16/11/2009 - 20:50h Dominique Houyet

rhodesie rhodesia

rhodesie rhodesia

rhodesie rhodesia

rhodesie rhodesia

rhodesie rhodesia

NUS

Mais de Dominique Houyet aqui


12/11/2009 - 19:00h 3° Semana de Fotografia do Recife

Blog Images & Visions

clicio
© Foto de Clicio Barroso. Ensaio intitulado Fakeye, 2008.


Recife promove a partir do próximo domingo (15/11), a 3° Semana de Fotografia, que este ano vai debater sobre a história da fotografia no Estado de Pernambuco. A programação inclui seminários, palestras, exposições, leitura de portfólios, mesas-redondas, debates e oficinas, até o dia 21. Paralelamente acontece a IV Mostra Recife de Fotografia, que exibirá em toda a cidade, mais de 50 trabalhos de fotógrafos profissionais e amadores de todo o Brasil e do exterior. A Oficina “Técnica de Iluminação de Estúdio”, do fotógrafo Clicio Barroso é um dos destaques da programação. As inscrições para as oficinas e para leitura de portfólios vão até quinta-feira (12/11). Inscrições Aqui

08/11/2009 - 19:26h Weegee, o fotógrafo que retratava o lado sombrio do gênero humano

Images & Visions

Arthur Fellig (na foto) que usava o pseudônimo Weegee, foi um dos precursores do fotojornalismo.

Arthur Fellig (1899-1968) que usava o pseudônimo Weegee, foi um dos precursores do fotojornalismo, retratando até à exaustão uma parte da vida que a sociedade queria ignorar: o crime. O fotógrafo da inquietação noturna, com a sua câmara mágica (sempre regulada para o mesmo tipo de abertura, F/16, e usando o flash) quase antecipava, por alguma espécie de premonição, a cena de um crime. Os jornais da manhã, lidos na azáfama dos cafés e dos transportes, estampavam as suas fotografias, vendidas ainda a tempo das edições matutinas. Weegee foi verdadeiramente um free-lancer da fotografia, viajando até ao fundo da noite de Nova Iorque com a sua máquina fotográfica e a inseparável máquina de escrever! Conseguia também interceptar as comunicações policiais, com um rádio pirata no carro, e muitas vezes, chegava à cena do crime antes da polícia! Este fotógrafo conhecia bem o gênero humano, o lado sombrio. A outra face da civilização. Veja mais fotos Aqui

05/11/2009 - 16:08h Na intimidade com Mario Cravo Neto

Mostra em homenagem ao artista destaca uma obra que vai muito além da linguagem fotográfica como forma de expressão

Click to return
White Mother I (1990) Mario Cravo Neto


Maria Hirszman – O Estado SP

Eternamente Agora, que será aberta hoje no Instituto Tomie Ohtake, é bem mais do que um merecido tributo a Mario Cravo Neto (1947-2009), um dos grandes nomes da fotografia contemporânea brasileira, que morreu precocemente em agosto. Concebida em parceria por Cristian Cravo, fotógrafo e filho do artista, e por Paulo Herkenhoff, a mostra indica – por meio de uma seleção enxuta, mas criteriosa de trabalhos – questões centrais em sua produção. Além de nexos estéticos e temáticos, a exposição se pauta pelo Herkenhoff define como “trama dos afetos”, privilegiando seu universo afetivo e deixando de lado o caráter mais mundano de sua produção.

http://noravr.blog.lemonde.fr/files/2009/08/mario-cravo-neto.1250194276.JPG

Dentre esses liames se destaca com grande força a intensa relação entre Mario Cravo Neto e seu pai, o escultor Mario Cravo Junior, presente a partir de obras, registros fotográficos (seu último trabalho, presente na mostra, era justamente para ilustrar um livro que idealizava realizar sobre a obra do pai) e um impressionante retrato. Familiares (modelos frequentes do artista) e a cena doméstica estão presentes, inclusive pela transposição para o espaço da exposição de um canto, com móveis e objetos da casa em que viveu.

Há também, fechando o ciclo, uma bela imagem de autoria de Cristian. De grandes dimensões e num pouco usual recorte vertical, a foto mostra um menino de costas, em posição de reverência diante de uma magnífica cachoeira. “Um ato de humildade diante de algo muito maior”, diz Cristian explicando por que escolheu essa imagem dentre tantas para a mostra. A exposição evidencia ainda uma forte relação existente entre o fotógrafo e Pierre Verger e não apenas pelo viés do fascínio compartilhado pela Bahia e pelo candomblé.

A maioria das obras selecionadas pertence a um universo fechado, de registro intimista em ateliê, de retratos de pessoas ou objetos, conciliando sólida busca formal com sensível apreensão poética e simbólica do mundo à sua volta. Mais conhecido pela obra fotográfica, Cravo Neto não se atinha a essa linguagem como forma de expressão, pelo menos até meados da década de 70, quando realiza e performances, posteriormente registradas em foto. A exposição traz uma delas, Câmaras Queimadas (1977), nas duas versões. Também é mostrado, em versão fotográfica e com toda sua materialidade física, o ninho feito com fiberglass que tanto fascinava o artista por sua situação ambígua e provocadora, entre a natureza e a artificialidade.

Aliás, a transitoriedade, a relação de choque e harmonia entre imagens distintas, o contraste entre a ação impactante da cor e a densidade da imagem em preto e branco, o jogo entre o real e a representação são elementos quase constantes na poética de Mario Cravo Junior. No tríptico A Flecha em Repouso, é explorada uma associação potente entre as simbologias míticas do candomblé e da iconografia cristã, ora tirando faíscas do choque entre as imagens e ora estabelecendo estranhas harmonias entre os elementos. A imagem central, que retrata a fachada de uma igreja parisiense, parece mergulhar no cinza escuro que lhe é bastante característico. No entanto, ao observar as pernas das imagens esculpidas, vê-se que isso é ilusório. Estamos, na verdade, diante de uma fotografia tão colorida quanto o prato do sacrifício do candomblé à esquerda ou a moça que dorme à direita. Mas foi necessária uma fricção, uma reação quase epidérmica para que os tons do metal brotassem. “Ele parece lidar com a carnalidade da fotografia”, sintetiza Herkenhoff.

Apesar do forte caráter barroco de sua obra, o curador parece interessado em abordar outro aspecto menos explorado da produção do artista: a relação com o minimalismo. Além da importância do movimento em sua formação (Cravo Neto vivia em Nova York no fim dos anos 60 e teve contato com a primeira grande publicação sobre o tema, editada em 1968 por Gregory Battcock), o que leva o curador a fazer essa aproximação é a redução poética e a economia formal fortemente presentes em seu trabalho. Obra essa que ainda tem muito a ser explorada. Cristian Cravo calcula que apenas 1% da obra do pai tenha sido ampliada até o momento e promete para breve a criação de um instituto para preservação e divulgação de sua obra, a instalar-se provavelmente em São Paulo.

