Caixa. Até a tarde de ontem, o banco contratou R$ 145 milhões, para 1.114 pessoas. Desse total, R$ 83 milhões (813 contratos) foram para imóveis do Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>A Brookfield Incorporações montou um estande apenas para esses produtos. &#8220;Vendemos todas as 180 unidades que tínhamos disponíveis para o Minha Casa, Minha Vida&#8221;, diz Fernando Rodrigues, diretor de vendas da Fernandez Mera, braço comercial da Brookfield.</p>
<p>Mas as habitações de médio e alto padrões também tiveram um bom desempenho. &#8220;A demanda por financiamentos até R$ 500 mil surpreendeu&#8221;, diz o gerente de divisão da Nossa Caixa, Alcestes Rebêlo Junior. O banco concedeu R$ 53 milhões em financiamentos e superou em 90% o volume do ano passado. Já o Banco do Brasil, no mesmo estande, financiou R$ 60 milhões, o dobro de 2008. &#8220;Concedemos crédito para vários perfis de renda&#8221;, diz Sergio Augusto Kurovski, gerente de financiamentos do banco.</p>
<p>Praticamente todos os números do salão superaram os resultados do ano passado. Em 2008, o evento teve 50 mil visitantes e 35 mil imóveis à venda. A única redução foi a área ocupada pelos estandes, que foi 30% menor nesse ano. &#8220;Isso se justifica pelas fusões que o setor imobiliário passou e pelo menor número de lançamentos após a crise&#8221;, diz Sanovicz.</p>
<p>Para Leila Ferreira, gerente de parcerias da administradora de consórcios Embracon, a falta de opções para a classe média ajudou nas vendas. &#8220;Vendemos o dobro do ano passado. Foram 200 cartas de crédito, num total de R$ 15 milhões.&#8221;</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida: Meta para o ano é de 400 mil moradias e já existem projetos protocolados para mais 342 mil</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Habitação: Programa liberou 60 mil casas até setembro
Samantha Maia e Daniela D&#8217;Ambrósio, de São Paulo &#8211; VALOR
Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-13786  aligncenter" title="minhacasa" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa2.jpg" alt="minhacasa" width="350" height="260" /></p>
<p><strong>Habitação: Programa liberou 60 mil casas até setembro</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Samantha Maia e Daniela D&#8217;Ambrósio, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. De acordo com a CEF, há projetos em análise o suficiente para cobrir a meta de 400 mil casas contratadas até o fim de 2009. Além das 60,8 mil casas com contratos já fechados, há uma carteira de 342 mil unidades sendo avaliadas pela Caixa.</p>
<p>Segundo Válter Nunes, superintendente regional da CEF em São Paulo, um dos motivos dessa aceleração é que os projetos têm chegado à Caixa dentro do formato exigido pelo programa. &#8220;No começo, os projetos não estavam alinhados ao programa, e a adaptação dos empreendimentos exigia mais tempo para a assinatura de contrato&#8221;, diz ele. A velocidade da apresentação de projetos ao banco também aumentou recentemente. Cerca de 100 mil novas propostas &#8211; um terço do total em análise &#8211; chegaram em setembro.</p>
<p>Segundo Jorge Hereda, vice-presidente da Caixa, investimentos em agilização das análises do banco permitiram reduzir o período de aprovação dos financiamentos de um ano para três a quatro meses. &#8220;É crível esperar que atinjamos a meta de 400 mil contratos este ano considerando que o setor está correndo para apresentar propostas. Se entrar na Caixa, a gente contrata&#8221;, diz.</p>
<p>No primeiro mês do programa, a maioria das contratações estava concentrada na faixa de renda de três a seis salários mínimos. De acordo com o último balanço da Caixa, a faixa de famílias que recebem até três salários tomaram a dianteira, com 26 mil unidades habitacionais contratadas. O público de três a seis salários já foi contemplado com 25 mil, e de seis a dez, com 9 mil.</p>
<p>Chamados para ajudar na concepção e a costurar detalhes do projeto, um grupo de 11 empresários do setor da construção continua se reunindo mensalmente com o governo e a Caixa Econômica Federal para acertar os gargalos do programa. São poucas as queixas &#8211; o discurso elogioso é uníssono &#8211; , mas elas existem. Uma das críticas em relação à Caixa está na avaliação dos imóveis, que costumavam ser subavaliados pela entidade, segundo as empresas.</p>
<p>A burocracia é um entrave, mas, para as empresas, a figura do correspondente bancário &#8211; que agiliza o processo antes de passar para a CEF- tem um papel importante. &#8220;A Caixa evoluiu bastante, há uma disposição grande em resolver os problemas e dar agilidade ao processo&#8221;, afirma Eduardo Gorayeb, presidente da Rodobens Negócios Imobiliários, com 16 mil unidades em análise na Caixa. &#8220;Mas é uma instituição descentralizada, que não atua da mesma forma em todos os lugares.&#8221;</p>
