29/05/2009 - 19:31h As fotos da crise

Dorothea: fotografiar la crisis

“Te cuelgas la cámara en el cuello así como te calzas los zapatos y ahí está, un accesorio del cuerpo que comparte la vida contigo. La cámara es un instrumento que enseña a la gente cómo ver sin la cámara.”

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Dorothea Lange



En el marco del festival español de la fotografía, Photoespaña, que se inicia el miércoles 3 en Madrid, destaco la muestra Los años decisivos de Dorothea Lange, conocida mundialmente como la fotógrafa de la gran depresión y pionera de la fotografía documental.

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Desde el 4 de junio hasta el 26 de julio, el Museo Colecciones ICO acogerá en su sede una muestra que ofrece cerca de 140 fotografías de una etapa fundamental para Lange, la de los años 30 y 40, periodo en que documentó los proyectos de la “Farm Security Administration” que supuso el envío de 120 mil japoneses a campos de realojamiento, retratando así la difícil situación que atravesaba su país. También se editará un libro que respetará el título de la muestra. La edición corre por cuenta de La Fábrica, organizadora histórica del festival.

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“En todos los escenarios, su fotografía es humanista, con un estilo maduro, sabiendo enmarcar a los personajes en medio de las masas, utilizando los recursos de la Nueva Visión para hacer imágenes potentes, muchas de ellas de gran belleza estética, más allá de su carácter documental”, destaca la curadora de la muestra, Oliva María Rubio. Y añade: “La exposición documenta una época dura de la historia americana, pero una época que también dio lugar al gran crecimiento que se produjo en los años cincuenta”.

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Imágenes de la crisis en blanco y negro, la de los tiempos modernos, que cobran vida en colores en los avatares de esta nueva crisis del capitalismo, ahora en nuestra más inmediata contemporaneidad.

27/05/2009 - 20:26h A nudez da modelo britânica Agyness Deyn

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© Fotos de Alasdair McLellan. A modelo britânica Agyness Deyn completamente nua em editorial para a revista alemã “032c”, 2009.

A 17ª edição da revista alemã “032c” traz a modelo britânica Agyness Deyn completamente nua, clicada pelo fotógrafo Alasdair McLellan. A revista é editada duas vezes ao ano e ainda é pouco conhecida no Brasil, foi fundada em 2000 por Joerg Koch e Sandra von Mayer-Myrtenhain, que desde o início convocam artistas, estilistas e fotógrafos para colaborarem sobre o tema principal de cada número. O foco da revista é a cultura contemporânea. Entre os nomes que já colaboraram estão Matthew Barney, Hedi Slimane, Daido Moriyama, Juergen Teller, Rem Koolhaas, Steven Klein e o casal Inez Van Lamsweerde & Winoodh Matadin. Fonte Images & Visions

House of Models

The Naked Agyness Deyn

A top Agyness Deyn está como veio ao mundo em fotos de Alasdair McLellan par a edição de verão 2009 da revista 032c.

Confira o polêmico editorial!

25/05/2009 - 20:21h Há 55 anos morria o lendário fotógrafo Robert Capa

Blog Images & Visions

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© Foto de Robert Capa. Essa é a última fotografia feita por Robert Capa no dia 25 de Maio de 1954, pouco antes de pisar em uma mina terrestre que o levou a morte.

Há exatos 55 anos atrás morria o lendário fotógrafo húngaro Robert Capa, vitima do seu próprio lema que dizia: “se a fotografia não é suficientemente boa, é porque não se está suficientemente perto”. Em 1954, a convite da revista Life, Robert Capa foi cobrir a guerra na Indochina (mais tarde denominada Vietnã), acompanhando às forças francesas que combatiam os guerrilheiros comunistas. No dia 25 de Maio, no sul do país, perto do vilarejo de Thai Binh, Robert Capa saltou do caminhão do exército francês e embrenhou-se na mata para retratar manobras dos soldados no delta do Rio Vermelho, quando pisou em uma mina terrestre que dilacerou suas pernas. Robert morreu no meio a uma poça de sangue com a Leica na mão. Algum tempo depois Henri Cartier-Bresson escreveu a seguinte frase: “Usava o deslumbrante traje de matador, mas nunca matou. O destino quis que a morte o levasse no auge da glória”. O fotógrafo foi enterrado no cemitério de Amawalk, em Nova York.