30/10/2009 - 20:55h Mais où sont les putes d’antan ?

Agnès Giard

Filles de joie, pierreuses, lorettes, filles à soldats, marmites, filles publiques, hétaïres, radeuses, catins, péripatéticiennes, horizontales, grues, boucanières, paillasses, morues, gotons, pouffiasses, amazones, professionnelles, filles soumises, tapins, fleurs de macadam, belles de nuit, asphalteuses, marchandes d’amour, turfeuses, ménesses ou gagneuses… La plupart des noms qui désignaient les prostituées ne sont plus en usage de nos jours. On dit “pute”, et voilà tout. Il n’y en a pourtant pas moins qu’avant, peut-être même plus, mais il est devenu si mal vu de s’en “payer” une qu’on préfère passer ça sous silence. Aujourd’hui à Paris, une exposition rend hommage à ces femmes que le tout-Paris fréquentait gaiement jusque dans les années 40, dans des maisons closes de luxe classées par les guides touristiques au rang de “must-see”.

Expo-fev-06

Le “Chabanais”, le “One Two Two”, le “Sphinx” et tant d’autres: les maisons closes furent les hauts lieux du Paris de la Belle Époque et des Années folles. Univers de luxe et de volupté, de kitsch et de mondanités, ces maisons reflétaient un art de vivre et d’aimer nourri de tous les désirs et de toutes les excentricités.” La galerie Au Bonheur du Jour (située juste en face de l’illustre N°12 de la rue Chabanais, dont la loi Marthe Richard ferma les portes en 1946) vous invite à “redécouvrir ces mondes disparus, sur le mode d’une promenade coquine et nostalgique dans ces lieux mythiques, dont les somptueux décors faisaient voyager les filles et leurs clients de l’Inde au Japon, de la Chine à Venise. Elle permettra aux collectionneurs et amoureux des maisons d’illusion de découvrir et d’acquérir une collection unique de photographies signées Brassai, André Zucca, Atget, Gaston Paris, Doisneau, etc.

L’exposition dévoile l’intérieur du célèbre bordel du 30 de la rue Lepic (maison spécialisée dans les fessées), du 9 rue de Navarin (très connu pour ses fantaisies sado-masochistes) mais aussi de bordels masculins. Les photos de Tableaux vivants (reconstitutions de scènes érotiques par des prostituées) jouxtent celles de lingeries du fameux catalogue DIANA-SLIP, 1932, destiné aux maisons luxueuses. Des peintures réalisées pour orner les alcôves côtoient des objets inattendus: la canne-cravache du One Two Two portant le nom de la fouetteuse «Flora», une poignée de porte de bordel 1900 en bronze, un heurtoir de maison close pour hommes, une dague de défense, une ceinture de chasteté et une curieuse “visionneuse enfermant des «mirages», ainsi que des cravaches, badines et plaques décoratives en bois sculpté”.

Toutes ces photos, dessins, peintures et curiosités, illustrent la vie quotidienne dans ces maisons, scènes vénéneuses des amours tarifés, mais aussi théâtre d’une vie sociale brillante où le champagne coulait à flots, entre le frou-frou des élégantes et le va-et-vient des messieurs et le ballet des tenancières”. Créatrice de la galerie Au Bonheur du Jour, Nicole Canet fait elle-même figure d’œuvre d’art au milieu de ses collections érotiques. Cette ancienne danseuse de cabaret, reconvertie dans les curiosa, amasse depuis près de 30 ans les témoignages les plus extravagants de la vie sexuelle de nos arrière-grands-parents… Elle adore dévoiler ses trésors. Sa galerie est d’ailleurs aménagée en boudoir. On y entre comme dans un appartement de cocotte, saisi par le parfum qui imbibe les tentures et les toiles, les lourds catalogues reliés et les jolis meubles à bibelots, avec l’impression de faire un bond spatio-temporel en arrière. Ça fait rêver.

Bien malgré elles, les prostituées ont toujours fait rêver. En 2002, Régine Desforge rappelle que leur présence continue de hanter certains quartiers: il y a dans le Marais, “une rue au joli nom bien trompeur, la rue du Petit-Musc, qui en porta un autre avant que la morale bourgeoise ne s’en offusquât. C’était, au XIVe siècle, une petite artère où les prostituées exerçaient leur métier; d’où son nom d’alors, la Pute-y-muse…”. Le nom est joli, mais qu’on ne s’y trompe pas. Il cache une réalité souvent atroce. Les femmes qui se livrent à la prostitution sont –dans leur immense majorité– des esclaves sexuelles privées de tous les droits et contraintes de subir le martyre. “A Rome, rappelle Régine Desforge, les filles publiques portaient une mitre et une toge ouverte sur le devant. Leurs vêtements étaient jaunes, couleur de la honte et de la folie.” Dans l’occident chrétien, la prostituée reste un objet de répulsion.

Même le XIXe siècle, qui donne aux prostituées un statut de quasi-stars (les demi-mondaines deviennent des héroïnes d’opéras et de livres), les maintient cependant au rang de serpillères spermatiques. C’est “le siècle qui a le plus défendu la vertu, la féminité accomplie, et le plus institué la prostitution, avec les maisons closes, explique Bruno Remaury, anthropologue et auteur du Beau sexe faible. La féminité est toujours vue comme ambivalente: à la fois sublime, accomplie, parfaite; et malsaine, inquiétante, maléfique. Tout homme riche peut entretenir une femme destinée à son plaisir. Il a donc réellement à sa disposition les deux faces de la féminité: l’épouse vertueuse et la courtisane.” A la première échoit la mission de procréer de beaux enfants sains. A la seconde… celle de purger l’homme. “Le XIXe a de l’hérédité une vision primaire: on considère qu’un bandit aura des enfants bandits. Ainsi, la prostitution a du bon, au sens où, comme un évier, elle fait s’écouler les descendances bâtardes et dégénérées.