<p>Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que o andamento do programa está dentro do esperado, mas considera que as contratações ainda estão demoradas. &#8220;A greve dos funcionários da Caixa no meio do ano fez com que alguns trabalhos ficassem atrasados. Agora é preciso ter um ritmo mais forte para recuperar&#8221;, diz.</p>
<p>João Crestana, presidente do Secovi-SP, entidade que representa imobiliárias e administradoras de imóveis, afirma que é natural que no começo do programa o ritmo fosse mais lento, pela novidade da política. &#8220;É um programa pioneiro, tem que criar cada passo novo.&#8221; Dessa forma, ele considera que o mais importante hoje é a quantidade de projetos em análise. &#8220;Esse número é importante, porque significa a adesão das empresas ao programa e a confirmação da demanda da população&#8221;, diz.</p>
<p>Para a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que esteve ontem em São Paulo em cerimônia de posse da diretoria do Secovi-SP, é significativa a evolução das aplicações da Caixa este ano em habitação. Segundo ela, as aplicações devem superar em 65% as do ano passado, chegando a R$ 38 bilhões, mesmo com a crise econômica.</p>
<p>Uma das maiores dificuldades apontadas no início do Minha Casa, Minha Vida foram os valores máximos das residências para as famílias que recebem até três salários mínimos, considerados baixos pelos governos locais e empresas, principalmente para as regiões metropolitanas. Em São Paulo, esse problema está sendo contornado com parcerias entre a Caixa e os governos estadual e municipal.</p>
<p>Na sexta passada, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) paulista assinou com o banco um acordo para a construção de 13 mil unidades habitacionais dentro do programa seguindo o padrão paulista &#8211; mais caro cerca de R$ 7 mil em relação ao modelo de casa do programa federal (R$ 52 mil). A diferença de custo será coberta pelo Estado, que também doará os terrenos. &#8220;O Estado garantirá terrenos bem localizados e metade das casas terá três dormitórios&#8221;, diz Lair Krähenbühl, secretário paulista de Habitação e presidente da CDHU.</p>
<p>Por serem projetos da CDHU, há 1,5 mil unidades já licitadas, cujas obras podem ser iniciadas dentro de 40 dias, segundo Krähenbühl. O secretário diz que este ano mais um contrato para a construção de 11,5 mil unidades da CDHU será firmado com a Caixa sob as mesmas regras. A prefeitura da capital paulista, por sua vez, já apresentou 38 terrenos que poderão ser doados, uma área com potencial para receber até 5 mil habitações.</p>
<p>O governo do Rio, por outro lado, tem encontrado dificuldades para agilizar o programa. Segundo o secretário fluminense de Habitação, Leonardo Picciani, o Estado apresentou logo após o lançamento do MCMV cinco áreas que poderiam ser destinadas à habitação popular na capital, mas até o momento só conseguiu a doação de três. &#8220;Encontrar áreas é um gargalo do programa, e quando tem, você encontra dificuldades tanto para a aprovação na Caixa quanto para liberação de licenciamento na prefeitura&#8221;, diz. As áreas destinadas pelo Estado têm capacidade para receber 3,5 mil unidades habitacionais, e segundo Piaccini o governo continua o trabalho de identificação de novos terrenos.</p>
<p>O secretário também se queixa do valor máximo dado às habitações fora da região metropolitana. Segundo ele, o preço de R$ 40 mil inviabiliza os investimentos.</p>
<p>O fato de o programa ter atacado a demanda e oferecer subsídios aos compradores é visto como uma das principais vantagens. &#8220;A procura por imóveis de baixa renda cresceu muito, o programa mudou a vida da construção civil no país&#8221;, diz Rubens Menin, presidente da mineira MRV, que tem 27 mil unidades em 168 projetos em análise. Dessas, 14 mil unidades foram aprovadas. No segundo trimestre, a empresa vendeu R$ 647 milhões no Minha Casa, Minha Vida. No quarto trimestre de 2008, ela foi a quinta colocada em vendas e no segundo trimestre deste ano atingiu a primeira posição.</p>
<p>O fato é que as maiores empresas de construção &#8211; MRV, PDG, Rossi e Cyrela &#8211; atingiram um novo patamar e vão começar a produzir 30 mil, 40 mil unidades por ano, o que as coloca na mesma dimensão das grandes construtoras mexicanas e americanas. Estudo da Economática do fim de agosto coloca quatro empresas brasileiras (Cyrela, MRV, PDG Realty e Gafisa, dona da Tenda) entre as 20 maiores da América Latina e dos Estados Unidos em valor de mercado. Boa parte dessas empresas já bateu recorde de vendas no segundo trimestre e o ano caminha para ser o maior da história da indústria em vendas. Por conta dessa nova escala, as empresas brasileiras tiveram que recorrer ao mercado de capitais para captar recursos. A MRV foi a primeira a ir à bolsa para fazer uma oferta pública e foi seguida por PDG, Rossi e Cyrela, que estão com as ofertas na rua.</p>
