<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; futebol</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/futebol/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 00:00:42 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Desacelerar depois da ginástica não é crucial</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/desacelerar-depois-da-ginastica-nao-e-crucial/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/desacelerar-depois-da-ginastica-nao-e-crucial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[áquecimento muscular]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[ginástica]]></category>
		<category><![CDATA[musculos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=16647</guid>
		<description><![CDATA[

Por GINA KOLATA
A importância da desaceleração gradual após os exercícios está enraizada na doutrina da ginástica. É citada nos livros de fisiologia, os personal trainers insistem nela, e revistas especializadas recomendam. Em equipamentos de academias, chega a ser algo automático: você digita o tempo que deseja se exercitar, e, quando o tempo termina, a máquina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.gifs.net/Animation11/Sports/Track_and_Field/Strange_runner.gif" alt="http://www.gifs.net/Animation11/Sports/Track_and_Field/Strange_runner.gif" /></p>
<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/images/newyorktimes.gif" alt="" hspace="10" /></p>
<p><strong>Por GINA KOLATA</strong><br />
A importância da desaceleração gradual após os exercícios está enraizada na doutrina da ginástica. É citada nos livros de fisiologia, os personal trainers insistem nela, e revistas especializadas recomendam. Em equipamentos de academias, chega a ser algo automático: você digita o tempo que deseja se exercitar, e, quando o tempo termina, a máquina por si só reduz a carga e continua por mais cinco minutos, para que você desacelere.<br />
O problema, diz Hirofumi Tanaka, fisiologista do exercício da Universidade do Texas, Austin, é que praticamente não há base científica para esse conselho.<br />
Essa desaceleração é &#8220;um tópico subestudado&#8221;, diz. &#8220;Todos acham que é um fato estabelecido, então não o estudam.&#8221;<br />
Não está claro o que essa desaceleração deveria ser. Alguns dizem que basta continuar em movimento por alguns minutos. Outros afirmam que é preciso passar 5 a 10 minutos fazendo o mesmo exercício, só que mais lentamente. E há quem garanta que é necessário incluir alongamento.<br />
Tampouco está claro para que ela serve. Alguns dizem que alivia a dor muscular. Outros afirmam que evita a rigidez muscular ou que alivia a carga cardíaca.<br />
Os pesquisadores dizem que só há consenso acerca do possível risco de uma parada repentina. Durante exercícios intensos, os vasos das pernas se dilatam para levar mais sangue às pernas e pés, e o coração bate mais rápido. Se você para de repente, seu coração se desacelera, o sangue se acumula nas pernas e aos pés, e você pode ficar tonto e até desmaiar.<br />
Os melhores atletas são os mais vulneráveis, segundo o cardiologista e maratonista Paul Thompson, pesquisador do exercício do Hospital Hartford, em Connecticut (EUA). &#8220;Se você é bem treinado, seu ritmo cardíaco já é lento e se desacelera com ainda mais rapidez com o exercício&#8221;, disse.<br />
Esse efeito pode ser nocivo para alguém com uma doença cardíaca, disse o fisiologista Carl Foster, da Universidade de Wisconsin em La Crosse, explicando que, nesses casos, os vasos sanguíneos que chegam ao coração já estão mais estreitos, dificultando a passagem do sangue.<br />
Mas isso importa para o atleta comum, mediano? &#8220;Provavelmente não muito&#8221;, disse Thompson. E, de qualquer forma, a maioria das pessoas não fica parada como pedra quando a ginástica termina. Elas andam até o vestiário, até o carro ou até sua casa, beneficiando-se da desaceleração sem oficialmente &#8220;desacelerar&#8221;. A ideia da desaceleração parece ter se originado da teoria popular -hoje desmentida- segundo a qual os músculos doem depois do exercício por acumularem ácido láctico.<br />
Na verdade, o ácido láctico é um combustível. É uma parte normal do exercício e nada tem a ver com a dor muscular. Mas a teoria do ácido láctico levou à noção de que reduzir lentamente a intensidade da atividade permitiria que a substância se dissipasse.<br />
Segundo Tanaka, um estudo com ciclistas concluiu que, sendo o ácido láctico bom, é melhor não desacelerar depois de um exercício intenso. O ácido láctico era revertido em glicogênio, um combustível muscular, quando os ciclistas simplesmente paravam. Quando desaceleravam, era desperdiçado na alimentação dos músculos.<br />
E, quanto à dor muscular, a desaceleração não a alivia, segundo Tanaka. E a rigidez muscular? &#8220;Não há dados para apoiar a ideia de que a desaceleração ajuda&#8221;, disse Foster.<br />
Os pesquisadores do exercício dizem seguir os seus próprios conselhos. Thompson afirma que, se está fazendo uma atividade puxada em pista, caminha uma curta distância ao terminar, para evitar a tontura. Já Tanaka não desacelera nada. Ele joga futebol e diz que não vê uma razão específica para fazer nada após o exercício a não ser, simplesmente, parar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/desacelerar-depois-da-ginastica-nao-e-crucial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O logo oficial do centenário do Corinthians</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-logo-oficial-do-centenario-do-corinthians/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-logo-oficial-do-centenario-do-corinthians/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 23:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[centenário do Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[clubes]]></category>
		<category><![CDATA[corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=13997</guid>
		<description><![CDATA[


por Milton Pazzi Jr. &#8211; Portal Estado




Esta é a logomarca eleita para simbolizar o centenário do Corinthians, anunciada no jantar de comemoração do aniversário. Estará estampada em todos os produtos – incluindo a camisa.