Voilà donc à quoi servaient les prostituées des bordels. Marthe Richard savait de quel enfer il s’agissait quand elle réclama la fermeture des maisons closes. Ancienne prostituée, avant de devenir conseillère de Paris à la Libération, elle déposa en 1945 un projet de loi prévoyant leur suppression. La loi fut adoptée le 9 avril 1946. Depuis, les femmes/les hommes qui s’adonnent à la prostitution n’ont plus que le trottoir pour lieu de travail. Ou leur clavier d’ordinateur. Avant, enfermées dans des maisons capitonnées, ils/elles faisaient rêver. Maintenant, jeté(e)s par la loi Marthe Richard dans la rue ou sur internet, ce sont des travailleuses du sexe. Leurs conditions de vie sont toujours aussi précaires. Sous prétexte d’améliorer leur sort, la loi n’a fait que les rendre invisibles. Les voilà maintenant vouées à la semi-clandestinité, à l’ombre, à la honte, au déni et au silence. On appelle ça le progrès.

Exposition Maisons Closes, du 28 octobre au 31 janvier 2010.
“Bordels de femmes. Bordels d’hommes. 1860-1946.”

Galerie au Bonheur du jour : 11 rue Chabanais – 75002 Paris. Tél. : 01 42 96 58 64.
Du mardi au samedi 14H30-19H30

Un livre Maisons closes 1860-1946 : 328 pages, 400 illustrations, couverture reliée, 17 rubriques et 5 sous-rubriques, avec les textes, et leur traduction en anglais. 1500 exemplaires dont 50 hors commerce dédicacés. Editions Nicole Canet.

Fonte Les 400 culs

Agnès Giard: Journaliste spécialisée dans les contre-cultures, le Japon et l’art déviant, correspondante pendant neuf ans de la revue japonaise S & M Sniper, je suis l’auteur du livre d’art Fetish Mode (éd. Wailea, Tokyo, 2003), (éd. Cherche-Midi, Paris 2004), L’Imaginaire érotique au Japon (éd. Albin Michel, Paris 2006), le Dictionnaire de l’Amour et du Plaisir au Japon (éd. Glénat, 2008), et Les Objets du désir au Japon (éd. Glénat, 2009).

Mon site personnel est : AgnesGiard.com


30/10/2009 - 19:58h A casa da luz vermelha

Okubo
© Foto de Kazuo Okubo. Série Paisagem Obtusa – O colecionador de paisagens.


O fotógrafo brasiliense Kazuo Okubo inaugura no dia 03 de novembro, a Galeria A Casa da Luz Vermelha, a primeira especializada em fotografia de arte na Capital Federal. O espaço, com 130 m2, tem caráter nacional, pois seu acervo será comercializado via Internet em todo o país. A galeria está localizada num lugar privilegiado, no setor de clubes esportivos Sul, no Clube da Associação dos Servidores do Banco Central (ASBAC), onde também funciona o estúdio de Okubo. Em São Paulo, a galeria será representada com exclusividade pela arquiteta Rosely Nakagawa, maior especialista no Brasil em fotos de arte,consultora técnica e curadora do acervo permanente da Casa da Luz Vermelha.O acervo permanente da galeria contará com grandes nomes da fotografia brasileira, entre eles, Anderson Schneider, André Dusek, Bento Viana, Camilo Righini, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Dorival Moreira, João Paulo Barbosa, Kazuo Okubo, Olivier Boëls, Patrick Grosner, Ricardo Labastier, Thomaz Farkas,Tiago Santana e Walter Firmo. No dia da inauguração, a galeria vai inaugurar a exposição “O Colecionador de Paisagens”, com 29 fotos do próprio Kazuo Okubo, com curadoria de Ralph Gehre. A mostra traz 29 fotos em tamanhos diferentes de até 1m X 1,50m. As fotos, com tiragem limitada até 10 cópias e impressas em papel de fibra de algodão, são o resultado de um exaustivo exercício de fotografia realizado em quatro capitais européias – Amsterdã, Praga, Paris e Roma. O Colecionador de Paisagens. Exposição fotográfica de Kazuo Okubo. De: 04 de novembro a 12 de dezembro de 2009. Local: A Casa da Luz Vermelha. Visitação: Segunda a sexta-feira das 10h às 20h. Sábado das 10h às 18h. Endereço: SCES Trecho 02 Conjunto 31 – ASBAC. Telefone: 3878 9100.

Fonte Images & Visions

28/10/2009 - 17:40h João Pina no El País retrata o quotidiano das favelas do Rio

Arte Photographica

Dois alegados traficantes de droga detidos durante uma operação da polícia no bairro de Acari, Rio de Janeiro, Brasil
© João Pina

O fotógrafo do colectivo [KameraPhoto] João Pina assina no El País uma grande reportagem sobre o quotidiano das favelas do Rio de Janeiro. As imagens são acompanhadas de um texto de Bernardo Gutiérrez e podem ser vistas aqui. É deprimente reparar que não existe hoje em Portugal jornal ou revista com orçamento para pagar com regularidade trabalhos de fundo com esta qualidade.

Adenda: a prestigiada The New Yorker foi primeira publicação a divulgar um conjunto de imagens deste trabalho de João Pina que tem fotografado as favelas do Rio desde há dois anos e meio. A galeria é acompanhada com um depoimento de Jon Lee Anderson que assina o texto Gangland na edição de 5 de Outubro.

26/10/2009 - 16:02h Blog Images&Visions, do fotógrafo Fernando Rabelo, estará comemorando dois anos de existência

Fernando Rabelo, editor do blog Images&Visions
Fernando Rabelo, editor do blog

Na próxima quarta-feira, dia 28 de outubro de 2009, o blog Images&Visions, do fotógrafo Fernando Rabelo, estará comemorando dois anos de existência. Nesse período recebeu mais de 300 mil visitas provenientes de várias partes do Brasil e do mundo. Foram 1760 postagens celebrando a fotografia. Tudo começou no final do ano de 2007 quando nasceu o blog. Nessa época havia certa dificuldade de encontrar informações sobre fotografia na web e na mídia tradicional. Foram muitas emoções e noites mal dormidas, com aquela preocupação de atualizá-lo todos os dias, tentando sempre trazer a informação em primeira mão, já que manter um blog diário requer muita pesquisa, dedicação e persistência.

Hoje os blogs se tornaram parceiros importantes na divulgação de eventos fotográficos que ocorrem no Brasil. Recentemente aconteceu uma experiência inédita quando nove blogs foram escolhidos para participar da cobertura colaborativa do 5º Paraty em Foco 2009 (Festival Internacional de Fotografia Fnac) durante os três meses que se antecederam ao festival. Participaram os blogs: Images & Visions, Olha, vê, PicturaPixel, Lost.Art, Camera 16, Clicio Photo News, Cia de Foto, Fotograficaminhamente e Garapa. Em 74 dias foram 180 postagens e mais de 600 comentários.