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		<title>Finalmente SP assina parceria para implementar &#8220;Minha casa, Minha Vida&#8221;. CDHU e Caixa vão construír 13 mil imóveis</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 14:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Parceria faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida
Eduardo Reina &#8211; O Estado SP
Seis meses depois de ter aderido ao programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, que vai beneficiar famílias com rendimento de 0 a 3 salários mínimos, o governo do Estado de São Paulo assinou ontem acordo de cooperação e parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/finalmente-sp-assina-parceria-para-implementar-minha-casa-minha-vida-cdhu-e-caixa-vao-construir-13-mil-imoveis/13445/" rel="attachment wp-att-13445" title="minhacasa.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa.jpg" alt="minhacasa.jpg" align="left" /></a></p>
<p><strong>Parceria faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Eduardo Reina &#8211; O Estado SP</p>
<p>Seis meses depois de ter aderido ao programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, que vai beneficiar famílias com rendimento de 0 a 3 salários mínimos, o governo do Estado de São Paulo assinou ontem acordo de cooperação e parceria para construção de 13 mil unidades habitacionais. As primeiras 1.500 construções estão previstas para ter início em 18 de outubro, em cidades da região metropolitana de São Paulo. Mas não há prazo para entrega de todo o lote. O acordo permitirá beneficiar também municípios com mais de 50 mil habitantes.</p>
<p>A Caixa Econômica Federal vai financiar aproximadamente R$ 650 milhões e a Companhia de Desenvolvimento Urbano (CDHU), empresa da Secretaria de Estado da Habitação, dará contrapartidas entre R$ 6,5 milhões e R$ 195 milhões. Os terrenos são da CDHU ou doações de prefeituras à estatal. O déficit habitacional em todo o Estado é de 880 mil moradias, segundo o governo paulista.</p>
<p>A contrapartida estadual é referente à complementação e adequação ao projeto, já que o programa federal prevê imóveis com dois dormitórios. Um apartamento receberá financiamento da Caixa de R$ 52 mil e uma casa, verba de R$ 48 mil. &#8220;Já estamos em licitação para a construção de várias unidades habitacionais. Pelo nosso projeto haverá terceiro dormitório, aquecimento solar nos prédios&#8221;, explica o secretário estadual de Habitação Lair Krähenbühl. São Paulo é o primeiro Estado a assinar convênio para a construção de moradias populares com o governo federal dentro do programa.</p>
<p>&#8220;A concretização dessa parceria acontece dentro dos prazos previstos. Nós fomos afinando esse processo em função dos projetos disponíveis e que pudessem ser iniciados. É mais do que normal que exista um tempo para os projetos serem maturados. Tivemos que fazer algumas adaptações em função da realidade de São Paulo e achamos que essas contratações não irão parar nessas 13 mil unidades. E já vamos iniciar obras, que isso é que é o importante&#8221;, explica Jorge Hereda, vice-presidente de Governo da Caixa.</p>
<p>Krähenbühl diz que a prioridade é construir moradias nas regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Baixada Santista e cidades com mais de 100 mil habitantes. Segundo o secretário, a demanda será atendida neste primeiro lote pela Secretaria de Habitação, CDHU e prefeituras dentro dos critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades para o programa Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>Pelo programa, a Caixa oferecerá financiamentos com juros menores, haverá isenções e descontos nas despesas com cartório e com seguro de vida.</p>
<p>Além disso, o mutuário terá direito a um seguro contra desemprego e só pagará as prestações quando o imóvel for entregue.</p>
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		<title>Baixa renda puxa retomada da construção civil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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TONI SCIARRETTA &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Afetadas pela crise de crédito no final do ano passado, as empresas de construção civil voltaram a registrar crescimento nas vendas de imóveis novos e a computar lucros consideráveis no segundo trimestre de 2009.