22/05/2009 - 20:54h A queda

Hugh van Es, 1941-2009

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Hugh van Es, Saigão, 29 de Abril de 1975

Blog Arte photographica

O fotógrafo holandês Hugh van Es morreu na semana passada em Hong Kong, onde vivia desde 1967. Van Es captou a imagem que ficou como símbolo da derrota americana na Guerra do Vietname. A 29 de Abril de 1975, na fuga desesperada perante a derrota mais que certa, um grupo de cidadãos americanos sobe em fila para o telhado de uma casa em Saigão onde um UH-1 Huey da Força Aérea dos EUA os espera. Um erro do editor de fotografia que recebeu a imagem fez com que durante muito tempo se pensasse que o edifício onde decorre a retirada se tratasse da embaixada dos EUA. Na verdade, era a casa onde se instalou a CIA.
Hugh van Es cobriu o desenrolar da guerra entre 1969 e 1975, primeiro ao serviço da Associated Press e depois ao serviço da United Press International. Em 1975, quando as tropas norte-vietnamitas cercavam Saigão, Van Es captou a retirada atabalhoada de milhares de militares americanos e civis que quiseram abandonar a cidade.
A imagem que o tornou famoso é a prova de que muitas vezes basta estar no local certo, no momento certo para se testemunharem grandes momentos. Instalado no telhado do prédio onde estava sediada a UPI, Van Es não deve ter perdido muito tempo antes de disparar perante o que se estava a passar à sua frente.
Segundo o repórter de guerra Peter Arnett, citado pela BBC, Van Es foi um dos poucos jornalistas ocidentais que arriscou testemunhar o fim da guerra.
Depois do conflito no Vietname, Van Es, voltou a Hong Kong e continuou a cobrir guerras, incluindo a invasão soviética do Afeganistão e a revolta Moro nas Filipinas.
(fontes: BBC, Washington Post)

19/05/2009 - 18:00h New York Photo Festival

Red Head, 1967, 2008-2009 © Carlos Ranc, cortesia do artista e da galeria Nina Menocal

O New York Photo Festival decorre até domingo. Jody Quon, directora de fotografia da New York Magazine falou com o Photo Distric News a propósito da exposição que comissariou a partir de obras do colectivo Mondongo (Juliana Laffitte, Manuel Mendanha e Agustina Picasso) e sobre os trabalhos Rene & Radka, Grant Worth e Carlos Ranc. Hank Willis Thomas apresenta as suas colagens de imagens apropriadas de pinups dos anos 70.

14/05/2009 - 21:08h Espelhos

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Walmont, do blog El arte que me hace sentir

11/05/2009 - 18:06h Esta hilariante vida real

Famoso por seu estilo irreverente, o fotógrafo britânico Martin Parr está no Brasil e participa do lançamento de novo festival de fotografia, gênero em alta na cidade

Camila Molina – O Estado SP

 


Conhecido por suas imagens irreverentes e bem-humoradas do cotidiano, o fotógrafo britânico Martin Parr proclama sua verdade: “A realidade é muito engraçada.” Valendo-se dessa premissa, Parr vai tirar algumas horas do dia de hoje para fotografar o que encontrar pela frente na Avenida Paulista, em São Paulo. Escolheu o rush do horário de almoço.

Parr é um dos nomes celebrados da fotografia contemporânea, vencedor de muitos prêmios e membro, desde 1994, da cultuada agência Magnum – criada há mais de 60 anos por Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, David ?Chim? Seymour e George Rodger (há um brasileiro no time atual: Miguel Rio Branco). Mas esse britânico não é propriamente um fotojornalista. Como gosta de dizer, é uma “testemunha do mundo” ao captar – em átimos – os flagrantes do nosso tempo, travestindo-os de cenas irreais, ou seja, de ficção. Sim, todas as suas imagens são retiradas da realidade mesmo, e de lugares bem diversos. É um olhar esperto o olhar de Martin Parr.

Esta não é a primeira vez que ele, nascido em Epsom, em 1952, vem ao Brasil. “Já estive umas cinco, seis vez antes, a primeira delas, há uns 15 anos”, conta. As fotos na Paulista fazem parte do workshop que realiza hoje e é fechado para 12 fotógrafos. Amanhã, a partir das 19h30, dará uma palestra gratuita no Museu da Imagem e do Som (MIS). Nos dois eventos, mas, principalmente, no encontro com o público amanhã, em que ele será entrevistado pelos jovens membros do coletivo fotográfico Garapa (Leo Caobelli, Rodrigo Marcondes e Paulo Fehlauer), Martin Parr falará de sua carreira e de sua maneira de tratar a fotografia. Para quem não puder ir ao MIS, a palestra terá transmissão simultânea pelo site www.garapa.org. Uma recomendação, do próprio Parr, é a de que não lhe perguntem o que ele sabe ou acha da fotografia brasileira. “Não posso responder, não conheço muito”, diz Parr. “Essa pergunta é um sinal de insegurança. Ninguém pergunta o que se acha da fotografia americana, por exemplo”, completa, em poucas palavras.