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-255">
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><small><br />
</small></span><br />
<address><span style="background-color: #ffff99;">por Milton Pazzi Jr. &#8211; Portal Estado</span><span style="background-color: #ffff99;"><br />
</span></address>
<div><span style="background-color: #ffff99;"><small></small></span><a title="Tweet este post" href="http://twitter.com/home/?status=O+logo+oficial+do+centen%C3%A1rio+do+Corinthians+http://k25pq.th8.us" target="_blank"><br />
</a></div>
</h2>
<p>Esta é a logomarca eleita para simbolizar o centenário do Corinthians, anunciada no jantar de comemoração do aniversário. Estará estampada em todos os produtos – incluindo a camisa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/centenario-do-corinthians/files/2009/09/corinthians_logocentenario_oficial.jpg" alt="corinthians_logocentenario_oficial" width="455" height="300" /></p>
<div></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-logo-oficial-do-centenario-do-corinthians/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Serra mistura futebol e política no caderno esporte do Estadão</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-mistura-futebol-e-politica-no-caderno-esporte-do-estadao/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-mistura-futebol-e-politica-no-caderno-esporte-do-estadao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-mistura-futebol-e-politica-no-caderno-esporte-do-estadao/</guid>
		<description><![CDATA[Alertado por um leitor, descobri no caderno esporte do jornal O Estado de São Paulo, uma entrevista político esportiva do governador.
O caderno escolhido para atacar o Lula mostra a verdadeira índole de José Serra. Para ele não está certo misturar as coisas, por isso&#8230; as mistura!
Em lugar de falar de esporte, o caderno serve para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alertado por um leitor, descobri no caderno esporte do jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>, uma entrevista político esportiva do governador.</em></p>
<p><em>O caderno escolhido para atacar o Lula mostra a verdadeira índole de José Serra. Para ele não está certo misturar as coisas, por isso&#8230; as mistura!</em></p>
<p><em>Em lugar de falar de esporte, o caderno serve para ele fazer política e da pior mistura. Arvorando a bandeira de que ambas as coisas não deveriam estar juntas. </em></p>
<p><em>Uma aula de hipocrisia. LF</em></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://santos.globo.com/arquivos/id_29833_robinhosite.jpg" alt="http://santos.globo.com/arquivos/id_29833_robinhosite.jpg" /></div>
<p><font size="5"><strong>&#8221;Futebol e política não têm nada a ver&#8221;</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Serra pede para não misturarem as coisas, mas nega crítica a Lula</strong></font></p>
<p>Jamil Chade &#8211; O Estado de São Paulo</p>
<p>O governador de São Paulo, José Serra, disse, ontem, em Genebra, onde recebeu um prêmio, que &#8220;futebol e política não têm nada a ver&#8221; e pediu que as duas coisas não fossem misturadas. Sua declaração surge justamente no momento em que o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu ligado ao Corinthians de forma frequente nas últimas semanas. Serra garantiu, no entanto, que não teve nenhuma intenção de criticá-lo.</p>
<p>Na segunda-feira, Ronaldo revelou que o presidente estaria mobilizando empreiteiras para ajudar o Corinthians na construção de um centro de treinamento. &#8220;O presidente Lula é quem mais está ajudando o Corinthians nessa fase. Ele está dando alguns contatos de empreiteiras que podem nos ajudar. O presidente está muito interessado no projeto do Corinthians. Ele é fanático, um corintiano roxo&#8221;, declarou o atacante.</p>
<p>Serra, palmeirense, optou por não comentar diretamente as declarações do Fenômeno. &#8220;Não soube da intervenção e nem soube do comentário do Ronaldo&#8221;, disse o governador. Mas não resistiu em fazer o alerta de que política e futebol devem caminhar separadamente.</p>
<p>Na semana passada, Lula recebeu parte da delegação corintiana campeã da Copa do Brasil. Seu envolvimento com o Corinthians não se limita à atual gestão. Em 2007, Lula enviou a Londres um representante para negociar investimentos do magnata russo Boris Berezovski no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Berezovski era um dos investidores da Media Sports Investment (MSI), empresa que mantinha parceria com o Corinthians.</p>
<p>O contato entre o governo e Berezovski foi feito depois de uma conversa entre Lula e o ex-presidente do Corinthians Alberto Dualib. O russo ainda prometia construir um estádio para o time de Parque São Jorge.</p>
<p><strong>CRÍTICAS À FIFA</strong></p>
<p>Serra não se conteve ao falar da Copa de 2014. Ele criticou a Fifa e alertou que as exigências feitas pela entidade em relação ao Morumbi são &#8220;exageradas&#8221;. Serra é contra a construção de um novo estádio em São Paulo, alegando que a cidade não teria o que fazer com mais um palco após 2014. A Fifa vem se queixando da situação do Morumbi, um dos locais favoritos para a abertura do Mundial que ocorrerá no Brasil. A Fifa chegou a sugerir que a direção do São Paulo fechasse o estádio por algum tempo para realizar as mudanças.</p>
<p>Para Serra, não há motivos para tanto. &#8220;A Fifa tem feito exigências que, olhando para trás, podem ser consideradas como exageradas. Não digo em relação específica ao Morumbi. Mas em relação ao Brasil. Mesmo a Alemanha teve problemas.&#8221;</p>
<p>Serra acredita que a Fifa e os organizadores do Mundial terão de chegar a um entendimento sobre a situação do Morumbi. &#8220;Será preciso haver uma acomodação&#8221;, disse o governador. A Fifa afirmou ontem que não há uma elevação na exigência em relação aos estádios brasileiros em comparação ao nível de 2006 na Alemanha. &#8220;As orientações entre os dois torneios (2006 e 2014) são as mesmas, sem nenhuma grande diferença&#8221;, disse a assessoria de imprensa da Fifa.</p>
<p>Para Serra, a solução seria promover algumas das mudanças que a Fifa pede, e nem sequer pensar na construção de um novo estádio. &#8220;Não é nenhuma tragédia&#8221;, disse. Ele não acredita que há como deixar São Paulo fora da Copa ou do jogo de abertura do Mundial. Mas rejeita a tese da construção de um novo estádio. &#8220;Se for construir estádio, o que vai fazer depois. O Corinthians joga no Pacaembu, o Palmeiras no Palestra Itália, o São Paulo no Morumbi e a Portugesa no Canindé&#8221;, justificou Serra.</p>
<p>A reforma do Morumbi, de qualquer forma, não seria feita com dinheiro público. &#8220;Isso não cabe a nós.&#8221; Serra ainda garantiu que a cidade estará pronta para receber a Copa. &#8220;Na Fórmula 1, chegam a São Paulo 130 mil pessoas e ninguém percebe. Não temos problemas.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-mistura-futebol-e-politica-no-caderno-esporte-do-estadao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Obras da Copa do Mundo, programa habitacional e investimento de estatais devem turbinar o setor de construção nos próximos cinco anos</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/obras-da-copa-do-mundo-programa-habitacional-e-investimento-de-estatais-devem-turbinar-o-setor-de-construcao-nos-proximos-cinco-anos/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/obras-da-copa-do-mundo-programa-habitacional-e-investimento-de-estatais-devem-turbinar-o-setor-de-construcao-nos-proximos-cinco-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[construtoras]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Hotéis]]></category>
		<category><![CDATA[mercado interno]]></category>
		<category><![CDATA[Metro]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa-Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[trem-bala]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/obras-da-copa-do-mundo-programa-habitacional-e-investimento-de-estatais-devem-turbinar-o-setor-de-construcao-nos-proximos-cinco-anos/</guid>
		<description><![CDATA[


Construção tem projetos de R$ 500 bi
Programas de governo, investimentos estatais e Copa do Mundo transformam setor em motor do crescimento

&#160;
Renée Pereira &#8211; O Estado SP
&#160;


Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")