Segundo levantamento da consultoria Economática, o setor teve lucro líquido de R$ 577 milhões no segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/baixa-renda-puxa-retomada-da-construcao-civil/12817/" rel="attachment wp-att-12817" title="construcao_casas.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/construcao_casas.jpg" alt="construcao_casas.jpg" align="left" /></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">TONI SCIARRETTA &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Afetadas pela crise de crédito no final do ano passado, as empresas de construção civil voltaram a registrar crescimento nas vendas de imóveis novos e a computar lucros consideráveis no segundo trimestre de 2009.<br />
Segundo levantamento da consultoria Economática, o setor teve lucro líquido de R$ 577 milhões no segundo trimestre, resultado 3% superior aos R$ 561 milhões do mesmo período do ano passado, ainda antes da crise e em plena expansão no setor. O estudo considerou os resultados financeiros de 16 empresas com ações na Bolsa.<br />
Impulsionado por programas do governo federal como o &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;, o aumento nas receitas do setor veio principalmente do segmento de baixa renda, o primeiro a se recuperar ainda no início do ano.<br />
Para a corretora Brascan, as construtoras focadas na baixa renda foram as que tiveram melhor desempenho financeiro no segundo trimestre. Líder na baixa renda, a Tenda teve alta de 32% no lucro líquido, bastante acima da média de 3% do setor, na comparação com o segundo trimestre de 2008. Mas a margem de ganho líquida da empresa caiu de 9,6% para 9%, nessa comparação.<br />
Segundo Cassio Audi, diretor financeiro da construtora Rossi, as vendas de imóveis de média e alta rendas também mostram sinais de recuperação, mas isso só aconteceu em meados do segundo trimestre. A construtora teve lucro líquido de R$ 51,2 milhões, resultado estável em relação ao mesmo período de 2008 e 79% maior do que no primeiro trimestre.&#8221;Tivemos um desempenho bastante forte no segmento de baixa renda, principalmente depois do anúncio do plano do governo&#8221;, disse Audi.<br />
No levantamento da Economática, as receitas das construtoras saltaram 35,8% -passaram de R$ 3,122 bilhões para R$ 4,239 bilhões do segundo trimestre do ano passado para o mesmo período deste ano.<br />
Apesar desse forte aumento das receitas, o setor viu encolher suas margens de ganhos operacionais. O estudo mostra que houve redução dessas margens de 22,7% para 18,7%, do segundo trimestre de 2008 para o mesmo trimestre de 2009.<br />
Para os próximos meses, a Brascan espera melhora nas margens, com acomodação dos incentivos do governo para baixa renda e recuperação maior das vendas na alta e média rendas. &#8220;Melhores margens deverão ser apresentadas. As quedas nas taxas de juros, aliadas a uma maior confiança por parte de compradores, deverão fazer com que o segmento volte a performar em níveis elevados como vistos no pré-crise.&#8221;</p>
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		<title>Bancos já projetam &#8221;boom&#8221; no crédito imobiliário e as empresas se adaptam para a baixa renda</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 13:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para executivos, queda dos juros e legislação que protege o credor farão negócio finalmente deslanchar
&#160;
Leandro Modé &#8211; O Estado SP
&#160;
O otimismo dos profissionais que trabalham com crédito imobiliário beira a euforia. Depois de décadas de desempenho errático, que deixaram o Brasil na lanterna do ranking que mede a relação entre esses financiamentos e o Produto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para executivos, queda dos juros e legislação que protege o credor farão negócio finalmente deslanchar</strong></p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Leandro Modé &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p>O otimismo dos profissionais que trabalham com crédito imobiliário beira a euforia. Depois de décadas de desempenho errático, que deixaram o Brasil na lanterna do ranking que mede a relação entre esses financiamentos e o Produto Interno Bruto (PIB), a maioria deles não tem dúvidas: agora, o negócio vai deslanchar.&#8221;Os astros finalmente se alinharam. Nunca tivemos uma combinação como a atual&#8221;, diz o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander Brasil, José Roberto Machado. &#8220;O boom imobiliário mundial dos últimos anos começa agora a acontecer no Brasil&#8221;, completa o consultor técnico da vice-presidência da Caixa Econômica Federal, Teotônio Costa Resende.</p>
<p>São basicamente duas as razões que explicam o bom humor dos executivos. A queda da taxa básica de juros (Selic) para níveis historicamente baixos, que encontrou terreno fértil graças à melhora das leis que regulamentam o crédito imobiliário, a partir de 2004. Entre outros pontos, a legislação facilitou a retomada de imóveis com prestações em atraso.</p>