O fotógrafo britânico trabalha em várias vertentes ao mesmo tempo. Edita livros, faz filmes, trabalha para o ramo da publicidade, faz curadorias, etc – e também é um grande colecionador de livros de fotografia de todo o mundo. Essa característica ágil se reflete em suas fotos. Ele criou um estilo em que suas imagens, “à primeira vista, parecem exageradas ou grotescas”. Isso pode se explicar pelo modo como ele utiliza a cor e também pela inusual escolha de perspectiva, como descreve o curador alemão Thomas Weski, completando que, por trás do humor, há também muita crítica aos valores da nossa época.

Unindo o útil ao agradável, o empresário Luiz Marinho aproveitou que Parr viria a São Paulo para participar do projeto Fotolivro Latino Americano (leia ao lado) e promoveu duas atividades em torno do britânico: o workshop de hoje, com vagas que foram vendidas, cada uma, por R$ 1,6 mil (entre os “alunos” está Bob Wolfenson), e a palestra de amanhã no MIS. Os dois eventos, como conta Marinho, marcam o lançamento do SP Photo Fest, novo festival de fotografia que ocorrerá de 17 a 20 de setembro no MIS.

“Desliguei-me do (festival) Paraty in Foco no fim do ano passado, mas, dirigindo-o por quatro anos, percebi que eventos desse porte acabam por funcionar apenas durante seus poucos dias de realização, o que é uma pena”, afirma Marinho, agora diretor executivo do SP Photo Fest. Segundo ele, a Secretaria de Estado da Cultura apoia o novo festival (ainda nem inscrito nas leis de incentivo) não financeiramente, mas cedendo o espaço do MIS. Marinho adianta também próximas atividades, confirmadas, como parte do festival: uma oficina, dia 13 de junho, com o fotógrafo Pedro Martinelli, e workshop e palestra, em setembro, com o fotojornalista checo-americano Antonin Kratochvil, fundador da Agência VII.

Serviço
Parr – Think of England. Auditório do MIS. Av. Europa, 158. Inform.: 5052-9189 ou contato@spphotofest.com.br. Palestra amanhã (12), às 19h30. Grátis

A HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA LATINO AMERICANA EM LIVRO

TOUR PELO CONTINENTE: O projeto Fotolivro Latino Americano, que nasceu das discussões que surgiram no 1º Fórum Latino Americano de Fotografia de São Paulo, realizado no Itaú Cultural em 2007, tem como curador-geral o espanhol Horacio Fernandez. Martin Parr faz parte do comitê consultivo do projeto centrado na edição de uma publicação da histórias do livros de fotografia feitos na América Latina (com foco na América do Sul) ou sobre o continente, desde o início do século 20 até os dias de hoje. “Há um grande desconhecimento das edições publicadas”, diz o brasileiro Iatã Cannabrava, que também participa do projeto feito em parceria entre a Fundação Aperture dos EUA, da Editora Reverté, do México e da editora brasileira Cosac Naify. Parr, antes de vir a São Paulo, esteve no Chile por conta dessa pesquisa e depois vai para Buenos Aires. O livro, como afirma Cannabrava, vai ser lançado em outubro de 2010 no 2.º Fórum Latino Americano de Fotografia de São Paulo, evento do qual ele é curador e idealizador.

11/05/2009 - 11:53h O fotógrafo britânico Martin Parr desembarca em São Paulo

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© Foto de Bill Jay. O fotógrafo Martin Parr, 2004.

O fotógrafo inglês Martin Parr, da Agência Magnum vai tirar algumas horas, hoje, segunda-feira (11/05) para fotografar o que encontrar pela frente na Avenida Paulista, em São Paulo. Escolheu o rush do horário de almoço. As fotos na Paulista fazem parte do workshop que realiza para um grupo fechado de 12 fotógrafos. Amanhã, terça-feira (12/05), a partir das 19h30, dará uma palestra gratuita no Museu da Imagem e do Som (MIS). Nos dois eventos, mas, principalmente, no encontro com o público na terça, em que ele será entrevistado pelos jovens membros do coletivo fotográfico Garapa (Leo Caobelli, Rodrigo Marcondes e Paulo Fehlauer), Martin Parr falará de sua carreira e de sua maneira de tratar a fotografia. Para quem não puder ir ao MIS, a palestra terá transmissão simultânea pelo site www.garapa.org

Fonte Images & Visions

03/05/2009 - 19:48h Talões e talentos: Bob Wolfenson em Brasília

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© Foto de Bob Wolfenson. A modelo Isabeli Fontana, 2005.