A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<div align="center"></div>
<h3 align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_20141.jpg" title="copa_brasil_20141.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_20141.thumbnail.jpg" alt="copa_brasil_20141.jpg" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/minhacasa2.jpg" title="minhacasa2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/minhacasa2.thumbnail.jpg" alt="minhacasa2.jpg" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/presal_selo.jpg" title="presal_selo.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/presal_selo.thumbnail.jpg" alt="presal_selo.jpg" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/trem-bala3.jpg" title="trem-bala3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/trem-bala3.thumbnail.jpg" alt="trem-bala3.jpg" /></a></h3>
<p><strong><font size="4">Construção tem projetos de R$ 500 bi</font></strong></p>
<p><strong><font size="4">Programas de governo, investimentos estatais e Copa do Mundo transformam setor em motor do crescimento</font></strong></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Renée Pereira &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e num ambicioso plano de investimento das estatais Petrobrás e Eletrobrás, o setor já faz planos para iniciar um novo ciclo de crescimento, interrompido pela crise mundial no segundo semestre de 2008. O otimismo tem base nos números bilionários dos projetos, que chegam perto de R$ 500 bilhões.<strong>Veja também:<br />
<u><img src="http://www.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" /></u></strong><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090615/not_imp387307,0.php" target="_blank"><strong>PPPs podem ajudar a tirar obras e ideias do papel</strong></a></p>
<p><strong><u><img src="http://www.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" /></u></strong><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090615/not_imp387315,0.php" target="_blank"><strong>Petrobrás já tem US$ 31 bi para investir este ano </strong></a><br />
A confiança dos empresários começa a ser renovada com a volta do crédito, embora com taxas ainda salgadas. Entre o quarto trimestre de 2008 e o primeiro deste ano, as empresas foram sufocadas pela falta de dinheiro para poder levantar lançamentos do passado. Outro ponto foi o cancelamento de projetos de expansão da indústria. Tudo isso contribuiu para uma queda de 9,8% da construção civil no primeiro trimestre.</p>
<p>Com a volta das ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, em inglês) e do crédito no mercado internacional, o setor acredita em dias melhores a partir de agora. A aposta é que o programa habitacional e as obras de infraestrutura priorizadas pelo governo para amenizar os efeitos da crise tenham reflexos positivos a partir deste ano, já que 2010 é ano eleitoral.</p>
<p>No caso do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, lançado em março &#8211; que prevê subsídios do governo federal -, a expectativa é de aprovar projetos de 600 mil unidades até julho de 2010, num total de R$ 45 bilhões, segundo projeção do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady. Até o início do mês, a Caixa já havia recebido das incorporadoras 385 projetos imobiliários (65 mil unidades), mas apenas 40 deles já haviam sido aprovados.</p>
<p>Se o governo cumprir o compromisso de reduzir os prazos do processo, o programa poderá alavancar de forma significativa as atividades da construção. &#8220;Muitas construtoras, que não estavam nesse mercado, já se interessaram pela demanda potencial. Afinal, o déficit habitacional do País é de 7,2 milhões de unidades&#8221;,disse o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe. Segundo ele, o programa poderá suprir o mercado de classe média, se o reaquecimento da economia demorar a ocorrer.</p>
<p>A definição das 12 cidades que vão receber os jogos da Copa do Mundo também animou o setor. Embora ainda não haja uma estatística oficial sobre o volume de investimentos, os números que circulam apontam para cifras que vão de R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões.</p>
<p>Em paralelo, o governo federal precisará definir todas as obras de infraestrutura exigidas para receber o evento. Só em transporte serão necessários mais de R$ 30 bilhões (sem contar o trem-bala, que custará US$ 14 bilhões), afirma o professor da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende. Boa parte dos recursos vai para alternativas para melhorar a mobilidade urbana, como a construção de linhas de metrô, corredores de ônibus e estacionamentos.</p>
<p>Outras áreas, como aeroportos, energia elétrica e telecomunicações, terão de ter seus serviços reforçados para evitar um colapso durante o evento. Isso sem contar a ampliação da rede hoteleira.O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Luiz Fernando dos Santos Reis, destaca que, para atender às exigências da Fifa, o governo deverá eleger obras prioritárias para acompanhar e acelerar o processo. &#8220;Nem tudo vai sair do papel. Por isso é importante definir projetos essenciais.&#8221;</p>
<p>De qualquer forma, a expectativa é que a Copa impulsione o Produto Interno Bruto (PIB) do País nos próximos anos, como ocorreu em países que já receberam o evento. Na Alemanha, cujos investimentos ficaram em torno de US$ 10 bilhões, o impacto no PIB foi da ordem de 0,5 ponto porcentual. No Brasil, a expectativa é que as obras promovam maior aquecimento da economia, já que as necessidades são bem maiores.</p>
<p>Outro dado importante é que, para cada R$ 1 milhão de investimento na construção civil, cria-se 33 empregos diretos e 25 indiretos. &#8220;Esse é um tipo de emprego que se reverte quase 100% em consumo, não em poupança. Além disso, a construção civil tem um efeito de arrasto bem maior do que outros setores da economia&#8221;, diz Paulo Resende.</p>
<p>Os especialistas destacam ainda que as estatais foram autorizadas pelo governo federal a ampliar os investimentos para combater a crise. A Eletrobrás anunciou investimentos de R$ 30 bilhões para o período de 2009 a 2012 e a Petrobrás, de US$ 174 bilhões (R$ 348 bilhões) para 2009-2013.</p>
<p>No caso da holding de energia, os planos incluem a construção de, pelo menos, seis hidrelétricas e da Usina Nuclear de Angra 3. É preciso ponderar, porém, que as obras nesse setor normalmente sofrem inúmeros atrasos por questões ambientais e disputas judiciais.</p>
<p>A Hidrelétrica de Belo Monte, por exemplo, está no plano de investimento da Eletrobrás, mas não consegue nem ter seu estudo de viabilidade por causa de pressões de ambientalistas. Já a metade dos recursos da Petrobrás vai para produção e exploração de petróleo.</p>
<p>Na avaliação dos representantes e especialistas do setor, a construção civil deverá ganhar maior participação no PIB a partir do ano que vem &#8211; até 2008, a indústria da construção representava 5,1% das riquezas do País.</p>
<p><strong>MOTOR DE CRESCIMENTO</strong></p>
<p>Obras da Copa do Mundo, programa habitacional e investimento de<br />
estatais devem turbinar o setor de construção nos próximos cinco anos</p>
<p>Valor estimado de investimentos: mais de R$ 500 bilhões</p>
<p><strong>Copa do mundo </strong></p>
<p>Evento exigirá investimentos que podem variar entre<br />
R$ 60 bilhões e R$ 100 bilhões</p>
<p><strong>Principais obras</strong></p>
<p>Reforma e construção de estádios</p>
<p><strong>Transportes</strong></p>
<p>Expansão da rede metroviária</p>
<p><strong>Estacionamentos</strong></p>
<p>Novos corredores de ônibus</p>
<p>Ampliação de aeroportos</p>
<p>Trem de alta velocidade</p>
<p><strong>Telecomunicações</strong></p>
<p>Ampliação e melhora da qualidade dos</p>
<p>serviços prestados</p>
<p><strong>Energia elétrica</strong></p>
<p>Reforço das redes de distribuição de energia e garantia de fornecimento de eletricidade em momentos de consumo de pico durante as partidas</p>
<p><strong>Hotéis</strong></p>
<p>Expansão da rede</p>
<p>hoteleira do País capaz de atender à demanda de turistas que chegarão ao País. A expectativa é receber 500 mil turistas<br />
estrangeiros durante a Copa. Cada um deve gastar cerca de US$ 112 por dia</p>
<p><strong>Minha casa, minha vida</strong></p>
<p>Programa habitacional lançado pelo governo federal em março deste ano prevê investimentos de R$ 60 bilhões em três anos</p>
<p><strong>Investimentos das estatais</strong></p>
<p>Grupo Eletrobrás e Petrobrás planejam investir R$ 30 bilhões (2009-2012) e R$ 348 bilhões (2009-2013), respectivamente, na construção de hidrelétricas, termoelétricas, refinarias, gasodutos</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/obras-da-copa-do-mundo-programa-habitacional-e-investimento-de-estatais-devem-turbinar-o-setor-de-construcao-nos-proximos-cinco-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma paixão que vem da infância</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/uma-paixao-que-vem-da-infancia/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/uma-paixao-que-vem-da-infancia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 19:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[A CABEÇA DO FUTEBOL]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/uma-paixao-que-vem-da-infancia/</guid>
		<description><![CDATA[Coletânea de 28 textos comprova: é de menino que se aprende a amar futebol