O Coordenador Geral do Paraty em Foco, Iatã Canabrava, que apostou nos blogs como mídia divulgadora do evento, fez a seguinte afirmação durante o “1º Encontro da Blogosfera Fotográfica”, que ocorreu durante o festival, quando pela primeira vez vários blogs voltados para a fotografia tiveram uma oportunidade de reunir-se frente a frente: “Será que ainda dependemos da grande imprensa para divulgar nossos eventos? Decidimos fazer o teste. Percebemos que depois das entrevistas com fotógrafos que ministrariam workshops em Paraty, divulgadas no blog colaborativo, as vagas eram preenchidas em quatro ou cinco horas. Vejo os blogs como um verdadeiro instrumento de comunicação. O evento foi aglutinador e a idéia é continuar. Uma das possibilidades é que os blogs brasileiros se unam novamente no Fórum Latino Americano de Fotografia, fazendo que a blogosfera fotográfica cresça e se torne internacional”, afirmou Iatã.

Nesse segundo aniversário, o Images&Visions continua firme o seu caminho,  agradecendo a todos os leitores e colaboradores, que tornaram possível essa proposta de celebrar a fotografia em todas as suas vertentes.
Fernando Rabelo
http://imagesvisions.blogspot.com/

24/10/2009 - 17:50h Prêmio Esso de jornalismo 2009

marcelo carnaval Crise,_que_crise
Foto de Marcelo Carnaval. O Presidente Lula na imagem intitulada “Crise, que Crise”, publicada no jornal O Globo.


As comissões de seleção do Prêmio Esso de Jornalismo 2009, após sucessivas reuniões realizadas nos dias 19, 20, 21 e 22 de outubro, no Rio, concluíram as tarefas de indicação dos trabalhos que concorrerão à premiação em 11 categorias. Os vencedores deste ano serão conhecidos no dia 8 de dezembro, durante cerimônia de premiação a ser realizada no Hotel Copacabana Palace, no Rio. Ao todo, 25 jornalistas, alguns dos quais integrantes de equipes dos maiores jornais brasileiros, examinaram durante cerca de 30 dias um total de 1.091 reportagens, fotografias e criações gráficas, para concluir pela indicação de 35 trabalhos finalistas. A foto vencedora do Prêmio Esso de Fotografia 2009 será escolhida via Internet por uma Comissão Especial de 50 jurados que votarão em um dos cinco trabalhos selecionados e adiante indicados. Os finalistas são: Moacyr Lopes Junior, com a foto “A Dor da Perda”, publicada no jornal Folha de São Paulo. Arnaldo Carvalho, com a foto “Fome”, do conjunto “Exilados na Fome” publicado no Jornal do Commercio (Recife). Marcelo Carnaval, com a foto “Crise, que Crise”, publicada no jornal O Globo. Daniel Mobilia, com a foto “Fala que eu não te escuto”, publicada no jornal Diario de São Paulo e Daniel Marenco, com o conjunto de fotos “No Corredor do Inferno”, publicado no jornal Zero Hora.

Fonte Images&Visions

21/10/2009 - 17:34h MASP exibe fotos inéditas do escultor Rodin

Images&Visions

[rodin_2.jpg]

Foto de autor desconhecido feita no ateliê do escultor Auguste Rodin durante seu processo criativo.


Uma mostra com fotografias inéditas de um dos principais artistas franceses, o escultor Auguste Rodin, chega ao MASP dia 28 de outubro após bater o recorde de visitação da Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte. A exposição “Rodin: do ateliê ao museu – Fotografias e Esculturas”, reúne 193 fotografias e 22 esculturas, algumas delas debutando fora da terra natal de Rodin (1840-1917). Com curadoria de Hélène Pinet, responsável pelo setor de Fotografia do Museu Rodin, e Dominique Viéville, diretor da instituição, a mostra faz parte das ações comemorativas do MASP ao Ano da França no Brasil. A mostra traz imagens registradas por diferentes fotógrafos (alguns profissionais hoje esquecidos, outros jovens que se iniciavam na profissão, alguns amadores e outros, ainda, ligados à edição) contratados pelo próprio artista, entre 1880 e 1910. As cenas trazem ao público o processo criativo de Rodin em seu ateliê, em Paris, e revelam sua fascinação pela fotografia, arte que nascera apenas um ano antes dele. As fotos também foram utilizadas para divulgação na imprensa, o que parece remeter a um desejo do artista de direcionar o olhar dos espectadores sobre sua obra, numa tentativa de destacar o que considerava mais importante a ser apreciado. Segundo a curadora Hélène Pinet, as fotografias estão organizadas de forma cronológica, com o objetivo de valorizar o trabalho dos diferentes fotógrafos que produziram para Rodin. “É a diversidade dos pontos de vista destes fotógrafos que a exposição busca ressaltar, além da versatilidade com a qual o escultor utilizou este suporte a partir de 1880, momento em que começou a adquirir reconhecimento”, explica. Em diálogo com as fotografias, 22 esculturas, duas delas de proporções monumentais, formam o acervo. Exposição “Rodin: do ateliê ao museu – Fotografias e Esculturas”. De 28 de outubro a 13 de dezembro. MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Av. Paulista, 1578. De terças-feiras a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h. Fone: (11) 3251-5644.

19/10/2009 - 19:00h “entre aspas”

Arte Photographica


© Time Inc.

Devo dizer-te que pressenti o que estava para acontecer; ou melhor, percebi que estava para acontecer qualquer coisa, que não ia exactamente favorecer os intentos da Eve e, por isso, não fiquei tão espantado como a minha filha. A Lorraine irrompeu em lágrimas, a Doris disse ‘Saia desta casa’, e o Ira e eu levantámos a Eve do chão, levámo-la para o patamar e depois pela escada abaixo, e conduzimo-la à estação de Penn. O Ira ia sentado à frente, ao meu lado, e ela ia sentada atrás como se esquecida de tudo o que se tinha passado. Durante o trajecto para a estação conservou sempre o mesmo sorriso, o que fazia para as câmaras, e por baixo daquele sorriso não existia absolutamente nada, nem a sua personalidade, nem a sua história, nem sequer a sua infelicidade. Ela era apenas o que tinha estampado no rosto. Não estava sequer sozinha. Não havia ninguém para estar sozinha. Fossem quais fossem as origens vergonhosas de que tinha passado a vida a fugir, o resultado tinha sido este: alguém de quem a própria vida tinha fugido.

Casei com um Comunista, Philip Roth

15/10/2009 - 15:33h Arte X mudança climática

Civilización & Barbarie

Hoy es el Blog action day, el día en que los bloggers de todo el mundo que lo decidan, nos unimos para hablar sobre un tema en común.