 

 

 

No próximo dia 23 de maio Brasília recebe o renomado fotógrafo Bob Wolfenson, um dos mais importantes nomes da fotografia de moda do país, vencedor do prêmio Moda Brasil. O workshop é voltado para profissionais de comunicação, estudantes e curiosos que queiram saber mais sobre o case de sucesso de Wolfenson e suas técnicas de fotografia. O evento marca a inauguração do novo estúdio de TV da Apoio 3 no Lago Norte. Bob Wolfenson começou sua carreira aos 16 anos em 1954. No currículo várias exposições internacionais, fotos, publicidades e ensaios para revistas. Wolfenson fez inclusive vários ensaios para a Playboy. Em 2006, Bob clicou a campanha da décima edição do São Paulo Fashion Week. O material virou um calendário com as 25 modelos mais importantes que já passaram pelo evento. Recentemente co-edita a revista S/Nº e foi eleito fotógrafo de Moda e Publicidade, pelo prêmio Melhor da Fotografia no Brasil e ganhador do Prêmio Moda Brasil. Workshop com Bob Wolfenson. Dia: 23 de maio de 2009. Horário: 9h às 17h. Local: Estúdio Apoio 3 Comunicação. (SHIN – CA 2, Bl.B, Lj 1 – Ed. Monumental, Lago Norte, Brasília-DF).Inscrições: (61) 3043-8104.Valor: R$ 700 (Visa, Mastercard ou depósito bancário).Infos: (61) 3043-8129. Fonte Images & Visions.

17/04/2009 - 20:12h No chuveiro

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© Foto de Nan Goldin. “Simon e Jessica no chuveiro”. Paris, 2001.

 

Uma seleção que abrange várias décadas do trabalho da fotógrafa norte-americana Nan Goldin está em cartaz até 04 de Maio na Galeria Mário Sequeira, em Braga, Portugal. O conjunto contém ainda, obras de várias épocas de produção da fotógrafa, tanto utilizando a fotografia a cores, como a preto e branco. Nan Goldin, nascida em Washington em 1953, esteve no ano passado em Portugal como júri do “Festival DocLisboa”. Trata-se de uma das mais importantes fotógrafas norte-americanas na ativa, tendo sido de grande importância a sua documentação, representação e envolvimento com a comunidade artística da Nova Iorque dos anos 70 e 80. Nan Goldin recupera temas e cenários controversos para os seus trabalhos (como o submundo homossexual, a violência doméstica e a nudez) e aborda-os de uma forma crua e dura.

Galeria Mário Sequeira. Sala: Espaços 01 e 02. Endereço: Quinta da Igreja Parada de Tibães, 4700-765. Braga. Telefone: 253602550.
Fonte: Clix Portugal
www.mariosequeira.com/

Esqueci  de indicar a fonte. Images & Visions. Um dos melhores blogs sobre fotografia.

16/04/2009 - 18:44h Merce

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Merce Cunningham © Barbara Morgan

Ainda a propósito de fotografia e dança: o bailarino e coreógrafo Merce Cunningham, um dos nomes maiores da dança do século XX, faz hoje 90 anos. Fixei mais o olhar nesta fotografia de Barbara Morgan. Interessa-me a impossibilidade deste movimento tornada possível pela fixação fotográfica. E interessa-me a suspensão neste gesto de clamor que associamos à superfície, ao chão, ao solo. Merce não acusa a gravidade e faz-nos levitar.

Post de Sérgio B. Gomes para Arte photographica

29/03/2009 - 20:16h Mau olhado

Helmut Newton

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27/03/2009 - 20:08h A divina

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© Foto de Oscar Graubner. A fotógrafa Margaret Bourke-White no topo do edifício Chrysler Building. Nova York, 1934

 

Margaret Bourke-White (1904 – 1971) nasceu em Nova Iorque, em 14 de junho de 1904. Tornou-se fotógrafa quando estudava em Cornell University. Ela era aluna de Clarence White na Columbia University e mais tarde abriu seu estúdio em Cleveland onde se especializou em fotografia arquitetônica. Margaret foi a primeira fotógrafa da revista Life. Era uma mulher de esquerda que fez várias viagens para a ex-União Soviética (URSS). Em 1931 publicou “Olhos sobre a Rússia”. Profundamente consciente de seu papel, foi a única fotógrafa estrangeira a cobrir os territórios ocupados da União Soviética depois da invasão do exército alemão em 1941. Após a Segunda Guerra Mundial ficou interessada na campanha de não-violência promovida por Gandhi. Nos anos 50, a fotógrafa foi diagnosticada como portadora do mal de Parkinson. Ela recém tinha completado 50 anos quando teve de abandonar a carreira para lutar contra a doença. Foi operada no cérebro por duas vezes, em 1959 e em 1961. Faleceu em 27 de agosto de 1971, aos 67 anos de idade.

Fonte Images & Visions

22/03/2009 - 22:43h A fotografia de Marcos López

La vida es arte – El taller de Marcos López

21/03/2009 - 22:41h Robert Mapplethorpe

Robert Mapplethorpe Nació en Long Island en 1946, en el seno de una familia acomodada y de tradiciones consolidadas. A los 16 años se fue de casa para instalarse en Brooklyn y estudiar pintura y escultura.