 



Antero Greco &#8211; O Estado SP
&#160;


Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
                  
Quer ver um marmanjo abrir a guarda e voltar a ser moleque? Faça-o falar de futebol. Provoque o debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><strong>Coletânea de 28 textos comprova: é de menino que se aprende a amar futebol</strong></div>
<div id="c"></div>
<div id="c"> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/convite_futebol_livro1.jpg" title="convite_futebol_livro1.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/convite_futebol_livro1.jpg" title="convite_futebol_livro1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/convite_futebol_livro1.jpg" alt="convite_futebol_livro1.jpg" width="555" height="394" /></a></div>
</div>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Antero Greco &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div class="ImagemMateria">                  <img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090610/img/2.15.imagem_futebol.jpg" align="left" /></div>
<p>Quer ver um marmanjo abrir a guarda e voltar a ser moleque? Faça-o falar de futebol. Provoque o debate em torno da bola e verá como a sisudez cai por terra com mais velocidade do que atacante habilidoso atropelado por zagueiro botinudo. Quer ler tentativas de resgatar a infância? Convide jornalistas, poetas, médicos, historiadores, psicanalistas, advogados, sociólogos a discorrerem sobre esporte tão fascinante e desdenhado, contraditório e único. A maioria vai despir a casaca para mergulhar no passado.</p>
<p>A prova de que a criança está sempre à espreita para ressurgir no adulto se espalha pelas 164 páginas de A Cabeça do Futebol (Editora Casa das Musas). Carlos Magno Araújo, Samarone Lima e Gustavo de Castro, organizadores (e coautores), convocaram colaboradores de formação variada para escreverem sobre futebol. Tema popular, que aos poucos rompe preconceitos e que nos últimos anos passou a frequentar com destaque estantes de livrarias.</p>
<p>Muitos dos 28 textos são intimistas, embora fujam à ficção, e dão tom nostálgico ao livro. Menos do que lugar-comum, a referência à infância confirma o óbvio: é de menino que se aprende a amar o futebol, uma das raras paixões duradouras na vida. Nada mais natural, portanto, que seja tema recorrente &#8211; e associado a um jogo especial, àquele momento determinante que fixa a opção clubística.</p>
<p>A partida inesquecível em geral não é final de Copa do Mundo, mas vale tanto quanto. Ou mais. Pode ser um Ceub X América-RN disputado em 1975, em Brasília (No Tempo de Jacaré e Pablito Calvo, de Carlos Magno Araújo), ou Santos X Ponte, na despedida de Pelé (O Dia em Que Virei Santista, de José Roberto Torero). Quem sabe um tradicionalíssimo Fla-Flu (O Jogo, de Moacy Cirne), ou um duelo com a carga dramática de Fla X Vasco (Ele Sempre Será, de Rubens Lemos Filho).</p>
<p>O cenário pouco importa, porque o encantamento aos olhos do menino sempre é intenso. Forte, também, é a figura paterna. Afinal, reza a lenda que a primeira experiência em um estádio de futebol costuma ser conduzida pelas mãos do pai. Pai que pode também ir ao campo só para proteger o filho da mira de esbirros do autoritarismo (&#8221;A ditadura não é mais forte do que o amor de um pai&#8221;, de Juca Kfouri).</p>
<p>A paixão que vem da época das calças curtas é ponto de partida de análises minuciosas de Luiz Zanin Oricchio e Daniel Piza, polivalentes que flutuam pelo Caderno 2, o Cultura e, de quebra, são Boleiros no caderno de Esportes do Estado. Em Bola de Meia, Piza mergulha, dentre outros aspectos, em mudanças táticas, de preparação física e financeiras pelas quais passou o futebol, que no fundo se exprime mesmo com força &#8220;naquela bolinha de meia que um menino gosta de ficar rolando e chutando sem parar, marcando golaços imaginários&#8221;. Zanin constata, em Futebol, que deve ao Santos dos anos 60 &#8220;uma certa noção de elegância e beleza&#8221; que norteia sua vida. Nesse jogo, ganha quem os lê.</p>
<p><strong>Serviço<br />
A Cabeça do Futebol. Vários autores. 166 págs. R$ 25. Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos. Av. Nações Unidas, 4.777, 3024-3599. Lançamento hoje, às 19h30</strong></p>
<h3>História do Lance! joga luz inteligente sobre a prática do jornalismo esportivo</h3>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Antero Greco &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p>A imprensa esportiva leva bordoada a torto e a direito. Há ocasiões em que até faz por merecer, mas muitas vezes o olhar enviesado que recebe carrega preconceito e paixão clubística. O alvo preferido costuma ser a televisão, por sua influência, alcance e estilo. A mídia impressa fica em segundo plano, no que existe de bom e ruim nessa relação acalorada. Merece menos atenção, mesmo como objeto de estudos acadêmicos.</p>
<p>Maurício Stycer rompe esse círculo com História do Lance!, Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo (Editora Alameda, 2009, R$ 46,00). Ele se vale da prática profissional (participou do elenco fundador do diário na segunda metade dos anos 90) e do olhar do sociólogo para esmiuçar, entender e explicar o que representa a &#8220;crônica esportiva&#8221; no País. Consegue entender o papel de área considerada menos nobre no jornalismo, porém envolvente, nervosa, cativante.</p>
<p>A gestação do Lance!, o nascimento de edições &#8220;gêmeas&#8221; no Rio e em São Paulo, os primeiros passos do jornal que viria a desbancar A Gazeta Esportiva e o Jornal dos Sports são componentes importantes do livro. No entanto, funcionam como pano de fundo para um panorama amplo das transformações por que passaram esporte (entenda-se futebol) e imprensa no Brasil no fim do século 20.</p>
<p>Conhecer bastidores de uma publicação que se firmou, apesar de prognósticos céticos, é interessante &#8211; e não apenas para quem é do ramo. História do Lance! se mostra leitura agradável porque não enxerga o tabloide como reinventor da roda no esporte. Além disso, porque viaja pela história da imprensa nacional, resgata a memória de personagens fundamentais, como Cásper Líbero, Thomas Mazzoni, Mário Filho, e lança luz inteligente sobre a prática do jornalismo esportivo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/uma-paixao-que-vem-da-infancia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Copa, turismo e emprego</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 11:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/</guid>
		<description><![CDATA[ 