<p>Devem-se somar a esses fatores as perspectivas para financiamento de imóveis voltados para a baixa renda no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. &#8220;Estamos preparados para atender a todas as faixas de renda&#8221;, afirma o superintendente executivo do Departamento de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, Cláudio Borges. &#8220;A baixa renda é onde está a demanda.&#8221;</p>
<p>Segundo especialistas, o déficit habitacional no Brasil está em 8 milhões de unidades e aumenta a cada ano por causa do crescimento vegetativo.</p>
<p>Algumas movimentações recentes no mercado dão pistas do que deve ocorrer nos próximos meses e anos. No início de agosto, por exemplo, a Equity International, que pertence ao bilionário americano Sam Zell, anunciou a intenção de abrir uma empresa de crédito imobiliário no Brasil. Procurada pelo Estado, a companhia não se manifestou.</p>
<p>Desde que o Banco Santander divulgou oficialmente que fará uma oferta pública de ações (OPA) no Brasil, analistas especulam sobre o destino que será dado ao dinheiro obtido na operação, estimado entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões. João Augusto Salles, da consultoria Lopes Filho &amp; Associados, não tem dúvidas. &#8220;O banco aplicará os recursos no mercado imobiliário, onde tem experiência internacional&#8221;, afirma.</p>
<p>Machado não comenta a especulação, mas deixa claro que o apetite do Santander no segmento é realmente grande. &#8220;Com ou sem OPA, vamos trabalhar para o banco crescer na área&#8221;, diz. &#8220;O Santander gosta de crédito imobiliário.&#8221;</p>
<p>Segundo os executivos, um dos maiores atrativos desse tipo de financiamento é a possibilidade de fidelizar o cliente. Ao longo de 20, 30 anos, o correntista acaba adquirindo outros produtos, como cartão de crédito, seguro de vida, etc.</p>
<p>Outra razão é o baixo índice de inadimplência. &#8220;Com a alienação fiduciária (mecanismo implementado no Brasil em 2004), o mutuário que deixa de pagar três prestações perde o imóvel&#8221;, explica o vice-presidente do Banco do Brasil (BB), Paulo Rogério Caffarelli. &#8220;Por isso, todos se viram e acabam dando um jeito de manter o pagamento. Aqui, esse índice está perto de zero.&#8221;</p>
<p>Embora seja uma instituição com mais de 200 anos de história, o BB é um novato em crédito imobiliário. Foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) a atuar no segmento apenas em maio do ano passado. O primeiro produto da área para pessoas físicas saiu do forno há exatamente um ano e, para empresas, em dezembro.</p>
<p>Um dos desafios que o mercado brasileiro ainda não resolveu diz respeito à fonte de recursos. Hoje, 96% do estoque de crédito imobiliário (R$ 74 bilhões) vem da poupança, no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O restante é oriundo de capital próprio dos bancos e de instrumentos financeiros como Letras Hipotecárias e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).</p>
<p>Por lei, os bancos brasileiros devem direcionar 65% dos depósitos da caderneta para financiar imóveis. &#8220;A maioria das instituições já está com a exigibilidade cumprida&#8221;, observa o diretor de Crédito Imobiliário e Consórcio do HSBC, Antonio Barbosa. &#8220;A perspectiva de crescimento maior (do segmento) passa pela busca de outras fontes de recursos.&#8221;</p>
<p><strong>SECURITIZAÇÃO</strong></p>
<p>Na semana passada, um passo decisivo foi dado nesse sentido, segundo o diretor da Brazilian Securities, Fabio Nogueira. A Câmara aprovou a Medida Provisória 460, que, entre outros pontos, autorizou a criação de fundos de investimento que tenham na carteira CRIs. &#8220;Há 10 anos, esperávamos por esse momento&#8221;, comemora.</p>
<p>A empresa de Nogueira é uma securitizadora. Em outras palavras, cria produtos financeiros a partir de obrigações de crédito. Exemplo prático: pega diversos financiamentos originados por uma varejista, os empacota e vende para investidores dispostos a correr o risco.</p>
<p>Se o presidente Lula assinar a MP, companhias como a Brazilian Securities poderão criar fundos de CRIs. &#8220;Será uma opção ideal para pessoas que buscarão diversificar seus investimentos em meio à queda da taxa de juro&#8221;, afirma.</p>
<h3><font size="5">Refinanciamento está entre as novidades</font></h3>
<p>Cliente pode levantar recursos dando casa como garantia</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p>O cuidado com que executivos de bancos tratam as novidades que estão sendo preparadas no crédito imobiliário comprova a mudança de status da área nos últimos tempos. &#8220;Há surpresas, mas não posso divulgá-las ainda&#8221;, despista o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander Brasil, José Roberto Machado.Há não muitos anos, praticamente não havia variações nos produtos oferecidos aos clientes nem nas taxas cobradas. Hoje, os bancos disputam a paternidade de novas modalidades de financiamento, como a que tem juro prefixado, e brigam para oferecer a menor taxa do mercado.</p>
<p>&#8220;Tínhamos a mais baixa, de 8,4% mais TR (taxa referencial), mas aí veio a Caixa e baixou a dela para um pouco menos&#8221;, diz o vice-presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli. De fato, a Caixa Econômica Federal cobra hoje 8,2% ao ano mais TR.</p>