Su interés por la fotografía fue creciendo a medida que crecía su interés por las imágenes prohibidas de los sex-shops. Sus primeros collages provienen de recortar fotografías de las revistas pornográficas.

Comenzó su carrera fotográfica usando una Polaroid, y con la única finalidad de poder usar estas fotografías como inspiración y guía de su pintura. Sus primeras fotos fueron autorretratos y retratos de su compañera sentimental Patti Smith (cantante-artista y poeta de reconocido talento).

Poco a poco fue mejorando su técnica y ampliando su repertorio a base de hacer retratos en sus círculos más cercanos, los cuales los formaban artistas, compositores, estrellas del cine porno y la mayoría de la escena underground de Brooklyn. Entre los retratos que realizó podemos encontrarnos con personajes de fama mundial como el excéntrico Andy Warhol, el escritor William Burroughs (El almuerzo Desnudo), el poeta Jim Carroll (al que retrató durante una relación sexual gay) o al cantante Mick Jagger.

El escándalo siempre rodeó su obra y sus exposiciones estaban llenas de polémica y prohibiciones. Y es que en muchas ocasiones, la temática de sus fotos, sobrepasaba con creces lo “socialmente aceptado”: desnudos, relaciones sadomasoquistas, genitales erectos y parejas homosexuales. Pero su intención no era escandalizar, el trataba de encontrar lo inesperado y de capturar imágenes que no se hubieran visto antes.

En una de sus declaraciones dijo: “Me encontraba en el lugar adecuado para sacar esas fotos y sentí la obligación de hacerlas”. En cualquier caso su trabajo no termina aquí, ya que también tiene series espléndidas dedicadas a los retratos de celebridades o la belleza de los flores.

Sabemos que también se inició en el mundo del cine con una serie de cortometrajes, pero la crudeza de las imágenes y el escándalo le impidieron hacer carrera en este sector. Sus películas rara vez se han visto y son realmente difíciles se conseguir. Algunos de los títulos son : “Robert Anillándose El Pezón” o “Patti Cambiándose La Compresa”. Murió de SIDA el 9 de marzo de 1989. Antes de morir fundó The Robert Mapplethorpe Fundation, Inc, una fundación que por un lado financia investigaciones médicas sobre el SIDA y por otro programas institucionales sobre fotografía.

Música compuesta e interpretada en piano preparado por Gabriel Massera

20/03/2009 - 20:47h De flores e corpos

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Mito de la revolución homosexual de los años setenta y ochenta en los Estados Unidos, Robert Mapplethorpe fue un fotógrafo de estudio que buscaba la belleza que emana o que se puede descubrir en los cuerpos animados e inanimados.

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Patti Smith

Controlaba con extrema precisión las composiciones, las proporciones, los equilibrios, los enfoques, el blanco y negro, las sombras y la luz así como las posturas de los cuerpos, las actitudes, las texturas de las pieles y todo aquello que debía entrar en la fotografía pero también todo lo que debía quedar fuera de ella.

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Autorretrato 1
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Autorretrato 2

A 20 años de su muerte, la institución española Es Baluard la rinde homenaje con una retrospectiva formada por obras realizadas entre 1975 y 1989. En ellas se representan los principales temas trabajados por el artista: autorretratos, desnudos masculinos y femeninos, retratos de personajes célebres (Andy Warhol, Louise Bourgeois, Patti Smith, Grace Jones, etc.), fotografías de flores, de estatuas y escenas de sexo.

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Su obra y su vida eran un mismo manifiesto y esta fusión y la serena y perturbadora belleza que emanan sus fotografías lo convierten en uno de los precursores de la fotografía artística contemporánea.

Todas las fotografías reproducidas pertenecen a la Robert Mapplethorpe Foundation ©. O texto é de Cristina Civale, do blog Civilización & Barbarie

19/03/2009 - 18:40h Cria corvos…

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Piotr Fajfer, Polónia

06/03/2009 - 18:00h Images & Visions, um blog a serviço da arte fotográfica

Fotógrafo retrata mulheres com seios à mostra nas ruas de Nova York

 

  

© Fotos de Jordan Matter. Mulheres com seios a mostra nas ruas de Nova York. EUA.
Cem fotos de mulheres mostrando os seios de todos os tamanhos, formas e idades, em lugares públicos de Nova York. Essa é a obra do fotógrafo nova-iorquino Jordan Matter. Sua coleção intitulada “Uncovered”, acessível na web no endereço http://www.jordanmatter.com/, depois de ser exibida em várias partes do mundo, virou febre na Internet. “Porque exatamente homens podem desfilar por aí sem camisa e as mulheres não? Quando publiquei as primeiras fotos recebi 30.000 visitas em dois dias”, afirma o fotógrafo. As fotografias mostram mulheres na rua, nos mercados, nas pontes, em cenas cotidianas, com modelos voluntárias sempre de topless. Veja mais fotos Aqui

Uma inusitada invasão de campo

© Foto de Ian Bradshaw. “Twickenham Streaker”, 1974.
 