José Pastore* &#8211; O Estado SP
O IBGE acaba de publicar novos dados sobre as atividades características do turismo (ACT). Em 2006, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam nessas atividades &#8211; 6,7% da população economicamente ativa.
Com quase 7% da nossa população trabalhando nas ACT o Brasil não estaria mal, porque a média mundial é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/11741/" rel="attachment wp-att-11741" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">José Pastore* &#8211; O Estado SP</p>
<p>O IBGE acaba de publicar novos dados sobre as atividades características do turismo (ACT). Em 2006, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam nessas atividades &#8211; 6,7% da população economicamente ativa.</p>
<p>Com quase 7% da nossa população trabalhando nas ACT o Brasil não estaria mal, porque a média mundial é de 10%. Ocorre que a classificação utilizada pelo IBGE é demasiadamente ampla. Por exemplo, cerca de 50% dos trabalhadores das ACT estão na alimentação, que inclui todos os bares, lanchonetes e restaurantes, não necessariamente turísticos.</p>
<p>Quando se consideram apenas as atividades propriamente turísticas (alojamento, agências de viagem, cultura, lazer e transporte), o número de trabalhadores cai para menos de 2 milhões. Destes, apenas 900 mil trabalham no mercado formal &#8211; apenas 1% da nossa força de trabalho. Mesmo quando se considera o pessoal ocupado em atividades indiretas que sustentam as do turismo &#8211; cerca de 800 mil pessoas -, o montante de emprego formal nesse setor não chega a 2% (Alfonso R. Arias e Maria Alice C. Barbosa, Caracterização da mão de obra do mercado formal do turismo, Brasília: Ipea, 2007).</p>
<p>Por aí se vê o quanto estamos longe da média mundial dos campeões do turismo, que têm muito mais de 10% da população economicamente ativa empregada nesse setor, como é o caso de França, Espanha e EUA. Em 2006, a França, que ocupa o primeiro lugar, atraiu 82 milhões de turistas estrangeiros; a Espanha (2º lugar), 60 milhões; os EUA (3º lugar), 56 milhões; enquanto o Brasil ficou com um tímido 41º lugar, com apenas 5 milhões de turistas do exterior.</p>
<p>Não há a menor razão para ser assim. É verdade que não dispomos dos belíssimos museus do Louvre (Paris) e do Prado (Madri) ou de uma Disneyworld (Orlando), mas o Brasil possui uma imensidão de belezas naturais e expressões culturais sedutoras para o turismo de lazer e de negócios (convenções e congressos). A própria rede hoteleira cresceu e melhorou muito nos últimos anos.</p>
<p>Será que a Copa do Mundo terá força para virar o quadro atual? Penso que sim, mas há condições.</p>
<p>O certame em si promoverá o Brasil no planeta, podendo atrair muitos estrangeiros. Ficando mais conhecido, mais turistas virão, mesmo depois da Copa. Para eles, o câmbio é um fator importante, embora para a Copa o seu peso diminua. Além do câmbio, o turista só voltará ao Brasil se encontrar limpeza, segurança, bons serviços e facilidade de locomoção.</p>
<p>Para os brasileiros, a Copa será um motivo a mais para viajar, lembrando que, até o momento o grosso da receita do turismo vem dos turistas nacionais (Wilson A. Rabay e colaboradores, Impacto Econômico do Turismo, Fipe, 2002). Com a Copa, é claro, a movimentação aumentará. Além dos fatores acima, o preço dos hotéis e dos ingressos terão um grande peso.</p>
<p>Tanto para estrangeiros como para brasileiros, as obras de infraestrutura serão cruciais para a alavancagem do turismo. Essas obras têm um efeito muito positivo para gerar empregos durante a construção e depois de concluídas.</p>
<p>Imaginem o que será necessário para transformar São Paulo numa cidade em que possam se mover, em poucas horas, mil jogadores, 20 mil jornalistas, 50 mil auxiliares e técnicos e 80 mil torcedores &#8211; sem contar as avalanches de profissionais da segurança, do transporte, do alojamento e da alimentação e ainda os milhares de espectadores que farão as comemorações. Há que se preparar o equipamento urbano e o quadro de serviços para tudo isso.</p>
<p>Os investimentos em infraestrutura têm um colossal impacto na geração de empregos. A construção de uma linha férrea, a duplicação de um aeroporto, a melhoria de rodovias, a expansão das telecomunicações e outros criam enormes quantidades de postos de trabalho diretos e indiretos. As estimativas do Banco Mundial indicam que, para cada 1% de crescimento nessas áreas, corresponde, em média, um crescimento de 1% do PIB e 0,5% do emprego. Para cada R$ 1 milhão investido em infraestrutura, geram-se, em média, 163 postos de trabalho! Trata-se de um resultado muito expressivo.</p>
<p>O Brasil tem em 2014 a oportunidade de se fixar como um polo turístico vigoroso no mapa mundial e de estimular ainda mais o turismo doméstico. Tudo dependerá de uma lição de casa feita com eficiência e baixo endividamento. Quem viver verá.</p>
<p><strong>*José Pastore é professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo Site: www.josepastore.com.br </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/copa-turismo-e-emprego/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não faltam investidores para a Copa de 2014</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 16:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[FIFA]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[patrocínio]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/</guid>
		<description><![CDATA[