<p>A maior segurança para as instituições recuperarem imóveis de clientes inadimplentes e a queda da taxa básica de juros para menos de 10% ao ano (hoje está em 8,75%) têm estimulado até a criação de produtos derivados do crédito imobiliário.</p>
<p>É o caso do Crédito Casa, lançado pelo HSBC no fim de julho. Trata-se de uma linha que permite ao cliente levantar um empréstimo dando o imóvel como garantia. O juro cobrado é de 1,42% ao mês (fixo) e os recursos são do próprio banco, ou seja, nada têm a ver com o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O Grupo Santander também tem na prateleira um produto semelhante.</p>
<p>O uso exagerado de uma modalidade de crédito semelhante a essa esteve na origem da crise financeira dos Estados Unidos, que arrastou o resto do mundo a partir do segundo semestre do ano passado. Milhões de americanos refinanciaram suas hipotecas para conseguir dinheiro e gastá-lo com consumo.</p>
<p>Quando os juros básicos começaram a subir para impedir a escalada da inflação, muitos clientes ficaram inadimplentes. Os imóveis foram devolvidos, mas, como valiam menos do que quando as hipotecas foram feitas, os bancos tiveram rombos enormes. A situação chegou a tal ponto que, como se sabe, muitas instituições tiveram de ser socorridas pelo governo.</p>
<p><strong>BUROCRACIA</strong></p>
<p>Um dos problemas que os brasileiros ainda enfrentam &#8211; e devem continuar enfrentando &#8211; é a burocracia na hora de obter um financiamento imobiliário. &#8220;No Brasil, não existe registro único de um imóvel no cartório&#8221;, exemplifica diretor de Crédito Imobiliário e Consórcio do HSBC, Antonio Barbosa.</p>
<p>&#8220;Por essas e outras questões, não conseguimos ter velocidade na aprovação&#8221;, justifica. Segundo Barbosa, no melhor cenário possível, o banco conseguiu liberar financiamentos em 12 dias. &#8220;Mas a média é mais alta&#8221;, reconhece.</p>
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		<title>Prestação &#8221;que cabe no bolso&#8221; faz mercado imobiliário reagir à crise. Demanda da população de baixa renda leva ao crescimento das vendas, que pode chegar a 100% no 2.º trimestre</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 13:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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Raquel Landim &#8211; O Estado SP
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/prestacao-que-cabe-no-bolso-faz-mercado-imobiliario-reagir-a-crise-demanda-da-populacao-de-baixa-renda-leva-ao-crescimento-das-vendas-que-pode-chegar-a-100-no-2%c2%ba-trimestre/12649/" rel="attachment wp-att-12649" title="minhacasa.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/minhacasa.jpg" alt="minhacasa.jpg" width="293" height="219" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/prestacao-que-cabe-no-bolso-faz-mercado-imobiliario-reagir-a-crise-demanda-da-populacao-de-baixa-renda-leva-ao-crescimento-das-vendas-que-pode-chegar-a-100-no-2%c2%ba-trimestre/12651/" rel="attachment wp-att-12651" title="casa_propria3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/casa_propria3.jpg" alt="casa_propria3.jpg" width="221" height="221" /></a></p>
<p>Raquel Landim &#8211; O Estado SP</p>
<p>O mercado imobiliário brasileiro está se recuperando da crise, impulsionado pela demanda da população de baixa renda. As grandes incorporadoras relatam aumentos significativos nas vendas de casas e apartamentos no segundo trimestre do ano em relação ao primeiro. As taxas de crescimento variam de 10% a quase 100%, conforme os resultados prévios dos balanços das empresas.</p>
<p>Uma conjunção de fatores colabora para a retomada. Com a queda da taxa de juros e a volta do crédito, as incorporadoras recobram o fôlego financeiro para tocar as obras. Os clientes ficaram mais confiantes, ao perceberem que não vão perder o emprego e sua renda foi preservada, apesar da crise. As vantagens oferecidas pelo programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; também aquecem as vendas.</p>
<p>&#8220;O que oferecem hoje para a classe baixa não é o preço do imóvel, mas da prestação&#8221;, disse Marcos Levy, sócio da consultoria Sapiens. O fenômeno é similar ao que ocorreu nos eletrodomésticos e carros. Nos imóveis, os prazos eram longos, mas os preços continuavam salgados. A queda dos juros e os subsídios do programa do governo permitiram às empresas fixarem prestações que cabem no bolso da população pobre.</p>
<p>Mas a situação do mercado imobiliário hoje é diferente da euforia de 2007 e 2008. As empresas reduziram os lançamentos de imóveis, com quedas de mais de 50% em relação ao ano passado, e se dedicaram a vender o que já havia sido planejado. A estratégia foi bem-sucedida e os níveis de estoques (imóveis já anunciados, mas não vendidos) baixaram. Os empresários acreditam na volta dos lançamentos no segundo semestre, embora em ritmo lento.</p>
<p>Os investidores já perceberam que a recuperação é consistente. Depois de cair 43% entre 15 de setembro e 1º de janeiro, o Imob, índice que reúne as ações das principais incorporadoras do País, subiu 123% de janeiro até 1º de agosto, acima da alta de 49% do Ibovespa no período.</p>