Michael O’Brien, o “Twickenham Streaker”, invadiu o campo completamente nu, durante uma partida de rúgbi entre a Inglaterra e a França em Twickenham, em fevereiro de 1974. Na foto um policial cobre estrategicamente o invasor com o quepe. A autoria da famosa imagem é do fotógrafo independente Ian Bradshaw, que foi eleita a foto do ano pela revista LIFE.

Exposição de Vik Muniz é prorrogada no Rio

 

 

 

© Vick Muniz sobre foto de Richard Avedon. Marilyn Monroe, Nova York, 06 de maio de 1957.
O Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de janeiro prorrogou até o dia 22 de março a exposição “Vik”, com obras do artista plástico e fotógrafo paulistano Vik Muniz, antes prevista para acabar no domingo, dia 08 de março. No dia 23 a exposição segue para o Museu de Arte de São Paulo-MASP. A justificativa é o sucesso de público: em pouco mais de um mês, mais de 26 mil pessoas visitaram a mostra. Foram reunidas 131 fotografias de dimensões variadas de trabalhos realizados por Muniz a partir de diferentes técnicas e materiais inusitados, como geléias, sucatas e papéis picados. Exposição “Vik”, Museu de Arte Moderna – MAM. Horário: das 12h às 18h, de terça a sexta; das 12h às 19h, aos sábados, domingos e feriados. Ingressos: R$ 8 e R$ 4 (meia-entrada). Informações: (21) 2240-4944
Fonte: IG

Milão exibe cem das melhores fotografias de moda publicadas pela revista Vogue

 

 

© Foto de Irving Penn/Vogue. Hat Trick, 2007.
Cem das melhores fotografias de moda publicadas pela edição americana da revista “Vogue” nos últimos 80 anos compõem a exposição que pode ser vista no Palazzo della Regione de Milão, por ocasião da Semana da Moda que acontece na cidade. A exposição “Extreme Beauty” é uma análise fotográfica do papel da beleza na sociedade e da forma como, ao longo destes anos, os padrões e a percepção da beleza se alteraram. Annie Leibovitz, Steven Klein, Irving Penn e Helmut Newton são alguns dos fotógrafos que tem trabalhos expostos. Veja mais fotos Aqui
Fonte: Público/Portugal

04/03/2009 - 17:09h Rosa Reis

/uma fotografia, um nome\

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Greg Tardy, 2003
© Rosa Reis

Os fundos negros, deliberadamente produzidos no exterior da figuração, já são comuns nas imagens de retrato do naturalismo fotográfico. Há uma famosa imagem de Alvin Langdon Coburn, de 1906, retratando o polémico escritor Henry James, tão nu como a estátua de “O Pensador” de Rodin que imita e tão rodeado do negro que muito lhe convém.

Mas é no modernismo já moderado de Edward Weston ou Imogen Cunningham que pensamos quando queremos encontrar os antecedentes desta interesseira forma de destacar a figuração.
Os efeitos técnicos da lâmpada de magnésio definem, no fotojornalismo, a noite americana e acrescentam-lhe aquela característica barroca da focagem da cena no interior de um espaço iluminado; este dramatismo, não sendo novo, terá enorme êxito na imagem de imprensa e ajuda-nos a entender o espaço intervalar da cultura entre as duas guerras, que anuncia a banalidade do mundo. O que é comum a todas estas aproximações de uma forma de destacar é a pretendida coincidência entre o exterior e o modo como se organiza e mantém a imagem na nossa vida interior, na nossa evocação.

Por isso falo em cenário barroco. Nesta imagem de Rosa Reis, de esvaimento do corpo, apenas vemos a esforçada expressão do músico e a clarividência minuciosa do instrumento musical, que se impõem pela exuberância de uma luz quase errática. Rosa Reis – que conjuga de forma muito pessoal o humanismo do retrato e do grupo com a eleição da forma produzida pela luz e pela sombra – usa aqui do minimalismo figurativo que o branco parece percorrer na forma fluida do reflexo do metal. E, mais do que em qualquer outra das suas imagens desta série, é o jazz que aqui se contempla, essa colonização da alma que apenas necessita de vagos suportes visuais. A impressão recebida conota-se com a do barroco, é sugestão e ocultamento e toda a figuração, incompleta e fugidia está decisivamente encenada para destacar visualmente o ritmo
que sugere.