O valor da cota de patrocínio chega a US$ 80 milhões e há disputa
Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP
Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/11477/" rel="attachment wp-att-11477" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" /></div>
<p></a><font size="4"><strong><br />
O valor da cota de patrocínio chega a US$ 80 milhões e há disputa</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marili Ribeiro &#8211; O Estado SP</p>
<p>Os patrocinadores da Copa do Mundo de Futebol de 2014 só poderão dar início às suas ações de marketing após o término da Copa de 2010, na África do Sul. Mesmo assim, não faltam candidatos a desembolsar os altos custos da cotas para garantir presença. &#8220;Fomos rápidos, pois não queríamos dar chances a nenhum concorrente do nosso segmento se mexer&#8221;, afirma Fernando Chacon, diretor executivo de marketing do Itaú-Unibanco, primeira empresa a assinar contrato de patrocinador oficial da Copa de 2014. Ele conta que as negociações começaram em novembro do ano passado. &#8220;Conseguimos blindar o acesso do concorrente e garantir nossa presença nessa vitrine inigualável.&#8221;</p>
<p>O banco é, até o momento, o único patrocinador oficial do mundial no Brasil &#8211; o primeiro em quase 60 anos. Há seis cotas de patrocínio a serem comercializadas, como informa a assessoria do evento, que é organizado pela Federação Internacional de Futebol, a Fifa. Três delas já estão bem encaminhadas.</p>
<p>No mercado do marketing esportivo, comenta-se que pelo menos duas operadoras de telefonia estão no páreo: a Vivo e a Oi. Procuradas, as duas fogem do assunto. Mas o executivo de uma delas admite, extraoficialmente, que os entendimentos estão avançados e só falta os acionistas liberarem as assinaturas dos contratos.</p>
<p>Os valores dos contratos para o Brasil são salgados. As cotas oscilam entre US$ 40 milhões e US$ 80 milhões, dependendo da extensão da participação. Há patrocinadores master, locais e ainda os &#8220;global partners&#8221;, que são os parceiros de todos os eventos esportivos da Fifa, inclusive a Copa do Brasil. Entre eles estão , por exemplo, grandes marcas, como Adidas, Coca-Cola e Visa.</p>
<p>A presença da global partner Visa, por exemplo, vai restringir a abrangência das ações do Itaú como o banco oficial da Copa de 2014, como reconhece o próprio Chacon. &#8221; Vamos cuidar das operações necessárias à realização do evento no Brasil, como câmbio&#8221;, explica ele. &#8220;O único impedimento que teremos diz respeito ao uso de cartões de crédito e débito, por causa do patrocinador Visa&#8221;. Mesmo com a restrição na extensão do patrocínio, o investimento, cujo valor ele não revela, é, na opinião dele, compensador.</p>
<p>Para o diretor do Itaú, o retorno de imagem que um mundial no Brasil pode trazer é imensurável, dadas às proporções que o evento assume no &#8220;país de chuteiras&#8221;.</p>
<p>Não é uma visão isolada. O diretor de Marketing da AmBev, Carlos Lisboa, não esconde a euforia pelo fato de a recém-comprada cervejaria americana Anheuser-Busch, dona da marca Budweiser, ser uma das patrocinadoras da Copa de 2010, o que, por extensão, deverá estender o direito de permanecer também como patrocinadora da Copa de 2014 no Brasil.</p>
<p>&#8220;As negociações já estão bem engatilhadas. Tanto que já mandamos uma equipe para a África do Sul para ver quais as ações de ativação de marca que eles estão fazendo lá e avaliar como poderemos replicá-las por aqui&#8221;, conta Lisboa.</p>
<p>O fato de os jogos ocorrerem em diferentes cidades ao mesmo tempo &#8211; as 12 escolhidas serão anunciadas no fim do mês -, é outro elemento que pode impulsionar as vendas. &#8220;Com a mobilização que o futebol promove, a Copa do Mundo no Brasil será como um segundo verão para nós.&#8221;</p>
<p>Os números do evento são grandiosos e, por si só, impulsionam os grandes conglomerados a entrar na disputa por uma cota de patrocínio. Na Copa da Alemanha, os jogos foram vistos por 2,6 bilhões de pessoas em 214 países. Só com direitos de transmissão de imagem, a Fifa faturou 2,1 bilhões.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/nao-faltam-investidores-para-a-copa-de-2014/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crescer com a Copa</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/crescer-com-a-copa/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/crescer-com-a-copa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 12:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>
		<category><![CDATA[Abdib]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[infra-estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[PAC]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/crescer-com-a-copa/</guid>
		<description><![CDATA[


Editorial Correio Braziliense
Não importa a profundidade das repercussões da crise financeira internacional sobre o Brasil, o país tem compromissos com investimentos de vulto já a partir do ano que se inicia: a preparação para a Copa do Mundo de 2014. Estimativas preliminares indicam que, apenas dos cofres públicos, o evento consumirá em torno de R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/crescer-com-a-copa/9097/" rel="attachment wp-att-9097" title="copa_brasil_2014.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/12/copa_brasil_2014.jpg" alt="copa_brasil_2014.jpg" width="536" height="296" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Editorial Correio Braziliense</strong></p>
<p>Não importa a profundidade das repercussões da crise financeira internacional sobre o Brasil, o país tem compromissos com investimentos de vulto já a partir do ano que se inicia: a preparação para a Copa do Mundo de 2014. Estimativas preliminares indicam que, apenas dos cofres públicos, o evento consumirá em torno de R$ 10 bilhões. Mas, antes de ser uma preocupação, o mundial de futebol é ferramenta para o crescimento. Em média, tem impulsionado em 1,5% o PIB (soma das riquezas produzidas internamente) das nações que o sediam.</p>
<p>Trata-se, pois, de mais uma janela de oportunidades que se abre ao Brasil, um antídoto extra em momento de recessão rondando a economia mundial. Calcula-se, por exemplo, que atraia cerca de 500 mil visitantes, incremento equivalente a 10% do fluxo de um ano inteiro. Para recebê-los, obras precisarão ser disseminadas em várias frentes e cidades, abrangendo do setor hoteleiro ao de transportes (rodovias, aeroportos, ferrovias), de telecomunicações a saneamento básico e segurança, sem contar a construção de pelo menos 10 monumentais estádios.</p>
<p>Entre outros benefícios, Brasília, por exemplo, deverá ganhar uma linha de veículos leves sobre trilhos, interligada ao metrô, que irá do aeroporto à W3 e ao Estádio Mané Garrincha. Os projetos prevêem, ainda, a interligação do Rio de Janeiro a São Paulo, passando por Campinas, por trem de alta velocidade. São obras de infra-estrutura de caráter permanente, de interesse da população, um salto no desenvolvimento nacional. Melhor: com grande oferta de mão-de-obra durante a fase de execução e mais alguma posteriormente, na operação e manutenção.</p>
<p>Até 31 de março, as 12 cidades brasileiras que receberão jogos serão anunciadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A partir daí, o governo federal definirá as áreas prioritárias para investimentos públicos. Serão aproveitados projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que já estão sendo definidos pela Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib). Contudo, recomenda-se que seja seguido o exemplo de países como a Alemanha, que financiou apenas um terço das obras e usou o forte apelo do milionário evento para formar parcerias com a iniciativa privada.</p>
<p>Vale lembrar, a propósito, os Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro. Na ocasião, questões políticas e partidárias influenciaram a coordenação dos trabalhos entre os três níveis de governo e o resultado foi que o ônus maior das despesas sobrou para a União. Deve-se tirar lições positivas dessa má experiência. Por fim, seria louvável se o Palácio do Planalto formasse uma equipe para centralizar o comando das iniciativas do Executivo, a fim de não ver frustrada a oportunidade de promover o avanço do país.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/crescer-com-a-copa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estica e puxa</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/estica-e-puxa/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/estica-e-puxa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 19:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[academias]]></category>
		<category><![CDATA[alongamentos]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
		<category><![CDATA[cervical]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[costas]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[hérnia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/estica-e-puxa/</guid>
		<description><![CDATA[ Alongamento suscita polêmica e especialistas ensinam como aproveitar melhor os exercícios