Este año la consigna es alertar sobre los efectos del cambio climático.

Hace dos semanas Spencer Tunick, conocido fotógrafo que desnuda masas en espacios públicos, sumó su grano de arena al asunto al realizar una intervención con más de 700 personas en unos viñedos en la zona francesa de la Borgoña a pedido de Greenpeace.

personas-desnudas-cambio-climatico-greenpeace.JPG.jpeg

El objetivo de las personas que posaron y del célebre fotógrafo fue llamar la atención de la opinión pública y de los dirigentes políticos ante este fenómeno de cara a la cumbre mundial del Clima que se celebrará en diciembre en Copenhague.

“Si no actuamos aquí y ahora, el hombre y el conjunto de su patrimonio cultural están condenados”, alertó el director general de Greenpeace en Francia, Pascal Husting.

Desnudos_cambio_climatico.jpg

El artista estadounidense, por su parte, alertó que además de los viñedos franceses, el cambio climático amenaza la agricultura y la naturaleza de todo el mundo.

Greenpeace instó a los líderes mundiales a que alcancen un acuerdo “ambicioso” en la cumbre de Copenhague, donde espera que los países industrializados se comprometan a reducir las emisiones de gases contaminantes en, al menos un 40 por ciento, de aquí al año 2020.

Otros años y otros artistas, llamaron la atención sobre este fenómeno en distintas muestras. Así sucedió en 2008 en Barcelona con la muestra El ambiente siempre está en el medio y con la muestra on line New climates.

Y aquí leé lo que los combloggers de Civilización&Barbarie proponen para la discusión sobre el cambio climático. Publicado por Cristina Civale

13/10/2009 - 19:53h Willy RONIS (1910-2009)

A revista francesa “Photo” publicou em sua edição de outubro um especial sobre Willy Ronis, um dos fotógrafos mais expressivos do século 20, da mesma geração de Bresson, Lartigue e Doisneau. Ronis faleceu no mês passado, aos 99 anos. Nascido em 1910, o trabalho de Willy Ronis precisou de muito tempo para ser reconhecido, o que só aconteceu na década de 80. Filho de um fotógrafo judeu de origem russa, Willy Ronis nasceu em Paris. O seu pai lhe presenteou a primeira câmera aos 16 anos. Em pouco tempo tornou-se fotógrafo para ajudar no sustento da família. Retratou Paris em todos os seus aspectos, registrando o cotidiano das ruas no pós-guerra. Em 1946, fez parte da primeira equipe da agência Rapho. Hoje é considerado um dos mais importantes representantes da fotografia humanista. Fonte Images&Visions

http://medias.photo.fr/medias-factory/m/cms/article/photo/6/7/5/5/576/logo.jpg

Par Christophe | Photo

Willy Ronis, photographe français, est un représentant de « la photographie humaniste ». Il a dépeint la France en noir et blanc, Paris, les petits métiers, les bords de Marne, les enfants, les amoureux… Il affectionnait les sujets sociaux, la vie quotidienne des gens ordinaires, les luttes ouvrières. Il était membre de l’agence Rapho, aux côtés de Robert Doisneau, Edouard Boubat, Janine Niépce, Sabine Weiss…

(Ci-dessus : Autoportrait, 1995.)

WILLY RONIS EN 10 IMAGES



Le petit Parisien Paris, 1952.
© Willy Ronis/Rapho.

Le nu provençal Marie-Anne à Gordes, été 1949. © Willy Ronis/Rapho.



Rose Zehner Grève chez Citroën-Javel, Paris 1938. © Willy Ronis/Rapho.



14 Juillet Paris 1936. © Willy Ronis/Rapho.



Les amoureux de la Bastille Paris 1957. © Willy Ronis/Rapho.





Venise, Quai Fondamente Nuove, Venise, juillet 1959.
© Willy Ronis/Rapho.




Paris, 1951. Autoportrait à la lumière- éclair réalisé avec un Rolleiflex.
© Willy Ronis/Rapho.



La péniche aux enfants. Pont d’Arcole,janvier 1959. © Willy Ronis/Rapho.



Place Vendôme Vers midi, un jour de pluie, 1947. © Willy Ronis/Rapho.





Les gamins de Belleville L’escalier de la rue Vilin, à l’angle de la rue Piat, à Belleville, septembre 1959.
© Willy Ronis/Rapho.


WILLY RONIS EN 10 DATES

1910 : Naissance le 14 août, à Paris.

1926 : Premier appareil. Photos de vacances et première série de Paris.

1936 : Son père décède. Il décide d’être photographe reporter indépendant et quitte l’atelier. Premières parutions dans Regards. Reportage sur le Front Populaire.

1938 : Reportages sur les conflits sociaux chez Citroën.

1945-1949 : Grands reportages pour Point de vue, L’Écran français et Regards.

1950 : Travaille comme illustrateur pour Le Monde illustré. Il entre à l’agence Rapho.

1979 : Participe à la Mission photographique pour la direction du Patrimoine, à la demande du ministère de la Culture et de la Communication. Reçoit le Grand Prix national des Arts et des Lettres pour la photographie.

1981 : Reçoit le Prix Nadar pour Sur le fil du hasard publié l’année précédente par Contrejour.

1996 : Grande rétrospective, avec plus de 240 photographies de Paris, au Pavillon des Arts.

2005 : « Willy Ronis à Paris », exposition à l’Hôtel de Ville de Paris en hommage au photographe à l’occasion de son 95e anniversaire.

Il meurt dans la nuit du 11 au 12 septembre 2009, à l’âge de 99 ans.


WILLY RONIS EN 10 LIVRES


« Belleville Ménilmontant »
Préface et légendes Pierre Mac Orlan.
Editions Arthaud, 1954.
Réédition : Editions Hoëbeke, 1999 (30,50 €)



« Sur le fil du hasard »

Ed. Contrejour, 1980. (Prix Nadar 1981)
Réédition : Editions Contrejour, 1991 (60 €)


« Mon Paris »
Préface Henri Raczymow.
Editions Denoël, 1985.


Photo Poche no 46
Introduction Bertrand Eveno. Editions
Centre National de la Photographie, 1991.



« Autoportrait »

Texte de Willy Ronis. Ed. Fata Morgana, 1996.


« Provence »
Texte Edmonde Charles- Roux. Editions Hoëbeke, 1998.
Réédition : Editions Hoëbeke, 2008 (19,50 €)


« Derrière l’objectif. Photos et propos »
Texte de Willy Ronis. Ed. Hoëbeke, 2001.