O neo-barroquismo que trata da obsessão e transporta consigo o efeito egípcio, (a plenitude do tempo incorporada no momento presente, com uma narrativa mítica sem fim) é uma forma de reagir à linearidade do “actual”. O actual está firmado na legenda da imagem, (denominação e data) e indica o arquivo e armazenamento que hoje nos são tão caros. Mas a imagem não pertence a um acerbo de TV ou vídeo, que permitem o regresso do actual como presente, como reportório. Hoje, como sabemos, com a banalização destes registos, o passado é uma coisa que pode voltar, que é sempre um presente potencial. O efeito egípcio pertence à nossa mentalidade, sabemos bem que nada se pode apropriar exclusivamente do tempo e ninguém pode estabelecer com o tempo actual uma verdadeira relação de co-presença. Na imagem de Rosa Reis joga-se o tempo do jazz, aquele sopro que adivinhamos, porque a imagem tende a isso mesmo, permitir-nos essa apropriação de sentido e de evocação. E, para isso, nada melhor do que esta encenação de luz e sombra que tornam intermitente volumes e figurações, esta relação de orgânico e inorgânico, de permutabilidade que é também a ilusão de som e imagem. Tudo nesta imagem de Rosa Reis se revela e combina entre si, tudo se mistura num espectáculo de possessão.E o conceito, sendo um limite, não se define.

Maria do Carmo Serén

Rosa Reis, fotógrafa independente e free-lancer,
vive em Lisboa e tem dezenas de álbuns publicados.

Fonte Arte Photographica

01/03/2009 - 17:29h Os bistrôs parisienses através dos tempos

Blog Images & Visions

© Foto de Fernando Rabelo. Marais, Paris, 2006

© Foto de Henri Cartier-Bresson, Paris, 1969

© Foto de Michel Maiofiss, La Joconde, Paris, 1977© Foto de Louis Stettner, Soir de Noel, ile Saint Louis, Paris 1951

© Foto de Edouard Boubat, Saint-Germain-de-Pres, Paris 1953

© Foto de Dennis Stock, Cafe de Flore, Paris 1958© Foto de Robert Doisneau, Paris 1966

01/02/2009 - 16:13h farol


Alec Soth, The Last Days of W
(© Alec Soth/Magnum Photos)

A Magnum e os fotógrafos da Magnum andam muito e estão um pouco por todo lado. Andam tanto que pode ser difícil de acompanhá-los. A pensar nessa multiplicidade de participações culturais, educativas e formativas que envolvem os seus fotógrafos e nas várias exposições que se mostram em todo mundo, a cooperativa decidiu criar um farol para nos guiar: chama-se Magnum Photos Events e, em vez de estar no pico de uma montanha, está na internet. Aqui

Fonte Arte photographica

21/01/2009 - 20:17h A dura vida dos “Paparazzi”

© Foto de Elio Sorci. O ator Walter Chiari briga com o fotógrafo Tazio Secchiaroli. Roma, 1958.

© Getty Images. Rino Barillari, o “rei dos Paparazzi” é agredido pelo ator Mickey Hargitay, na Via Veneto, Itália, 1962.
© Getty Images. Atriz Sonja Romanoff enfia o sorvete na cara de Rino Barillari, 1963.

© Foto de Paul Schmulbach. Marlon Brando é seguido pelo fotógrafo Ron Galella, que usava um capacete contra agressões em Nova Iorque, 1974.

© Foto de Ron Galella. Sean Penn dá um soco em fotógrafo. 1986.

© Golf/Inf. O ator Hugh Grant agride fotógrafo na frente da sua casa em Londres, 2007.

Paparazzo (no plural paparazzi) é uma palavra da língua italiana utilizada para designar os repórteres que fotografam pessoas famosas sem autorização, expondo em público as atividades que eles fazem em seu cotidiano. A inspiração para o nome veio do cinema. No filme La dolce vita (1960), de Federico Fellini, o jornalista Marcello Rubini (interpretado por Marcello Mastroiani, era acompanhado pelo fotógrafo Signore Paparazzo (Walter Santesso). Fellini teria escolhido o nome do fotógrafo a partir do nome de um grande mosquito siciliano, denominado “paparaceo”. O Images&Visions selecionou algumas imagens que retratam as agressões sofridas pelos paparazzi.