Carlos Albuquerque &#8211; O Globo
Quando o alongamento está em questão, as respostas não são rígidas — são flexíveis. A prática faz mesmo bem? Ela serve para prevenir lesões? Pode ser feita a qualquer hora, em qualquer lugar? Deve ser feita antes ou depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Alongamento suscita polêmica e especialistas ensinam como aproveitar melhor os exercícios</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://veja.abril.com.br/especiais/saude_2004/imagens/alongamento1.jpg" alt="http://veja.abril.com.br/especiais/saude_2004/imagens/alongamento1.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Carlos Albuquerque &#8211; O Globo</strong></p>
<p>Quando o alongamento está em questão, as respostas não são rígidas — são flexíveis. A prática faz mesmo bem? Ela serve para prevenir lesões? Pode ser feita a qualquer hora, em qualquer lugar? Deve ser feita antes ou depois de uma atividade esportiva? Alongar previne lesões? Melhora a performance de atletas? É bom também para as atividades do dia-a-dia? Há casos em que alongar é contra-indicado? — O alongamento ajuda a prevenir lesões, diminui a tensão muscular, evita a fadiga, aumenta a amplitude dos movimentos, melhora a performance das atividades de impacto, desenvolve a consciência corporal e diminui os níveis de tensão na coluna cervical e lombar — diz a professora de educação física Márcia Sardinha, que dá aulas, entre outros lugares, na academia Velox. — Mas é importante a pessoa saber quais são as suas próprias limitações. Cada uma tem um tipo de necessidade de se alongar.</p>
<p>Prevenção de lesões gera controvérsia</p>
<p>Embora pareça ser uma atividade simples e, ao mesmo tempo, fundamental, o alongamento é uma prática que tem alguns pequenos nós que a ciência ainda não conseguiu desatar. Um relatório encomendado por autoridades de saúde dos Estados Unidos, publicado na revista “Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise” concluiu que todos os estudos feitos até hoje sobre alongamento não foram suficientes para esclarecer, de forma definitiva, algumas das maiores dúvidas sobre essa prática — como as que estão no primeiro parágrafo dessa reportagem.</p>
<p>— Sem dúvida, o alongamento é muito importante não só para o desempenho esportivo, mas também para a manutenção das tarefas diárias. As pessoas se machucam muito por falta de flexibilidade. Alongar é bom para a prevenção de quedas e vários tipos de lesões. — conta Eduardo Neto, coordenador técnico da rede Body Tech. — Ao mesmo tempo, é um tema que engloba tantas teorias e correntes que muitas vezes é difícil afirmar algo com convicção.<br />
Por exemplo, alongar previne mesmo o surgimento de lesões? A resposta parece ser elástica, capaz de se esticar entre os próprios especialistas.</p>
<p>— Sabemos que alongar pode ser importante para prevenir algumas lesões, mas não há estudos que comprovem isso — reconhece Eduardo Neto. — Não há como dizer que o alongamento pode, de fato, proteger o organismo de lesões.<br />
Para José Kawazoe Lazzoli, presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, quem tem o hábito de fazer alongamento, corre menos risco de sofrer uma lesão na prática esportiva, tanto em alto nível como de forma recreativa.</p>
<p>— Isso pode ser explicado por uma máxima: músculos alongados equivalem a uma menor chance de lesões.<br />
O professor de Educação Física Marcelo Costa, vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física (CREF1), reconhece que há controvérsia em relação ao tema.</p>
<p>— Isso acontece principalmente por causa dos protocolos diferentes das pesquisas já feitas. Alongar previne lesões em quais situações? Em qual intensidade de treino? Muitas vezes, as lesões ocorrem mais por causa do excesso do esforço do que pela falta de flexibilidade.<br />
Já a professora Márcia Sardinha se baseia em sua experiência pessoal para responder à pergunta: — Dou aula de alongamento há dez anos e posso dizer, pela prática, que ele ajuda a prevenir lesões.<br />
Em tempo: a responsável pelo relatório americano, Julie Gilchrist, acredita que o alongamento, sozinho, não previne lesões.<br />
De volta às questões elásticas. Após duas semanas de atividades olímpicas acompanhadas pela televisão, alguém pode se perguntar: o alongamento melhora o desempenho? A nadadora americana Dara Torres — que ganhou três medalhas de prata em Pequim aos 41 anos, em sua quinta Olimpíada — acredita que sim. Torres utiliza uma técnica chamada de alongamento de resistência, na qual os músculos ganham mais flexibilidade quando são contraídos e alongados ao mesmo tempo.</p>
<p>— Isso consiste num conjunto de movimentos corporais, com amplitude e ritmo, podendo ser aprimorados ao longo da prática — explica Márcia.<br />
Segundo José Kawazoe Lazzoli, um nadador que faz muito alongamento, ganha mais amplitude para realizar os movimentos.</p>
<p>— Se ele tem uma musculatura mais alongada, recupera mais rapidamente a braçada.</p>
<p>Se tiver os músculos muito encurtados, o nadador vai ter que descolar mais o tronco pra fora da água para recuperar a braçada.<br />
OK. Então alongar pode ajudar a melhorar o desempenho. Mas a prática deve ser feita antes ou depois dos exercícios? — Se o atleta fizer exercícios intensos de de alongamento antes de uma atividade que necessite de explosão, ele vai perder tensão, algo entre três a cinco por cento.</p>
<p>— explica Eduardo Neto. — Em termos de desempenho de alto nível, é a diferença entre conquistar ou perder uma medalha.<br />
Mas na rotina dos atletas de fim de semana, como a clássica turma da pelada, a recomendação é outra.</p>
<p>— Mais do que o alongamento, o ideal é sempre fazer um aquecimento antes de qualquer atividade física, principalmente as esporádicas — aconselha José Kawazoe Lazzoli. — O alongamento até pode fazer parte do aquecimento, mas não substituí-lo. No futebol, quem não se aquece e alonga, pode se lesionar quando for esticar a perna.<br />
Depois da prática, é importante fazer um alongamento confortável, para prevenir dores musculares.<br />
E, por fim, quais são os casos em que o alongamento é contra-indicado? — Não existe uma contra-indicação absoluta — diz Marcelo Costa. — O que pode haver é uma contra-indicação relativa, uma lesão aguda que impeça a pessoa de se movimentar.<br />
Uma hérnia de disco é uma situação em que o alongamento talvez não seja indicado.</p>
<p><strong>“Alongamento é um tema que engloba tantas teorias e correntes que, às vezes, é difícil afirmar algo com convicção<br />
Eduardo Neto, professor de educação física</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.percorrere.net/alongamento.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="A imagem “http://www.percorrere.net/alongamento.jpg” contém erros e não pode ser exibida." width="306" /></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/estica-e-puxa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ouviu falar do biscoito fino e a massa?</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/ouviu-falar-do-biscoito-fino-e-a-massa/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/ouviu-falar-do-biscoito-fino-e-a-massa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 18:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Cantanhêde]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[leitores]]></category>
		<category><![CDATA[O Biscoito Fino e a Massa]]></category>
		<category><![CDATA[ombudsman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/ouviu-falar-do-biscoito-fino-e-a-massa/</guid>
		<description><![CDATA[O Biscoito Fino e a Massa entra em ferias. Ficamos chateados pela interrupção e aguardando a chegada do Biscoito ao seu destino, para acompanhar novamente os pratos saborosos do autor, seja no futebol como na política, na literatura ou na música. As massas ficamos no aguardo. Aqui vai seu último post, antes de decolar. LF