« Willy Ronis. Instants dérobés »
Texte Jean-Claude Gautrand. Editions
Taschen, 2005.


« Ce jour-là »
Texte de Willy Ronis.
Ed. Mercure de France, collection « Traits et Portraits », 2006.
ou Editions Folio, 2008 (6,50 €)


http://www.pileface.com/sollers/IMG/jpg/cov_nues.jpg

« Nues »
Préface Philippe Sollers.
Ed. Terre Bleue

08/10/2009 - 16:53h Morre Irving Penn, aos 92 anos

irving
O fotógrafo norte- americano Irving Penn, um dos maiores nomes da história da fotografia, morreu nesta quarta-feira, dia 07/10, em Nova York, aos 92 anos.


O fotógrafo norte- americano Irving Penn, um dos maiores nomes da história da fotografia, morreu nesta quarta-feira, dia 07 de outubro em Nova York, aos 92 anos. A causa da morte não foi revelada. Penn é autor de retratos definitivos de algumas das maiores personalidades do século 20, como Pablo Picasso e Miles Davis. Além dos retratos de grandes nomes da arte, Penn também fez importantes trabalhos na área de moda (publicou em revistas como a Vogue e a Harper’s Bazaar) e experimentos em naturezas mortas. Seu período mais produtivo foi nas décadas de 1940 e 1950. Nessa época, revolucionou a fotografia de moda ao colocar as modelos diante de simples fundos cinza. Sua morte foi anunciada por seu assistente, Roger Krueger. Fonte: AFP – Images&Visions

http://honglishdigiphoto.files.wordpress.com/2009/02/irving_penn_h.jpg

Giselle Bündchen e Kate Mosse

06/10/2009 - 20:25h O importante, é a rosa

Rosa
Foto Martin Kovalik


Gilbert Bécaud – L important, c’est la rose

L’important, c’est la rose

por Gilbert Bécaud

Toi qui marches dans le vent
Seul dans la trop grande ville
Avec le cafard tranquille du passant
Toi qu’elle a laissé tomber
Pour courir vers d’autres lunes
Pour courir d’autres fortunes
L’important…

L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
Crois-moi

Toi qui cherches quelque argent
Pour te boucler la semaine
Dans la ville tu promènes ton ballant
Cascadeur, soleil couchant
Tu passes devant les banques
Si tu n’es que saltimbanque
L’important…

L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
Crois-moi

Toi, petit, que tes parents
Ont laissé seul sur la terre
Petit oiseau sans lumière, sans printemps
Dans ta veste de drap blanc
Il fait froid comme en Bohème
T’as le cœur comme en carême
Et pourtant…

L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
Crois-moi

Toi pour qui, donnant-donnant
J’ai chanté ces quelques lignes
Comme pour te faire un signe en passant
Dis à ton tour maintenant
Que la vie n’a d’importance
Que par une fleur qui danse
Sur le temps…

L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
L’important c’est la rose
Crois-moi

04/10/2009 - 17:25h War Photographer

Images&Visions

war_photographer

Cartaz do documentário “War Photographer”, sobre o trabalho do fotojornalista James Nachtwey.


Em 2001 foi lançado o documentário “War Photographer”, sobre o trabalho do fotógrafo James Nachtwey. O diretor Christian Frei utilizou micro-câmeras especiais acopladas à câmera fotográfica dele, proporcionando ao público a oportunidade de acompanhar o fotojornalista em ação. O documentário foi filmado em dois anos durante os conflitos de Kosovo, Palestina e Indonésia. Norte-americano nascido em Syracuse e criado em Massachusetts, formou-se na Dartmouth College, onde estudou História da Arte e Ciências Políticas (1966-70). James Nachtwey começou a trabalhar em 1976, como fotógrafo de jornais no Novo México e em 1980, mudou-se para Nova Iorque para dar início a uma carreira como fotógrafo free-lance para revistas. No seu primeiro trabalho como fotógrafo internacional fez a cobertura do movimento civil na Irlanda do Norte em 1981 durante a greve de fome do IRA (Exército Republicano Irlandês). Desde então, James Nachtwey tem se dedicado a documentar guerras, conflitos e situações sociais precárias. James Nachtwey é considerado por muitos o mais corajoso fotojornalista da atualidade e também o mais ocupado dos fotógrafos profissionais do mundo. Em 2003, atuava como correspondente da revista Time em Bagdá e foi ferido por uma granada quando acompanhava uma patrulha dos Estados Unidos. Ficou internado inconsciente por alguns dias. Além disso, é tido como um homem tímido, empenhado na profissão e que gosta de mergulhar em pensamentos filosóficos, vem usando a fotografia ao longo de sua experiência como uma arma pacífica para documentar desigualdade e conflitos sociais. Leia mais sobre James Nachtwey Aqui
Assista aqui ao trailer do filme

26/09/2009 - 19:00h “Fotógrafo tem que escrever e pensar os projetos”. O fotógrafo, Fernando Rabelo entrevista o fotógrafo Pedro Martinelli

[IMG_2296.JPG]
© Foto de Fernando Rabelo. O fotógrafo Pedro Martinelli no 5 º Paraty em Foco.

Imagem&Visions

Está acontecendo neste momento no 5º Paraty em Foco o workshop “Projeto pessoal: processo de criação e produção”, do fotógrafo Pedro Martinelli. Com 15 integrantes, o worshop visa alinhar todas as etapas da construção de um projeto pessoal na fotografia. Martinelli começou as atividades fazendo algumas colocações sobre o ato de fotografar hoje, as mudanças do mercado editorial, as novas relações impostas a partir do digital e o posicionamento dos fotógrafos nesse novo mercado e novo paradigma. Algumas colocações dele:
“Hoje, com a banalização da fotografia, qualquer um fotografa. O que é bom por um lado, mas isso afetou profundamente a profissão do fotógrafo, que está se tornando cada vez mais difícil A saída que vejo é que os fotógrafos precisam propor projetos. “
“O fotógrafo precisa se adiantar hoje e começar a fazer suas pautas, colocar no papel suas idéias. A escrita entrou na concepção do projeto. Fotógrafo hoje precisa colocar no papel suas idéias e listar seus sonhos.”
“Fotógrafo tem que escrever e pensar os projetos”.
“Eu não era do tempo do fotógrafo que escrevia, mas hoje isso se faz necessário”.
“Minha grande galeria era a banca de revista”, hoje, o mercado editorial está cada vez menos aquecido.”
“A câmera fotográfica tem que ser uma extensão do corpo. Vejo hoje muita gente olhando para a câmera e não olhando para o mundo”. “No futuro, as câmera vão estar customizadas. Você vai chegar na loja e poderá “montar” a sua.