Fonte Images & Visons

17/01/2009 - 17:48h Los retratos de una novelista del Misisipí

Nueva York recuerda la faceta como fotógrafa de la escritora Eudora Welty

BARBARA CELIS – Nueva York – El País

“Trato de entrar en la mente, el corazón y la piel de los seres humanos que no son yo misma. No importa si son hombres, mujeres, jóvenes, mayores, de piel blanca o negra, el reto principal es dar el salto. Ése es el acto de imaginación de un escritor que yo valoro más”. La estadounidense Eudora Welty (1909-2001) se expresaba así en relación con su obra literaria a finales de los años ochenta, pero lo cierto es que esa misma pulsión fue la que latía detrás de su pasión por la fotografía. Ésta arrancó en su juventud, en plena década de los veinte. En realidad, su gran deseo era triunfar en esa disciplina, aunque su talento para la literatura acabó relegando a un segundo plano su capacidad para capturar con la cámara las cualidades humanas.

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El Museo de la Ciudad de Nueva York le dedica a esta artista nacida en Jackson (Misisipí), donde pasó la mayor parte de su vida, una pequeña pero certera exposición hasta el próximo 16 de febrero, en la que se exhiben las imágenes con las que Welty, de cuyo nacimiento se cumple el centenario en abril, inauguró oficialmente su carrera como fotógrafa. Se trata de duros retratos tomados en su Misisipí natal durante la Gran Depresión de los treinta y a los que, además, acompaña una selección de las imágenes tomadas en la misma época en Nueva York.

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No deja de ser paradójico que esas imágenes con las que Welty capturó casi ingenuamente un mundo que se resquebrajaba y en el que se puede ver a decenas de hombres mirando un escaparate, leyendo los anuncios de ofertas de empleo en la céntrica plaza de Union Square o durmiendo sobre un banco, haya coincidido en el tiempo con una crisis económica de proporciones bíblicas que recuerda al crack de 1929. Las imágenes de Welty se muestran en el mismo museo junto a otra serie que, bajo el título Broken glass y firmada por el fotógrafo Ray Mortenson, también ahonda fotográficamente en otra crisis: la que en la década de los setenta asfixió todo un barrio, el Bronx del Sur, cuyos edificios abandonados se convirtieron en el símbolo oscuro de una ciudad en decadencia a la que sólo el tiempo pudo devolverle un esplendor que la nueva crisis vuelve a amenazar.

“Toda aquella gente de la gran depresión se mantuvo viva gracias a la determinación de volver a trabajar y ser capaces de retomar el ganarse la vida”, escribió Welty. Y es esa actitud positiva la que sus imágenes tratan de reflejar. Sus protagonistas, tanto los parados neoyorquinos como los niños y mujeres de raza negra viendo pasar la vida -una vida de miseria- que se suceden en sus fotografías del sur del país, tienen muy poca carga sentimental, e incluso dejan a un lado el comentario político en el que hacían hincapié en esos mismos años fotógrafos como Walker Evans o Dorothea Lange, que trabajaron en el proyecto documental de la Farm Security Administration.

En cambio, las fotografías del Bronx de Mortenson son, sin apenas mostrar un ser humano, de una dureza atroz. En su exposición se muestran decenas de edificios abandonados y desconchados, en los que muebles solitarios, objetos perdidos o simplemente espacios vacíos de paredes descascarilladas dan cuenta de una vida pasada que fue fagocitada por la crisis neoyorquina de aquellos duros años setenta y primeros ochenta. Son imágenes absolutamente silenciosas que se oponen al sonido que sin duda desprenden las de Welty. Dos miradas opuestas para épocas muy diversas con problemas demasiado similares.

http://www.artsandartists.org/upload/features/feat0278370001160676967.jpg

12/01/2009 - 19:20h Ao lado da morte volutuosa

Clique na imagem para ampliar

salvador_dali1.jpg

Salvador Dali, with photograph by Phillipe Halsman (1906-1979)
Near Voluptuous Death, 1951.
Halsman Estate
Black and White Avant-Garde Photo
Latvian/American Portrait Photographer

11/01/2009 - 13:51h A foto da intolêrancia

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Clique na imagem para ampliar © Foto de Douglas Martin. A jovem Dorothy Count, uma das primeiras estudantes “negras” em colégio de brancos, é vitima de preconceito racial. EUA. 1957.

A foto vencedora do “World Press Photo” de 1957, de autoria de Douglas Martin foi feita no estado da Carolina do Norte, EUA. A jovem Dorothy Count, de 15 anos, foi uma das primeiras estudantes “negras” a ser admitida no recém-desagregado colégio “Harry Harding High School”. Repórteres e fotógrafos testemunharam e registraram a violência que eclodiu quando Dorothy Counts apareceu para seu primeiro dia no colégio onde estudavam somente alunos brancos. As pessoas atiraram pedras e gritaram “Volte de onde veio”. Dorothy caminhou sem reagir, diante da multidão que a acompanhava com gestos obscenos e gritando palavras de ordem. Após uma série de ameaças telefônicas e depois de 4 dias de intensiva hostilidade, seu pai decidiu tirá-la da escola.

Fonte Images&Visions