<p>Celso Petruci, economista-chefe do Sindicato da Habitação (Secovi), contou que, em outubro, no auge da crise, seriam necessários 20 meses para vender todos os imóveis disponíveis em São Paulo. Em maio, com a melhora nas vendas, eram 9 meses. A entidade acredita que o desempenho de 2009 será similar ao de 2006, quando foram vendidos 28,6 mil imóveis na cidade.</p>
<p>As vendas de imóveis usados ultrapassaram o nível pré-crise e continuam subindo. Conforme o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), em junho, a alta foi de 31% sobre igual mês de 2008. &#8220;A demanda não encolheu. As vendas de imóveis novos caíram porque faltou crédito&#8221;, disse o presidente da entidade, Augusto Viana.</p>
<p>O motor da recuperação do mercado imobiliário é a população de baixa renda, que foi em busca do sonho da casa própria, com a ajuda do governo federal. A meta do &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; é construir 1 milhão de casas populares, uma promessa de forte apelo para as eleições de 2010. Concebido com a ajuda dos empresários, o plano oferece condições de crédito e subsídios diretos ao consumidor bastante vantajosos.</p>
<p>Nas contas de Carlos Trostli, CEO (diretor-geral) da incorporadora Tenda, os subsídios garantem queda de quase 30% na prestação. No segundo trimestre, as vendas da Tenda alcançaram R$ 367 milhões, 45% acima do primeiro. Cerca de 90% são imóveis com preço inferior a R$ 130 mil, que se encaixam no &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;.</p>
<p>Eduardo Gorayeb, diretor-presidente da Rodobens, acredita que o programa é &#8220;irreversível&#8221;, porque &#8220;fala a linguagem&#8221; da classe baixa, ao garantir um seguro que cobre a prestação por três anos se a pessoa for demitida, um dos principais temores do mutuário.</p>
<p>O problema do programa é a lentidão. Lançado em abril, liberou até agora o financiamento de apenas 215,8 mil imóveis, conforme a Caixa. As vendas das incorporadoras são maiores, porque algumas já possuíam um estoque de imóveis compatível com o programa. Mas poucas empresas trabalham diretamente na baixa renda. Para chegar a 1 milhão de casas, será preciso pisar no acelerador. Mesmo esse número é muito inferior ao déficit habitacional do País, estimado em 8 milhões de moradias.</p>
<p>As incorporadoras também já notam reação do mercado de médio e alto padrões, mas em nível inferior à demanda da baixa renda. Para Wilson Amaral, um termômetro do mercado é a &#8220;velocidade de largada&#8221; das vendas de um empreendimento. Em junho, a Gafisa fez dois lançamentos de imóveis acima de R$ 500 mil cada, e vendeu de 45% a 55% das unidades em três semanas. &#8220;Acima de 30% é um ótimo sinal&#8221;, disse o executivo.</p>
<p>Para Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), apesar da melhora do alto padrão, o mercado imobiliário brasileiro está migrando para o segmento econômico. Ele avalia que os lançamentos de luxo superaram a demanda. &#8220;A euforia deixou os empreendedores meio cegos. Agora têm problemas de liquidez, não pela crise, mas por erro de produto.&#8221;</p>
<p>Em 2007 e 2008, as incorporadoras recorreram pela primeira vez ao mercado de capitais e captaram mais de R$ 20 bilhões. O crédito foi fundamental para o setor, que é de capital intensivo e enfrenta dificuldades históricas de financiamento. Para cumprir as metas com os investidores, as empresas fizeram muitos lançamentos de luxo, nos quais o lucro é alto.</p>
<p>&#8220;O mercado imobiliário iria passar por esse ajuste, mesmo sem a crise internacional. Agora o crescimento é saudável e de longo prazo&#8221;, disse Hugo Marques da Rosa, presidente da Método Engenharia.</p>
<p><font size="5"> </font></p>
<div id="c">
<h3><font size="5">Empresas se adaptam para a baixa renda</font></h3>
</div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>O aquecimento das vendas de imóveis para a baixa renda &#8211; estimulado pelo programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; &#8211; provocou uma reviravolta nos negócios das grandes incorporadoras, que não têm experiência nesse mercado. A Gafisa adquiriu o controle da Tenda. A Cyrela optou por transformar a Living em uma empresa com vida própria. A Rossi criou uma nova marca para o setor econômico, a Rossi Ideal. E a PDV aumentou sua participação na Golfarb para 100%.</p>
<p>&#8220;Acredito que esse movimento voltado para a baixa renda é definitivo. É onde está a demanda, porque concentra 90% do déficit habitacional do País. Os preços médios de vendas das incorporadoras já estão caindo&#8221;, disse Eduardo Silveira, analista do Banco Fator.</p>
<p>&#8220;Ao longo de 20 anos, tentamos inúmeras vezes entrar na baixa renda, mas nunca funcionou&#8221;, reconhece Wilson Amaral, presidente da Gafisa. Em 2006, 100% das vendas da Gafisa eram de imóveis de médio e alto padrões. Este ano, após a compra da Tenda e investimentos próprios, a baixa renda vai chegar a 50% das vendas.</p>
<p>São poucas as empresas do País que já nasceram no segmento econômico, como Tenda ou MRV. A Rodobens, que atua no interior, também está focada no setor desde que abriu capital. As grandes incorporadoras optam por comprar ou criar companhias novas, porque a dinâmica do negócio é completamente diferente.</p>