26/09/2009 - 17:34h A revista de Beto Palaio é uma joia rara

Around the World in 8 Seconds

Volta ao mundo em 8 segundos

Outubro/October 2009

—-1—-

MISS ANIELA´S SWEET AVANT-GARDE

A DOCE VANGUARDA DE MISS ANIELA

herdg.jpg

Miss Aniela is the artist persona of the English photographer

Natalie Dybisz  who uses Photoshop on all of her photos

turning them into highest point in the performance art (through

photography) since Cindy Sherman.

She says: “Aniela is my middle name. It translates to Angela in

English. I hated the Polish pronunciation growing up. But as I

got older, I began to identify with it. So I used it as the name of

my alter ego—the one you see in the photographs.”

Miss Aniela é a criação artistica da fotógrafa inglesa  Natalie

Dybyisz que usa o Photoshop como recurso de acabamento que

torna Miss Aniela a vanguarda da performance fotográfica desde

Cindy Sherman.

Ela diz: “Aniela é o meu nome do meio. É a tradução de “Angela”

para a lingua inglesa. Eu antes o detestava, mas comecei a gostar

dele enquanto crescia. Então passei a usá-lo como meu alter-

ego, isto que você já conhece através de minhas fotos”.

Her blog:

http://missaniela.com/blog/

Interview at BBC:

http://www.youtube.com/watch?v=YfSDdRQgGSE

Aniela,

thank you for let us publish here

part of your nice work.

Aniela,

grato por concordar que publicássemos

parte do seu belo trabalho.

—-2—-

RIVALRY

By Aleathia Drehmer

I
slept in
awakening
to soft sunshine,
silence.

eu
entontecida
acordando
ao sol matinal
silencio


I
stretched
moving dreams
from deep in
muscles.

eu
largada
sonhos latentes
lá de dentro
músculos


your
words linger
still, haloed loosely
around ears,

as tuas
palavras envolvem
ainda, girando soltas
nos meus ouvidos,


a touch of gold,
a slight of hand,

um toque de ouro
um deslizar de mão,

that
rivals Midas,
for every pound
he’s worth.

que
imita Midas
por todo peso
que ele vale.

Aleathia Drehmer

Aleathia Drehmer is now publishing

a creative print zine named Durable Goods. I´m

there, in the second edition, with three Haikus.

Aleathia Drehmer está publicando uma

revista artesanal supercriativa chamada Durable

Goods (Bens Duráveis). Eu estou lá, na segunda

edição, com três haicais.

The site of Durable Goods:

http://durablegoodsmicrozine.blogspot.com/

Ale, I’m grateful  that  you dedicated your

last book Circles to me.

Ale, estou grato por você ter dedicado seu

último livro Circles para mim (Beto)

(Illustration: Titian´s Venus of Urbino)

—-3—-

DEAN & JERRY´S COMICS

OS QUADRINHOS DE DEAN & JERRY

dj1

dj3

dj5

dj2

DC Comics published the best-selling The Adventures of Dean

Martin  and Jerry Lewis comic books from 1952 to 1957. The

series continued a  year after the team broke up as

DC Comics then featured Lewis solo, until 1971, in The

Adventures of Jerry Lewis comic books. In this latter series,

Lewis was  sometimes featured with Superman, Batman, and

various other DC Comics’ heroes and villains.

DC publicou As Aventuras de Dean Martin & Jerry Lewis d 1952

até 1957. A  série continuou mesmo após a separação da

dupla em 1956. Após 1957 a edição mostrava somente As

Aventuras de Jerry Lewis. Esta última versão ficou sendo

editada até 1971 e frequentemente mostrava Lewis

atuando junto com Superman, Batman e vários outros heróis

e vilões da DC.

Colgate Comedy Hour: Dean Martin & Jerry Lewis Show (7-tape boxed set) [VHS]

http://www.youtube.com/watch?v=3sE1t7wVpnw

Their paternship in the 1950s for Colgate Comedy Hour

A dupla nos anos 50 atuando nas Comédias Colgate

http://www.youtube.com/watch?v=GQM-0kaxgmE

Here, in the same show, Jerry performs “The Typewriter Song”.

Aqui Jerry canta a “canção do datilógrafo” no mesmo show

Around the world in 8 seconds

Volta ao mundo em 8 segundos

by

Beto Palaio

Site:

http://www.litteratour.blogspot.com/

(8 SEGUNDOS vai para 1.658 pessoas de talento em todo mundo, grato à todos /

8 SECONDS goes to 1.658 talented persons around the world, thanks to everyone)

16/09/2009 - 20:23h Mulheres sem rosto

guerreiro.jpg
Nu em motel, da série Mulheres sem rosto, de Antonio Guerreiro
guerreiro2.jpg

16/09/2009 - 18:46h “Bressonianas”

buainain.jpg
© Foto de Marcelo Buainain. Crianças na praia de Puri. Estado de Orissa, Índia.

Paralelamente à exposição de Henri Cartier-Bresson, outra mostra estará sendo exibida à partir de 17 de setembro no SESC Pinheiros, em São Paulo. Sob a curadoria de Eder Chiodetto, a exposição “Bressonianas” é composta pela seleção de 42 imagens de sete fotógrafos brasileiros que têm em suas obras a influência de Bresson, entre eles: Cristiano Mascaro, Flavio Damm, Carlos Moreira, Orlando Azevedo, Juan Esteves, Marcelo Buainain e Tuca Vieira. “A paixão pelo prosaico e pela fugacidade da vida são marcas profundas da obra bressoniana. Sua investigação não buscava a obtenção de fotografias grandiosas, mas sim, a descoberta da beleza e da delicadeza dos pequenos gestos cotidianos, reveladores da face humana”, define o curador da mostra Eder Chiodetto, que partiu desta premissa para conceber Bressonianas, que ocupará o espaço expositivo do 3º andar. Bressonianas. SESC Pinheiros, de 17/09 a 20/12. Terça a sexta, das 10h30 às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30. Uma extensão desta mostra paralela estará exposta na galeria externa do SESC Santana. Fonte Images&Visions

10/09/2009 - 20:28h Andreas Smetana – fotografias com nus

 Andreas Smetana

O rosto da atleta australiana Cathy Freeman foi recriado pelo fotógrafo Andreas Smetana para um programa da SBS-TV intitulado Who do you think you are. Para o representar, Smetana não se limitou a fotografá-la; escolheu um processo muito mais complexo: fotografou grupos de pessoas nuas dispostas de tal modo que formassem partes do rosto da atleta – boca, nariz, olhos, etc. A tarefa foi difícil e imensa. Mas a de reunir todos estes grupos de imagens, montá-las como peças de um puzzle e retocá-las digitalmente não lhe ficou atrás. Para isso foi escolhida a Electric Art.