Pausa
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.idelberavelar.com/">O Biscoito Fino e a Massa</a> entra em ferias. Ficamos chateados pela interrupção e aguardando a chegada do Biscoito ao seu destino, para acompanhar novamente os pratos saborosos do autor, seja no futebol como na política, na literatura ou na música. As massas ficamos no aguardo. Aqui vai seu último post, antes de decolar. LF<br />
</em><br />
<strong><span id="titpost">Pausa</span></strong><br />
O Biscoito Fino e a Massa faz uma pequena pausa, enquanto o titular do blog pega um avião de Belo Horizonte de volta a New Orleans, para reassumir o batente do ano letivo. Foi bom demais estar em Terra Brasilis. Obrigado, Belzonte; obrigado, Rio, Sampa, Três Corações.</p>
<p>A partir de agora o blog deve se concentrar nas eleições americanas, mas sempre com um olho em Pindorama.</p>
<p>**************</p>
<p>Mandaram avisar que lá no Facebook está rolando uma <a href="http://apps.facebook.com/blognetworks/blogpage.php?blogid=16156">comunidade </a>do Biscoito.</p>
<p>**************</p>
<p>Em breve, o blog <s>declarará seu</s> <strong>justificará com mais detalhes</strong> o meu voto nas eleições para prefeito de Belo Horizonte, que é de Jô Moraes (PC do B). Como sabem os leitores do blog, <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2008/04/ah_esses_mineiros.php">não fui reácio</a> ao acordo Pimentel-Aécio em Minas Gerais. Mas pesquisando um pouco mais sobre quem é Márcio Lacerda, conversando um pouco mais com amigos de BH, investigando um pouco mais sobre como foi feito o acordo, acabei seguindo boa parte da base das últimas (muito bem-sucedidas) prefeituras de BH no apoio a Jô Moraes, que é, como sabem os memoriados leitores deste blog, a <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2006/10/a_angustia_do_batedor_na_hora_do_penalti.php">minha deputada federal</a>.</p>
<p>************</p>
<p>Na sua coluna na Folha desta terça-feira, Eliane Castanhêde declara nunca ter ouvido falar de Jô Moraes. Meu Deus, eu teria vergonha de escrever uma coluna sobre literatura no maior jornal brasileiro e declarar não saber quem é Antonio Candido.</p>
<p>*************</p>
<p>Por falar nisso, Mestre Candido fez 90 anos e o Biscoito ainda não prestou sua homenagem. <em>Shame, shame</em>.</p>
<p>*************</p>
<p>Em seu último post, o Paraíba tece <a href="http://www.rafael.galvao.org/2008/07/o-bom-o-mau-e-o-feio/">hiperbólicos elogios</a>. Mas ainda não aprendeu a história do futebol brasileiro: o fato básico de que em 1981 o time chapa-branca enfrentou o Galo três vezes e não ganhou nenhuma.</p>
<p>**************</p>
<p>Se você está na Zona Leste de Belo Horizonte e quer comer um espetinho de animal morto, o ponto é o Manoel do Espeto, ali perto da Feira dos Produtores. Mas, se for lá, avise ao cabra: é um crime colocar, num bar lindo &#8212; com bela varanda, cerveja gelada, espeto de primeira &#8211;, um par de cantores breganejos com aparelhagem de karaokê num laptop. É inaceitável. Bebi 5 quando poderia ter bebido 15 Bohemias. Não há nada mais irritante para alguém que gosta de música que ouvir um bate-estacas de péssima qualidade. É melhor ouvir o silêncio. O próximo que passar por lá, avise.</p>
<p>*************</p>
<p>Um leitor deste blog escreveu um dos melhores romances argentinos &#8212; ou seja, um dos melhores romances do mundo &#8212; dos últimos anos: Mariano Siskind escreveu o extraordinário <em>Historia del Abasto</em>, que devorei, faminto, entre São Paulo e Belo Horizonte. Alô, editoras brasileiras, atenção.</p>
<p>***************</p>
<p>Na quinta-feira à tarde, aterrizo no caldeirão de New Orleans. Tomem conta da bodega.</p>
<p><strong>Atualização</strong>: Veja o <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2008/07/pausa.php#c32930">belo email</a> que o leitor Tiago Mesquita escreveu ao Ombudsman da Folha acerca da insultante coluna de Eliane Castanhêde. Envie um você também :-)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/ouviu-falar-do-biscoito-fino-e-a-massa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