<p>Alguns exemplos da extensa lista do que muda na vida da empresa ao ir para a baixa renda: o sistema de financiamento é diferente, a busca de terreno é feita na periferia, o nível de padronização do imóvel é maior, o que reduziu a necessidade de arquitetos. Além disso, é preciso buscar fornecedores mais baratos e verticalizar boa parte das operações.</p>
<p>Para o negócio funcionar, também é preciso mudar radicalmente o relacionamento com os clientes. Na Tenda, por exemplo, as vendas são feitas em estandes nas obras, mas em lojas, onde os clientes recebem uma consultoria do que comprar e como comprar. O sistema está muito próximo a uma loja de varejo, como a Casas Bahia.</p>
<p>&#8220;Antes da abertura de capital, em 2002, só fazíamos alto padrão, por causa da limitação de recursos. Ao crescer, a empresa desceu o mix de produtos&#8221;, conta Luiz Rogelio Tolosa, diretor de relações com investidores da Brookfield. Ele disse que o segmento econômico deve atingir 9% das vendas da empresa ainda este ano.</p></div>
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		<title>EUA querem financiar pré-sal e energia no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 13:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eximbank deve participar de investimentos no Brasil, segundo o assessor de Segurança dos EUA, James Jones

Leonardo Goy e Denise Chrispim Marin, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP
O governo dos Estados Unidos está disposto a participar, por meio de seu Eximbank (banco público de fomento) do financiamento a projetos no Brasil na área de petróleo, como no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eximbank deve participar de investimentos no Brasil, segundo o assessor de Segurança dos EUA, James Jones</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://limaolimao.files.wordpress.com/2008/08/plataforma_petroleo2.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://limaolimao.files.wordpress.com/2008/08/plataforma_petroleo2.jpg" width="555" height="370" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Leonardo Goy e Denise Chrispim Marin, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</p>
<p>O governo dos Estados Unidos está disposto a participar, por meio de seu Eximbank (banco público de fomento) do financiamento a projetos no Brasil na área de petróleo, como no produção do pré-sal, e na construção de usinas hidrelétricas. A intenção do governo de Barack Obama já havia sido comunicada ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, no mês passado, quando ele esteve em Washington, e foi reiterada ontem pelo assessor de Segurança Nacional dos EUA, James Jones.</p>
<p>Jones participou ontem de uma reunião de quase duas horas com Lobão, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. &#8220;O Eximbank está disposto a investir no Brasil, tanto em petróleo como em hidrelétricas. Esses investimentos estão previstos, então é claro que (os recursos) são bem vindos. A China já anunciou um financiamento no valor de US$ 10 bilhões para a Petrobrás, que é intensiva em capital. Os Estados Unidos também têm interesse&#8221;, relatou Zimmermann após a reunião. Ele não revelou, no entanto, qual poderia ser o valor do financiamento americano.</p>
<p>Segundo ele, um dos projetos que poderia receber recursos do banco de fomento norte-americano seria o do futuro complexo hidrelétrico do Rio Tapajós (PA), que ainda está em fase de estudos e inventário. A expectativa é de que nesse complexo de cinco usinas sejam investidos de US$ 10 bilhões a US$ 15 bilhões. Somadas, as usinas teriam capacidade para gerar 14.145 megawatts (MW), o equivalente à hidrelétrica de Itaipu. O valor do investimento não intimidou o governo dos EUA. &#8220;Na época, falando sobre Tapajós falei em US$ 10 a 15 bilhões e eles acharam pouco&#8221;, disse o secretário. Zimmermann disse, entretanto, que por enquanto não se fala ainda sobre os valores que poderiam vir a ser financiados pelo banco americano.</p>
<p>Como o Eximbank é um banco de fomento às exportações dos EUA, o contrato a ser firmado com a Petrobrás e com as futuras usinas provavelmente deverá exigir que os recursos sejam usados na compra de equipamentos fabricados nos Estados Unidos.</p>
<p>O secretário disse que não foram discutidos com Jones detalhes sobre o marco regulatório do pré-sal. &#8220;Isso é um problema interno do Brasil&#8221;, disse. Também não foi abordada a questão da taxação norte-americana sobre o etanol brasileiro. Ao chegar ao encontro, ontem pela manhã, Jones confirmou à Agência Estado que o setor petrolífero estaria na pauta da reunião, mas ao ser questionado se trataria da participação das empresas americanas no pré-sal, respondeu apenas que sua conversa seria sobre a parceria entre os dois países.</p>
<p>Zimmermann disse que na conversa foi ressaltada a atuação da Petrobrás em território norte-americano. &#8220;A Petrobrás já tem uma refinaria nos Estados Unidos e a concessão para explorar mais 200 blocos, no Golfo do México&#8221;, afirmou. Segundo o secretário, o poço mais profundo já prospectado pela Petrobrás está no Golfo do México a 8.250 metros de profundidade. Isso, segundo ele, é mais do que o pré-sal, já que a profundidade de Tupi é de 7.210 metros.</p>
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