A Electric Art é um estúdio de criação de efeitos visuais e pós-produção de imagem sediado em Sidney, na Austrália. O trabalho da EA é integralmente dirigido para a vertente comercial (campanhas publicitárias, etc. ) e muito variado mas a sua especialidade são os retoques. Foi por este motivo que Andreas Smetana a escolheu para fazer a montagem e tratamento digital das suas fotografias. Smetana é um fotógrafo austríaco a trabalhar há vários anos na Austrália. É considerado internacionalmente como um dos grandes profissionais da fotografia publicitária, a quem as grandes marcas recorrem frequentemente.

É espantoso como todos estes corpos nus, aglomerados, colocados na posição correcta e com uma iluminação adequada, se transformam no fim no rosto de Cathy Freeman. Afinal, a imagem da atleta foi o início de todo este trabalho.

 Andreas Smetana

 Andreas Smetana

 Andreas Smetana

 Andreas Smetana

 

Fonte Obvius

04/09/2009 - 16:39h Sean Lennon e namorada recriam foto famosa de John e Yoko

seanlennon.jpglennonyoko.jpg

O Globo

RIO – O músico Sean Lennon, filho de John Lennon e Yoko Ono, e a namorada, a modelo Kemp Muhl, de 22 anos, recriaram a emblemática foto dos pais do músico tirada por Annie Leibovitz para a capa da “Rolling Stone” americana publicada em janeiro de 1981. O ensaio original foi fotografado apenas cinco horas antes de o ex-Beatle ser assassinado por Mark Chapman, em 8 de dezembro de 1980.

Quem assina a homenagem é o cultuado fotógrafo americano Terry Richardson. A foto, que mostra Sean no lugar de mãe e a namorada nua, como posou John Lennon, será publicada na próxima edição da revista “Purple”.

01/09/2009 - 18:36h Elliott Erwitt é um dos destaques da terceira edição da SP-Arte/Foto e Olhar São Paulo, duas exposições de relieve

Blog Images&Visions

elliott_erwitt_photo_dog_legs_new_york_city_1974.jpg
© Foto de Elliott Erwitt. Dog Legs. New York City, 1974.

 

De 10 a 13 de setembro de 2009, o 9º andar do Shopping Iguatemi sediará a terceira edição da SP-Arte/Foto, que reúne 17 excepcionais galerias de arte e mais de 100 artistas, entre jovens talentos e nomes consagrados no circuito nacional e internacional. O conjunto das obras das galerias participantes permitirá uma visão magnífica e ampla da produção moderna e contemporânea do Brasil e do mundo representada pelos artistas: Miguel Rio Branco, Mario Cravo Neto, Caio Reisewitz, Rochelle Costi, Albano Afonso, Márcia Xavier, J.R.Duran, Claudia Jaguaribe, Cristiano Mascaro, Daniel Senise, Brigida Baltar, Cao Guimaraes e Luiz Braga, artista escolhido para representar o Brasil na Bienal de Veneza de 2009, e presenças internacionais como Neil Hammon (artista selecionado na última Bienal de Veneza), Richard Galpin, Thomas Hoepker, Martin Parr, Elliott Erwitt, Nicola Constantino e Michael Wesely, entre muitos outros. O evento é gratuito e acontece no 9º andar do Shopping Iguatemi, com acesso pelos elevadores centrais do Shopping. Um dos destaques é a presença do célebre fotógrafo Elliott Erwitt, que acabou de completar 81 anos. Filho de imigrantes russos, ele se mudou com os pais para os EUA quando tinha 10 anos e registrou inesquecíveis imagens, como a foto dos pés de uma mulher ao lado de um chihuahua.

 

 

 

A cidade de São Paulo vista sob diferentes olhares

filipe_araujo.jpg
© Foto de Filipe Araújo. Foto que compõe a mostra “Olhar São Paulo”.

A cidade vista sob diferentes olhares resgatando a história, os costumes e seus universos paralelos; esta é a proposta da exposição fotográfica “Olhar São Paulo”. Entre locais desconhecidos e cartões postais, a mostra pretende revelar panoramas e detalhes da maior cidade do país que passam despercebidos. A Mostra organizada pela ARFOC-SP com o patrocínio da Bourbon Convention Ibirapuera, entra em cartaz dia 02 de setembro, em comemoração ao dia do Repórter Fotográfico. Ao todo serão expostas 40 fotografias de 35 fotojornalistas do Estado de São Paulo. A seleção foi feita por membros da Comissão Organizadora, que recebeu cerca de 138 imagens de 51 profissionais. Exposição Olhar São Paulo, Abertura: 02 de setembro de 2009, às 19:30h. Bourbon Convention Ibirapuera. Avenida Ibirapuera, 2.927 – Moema – São Paulo. Exposição: de 02/09/2009 a 10/12/2009.
Participam da mostra:
Alexandre Tokitaka, Alf Ribeiro, Apu Gomes, Claudio Capucho, Danilo Verpa, David Santos Junior, Diego Padgurschi, Edilson Dantas, Ernesto Rodrigues, Evelson de Freitas, Fernando Donasci, Filipe Araujo, Gaspar Nobrega, Gerardo Lazzari, Guilherme Lara Campos, Hélvio Romero, JF Diorio, Jose Cordeiro, Jose Luis da Conceição, Leonardo Soares, Marcos Alves, Mario Lucio Sapucahy, Marlene Bergamo, Moacyr Lopes Jr, Patricia Stavis, Paulo Whitaker, Raquel Toth, Robson Ventura, Rodrigo Paiva, Rubens Chiri, Thiago Bernardes, Tiago Queiroz, Toninho Cury, Valéria Gonçalvez e Zanone Fraissat.

21/08/2009 - 20:23h Quem não vai querer aprender a dançar tango?

http://lamiette.canalblog.com/images/001.jpg
http://lamiette.canalblog.com/images/004bis.jpg
http://lamiette.canalblog.com/images/009bis.jpg
 http://lamiette.canalblog.com/images/011bis.jpg
 http://lamiette.canalblog.com/images/064bis.jpg
 http://lamiette.canalblog.com/images/074bis2.jpg

19/08/2009 - 18:38h 19 de agosto: Dia Mundial da Fotografia

Images&Visions

feininger.jpg
© Foto de Andreas Feininger. The Photojournalist. 1951. Fonte Images & Visions